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Model 500: techno de raiz mantém a forma em 2012

Não dá para ser mais techno ROOTS que Model 500, o projeto do cara que trouxe a criança à luz, Juan Atkins.

Depois de um tempo meio parado, Atkins retomou o projeto pela R&S. Para quem não sabe, R&S é o selo que ajudou a definir o techno do começo dos anos 90, com Aphex Twin, Jam & Spoon e CJ Bolland. A marca ressuscitou recentemente com gente de peso como Lone e James Blake.

Esse novo single de Atkins revisita com maestria a ponte que ele trilhou em meados dos anos 80, quando passou de electro-funk cyberpunk para os primórdios do techno (com seu grupo Cybotron).

Aqui o lado B:

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A cidade do futuro nos anos 20

Foi assim que a revista Popular Science profetizou em 1925 as cidades dos anos 50, uma coisa meio Metropolis.

E sabe como imaginavam o metrô de São Paulo nos anos 20?

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Telepathe: três novas bem legais

E a dupla Telepathe apareceu com uma…

…duas…

…e três músicas novas bem legais.

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The Gossip novo

A voz de Beth Ditto é sempre incrível, mas esse quê de rock de FM dos anos 80 não sei não.

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A “areavipização” de São Paulo

Se tudo correr conforme os planos dos administradores atuais de São Paulo, em breve vai ser preciso pulseira VIP pra circular pela cidade.

Olha o que disse a excelentíssima diretora da Secretaria Municipal de Habitação de São Paulo, Maria Cecília Sampaio. Ela falava com moradores de uma favela da Zona Norte da cidade.

“Pra morar nesta cidade, pra ser cidadão em São Paulo, que é a terceira maior cidade do mundo, tem que trabalhar, tem que ter um custo e tem que ter condição de pagar. É o preço que se paga pra morar numa cidade como essa. Neste terreno a gente pretende começar um processo de desapropriação.”

Aqui a matéria completa (dica da Helô).

Como lembrou a Ju, Justo Veríssimo ficaria orgulhoso.

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Google promove debate pedindo “fim da guerra às drogas”

Enquanto a ONU continua batendo na tecla da proibição total às drogas, o Google vai promover nesta terça, 13, o debate “É hora de acabar com a guerra às drogas”. Será transmitido via streaming e terá participações de Fernando Henrique Cardoso e Richard Branson, da Virgin.

Porque um outro mundo não é só possível, mas necessário.

Aqui o release do evento:

São Paulo, 12 de março de 2012 – Em meio ao crescente consenso da necessidade de buscar alternativas à proibição total das drogas, lideranças políticas terão um insight único sobre a opinião pública com o debate “É hora de acabar com a guerra às drogas”, promovido pela Intelligence Squared e pelo Google+ nesta terça-feira, 13 de março, das 16h às 17h30 (horário de Brasília), no King´s Place, em Londres. O debate será transmitido ao vivo para uma audiência inédita em uma discussão sobre política de drogas. De acordo com os organizadores, no dia do evento, qualquer pessoa que entre na página do YouTube assistirá automaticamente um trailer da transmissão ao vivo, atingindo um público online estimado em até 800 milhões de pessoas.

Estruturado em três atos e apresentando debatedores e testemunhas, o evento contará com um depoimento online/ streaming do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Presidente da Comissão Global de Política sobre Drogas, e um painel presencial do empresário Richard Branson, fundador do Grupo Virgin e também membro da CGPD. Mais sobre o evento: http://www.intelligencesquared.com/events/versus-drugs

“Há um claro aumento na percepção da sociedade sobre as falhas do atual modelo de enfrentamento das drogas em nossa sociedade”, disse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “Não podemos mais admitir os altos índices de violência no México, Brasil, América Central e África Ocidental, os trilhões de dólares investidos nessa guerra sem fim e os obstáculos às políticas de prevenção e redução de danos. Está na hora de a ONU e os chefes de estado se engajarem em um processo construtivo rumo à descriminalização do usuário, regulação de substâncias e programas de saúde pública que podem reduzir a violência além de prevenir e aliviar o sofrimento dos dependentes químicos”, aponta.

Na mão inversa ao debate desta terça, começa hoje em Viena, Áustria, a 55ª Sessão Anual da Comissão de Drogas Narcóticas (CND) (1) com foco em fortalecer o programa de drogas da ONU. Representantes de mais de 100 países discutirão a cooperação internacional para combater as drogas e aplicação do modelo proibicionista. O escritório das Nações Unidas para Drogas e Crime (UNOCD) vai convidar os delegados a celebrarem 100 anos de controle das drogas.

“Não esperamos mudanças nas convenções da ONU ou mesmo discussões construtivas sobre políticas alternativas para lidar com drogas nessa reunião”, lamentou Ruth Dreifuss, ex- presidente da Suíça e membro da Comissão Global de Política sobre Drogas (CGPD), o mais distinto grupo de lideranças internacionais a pedir o fim da guerra às drogas.

Ruth Dreifuss está participando da CND acompanhada do Professor Michel Kazatchkine, Diretor Executivo do Global Fund/ HIV/AIDS e também membro da CGPD, para apresentar recomendações sobre uma política de drogas com foco na saúde. Esta abordagem inclui a descriminalização do usuário, prevenção e experiências com a regulação de drogas menos danosas, como a maconha, para reduzir a violência e os prejuízos causados pela guerra às drogas. “A ONU deveria usar a ciência como base e buscar consistência nessa questão, ouvindo entidades como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a UNAIDS, que propõem redução de danos e saúde pública como diretrizes para políticas de drogas”, afirma Ruth Dreifuss.

Enquanto a ONU segue focada em reforçar a proibição e ignora evidências científicas, um debate de alto nível foi iniciado com o lançamento do relatório Guerra às Drogas (2) pela Comissão Global de Política sobre Drogas em julho de 2011, que quebrou o tabu sobre o tema. “Há uma distância óbvia entre o debate público cada vez mais vigoroso sobre as alternativas à guerra contra as drogas e o fracasso contínuo da CND em participar desse debate de forma significativa – ou, aparentemente, até mesmo em reconhecer que ele existe”, observa Steve Rolles, da ONG Transform Drug Policy, no Reino Unido.

Para Mike Trace, da rede de entidades civis International Drug Policy Consortium, que está acompanhando a agenda em Viena, essas limitações em reduzir a escala do mercado global de drogas, somadas às consequências negativas da atual legislação, indicam que os governos nacionais devem procurar opções de reforma de leis de drogas que se adequem às suas realidades sociais e legais.

Parece ser este o caso para países da América Latina, continente mais afetado pelos efeitos colaterais perversos da guerra às drogas como o crime organizado e a violência urbana. A pressão política na região vem aumentando desde novembro de 2011, quando o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, se tornou o primeiro chefe de estado no cargo a declarar que alternativas de mercado deveriam ser consideradas para lidar com o narcotráfico. Em fevereiro de 2012, o presidente da Guatemala, Otto Perez Molina alimentou a discussão propondo um debate concreto sobre regulação de drogas na América Latina, recebendo manifestações de apoio ao diálogo da Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras e México.

O vice presidente dos EUA, Joe Biden, reconheceu o debate visitando a América Central e conversando com autoridades no início de março para reiterar a posição da Casa Branca em manter o padrão criminal na política de drogas. Presidentes da região, como Felipe Calderón, do México, e Juan Manuel Santos, da Colômbia, concordaram em ir à Guatemala em 24 de março para conversar amplamente sobre o assunto. A reunião irá definir o cenário para a discussão formal que deve acontecer durante a Cúpula Anual das Américas, em Cartagena, na Colômbia, em abril.

(1)  A Commissão de Drogas Narcóticas (CND) foi estabelecida em 1946 como uma comissão funcional do Conselho Social e Econômico das Nações Unidas (ECOSOC) para supervisionar a aplicação das convenções e tratados internacionais que lidam com drogas narcóticas. A CND é o principal fórum de desenvolvimento de política de drogas dentro do sistema da ONU.

(2)  Download do relatório da Comissão Global de Política sobre Drogas: http://www.globalcommissionondrugs.org/Report

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Trilha de filme policial globalista

Esse som do Brey é uma coisa kwaito/kuduro com trilha de filme policial dos anos 70.

Sensacional!

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Uma família real dos anos 80

Uma das duas capas da edição atual da excelente revista Wax Poetics homenageia Prince. Na foto, o gênio do funk oitentista resplandece em seu famoso look Purple Rain.

A revista tem também artigos com músicos da cena de Prince, em Minneapolis, caras como Morris Day, da banda The Time (que acompanhou Prince em álbum e turnê) e o grupo Madhouse.

Mas info aqui.

É certo que o Chromeo já encomendou seu exemplar.

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Isso é que é trance…

JD Twitch, da dupla Optimo, mandou esse mix de “Pure Trance”. Mas nada a ver com as coisas que se ouviu em mil e uma noites ravers nos ultimos 15 anos.

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Lembra aquele programinha que te arrumava um monte de seguidores no Twitter?

Bom, agora tem o “aumentador de plays do SoundCloud”. Por US$ 10, você ganha 500 plays, por US$ 16 consegue 1.000. Até chegar na opção de US$ 350, que te garante 25 mil plays.

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Porque o importante mesmo é ser curtido…

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