13 de dezembro de 2011 às 22h31
Retrospectiva 2011: 20 álbuns
Como funciona o Top 20 álbuns de 2011 do Bate-Estaca?
1) É gosto pessoal
2) É de eletrônico, groove e afins, por isso nada de Wilco, PJ Harvey ou Marcelo Camelo (por melhor que sejam…)
3) Comentários do tipo “faltou esse ou aquele” são muito bem-vindos
Aqui as 72 melhores músicas do ano
Aguarde logo mais as 50 músicas de 2011!
SBTRKT – SBTRKT
O inglês mascarado mostrou que dubstep acessível não precisa ser bagaceiro como Skrillex
GIL SCOTT-HERON & JAMIE XX – We’re New Here
Reconfiguração radical e tributo poderoso ao mestre da palavra que faleceu em maio
CRIOLO – Nó Na Orelha
Esse é o nó: o MC que é cantor que é soul que é pop que é jazz que é brega que é gueto que é VMB
RUSTIE – Glass Swords
A trilha de Miami Vice encontra a trilha de Trainspotting num after dos infernos
METRONOMY – The English Riviera
Banda amadurece fazendo electro-pop faceiro, cheio de brisas sintéticas e melodias radiantes
GANG GANG DANCE – Eye Contact
Entre devaneios, efeitos dub, orientalismos e batidões hipnóticos, o melhor álbum da gangue
GUI BORATTO – III
Ainda tem boas ideias vindas do produtor eletrônico mais famoso do Brasil… muitas delas
JAMES BLAKE – James Blake
Soul music do abismo, dubstep com Rivotril
ZOMBY – Dedication
Texturas, camadas e micro-grooves num dubstep que equilibra melodia e groove
THE WEEKND – House of Balloons
Depois dele, que ninguém ouse falar que só tem mesmice no R&B
BEASTIE BOYS - Hot Sauce Committee Part Two
Hip hop de tiozão bate no peito e chama pra roda… quem encara?
NEON INDIAN – Era Extraña
Chillwave do Texas, é o índio de neon, síntese da poeira de El Paso com o brilho de Dallas
MODESELEKTOR – Monkeytown
Esses nunca falham, né? A pegada agora é mais dubstep/glitch e tem Thom Yorke dando canja
WADO – Samba 808
Som pós-mangue-beat com vontade de dançar: disco, funk, auto-tune, refrão pop etc
MARTYN – Ghost People
Holandês faz nome no dubstep e daí migra para o tech-house, mas sem esquecer das origens
COM TRUISE – Galactic Melt
Synth-funk e beats densos, “muito além do trocadilho”, como bem observou o Bruno Natal
AZARI & III – Azari & III
Sabores vintage de acid house, techno e disco. Todos os hits e alguns novos candidatos
JAMES PANTS – James Pants
Mais um acerto do cara que Tyler The Creator chama de “uma das pessoas mais fucking criativas a caminhar na Terra.”
JUNIOR BOYS – It’s All True
Lembra do techno-pop, aquele gênero tão famoso nos anos 80? O JB ressuscitou em 2011
LITTLE DRAGON – Ritual Union
Contra o domínio da Máfia Sueca, os conterrâneos do LD contra-atacam com o estilo mortífero da Yakuza Yukimi Nagano
30 Comentários
























DJ que escreve, jornalista que toca 




13 de dezembro de 2011 às 23h01
Miami Horror e Trentemoller faltaram. Miami Horror ouvi até enjoar e tô re-enjoando de novo. E Trentemoller pela originalidade da abordagem mais dark sem clichês
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14 de dezembro de 2011 às 0h23
Sò queria agradecer por nao adicionar o novo do Justice,serio mesmo.
pena que muita galera boa da soul deep vintage house so faz EP =S
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14 de dezembro de 2011 às 2h13
Faltou “Through The Green”, do Tiger & Woods. Não tenho a mínima idéia de onde esses caras tiraram os vocais e trechos instrumentais transformados em loops infinitos nas dez faixas do álbum (as únicas amostras de baixo e voz que reconheci foram de “Music & Lights” do Imagination em “Gin Nation”), mas o debut da dupla é um blend de house/HI-NRG/electro na mais divertida armação dançável do ano. Dance music na tradução mais literal do termo.
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14 de dezembro de 2011 às 15h49
Acho que o álbum de estreia do Death Grips poderia entrar nessa lista. Enfim… gosto de listas sinceras, e a sua é uma delas!
Logo irei publicar a minha de melhores discos do ano.
Abraço!
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Pingback por Retrospectiva 2011: a transformação do ano | Bate Estaca
15 de dezembro de 2011 às 14h40
[...] Aliás, tem um monte de dubstep na lista de melhores álbuns de 2011 do blog Tweet Comente por: camrock postado em: MÚSICA ELETRÔNICA tags: dubstep, retrospectiva 2011 [...]
15 de dezembro de 2011 às 16h41
Muito bom!!
Na minha opinião faltou o álbum do Joker, The Vision! Que ficou incrivelmente foda… Já que a lista está recheada de BASS acho que ele merecia estar presente hehe
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15 de dezembro de 2011 às 17h17
Zomby, James Blake, Mdslktr, Azari e Metronomy…
Sinceramente, nao há lista que se preze que ouse deixar de fora estes grandes álbuns do Top10 de 2011.
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16 de dezembro de 2011 às 8h30
Faltou álbuns indispensáveis como o do Nicolas Jaar e o “Black Square” do BNJMN, ein. No mais, tá tudo ótimo.
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Pingback por Leitura aleatória 259 | Trabalho Sujo
16 de dezembro de 2011 às 12h07
[...] Camilo Rocha: Os 20 melhores discos de 2011 [...]
18 de dezembro de 2011 às 16h26
Tirando Gui Boratto, o maior blefe (e plagiador) da música eletrônica do últimos tempos, a lista tá bem bacana mesmo. Eu só adicionaria Nicolas Jaar, Pinch & Shackleton, Kangding Ray e Surgeon.
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19 de dezembro de 2011 às 13h49
ei camilo, parabéns pelo blog. acho que lembro vc da bizz (se não estiver dizendo besteira). foi ótimo ter vindo pr’o esquema.
sobre sua lista, ia fazer um comentário maldoso, mas logo li as regras e tirei meu time de campo : ). em todo caso, o era extraña é bonzão mesmo (pra não parecer que sou do tipo daddy rock). abraços.
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19 de dezembro de 2011 às 16h10
Faz o comentário aí, pô
Vlw Maurício, abs!
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19 de dezembro de 2011 às 15h58
o que leva pessoas a citar Pinch & Shackleton como bom em 2011 senao o dever de indiesmo?
Sério! não sou músico mas baixando softwares de edi~ção e sequence entrego um disco igual em poucos dias.
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20 de dezembro de 2011 às 13h56
“Dubstep com Rivotril” foi a melhor! rs
Walls e The Field não? Judiera…
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21 de dezembro de 2011 às 14h13
Sinal dos tempos: moleque escocês fica brincando de criar uns sons no laptop, pesca meia dúzia de referências, adota algo que está pegando forte atualmente (inquestionavelmente, o dubstep), lança esse material num debut em disco (Glass Swords) que o incensado Pitchfork joga lá pra estratosfera e pronto: é a bola da vez. Agora, tu que manja muito mais de música pop do que eu, me diz: em que uma faixa do Rustie como “All Nite” – cheia de rufos de bateria, vocais robótico/assexuados e distorções – difere de um trabalho tido como farofento e acéfalo como o do Skrillex? Incrível mesmo é que já estão chamando isso de pós-dubstep. E pra piorar as coisas, Glass Swords saiu pela Warp Records – uma gravadora que deve estar fazendo alguma coisa certa pra estar no mercado desde 1989. O que mostra o quanto eu devo estar errado na minha avaliação sobre o trabalho do Rustie. Azar o meu então, não achei nada de especial nesse disco.
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21 de dezembro de 2011 às 15h47
Vc tá querendo traduzir em argumentos e fatos o que é intangível e subjetivo, ou seja, gosto musical
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Pingback por Biografia de Gil Scott-Heron vem aí | Bate Estaca
22 de dezembro de 2011 às 21h07
[...] Aqui a lista dos álbuns de 2012, com We’re Here Now, de Gil Scott-Heron e Jamie XX Tweet Comente por: camrock postado em: Destaque, HIP HOP, LIVROS, POLÍTICA, SOUL/FUNK tags: direitos civis, funk, gil scott-heron, gil scott-heron biografia, gil scott-heron the last holiday, hip hop, política, rap, soul, soul/funk, stevie wonder, the last holiday [...]
27 de dezembro de 2011 às 14h23
Acho q todas as listas q vi até agora (e não foram poucas, já q elas são como crack, o jornalismo musical sabe q faz mal à sua saúde, mas continua fumando avidamente) comprovam q o hype em torno de um certo som germânico acabou. The Field e Apparat foram soterrados pela indiferença, o q é uma pena, ao menos no primeiro caso…
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27 de dezembro de 2011 às 14h27
Então, eu curti faixas do The Field novo, mas o álbum inteiro pra mim não segurou. O Apparat realmente não rolou.
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27 de dezembro de 2011 às 20h49
Camilo virou mais um papagaio do Pitchfork. O mundo dá voltas. Não tem rockão, mas tem praticamente só o que é aceitável no mundo pop/rock.
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28 de dezembro de 2011 às 3h28
Para de ser rabugento e compartilha tua lista aí. Deve tá bem foda…
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Pingback por Retrospectiva 2011: as músicas de 2011 | Bate Estaca
29 de dezembro de 2011 às 15h31
[...] Nesse outro post tem os 20 álbuns do ano. [...]
2 de janeiro de 2012 às 19h38
Faltou o do Nicolas Jaar, o Globin do Tyler The Creator. Principalmente o do Jaar que surpreendeu todo mundo com um disco Non-Techno
Lista louca, peguei até umas dicas tipo o Zomby.
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Pingback por E 2012 começou… | Bate Estaca
10 de janeiro de 2012 às 15h50
[...] 20 álbuns e 72 músicas. Tweet Comente por: camrock postado em: Destaque tags: [...]
10 de janeiro de 2012 às 19h12
Confesso que não conhecia quase nada e por isso fiquei satisfeito em descobrir o SBTRKT, Metronomy, Junior Boys e outros da lista. Gostei da unidade das escolhas tb.
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17 de janeiro de 2012 às 22h45
Caro amigo,
Escrevo de Portugal.
Gostei do teu blogue, transversalmente.
Eu sou jornalista e dj, mas ao contrário.
Concordo com todas as escolhas, mas
discordo de uma falha: Space Is Only Noise do Nicolas Jaar
Um abraço.
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Pingback por Rustie vem para o Sonar São Paulo | Bate Estaca
6 de março de 2012 às 13h34
[...] Adianto um: o escocês Rustie, responsável por Glass Swords, um dos melhores álbuns de 2011. [...]
Pingback por Modeselektor com Thom Yorke é isso… | Bate Estaca
16 de maio de 2012 às 21h33
[...] sinistro da parceria que saiu no álbum do Modeselektor, Monkeytown, do ano passado. Tweet Comente por: camrock postado em: Destaque, MÚSICA ELETRÔNICA, ROCK tags: [...]
Pingback por Metronomy remixado de muitos jeitos | Bate Estaca
17 de maio de 2012 às 15h01
[...] The English Riviera, um dos álbuns de 2011, apareceu todo remixado nessa coletânea de versões. [...]
Pingback por Rustie no comercial da Adidas | Bate Estaca
10 de julho de 2012 às 11h31
[...] A música está no álbum Glass Swords, um dos melhores de 2011 aqui do blog. [...]