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Arquivo: CINEMA

Filmes raros de reggae

Vi que vai ter um festival de filmes raros de reggae em Nova York (“Do the Reggae”). Um deles é o documentário Deep Roots Reggae, que, fui descobrir, tem na íntegra no YouTube.

Aí embaixo tem as duas primeiras partes, começando com entrevista com Tommy McCook, dos Skatalites.

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Hashi do Star Wars

Hashi do Star Wars que brilha. Não era bem isso o que você tava precisando?

Compra aqui.

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Jimi Hendrix vs Spock

Como prova a foto, esse encontro rolou mesmo. Foi numa rádio de Cleveland, em 1968, data estelar 39.568.

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Air no mundo da lua em versão de luxo

Beleza essa edição de luxo do último do Air, trilha para a primeira ficção científica do cinema, Le Voyage Dans La Lune.

Tem vinil, CD, DVD do filme. Olha o pacote completo aqui.

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Dubstep vira trilha de comercial

Tem uma ótima matéria na última Spin (mas só em papel) sobre o sucesso do dubstep na América. Nada de sons alternativos tipo Hyperdub ou Shackelton, claro, mas o “brostep” Transformer de Borgore e Skrillex. Nada de clubes hypados em San Francisco ou Brooklyn, mas raves interioranas no Texas ou Oklahoma.

Esse dubstep de massa vai ocupando cada vez mais posições no cenário. Skrillex vai fazer a trilha do próximo filme de James Franco. O Muse (o Muse!) tem um dubstep no próximo álbum, mas tocado com instrumentos “de verdade” (virge…).

Voltando à matéria da Spin, ela lista uma porção de comerciais de TV dos EUA que adotam o dubstep como trilha. Separei alguns aí embaixo:

 O cereal Weetabix usou uma faixa do Mord Fustang (comercial inglês, mas transmitido nos EUA)

A câmera GoPro pegou o hit do Skrillex, “Scary Monsters and Nice Sprites” 

A Microsoft louca pra rejuvenescer com um remix do Alex Clare no comercial do IE9.

Versão “tabasco” do Southern Comfort usa Crush Effect pra se vender.

Até balinha colorida da Nestlé aposta no “wub-wub-wub”…

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David Lynch dirigindo Chris Isaak

“Wicked Game”, de Chris Isaak, foi das músicas que marcou o começo dos anos 90. Seu clipe, dirigido pelo fotógrafo Herb Ritts, gastou de passar na MTV. Era representante de uma estética PB-estilizada-editorial de moda muito comum na época (ver também Bruce Weber).

O Dangerous Minds desenterrou um vídeo alternativo para a música, dirigido pelo maestro David Lynch na mesma época.

De cara, faz muito mais sentido: “Wicked Game” fez parte da trilha de Coração Selvagem. Lynch usou trechos do filme em seu clipe, incluindo imagens do casal Nicolas Cage e Laura Dern. Ele foi gravado para ser extra na edição VHS do filme.

E digo mais: o tratamento Lynch, mais sonhador, emotivo e notívago, tem muito mais a ver com o clima da música de Isaak.

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Picape para DJs steampunk

O Gizmodo publicou essas fotos de um set-up de 1910. Tem dois gramofones e um dispositivo que alterna entre o som de cada um (na foto imediatamente acima está o “cross-fader”). Só que, como explica o descritivo abaixo, a traquitana não foi pensada para a pista de dança e sim para a sonorização de filmes. Os discos da época comportavam pouco tempo de música, daí a necessidade de prolongar sem interrupção o som.

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Blade Runner versão aquarela

O sueco Anders Ramsell “remixou” uma sequência de Blade Runner em 3,285 aquarelas.

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Carlos Reichenbach e a rua Augusta

Carlos Reichenbach, um dos grandes do nosso cinema, morreu ontem.

Seu primeira curta retratou a rua Augusta, “onde se mesclam tipos excêntricos, nem sempre da alta burguesia”. O nome é Essa Rua Tão Augusta.

“Pintor que pinta, Cristos de minissaia, santas de monoquini, papas de bermuda e frade de botinha moderninha.”

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Thomas Bangalter vs Lindsay Lohan

É um curta “artístico” sobre surfe estreando Lindsay Lohan.

Parece nada a ver, mas tá aqui porque Thomas Bangalter é quem assina a trilha.

Uma só para os colecionistas de Daft Punk? A conferir, a música no trailer não dá muitas pistas.

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