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Brittany Howard e Ruby Amanfu

Sempre que entro no site da Third Man Records vejo que eles lançaram um single da Brittany Howard, vocalista do Alabama Shakes, com a Ruby Amanfu, que faz dueto com Jack White em “Love Interruption”. Só que eu nunca parei para escutar o tal single. Hoje foi o dia.

Quer escuta também?

A primeira é um cover de “I Wonder” do Rodriguez, a outra é ”When My Man Comes Home” da Memphis Minnie.



O vinilzinho de 7″ sai por 6 dollynhos.

Textinho oficial:

Grammy-nominated Alabama Shakes frontwoman Brittany Howard teams up with Third Man family member Ruby Amanfu, who first caught our ears on Jack White’s “Love Interruption,” for two reinterpretations of boldly contrasting source material: Side A features their take on “I Wonder,” originally performed by Rodriguez, subject of the Oscar-winning documentary Searching For Sugar Man, while side B finds Howard also picking up her acoustic guitar as the two sing their version of “When My Man Comes Home,” originally recorded by Memphis Minnie, the immortal composer of “When The Levee Breaks” among others.

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Atoms For Peace – Magic Beanz

Uma novidade do Atoms For Peace para acordar.

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She & Him – ‘Volume 3′

O novo disco da dupla  Zooey Deschanel e M. Ward já está disponível em streaming.

Do que escutei até agora está bem divertido. ”Never Wanted Your Love” é ótima.

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O show secreto dos Rolling Stones

Ver os Rolling Stones tocando em um clube para pouco mais de 600 pessoas é um sonho. Um sonho difícil de conseguir realizar.

Mas alguns sortudos, familiares e amigos famosos (as irmãs Olsen e Johnny Deep, por aí vai) tiveram essa chance ontem em Los Angeles. No pequeno Ecoplex, a banda fez um rápido show de aquecimento para a estreia da turnê que passa pelos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra.

O repertório curto (pouco mais de uma hora) não deu muitas dicas de como será a turnê. Entre os covers tocados, a única novidade é a volta de “Little Queenie” de Chuck Berry. Os Stones não tocavam essa ao vivo desde 1998.

A cogitada participação de Mick Taylor durante o show todo acabou não acontecendo. Taylor participou apenas duas músicas e deve ser assim nos próximos shows.

A turnê 50 & Counting tem sua largada oficial na sexta-feira (3) em Los Angeles e termina no dia 13 de julho com a segunda data no Hyde Park.

Veja um pouquinho (muito pouco mesmo) do show:

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Antes e depois: Mahmundi – “Quase sempre”

Que tal uma faixa inédita da Mahmundi? Não é uma música nova, mas é algo que você nunca ouviu. Uma faixa que mostra o início da gestação de “Quase sempre”, presente no EP “Efeito das Cores” de 2012.

O ano aqui é 2009.  ”Quando eu não sabia o que queria da vida”, diz Mahmundi. Ainda sem a presença do produtor Lucas de Paiva, ela se arriscava com uma formação mais crua.  Baixo, bateria e guitarra na cara. Tudo gravado ao mesmo tempo e um único take. Ouça:

Agora ouça “Quase Sempre”  na versão do EP do ano passado. Sinta o efeito do tempo e do trabalho de Mah na busca por uma cara própria, um som só seu. A versão pensada por Lucas e Marcela não tem bateria, é mais climática e menos orgânica – apenas synths,pads, Casiotone e o baixo de Felipe Vellozo , que também tocou na versão de 2009.

Qual você prefere? Mahmundi diz que a escolha é “TENNSSA”. “Eu gosto da cancão dentro dela”, ela diz. É verdade. Dá para imaginar “Quase Sempre” funcionando bem no esquema voz e violão.

Mas talvez essa nem seja a discussão que importa. O mais interesse está em perceber o quanto uma música pode mudar e dizer sobre a evolução de um artista. Tem um peso equivalente ao de reparar na evolução de suas composições.

As diferenças nas versões gravadas de uma mesma música dizem muito sobre o quanto o músico aprendeu sobre o funcionamento de um estúdio, os equipamentos. Além da evolução artística em si, mostra se ele é capaz de alcançar isso tecnicamente.

No caso de Mahmundi dá pra imaginar bem o que ela quer alcançar, não?

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O novo disco do Beady Eye

Se o Beady Eye não chamou muita atenção com seu primeiro disco, embora a banda seja  praticamente o Oasis completinho (só que sem o Noel, obviamente), parece que as coisas estão melhorando.

Primeiro: o disco novo,  chamado “BE”, promete. A produção é de Dave Sitek, guitarrista do TV On The Radio, e a primeira música que a banda liberou é boa.

Segundo: A capa do disco é linda. A foto foi feita por Harry Peccinotti.

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A nova da Laura Marling

Saudades da Laura Marling, né? Para resolver isso ouça a faixa “Master Hunter”, a segunda mostra de seu novo álbum, que vai se chamar  ”Once I Was an Eagle”.

A voz de Laura Marling continua impecável. Os timbres e o trabalho complexo dos violões, sempre em afinações pouco usais, também continuam impecáveis.  ”Master Hunter”, que já era tocada ao vivo há um certo tempo, tem direito até a um “sample” de “It Ain’t Me, Babe” do Dylan. Repare na citação.

O novo disco de Laura sai no dia 28 de maio. E nunca é bom deixar de lembrar: ela tem só 23 anos.

PS: Nem sabia que ela já tinha liberado a primeira música. Ouça “Where Can I Go?”:

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Miles Kane + Beatles


Paga pau

Aproveitando que falei do Miles, vamos ouvir o cara tocando Beatles?

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Miles Kane – “Don’t Forget Who You Are”

Sou fã do Miles Kane. Sem fazer um sucesso gigantesco, o brother do Alex Turner consegue manter uma média legal de boas músicas.

A faixa ”Don’t Forget Who You Are” é o primeiro single do seu segundo disco solo, que leva o mesmo nome desta música e será lançado no dia 3 de junho. Kane prometeu ao NME que o disco novo será “grande, positivo e pra cima”.

Ouça “Don’t Forget Who You Are”:

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Queens of the Stone Age – My God Is The Sun

“My God Is the Sun”, faixa que a banda estreou ao vivo no Brasil, acaba de aparecer em sua versão de estúdio.

É o primeiro sinal de vida (na íntegra) de “…Like Clockwork”, novo álbum do Queens Of The Stone, que será lançado no dia 3 de junho. Foda, hein?

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