OEsquema

Alexa Chung + Kurt Cobain

Matias e a senhora Turner.

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Paulinho 49

Her Majesty

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poucosegundos:

Se você tem sexo, nada mais importa.

Sexo fode tudo.

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Girl…

última coisa sobre Weezer.

Sara Beirelles… vou pesquisar.

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Weezer online.

No ótimo site deles, lotado de links para todas as rede sociais, vídeos, blog – tudo bem atualizado – alguns show recentes estão disponiveis para download pelo preço de 9, 99 dólares. 

O legal é que dá para colcoar algumas faixas no blog. Escuta. 

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Weezer novo.

Vazou.

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Emicida no Samba da Vela

direto de um tweet do próprio @emicida. Bonito demais.

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De onde vem “Yolanda Be Cool?”

Da grande cena final de Pulp Fiction.

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De onde vem “We No Speak Americano”?

                  

Depois de “Stereo Love”, a grande série de hits que surgem do nada e você não faz idéia de quem é o dono do som continua com “We No Speak Americano”. Se ainda não escutou ela na rádio, no celular de alguém ou nas festas da sua amiga, prazer.

Tão boa na pista de dança quanto irritante a música sempre chama atenção. A pergunta mais feita depois é “de onde vem isso?’

A música vem da dupla de DJs Yolanda Be Cool, formada por Sylvester Martinez e Johnson Peterson, em parceira com  Duncan MacLennan, conhecido por DCUP. Ambos desconhecidos e novos. A colaboração nasceu quando DCUP remixou o primeiro single da dupla, “Afron Nuts”.

E de onde vem o sample grudento?

Não é nenhum segredo, a música original já tem tantas vizualizações no Youtube quanto “We No Speak Americano” (quase 6 milhões). Chama “Tu vuò fà l’americano” e é de Renato Carosone, músico italiano que fez sucesso na Europa na década de 60, alcançou sucesso internacional com “Torero” e abandonou a carreira cedo, tendo um retorno discreto nos anos 70.

Escuta:

Explicado de onde vem essa musiquinha do inferno. Aguenta. 

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Hélio Flanders no Scream & Yell.

Saiu hoje um entrevistão do Hélio no Scream & Yell. Apesar de não ter entendido bem a enrolação quanto as músicas novas do Vanguart, gostei muito da entrevista, mas principalmente do trecho em que o Hélio acabou dizendo uma coisa que penso exatamente igual, um certo sentimento na relação com algumas músicas.

“ Tem uma música do Mauricio Pereira chamada “Trovoa” que é uma canção perfeita. Você não questiona porque ela está ali. Senti isso com algumas outras coisas na vida como “Junk”, do Paul McCartney. E paralelamente tem “Sozinho”, do Emicida. Músicas que você não questiona tipo “Capítulo 4, Versículo 3”, dos Racionais. Uma música foda do Los Hermanos: “Retrato pra Iá Iá”, semi nonsense, com um refrão maravilhoso.”

Tem muita música que é inquestionável mesmo. As quatro que ele cita são músicas que lembro a primeira vez que escutei, que não foi preciso nem uma segunda vez para pegar gosto e saber da qualidade delas.




Leia a entrevista toda no Screm & Yell. 

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