8 de março de 2012 às 14h14
O pior vilão do mundo
Quem é o maior vilão do mundo hoje? O maior criminoso? O mais cruel e maldito de todos os seres humanos?
Eu entendo se você ficar na dúvida agora que o Kaddafi morreu. O Assad tá caprichando na síria para ganhar esse posto. Mas, na boa, esses dois são fichinha. E não sou eu que estou falando isso. Quem fala isso é a lista dos maiores criminosos do mundo do órgão responsável por levar essas pessoas a tribunais internacionais.
Quer saber em que lugar da lista o Kaddafi tava? VIGÉSIMO QUARTO. Tem 23 pessoas mais cruéis e malditas que ele. E se você acompanhou as notícias depois da queda dele, em que começaram a surgir as histórias de anos de abusos, imagino que a sua espinha esteja gelada neste momento ao saber que ela era só o vigésimo quarto.
A minha espinha está totalmente congelada.
Então vamos ao primeiro da lista. O mais cruel dos cruéis é Joseph Kony.
O que leva à segunda pergunta: quem é Joseph Kony? Ele é lider de um exército rebelde em Uganda. Ele sequestra crianças, transforma as meninas em escravas sexuais e os meninos em soldados. Eles são forçados a matar os pais e todo mundo mais que cruzarem pela frente. Baseado em que? Nada. Por quê? Por nada. Quer dizer, não há uma causa. Não é guerra étnica. Não é pela independência de um país. É só para ele continuar sendo líder.
Uganda. É lá que ele está. Uganda faz fronteira com o Sudão do Sul, o mais jovem país do mundo, criado depois de anos de guerra e crimes contra a humanindade. Uganda faz fronteira com Ruanda, outro país que foi palco de crimes contra a humanidade. O cara está lá barbarizando. A comunidade internacional dos escritórios da ONU quer o cara preso. Por que ele não está preso? Porque ele está na selva de Uganda e é difícil achar alguém na selva de Uganda.
Eles, lá em Uganda, precisam de ajuda, das coisas que os exércitos de outros lugares sabem fazer. Por isso, os caras da Organização Invisible Children conseguiram um quase-milagre. Eles tanto atazanaram Washington que convenceram o governo a mandar tropas para um conflito que não tem interesse nenhum para os EUA (não oferece risco ao país nem interesse a ele financeiramente). Um grupo de militares norte-americanos está em Uganda para dar assistência e ajudar a pegar Kony e levá-lo a julgamento.
Agora, acompanhe dois raciocínios meus:
1. A corrida eleitoral norte-americana já começou, certo? Certo. O Obama mandou essas tropas para Uganda em outubro. E já está dito que elas vão sair de lá até o final deste ano. O Obama, e eu sou obamete assumida, topou esse movimento inédito de mandar tropas para um país pelo bem do país, e, num sentido maior, pelo bem do que eu considero O Humano. Ele fez isso de livre e espontânea vontade? Não. Ele fez isso porque um monte de jovens se uniu e resolveu atazanar a vida dos políticos. Ele apenas cedeu à pressão. À pressão de quem mesmo? DE UM GRUPO (enorme) DE JOVENS.
Eu tenho um sonho. E nesse sonho uma medida como essa é alardeada aos quatro cantos. No mundo dos meus sonhos, uma medida como essa pode ser chamada de eleitoreira. Porque no mundo dos meus sonhos todo mundo vota por um governo que decide ajudar um país que não tem nada a ver com nada. Um pedaço de selva no meio da África. E isso num momento em que os EUA estão em crise. Em que o Irã e Israel se alfinetam. Em que a comunidade internacional está na dúvida entre apoiar ou não uma intervenção armada na Síria. Tudo isso serviria como (boas) desculpas para falar para os caras da Invisible Children: Crianças, eu tenho problemas mais sérios que Joseph Kony.
Vote Obama. Obrigada.
2. Em 2004, saiu o filme Hotel Ruanda, que contava uma parte da história do genocídio naquele país. O filme termina com uma tela preta com escrito dizendo alguma coisa como ‘não podemos deixar isso acontecer de novo’. Depois de Ruanda teve o Sudão. E isso só do que a gente sabe. Do que chegou no conforto das nossas casas via jornal, revista, YouTube etc. Eu sinto um grande desconforto por saber e admitir que é isso. Eu estou em casa, alguém me manda o vídeo que eu recebi hoje falando sobre o Joseph Kony e eu fico doida querendo que todo mundo comece a conversar sobre isso agora. Estou em casa, alguém me indica o livro O Que é o Quê, que conta a história de um menino no Sudão, e eu leio e fico doida querendo que todo mundo saiba o que aconteceu com o Valentino Achak Deng e seu país. MAS nesse vídeo de hoje o que os caras pedem é justamente isso.
Eles só querem tornar o Kony famoso. Querem que você e eu, que a gente saiba quem é o cara. Que a gente saiba que ele está em Uganda tornando o mundo um lugar pior. Por quê? 1. Porque precisa né? 2. Porque se a gente souber, aumenta a pressão para que ele seja preso e julgado pelos crimes que cometeu. E com mais pressão, maiores as chances de isso acontecer.
Então por favor, e eu nunca pedi nada nesse blog, veja o vídeo (é só clicar aqui). É meia hora. É bem longo eu sei. Mas é meia hora, vai. Veja o filme, conte para os seus amigos, explique para seus pais. Espalhe o vídeo na internet. Se você ficar envolvido, entre no site dos caras e veja como pode ajudar mais. Eu vou fazer tudo o que puder para ajudar esses caras. Eu prefiro viver num mundo em que o Kaddafi não é mais o vigésimo quarto pior criminoso. Mas, mais ainda, eu prefiro viver num mundo em que pior criminoso que existe é preso e julgado pelos crimes que cometeu.
Obrigada
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29 de fevereiro de 2012 às 20h50
Onde clica pra compartilhar?
(A Belle respondeu minha carta na nossa troca de correspondências! Ó só:)
De Isabelle Moreira Lima, Chicago
Para Heloisa Lupinacci, São Paulo
Minha saudosa Cuíca, Helozita-amada,
Entendo sua piração no possessivo porque, de fato, é muito bom sentir-se dono das coisas que ama. Das pessoas, dos lugares, etc. e tal. E, convenhamos, mais legal pirar no possessivo do que no imperativo. É mais doce e causa menos espanto alheio. Ainda assim, acho que requer cuidado. Pra ficar só na língua e não virar uma neurose real. (E realmente acho que não é seu caso.)
Confesso que invejei o fato de você já ter conhecido a pequena e gloriosa filha do nosso Otto. De longe, a sensação que eu tenho é que a vida tá passando rápido demais e eu não tô vendo nada, não tô compartilhando as coisas importantes que estão acontecendo aos amigos, boas e ruins. O botão share do Facebook ainda não dá conta disso. Hoje mesmo, quando entrei na internet pela primeira vez, descobri que uma tinha mudado de marido, outra perdeu a mãe (:~), outra pediu demissão para ser empreendedora. Foi rápido, ninguém teve tempo de me contar (e por que parariam tudo pra me contar?), mas eu vi que aconteceu. E aqui, às vezes parece que o tempo tá meio parado, só o vento se mexe.
Quer dizer, pensando bem não parece não. São seis meses desde que parti e eu acho que (ufa, finalmente) me adaptei. Eu tenho uma vida aqui. Só não tenho tanta excitação e tantos amigos pra compartilhar as minhas coisas e com quem compartilhar as coisas deles, mas tenho alguma coisa. O Chico falou em versão desidratada, mas eu acho que é mais minimalista. Notei que até o nas roupas a coisa minguou – trouxe 40, uso seis. E isso pode não ser ruim. A galera consciente fica falando em viver com menos, né? Acho que tô levando isso a sério, inconscientemente. E não é ruim, parece que a gente começa a valorizar mais tudo. E no final, a gente também se adapta a tudo, né?
Sobre o conservadorismo, eu acho que gosto quando é do bem, mas tenho medo das ideias extremas, da direita à esquerda. Eu gosto do F da família, mas TFP é sim FDP, mesmo achando que às vezes tradição pode ser ok e até desejando algo do gênero, como o lance de ser noiva e tal.
E gosto também quanto tem mudança boa. Se a moda pega e as gordinhas gostosas voltarem com tudo, eu vou adorar. Eu quero muito que mude o padrão de beleza. Eu também queria, pra variar, que o mundo ficasse um pouco em paz. Parece meio hippie, né? Mas, como o Clint falou, isso já foi um ideal até dos republicanos… Hoje a coisa é bem diferente e eu temo pelo Irã e Israel. O mundo tá estranho e dá um medinho daqueles.
Mas pensando bem, o mundo sempre foi estranho. Isso é um fato que consta da ala conservadora, não muda.
O que será que muda, e o que não vai mudar? O que a gente quer que mude e o que não mude? Me conta a SUA vontade, continuando na onda possessiva, que eu vou pensar na MINHA.
Saudades, amor,
Belle
23 de fevereiro de 2012 às 18h10
Nosso, seu e meu-meu-meu
Essa é a primeira carta da minha correspondência com a Belle. Para entender que porra é essa, leia isso. A referência é essa.
Minha Mattosa, aqui é sua Cuíca. Ando pirando no possessivo, meu, minha, as minha pira. E eu piro e se botasse lenha na pira acabaria escrevendo um Mein Kunin, a minha luta anarquista, com a bênção de Bakunin e o perdão do trocadilho infame.
É que, você sabe, o Cuenca, do seu Mattoso, minha Belle, veio na primeira carta dele com um nosso isso, nosso aquilo. E esse possessivo do plural virou possessão. E assim foi que eu pirei no que é meu, no que é seu e no que veio a ser nosso.
Ele disse:
“Nosso Rubem Braga virou, de facto, um fazendeiro. Nosso Otto está experimentando as alegrias e dificuldades da paternidade.”
Eu pensei: Se é um nosso e outro nosso, também quero ser nossa. Achei o meu:
- Nossa Assim Você me Mata.
(Obrigada, Veri, Nossa Senhora dos Achados Infames, que esse é de facto malandro.)
Voltando aos nossos assuntos: hoje, bem hoje, conheci a filha do Nosso Otto, meu querido, e puxa vida. Ela é inacreditável. Ela não dá chances. Ela espia, faz alguma coisa aleatória, olha pra cima e abre um sorrisão. E aí você tem certeza que é pra você. Que aquilo foi especial. E tudo fica glorioso. E a manhã passa devagarinho e você começa a achar, de repente, que tomar café da manhã é igual a ir jantar.
A família. Anda tão fora de moda, né. Mas aí você vai vai lá e percebe que poucas coisas fazem tannto sentido como o pronome possesivo da família quando você começa uma. Eu mandei um e-mail para ele dizendo: Sua família é linda. E é a família dele mesmo. E ela é linda mesmo. A mulher dele é linda e a filha dele é linda. E ele é lindo. E eles três juntos são lindos e eles três juntos formam essa família. Portanto, a Família deles é linda. Mas esse F…, quando aparece com o T e P de TFP fica meio FDP. Mas, né.
Isso está entre algumas das coisas que você que me ensinou. Que o conservadorismo às vezes não está onde a gente acha. E às vezes eles está bem onde a gente acha que não tá. Ah, você e suas seriedades…. Pois bem, isso me fez lembrar que hoje, ainda que tarde, eu vi um trecho da entrevista do Clint Eastwood na GQ. Veja só, na minha tradução livríssima:
“Eu era um republicano-Eisenhower quando comecei aos 21, porque ele prometeu tirar a gente da Guerra da Coreia. E, ao longo dos anos, eu percebi que havia uma filosofia republicana de que eu gostava. E aí eles perderam isso. E os libertários tinham isso. Porque eu acredito no seguinte: vamos gastar mais tempo deixando as pessoas em paz.”
Você acha que dá para entender?
Beijo
23 de fevereiro de 2012 às 18h07
Correspondência paralela
Então cá estamos nós de volta à programação normal. Normal é pouco, eu diria. Voltamos à programação e ela está anormal. É que aconteceu o seguinte: o blog do IMS está promovendo uma troca de correspondências (eles já fizeram várias, sugiro a leitura de todas, a minha favorita até agora é a do Aldir Blanc com o Dapieve, só por causa dessa carta aqui) entre o meu querido amigo Chico Mattoso e o amigo dele João Paulo Cuenca, que eu só conheço de vista.
Quando vi essa correspondência, fiquei com faniquito. É que me acho chique e digna de trocar cartas naquela que é a plataforma mais elegante da internet, nessa espécie de fumoir da rede (aquela sala chique das casas mais chiques em que os homens chiques, depois de jantares chiques, fumavam e discutiam os assuntos relevantes – e chiques). Mas a verdade é que eu e a linda Belle, que é mulher do Chico e autora do incrível Isabelle Époque, estamos é na cozinha mesmo, onde também estão, e com muito orgulho, nossos blogs totalmente dedicados a assuntos irrevelantes, de novo com muito orgulho.
Pois bem. Decidimos inaugurar uma troca de correspondência aí mesmo, entre a pia e o fogão, enquanto os caras ficam lá tirando o pigarro da garganta (veja bem, eu adoro o blog do IMS e toda essa aparente birra é inveja pura de não ter sido eu chamada para trocar correspondências lacradas com meu sinete cheio de iniciais rebordadas. Só eu tenho cinco iniciais, a Belle tem três, mas o nome dela soa até mais aristocrático do que o meu).
Essa linda troca de cartas paralela (off-Fumoir, que tudo que é off e paralelo sempre é mais hype) acontecerá neste Caracteres com Espaço e naquele Isabelle Époque. Toma essa, IMS.
A primeira carta vem a seguir.
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17 de fevereiro de 2012 às 14h11
Só viagem, sem bad trip
As coisas têm andado devagar por aqui porque eu tenho concentrado as minhas energias num outro empreendimento editorial digital online, o Drum Bun, um site sobre viagens.
Por que ler o Drum Bun em meio a tantos outros sites de viagem? Porque ele é feito por mim e pela Ana Freitas, do excelente Olhômetro, vizinha de OEsquema, ex-vizinha de Link e super vizinha de brisa. E a gente tenta escrever de um jeito que você viaje junto, sem nem perceber que na verdade está lendo.
O Drum Bun tem uns textos à la Caracteres e Olhômetro, em que a gente conta dos lugares a que já fomos. Tem outros mais práticos, dicas mesmo, mas sem perder a ternura. Tem sugestões de leitura, a seção Overbooking. E tem histórias de suvenires, na seção, er, Suvenir.
Além de republicar lá posts daqui (processo que ainda está em processo), tem lá alguns textos novos.
Espero que todo mundo se divirta por lá como costuma se divertir aqui. E se tiver sugestão de coisas a melhorar, de pautas, de roteiros, de viagens, do que for, estamos ávidas por elas.
Ah, o Caracteres continua funcionando. Só ficou paradinho por que esse ano tá que tá e começou com o Drum e depois isso e aquilo. Depois do Carnaval a programação volta ao normal.
E não vou nem contar letrinhas hoje.
13 de fevereiro de 2012 às 21h32
Muitos corpos
Não é que eu ache que ‘agora vai’. Nem acho que, pronto, a partir de fevereiro, todo mundo vai achar que tudo bem não ser magrela. Mas sempre que vejo uma capa assim fico feliz. Não que eu ache que a Elle algum dia vá pregar a democracia da beleza, também não é isso. Mas, vai, é legal uma capa assim. É legal sim.
7 de fevereiro de 2012 às 13h29
Fora da moda
O Matias postou há dias e eu não tinha visto. Que vídeo maravilhoso.
1 de fevereiro de 2012 às 19h07
Amassados de amor
O fotógrafo japonês Hal embala casais a vácuo e tira fotos. Há quem tenha reação claustrofóbica à ideia do udi-grudi. Tem gente que sonha com ficar o dia inteiro assim junto (Eu! Eu! Eu! Mais perto! Bem juntinho!).
De um jeito ou de outro, todo mundo fica lindo amassado de amor.
Para ver todas, clique aqui e escolha a lista Flesh Love.
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31 de janeiro de 2012 às 19h56
Louquíssimo esse Leitíssimo
Foi a embalagem que me chamou a atenção. E o nome: Leitissimo. Cheguei mais perto pra ver. O fofíssimo rótulo dizia se tratar de um leite extraído de um rebanho só, embalado na fazenda, 100% livre de antibióticos, de carrapaticidas, de tuberculose e brucelose. Fiquei impressionada. Fui ver o preço. Nada mais caro do que os leites normais. Achei que a esmola era muita. Desconfiei e comprei o Leite da Fazenda de sempre.
É que, se estou na dúvida, sempre dou preferência ao produto que pareça perecível. E o Leite da Fazenda fica na geladeira, enquanto o Leitíssimo estava com os leites de caixinha (o horror, o horror). Bom, o Leitíssimo é UHT. O Leite da Fazenda, assim como o Xandó, não (por isso, por não ter esse ódio descontrolado de bactérias, sempre preferi esses dois). Atualização – A Camila Hessel, que tem umas dez antenas na cabeça, porque pra estar ligada em todas coisas ao mesmo tempo só assim, avisa: “Prefiro o Letti. Que fica na geladeira.” E informa que ele é vendido em algumas lojas do Pão de Açúcar e no Santa Luzia. Atualização 2: O Letti tem leiteiros que entregam leite em casa. É só ir fuçando no site.
Pois bem, fui para o oráculo, digo, o Facebook, perguntar aos amigos se alguém sabia qual era a arapuca.
A Clarice disse:
Uma delícia! bebo purinho e bem gelado todo santo dia.
A Mariana viveu a mesma coisa que eu no supermercado, mas foi mais ousada:
Eu comprei outro dia, tão fofo que achei.
O Danilo N. Sucrilhos, que, como um cereal matinal, entende do assunto, informou:
É espetacular… é o leite que usam no Coffee Lab…
O Alexandre Versignassi se alinhou à minha desconfiança:
E é gostoso, ainda? Aí tem…
Meu mestre, Luiz Horta, encerrou a discussão:
Eu só bebo este.
Mas mesmo assim, fiquei com o carrapato atrás da orelha e coloquei no Google. Vi que a sede da empresa é em Goiás. E que a fazenda é na Bahia. Ahá, ó lá a arapuca… Daí apareceu lá o link para uma matéria do Globo Rural.
Eu piro no Globo Rural. Amo esse programa. E essa reportagem é justo do José Hamilton Ribeiro, tem zeolandeses e até um arco-íris (e explica porque a fazenda é na Bahia e a sede da empresa em Goiás). Aí vai, divirtam-se:
Agora, desfeitas todas as dúvidas, vou experimentar o louquíssimo Leitíssimo.
Atenção: isso não é um post patrocinado, eu ainda não tomei o leite, nem sei se é bom mesmo (embora as recomendações sejam fortes e de boas fontes). Quando eu tomar, aviso. Ah é, eu não tomo leite. Eu vou dar o leite para o meu kefir. E depois digo o que ele aprontou, se ele aprovou. E se alguém decidir provar também, compartilhe sua experiência.
Atenção: Atualização 3: Só mais uma coisinha, o Américo veio aqui e disse que o Leitissimo é melhor que os leites longa-vida, mas que os leites que ficam na geladeira são melhores mesmo. De qualquer forma, eu vou dar Leitissimo pro kefir e ver o que ele acha.
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Adepta do aleatório, sou jornalista, mas me formei em Moda. Já fui repórter de viagens e fiz resumo de novelas e coluna social de jornal popular. Para falar comigo, helolupi@gmail.com.
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