OEsquema

Fora de contexto

Tem algumas coisas que mudam muito quando são tiradas de contexto. E não estou falando de frases, mas de coisas mais simples. Cabelo, por exemplo. Enquanto ele está grudado na sua cabeça, ele é incrível. Quando ele cai e vira um bolo no ralo, se transforma instantaneamente em algo nojento e repugnante.

O mesmo acontece com comida. Enquanto estão quentinhos, recém-preparados, o arroz e o feijão são o pilar das nossas vidas. Agora, no fundo da pia e molhados num prato sujo… daí é preciso colocar luva para pegá-los. Comida molhada é nojento. Mas sopa não é.

Você pega uma garrafa de água mineral francesa e toma um gole, é água mineral francesa; se você imediatemente devolve essa água para um copo, ela virou cuspe nojento.

Se você coloca, supondo, um pãozinho dentro da área do lixo, no cestom, mesmo que ele não encoste em nada, está condenado e você nunca vai tirá-lo ali do círculo de ar de dentro do lixo e dar uma mordida nesse pãozinho. Ele já era pelo simples fato de ter encostado nas moléculas de ar que estão dentro do cesto.

Por isso gostei tanto desta lixeira. Nada pior do que ter que dar aquela apertadinha no lixo fofo para ele compactar para caber mais lixo ali.

Basta apertar a tampa para o lixo fofo dar espaço para novos lixos

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Sintonia orbital

Eu sou cheia da teorias. Coisa de quem simpatiza com a mesa de bar. Filosofia de boteco é comigo mesma. Psicologia de bêbado então, minha especialidade. Mas essa teoria que eu vou apresentar não é nem uma nem outra. Essa nem é tão minha assim. Quem soprou foi meu psicanalista.

A teoria compara o relacimento de casais com a órbita entre corpos celestes. Lembra a gravidade ela acontece não apenas para puxar você para o chão (maldição, maldição) mas também para atrair corpos uns aos outros. Pois bem, daí vem a órbita. E daí vem a teoria da terapia: os casais são como corpos celestes em órbita. Se ficam muito próximos, correm o risco de colidir. Se a distância fica muito grande, eles saem da órbita um do outro. É simples e bonita essa teoria. E o videozinho aqui debaixo, feito por Terry Dankowych, da Vancouver Film School, também.

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Chapeuzinho ridículo

Deve ser bom dar uma patada a cada vez que você vê alguém que errou na produção.

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Copa do Mundo

Certa feita, insone, eu vi esse documentário no YouTube. Tem outros da mesma série, que é genial. Os lances mais polêmicos, escandalosos e malditos das histórias das Copas do Mundo contados à moda inglesa, com comentários espirituosos demais. Vale procurar todos. Abaixo, as 5 partes do primeiro que eu vi, o Dirty Rotten Scandals.

Eu adoro futebol, adoro Copa do Mundo e sou ponte-pretana (sim, sim, sou de Campinas).

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Enquanto podemos rir

Vamos aproveitar enquanto ainda dá para rir dos portuguinhas.
“Quero ser imigrante cá em Coimbra, para poder dormir na minha cama”
Ô, Bruno! Sete a zero é sacanagem. Bruno, Bruno, Bruno…

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Encaixe os dedos, gire e pronto

Acompanhe o tortuoso caminho da água. Sobe, vira, desce e chega tonta às suas mãos

DIO MADONNA, o que aconteceu com as torneiras? Estou tentando comprar torneiras para a minha casa. Simples torneiras, que, já sei, não são mais torneiras: chamam ora registro, ora misturador. Quero saber por que ninguém chama torneira de torneira? Mas isso pode ficar para próxima.

O que eu quero descobrir agora é por que as pessoas desencanaram do consagrado formato de estrelinha com pontas redondas, encaixe seus dedos, gire e pronto. Em nome de que? De uns palitos que acionam umas geringonças que parecem discos voadores, mas, não, não voam, apenas vertem água…

Monocomando, bica alta… são uns nomes, uns desenhos, umas papagaiadas que dão vontade de vomitar e não lavar a cara depois. Porque eu que não quero ficar mexendo nesses troços… Tudo que eu queria, neste momento, era uma torneira que não fosse horrorosa. Só isso.

Disco voador? Não, é uma bica média monocomando. Hein? Pois é.

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Antes dos 30

Começa hoje o meu último ano na casa dos 20. Sim, completo 29 anos.

Ontem eu saí com amigas que ainda têm muitos anos na casa dos 20 pela frente. Elas fizeram uma lista de coisas que eu tenho que fazer anos dos 30, na linha “plantar uma árvore/escrever um livro/fazer um filho”, mas com graça.

Aqui vai a lista delas, na esperança de que todos colaborem com novos itens. Eu vou tentar fazer aqueles de que gostar.

- Ir a Coney Island
- Fazer um day-spa com as amigas
- Depilação definitiva
- Ir trabalhar de salto alto
- Cortar o cabelo em um desses cabelereiros caríssimos

Como é possível notar, a lista está meio mulherzinha demais. Pudera, ela foi feita por três mulheres. Então, itens menos femininos serão muito bem-vindos.

PS: Já estou usando antirrugas, tá.

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Viralização é isso

Esqueça esse papo de vídeo, trending topic, meme…. tudo papagaiada. Viral é esse cara, que começar a dançar e cria uma pistinha do nada.

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Partes pudendas

Responda rápido, depois dos órgãos sexuais, qual é a parte do corpo humano que mais desperta pudor?

Tique-taque-tique-taque-tique-taque

É o suvaco. Nunca pensou nisso? Não acredita? Pois peça para ver o suvaco de alguém.
Eu já pedi. Foi para uma querida amiga que vestia uma blusa com uma modelagem toda diferentona. Eu estava na faculdade de moda e com uma leve fixação por modelagem. E queria saber o que acontecia com a cava daquela curiosa blusa de malha. Então pedi, a seco:

- Levanta o braço para eu ver o suvaco?

Ela travou. Foi quando percebi. Ninguém mostra o suvaco para ninguém. Ele é uma espécie de… bom, deixa para lá.

Deve ser por causa do cecê ou da constante necessidade de depilação. Mas o suvaco não é algo que se fique mostrando assim por aí.

Não é que as pessoas tenham vergonha de usar regata ou algo assim. Mas se você pedir para ver o suvaco de alguém de perto vai perceber que não é assim como mostrar a ponta do dedo.



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Campanha reprodutiva 4

E aproveitando o gancho da campanha reprodutiva…

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