16 de maio de 2012 às 11h28
DJ Paris Hilton
A loira faz sua estreia “atacará de DJ“ no Pop Music Festival 2012, que rola em SP no dia 23/6. Completam a programação: Jennifer Lopez, Kelly Clarkson e Michel Teló.
A loira faz sua estreia “atacará de DJ“ no Pop Music Festival 2012, que rola em SP no dia 23/6. Completam a programação: Jennifer Lopez, Kelly Clarkson e Michel Teló.
Um documentário sobre a mítica casa noturna Madame Satã.
Não conheci o Satã no auge, eu não tinha idade para frequentá-lo, conheci o Morcegóvia, o The The e a reencarnação mais recente do Madame Satã, no anos 2000. Apesar de permanecer no mesmo local, nenhuma dessas tentativas superou ou chegou perto da importância que a casa teve nos anos 80. Porém, o local sempre manteve uma legião de fãs da velha e da nova guarda. Frequentei muito o Madame (os mais novos chamam a casa dessa maneira, enquanto os mais velhos falam “Satã”) e foi, sem dúvidas, um lugar importante para conhecer músicas e bandas dos anos 80. Depois de alguns anos fechado, o casarão da Conselheiro Ramalho reabriu em 2012. Ainda não fui, mas espero que tenha uma vida longa.
Em vinte e um de outubro de 1983, na Rua Conselheiro Ramalho, 873, nasceu o Restaurante Cultural Madame Satã. Uma revolução na noite paulistana. A partir do sonho de dois irmãos – um deles ex-seminarista – e de duas irmãs, que participavam de teatro mambembe nas periferias da cidade, a casa começou a surgir.
Engajados no teatro, os quatro reuniram-se e decidiram criar um espaço que, mais tarde, culminou em uma inestimável contribuição para a disseminação de todo o tipo de arte. Márcia e Miriam Dutra, Wilson José e Williams Silva, sem saber, deram início ao que se tornaria um templo, um mito da noite paulistana. Com a ajuda de José Cláudio Mendes (Zé Cláudio) que, além de ser um engajado no assunto, tinha acabado de retornar de Nova Iorque, trazendo muitas ideias e inovações, o espaço passou de Restaurante Cultural a casa noturna e abrigou desfiles, shows, peças de teatro, performances e muitas histórias.
Desde então, nada continua o mesmo. Suas paredes ainda ecoam as vozes das almas que ali passaram, gritando e exclamando por liberdade, felicidade, socorro, atenção. Um local onde quem o habitasse poderia se sentir inteiro, completo. Experimentar novas sensações, conhecer outras pessoas e alimentar-se de informações.
Em nossas mãos, pudemos lapidar mais do que a história de uma casa noturna. E, pode ser que a princípio se julgue assim, mas um olhar mais crítico e cuidadoso permite perceber uma temática bastante elaborada além da simplicidade inicial.
Na década de 1980, o Brasil sofreu inúmeras transições. No centro das atenções e dos problemas, o Regime Militar instaurado em 1964 paulatinamente esvaía-se, permitindo à população ganhar mais autonomia e poder de decisão em diferentes âmbitos. Historicamente, a cidade de São Paulo tem sua importância que aumentou gradativamente no decorrer do último século. Nos anos 1980, a capital paulista já era uma metrópole com os ares da miscigenação populacional, causada pela migração e imigração.
Economicamente, já era a principal cidade do país e, culturalmente, um polo de informações e ideais.
O Madame Satã trouxe para São Paulo o conceito de cultura underground. Neste espaço, a juventude paulistana pôde expressar e experimentar suas faces, mostrar sua irreverência e testar sua ousadia.
Hoje, quase 30 anos depois de seu auge, a casa foi reaberta sob o nome “Madame” e sem vínculos com os antigos donos. Alguns frequentadores continuam nos caminhos de antigamente. Outros pegaram os desvios do destino e seguiram em direções opostas. Família, idade, trabalho, sonhos. Tudo agora é diferente. Entretanto, todos têm dentro de si as lembranças de um tempo que ficou para trás, com experiências que não voltam e com muitas pessoas que já morreram.
O documentário é um quebra-cabeças de lembranças, que tenta levar para dentro do Madame Satã quem nunca esteve entre aquelas paredes, assim como levar de volta ao casarão quem lá viveu estas tantas histórias.
Produzido e editado por:
Daniel Mori
Gabriela Prosdocimi
Nivia de Souza
Raphael Calles
Imagens e Edição:
Rafael Ribeiro Mori
Márcio Komesu
O Sesc acaba de colocar no ar o Sesc Partituras, um site, como o próprio nome diz, com diversas partituras de compositores brasileiros. Há composições de autores como Guerra Peixe, Henrique Annes e composições, sem autor conhecido, do folclore gaúcho.
ComenteUm cara analisando diversos produtos e serviços, falando aquilo que já sabemos: as empresas nos enganam o tempo todo. Mas a abordagem dele é divertida.
Tem muito mais aqui.
ComenteQue onda errada. Rolou hoje no intervalo da novela da Globo, mas parece que é anitgo. Sério que o cara achou que tava mandando bem nessa?
ComenteO Rodrigo deu a fita no Facebook: um som antigo dos Racionais, de 1989, pré Holocausto Urbano.
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Paulistano, pai de família, juventino, diretor de escola de samba,
discotecário e jornalista nas horas vagas.


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