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Arquivo: Pandeiro

Bárbara Eugênia e Tatá Aeroplano – “Dos Pés”

Coisa fina esse clipe.

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DJ Paris Hilton

A loira faz sua estreia atacará de DJ no Pop Music Festival 2012, que rola em SP no dia 23/6. Completam a programação: Jennifer Lopez, Kelly Clarkson e Michel Teló.

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Madame Satã – O Importante é Ser Eu e Não o Outro

Um documentário sobre a mítica casa noturna Madame Satã.

Não conheci o Satã no auge, eu não tinha idade para frequentá-lo, conheci o Morcegóvia, o The The e a reencarnação mais recente do Madame Satã, no anos 2000. Apesar de permanecer no mesmo local, nenhuma dessas tentativas superou ou chegou perto da importância que a casa teve nos anos 80. Porém, o local sempre manteve uma legião de fãs da velha e da nova guarda. Frequentei muito o Madame (os mais novos chamam a casa dessa maneira, enquanto os mais velhos falam “Satã”) e foi, sem dúvidas, um lugar importante para conhecer músicas e bandas dos anos 80. Depois de alguns anos fechado, o casarão da Conselheiro Ramalho reabriu em 2012. Ainda não fui, mas espero que tenha uma vida longa.

Em vinte e um de outubro de 1983, na Rua Conselheiro Ramalho, 873, nasceu o Restaurante Cultural Madame Satã. Uma revolução na noite paulistana. A partir do sonho de dois irmãos – um deles ex-seminarista – e de duas irmãs, que participavam de teatro mambembe nas periferias da cidade, a casa começou a surgir.

Engajados no teatro, os quatro reuniram-se e decidiram criar um espaço que, mais tarde, culminou em uma inestimável contribuição para a disseminação de todo o tipo de arte. Márcia e Miriam Dutra, Wilson José e Williams Silva, sem saber, deram início ao que se tornaria um templo, um mito da noite paulistana. Com a ajuda de José Cláudio Mendes (Zé Cláudio) que, além de ser um engajado no assunto, tinha acabado de retornar de Nova Iorque, trazendo muitas ideias e inovações, o espaço passou de Restaurante Cultural a casa noturna e abrigou desfiles, shows, peças de teatro, performances e muitas histórias.

Desde então, nada continua o mesmo. Suas paredes ainda ecoam as vozes das almas que ali passaram, gritando e exclamando por liberdade, felicidade, socorro, atenção. Um local onde quem o habitasse poderia se sentir inteiro, completo. Experimentar novas sensações, conhecer outras pessoas e alimentar-se de informações.

Em nossas mãos, pudemos lapidar mais do que a história de uma casa noturna. E, pode ser que a princípio se julgue assim, mas um olhar mais crítico e cuidadoso permite perceber uma temática bastante elaborada além da simplicidade inicial.

Na década de 1980, o Brasil sofreu inúmeras transições. No centro das atenções e dos problemas, o Regime Militar instaurado em 1964 paulatinamente esvaía-se, permitindo à população ganhar mais autonomia e poder de decisão em diferentes âmbitos. Historicamente, a cidade de São Paulo tem sua importância que aumentou gradativamente no decorrer do último século. Nos anos 1980, a capital paulista já era uma metrópole com os ares da miscigenação populacional, causada pela migração e imigração.

Economicamente, já era a principal cidade do país e, culturalmente, um polo de informações e ideais.
O Madame Satã trouxe para São Paulo o conceito de cultura underground. Neste espaço, a juventude paulistana pôde expressar e experimentar suas faces, mostrar sua irreverência e testar sua ousadia.

Hoje, quase 30 anos depois de seu auge, a casa foi reaberta sob o nome “Madame” e sem vínculos com os antigos donos. Alguns frequentadores continuam nos caminhos de antigamente. Outros pegaram os desvios do destino e seguiram em direções opostas. Família, idade, trabalho, sonhos. Tudo agora é diferente. Entretanto, todos têm dentro de si as lembranças de um tempo que ficou para trás, com experiências que não voltam e com muitas pessoas que já morreram.

O documentário é um quebra-cabeças de lembranças, que tenta levar para dentro do Madame Satã quem nunca esteve entre aquelas paredes, assim como levar de volta ao casarão quem lá viveu estas tantas histórias.

Produzido e editado por:
Daniel Mori
Gabriela Prosdocimi
Nivia de Souza
Raphael Calles

Imagens e Edição:
Rafael Ribeiro Mori
Márcio Komesu

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Partituras do Brasil

O Sesc acaba de colocar no ar o Sesc Partituras, um site, como o próprio nome diz, com diversas partituras de compositores brasileiros. Há composições de autores como Guerra Peixe, Henrique Annes e composições, sem autor conhecido, do folclore gaúcho.

O SESC Partituras contempla obras de compositores brasileiros de várias gerações, desde o período colonial até os dias de hoje. Obras originais de interesse histórico, muitas delas pertencentes a acervos particulares de compositores e de colecionadores, estão sendo editoradas e catalogadas por especialistas para a definitiva preservação. Obras de compositores contemporâneos também estão sendo incluídas no acervo. Assim, o portal se caracteriza como difusor da produção musical brasileira em sua ampla diversidade, tornando-o um ambiente de convergência de diversos segmentos da música.

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Baú dos Racionais

O Rodrigo deu a fita no Facebook: um som antigo dos Racionais, de 1989, pré Holocausto Urbano.

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RIP Tinoco

A música brasileira amanheceu de luto. Faleceu nesta madrugada o cantor Tinoco. Junto com o seu irmão, Tonico, formou uma das principais duplas sertanejas do Brasil. Para se ter uma ideia, a dupla, que começou em 1935, vendeu mais de 150 milhões de cópias de seus 83 discos. Juntos, fizeram mais de 40 mil apresentações. Nada disso bastou para que Tinoco tivesse um fim de vida digno. Há alguns anos ele vinha enfrentando dificuldades financeiras, principalmente por conta do câncer de sua esposa. Além de ter que rifar seu carro, o cantor vinha fazendo melancólicas apresentações em circos, churrascarias e festas de aniversário. Ontem à noite teve uma parada cardíaca e não resistiu. Morreu aos 91 uma das últimas figuras da era de ouro da música caipira.

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RIP Dicró

Eu tinha feito um post sobre como comecei a gostar de samba por intermédio do Dicró. Por algum motivo ele desapareceu. Enfim, tudo para dizer que lamentei profundamente a sua morte.

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Maldição do Samba

O Jarmeson acabou de dar a dica: o site do Itaú Cultural preparou uma coletânea de sambas cantados por “artistas malditos” como Tom Zé, Jards Macalé, Itamar Assunção, entre outros.

Vai lá:
Já imaginou um bloco de Carnaval puxado por Itamar Assumpção, Jards Macalé, Tom Zé, Sérgio Sampaio, Walter Franco e Jorge Mautner? Repertório não faltaria, pois todos são autores de samba, como prova esta seleção musical que começa com “Relaxa, Meu Bem, Relaxa”, parceria de 1973 do violinista e compositor Mautner com Nelson Jacobina. Do mesmo ano, tem “Botaram Tanta Fumaça”, música do tropicalista Tom Zé que até integrou a trilha da novela O Espigão, da Rede Globo.

Lançada em 1998 no álbum Pretobrás −por que Eu Não Pensei Nisso Antes, “Vou de Vai-Vai” transporta Itamar Assumpção (1949-2003) para o Bixiga, bairro de uma das principais escolas de samba de São Paulo.

Sérgio Sampaio, eternizado pelo clássico “Eu Quero É Botar Meu Bloco na Rua” (1973), comparece com duas joinhas: “Doce Melodia”, em que divide o microfone com Luiz Melodia e faixa do álbum Sinceramente (1983), e “Até Outro Dia”, do LP Tem que Acontecer (1976).

No meio da pipoca ainda tem Jards Macalé e seu “Anjo Exterminado” (assinada com Waly Salomão) e Walter Franco com ”Doido de Fazer Dó”, do disco Ou Não, do ano campeão para os malditos: 1973.

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Parabéns Paulo Vanzolini!

O doutor completa hoje seus 86 anos.

Abaixo, um de seus maiores clássicos imortalizados na voz de Mário Sousa Marques Filho, o Noite Ilustrada.

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Nova Valesca Popozuda

Abandonou o funk proibidão e virou cantora de pagode, hummm, romântico?

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