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Ainda no momento zoológico: cães

Tudo embaixo da água fica sensacional. Como, por exemplo, essa série de fotos de cães do fotógrafo Seth Casteel.


Para ver tudo, vá no site Little Friends.

E aproveito para fazer uma campanha: não chame animais de estimação de pets. Não contribua para a cafonização do mundo!

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Diga ao povo que Tico

Um gato foi parar na minha casa. Tinha sido abandonado numa caixa de papelão na chuva. Dei abrigo e tentei me livrar dele. Juro que tentei. Mas ele foi ficando. Ele me cativou, que nem no  Pequeno Príncipe.

Os livros sobre animais sempre explicam que você tem que fazer um bicho entender que você é o alfa líder da matilha. Essa é a única maneira de sobreviver com dignidade no reino animal. Isso pode até funcionar com cães – altamente adestráveis. Mas não funciona com gatos.

E, principalmente,  não funciona comigo. Nunca tive auto-estima suficiente para imprimir personalidade alfa. Tem dias que, emocionalmente, eu me sinto na base da pirâmide alimentar. Mas nós, amebas, também temos nosso valor. E eu, que já era escrava de um pastor-alemão, segui meu  instinto de submissão e me transformei em escrava do gato Tico.

Quem me conhece um pouco já conhece o Tico. Claro. Dei para ter comportamentos estranhos. Comecei a postar fotos do gato em diversas poses de forma obsessiva. Tentei parar, não consigo. Cada fofura se transforma em algo necessário de registro, praticamente o desembarque das tropas aliadas na Normandia. Tico com os bichinhos. Tico dormindinho. Tico brincandinho. Mostro a foto do gato no celular quando tenho a oportunidade. Sou aquilo que sempre odiei.

Também virei  diarista do Tico, tendo que limpar o seu cantinho várias vezes por dia. E ele não deixa o dinheiro da faxina. Eu, que gostava de conversar sobre os rumos do mundo, agora só frequento blogs temáticos como “Gatos e Fatos”, “Felino Amigo” e “Meu xodó meu xodozinho”. Acompanho discussões sobre a funcionalidade da areia patagônica para o animal fazer xixi. É uma argila rara. Quando estou em casa com ele, falo com voz de palhacinho. A coisa não vai bem.

A casa está dominada  pelo filhote. Todos meus objetos se transformaram em brinquedos. Todos as minhas bonecas do museu do folclore se transformaram em brinquedos.Todos os meus sutiãs se transformaram em brinquedos. O meu dedo. O meu calcanhar. Tenho medo de um dia perder um olho. Mas vemos as fotos do Instan.gram juntos e ele supercurte Novos Baianos. Juro. E juro, também, que um dia pretendo retornar ao mundo da normalidade.

Por enquanto, gato, leve-me ao seu líder!

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Enquanto isso, no Congo….

Os reis do Telecatch na cidade de Kinshasa, numa série do fotógrafo Colin Delfosse, do coletivo belga Out of Focus.

Você confere a série toda aqui.

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A quarta é de cinzas. Mas ainda tem um pouco mais de Carnaval

Esse é um momento histórico, com Donga, Chico e Pixinguinha. E ainda tem a Hebe de Mestre de Cerimônias!



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E a terça é do Zeca!

Mas não vai ser um samba não. Vai ser essa entrevista que eu considero um clássico!!!!!

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E a segunda… de Cartola!

Um depoimento do próprio!

E aqui, com Elizeth Cardoso!

E com Leci! Salve Leci!

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O domingo é de Argemiro Patrocínio

Saudoso integrante da Velha Guarda da Portela!

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O sábado é de Nelson Cavaquinho

Momento Carnaval: documentário de Leon Hirszman, de 1969, sobre Nelson Cavaquinho.

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Mosaico Minuto: mil fotos em uma

Divulgando do blog do Fernando Rebelo: “Estão abertas as inscrições para o projeto “Mosaico Minuto (D:H:M) 2012”, que propõe que simpatizantes, amadores e profissionais façam uma fotografia no dia 19 de Agosto, Dia Mundial da Fotografia, no mesmo minuto sincronizado (17:30h Brasília GMT-3), onde quer que esteja e com qualquer equipamento, formando um mosaico de imagens em homenagem ao Dia Mundial da Fotografia. A terceira edição do projeto tem a ambiciosa meta de reunir 1000 fotógrafos ao redor do mundo que irão praticar o ato de fotografar no mesmo minuto leia mais…

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OsGêmeos: tudo que é sólido desmancha no ar

No começo da semana, uma pintura de OsGêmeos foi apagada em São Paulo. Obra – mais uma! – da prefeitura? Chegaram a dizer, nas redes sociais, que os próprios irmãos tinham pedido para apagar porque como o prédio pode ser demolido, eles não queriam que os destroços fosse vendidos num “mercado negro”. Pessoal se apressa a tirar conclusões, mas isso é reflexo da rapidez do mundo.

Até que eles se pronunciaram. “Estamos fora do Brasil e recebemos hoje a noticia sobre a obra apagada no Vale do Anhangabaú. Essa pintura foi um projeto acordado entre o SESC/Prefeitura de São Paulo/Plasticien Volant e nós, realizado em 2009 como parte das comemorações do Ano da França no Brasil e que desde o inicio sabíamos que sua exibição seria temporária, pois o prédio seria demolido. É realmente triste ver que o “Estrangeiro” se foi…
Mas, pelo amor que temos por São Paulo e pela arte, estamos pensando em uma nova obra permanente para a cidade. Agradecemos o carinho expressado pelas mensagens que recebemos. -Osgemeos”.

Aqui, um pouco da história do painel:

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