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We are stoned

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E a primeira máquina de vender maconha heim?! Dali Colorado!

 

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Traz um crowdfrango!

Com participação mais que especial do Felipe Rocha e  direção do David Pacheco, lançei hoje esse video na rede para financiar a finalização do novo disco. Minha  primeira campanha de crowdfunding.

Tomara que todo mundo dê muita risada. Em breve vai pintar uma música de brinde também.

vamo que vamo, som sempre!

 

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A melhor série da tv brasileira

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Não tenho canal de televisão em casa já fazem uns 4 anos. Não tenho nada contra a televisão, nunca tive, acho inclusive que poderia ser um grande aliado na educação do país.  Nessas minha andanças pela Europa pude constatar o bem que uma rádio pública pode fazer a população, por exemplo. Mas confesso que não sinto a menor falta dela(TV) no meu dia a dia.

Tom Zé me perguntou uma vez se eu assistia o Globo Rural. Eu disse que não, que nunca estava acordado domingo tão cedo. Ele me disse que eu deveria ver, pois ao contrário dos Jornais diurnos e noturnos, que nos infestam de notícias negativas, o Globo Rural trazia soluções regionais e criativas para problemas nacionais, e que isso trazia uma sensação de otimismo ao final do programa.

Por acaso, vendo o fantástico num quarto de hotel me deparei com o primeiro capítulo do Documentário Educação.doc, idealizado e dirigido pelo Luis Bolognesi e Lais Bodansky.

Fiquei surpreso e emocionado ao ver um programa com aquele teor num veículo de massa. Mandei uma msg para o Luis assim que pude para parabenizá-los. Lembrei das palavras de Tom Zé sobre o Globo Rural.

A televisão deveria utilizar mais espaços na sua grade para propagar projetos vitoriosos, muitos deles em áreas onde as dificuldades de vida e de acesso a quase tudo são grandes. Boas histórias sempre nos inspiram a prosseguir e a ter coragem para dar um passo a frente.

Essa série está passando todo domingo no fantástico. Também na Globonews. Eu tenho acompanhado ela na página deles no  facebook.

Parabéns Luis e Lais! vida longa a essa série.

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A anti performance

Daniel Lisboa foi quem dirigiu o videoclipe de O deus que devasta mas também cura. Ele acabou de filmar seu primeiro longa metragem, ainda em processo de finalização.

Jovem cineasta, bastante conhecido no meio do cinema nacional por conta dos seus curta metragens anteriores, alguns deles bastante premiados como Sarcófago.

Seu último curta foi feito para a exposição Caos e Efeito no Itaú Cultural da Paulista e depois rodou no  8º Panorama Coisa de Cinema, no 15º Festival de Curtas de BH, dentre outros.

O video é sobre a ida de Jayme Figura para São Paulo. Jayme é artista plástico, uma lenda viva urbana. Vive vestido dessa maneira pelas ruas de salvador há 40 anos, sem nunca mostrar o seu rosto.

The Anti Performance – 2012 from Daniel Lisboa on Vimeo.

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A volta do cinema – La grande bellezza

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Há alguns anos atrás fui convidado pelo Sesc do Ceará para fazer um documentário sobre a Mostra Sesc Cariri de Cultura. Topei na hora pois tenho muito respeito pela história que se engendrou ali naquela região ao longo dos séculos.

Nunca tinha feito nada relacionado ao cinema, muito menos dirigido algo. Foi bom depois que ficou pronto, mas durante o processo tive a clara certeza que eu não era um bicho do cinema. Eu sou um bicho da música.

Essa certeza foi crescendo dia após dia, principalmente quando acordava 5 horas da manhã para correr atrás da “melhor luz”. David Pacheco, o melhozinho, que dirigiu a fotografia e fez a câmera desse documentário me dava dia a dia a certeza de que ele sim era um bicho de cinema.

Tenho visto muito filmes bons ultimamente: Blue Jasmine, O lobo de wall street, Azul é a cor mais quente, para citar alguns.

Foi ótimo vê-los no cinema, mas acredito que não seria doloroso vê-los na tv em casa, via netflix, como faço tantas vezes na companhia do meu amado filho.

A grande beleza não. A grande beleza só pode ser vista no cinema. A grande beleza é bicho de cinema. Ou melhor,  é a volta do cinema, é um grito selvagem proveniente das profundezas mais abisais da sétima arte.

Desculpem a minha ignorância, mas quem é Paolo Sorrentino? Quem ousa invocar esse espírito perdido em meio há tantas “telas”? Felinni, Vittorio de Sica, Antonioni, Visconti, todos eles soltando rojões, agradecidos pela volta do cinema.

Só mesmo através da língua mais bela do planeta ele poderia reaparecer. E ainda mais com esse nome, La grande bellezza.

Gostaria de ser uma dessas pessoas com memória de elefante, para citar aqui as últimas frases do filme, certeiras como um caçador que sai para a caça com uma flecha apenas.

Mas deixo esse prazer para vocês.

 

 

 

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Faltam 4 vagas?

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Em novembro do ano passado publiquei aqui no Diginois que restavam apenas duas vagas para a Copa do Mundo.

3 meses depois Felipão faz sua penúltima convocação antes da lista final que será apresentada em Maio, se não me engano.

Pouca coisa ou quase nada mudou em relação a lista que apresentei em novembro.

Falta definir o terceiro goleiro. Julio Cesar e Jeferson estão dentro. Diego Cavalieri? Vitor?

Falta definir também o quarto zagueiro, Thiago, David e Dante já carimbaram passaporte faz tempo. Rever? Marquinhos? Dedé?

Mesmo Felipão tendo convocado Rafinha, Maicon e Daniel Alves são ambos titular da posição, assim como Marcelo e Maxwel. Prefiro Maicon, digo isso faz tempo.

No meio campo,  a convocação de Fernandinho, e o bom futebol que ele tem apresentado no Manchester City,  coloca o setor em alerta.

Luis Gustavo, Ramires, Paulinho e Oscar são nomes certos. Willian vem sendo convocado, como reserva de Oscar. Hernanes não foi chamado dessa vez mas deve ir também, pela boa campanha que fez nessa nova era Felipão. Como são 8 vagas no meio de campo, tem sorvete pra todo mundo. Sobrando ainda uma vaga caso todos esses citados estejam na convocação final. Provavelmente essa vaga será do Hulk, pois no ataque felipão vai precisar convocar uma reserva para o Fred.

No ataque Neymar e Bernard são nomes certos. Fred também, se voltar a jogar. Na lista que publiquei em novembro havia uma vaga para a reserva de Fred. Essa continua em aberto.

No momento temos 4 vagas em aberto: terceiro goleiro, quarto zagueiro, quarto atacante. O meio de campo ficou embolado…….. talvez esses 8 citados acima irão garantir vaga, talvez saia alguém para entrada de outro….quem?

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Curling Sochi 2014

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Já começaram as partidas do esporte mais legal dessas olimpíadas de inverno. Alguém ai curte o Curling também?

As semi-finais serão dia 19 de fevereiro as 7 da matina. E as finais dia 20 as 10:30.

Eu não vou perder. A Suécia é o time a ser batido.

 

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Livros de 2014

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Começando o ano com uma surpresa literária, o primeiro livro de Maria Clara Drummond.

Um livro de poucas páginas, que você devora num fim de semana, pois a estória tem muito haver com todos nós, se passa nos dias de hoje, entre Rio e São Paulo, mas poderia se passar entre qualquer duas cidades no mundo.

Os personagens, lugares e situações que vamos acompanhando não se distanciam muito do nosso meio social.

O bom, ao final do livro, é saber que tudo aquilo é de fato verdade, por mais incômodo que seja. E que super vale como reflexão. Mas que existe outro tipo de vida e relações para além daquilo. Pelo menos lá na Bahia, hahahaha

 

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Dia de furar onda no mar – por Ava Rocha

Clipe Dia de Furar Onda no Mar_Lucas Santtana from ava on Vimeo.

Esse clipe nasceu por acaso. Fui comemorar o aniversário de 11 anos do meu filho com mais 5 amigos dele na praia do Arpoador.

Chegando lá encontrei Ava Rocha com seu marido e filha. Ava estava com umas lentes feitas para serem acopladas no Iphone. Ficamos conversando sobre isso enquanto olhavamos os meninos na água.

Duas semanas depois Ava me ligou e me disse que tinha feito um clipe de presente para mim e meu filho.

Fiquei feliz e agradecido num primeiro momento, e chocado após ver o clipe. Incrível o que já pode ser feito por uma pessoa talentosa com apenas um celular e algumas lentes.

Evoé!

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A vida de Adele – capítulos 1 e 2

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Ontem assisti o filme Azul é a cor mais quente. O título em português é uma ótima isca para atrair as pessoas pro cinema, mas o que fez desse filme uma sensação no Brasil e lhe deu a Palma de ouro em Cannes está muito mais próximo do seu título original, A vida de Adele – capítulos 1 e 2.

O diretor Tunisiano Abdellatif Kechichede, de nome impronunciável, não fez um filme sobre o relacionamento de duas mulheres homossexuais, ele filmou com maestria a vida de Adele, uma adolescente prestes a completar 18 anos, tendo que lidar com suas escolhas, suas descobertas, os preconceitos sociais, a luta de classe, os desejos, as desilusões, os vacilos, enfim, a vida.

E ele fez isso com a camera sempre fechada no rosto de Adele. E essa maneira de filmar te coloca dentro das cenas, como se você estivesse de fato presenciando a vida daquelas pessoas. Ele consegue mais que isso, ele te coloca dentro da alma de Adele, e a partir dai você sofre, se compadesse, ri, goza e se angustia junto com ela. Você sai do cinema acreditando ter visto um documentário sobre a vida dessa menina que vai virando uma moça. Você sai do cinema querendo conhecê-la, conversar com ela, ajudá-la de alguma maneira.

É cada vez mais difícil crer nas ficções cinematográficas. Recentemente vi Ninfomaníaca do Lars Von Trier e o que não me bateu no filme, apesar de toda sua erudição e seus diálogos cheios de belas metáforas e citações intelectuais, foi justamente a incredubilidade daquela estória.

Em  A vida de Adele, a impressão que se tem é que você está assistindo a história de Emma e Adele. E as atrizes Léa Seydoux e Adele Exarchopoulos de fato encarnaram essas pessoas.

Adele Exarchopoulos é um monstro no filme, uma atriz de apenas 20 anos, que se continuar nesse nível de concentração se tornará uma das grandes atrizes do cinema. É através dela que você embarca nos capítulos 1 e 2 que o título se refere. Um antes e o outro depois de Emma. Para além disso tudo será spoiler, então é melhor você ver com seus próprios olhos.

O Mauricio Bussab já tinha me avisado via comentário no facebook, mas o Bernardo Mortimer acabou me dando uma aula aqui sobre o porque do nome do filme em português. Peço desculpas pela minha ignorância em relação ao assunto.

obrigado Bernardo!

Grande Lucas,

Também gostei muito do filme, mas me permita aqui defender o título. Primeiro, ele não é uma simples tradução brasileira, como muitos pensam. É o nome da hq com a história original (que já tá até traduzida, mas não recomendo. O filme é bem melhor).
Azul é a cor da liberdade na bandeira da França, o primeiro compromisso do lema da revolução “liberdade, igualdade e fraternidade”. Os papos mais filosóficos do filme, que citam Sartre, são pensatas sobre a liberdade. É um tema do filme, talvez um pouco menos do que o primeiro amor de Adele.
Dito isso, o azul é um elemento visual muito forte na primeira metade do filme, o capítulo 1 do título francês. É meio que uma sinalização da novidade na vida dela, ou da atração pelo “errado”. Ou simplesmente uma sinalização da tal liberdade. Aparece na unha da primeira garota que ela beija, na porta da casa pra onde a Adele se muda, num carro que passa numa hora mais emblemática, e, claro, no cabelo da Emma.
Enfim, tentando não entregar muito, o azul é a cor da primeira fase dos quadros da Emma, na exposição dela. A fase da paixão, o capítulo 1. E azul é a cor do vestido da Adele na caminhada que fecha a história. Um reencontro com a liberdade, já que o amor tinha virado amarra.

Eu achei o título ótimo. Mas esse debate tem rendido entre os meus amigos, e no geral tenho sido sozinho na defesa. Importante é que papo bom não tem fim nem conclusão.

Bernardo Montimer

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