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Arquivo: fevereiro de 2012

Compartilhando o mesmo link

Esssa imagem acima está na minha Brand Profile do Facebook. É só ir lá e clicar na capa do cd para baixar o disco novo.

Gostaria de pedir a todos os blogueiros que usem esse mesmo link, assim posso ter um controle da quantidade de downloads, etc.

o link é esse aqui:

http://www.mediafire.com/?dz33if5317xsimz

abs e som sempre!

 

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Prevendo enchentes

Como é bom ter pessoas inteligentes no mundo, ainda mais quando usam isso para melhorar a vida dos demais.

Antonio Donato Nobre e seus amigos do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) desenvolveram um método chamado de paisagem inteligente que permite o entendimento da dinâmica da água do rio em caso de enchente.

As famílias das milhares de pessoas que morrem todo ano no Brasil por conta da má administração pública agradecem!

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São Francisco, bons ventos o tragam

Projeto arquitetônico, prestes a ser colocado em prática em outubro, aproveita os bons ventos de São Francisco para gerar energia eólica para um edifício.

Não é uma idéia tão distante assim de rolar em larga escala….

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Ernest Ranglin

Semana passada estava caminhando na Teodoro Sampaio quando ouvi um som maneiro saindo de dentro de uma das lojas de instrumento.

O que me chamou a atenção foi a indefinição daquele som. Claro que era o disco de um guitarrista, disso não tive dúvida em momento algum. O que me confundiu foi que a base da música era reggae, mas o solista ora soava como um guitarrista de jazz, ora como uma guitarra juju africana.

Após ficar alguns minutos parado, esperando a música acabar,  entrei na loja e perguntei ao vendedor de quem se tratava.

Ernest Ranglin, disse o vendedor. A partir disso foram alguns googles para chegar a esse post. Sei que muitos leitores daqui já conheciam, mas para os que ainda não conhecem, espero que a surpresa seja boa também.

Quando digo “Som Sempre”, penso em caras assim, Som Sempre!

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No Escurinho – O espião que sabia demais

Um bom programa para quem está fugindo do carnaval é ver na sequencia os 3 filmes com mesmo título, “O espião que sabia demais”.

Os dois primeiros foram filmados por ninguém menos que Alfred Hitchcock. O primeiro em 1934 e a sua refilmagem em 1956. Ambos não são adaptações do livro homônimo de John Le Carré(escritor Inglês que de fato trabalhou no serviço secreto Britânico nos anos 60, dai a veracidade das suas histórias).

O terceiro filme com mesmo nome, esse sim baseado no livro, é o que inaugura mais uma categoria aqui no novo Diginois. “No escurinho” será uma extensão de um dos grandes prazeres desse blogueiro que vos fala, ver filmes na telona.

Dirigido pelo sueco Tomas Alfredson, mesmo diretor do excelente ” Deixa ela entrar”(cuidado que tem uma versão americana desse filme), O espião que sabia demais acerta em tudo. Começando pela escolha dos atores, todos eles perfeitos em relação aos seus respectivos personagens. Não é só a atuação do monstro Gary Oldman que é acachapante, mas de todo o elenco.

A câmera passeia hora de longe(como nos grandes filmes dos anos 70), hora de perto, como se o seu olhar fosse o olhar de Smiley, curioso e pensativo, tentando descobrir quem é o agente duplo.

O roteiro é extremamente complicado. É o tipo de filme que numa cochilada você perde o fio da meada, pois são o relato deos personagens que vão montando o quebra cabeça. Só que como se trata de um filme de espião, você sempre fica na dúvida se o que está sendo descrito é verdadeiro ou não.

A trilha sonora de Alberto Iglesias é matadora e concorre ao Oscar 2012, ela dá suporte e intensifica todos os climas de suspense, melancolia, tristeza e romance que se alternam no filme.

Direção de arte e de fotografia impecáveis, enfim, um filmaço!!! corre que ainda está em cartaz………..

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Vintedoze

Essa semana gravei uma participação no Vintedoze, programa do vizinho Matias com o Ronaldo. Começou como um podcast e agora é audiovisual. Tem neguinho que assisti o programa com caderninho na mão para anotar as dicas que não param de pintar

Vintedoze: Raro estar errado from Alexandre Matias on Vimeo.

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Show da Europa em São Paulo

Como o lucassanttana.com.br ainda não está pronto, mando aqui o recado do show eletro-acústico que temos feito na Europa, Iremos apresentá-lo hoje e amanhã no Sesc Bom Retiro em São Paulo as 20h.

Ao meu lado no palco, Bruno Buarque na mpc e percussões leves, Caetano Malta no violão e baixo e euzinho no violão, voz e monome. Além de  Ariente no som e Moises Vasconcellos na luz.

Chega mais!

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Entrevista com a Céu

Caravana Sereia Bloom só vem confirmar algo que eu sempre soube, Céu é um fenômeno.

Na minha mais que modesta opinião ela é um divisor de águas no universo das cantoras brasileiras, simplismente porque foi a partir dela que a “voz da cantora” passou a ser mais um instrumento e não o principal e mais alto instrumento no disco de uma cantora brasileira. Outras cantoras já haviam mudado outros paradigmas antes dela, como Gal, Bethânia e Marisa. Mas nesse quesito ela foi a pioneira.

Isso não se deu a toa,cercada por bons produtores e músicos desde o começo, ela aprendeu rapidamente a diferença entre um arranjo e uma construção de camadas sonoras, ela gosta de timbre e os persegue como a mesma devoção com que canta. Céu não sabe as vezes onde vai chegar, mas sempre soube por quais caminhos não queria seguir.

Caravana Sereia Bloom é um discaço! e tenho muito orgulho de participar dele com duas composições, Contravento(em parceria com Gui Amabis) e Streets bloom.

Abaixo uma entrevista exclusiva que ela concedeu para o diginois:

DIGINOIS – Quando surgiu essa idéia de fazer um disco on the road? e o que te levou a isso? Conta um pouco como começou essa história.

CÉU – Surgiu por conta das inúmeras viagens que fiz desde o lançamento do meu primeiro disco, em 2005. Ter muitos shows marcados é maravilhoso, sinal de que a engrenagem esta funcionando, sinal de que está tudo certo. Mas dá margem a muito assunto, afinal é extremamente cansativo, desafiador e tambem prazeroso. Achei que dava pra fazer um disco todinho permeado por essa imagem, uma estrada, seus contos, causos, como uma realidade paralela e em movimento que se faz dentro da nossa realidade da rotina, que é nossa casa e é mais estável.

DIGINOIS- Você sempre se coliga com produtores que tem apreço por samples ou timbragens de som como Beto Villares, Gui e Rica Amabis e Gustavo Lenza. Você também tem esse interesse pela sonoridade dos discos? Você também acompanha isso na feitura dos seus discos ou deixa na mão dos produtores?

CÉU – Eu gosto bastante dessa maneira de produzir e acho que participo bastante da produção, embora tenha um momento que entrego na mão mesmo. Minha maneira de ajudar os produtores a se aproximar do que quero é um pouco subjetiva, porem tem funcionado…trago referencias de sons, mixes, imagens(!), sugestoes de instrumentos e timbres…as vezes sei mais claramente o que nao quero, e enfim chego no que quero de fato. Mas tem um momento que procuro nao palpitar muito tambem.

DIGINOIS- E em relação as coisas que você gosta de ouvir, essa questão da sonoridade, dos timbres, também te chama a atenção? Poderia citar algumas coisas que você está ouvindo agora?

CÉU – No Caravana eu estava escutando bastante Nancy Sinatra, acho que daí vem o que dá a esse album um leve perfume rock….hahahaha. Mas também estava escutando muito da música brasileira ja misturada com nossas influencias latinas, Alipio Martins, Mestre Vieira, Pim, Diana, Hermelinda, Jose Orlando…umas de minhas cantoras favoritas é Eydie Gourme y Trio Los Panchos
Mas tambem queria tentar trazer um pouquinho pros timbres de hoje, as cumbias, os zouks…até te pedi uma seleção, lembra? Acho que a primeira vez que falamos disso foi na festa do VMB, em 2010… A sementinha ja estava ali….

DIGINOIS- Primeiramente o disco foi pensado como um disco de intérprete, porque?

CÉU -Essa tematica(estrada) traz, de imediato, uma aproximaçao com imagens, ou melhor dizendo com cinema. Acho que ao ser interprete me coloco um pouquinho como personagem, cantando musica de outros compositores, enfim…mas gostei de como ficou, um pouco interprete, um pouco compositora tambem…O pessoal demorou um pouco pra me entregar as composições e eu fui me adiantando. Quando vi ja estava praticamente fechado.

DIGINOIS- Como se deu a escolha dos compositores e porque?

CÉU -Chamei compositores que me identifico e que admiro muito.

DIGINOIS- No decorrer do disco você também acabou compondo, houve em dado momento uma necessidade de falar sobre os assuntos que giravam em torno do mote do disco?

CÉU -Bem, acho que todas as musicas no fim acabaram falando desse mote, ficou bem costuradinho. Mas acho que as minhas tambem ajudaram a dar ainda mais unidade a historia toda.

DIGINOIS- Você produziu sozinha no Garage band algumas vinhetas do disco. Porque essa escolha por esse software e porque produzir você mesma sozinha?

CÉU -O Garage ajuda muito as pessoas que nao querem usar Pro Tools, Logic etc,que sao softwares mais elaborados, e sim apenas registrar ideias, de uma maneira intuitiva e simples. E eu tambem achava que fazia sentido mostrar algo mais cru mesmo, como uma pagina do diario que eu rasguei e colei no livro, sabe?O Gui me incentivou a deixar o registro daquela forma mesmo, acredito que isso aproxima o ouvinte do processo criativo da canção. Acho bonito isso.

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Baby Sol, conhece?

Conheci a Baby Sol ano passado, quando fui gravar o programa do Gilles Peterson na BBC 1.

Nascida no Zaire, ela foi para Londres em 1990 e ficou mais conhecida pelo clipe de  No No, que na minha opinião não acresenta muita coisa ao repertório de cantoras.

Já esse remix que um tal de Stinkahbell fez para Always…….

E que videoclipe!

continuando…….

O Afonso Serpa a.k.a El Roquer viu esse post e me mandou essa música do Stinkahbell, olha que coincidência a imagem que aparece no “video”.

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Nave de Pirarucu

 

Inaugurando uma velha categoria do antigo endereço do diginois, o post sobre ciência dessa semana vai para uma descoberta bastante sui generis.

Cientista americanos descobriram que as escamas do peixe pirarucu  servem como ponto de partida para criação de escudos protetores em naves espaciais, wou!

Segundo eles: “Esses novos materiais são tão fortes que poderão ser utilizados não apenas para proteção pessoal e veicular, mas até mesmo para blindar espaçonaves contra o choque de micrometeoritos e lixos espaciais.”

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