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6 de maio de 2013 às 15h07
Peu Sousa(1977-2013)
Que merda! caralho!
Conheci Peu através de Betão e Davi. Figura intensa, grande músico. Triste perder alguém assim tão jovem e com tantas coisas ainda para fazer.
Suba em paz meu veio, som sempre nas alturas…………….
Comente5 de maio de 2013 às 2h59
Coitadinhabemfeito
Fui convidado pelo Marcus Preto e pelo Dj Zé Pedro(os donos do mais novo selo JóiaModerna) a participar de um disco em homenagem a Angela Rorô.
Confesso que até baixar e ouvir o disco não sabia que essa cantora que eu já admirava por outros motivos e canções era uma compositora de mão cheia.
E as versões dos companheiros presentes no disco trouxe ainda mais clareza quanto ao nível das suas letras e melodias.
A minha versão é essa aqui. Som Sempre!
Comente29 de abril de 2013 às 13h52
James Blake – Overgrow – Diginois review
Antes de falar do novo disco do jovem músico inglês, e tendo em vista que o álbum não me arrebatou como esperado, volto um pouco no tempo, mais precisamente na noite do show dele no Rio de Janeiro.
Comentei com alguns amigos naquele dia que sem sombra de dúvidas eu tinha visto um dos 5 melhores shows da minha vida. E isso tinha um porque muito claro para mim.
O caminho que James Blake trouxe para a música estava explicito e muito bem explicado no palco do Circo Voador. James Blake não parece compor no piano e depois arranjar a canção para sua orda de teclados. A impressão que se tem ouvindo-o ao vivo é que tudo já é composto, sentido e pensado dentro da sua ilha de teclas, pedais e efeitos.
Os adensamentos de camadas de sintetizador preparando o esporro do sub-graves, precedidos por silêncios e rubatos, a total ausência de ansiedade para tocar cada nota e acorde, os espaços arquitetônicos proporcionados pela falta de elementos rítmicos constantes, tudo isso torna-se algo realmente novo na música pop contemporânea.
Durante o show caiu a ficha de que as trucagens de computador, edições, sampler, que no disco davam uma certa travada no flow das músicas, ao vivo soavam orgânicas e fluidas. Tornando aquele conjunto de canções e a forma de tratá-las ainda mais potente.
Ao voltar para casa naquele dia fui ao computador e baixei o disco ao vivo desse show. Até tentei ouvir novamente o disco de estúdio, mas rapidamente minhas impressões se confirmaram e até hoje só escuto o álbum pirata ao vivo.
OVERGROW
Diante desse cenário, minha expectativa para a audição do novo álbum era imensa. Para onde esse garoto poderia ir depois daquele show?
Ao ouvir a faixa que abre o disco e dá nome ao álbum fiquei profundamente emocionado, pois essa faixa representa exatamente o que eu imaginava ser a evolução natural de tudo aquilo que presenciei no Circo Voador. Pena que ao adentrar nas outras faixas do álbum a supresa deu lugar a qualquer outro sentimento. E o ar foi ficando rarefeito.
Ao final do disco, apesar de faixas excelentes como Digital Lion e Retrogade, que juntamente com Overgrow já valem a pena baixar o disco, fica a sensação de que James Blake deu um passo atrás.
Mas como mencionei no começo, ele é jovem e muito talentoso, portando, muitos discos ainda virão.
som sempre!
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26 de abril de 2013 às 16h53
40 anos de Dub
Alô Brasília!
o grande Dj El Roquer convida a todos para a data comemorativa do surgimento do Dub, estilo que revolucionou a história da música contemporânea.
Jah bless! som sempre!
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DUB SESSIONS – 40 Anos de Dub – 100% Dub / 100% Vinil (Sound System na Rua) Em 2013, fazem 40 anos do aparecimento do Dub na cultura musical mundial com o lançamento dos primeiros LPs na Jamaica – Blackboard Jungle Dub, dos Upsetters (parceria de Lee Perry e King Tubby), Java Java Dub, mixado por Errol Thompson, e Aquarius Dub, mixado por Herman Chin Loy. Para comemorar a data, El roquer (Confronto Soundsystem) e DBanks (Megaton Dub) retomam o projeto de 2006, Dub Sessions, e promovem uma série de encontros comemorativos. A música Dub na sua totalidade, da origem até a influência em todos os estilos – estritamentente dub music tocada com vinil, diretamente das pick-ups e processada ao vivo com delays e efeitos. DUB SESSIONS – 40 Anos de Dub – 100% Dub / 100% Vinil |
19 de abril de 2013 às 16h33
Lucas toca Raul
acompanhado de Lucas Vasconcellos no baixo sinth e MPC e Beto Gibbs na bateria. Além de euzim na guitarra. Famoso power trio.
Vamos levar Raulzito pra Jamaica!
Comente19 de abril de 2013 às 16h29
O Deus na revista Espanhola Rockdelux
15 de abril de 2013 às 15h27
Como as bandas pop viraram grifes de si mesmas…..
Fico realmente chocado com esse barulho todo em cima de 1 minuto da nova música do Daft Punk.
Primeiro por conta desse papo dos caras tocarem os próprios instrumentos. Os caras aparecem de luva tocando baixo e guitarra nas fotos e videos. Ora bolas! qualquer um deveria ter uma noção mínima de que ninguém toca baixo e guitarra de luva!
Ainda mais em se tratando do Daft Punk, cujo último show nem precisavam tocar instrumentos e mesmo assim era todo de playback.
Claro que pouco importa se era playback ou não, o último show era foda, estava além de um show normal de banda. Se tratava de entretenimento visual e sonoro do mais alto nível, como provavelmente o novo será também. Mas dai a cair nesse papinho publicitário de OH! os caras estão tocando seus próprios instrumentos, é muita ingênuidade.
O segundo motivo de eu estar chocado é essa música nova. Ela é boa, ela é no máximo ok para dar sequencia numa pista, nada mais que isso. Hit do ano???? pelo amor de deus!!! Essa música é um Chic de terceira categoria, um Michael Jackson de segunda.
Por favor, menos…….
Isso só me leva a pensar em como cada vez mais as bandas sobrevivem de uma publicidade em cima do que foram um dia(e poderão voltar a ser, quem sabe? cada disco é um disco). Elas aprenderam, como no mundo dos negócios, a fazer um marketing pesado em cima de suas próprias grifes. Primeiro aparece o produto, muito bem embalado e vendido. O som vem depois, até porque a roda vai girar mesmo de qualquer forma, mesmo não sendo um som assim tão foda.
Torcendo para que esse disco novo deles seja muito bom, e que esse primeiro momento seja apenas o pessoal colocando o boing para levantar.
som sempre!
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cantor, compositor, produtor, curador, palestrante e pai de Josué.

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