OEsquema

Arquivo: Destaque

Mark Gatiss no Rio Content Market

mark_gatiss-1600x1200

Mark Gatiss deve ser um dos sujeitos mais felizes da TV inglesa. Ele não só é um dos principais roteiristas da cinquentona “Doctor Who” como também escreve – e atua – para “Sherlock”, uma das melhores séries atualmente no ar.

Pois o rapaz vai participar de um painel no Rio Content Market, evento voltado para quem faz audiovisual no Brasil, e eu fui convidada pra apresentar a mesa, batendo um papo com ele ao lado do criador de musicais e expert em Sherlock Holmes Claudio Botelho. Vai ser na próxima sexta-feira, dia 14, às 16h.

Depois ele ainda fala com os fãs das séries na Livraria Cultura, no Centro do Rio, e segue pra São Paulo, com uma agenda parecida. Tem mais informações aqui.

******

Nem falei por aqui, mas aproveito o gancho pra reparar a falha: fui pra Londres em novembro cobrir as festividades pelos 50 anos de “Doctor Who” e, de quebra, entrevistei o showrunner Steven Moffatt (também responsável por “Sherlock”) e o Doctor em atividade na época, Matt Smith.

Matt, que adora o Brasil e já veio várias vezes ao país, aproveitou a entrevista para treinar o português dele e falou sobre como era se despedir de um papel tão importante para dar a vez ao próximo Doctor a assumir o cargo, Peter Capaldi. Moffatt falou sobre o passado, presente e futuro da série. Isso tudo acabou com uma TARDIS estampando a capa do Segundo Caderno, a matéria você lê aqui.


*****

Esse ano, falei com a Sue Vertue, produtora executiva de “Sherlock” e senhora Moffatt. O papo também rendeu uma capa do Segundo Caderno sobre a terceira temporada da série. Tá aqui, ó.

*****

Com o Mark Gatiss, só vai ficar faltando o Benedict Cumberbatch e o Martin Freeman pra eu completar esse bingo sherlockiano aí ;)

 

Comente

A estreia do primeiro jogador assumidamente gay na NBA

E aí que resolvemos, marido e eu, assistir a um jogo da NBA já que estávamos em Los Angeles. O trânsito infernal da cidade dos carros não permitiu que a gente conseguisse pegar a partida dos Los Angeles Lakers contra os Boston Celtics na sexta-feira, dia em que chegamos, e que os Lakers incrivelmente driblaram a zica (sério, a fase tá ruim) que vêm enfrentando e venceram o adversário.

Deixamos pro jogo seguinte, em que o time da casa tomou uma piaba do Brooklyn Nets, ficando o tempo todo atrás no placar. Só que esse dia foi histórico. Foi o primeiro jogo de Jason Collins, veterano do basquete, após revelar ser gay. Jason, por sua vez, foi o primeiro jogador das quatro grandes ligas esportivas americanas a sair do armário. E você, com toda a bagagem de filme de high school que acumulou em todos esses anos de “Sessão da Tarde”, sabe o peso que isso tem.

A entrada dele em quadra tinha tudo pra ser histórica. Poderia ser bonito, emocionante, tocante, a porra toda. Mas… Eu estava lá no Staples Center e nem notei. Não tomei nem conhecimento do que acontecia em quadra para além da humilhação dos Lakers, das coreografias das cheerleaders e do fato de todo mundo estar feliz e dançando e vibrando mesmo quando o time da casa tava perdendo feio.

Só soube do ocorrido depois, pelo ótimo artigo da Slate que o Bruno compartilhou comigo. E cheguei a ficar com pena por ter perdido a chance de reparar no momento em que o sujeito entrou em quadra, após 10 meses sem jogar, até que a ficha caiu. Ei! Que bom que eu não percebi! O cara é gay, e daí? Normal, né? Um montão de gente é gay no mundo, não precisa de nenhum estardalhaço (apesar de que, sim, ele mereceu as palmas que recebeu dos colegas e dos adversários quando entrou no jogo pela atitude totalmente MACHA de se declarar gay no reino dos esportes de menino). Mas é isso, palmas pra ele e pela naturalidade com que as coisas foram conduzidas. No fim, achei ate bom não ter me dado conta.

Comente

Sobre o Weezer Cruise II

Pois é, teve Weezer Cruise de novo e lá fui eu mais uma vez singrar os mares neste aprazível festival. Desta vez, o percurso foi da gélida (e boring) Jacksonville, na Flórida, com duas paradas nas Bahamas: Freeport e Nassau, onde o Weezer fez um show em plena praia com abertura da Cat Power. Como emendei a viagem com uns diazinhos em San Francisco e Los Angeles, dessa vez não vai rolar diário (até porque o roteiro foi bem parecido com o da primeira edição, cujo relato detalhado você encontra aqui), mas seguem alguns pontos dignos de nota.

:: Tudo nesse cruzeiro foi ligeiramente pior que no outro: Jacksonville, a cidade de saída, é fria, distante, ruim de chegar e não tem nada pra se fazer (tirando as microcervejarias espalhadas por ali, isso eu concedo), o porto de lá é precário, o navio era menor, a nevasca nos EUA provocou um atraso na partida que ferrou o passeio na primeira parada, em Freeport, e até o line-up (divulgado muito tempo depois do anúncio do cruzeiro) foi mais caído.

(Até a foto com a banda foi mais mal produzida, impressionante)

:: Mas… ter menos bandas que eu queria ver me possibilitou curtir mais o evento em si e trouxe boas surpresas: Scott & Rivers, o projeto paralelo do vocalista do Weezer com outro carinha tão tarado por cultura japonesa quanto ele (não confundir com o baixista do =w=, homônimo) é divertidíssimo. Canções extremamente pop com letras em japonês? Sim.

:: The Relationship, a banda do guitarrista Brian “Cabelo Ótimo” Bell é bem legal também. O rapaz se mostrou um ótimo vocalista e frontman (comprovado depois por ele assumindo os vocais de “Dope nose”).

:: Clima família: todos os músicos carregaram a família a tiracolo, o que resultou na fofurice sem fim de Mia Cuomo, mini-japa filha do Rivers, de 7 anos, assumindo o teclado em “Perfect situation” toooooooda bonitinha. Outro momento fofo foi o filho do Scott Schriner e o irmão, ambos etíopes, adotados por famílias diferentes que se reencontraram no cruzeiro, brincando comigo na praia porque eu me comporto com uma tia boboca que acha que tem a idade deles (eles me deram entre 15 e 18 anos, by the way, minha dermatologista agradece o elogio por tabela).

:: E meses depois de ver o Travis ao vivo, vem o Ash, o ASH, a mais californiana de todas as bandas britânicas, me fazer feliz. Tocaram hits num primeiro show e a íntegra do “1977″ nos outros dois. Só preferia que fosse o “Free all angels”, mas essa é a Liv de 15 anos falando.

:: Ozma Cruise: até o primeiro cruzeiro do Weezer, há dois anos, eu nunca tinha dado a mínima pelota pro Ozma, até pegar o último show deles no navio, que fechou a programação daquele ano. Passei os últimos dois anos descobrindo os caras e fiquei deveras feliz quando vi que eles voltariam a embarcar com o Weezer (única atração repetida, aliás, além da banda-mãe do cruzeiro). Compensei vendo as três apresentações dos caras e, GENTE, eles são demais.

:: Cruzeiro do Weezer te proporciona momentos únicos, como quando o Arnaldo e o J Mascis, o Gandalf do Dinosaur Jr., quase se atropelaram na porta do restaurante, um querendo entrar e outro tentando sair com suas bandejas de café da manhã, em 2012. Dessa vez, descobri que estava frequentando a mesma hot tub que o co-criador do Rotten Tomatoes, Patrick Lee, e que o sujeito maluquete apelidado de Jesus, que passou o cruzeiro inteiro com indumentárias mais exóticas que as do Márvio, entrou no ofurô e soltou um “obrigado” e um “eu sou o máximo” em português, venceu o “Amazing race”. Weird.

:: Aliás, Tá procurando nome pra sua banda? Jesus Drew It. Toma. De nada.

:: Mas a melhor história da hot tub com vista privilegiada pro Atlântico foi outra. Estávamos cozinhando com nossos amiguinhos brasileiros quando chega um grupo de três orientais: um sujeito da Califórnia (o tal carinha do Rotten Tomatoes), uma menina de Hong Kong, e outra guria do Japão. Papo vai, papo vem, a japonesa pergunta: “vocês são do Brasil, né? Vocês conhecem uma banda chamada Wonkavision? Adoro essa b…”. Corta. Gritaria. Surto coletivo. Geral pirando. É que um dos brasileiros do grupo era o querido Will Prestes, vocalista do… Wonkavision. Quais as chances?

:: Isso porque o Will tinha ficado genuinamente contente quando eu disse que adorava o saudoso Wonkavision. MAGINA?

:: Aliás II: A japa fã de Wonka, Maiko Morita, é baixista de uma banda muito legal, a Ruby Room Orchestra.

:: Pela primeira vez em muito tempo, perdi o Gigantes da Lira, um dos meus blocos preferidos do Rio, que desfila durante o pré-carnaval. A dor de corno foi aplacada (com honras) pelas indumentárias caprichadas durante as noites temáticas do navio. Destaque pra noite do metal (Rivers estava vestido de Ace Frehley) e dos super-heróis.

Ciclope!

 :: Adam Devine, da série “Workaholics”, é o cara mais divertido do mundo.

:: Coisas que não combinam: Cat Power e um show numa ilha paradisíaca nas Bahamas. Ainda mais pelo outfit da moçoila, toda de preto, de bota e jaqueta, enquanto geral curtia as águas cristalinas e o sol delícia. Mas olha, o show foi bom. Apesar de esquisito. Como era de se esperar, por sinal.

:: Lembra de tudo o que eu reclamei lá em cima, no primeiro tópico? Corta pra mim no último dia do cruzeiro, às 4h da madrugada (e eu tinha que acordar às 6h pra me apresentar na imigração), agarrada numa pilastra gritando “nããão, não quero ir dormir porque senão vai acabaaaaaar!”.

:: No fundo eu tô torcendo pra que não tenha uma terceira edição desse cruzeiro, senão eu vou me sentir obrigada a ir e GENTE O MUNDO É GRANDE TENHO MUITO LUGAR PRA CONHECER CHEGA PLMDDS (guardem isso pra me jogar na cara daqui a uns anos).

Comente

Como eu me tornei uma marombeira

Dia desses postei essa minha foto no Instagram, comemorando o objetivo alcançado no #projetocorrerdetop. Emagreci pra cacete. Uma galera me perguntou o que eu fiz e, em resumo, a resposta é simples: eu tomei vergonha na cara.

A versão extended é essa aqui: eu sempre fui MAGRICELA. Seca, de bracinhos e perninhas finos (só dava joelho). Até que, vejam só, eu engordei. Pois é… acontece. Engordei dez quilos de uma tacada só. Pode parecer pouco, mas num corpinho esquálido de menos de 1,60m isso fez uma diferença do cão. Nessas, eu ferrei meu joelho, destruí minha auto-estima e prejudiquei uma das minhas atividades favoritas: comprar roupa. Fui do 36 ao 42 e às vezes nem o G cabia na pança que se apegou a mim (eu parecia uma criança com lombriga).

Vou te dizer, tentei zilhões de atividades físicas. Tentei academia, detesto. Tentei voltar pro ballet, coisa que eu mais amei fazer na vida, e não consegui me dedicar (horários de jornalista combinados ao sobrepeso não ajudam). Tentei hidroginástica, mas também tava difícil. Aí desisti, né, porque força de vontade nunca foi meu forte.

Um belo dia, um amigo me mandou uma na lata que me fez refletir. “Uma coisa que ajuda muito é perder a paixão por suas limitações. Elas podem até contar histórias divertidas e soar como parte da sua personalidade, mas, no fundo, no fundo, elas já são o que você menos precisa :)”. Pronto, virei a chave. Na época, tinha decidido aprender a nadar (pois é, não sei), mas foi impossível conseguir vaga numa escola.

Até que uma outra amiga (sério, eu sou cercada de gente muito foda) me chamou pra uma aula no Circuito da Praia, aqui na Praia do Flamengo, alegando que na areia o impacto para os meus combalidos joelhos era quase zero. Como tentar não custa nada (nada mesmo, rola aula experimental gratuita), lá fui eu numa manhã de sábado (em maio desse ano) fazer treinamento funcional nas areias da Praia do Flamengo, intercalados entre circuito aeróbico e exercícios localizados. Na segunda-feira eu tava matriculada e nunca mais parei.

Hoje corro de 4 a 6 vezes por semana e tô começando o processo de passar pro asfalto. Os professores do Circuito da Praia são uns amores, o clima é ótimo (já falei aqui que odeio academia, né?), e correr tendo a melhor vista do Rio (#chupaIpanema), com o barulho do marcomo trilha (chego a dispensar o iPod) e aquele solzinho gostoso da manhã na moleira é uma delícia. Fiz o que o maridão sempre disse pra eu fazer: viciei no negócio. Deixei a preguiça (talvez uma das características mais marcantes do meu ser) de lado, hoje acordo cedo sem precisar do despertador e vou pra areia felizona. Pra quem não mora na região, já vi assessorias esportivas do tipo em várias praias cariocas. Vale tentar.

Claro que esse tipo de atividade tem seus contras. 1) Quando chove pesado, já era, não tem treino (mas se chover de levinho, até eu, que uso óculos e não tenho parabrisas, encaro). 2) Eu, que sempre fui branquela, continuo branquela, mas numa vibe “50 tons de branco”. Marcas de diferentes tops, camisetas e bermudas transformaram minhas pernas em salsichas em degradé. Mas é isso, né, não vem bônus sem ônus e eu resolvi aturar o parabéns em nome de uma atividade física que finalmente me cativou.

****

Obviamente, paralelamente aos exercícios, tô num processo bacana de reeducação alimentar com ajuda da minha nutricionista querida, a Fernanda Vaz – indicação de outras amigas lindas. Afinal, eu não engordei à toa (e não emagreci só fazendo exercícios). Engordei porque eu só comia porcaria. Aprendi a comer (um monte de coisa que a fresquinha aqui não comia), aprendi a comer de três em três horas (faz uma baita diferença), aprendi a compensar o pé na jaca, afinal, jamais deixaria isso de lado (a gente malha e faz dieta pra poder comer porcaria e beber cerveja em paz, afinal).

9 Comentários

Entrevista com o Wardell

Depois de viciar completamente no EPzinho do Wardell, consegui entrevistar Theo e Sasha Spielberg, os filhos do homem por trás da simpática bandinha de Los Angeles.
untitled
Pra ler a íntegra você clicaqui. Aí embaixo, uma última perguntinha que não coube no texto final:
THEO: Muitos fatores nos levaram à decisão de batizar a banda com meu nome do meio. Mas preciso me defender e dizer que não fiz parte dessa decisão. Um dia, eu estava com a minha família e comentamos que precisávamos mudar o nome da banda (que era “Brother/Sister”, como o EP acabou sendo batizado). Até que sai de casa e fiz uma viagem de trem para encontrar uns amigos. Meu celular não tinha sinal e quando finalmente o sinal pegou eu tinha umas sete ligações perdidas de Sasha, da nossa mãe (Kate Capshaw) e do nosso pai (Steven Spielberg) e um monte de mensagens de texto dizendo que eu deveria ligar para eles urgentemente. Comecei a pensar que algo muito, muito terrível tinha acontecido, até que liguei de volta e eles disseram que o nome da banda tinha que ser Wardell e eu imediatamente me apaixonei pelo nome. Simples assim. É meu nome do meio, é o apelido da nossa mãe e soa como o nome de um girl group dos anos 1950. Achei uma boa combinação.

******

E um bonus track: fiz minha primeira matéria de dança pra firma, eu, que dancei a vida inteira. Curioso é que quando eu estava fechando a dita cuja, uma das minhas melhores amigas e companheira de balé me chamou pra contar que tinha voltado a fazer aulas. Depois eu me dei conta de outra coisa: esse texto foi publicado no dia do aniversário da minha eterna professora de dança, Athené Wilkes Tamisier. Adoro essas coincidências, sabia?

Balé ‘Carmina Burana’ é encenado pela primeira vez no Brasil

Comente

Upflix, um app pros assinantes da Netflix

upflix2

Reza a lenda de que tem aplicativo pra tudo nessa vida. Até pra resolver o problema de outros aplicativos. Assinantes da Netflix já devem ter se irritado com a dificuldade de encontrar as novidades no catálogo, coisa que o Upflix resolve. O app, que serve só pra quem assina o serviço brasileiro, avisa por notificações o que tem entrado de novo (com um histórico prévio que data da chegada do serviço ao Brasil – ou seja, uma listagem fácil de navegar com tudo). Nessas notificações, o pessoal ainda costuma contar se o filme ou série é bem cotado no IMDb, se é recente, se é um retorno ao catálogo. Tudo bem prático.

Mas o melhor dele talvez nem seja sua função primordial. Ao clicar em cada obra disponível, você pode visitar a página do filme ou série em questão no IMDb e, o mais importante, criar uma lista com o que se quer assistir, coisa que eu sempre senti muita falta nos aplicativos da Netflix (seja pra TV, videogame, Apple TV ou iPad). Quer ter uma espécie de wishlist facilmente acessível pra não precisar ficar queimando a mufa tentando lembrar o que está ou não disponível? O Upflix resolve.

O Upflix é gratuito, tá disponível pra Android e iOS e foi uma bela dica do Samir.

P.S.: Sabe quando parece que ouvem suas preces? Escrevi esse post na semana passada, não consegui postar por conta de um problema no servidor d’OEsquema e na terça-feira a Netflix anunciou que finalmente incorporou a função de wishlist, pro alívio de todos e felicidade geral da nação. Mesmo assim, o Upflix segue tendo seu valor. :)

Comente

Sua banda pode tocar no Weezer Cruise II

Tem banda? Tá a fim de ir na segunda edição do cruzeiro do Weezer de graça, tocar no navio e ainda viver uma baita experiência? Ou, como os promotores do festival mesmo dizem, sonha em cruzar os mares com uma guitarra em uma mão e um drink na outra? Rivers Cuomo e companhia lançaram ontem à noite um concurso pra escolher mais uma banda pro line-up do festival em alto mar, que além da banda-mãe vai ter Cat Power, Ash, Toro y Moi, The Cribs, Diiv, Palma Violets e Ozma, entre outros (listados na imagem aí em cima).

Pra isso você tem que postar um vídeo da sua banda (tem que ter sido publicado depois de 20 de agosto) e torcer pra eles acharem que o seu tá dentro das especificações mínimas. A partir daí, é pedir pra geral dar aquele like amigo. O vídeo mais curtido até 31 de outubro leva duas cabines no Carnival Fascination e um showzinho pra galera que vai estar rumando de Jacksonville, na Flórida, pra curtir um sol Bahamas.

É claro que o negócio tem mais regras (e mais bem explicadas). Pra isso, você clica aqui.

******

Pra saber como foi a primeira edição do Weezer Cruise, em 2012, toma esse diário de bordo feito por mim mesma de presente.

 

Comente

‘Psicose’, o livro, é relançado no Brasil

Entrevistei o Stephen Rebello, jornalista da “Playboy” e um dos maiores especialistas na obra de Alfred Hitchcock, pra falar sobre o relançamento de “Psicose”, o livro de Robert Bloch que inspirou o filme, aqui no Brasil. Clicaqui pra ler a íntegra.

Comente

‘Blurred lines’, de Robin Thicke, em dez versões

Você já deve ter se ligado que esse chiclete é o novo ~~HIT DO VERÃO~~, né? Pois eu fiz uma listinha com versões, paródias e palhaçadas envolvendo “Blurred lines”, do Robin Thicke.

Tem Vampire Weekend, Queens of the Stone Age, Bill Clinton, Muppets, Jimmy Fallon e até “Breaking bad”, sem falar na versão feminina, que dá uma zoada no sexismo da coisa toda. Tá lá no site da firma, clicaqui pra ver.

Comente

‘Overdose’ estreia hoje na MTV

Vocês já estão sabendo: a MTV Brasil como conhecemos vai acabar, mas vai acabar em grandessíssimo estilo. Estreia hoje, às 23h, “Overdose” (ex-”Rock’n'roll”), a primeira produção criada, escrita e dirigida pelo Arnaldo Branco (com o auxílio luxuoso de Tatiana Contreiras e Antonio Tibau nos roteiros e assistência de direção de Deborah Engiel), que vem a ser o senhor meu marido.

E tá dando orgulho, viu. A história da banda de garagem que mora em uma garagem estrelada pelos Quases Juliano Enrico, Daniel Furlan e Raul Chequer se divide em 13 episódios de 15 minutos cada (os dois primeiros vão ao ar essa noite), todos narrados como um mockumentary espertíssimo, cheio de boas piadas e referências (a trilha sonora também é espetacular).

A produção é da Carambolas (do saudoso “Larica total”), rola participação especial de Paulo Tiefenthaler e Charles Paraventi (Gênio do Guaraná Antarctica, “Malhação” etc) e o elenco e os bastidores reuniram tanta gente querida e talentosa que nem dá pra citar.

Sei que sou suspeitíssima pra ficar falando, então prefiro deixar o material falar por si só:

Aqui tem um teaser:

 

E outro:

E outro:


Aqui tem uma crítica incrível da Patricia Kogut:

E aqui tem entrevista com o Arnaldo no Uol, no Destak, chamada no Omelete e no blog do Lucio Ribeiro.

Aqui tem um making-of:

making of overdose from chico serra on Vimeo.

Aqui tem trechos de roteiro:

1 Comentário
Página 1 de 1212345...10...Última »