OEsquema

Quem é do Méier não bobéier…

… mas quem não for ao show do Tame Impala, quinta, no Imperator, vai marcar uma touca danada (pra usar outra expressão velha).

Isto posto, senta que lá vem história

Semana passada, fui ao Imperator ver de perto a reforma do espaço com um belíssimo show de Ron Carter. Era minha primeira vez no centro cultural do Méier, desde sua reabertura, em junho desse ano. Apesar de nunca ter frequentado a casa por não ter idade suficiente pra tal, o Imperator marcou minha infância. Minha saudosa avó Dalva (que Deus a tenha) morava ali pertinho e a gente sempre passava por lá quando eu vinha ao Rio visitar minha família. Já adolescente, fiz cursinho pré-vestibular no mesmo (e aprazível) bairro e suspirava todas as vezes que dava de cara com a feirinha “de Petrópolis” que se instalou no prédio desativado do Imperator. Naquela época, já estava ciente de que a casa tinha abrigado shows históricos de Beastie Boys, Bob Dylan e outros tantos, e a única música que tocava ali era do rádio que embalava a venda de malhas.

Enfim, nostalgia do que não vivi à parte, o Imperator foi dignamente reformado e reaberto e, na semana passada, me dirigi até o prestigioso local, de carona com um amigo. Saímos de casa atrasados e, por consequência, acabamos chegando atrasados, meia hora depois. Como manda a praxe, não nos deixaram entrar no show de cara, pois Ron Carter já estava no palco. Como acontece em shows desse tipo e em espetáculos de artes cênicas, depois que a apresentação começa, já era, ninguém mais entra. Os funcionários da casa foram até bacanas, estavam esperando um momento de pausa (difícil em shows do tipo) pra deixar a galera do fundão enfim ocupar seus lugares. Eu e meu amigo pacientemente aguardávamos o momento em que poderíamos entrar, quando um fulano, também a esperar, solta um “palhaçada”. Retruquei lembrando a ele que nós é que estávamos errados. Outra perua loira começou a querer se exaltar e levantou a carta do “O Méier é longe”. ‘Tava demorando. Até por que o mesmo mimimi veio à tona quando o Queremos resolveu marcar o show do Tame Impala pro Imperator, em vez do tradicional Circo Voador.

O que acontece é que os cariocas são muito mal acostumados. A área nobre (e a efervescência cultural) se materializa na Zona Sul do Rio, que é pequenininha. Pra quem habita a região, ir pra Tijuca ou pra Barra da Tijuca já é exceção, uma escapada gigantesca da área de conforto, que as pessoas fazem parecer um suplício. Imagine ir até o Méier, meldels, que horror? Ok que não temos uma malha metrôviária decente como nossa cidade merece, mas chegar no Méier é não é tão difícil quanto os resmungões querem fazer parecer: tem ônibus à beça, dá pra pegar carona de carro com os amigos porque tem estacionamentos perto, dá pra dividir um táxi com a galera (dependendo do lugar, não dá nem R$ 40, dividindo por quatro sai a R$ 20 por cabeça ida e volta. Caro?). O Queremos até fez um GUIA pra ninguém ter motivo pra dizer que não sabia chegar na Dias da Cruz.

Dá também para mexer o traseiro gordo e deixar de preguiça e desculpinha esfarrapada. Se quando tem show bacana na Arena ou no Citibank Hall a gente se vira pra ir, por que não o Méier? E quantas vezes nós, jovens adultos, que acompanham bandas por aí, não nos despencamos pra outras cidades pra ver shows e festivais? O Imperator tá incrível, o lugar é bom, espaçoso, a acústica é bacana. Só o bar que ainda não aceita cartão, mas pra isso existe caixa eletrônico. O que não dá é pra perder o show de uma das melhores bandas da nova safra tocando músicas do disco novo, que ainda nem saiu, por bobeira. Tá dado o recado.

[Este post nasceu de um desabafo que publiquei em meu Facebook e é inspirado nas quantidades astronômicas de mimimi que eu vi por aí]

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Untappd, o Foursquare de cervejeiro

Esse papo de beber pra esquecer é muito dramático, mas indissociável do ato de encher a cara: quanto mais você bebe, mais você esquece. A equação é simples. Talvez motivados pela inevitável amnésia alcoólica, um grupo de cervejeiros criou o Untappd, aplicativo muito útil pra se registrar o que se bebe nestes tempos em que o hype são as cervejas especiais – até os tradicionalíssimos Lamas e Plebeu se renderam à moda. É sério.

Voltando ao aplicativo, o Untapdd é tipo um Foursquare de cerveja. Você marca o bar onde escolheu biritar, busca a gelada que está tomando, atribui notas à dita cuja, faz comentários com suas impressões e dá checkin. Tudo muito útil pra você se recordar que bebeu aquela cerveja que a ressaca certamente apagaria da sua memória. Como se não fosse bacana o bastante, você ainda ganha badges conforme seu consumo etílico, transformando o app em um drinking game virtual.

Outro ponto bacana do aplicativo é usar a geolocalização do celular pra encontrar o bar de cervejas mais próximo. O que torna o Untapdd indispensável, eu diria, e um belo incentivo pra enfiar o pé na jaca. Tem pra iPhone, pra Android e até usuários de Blackberry ou outros modelos podem acessar, via browser.

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A ideia do Foursquare serve pra tudo: há alguns meses indiquei aqui um site pra marcar os filmes que você vê, o I Check Movies, dá uma olhada.

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Se você não é da cerveja (é, esse tipo existe, tsc), não fique triste. Também tem app pra conoisseur de vinho, o Wine Notes.

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Tá pensando em onde usar o Untappd? Segue a lista de alguns bares e restaurantes do Rio (além dos supracitados Lamas e Plebeu) que têm uma carta de cervejas (bem) maior do que o cardápio de comida. Todos testados e aprovados pela casa:

Herr Brauer, no Flamengo - um dos primeiros bares de cervejas especiais a abrir na cidade, o Herr Brauer deu uma bela reformulada no cardápio, que oferece bolinho de arroz com geléia de pimenta, bolinho de peixe com chutney de manga e um fish and chips crocante e bem honesto. É tudo muito gostoso.

Aconchego Carioca, na Praça da Bandeira - meu restaurante preferido do Rio, comida brasileira em porções bem servidas, mas longe de serem baratas. Sou devota da costelinha de porco com barbecue de goiabada, que acompanha o melhor pastel de angu (recheado com requeijão de ervas) do mundo. Ah, sim, tem cerveja pra chuchu e está prestes a abrir uma filial em São Paulo.

Beer Jack, em Botafogo - Tem mais cerveja do que comida MESMO. A cozinha está em reforma, então o cardápio tem pouquíssimas (porém gostosas) opções de comes, como o croquete de provolone ou o kafta de carne. O atendimento é super atencioso, curti.

Delirium Café, em Ipanema - o primeiro bar da Delirium Tremens a abrir nas Américas parece a Disney dos manguaceiros. As paredes forradas de cerveja de tudo quanto é canto do mundo oferecem a vantagem de se levar o que quiser pra casa com 20% de desconto. Por lá, basta escolher o que se vai beber pra que eles gelem a cerveja na hora. Pra comer, muitas opções, muita coisa gostosa, como os moules et frites e o gravlax de salmão.

Salvatore Café, no Flamengo - Tem cara de boteco de rua, mas esconde verdadeiras preciosidades. Ali no aconchego da Praça São Salvador, você pode consumir uma boa amostra de opções de cerveja, a preços bem honestos. Pra comer, sanduíche de pastrami ou as empanadas da casa, que é super dog friendly e tem um atendimento excepcional. Bem coisa de bairro mesmo, saca?

Boteco Colarinho, em Botafogo - Se não estiver entupido de gente saindo pelo ladrão, é uma excelente opção pra beber de um tudo. As opções de chope (são várias) mudam de acordo com a rotatividade e também tem uma vasta carta de cervejas. Já teve a melhor empadinha de camarão com catupiry que eu já comi na vida, mas algo na receita mudou, infelizmente. Se você estiver se sentindo exótico, encare o bolinho de estrogonofe (é sério). Se não, vá no bolinho de arroz.

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O brasileiro que encantou Tarantino + Paulo Coelho

 

The Writer from Edson Oda on Vimeo.

Entrevistei pro site da firma o Edson Oda, publicitário paulista que ganhou um concurso da Red Bull, derrotando 200 concorrentes pra conhecer o Tarantino. Como ele realizou o feito? Criando um curta de 3 minutos, “The writer”, usando fotografias de cenas do western “Dias de ira”, de  Tonino Valerii, mesclada com referências visuais das histórias em quadrinhos. O resultado ficou interessantíssimo (taí em cima, ó) e rendeu ao rapaz um belo bate-papo com um dos cineastas mais aclamados da atualidade. Dá uma olhada no curta do cara aí em cima e saiba o que rolou no papo com o diretor de ”Cães de aluguel”, “Pulp Fiction”, “Jackie Brown”, “Kill Bill”, “À prova de morte”, “Bastardos inglórios” – e que se prepara pra lançar “Django livre”  (desculpa, sou tiete e não tenho capacidade de citar apenas um filme do cara). A matéria tá aqui.

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Outro papo que rolou essa semana foi com o Paulo Coelho. Entrevistei o best-seller com exclusividade pro Segundo Caderno pra falar sobre “Manuscrito encontrado em Accra”, seu novo livro, o primeiro depois de um problema no coração que quase lhe custou a vida. Podem torcer seus narizes até quebrar pra literatura dele (que eu já li bastante na adolescência, aviso logo), mas admitam que a postura dele com relação à internet é, no mínimo, admirável. A favor do download gratuito de sua milionária obra, usuário do Torrent, grande Twitteiro e Facebookeiro, Paulo, ainda por cima, fala muito bem. Dá uma olhada nos trechos do papo que enveredam por essa nossa interneta:

Você é um grande entusiasta do livro digital, foi o primeiro autor brasileiro a disponibilizar toda a sua obra para o Kindle e é a favor do download gratuito, tema que ainda causa muita discordância no meio literário. Você já foi criticado por essa postura?

Acho que os escritores simplesmente não entendem o que está acontecendo e sofrem da síndrome de Van Gogh: “Vou morrer e as pessoas vão descobrir minha arte”, o que é um equívoco. Ou eles se adaptam a essa realidade ou não vão sobreviver. Recentemente li uma reportagem no (jornal britânico) “The Guardian” que dizia que eu só podia agir assim porque sou rico, o que não é exatamente verdade. Quando eu comecei, tudo o que eu mais queria era ser lido, se existisse e-book naquela época, eu certamente apoiaria.

E seus lucros, foram afetados?

O número de pessoas que comprou meus livros aumentou barbaramente. E eu já sabia que isso ia ocorrer. Quando as pessoas percebem que você não é mesquinho, sobretudo na cultura da internet, elas o recompensam. Eu noto que elas querem pagar por conteúdo, desde que seja justo.

Essa sua relação com as redes sociais foi espontânea?

É supernatural. Fui um dos primeiros a ter perfil no Twitter, ainda em 2007. Meu Klout Score (rede que mede a influência das pessoas na internet em níveis que vão de 1 a 100) é 80, e sou a personalidade mais influente no Facebook. O que me mantém conectado com esse mundo é, em primeiro lugar, a curiosidade. Em segundo, é a possibilidade de falar com o meu leitor, coisa que eu nunca pude fazer direito em uma tarde de autógrafos. Hoje faço Twitcam, convido leitores pra jantar comigo e estou muito mais satisfeito com isso.

A autora americana Jennifer Egan ficou surpresa ao ouvir, durante sua participação na Flip deste ano, que você não goza de prestígio com a crítica. Como você avalia isso?

Acho que não há desprestígio nenhum, isso é uma microminoria, e não dou ouvidos para a crítica. Fui convidado para a Flip do ano passado, mas achei melhor não participar. Também fui convidado para a Campus Party (considerado o maior evento sobre inovação tecnológica do país) e aceitei na hora. O meu universo é esse. A Campus Party é para o meu tipo de gente. Não é melhor nem pior que os outros eventos, mas é do tipo que me dá prazer em participar.

Para ler a íntegra, clique aqui.

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Clipe de “Pra sonhar”, de Marcelo Jeneci

“Se a gente se casar domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra sonhar
Pra sonhar”

Com uma letra dessas, Marcelo Jeneci já embalou trocentos pedidos de casamento Brasil afora. Graças aos feedbacks que o rapaz recebia, surgiu a ideia de fazer do clipe de “Pra sonhar” um vídeo colaborativo, reunindo imagens de casamentos de gente de tudo quanto é canto do país. O clipe foi lançado hoje e um dos casórios mostrados é o da Nina e do Guga, do qual eu tenho um orgulho imenso de ter sido madrinha – afinal, eles são dos meus casais preferidos no mundo todo. Se você é manteiga derretida e chora em cerimônias de enlace matrimonial, prepare o lencinho, que são muitas cenas comoventes e o clipe é fofinho como a música merece.

A quem interessar possa, meus afilhados aparecem entre 51” e 54” e de novo aos 2’13” até 2’14”

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Bife com batata frita

Oi, tudo bem? Como vão vocês? Tô sumida, né? É que emendei uma semana de Flip + uma semana doente em casa + viagem pra São Paulo. Tempo pro blog, cadê? Na real, anda faltando tempo pra ler, ver filmes, praticar exercícios, ir na análise e até pra cozinhar, um dos meus passatempos favoritos. Enquanto mato as saudades do Batman (o meu cachorro), deixo com vocês a receita mais básica de todos os tempos: bife com batata frita. Mas não de um bife com batata frita qualquer e sim o bife perfeito, por Fred Leal, e a batata frita perfeita, por Bruno Fiuza.

Divirtam-se.

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Entrevista com Kevin Barnes, do Of Montreal

Vídeo da passagem de som da banda antes do show de São Paulo

O Of Montreal toca hoje no Rio (tocou em São Paulo na terça) e entrevistei o vocalista Kevin Barnes pra falar sobre o show que eles apresentarão no Circo Voador, a cargo do disco “Paralytic stalks”, muito mais soturno e deprê que seus antecessores que espirravam glitter por aí. A matéria foi publicada no Segundo Caderno de hoje, mas você pode ler no site d’O Globo.

No bate-papo, Barnes – um moço pacato, caseiro, casado, pai de uma filha e dono de um cão – relembrou momentos da primeira passagem da banda no Brasil, no Planeta Terra de 2010 (quando ele perdeu a linha, chutou o balde e escreveu uma música sobre); falou sobre o travestismo que assume em cima do palco; contou da barra pesada que passou na época da gravação do disco mais recente e ainda se derreteu em elogios aos Mutantes, sua banda favorita de todos os tempos.

 

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Final do Concurso de cantores do Karaokê Indie

Pois é. Eis que, aos 45 do segundo tempo, Liv Brandão é convocada para se aquecer, deixar o banco e assumir o lugar de Lia Novello, vencedora do I Concurso de Cantores do Karaokê Indie, que seria jurada na final da segunda edição do supracitado. O eventinho – um dos mais divertidos da cidade, vai por mim – rola esta noite na boa e velha Casa da Matriz.

Na eliminatória em que fiz o Simon Cowell meets Paula Abdul o nível já foi altíssimo, coisa de escorrer lagriminha, então quero nem ver nessa final. Quer dizer, quero sim. A brincadeira começa às 20h, pra dar tempo de todo mundo (participante ou não) soltar o gogó à vontade. Dona Pilar Garcez, a organizadora da bagunça, ainda avisa que os bravos guerreiros a chegarem antes das 22h ganham um Hi-Fi de cortesia.

Só pra sentir o drama, o vencedor do concurso vai levar 1 ano de VIP no Karaokê Indie + 1 mês de entrada grátis em qualquer evento aberto ao público do Grupo Matriz com um drink grátis + 1 garrafa de Ballantines 12 anos + 1 garrafa de Absolut + gravação profissional de 3 músicas no Estúdio Dharma. Maneiro, né? A responsa é grande!

E por último, mas não menos importante, dessa vez divido a bancada do júri com Ricardo Abrahin (do Estúdio Dharma), Carlos André Cruz (idealizador e curador do Karaokê Indie), Daniel Koslinski (Rei do Grupo Matriz) e Yan Guimarães (também do Estúdio Dharma). Tá bom, né? Pra confirmar presença, se joga aqui.

Como diria o Pica-Pau, e lá vamos nós…

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E pra não perder o hábito, playlistzinha com tudo o que vai rolar hoje à noite :)

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Álbum de fotografias

Recebi hoje um ótimo presente do André Teixeira, fotógrafo de mão cheia: imagens de quando bati um rápido papo com os cartunistas Robert Crumb e Gilbert Shelton na Flip, em 2010.

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Duplo expediente

Anunciei no Twitter e no Facebook, mas a brincadeira passou em branco neste blog: durante um mês reforcei a equipe do recém-nascido site do Caderno Ela. Além da cobertura (frenética!) de Fashion Rio e São Paulo Fashion Week, fiz umas materinhas aqui e ali, se liga:

Forneria Santa Filomena, um restaurante para também se comer com os olhos

Depois do post no blog, o casamento dos pratos artesanais com a decoração caprichada do restaurante da Praça da Bandeira ganhou uma matéria (com uma bela fotogaleria)

Conheça a estilista mineira que desbancou Armani para fazer o vestido de noiva de Camila Alves

Entrevistei a supertímida (e até então desconhecida) Ducarmo Castello Branco, estilista mineira que fez a top brasileira esnobar Giorgio Armani e Oscar De La Renta em seu enlace com Matthew McConaughey.

 

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“Acompanhe ao vivo a cobertura do Glastonbury deste ano”

“Não conseguiu ingressos para o festival desse ano? Não tema – estaremos transmitindo o evento durante todo o fim de semana, ao vivo de Worthy Farm”.

A chamada acima tá lá no “Guardian, só que, até onde eu sei, não vai rolar festival de Glastonbury esse ano – esse negócio de Olimpíada, folga estratégica, essas coisas. Entrei no site do festival, um dos maiores do mundo, e rola o aviso bem grandão: “there is no festival in 2012. 2013 tickets on sale in 107 days”.

Voltei no site do “Guardian” e chequei a data da publicação da notícia. Vai que republicaram por engano, né, gente, sei lá. Nada. 22 de junho de 2012. Até que me dignei a ler o texto e CA-RA-CA, eles estão filmando a fazenda que costuma sediar o lendário festival SEM NADA ACONTECER. “Há meia hora passou um pássaro” e “Olha! É um trator!” são alguns dos comentários galhofeiros feitos pela equipe do renomado jornal.

Até o momento do fechamento deste post, mais de 14 mil pessoas já assistiram ao tal livestreaming, uma bela ode ao nada e, principalmente, uma bela demonstração do mais puro humor inglês. Quer acompanhar também? Clicaqui.

Daqui a pouco passa uma vaquinha...

 

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