Arquivo: Cat Power ’
7 de maio de 2009 às 22h23
Cat (!!!) closer

(!!!) Boa notícia para os que, como eu, são adoradores da cantora Chan Marshall, mais conhecida como Cat Power. A moça volta a se apresentar no Brasil, no dia 18 de julho no Via Funchal. (!!!) Marque na agenda. Bora?
Vai lá:
Plateia Lateral – R$ 60,00
Mezanino Lateral – R$ 100,00
Plateia 3 – R$ 100,00
Plateia 2 – R$ 150,00
Mezanino Central – R$ 150,00
Plateia 1 – R$ 200,00
Camarote – R$ 300,00
Plateia VIP – R$ 300,00
E em 1998, no Bottom Of The Hill, San Francisco
8 de janeiro de 2008 às 19h18
Cat Power – Jukebox

O novo álbum da musa Cat Power sai agora dia 22 e a crítica não pára de elogiar. O trabalho é um disco de versões de clássicos como “New York, New York”, imortalizada por Frank Sinatra e “Don’t explain”, gravada por ninguém mais ninguém menos do que Billie Holiday e Nina Simone. Você já encontra algumas das músicas no iTunes, claro, mas nesse caso eu prometi esperar o CD, naquele formato antigo…Caixa, encarte e tudo mais. Escute por mim e conta aí o que você achou. Enquanto isso, a gravadora soltou vídeos da cantora no Hit Factory estúdio, de Miami. Aperitivo.
28 de outubro de 2007 às 2h54
TIM Festival – SP
Vamos lá! Começou!
- Toni Platão abriu o TIM e foi motivo de vergonha alheia. Pena…Ele até que tem uma voz bacana quando não está acariciando os mamilos.
- Aos 45 do segundo tempo eu consegui acabar com a maldição e finalmente não perdi o show da Cat Power. Aos 45 do segundo tempo São Paulo se deu bem (sorry Feist) e ganhou uma apresentação extra da moça. Os dois shows serviram para tirar a uruca da última performance brasileira, quando Cat estava na pior fase de seu drama com o álcool. Dessa vez ela fez brincadeiras, reclamou da garganta, das caixas de som e disse que não merecia tantos aplausos. Modesta. Apesar dos problemas o show conquistou o público. Mas que faltou uma baladinha ao piano…Isso faltou.
- A banda Antony and The Johnsons fez o show mais emocionante da noite. Simpático, ele fez discurso feminista, pediu para que convocássemos nossas mães para as próximas eleições, contou fofocas gay de membros da banda e apresentou uma ótima versão de I Will Survive. Abaixo, um pequeno trecho de cada show e um brinde. Cat Power canta Crazy, de Gnarls Barkley em festival gringo.
16 de agosto de 2007 às 18h58
Lenka Kripac

Ela ainda precisa comer um bom prato de arroz e feijão para chegar aos pés de Cat Power, mas entra fácil para a série jovens-cantoras-gatas-de-músicas-bonitinhas. A australiana Lenka Kripac, 29 anos é a dona da voz mansa que você escuta aqui e conhece um pouco mais…abaixo.
Você ainda mora na Austrália?
Não moro em lugar algum. Tenho viajado muito.
O que você fazia antes de se tornar cantora?
Fui atriz por muitos anos. Já participei de filmes australianos e programas de tv.
Porque mudou a carreira?
Meu pai é músico de jazz. Comecei a cantar com ele quando tinha 6 anos em teatros e cabarets. De um dia para o outro passei a compor minhas músicas e já estou na estrada há cinco anos.
Quem são seus artistas favoritos?
Bjork, Arcade Fire, Amy Sedaris, Antony and the Johnsons, Will Oldham, Michel Gondry, Mathew Barney, Decoder Ring, Cat Power…
Você gosta de fazer shows?
Sim e não. Amo cantar para as pessoas, mas acho que o show é uma experiência muito desgastante.
Se pudesse escolher alguém para cantar junto hoje…Quem seria?
The Bird and the Bee e André 3000.
Você toca algum instrumento?
Piano.
O que você conhece de música brasileira?
Adoro o Cansei de Ser Sexy.




Kátia Lessa é repórter da Folha de São Paulo, faz críticas de moda para a Oi FM e neste blog salva notícias condenadas a morte.
E-mail: katia.lessa [no] gmail.com 