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.PornPop Festival.

Embrião do Porn Film Festival Berlin, que já está na sexta edição, o PopPorn Festival acontece em São Paulo de 26 de maio a 2 de junho. Entre as atrações, um workshop que ensina como fazer vídeos pornôs caseiros. Isso mesmo. Chega de filmagem bagaceira, ângulo errado…

Pamela Anderson, Paris Hilton e Meg White poderiam ter caprichado mais na produção de seus escândalos se tivessem passado por lá. Confira o papo que bati com os pornógrafos da Xplastic, professores da Luz Vermelha Filmes,  que vão apimentar a sua sextape:

Qual o perfil do público que procura um workshop como esse?
Recebemos emails de pessoas entre 20 e 40 anos, casais que praticam swing e que tem o exibicionismo como parte de sua vida sexual. A maioria é de classe B e C, pessoas com acesso a internet e interesse nos assuntos sexo e produção áudio visual.

Como funciona o workshop? Qual a programação?
Ele dura duas horas e meia. Iniciaremos falando sobre a preparação de equipamentos e iluminação mas sempre considerando equipamentos disponíveis na casa de qualquer um e não equipamentos profissionais. Teremos duas atrizes que vão falar sobre suas experiências reais em filmes pornô e dar dicas para quem quer fazer em casa. Depois dividiremos alguns grupos para que cada um elabore um roteiro simples, e monte um plano para a gravação. No final, todos terão a oportunidade de dirigir e gravar, levando para sua casa uma lembrança do festival.

Que tipo de dicas são fundamentais para quem busca produzir seus vídeos caseiros?
A primeira é não se intimidar por não ter equipamentos profissionais, da para usar até um celular. Depois é o consentimento, não queremos ninguém captando imagens não autorizadas, ou escondendo câmeras em banheiros, fazer um vídeo caseiro é uma brincadeira muito séria.

Quais os pecados a evitar?
Iluminar mal é um grande pecado. Quando mais básico o equipamento mais luz se faz necessária. É importante lembrar do enquadramento. Ás vezes quem esta gravando está mais a fim de ver a cena do que de filmar e esquece a câmera apontada para o lado errado, não aperta o REC no meio da empolgação e acaba perdendo a cena.

O que não pode faltar em uma boa videoteca porn?
No pornô Hard Core não podem faltar os vídeos da fase inicial do Buttman, os chamados Gonzo (onde o protagonista grava a cena e interage com as atrizes), Sugiro “As aventuras de Buttman”. Os vídeos caseiros que você encontra no site www.homegrown.com/ são uma boa fonte de inspiração para quem esta começando e os vídeos da Serie “No Warning” da Belladonna onde ela grava e conduz as cenas.

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.Melancholia.

Confira o trailer de Melancholia, o novo filme de Lars von Trier:

No elenco: Kirsten Dunst, Kiefer Sutherland, Charlotte Gainsbourg, Alexander Skarsgård, Charlotte Rampling, Stellan Skarsgård, John Hurt, Udo Kier, Jesper Christensen, Brady Corbet and Cameron Spurr.

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.Quem é essa garota?.

Na revista sãopaulo, da Folha do último domingo, eu entrevisto Laura Neiva, a jovem que se descobriu atriz durante as gravações do longa “À Deriva”. Nascida quando a mãe tinha apenas 15 anos, criada pela avó até os 5 e longe do pai biológico, ela não teve pressa para realizar o segundo papel da carreira. Voltou para a escola, negou convites para novela, colocou aparelho nos dentes, e agora flerta com Hollywood. Mais, aqui.

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Let’s Get Lost

Eis aqui a música que Natasha Khan, do Bat for Lashes e Beck fizeram para o filme Eclipse, o terceiro da série Crepusculo. Com essa dupla, só
poderia sair coisa boa.

Touch me I’m cold, unable to control
Touch me I’m golden and wild as the wind blows
And tumbling tumbling, don’t go fascination
If just for tonight darling, let’s get lost
If just for tonight darling, let’s get lost

Let me come closer, I’m not your shadow
With our eyes shielding from the oncoming counts
It’s not hard for us to say what we should not

If just for tonight darling, let’s get lost
If just for tonight darling, let’s get lost

Touch me I’m cold, unable to control
Touch me I’m golden and wild as the wind blows
And tumbling tumbling, don’t go fascination

If just for tonight darling, let’s get lost
If just for tonight darling, let’s get lost
If just for tonight darling, let’s get lost

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Procura-se amor. Desesperadamente

Eu nem sou daquelas mulheres que rejeitam filmes violentos, policiais, aventuras etc… Aliás, meu gênero preferido é o Drama e meu herói adolescente foi Indiana Jones. Talvez minha única birra seja com aquele tipo de terror que envolve monstros cheios de gosmas, seres de 9 cabeças, bebês torturados etc… Mas até isso eu encaro por curiosidade. De resto, na telona, eu topo quase tudo. Porém, de uns tempos pra ca, tenho sentido falta daqueles romances de molhar a camiseta, de soluçar, de fazer perder a voz, suspirar com aquele sorriso leve no rosto… Nem consigo lembrar a última vez que aconteceu.

Ando com vontade de flores, de beijos arrebatadores, de reencontros inesquecíveis, de declarações de amor de arrepiar a alma, de noites de sexo que são como um alívio, e saudades do tipo que faz você cruzar um continente em troca de um mísero abraço. Por isso, queria pedir a ajuda de vocês para fazer uma listinha. Qual seu filme de amor inesquecível? Manda ae!

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Paul Auster sogrão!

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Sophie Auster

Mesmo eu, que sou apaixonada por Paul Auster, tenho que reconhecer que como diretor ele continua um brilhante escritor, poeta e dramaturgo. A crítica torceu o nariz para a quarta produção cinematográfica do cara – The Inner Life of Martin Frost – que nos festivais brasileiros recebeu o título de Kimera – Estranha Sedução. Os outros trabalhos do norte-americano nas telas foram Cortina de Fumaça, Sem Fôlego e O Mistério de Lulu. Para não dizer que o filme é de todo ruim, ele conta com a participação de Sophie Auster, a belíssima filha do escritor, que além de atuar é modelo e arrisca uma cantoria de vez em quando. Abaixo, o trailer de The Inner Life of Martin Frost e um trecho de show de Sophie. A filha ele fez direitinho…

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Sick Love

 

O filme O Passado – o 9º e melhor longa de Hector Babenco – abre a 31º Mostra Internacional de Cinema em São Paulo no dia 18 de outubro. A história é baseada no romance homônimo do argentino Alan Pauls. No elenco, o mexicano Gael Garcia Bernal interpreta o tradutor Rímini. Analía Couceyro – cujo habitat natural é o teatro – surpreende ao traduzir com competência a angústia amorosa desmedida da personagem Sofia. Há ainda a pequena, porém brilhante e definitiva participação de Paulo Autran, que rouba a cena na pele de um palestrante francês. Apesar de não ser uma tradução literal do livro, as duas obras tratam do amor obsessivo, que impede que duas pessoas sigam suas vidas após o término do relacionamento de 12 anos. Em entrevista a este blog o escritor e crítico de cinema Alan Pauls, ganhador do prêmio Herralde, concedido para livros de ficção em língua espanhola, fala sobre o filme e sobre o amor febril.

 

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A personagem de Sofia cria a associação das Mulheres que amam demais anônimas (MADA). Você conhecia esse grupo antes de escrever o livro?

Quando escrevi meu romance não sabia que essas mulheres realmente existiam, que isso era uma patologia. Apenas imaginei um grupo de mulheres que sofriam pelo excesso de amor e resolviam se reunir para compartilhar esse mal. Na minha história elas são como uma célula de terrorismo emocional. Hoje entendo que as minhas MADA são o oposto das verdadeiras. Minhas personagens acreditam que devem levar o amor até as últimas conseqüências. Que não devem moderar nem reprimir os sentimentos. As mulheres reais tentam corrigir as quantidades, tentam amar menos. Minhas meninas são amazonas do amor. Fazem de tudo para mostrar a seus homens que não há nada no mundo que se compare ao amor que elas podem oferecer.

Você já passou por uma situação de amor obsessivo?

Nunca fui vítima de nenhuma MADA, mas já sofri muito por amor como qualquer pessoa nesse planeta. Creio que o amor é uma paixão insalubre, como toda a paixão verdadeira. E quando esse amor acaba duas novas histórias se formam no imaginário de cada um dos amantes. Do homem e da mulher. Umas mais tristes do que outras.

Você acha que existem homens que amam demais?

Não tenho dúvidas. A única diferença é que nenhum deles vai ter coragem de te confessar isso.

O seu livro é quase obsessivo na descrição dos detalhes. O zoom usado por Babenco é a técnica equivalente para retratar a história e traduzir a angústia dos personagens?

Sem sobra de dúvidas. As histórias não são idênticas, mas meus livros tem muito de cinema. Gosto de usar as plataformas, as técnicas cinematográficas, mais do que o texto quando penso em escrever. E ele entendeu.

 

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Natalie Portman e Adrien Brody

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O curta de Wes Anderson, que traz a musa Natalie Portman (nua…) pode ser baixado de graça no iTunes. Se você ainda não viu, clique aqui. A produção é o prelúdio do longa “O Expresso Darjeeling”, com Adrien Brody, que chega aos cinemas logo mais, dia 23 de novembro.

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Império dos Sonhos – Lynch

Se você conhece a obra de David Lynch e está a caminho de seu novo filme é natural que chegue ao cinema com alguma complacência pelo bizarro, pelo único, pelo diferente. Você até espera ser surpreendido. Porém, dessa vez o roteirista e diretor passou dos limites. Estéticos, estilísticos e sensoriais. “Império dos sonhos” é um acumulado de imagens genialmente perturbadoras que derrubam todo e qualquer parâmetro no qual eu consiga apoiar um comentário. O filme é uma experiência que não pode e nem deve ser explicada. Um trabalho que independentemente de agradar ou não no final, vai te conduzir durante três horas por lugares e sensações perto das quais você jamais esteve. Café antes e chá de camomila depois.

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Lynch e Gondry

Já que não da pra escapar dos comerciais, que pelo menos eles sejam feitos por gênios como Michel Gondry e David Lynch. Abaixo, a nova propaganda do Motorola Razor 2 e os bastidores da produção do perfume Gucci.

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