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SWU – .CSS.

O CSS fez um dos shows mais animados do festival. A trupe de Lovefoxxx se deu bem com o atraso do Queens of the Stone Age e fez o povo suar na tenda do Oi Novo Som.

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lovefoxxx

Lovefoxxx fala sobre a volta para o Brasil, anuncia gravação do novo disco e mostra o visual novo, de cabelos curtos e com seis kg a menos. Peguei aqui.

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Luiza Sá além do CSS

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Quando não está com guitarra ou baquetas em mãos, a CSS Luiza Sá faz barulho com os clicks que dispara de seu terceiro instrumento, a máquina fotográfica. O que antes era brincadeira de família virou coisa séria. Com parte do material fotográfico organizado e junto com mais duas artistas, ela expôe pela primeira vez na galeria Gorker e, de NY, bate um papo sobre seu trabalho fora dos palcos.

Quem são as outras artistas e qual a ligação do seu trabalho com o delas?
A Cris Leone foi minha colega na FAAP e é como uma irmã pra mim. Ela mudou-se pra Austrália em 2007 e em 2008 quando eu fiz tour por lá ela veio comigo pra Melbourne para el fazer mais arte. Numa festa uma garota fotografou a gente e ficamos amigas. Essa garota era a Hana Davies. Mantivemos contato e começamos a falar de projetos e trocar fotos durante uns 9 meses. Ela falou da Gorker pra mim e começamos a fazer planos. O trabalho da Hana é foto e o trabalho principal dela são colagens feitas com Polaroids SX70. Acho que temos uma ligação forte no assunto que fotografamos e eu também trabalho com filme. A Cristine também tem um trabalho super forte de vídeo instalação no qual ela usa o próprio corpo. Acho que os 3 trabalhos (incluindo o meu) são bastante femininos, no sentido de que olhamos o mundo e retratamos esse olhar feminino no trabalho.

Você fez artes plásticas na FAAP. Chegou a terminar ou o sucesso do CSS interrompeu as coisas?
Interrompeu mas eu pretendo terminar porque eu adorei esse curso (não cem
por cento dele, mas a maioria) e porque só faltava um semestre!

Como começou a sua ligação com a fotografia? Você também transita pela pintura, escultura, etc…?
Sempre gostei de tirar fotos e amo arte. Não pintura, mas sempre fiz muito desenho, aquarela, e sempre amei música e cinema. São coisas diferentes mas que estão no mesmo lugar. A câmera que eu uso até hoje é a câmera que era do meu pai e ele comprou no final dos anos 70. Ele me deu uma câmera quando eu era criança e tirar fotos sempre foi uma coisa que dividi com a minha irmã. Ela me ensinou a colocar o filme na minha Nikon (que roubamos do meu pai) e eu comecei a fazer fotos. Foi completamente intuitivo.

Esse trabalho foi pensado para uma exposição, ou você editou material que habitualmente já registrava nas suas andanças?
A edição das fotos surgiu naturalmente de trabalho que já existia. Teve uma foto na exposição que foi uma coisa que eu fiz para a exposição e é bom poder trabalhar com uma intenção, mas normalmente meu trabalho é constante porque é registrar a minha vida. Por viajar muito eu não imprimo muitas fotos, eu fico só escaneando, e acho que isso é um problema agora. Estou tentando mudar isso.

Tem nomes de artistas para indicar? Conheceu gente boa durante as viagens?
Quando eu comecei a tour tentei fazer tudo ao mesmo tempo e isso me deixou meio louca porque viajar e trabalhar viajando são coisas completamente diferentes. Viajar trabalhando numa coisa que faz você lidar com tanta energia e tanta gente é mais pesado ainda. Sinto que a fotografia me protegeu do mundo. Poder carregar uma câmera e olhar tudo e entender o que aconteceu durante esse anos foi muito importante pra minha saúde mental. A câmera enxerga coisas que nós não enxergamos. Eu conheci bastante fotógrafos que vieram nos fotografar. A Roberta Ridolfi, Miguel Villalobos, Nick Knight e outras pessoas também. Muita gente jovem também fazendo coisas boas. Não estou conseguindo lembrar muito agora mas colaborei pra revistas de pessoas que conheci trabalhando, tipo a Apartamento (apartamentomagazine.com) e a Pig.

Você é a fotógrafa oficial das turnês do CSS ou não existe a preocupação de registrar o trabalho com a música? Alguém da banda não gosta de ser fotografado?
Acho que meu lado fotógrafa já existia antes da banda começar e eles sempre foram fotografados por mim então eles já estão acostumados. Não é um assunto. Eu não gosto de fotografar ninguém num momento completamente frágil, a não ser que eu consiga mostrar a beleza disso, mas prefiro manter uma amizade do que uma boa foto, apesar de saber diferenciar uma coisa da outra de uma maneira não pessoal. Acho que eu não poderia ser uma fotojornalista. As pessoas da banda acabam sendo muito fotografadas, mas é porque essa é a minha vida e não porque estou tentando fazer fotografia de música. Eu não sou oficial de nada. Muitas vezes usamos minhas fotos pra várias coisas, mas se for pra mostrar a banda inteira eu sempre fico faltando nessas fotos. O Adri no começo ficava mais duro, mas depois de 2 anos (ou 5 anos!) qualquer um esquece e desencana. É bom “quebrar” alguém com o tempo. Acho que hoje eles confiam em mim e sabem que eu vou retratar todos eles com amor.

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Pelo que eu vi a exposição envolve um universo muito feminino. Qual a temática? Existe uma musa no seu trabalho? Uma figura feminina que te inspire?
Acho que pode ser até um homem, acho bom usar a palavra feminino e não a palavra MULHER. Feminino no sentido de que você pensa no outro, você olha além de si mesmo e isso inclue olhar a si mesmo. Eu tenho várias figuras
femininas que me inspiram desde minha mãe e minha irmã, a todo mundo que está a minha volta. Ao mesmo tempo eu vejo muito dessa mesma energia nos homens. Acabou que quando editamos a exposição, tínhamos todas essas fugiras femininas e isso aconteceu naturalmente. O conceito chegou depois do trabalho. Acho que talvez estivéssemos tentando retratar a figura da mulher de uma forma mais real do que já foi feita antes.

O que veio antes? Guitarra, bateria ou máquina fotográfica?
A bateria foi só um freela que aconteceu! Nunca tive uma bateria então não deu pra crescer em nada. Acho que a câmera e a guitarra chegaram na mesma hora porque eu tenho um violão desde que eu tenho 8 anos e eu lembro da minha primeira canon point and shoot bem tosquinha (na verdade era da minha irmã mas ela sempre emprestou), que até que funcionava e eu levei pra Ubatuba e tirei um monte de fotos com a minha irmã que eu amo até hoje.

Você lembra da primeira foto que tirou na vida?
Não exatamente, mas lembro da época que descobri o que era tirar foto e eu tinha uns 8 anos, quando eu tinha minha própria câmera e podia sair fotografando sem ninguém controlando. Meu pai sempre teve câmeras e telescópios e coisas do tipo. Meu avô vivia fazendo vídeos da família e eu era louca pra filmar mas ele não deixava. Tem um vídeo de eu brigando com ele pra filmar.

Se a banda acabar, acha que gostaria de viver como fotógrafa?
Não sei porque a minha fotografia não é nem um pouco comercial e eu nem sei se conseguiria viver dela. Eu estou fazendo as coisas que eu gosto e elas estão acontecendo e foi assim com a banda também. Acho que se a banda acabar eu penso nisso mas agora eu não passo muito tempo pensando assim. Talvez eu devesse mas eu prefiro viver o agora.

Alguma chance de expo no Brasil?
Estou fazendo mais coisas com as minhas fotos, colaborando com mais publicações pelo mundo. Vou estar numa coletiva aqui em Philadelphia que depois vem pra Nova Iorque mas não tenho nenhum plano de exposição no Brasil. Eu quero muito sentar um dia com o Edu Brandão e mostrar minhas fotos. Ele foi um dos meus primeiros professores que realmente me ensinou a enxergar o mundo fotográfico (da arte).

Quem você gostaria de fotografar?
Boa pergunta. Acho que eu gostaria de fotografar a Isabelle Hupert, o cast de Twilight, John Waters, Pj Harvey, Kate Bush, Gwen Stefani, Patti Smith e alguns atores e às vezes eu queria pedir pra fotografar gente na rua mas eu não consigo fotografar estranhos. Talvez se eu começar a pagar pessoas funcione. E continuar a fotografar os meus amigos, porque pra mim quanto mais tempo melhor.

Algum ídolo na fotografia?
Vários. Nan Goldin, William Eggleston, Richard Avedon, Larry Clarck, Imogen Cunninham, Sally Mann, Juergen Teller…

Qual sua câmera predileta? Usa digital?
Eu não consigo fazer fotografia digital. Não quero soar estúpida e fechada, mas eu quase acho pior, acho que faz o mundo ser mais feio mas provavelmente alguém pensou isso da fotografia um dia. Tem gente que trabalha bem com digital, não eu. Meu problema maior está na qualidade das cores, do grão e da “atmosfera”. Pra mim é quase outra mídia. Eu sinto o mesmo com o vídeo versus filme, mas de novo, tem gente que trabalha super bem com vídeo, não eu. Na faculdade meus vídeos eram ridículos e quando eu fiz meu primeiro super 8 eu já cheguei bem mais longe. Essa conversa é super comprida…

Eu tenho várias câmeras. A que eu mais uso é a Nikon F. Eu tinha uma Leica
M6, que foi a câmera mais incrível que eu já tive mas eu perdi e foi um trauma. Eu adoro a Leica minilux, que é uma compactazinha incrível, eu gosto da Holga pra coisas específicas e também estou usando uma contax G2. Pra capa do Donkey eu quis fazer médio formato e emprestei uma Hasselblad, eu ainda vou comprar uma Hassel. Ah, esqueci mas eu uso muito câmeras descartáveis, é bom porque é meio trash mas tem muito caráter. É um pouco limitado mas é bom desconstruir tudo. De qualquer forma eu gosto da lente 28mm. Gosto mais de wide mas não tão wide tipo a 21mm.

E a banda? Em que fase vcs estão? Tocando, compondo, na estrada?
Estamos na fase férias, depois de 5 anos de trabalho constante que incluem essas três coisas que você mencionou. Na verdade temos cinco shows marcados agora pelo mundo e infelizmente nenhum no Brasil. Vamos começar a
compor lá pelo segundo semestre.

Qual o momento mais aguardado do verão por aí? Algum festival, algum
país específico onde planejam tocar…

Vamos fazer poucos shows esse ano mas todos parecem ser incríveis. Temos um em Portugal mês que vem, depois o festival ALL TOMORROW’S PARTY na Inglaterra, que teve curadoria dos Breeders e além de ser um festival incrível, ter os Breeders chamando a gente pra tocar foi a cereja do bolo. Depois vamos tocar na Polônia, que nunca fomos e eu quero muito conhecer. A mesma coisa Marrocos, tocar na Africa pela primeira vez. Depois em
agosto fechamos o verão em um dos nossos lugares preferidos: Japão.

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Luella’s pink show

Tudo muito mulherzinha no desfile de Luella Bartley em pleno segundo dia de London Fashion Week. A estilista queridinha da CSS Lovefoxxx – com a qual ela já declarou que faria seu vestido de noiva – caprichou nas rendas, babados, flores, corações e drapeados. Além, claro, de muito rosa. A cor foi a estrela da noite, ao lado de tons pastéis e o laranja. Destaque para os sapatos estilo barbie e acessórios de cabeça com laços e mais laços. Uma fofura. Alguém aí viu o meu pretinho?

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Blog do CSS

Quer acompanhar a rotina de shows e os “durnken buleeting” de Lovefoxxx e sua trupe do CSS? Tudo ficou mais fácil. Agora eles tem um blog. Vai lá.

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Glastonbury e a lama eterna


Sabe as galochas coloridas que viraram praga por aqui? Elas são uniforme obrigatório para quem freqüenta o enlameado Glastonbury, na Inglaterra. Esse ano, porém, os organizadores do festival convocaram a imprensa e mandaram a seguinte frase “Podem deixar suas wellies em casa. Esse ano teremos sol do começo ao fim da festa”. Poucos minutos depois…

A maioria não acreditou… Já os caras do Vampire Weekend … Ops!

E já que o papo é o modelito no Glastonbury… Que tal o perucão de cabelo branco que o CSS usou no show?

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Natalie Portman’s Shaved Head

Enquanto a atriz Natalie Portman se enrosca nas barbas do músico Devendra Banhart, uma novata banda de Seattle, mais preocupada com cabelos, coloca Washington pra dançar com o hit Ponytail e comemora o primeiro CD que sai dia 15 de julho. Conheça a Natalie Portman’s Shaved Head:

Como vocês se conheceram?

Todos nós estudamos em um colégio pequeno, que era focado em arte. Mas ficamos mais amigos quando tivemos que fazer um vídeo juntos, como trabalho de casa.

Qual a história por trás do nome da banda?

Tivemos que escolher um nome para nosso grupo de trabalho na escola e a Natalie havia acabado de raspar a cabeça. Não se falava em outra coisa nas ruas, então achamos que poderia ser engraçado e que todos iam guardar. E pegou.

Vocês são loucos pela Natalie?

Amamos a Natalie. Ela é inacreditavelmente bonita, boa atriz e parece ter os pés no chão. Adoraríamos conhece-la e esperamos que ela não fique brava com o nome da nossa banda.

Vocês estudaram música?

Claire e David tiveram algumas aulas de piano e violão, mas nenhum de nós estudou música formalmente. Aprendemos muito ao escutar nossos discos favoritos e tocando juntos todos os dias. Experimentamos o tempo todo e passamos os truques que aprendemos aos outros da banda.

Como é o processo de composição da banda?

As músicas geralmente começam comigo (Luke Smith) no estúdio caseiro. Faço a parte instrumental, guitarra, sintetizadores, percussão etc…Quando tudo parece estar indo bem, eu chamo o Shaun e nós passamos horas sentados em frente ao computador rascunhando melodias até chegar a um click. Depois adicionamos idéias de letras e juntamos a banda toda para ensaiar. Nessa fase a música sempre muda bastante. Quando achamos que está tudo ok, gravamos uma demo e pronto.

Quais as bandas que são consenso entre vocês?

Weezer, Kanye West, LCD Soundsystem, soul e discos da Motown, Black Lips, CSS, Daft Punk, ELO, Feist, Hot Chip, Junior Senior, popmainstream e hip hop, Of Montreal, psicodélico dos anos 60, Spoon, T. Rex, The Unicorns.

Entrevistei uma banda na semana passada que disse que o mundo vai acabar e que eles querem mais é dançar até morrer. Vocês concordam?

Não estamos muito preocupados se o mundo vai acabar ou não. Nosso objetivo maior é diversão, mas queremos mesmo é viajar, espalhar o amor e o calor causados pela música, além de proporcionar doces noites de dança. Temos isso quase como uma religião. Também não precisamos nos entupir de drogas como muita gente faz por aí…A música é a nossa droga.

Vocês já sabem em quem vão votar nas próximas eleições presidenciais?

Prefiro não dizer agora, mas definitivamente não queremos mais esse “white dude” que está aí.

Já vi o som de vocês ser classificado como new rave por aí, mas sinto algo muito mais pop e electro. Onde é que vocês se encaixam?

Acho que fazemos um Pop Electro Rock Disco Magic Sweetness. Algo belo e natural. Não acho que nos encaixamos nessa coisa de new rave. Aliás penso que esse termo é mais uma invenção da imprensa britânica para hypar bandas novas. Mas se eles querem nos incluir nessa, ok…Vou continuar fazendo meu trabalho sem pensar no rótulos. A turma da New Rave é bem legal. Não tenho problemas com eles, adoro os Klaxons e até já os conheci durante uma passagem da banda por aqui.

Quem faz os desenhos das camisetas da banda de vocês? Vocês gostam de moda?

Moda é demais! Nós adoramos lidar com essa parte do show. Sempre sabemos o que vamos usar com uma semana de antecedência do show. Vasculhamos lojas e sempre acabamos comprando as coisas mais malucas e “top cool”. Quanto as nossas camisetas…Nós mesmo fazemos as ilustrações. Quando for usar a sua, saiba que ela foi mesmo criada pela banda.

Vocês conhecem música brasileira além do CSS e Bonde do Rolê ?

Siiiim! Adoramos música brasileira. Nosso primeiro contato foi através da compilação “Tropicália”. Os Mutantes, Jorge Ben, Caetano Veloso e Gal Costa são absolutamente incríveis.

Ligam para literatura?

Acabei de ler Breakfast of Champions de Kurt Vonnegut e todos nós lemos Dave Eggers. A maioria da banda está lendo What Is The What no momento.


O que tem de legal pra fazer em Seattle no tempo livre?

Não temos tido muito tempo livre, mas por aqui sempre tem algum bom show acontecendo. Shaun e David acabaram de sair do Kanye West e o resto da banda está enciumada. Além disso adoramos freqüentar uma casa de sanduíche cubano que o David descobriu há algum tempo.

Vocês tem planos para o verão?

Vamos tocar em festivais por aqui, porque ainda somos pequenos, mas pode apostar que no ano que vem vamos estar em turnê pelo mundo, ao lado das bandas mais legais.

Quais seriam essas bandas?

Prince, Snoop Dogg, Kanye West, Weezer, Kylie Minogue, Daft Punk… (risos) Ou mais realisticamente…MGMT, CSS, LCD Soundsystem, Hot Chip…

E o Brasil está incluído nesse roteiro?

Não temos nada concreto, mas seria absolutamente insano tocar no seu país. Esperamos ir logo.

Top 5 do ipod da banda:

Pork and Beans – Weezer
Rock N’ Roll Suicide – David Bowie
Bounce That – Girl Talk
Felicidad – Boney M.
Divine (Midnight Juggernauts Remix) – Sebastian Tellier

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Lovefoxxx – making of Dazed & Confused

Catching up with CSS

Lovefoxxx, a vocalista do CSS, gosta de revistas gringas. Ela está na capa da Dazed & Confused desse mês . Quer ver um making of do ensaio? Clique aqui.

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Making of Dazed & Confused

 

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CSS e Zapping

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Na reta final da maratona Fashion Week, o domingão foi de balada forte no Love Story. A festa marcou o lançamento da coleção exclusiva criada pelo CSS para a Zapping. A banda inaugura um projeto de revitalização da marca que acontece através de convidados – não necessariamente estilistas – que serão responsáveis por pequenas coleções a cada estação.

As camisetas do Cansei são coloridas, cheias de grafismos e custam em média 90 reais.

Para saber mais da festança – ou ao menos o que pode ser mostrado no horário nobre – confira as imagens do fotógrafo, vendedor de cocada e mecânico das horas vagas Cobra Snake, que desfilou seu bigode texano e seu peito cabeludo no evento.

 

 

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E o Planeta Terra?

A organização estava impecável e São Pedro ajudou. O Festival Planeta Terra fez bonito na noite de ontem e o público teve que se desdobrar entre uma tenda e outra para conferir as atrações mais bacanas.

Quem viu o Tokyo Police Club gostou. Como eu cheguei no fim…Fica pra próxima. Só o que eu peguei foi o vocalista perambulando de cabeça baixa pela área do Main Stage antes do show da Lily Allen.

Os simpáticos noruegueses do Datarock animaram o público do Indie Stage. Se o som fosse tão bom quanto a performance eu juro que teria sido um show incrível. Mesmo assim, Ket Ill e sua trupe colocaram o povo pra pular com o hit Fa-Fa-Fa e um final divertido. “Não percam o show do Devo! Nós estamos indo pra lá”, gritava Fredrik Saroea sobre uma de suas principais influências.

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Que o Devo é incrível ninguém duvida. A lenda da new wave norte-americana mostrou porque fez tanto barulho nos anos 80, mas foi um tanto chocante ver que o tempo também passa para os nossos ídolos. O tal do conceito da de-evolução bem que podia ser estético.

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Lily Allen entrou bêbada e saiu…..bom, eu não sei como saiu, porque na terceira música a correria foi tanta para ver o CSS que eu apertei o passo. A moça deve ter ficado abalada. ( Eu fiz questão de perguntar. Já conto.)

No Indie Stage lotado as palmas pediam pela entrada do CSS. A banda não tocava no Brasil há 18 meses, depois de um sucesso absoluto no exterior e chegou ao palco demonstrando certo cuidado. A tensão levou apenas alguns minutos. Tempo suficiente para Lovefoxxx tirar a camiseta que cobria um de seus macacões de lantejoulas coloridas e mostrar para a platéia porque é a terceira pessoa mais cool do planeta segundo a eleição da revista NME. O modelo não era inédito, mas foi reformado ( a nova versão tem uma gola de selofane colorido). O Cansei fez o público pular, rodar os braços e voltar a infância entre os balões de gás hélio coloridos em show bem mais profissional do que sua última apresentação por aqui. “ É muito bom sair feliz de um show, disse Lovefoxxx depois de cantar Pretend We’re Dead, do L7 e a música nova The Beautiful Song.

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Imagens: Augusto Mariotti

O melhor show da noite foi sem dúvida o dos novaiorquinos do Rapture. O público não parou de pular um minuto e o som muito alto e pesado com um tempero do sax de Gabriel Andruzzi arrancou gritos e palmas acaloradas da platéia. Logo na segunda música a banda tocou o hit Get Myself Into It e pouco depois House of Jealous Lovers. A empolgação foi tanta que eles foram os únicos a não conseguir deixar o palco do festival sem um bis. A última atração do Indie Stage tocou First Gear e Olio. Impecável.

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Já dava pra ir para casa feliz quando o Kasabian surgiu para fechar a noite no palco principal. Alinhadíssimos dos pés à cabeça faziam um show bacana quando ao meu lado direito a baixinha Lily Allen tentava não enrolar a lingua no papo com um grigo. Interrompi:

- Oi Lilly. Posso fazer três perguntas?
- Você não pode me entrevistar pq eu não sou a Lily. Eu só pareço com ela.
- Que bom. Porque eu também não sou jornalista. Você gostou do show da Lily Allen?
- (Muitos risos) Eu me diverti bastante. E você?
- Espero que a Lily não fique chateada, mas eu saí no meio para ver o CSS.

- Deve ter sido um show legal. (risos) O horário foi disputado. Gostei do seu colar.
- Tks. Comprei na Inglaterra.
- O vestido do show da Lily era legal. Você gostou?
- Eu ganhei de uma revista brasileira.
- Você?
- Ela. Parece que ela ganhou. Você está tomando caipirinha?
- Não, é suco de tangerina. E você?
- Último show da turnê. Estou tomando um drink para relaxar. Agora já posso morrer. Já posso ter um filho…sabe?
- Você está bêbada?
- Um pouco. E vc?
- Com fome.
- Eu comi o seu churrasco delicioso ontem. No lugar….Fogo de chão. Sabe?
- Sei, parece que a Lily passou por lá. Você a viu?
- Não vi. Mas os garçons me disseram alguma coisa.
- Bom, vou mais pra frente ver o Kasabian. Se encontrar a Lily diga que eu gostaria de entrevista-la. Ok?
- Pode deixar. Tenho certeza que ela ia gostar.

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