Arquivo: Música ’
25 de março de 2010 às 21h18
Rock errou?

Jairo no Sepultura
Eles saltaram fora um passo antes de tocar para multidões. Conheça a história de quatro músicos que quase fizeram parte de grandes bandas nacionais e deixaram de viver o sonho do sexo, drogas e rock ’n’ roll. Mas não se arrependeram. Aqui, ou na Trip de março.

Laplan (o segundo da dir. para a esq.) e os companheiros de Los Hermanos no início da carreira

Carlos Freitas, ex-Mundo Livre S/A

O quase RPM Tognolli com o amigo Paulo Ricardo segurando a guitarra de Jimmy Page
7 de fevereiro de 2008 às 12h29
Laura Marling kind of love

A inglesa da foto tem sido minha companhia nas últimas noites de insônia. Com apenas 18 anos, Laura Marlin, nascida em Eversley, nas redondezas de Reading, conquistou os britânicos com sua voz delicada, certa timidez e principalmente, através das letras que compõe. O rostinho delicado da loira esconde um folk/rock quase obscuro e sarcástico, que fala de amor sem grudar nos ouvidos.
E mais:
28 de janeiro de 2008 às 20h17
Step by step?
Depois da reunião do Led Zeppelin e das Spice Girls…Tchan! Tchan! Tchan! Tchan! Chegou a vez do New Kids on The Block. Segundo o site da People, a banda deve anunciar o retorno em breve. Vergonha alheia total. NKOTB é muito 1988. Dizem por aí que os topetudos estavam morrendo de inveja do sucesso dos New Rave Kids on The Block. Eu acredito.
14 de dezembro de 2007 às 18h56
Smells like 60`s
Na RS desse mês:
Em meio à leva inesgotável de novas bandas inglesas de calça agarrada e moletom de capuz, elas se destacam usando a fórmula das bandas pop da época como The Supremes, The Ronettes e The Crystals. O trio de cantoras Rosay, Becky e Gweeno – da cinza Brighton, na Inglaterra – canta estalando os dedos e fazendo caras e bocas com vestidos de bolinha e letras que falam das angústias da mulher moderna. “Mandamos fazer nossas próprias roupas inspiradas naquelas cantoras incríveis, mas com um toque atual e divertido. É tudo para o palco. Fora dele adoramos marcas sofisticadas como Marc Jacobs, Miu Miu e Chloé”, revelam. Ao fundo, a banda The Cassettes, usa pullovers com gola V e logotipo colegial. “Sem a banda, nós três não somos nada. Trabalhamos em conjunto e isso é o que nos diferencia quando os críticos falam que seguimos as Supremes. Na nossa banda não existe o esforço para promover uma só garota”, desabafa. “Ficamos surpresas com o sucesso porque não é fácil andar na contramão do mercado do mundo indie ou do monopólio do rap norte-americano. Mas acho que é justamente isso que vai fazer com que as Pipettes não sejam uma banda de sucesso relâmpago, como as que nascem e somem todos os dias no meu país. Nosso público é muito variado. Temos as riot girls, os meninos do British rock e até as nossas avós. Elas se acabam de dançar.”, conta Becky. As Pipettes estão em turnê, mas não tem previsão de shows por aqui. “Durante as viagens aproveitamos para ouvir muita música. Sou fan de Kathleen Hanna e respeito muito o trabalho de Dusty Springfield, mas no momento confesso que o que toca no meu iPod é Amy Winehouse, The Cardigans e CSS”. O primeiro disco da banda, “We Are The Pipettes” chega no Brasil em dezembro.
23 de outubro de 2007 às 2h28
The new Bowie

Depois do CSS e do Bonde do Rolê é o Montage (os cearenses electro-rock escândalo que esse blog adora) a próxima banda brasileira a bombar lá fora. Daniel Peixoto anda sendo chamado de “the new Bowie” em blog do jornal britânico Guardian. No site da NME eles são apontados como “natural born superstars”.
No dia 14 de novembro os músicos embarcam para Londres, onde fazem seu primeiro show internacional. Money, success, fame, glamour!







Kátia Lessa é repórter da Folha de São Paulo, faz críticas de moda para a Oi FM e neste blog salva notícias condenadas a morte.
E-mail: katia.lessa [no] gmail.com 