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Arquivo: Vivienne Westwood

.Glen Matlock e as capivaras.

Uma cerveja com Glen Matlock, baixista do Sex Pistols (sim, o cara que escreveu 10 das 12 músicas do lendário álbum Never Mind The Bollocks) rendeu algumas descobertas, histórias bacanas sobre  Sid Vicious e o momento acima, uma dúvida que anda tirando o sono do tiozão punk rocker.

No final do papo, Glen encasquetou com meus sapatos masculinos dourados, engatou um papo fashion e eu não resisti:

GM – Seus sapatos são malucos! Posso ver?
K – Você deveria estar habituado. Vivienne Westwood te vestia.

GM – É verdade, mas naquele contexto essas coisas não pareciam assim tão diferentes.
K - Tenho uma curiosodade. Ela era apenas a dona da loja (a “Let It Rock”, onde  a banda ganhou corpo) , ou era mesmo amiga íntima de vcs?

GM – Olha, antes de ter a loja, Vivienne havia sido professora. E durante todo o tempo em que convivemos com ela, existiu uma diferença de status. Ela nunca perdeu o ar de quem comandava a sala de aula. Ela não relaxava. Falava conosco como se estivesse falando com seus alunos. Era uma pessoa bacana, mas existia um ar de superioridade, entende?

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Loyalty 2 Gaia

De NY para Londres. A semana de moda inglesa, que começou dia 19 de fevereiro, teve hoje desfile da punk das tesouras, Vivienne Westwood, com sua segunda linha, a Red Label. E que delícia ainda poder se surpreender com a coleção de uma veterana desse fashion week. Preocupada com as alterações climáticas do planeta (ou até se aproveitando desse discurso), ela apresentou um manifesto através de camisetas, aventais e textos, que pediam “lealdade à Terra”, “Amor e respeito a mãe natureza”.

A visão apocalíptica da estilista, apareceu em misturas inesperadas, looks compostos por diversas peças, com muita sobreposição, mix de texturas, estampas (reparou nas meias?), cores (pink, amarelo,laranja, preto), amarrações primitivas e resgate de suas raízes, os clássicos tartans, usados de novas formas (jaquetas, calças amplas, saias diferentes) e tons. Destaque para as botas de cano acima dos joelhos e para os tecidos brilhantes.






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Mas fica a pergunta (e isso não é uma alfinetada, é uma dúvida): os tecidos da coleção eram Bio?  As lojas da estilista são eco-responsáveis como as de Stella McCartney?

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Vivienne Westwood – glamour punk

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E quando você acha que Vivienne Westwood já esgotou toda sua criatividade e seus modelitos cheios de personalidade, eis que surge mais uma coleção rica, cosmopolita, urbana e glamurosa sem deixar de lado o espírito rebelde. Duvida? Então dê uma olhada nessa corte freak:

Ponto para cabelo e make teatral impecáveis.

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Paris Fashion Week – Westwood is back

Finalmente ela está de volta. Depois do desfile morno na London Fashion Week, Vivienne Westwood surge revigorada em Paris. Formas inovadoras, amarrações em calças e vestidos de caimento impecável, tecidos trabalhados com linha e paetês que contrastavam com muito plástico e deliciosas t-shirts com cara de usadas formaram aquele visual provocador e imponente que só ela sabe fazer. Confira:

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Vivienne Westwoops!

Ontem foi dia da segunda marca da grande dama da moda inglesa, a Vivienne Westwood Red Label. E é bom você prestar muita atenção no que eu vou dizer agora, porque é bem provável que essa frase nunca mais saia da minha boca. Não me apaixonei por nada. Há tempos não me decepcionava tanto com uma coleção . Claro que as peças continuam com corte impecável, caimento correto e tecidos bacanudos, mas de Vivianne, que sempre ousa e surpreende nos modelos, eu esperava mais. Achei o xadrez batido, as golas drapeadas pouco charmosas e as silhuetas desgastadas. Tudo meio morno. Olha só:

Mas nem tudo está perdido para a tia do punk. Durante a semana de moda inglesa, Vivienne lança um álbum Catwalk Breakdown, compilado e dirigido por ela, com as músicas que mais a ajudaram a criar durante as últimas décadas. Sons inspiradores e variados como Lãs Night Was Made For Love do Billy Fury, até a Tchaikovsky. O lançamento é da Mercury Records.

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Westwood, McCartney e ursos

A dupla de estilistas ativistas Vivienne Westwood e Stella McCartney foram convocadas pelo PETA (People for the Ethical Treatments of Animals) para comandar a troca dos tradicionais chapéus usados pela guarda do Palácio de Buckingham. Depois de muito protesto, a idéia é fazer com que a pele de urso seja substituída por um material sintético.

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Batman très chic!

Não é só com uma boa capa preta que se faz um belo figurino de Batman. Em “Batman – Cavaleiro das Trevas” Lindy Hemming caprichou forte nos modelitos. Quando não está sob a armadura negra, o milionário Bruce Wayne desfila peças Giorgio Armani. O estilista italiano foi escolhido para dar o tom clássico e contemporâneo ao personagem, que funcionou muito bem. Nunca um Wayne foi tão elegante. A equipe Armani montou um guarda-roupa exclusivo que carrega a etiqueta Giorgio Armani Hand Made-to-Measure , que significa que os ternos são feitos sob medida para o cliente. Nas raras aparições de Bruce com roupas casuais, ele acerta em cheio em blusas lisas ajustadas ( e não agarradas) de manga longa e calça jeans reta.

Para passar um ar de confiança e autoridade, Harvey Dent usa modelos mais simples , mas não menos alinhados, da marca (Ermenegildo) Zegna.

O sarcástico Coringa interpretado por Heath Ledger deveria ter um ar mais moderno. Por isso, a figurinista usou como referências Vivienne Westwood, Johnny Rotten, Iggy Pop, Peter Doherty e Alexander McQueen. “Ele é um pouco vaidoso, mas tem atitude grunge”, conta Lindy. Na palheta de cores da roupa do Coringa, vemos o roxo do sobretudo, usado sobre um colete verde. Quando varia um pouco, ele usa uma jaqueta mais leve que foi inspirada no visual da Carnaby Street. Os sapatos do Coringa vieram de Milão e foram selecionados pela figurinista porque tinham uma leve inclinação para cima no lugar do dedão do pé, que lembra o sapato de um palhaço. A gravata foi confeccionada a partir de um tecido trançado segundo especificações de Hemming pela Turnbull & Asser, confecção londrina conhecida por fornecer roupas à realeza britânica. O medelo é mais fino do que os anteriores, inspirado nos anos 60. Impecável.

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Vivienne Westwood brinca em Paris

Vivienne Westwood

Vivienne Westwood

A semana de moda em Paris começou e a veterana Vivienne Westwood resolveu voltar a infância e brincar. Chamou uns amiguinhos da escola de Nottingham e deixou a platéia francesa desconcertada com os modelitos quase hippies, estampados com desenhos feitos por crianças. Figuras simples como sol, borboletas, corações e cobras, sobre tecidos nobres como tafetá. Dentro do clima de brincadeira, as modelos surgiram com o make divertido, com pinturas no rosto e batom borrado. Vai encarar?

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