19 de novembro de 2007 às 13h45
Melhores esquetes de Monty Python
A preguiça do feriado atingiu sumariamente todas as pessoas responsáveis por postar nesse blog. Peço desculpas em nome de todos. Na verdade, ainda estou com preguiça, porque meu feriado ainda não acabou.
É que, lá onde eu trabalho, fizemos um abaixo assinado decidindo folgar na segunda e trabalhar na terça, pra poder emendar por três dias. Como bem observou minha amiga Gabriela, isso tira todo o princípio do feriado – que é, afinal, refletir sobre a segregação racial num país tão miscígeno. De qualquer forma, eu constantemente reflito sobre o apartheid velado que a gente vive, especialmente nas aulas de Realidade Urbana às terças-feiras, o que me elimina de precisar, necessariamente, refletir sobre isso no feriado. Logo, posso trocá-lo por um dia de folga grudado ao final de semana.
Como não viajei e não fiz muuuita coisa no feriado – vi uns amigos, passei um tempo com a família, comprei uns livros e só – minha ansiedade aumentou e, dessa vez, foi direcionada pro download de outros itens. Acometida por uma obssessão repentida pelo auto-didatismo, fiquei na madrugada desse domingo navegando por blogs de download em busca de manuais genéricos sobre coisas, em tese, inúteis, mas que podem provar-se muito úteis (espero). Agora posso aprender ‘como abrir chaves e fechaduras’, ‘como vencer um debate sem estar certo’, ‘como ser dj’ e ‘como hipnotizar em 24 lições’.
Compartilharia o conhecimento com vocês mas, francamente, acho que não tem graça se muita gente souber fazer essas coisas.
Além disso, passeei pelos corredores escuros e intrigantes da grande rede que é o Youtube e revi alguns de meus vídeos preferidos, e isso inclui alguns esquetes realmente primorosos do Monty Python:
Imagino que a maioria já seja familiarizado com os rapazes que inventaram o que a gente conhece por ‘humor inglês’. Ainda assim, caso alguém não conheça, dou a dica: é o tipo de coisa que ou você acha MUITO engraçado ou acha bem sem graça. Mas é obrigatório conhecer, dada a importância dos caras pra comédia.
Eles gravaram alguns filmes, e o The Meaning Of Life (o segundo mais legal, na minha opinião, só perdendo pro Monty Python and the Holy Grail) tá passando essa semana na A&E – aquele canal que a gente sempre passa direto pra chegar nos seriados.
Essas montagens são do Monty Python’s Flying Circus, o programa de humor que o grupo apresentou na TV inglesa de 1969 a 1974. No Youtube tem mais um monte, mas essas são as de que eu mais gosto.
Sei que o post foi fraco. Me perdoem por hoje.



23 anos, jornalista, curiosa dos mistérios do mundo, odeia inveja e falsidade. 


19 de novembro de 2007 às 15h42
“Every sperm is sacreeeeed…”
Nunca consegui tirar essa música da cabeça quando alguém cita o Meaning of Life. Mas eu ainda prefiro A Vida de Brian antes desses outros dois.
- Crucifixion?
- No, no. Freedom actually.
- Oh yeah? Good.
- Nah, i’m just pullin’ your leg. Crucifixion.
Responder
23 de novembro de 2007 às 9h40
ah fala sério… monty Phyton, geniaaaaaaaaaaaaaal
saudade docê.
Beijocas
Responder
Pingback por O mistério do Ministério da Pesca e outros Ministérios | Olhômetro
25 de julho de 2008 às 3h42
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