3 de janeiro de 2008 às 15h42
Olá, 2008
Não vou falar do novo ano lindo e promissor, só não tive outra idéia de título. Hoje quero falar sobre o futuro, não o próximo, sim aquele futuro mais abstrato e conceitual; é, esse misterioso e obscuro que espera a todos nós. (Você sabem que quando eu escrevo nesses termos estúpidos eu estou brincando, certo? Que eu jamais falaria sério usando as palavras ‘misterioso’ e ‘obscuro’, e o termo ‘a todos nós’) Ou não, se alguém morrer amanhã. Não que eu queira isso, porquê não quero.
A matéria de capa da revista em que trabalho, no próximo mês, falará do futuro. A capa da Wired, mais recente, fala sobre a Era do Genoma, quando por U$1000 poderemos fazer um teste que nos dirá como viveremos e morreremos. A Era do Genoma é agora. E hoje, no Twitter, alguém postou o FutureMe.org.
Você vai lá no FutureMe e escreve uma carta pra você mesmo no futuro. Aí, o site envia a mensagem pro email que você escolher, em quanto tempo você quiser. Eu vou receber minha mensagem em dois anos exatos. Fiz umas previsões envolvendo tecnologia, minha vida, meu TCC e o meu corte de cabelo. Mentira sobre o corte de cabelo.
Aí desejei já saber surfar (meu sonho um), andar de skate (sonho dois). Achei a idéia legal, porque eu sou a pessoa que sempre fica pensando em como eu mudo tão rápido de opinião e que seria ótimo saber exatamente como eu me sentia antes. E eu adoro esse negócio de cartas para momentos diversos. Quando eu era mais nova, tipo… ano passado, escrevia cartas pras pessoas lerem caso eu morresse. Desculpem, é doentio, mas eu fazia. Não no ano passado, isso foi brincadeira. Eu tinha uns 14-15. 16, talvez.
Fora as gafes. Eu sempre cometo gafes em blogs. Tipo falo coisas que são mal-interpretadas por pessoas. Ou que são bem interpretadas por pessoas que nunca iam entrar no blog e acabam entrando. Meu bom senso acaba impedindo posts geniais, como sobre o rapaz da minha sala que quer ser o Gugu. Essa eu conto um dia, porque o cara nunca vai entrar aqui (haaaa).
Passei a tarde buscando inspiração para escrever (você já observaram que foi inútil). Nas minhas andanças, li os blogs do Ronald Rios e do Nigel, o Te Dou um Dado?, ri horrores, e tudo mais. Mas acabei caindo em algo genial, que já tinha visto (antes do blog aqui existir) e devo reproduzir para vocês.
Um trailler desse te isenta da necessidade de ter que postar algo depois e tal.



23 anos, jornalista, curiosa dos mistérios do mundo, odeia inveja e falsidade. 


3 de janeiro de 2008 às 15h53
Bom, não dá pra não dizer que a idéia foi original dentro da bizarrice a que ela se propõe.
Quero só ver a tradução que eles vão dar aqui.
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3 de janeiro de 2008 às 18h13
Trailler interessante. Quero só ver a tradução que eles vão dar aqui².
Gostei da idéia de escrever cartas pra si mesmo dentro de dois anos.
O ano passado, o planetário do Ibirapuera criou uma clápsula com vários objetos e mensagens pra só abrir daqui 100 anos. Muitas pessoas foram lá e deixaram suas coisas, eu não fui, mas queria ter ido.
Pensar no futuro já deixou muita gente maluca e com enxaqueca. Eu evito.
E tem um ditado chinês muito interessante sobre: Espere o melhor, prepare-se para o pior, receba o que vier.
Tem sido minha filosofia de vida, além do estilo FODA-SE.
Ps: Douglas Adams é o cara. O aniversário de morte (odeio esse termo) dele é o dia mundial da toalha.
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3 de janeiro de 2008 às 18h28
hahaha
não consertou muito. =~
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3 de janeiro de 2008 às 22h46
Ana Paula: vc já sabe que eu entro aqui né? Apoio ver um texto sobre o Gugu, já tive a oportunidade de ouvir vc contando essa história, ler um texto sobre isso seria demais! Juro que não passo o link pra ele!
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Pingback por Uma viagem no tempo - minha carta do FutureMe.org | Olhômetro
20 de janeiro de 2010 às 13h34
[...] o seguinte. Se você já lia esse blog em 2007, talvez se lembre do meu post naquela virada do ano (2007-2008). Nele, eu falei sobre o FutureMe.org, um site que permite que você envie um e-mail a [...]