OEsquema

Arquivo: fevereiro de 2008

Tecktonik, mais uma banda fofa e uma apresentação

Oláááá, leitores do olhômetro.

Bom, eu sou a Chloe, e estou voltando a postar (coisa que eu tinha parado de fazer por um bom tempo, por falta de tempo e preguiça. Que vergonha!)

 

Bom, Tecktonik. O que é isso? O novo estilo (divertidíssimo diga-se de passagem) de dança que está se tornando febre na Europa (pelo menos por enquanto). O tecktonik se baseia em uma dança em que se mexe muito os braços ao som de elektro francês. Acho que só vendo que se dá pra entender mesmo.

 

Minha outra dica é sobre as fofíssimas The Puppini Sisters. Como a moda sempre volta, elas acabaram investindo numa sonoridade realmente antiga, como aquelas cantoras dos anos 40 – e o resultado é simplesmente demais do começo ao fim.

máximo não?
nos vemos por aí
xxx

(Nota da Ana: pessoal, a Chloe é uma moça muito mais ligada nas coisas do que eu, que já tô meio velha pra isso. Toda sexta, ela vai postar por aqui e dar sugestões de links e vídeos, além de novidades sbre essas coisas super novas, pra gente demorar menos pra ficar sabendo do que vai virar moda na música – ou não. Afinal, não acreditem no hype. E eu não me responsabilizo pela qualidade das escolhas, afinal, confio nela, mas até os meus colunistas erram. Uau, tenho colunistas, how cool is that. E, sobre o tecktonic, legal, divertido, mas não parece um monte de retardado dançando uma versão chique e européia de tecnobrega?)

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Borat fazendo escola

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No ABC, se você tem TV por assinatura, tem o TV+, que nada mais é que uma espécie de Shop Tour. Os serviços da região anunciam no canal e um promotor de vendas com naipe de repórter vai até o lugar e fica falando com voz de retardado sobre a deliciosa picanha ou sobre as muitas vantagens em comprar um usado na Viamar.

Eu gosto de assistir TV+, especialmente porque eu descubro lugares novos e legais pra ir. Gosto também porque normalmente, junto com o promotor de vendas do canal, um responsável pelo estabelecimento apresenta junto, e esses civis costumam se portar de maneira curiosa diante da câmera.

Este vídeo é mais um da série “queria ser promotor de vendas mas acabei abrindo um Fran’s Café”. O tiozinho é super descontraído, fala com empolgação e serenidade, curte uma soda de maçã, enfim, uma loucura. Mas quando ele explica o que mais a casa oferece… reparem o que ele diz em 0’40”:

 


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O Guardião Universal

A dica foi do Cris Dias, via Twitter.

“Mas olha, Milton, diz pra gente o que significa esse deusuísmo que você disse aí…”

“Por que vocês não colocam lá no Orkut, ‘Guardião Universal’…”

Tudo culpa da internet.

Editado: Olha o que eu achei…

http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=14032806030719151375 

http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=3197618038171838500 

Blog do Milton (dá pra baixar o livro dele)

Dá pra entender porque todo mundo acha ele louco. Muito do que ele fala não é tanta viagem assim – mas enfi, aí fica pra cada um. Já deixei um scrap perguntando qual era a do tiozinho evangélico espancador.

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Cuidado com o que você deseja

Sabem ‘O Segredo’? Pra mim, ‘O Segredo’ nunca foi exatamente um segredo. Minha família é budista e na base dessa doutrina está a idéia do poder das palavras e do pensamento. Desde que eu era pequenininha, minha mãe dizia que o universo era como um grande espelho, e que todos os meus pensamentos e ações batiam nele e voltavam para mim.

De tanto escrever aqui que eu não aguentava ter que trabalhar e estudar, que a vida ‘de férias’ é muito mais legal, que o excesso de rotina me tirou a criatividade, o universo se ncheu e resolveu dar um jeitinho.

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Fui demitida.

Claro que isso foi totalmente inesperado e que não é agradável saber que as contas vão vir de qualquer jeito, porque nisso que é bom o universo não dá jeitinho. Mas a perspectiva de dormir 8 horas por noite, ver todos os filmes que eu quiser, não gastar dinheiro com comida na rua, baixar música, re-assistir LOST desde o primeiro episódio, terminar de ver Twin Peaks e Heroes, escrever no blog – muito… ah, e procurar outro emprego, nas horas vagas.

Quem souber de algum frila, dá um toque. Eu escrevo, reviso, traduzo, danço e sapateio com maestria.

Ah, e pela lógica d’ “O Segredo”, é só eu escrever uns seis posts dizendo como eu adoraria ganhar na loteria.

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Absolutamente desnecessário

 

Não sei, mas… enfiar um bife no cu? Po, é algo very fucked up. Não me importa quem são ou não são as novas do Bonde: um que Marina Ribatski é Marina Ribatski, dois que enfiar bife no cu é sacanagem. Só de falar é nojento.

*Escrevi o nome da Marina errado, já arrumei.

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Eu não consigo mais terminar os textos

Eu já entendi. Não era pedra na vesícula, nem gastrite, nem nada disso. Era a minha afinidade com as palavras que estava me deixando. A dor era forte porque eu me recusava a deixá-la partir, mas finalmente, acho que me rendi. Não consigo terminar mais os textos – tenho dezenas de idéias anotadas, e mais outras dezenas de textos começados entre os rascunhos.

Até esse post foi interrompido várias vezes, e quase arquivado.

A rotina tem tirado minha criatividade. Fazer todo dia a mesma coisa – pegar o mesmo ônibus, depois o mesmo trem, ver e fazer as mesmas coisas no trabalho, assistir às mesmas aulas na faculdade, tudo isso tem sido mortal, porque não me deixa ver coisas diferentes. Não importa o quanto eu leie, o quanto eu ouça música, veja filmes – minha cabeça anda tão cheia de coisas da rotina chata da vida que eu simplesmente não consigo.  Não sai nada legal. Tipo, eu to legal, tirando as coisas ruins até que tá bão… só me falta cabeça leve pros textos.

Essa noite vou rezar pra ter de volta essa despreocupação. :/

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Mallu Magalhães, agora sim

Agora sim eu entendi.

Mal posso esperar pra vê-la ao vivo, um dia desses. No Myspace tem uma música tão bonita, Get to Denmark..

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Uma crônica sobre situações chatas de passar

Poucas coisas são mais constrangedoras nesse mundo do que as várias situações que envolvem encontrar na rua pessoas conhecidas ou quase conhecidas.

As possibilidades de constrangimento são inúmeras. Falo, hoje, de uma situação em especial: quando alguém te cutuca e você não se lembra da pessoa.

Ontem, porque a vida é uma caixinha de surpresas e isso nunca acontece, rolou um stress na estação de trem Tamanduateí. Enquanto eu corria de uma plataforma para a outra tentando pegar o trem certo, senti um toque (uh!) no meu ombro.

Me virei lentamente, e me deparei com a expressão sorridente e estranhamente familiar de uma menina que tinha mais ou menos a minha idade. Acontece que a familiaridade dela, na hora, me pareceu daquele tipo de ‘expressão que todo mundo acha familiar’. Sabe aquele fulano que, todo mundo que vê, diz que conhece de algum lugar? Então. Existem umas pessoas assim, de fisionomia familiar. Essa moça era uma delas. E eu sou boa de fisionomias… da dela, não me lembrava. Nada. Um tiquinho.

Na hora, desesperada com o sorriso de puro reconhecimento e contentamento da moça, minha mente entrou em parafuso. Tudo isso, gostaria de salientar, aconteceu em fração de segundos. O que você faria se alguém absolutamente desconhecido sorrisse para você de maneira simpática, claramente dizendo – ainda que sem pronunciar uma palavra – “olá minha grande amiga, é maravilhoso te reencontrar por acaso!”

Como ela não disse nada, só sorriu, eu tinha algumas opções. A primeira era dizer… “Oi?”, com um tom claro de dúvida, o que a faria dizer quem ela era. A segunda era corresponder alegremente e sorrir tanto quanto ela, mas essa nunca dá certo, a não ser nos filmes. A terceira… a terceira não existe, oficialmente, mas eu inventei-a na hora.

Eu disse, com toda segurança e auto-confiança adquirida em anos de terapia jungiana:

“Eu não te conheço.”

Não foi de maneira dura, ou ofensiva, contudo. Meus lábios até se curvavam num meio sorriso. Eu apenas afirmei, com toda a certeza, que nunca tinha visto aquela louca na minha frente.

Notei uma breve, mas quase imperceptível, mudança de expressão. Ela se virou para a amiga que a acompanhava e gargalhou. Voltou-se para mim, de novo, e disse: “você não é amiga do giu?”

E bem, aí fudeu tudo, porquê eu realmente sou, lembrei vagamente de onde a conhecia e a cena, que antes tinha TUDO ao meu favor, deu um rodopio. Pra caralho. Ela sorria, triunfante.

Gaguejando, eu disse que era, sim, amiga do Giu. A estranha começou a balbuciar coisas sobre outra amiga em comum nossa, eu fiquei sem graça e arrematei, claro, porque eu não consigo deixar de falar merda um segundo sequer da minha adorável vida: “ah, então eu te conheço. Quer dizer, eu não te conheço, porque não lembro de você, mas você me conhece…”

Antes que ela me estapeasse, perguntei seu nome – que, cazzo, não lembro, ou seja, foi só pra ganhar tempo -, e aquele silêncio palpável de tão denso se estabeleceu. Aí, antes que eu pudesse dizer tchau, ela foi mais rápida e rumou em direção ao lado oposto da plataforma. Sabiamente.

Moral da estória: da próxima vez, vou tentar ir só pelo “Oi?”, mesmo.

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MEME: Blogs show de bola

O Marcus, do Grande Abobóra, me indicou como um blog show de bola.

Significa que eu ganhei essa caneca:

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Obrigada Marcus.

Também significa que agora eu devo indicar 5 blogs legais para propagarem o MEME por esse mundão véio sem porteira da internet. Seguem minhas sugestões:

#Cegos, Surdos e Loucos: o Eric é o grande comentador do Olhômetro e tem um humor finíssimo. No Cegos, Surdos e Loucos, ele fala de música, de cinema e de tudo que der na telha. É quase como aqui – mas ele é muito mais engraçado.

#Enzimas: a Dani, autora do blog, teve câncer de mama e narra toda a epopéia pela qual ela passou desde que foi diagnosticada com a doença, passando por todo o tratamento. A mulher faz piada da situação toda – até daqueles momentos onde você sabe que, tipo, se parar pra pensar, são absolutamente trágicos. É pra rir e chorar.

#Move That Jukebox! Pô, imagina um blog de notícias de música. Até aí, nada além do comum. Mas esse blog com notícias de música é diferente: eles tem uma seção chamada ‘downloads’. Nessa seção chamada ‘downloads’, você pode fazer, hum… downloads de, tipo DEZENAS, talvez CENTENAS de discos legais pra caramba. O catálogo é atualizado freqüentemente. Vale a visita se você tá procurando algo há tempos e não acha, ou pra completar alguma discografia.

#Nigel Goodman’s show: O homem é O Repórter Bêbado – o mito, a lenda. Não conhece? Entra lá. Mas não ouça no trabalho.

#FSP: Parceiro do Nigel, Ronaldo Rios é responsável pelas gargalhadas provocadas pelos textos do FSP. Destaque especialíssimo para o episódio dos dragões homossexuais.

Tomara que eles respondam… mas duvido que vão resistir à belíssima caneca que acabaram de ganhar.

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Wet’n'Wild (o 2º post da série Wild)

Hoje, não entendo essa fascinação que a gente tem por água quando é novo. Claro, tudo que envolve piscina e mar e estar imerso parece bem divertido, um lance Freudiano de estar de volta à placenta e tal. Divertido até os 15. Não sei porquê, mas hoje em dia não vejo muito princípio em ficar dentro d’água. Logo me encho e saio pra tomar sol na beira.

Legal era ir em parque aquático. Fui uma vez no Wet’n Wild, que fica perto do Hopi Hari, perto de Vinhedo – entre SP e Campinas. Tinha uns 12 anos, minha mãe foi junto, tomou inúmeros caldos e em uma das piscinas com ondas salvei-a. Pensando no princípio da coisa, dá pra formular duas opiniões sobre um parque aquático cheio de atrções:

- Verão, sol, praia, calor, corpos bronzeados, muita azaração, esportes radicais, corredeiras radicais, esportes radicais em corredeiras radicais;

- Gente quase nua compartilhando a mesma água. Muito.

Se você pensar que aproximadamente 94% das pessoas admitiram já terem feito xixi na água alguma vez em suas vidas, temos um problema sério em quando pensamos em ir a parques aquáticos.

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É brincadeira. Inventei a estatística. É claro que, no fundo, a gente não liga muito pra isso – o que não mata, engorda, e é legal pra cacete ficar brincando naqueles tobogãs imeeeeeeeeeeeeeeensos e engolindo água pra caramba. O que eu mais gosto naquele parque é um brinquedo que parece uma descarga (tipo esse aí em cima): você desce por um tubão, cai numa bacia gigante e roda nela até ir cair na piscina. Suave.

E tipos, já que esse post te deu uma puuta vontade de dar mó mergulho, tá rolando uma promoção supimpa no site da Close-up, no Blog Eles 3. É só clicar aqui e se cadastrar. Aí, responde à pergunta:

“Por que meu verão ficaria mais refrescante com Close up e Wet’n Wild?”

(Já mencionei que eu odeio essas perguntas de promoções? Tipos, eu NUNCA sei o que responder. E as pessoas que ganham sempre respondem algo que eu poderia ter dito, mas não disse porque fiquei com vergonha de dizer algo tão estúpido.)

Enfim, responde à perguntinha lá na bagaça e a melhor resposta ganha tipo duas entradas pro parque, junto com o pessoal que escreve o blog, pra ir no dia 8 de março, com transporte saindo de SP incluso. Só não faça xixi na água, por favor.

BTW, já que eu sou do tipo meio viciada em promoções, é no Promoções na Internet que eu mantenho meu banco de dados de participações em promoções atualizado. Keeping track: Eu ganhei 00 promoções desde nov/07. Só que não desisto…

artigopatrocinado2

*Esse post, antigo, na verdade não foi patrocinado. Foi um favor prum amigo, não ganhei um tostão por ele. Na ocasião coloquei o selo mesmo assim, mas na troca de servidores (do wordpress.com pro wordpress.org) a imagem quebrou – como muitas aqui no blog. Reparei hoje, já que ele está sendo estranhamente visitado…

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