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	<title>Comentários sobre: Quais são os limites do humor?</title>
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	<description>Cotidiano, viagens, crônicas, tecnologia e essas coisas</description>
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		<title>Por: zeugmar</title>
		<link>http://oesquema.com.br/olhometro/2008/10/20/quais-sao-os-limites-do-humor/#comment-2905</link>
		<dc:creator>zeugmar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 20:21:58 +0000</pubDate>
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		<description>o seu nome é zeugmar!?
Faça contato.
Eu também me chamo ZEUGMAR.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o seu nome é zeugmar!?<br />
Faça contato.<br />
Eu também me chamo ZEUGMAR.</p>
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	<item>
		<title>Por: Zeugmar Zeugma</title>
		<link>http://oesquema.com.br/olhometro/2008/10/20/quais-sao-os-limites-do-humor/#comment-2904</link>
		<dc:creator>Zeugmar Zeugma</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 12:10:48 +0000</pubDate>
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		<description>Um outro lado do humor é quando ele serve como motivo de zombaria, de ridicularização. Eu quero chamar atenção àquele negócio do bullying, que apesar de, às vezes, ter um caráter de zoeira, outras tem um aspecto de humilhação mesmo.

Uma vez achei no Orkut, um perfil de um sujeito que foi acusado de ter matado uma garota num acidente de carro. Não sei o que aconteceu: pode ser que ele realmente tivesse culpa. Mas ao ver a longa seqüência de scraps maldizendo o cara, xingando, linchando, eu tive medo, muito medo. Eu tenho muito medo destes movimentos de &quot;galera&quot;, de &quot;turma&quot;, de &quot;gang&quot; (Os gringos chamam de &quot;angry mob&quot;: &quot;Turba raivosa&quot;) que pode começar justamente num humor doentio.

Por um lado acho bom: ensina a gente a ignorar a opinião dos outros. Nem Jesus conseguiu agradar todo mundo. Por outro, tem gente que passa a vida buscando esta aceitação e vive infeliz consigo mesma.

O politicamente correto é chato mesmo e eu acho um extremo. Mas eu acho que são precisos limites.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um outro lado do humor é quando ele serve como motivo de zombaria, de ridicularização. Eu quero chamar atenção àquele negócio do bullying, que apesar de, às vezes, ter um caráter de zoeira, outras tem um aspecto de humilhação mesmo.</p>
<p>Uma vez achei no Orkut, um perfil de um sujeito que foi acusado de ter matado uma garota num acidente de carro. Não sei o que aconteceu: pode ser que ele realmente tivesse culpa. Mas ao ver a longa seqüência de scraps maldizendo o cara, xingando, linchando, eu tive medo, muito medo. Eu tenho muito medo destes movimentos de &#8220;galera&#8221;, de &#8220;turma&#8221;, de &#8220;gang&#8221; (Os gringos chamam de &#8220;angry mob&#8221;: &#8220;Turba raivosa&#8221;) que pode começar justamente num humor doentio.</p>
<p>Por um lado acho bom: ensina a gente a ignorar a opinião dos outros. Nem Jesus conseguiu agradar todo mundo. Por outro, tem gente que passa a vida buscando esta aceitação e vive infeliz consigo mesma.</p>
<p>O politicamente correto é chato mesmo e eu acho um extremo. Mas eu acho que são precisos limites.</p>
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		<title>Por: Brontops</title>
		<link>http://oesquema.com.br/olhometro/2008/10/20/quais-sao-os-limites-do-humor/#comment-2903</link>
		<dc:creator>Brontops</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 18:39:21 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre o Monty Pithon:

Certa vez vi uma entrevista com um deles. O ator (esqueci qual era) comentou de uma cena na qual eles colocavam a &quot;mãe&quot; dentro de um forno pra assar.
Ao final da cena, um outro ator desmaiou (acho que foi John Cleese). Depois desta, decidiram impor certas regras. O ator se recusou a dizer quais eram, mas existiam (Um deles certamente incluía CANIBALISMO NÃO!)

Sei que muita gente curte Pica Pau, talvez curta mais que o Pernalonga. Eu prefiro o Pernalonga. Mas quem assistiu aos primeiros desenhos do coelho achará uma semelhança perturbadora das atitudes do Pernalonga com os do Pica-Pau. Não lembro onde vi, mas alguém decidiu que o Pernalonga NUNCA mais provocaria alguém. Ele só reagiria a provocação de outro (Observe que é sempre assim que começam suas histórias).

Acho que é bom senso que se mantenham algumas regras. Fica até melhor pra quebrá-las depois.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o Monty Pithon:</p>
<p>Certa vez vi uma entrevista com um deles. O ator (esqueci qual era) comentou de uma cena na qual eles colocavam a &#8220;mãe&#8221; dentro de um forno pra assar.<br />
Ao final da cena, um outro ator desmaiou (acho que foi John Cleese). Depois desta, decidiram impor certas regras. O ator se recusou a dizer quais eram, mas existiam (Um deles certamente incluía CANIBALISMO NÃO!)</p>
<p>Sei que muita gente curte Pica Pau, talvez curta mais que o Pernalonga. Eu prefiro o Pernalonga. Mas quem assistiu aos primeiros desenhos do coelho achará uma semelhança perturbadora das atitudes do Pernalonga com os do Pica-Pau. Não lembro onde vi, mas alguém decidiu que o Pernalonga NUNCA mais provocaria alguém. Ele só reagiria a provocação de outro (Observe que é sempre assim que começam suas histórias).</p>
<p>Acho que é bom senso que se mantenham algumas regras. Fica até melhor pra quebrá-las depois.</p>
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	<item>
		<title>Por: Brontops</title>
		<link>http://oesquema.com.br/olhometro/2008/10/20/quais-sao-os-limites-do-humor/#comment-2902</link>
		<dc:creator>Brontops</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 18:31:04 +0000</pubDate>
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		<description>Humor surge do inesperado.
Hoje em dia com as pessoas cada vez mais espertinhas (Maldita inclusão digital e educacional!), fica mais e mais complicado fazer uma piada realmente surpreendente. 

Daí um pouco da força do humor negro que costuma ser bastante chocante. Existe um limite? 

Vou contar uma cena de um dos primeiros filmes do Tom Hanks, do final dos anos 70. Tom Hanks era um talentoso humorista e Sally Fields era um dona de casa que queria seguir a carreira do stand-up comedy. Tom Hanks resolve ajudá-la:
-Pra fazer humor, é preciso ter identificação com o público. Por isto, é legal extrair histórias da nossa própria vida. Por exemplo, o que vc faz no final de semana?
-Ah, eu saio com meu marido... Meus filhos ficam com um baby-sitter chamado Charles Manson.
-Hahahaha. Muito boa esta.
-É?
-É, conte mais.
-Então, outro dia deixei meu filho com outro chamado Sam Berkowitz.
-Não. Esta não tem graça.

Na época que vi na Sessão da Tarde esta cena não entendi nada: Charles Manson é engraçado e Berkowitz não é? Como assim? 

Muitos e muitos anos fui entender: Charles Manson era o psicopata dos final dos anos 60 que trucidou a Sharon Tate, esposa grávida do diretor Roman Polansky. Sam Berkowitz foi um outro psicopata, mas de um tempo mais recente, final dos anos 70 e sua &quot;sombra&quot; ainda pairava impiedosa na memória das pessoas. 

Piada é &quot;timing&quot;. É preciso saber o tempo certo para soltar a piada. Às vezes, não existe tempo certo para a piada: só um cabeção pra fazer piada de algumas coisas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Humor surge do inesperado.<br />
Hoje em dia com as pessoas cada vez mais espertinhas (Maldita inclusão digital e educacional!), fica mais e mais complicado fazer uma piada realmente surpreendente. </p>
<p>Daí um pouco da força do humor negro que costuma ser bastante chocante. Existe um limite? </p>
<p>Vou contar uma cena de um dos primeiros filmes do Tom Hanks, do final dos anos 70. Tom Hanks era um talentoso humorista e Sally Fields era um dona de casa que queria seguir a carreira do stand-up comedy. Tom Hanks resolve ajudá-la:<br />
-Pra fazer humor, é preciso ter identificação com o público. Por isto, é legal extrair histórias da nossa própria vida. Por exemplo, o que vc faz no final de semana?<br />
-Ah, eu saio com meu marido&#8230; Meus filhos ficam com um baby-sitter chamado Charles Manson.<br />
-Hahahaha. Muito boa esta.<br />
-É?<br />
-É, conte mais.<br />
-Então, outro dia deixei meu filho com outro chamado Sam Berkowitz.<br />
-Não. Esta não tem graça.</p>
<p>Na época que vi na Sessão da Tarde esta cena não entendi nada: Charles Manson é engraçado e Berkowitz não é? Como assim? </p>
<p>Muitos e muitos anos fui entender: Charles Manson era o psicopata dos final dos anos 60 que trucidou a Sharon Tate, esposa grávida do diretor Roman Polansky. Sam Berkowitz foi um outro psicopata, mas de um tempo mais recente, final dos anos 70 e sua &#8220;sombra&#8221; ainda pairava impiedosa na memória das pessoas. </p>
<p>Piada é &#8220;timing&#8221;. É preciso saber o tempo certo para soltar a piada. Às vezes, não existe tempo certo para a piada: só um cabeção pra fazer piada de algumas coisas.</p>
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		<title>Por: João Segundo</title>
		<link>http://oesquema.com.br/olhometro/2008/10/20/quais-sao-os-limites-do-humor/#comment-2901</link>
		<dc:creator>João Segundo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 16:46:25 +0000</pubDate>
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		<description>A imaginação pode tudo, isto é, internamente podemos nos divertir com tudo e todos. Não há limites porque não é possível estabelecer limites: somos do jeito que somos.
Socialmente, é outra coisa. 

Tenho como parâmetro expressar o respeito pelo sentimento dos outros, demonstro divertir-me somente com aquilo com que me divertiria se estivesse na presença das pessoas envolvidas na piada ou anedota.

Socialmente somos &quot;formados&quot; para não expressar tudo o que sentimos em várias atividades. Por ex., em relação ao erotismo, quase nunca falamos e expressamos o publicamente o tesão que sentimos. Nosso senso crítico também: &quot;não se fala tudo que sente&quot; diante das circunstânscias hierárquicas de trabalho. Muitos são os exemplos. 

O humor não poderia ser diferente e seu filtro, a meu ver, deve ser o respeito e a civilidade. Mas jamais o medo de parecer politicamente incorreto.

É interessante que tenha trazido esse assunto a todos que lêem sua coluna!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A imaginação pode tudo, isto é, internamente podemos nos divertir com tudo e todos. Não há limites porque não é possível estabelecer limites: somos do jeito que somos.<br />
Socialmente, é outra coisa. </p>
<p>Tenho como parâmetro expressar o respeito pelo sentimento dos outros, demonstro divertir-me somente com aquilo com que me divertiria se estivesse na presença das pessoas envolvidas na piada ou anedota.</p>
<p>Socialmente somos &#8220;formados&#8221; para não expressar tudo o que sentimos em várias atividades. Por ex., em relação ao erotismo, quase nunca falamos e expressamos o publicamente o tesão que sentimos. Nosso senso crítico também: &#8220;não se fala tudo que sente&#8221; diante das circunstânscias hierárquicas de trabalho. Muitos são os exemplos. </p>
<p>O humor não poderia ser diferente e seu filtro, a meu ver, deve ser o respeito e a civilidade. Mas jamais o medo de parecer politicamente incorreto.</p>
<p>É interessante que tenha trazido esse assunto a todos que lêem sua coluna!</p>
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	<item>
		<title>Por: Lannes</title>
		<link>http://oesquema.com.br/olhometro/2008/10/20/quais-sao-os-limites-do-humor/#comment-2900</link>
		<dc:creator>Lannes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 14:38:57 +0000</pubDate>
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		<description>assino embaixo. PS: Americanos nao tem senso de humor. Isso eh beeem chato. Rio sozinha aki. haahaha</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>assino embaixo. PS: Americanos nao tem senso de humor. Isso eh beeem chato. Rio sozinha aki. haahaha</p>
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		<title>Por: Edu Shalshisha</title>
		<link>http://oesquema.com.br/olhometro/2008/10/20/quais-sao-os-limites-do-humor/#comment-2899</link>
		<dc:creator>Edu Shalshisha</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 00:29:05 +0000</pubDate>
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		<description>Não tenho medo do políticamente correto, tanto que ouvi várias piadas sobre o caso Isabela e, uma das minhas piadas favoritas, é, ao saber que alguém morreu, dizer: &quot;Morreu? Antes ele do que eu.&quot;

Essa última, aliás, eu aprendi com meu vô. Pena que ele não pode falar isso quando chegou a hora dele. =P

Do mesmo jeito que eu não falarei na minha. Mas eu espero que, na minha vez, todos digam isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho medo do políticamente correto, tanto que ouvi várias piadas sobre o caso Isabela e, uma das minhas piadas favoritas, é, ao saber que alguém morreu, dizer: &#8220;Morreu? Antes ele do que eu.&#8221;</p>
<p>Essa última, aliás, eu aprendi com meu vô. Pena que ele não pode falar isso quando chegou a hora dele. =P</p>
<p>Do mesmo jeito que eu não falarei na minha. Mas eu espero que, na minha vez, todos digam isso.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fã nº 1</title>
		<link>http://oesquema.com.br/olhometro/2008/10/20/quais-sao-os-limites-do-humor/#comment-2898</link>
		<dc:creator>Fã nº 1</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 12:20:03 +0000</pubDate>
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		<description>Você é notável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você é notável.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Dedé</title>
		<link>http://oesquema.com.br/olhometro/2008/10/20/quais-sao-os-limites-do-humor/#comment-2897</link>
		<dc:creator>Dedé</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 12:17:03 +0000</pubDate>
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		<description>Também acho que se levássemos tudo ao pé da letra a vida seria muito chata (sem contar os episódios de depressão e tristeza, que você apropriadamente citou). 
Sou adepta incondicional da leveza e do humor, fã de pessoas que conseguem ver o lado bom da vida e ter esperança. Diferente dos chatos e inconvenientes, que fazem piada acerca de tudo, o tempo todo, sem medida. Difícil ficar por perto. No outro extremo, estão os eternamente infelizes, que reclamam de tudo e carregam o mundo nas costas. Se posso escolher, fico no bloco dos que não abrem mão de ser felizes e leves. Mesmo que para isso seja necessário matar um leão todos os dias!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também acho que se levássemos tudo ao pé da letra a vida seria muito chata (sem contar os episódios de depressão e tristeza, que você apropriadamente citou).<br />
Sou adepta incondicional da leveza e do humor, fã de pessoas que conseguem ver o lado bom da vida e ter esperança. Diferente dos chatos e inconvenientes, que fazem piada acerca de tudo, o tempo todo, sem medida. Difícil ficar por perto. No outro extremo, estão os eternamente infelizes, que reclamam de tudo e carregam o mundo nas costas. Se posso escolher, fico no bloco dos que não abrem mão de ser felizes e leves. Mesmo que para isso seja necessário matar um leão todos os dias!!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Marin</title>
		<link>http://oesquema.com.br/olhometro/2008/10/20/quais-sao-os-limites-do-humor/#comment-2896</link>
		<dc:creator>Carlos Marin</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 10:32:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oesquema.com.br/olhometro/?p=1556#comment-2896</guid>
		<description>Bom, sou leitor assíduo de C&amp;H, PBF comics e similares (leio as tirinhas do explosm.net assim que são publicadas, por volta das 5h!). É fato que na vida real jamais tiraria sarro desse tipo de situação, embora às vezes pense &quot;seria cômico, se não fosse trágico&quot;.

Também lembrei desse vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=wsLLw2beKhg

Inicialmente não achei muita graça do cara rindo da &quot;desgraça alheia&quot;, mas confesso que é difícil segurar o riso, talvez influenciado pela risada do apresentador (e do Saulo), o que me fez lembrar de umas &quot;estatísticas&quot; publicadas na revista MAD, sendo uma delas mais ou menos a seguinte: &quot;Meia verdade: Pesquisadores mostram que pessoas riem mais quando estão em grupo. Verdade absoluta: Assistir Zorra Total em praça pública não provoca nem um sorriso.&quot; O que também me faz lembrar (leia-se: acompanhe a minha linha de raciocínio) que esses programas de TV são realmente muito sem graça. Vira e mexe aparece um quadro que é engraçado, mas a mesmice faz com que a graça seja saturada. A estrutura da esquete é sempre a mesma, finais previsíveis e você fica vendo e pensando &quot;agora ele vai fazer isso/agora ele vai dizer o bordão (característica desses programas)&quot;  Talvez seja por isso que Monty Python seja tão bom, tirando o fato do humor em si ser genial (inclusive estou pegando os episódios do Monty Python&#039;s Flying Circus =D). Embora tenham algumas personagens recorrentes, são apresentadas em situações diferentes e inéditas. Há muita coisa no humor britânico que não vejo a menor graça, tipo (muitas) tirinhas, mas deve ser porque eles são um povo que acha coisas bobas engraçadas (não lembro onde vi isso e se era uma fonte confiável =P). Acho que humor bom na televisão brasileira é Hermes &amp; Renato (mesmo argumento do Monty Python). Segue um vídeo de uma paródia do &quot;A Praça é Nossa&quot;:

http://www.youtube.com/watch?v=QsGIyqCQisw

P.S.: sem comentários quanto à Maísa...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, sou leitor assíduo de C&amp;H, PBF comics e similares (leio as tirinhas do explosm.net assim que são publicadas, por volta das 5h!). É fato que na vida real jamais tiraria sarro desse tipo de situação, embora às vezes pense &#8220;seria cômico, se não fosse trágico&#8221;.</p>
<p>Também lembrei desse vídeo:</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://oesquema.com.br/olhometro/2008/10/20/quais-sao-os-limites-do-humor/"><img src="http://img.youtube.com/vi/wsLLw2beKhg/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Inicialmente não achei muita graça do cara rindo da &#8220;desgraça alheia&#8221;, mas confesso que é difícil segurar o riso, talvez influenciado pela risada do apresentador (e do Saulo), o que me fez lembrar de umas &#8220;estatísticas&#8221; publicadas na revista MAD, sendo uma delas mais ou menos a seguinte: &#8220;Meia verdade: Pesquisadores mostram que pessoas riem mais quando estão em grupo. Verdade absoluta: Assistir Zorra Total em praça pública não provoca nem um sorriso.&#8221; O que também me faz lembrar (leia-se: acompanhe a minha linha de raciocínio) que esses programas de TV são realmente muito sem graça. Vira e mexe aparece um quadro que é engraçado, mas a mesmice faz com que a graça seja saturada. A estrutura da esquete é sempre a mesma, finais previsíveis e você fica vendo e pensando &#8220;agora ele vai fazer isso/agora ele vai dizer o bordão (característica desses programas)&#8221;  Talvez seja por isso que Monty Python seja tão bom, tirando o fato do humor em si ser genial (inclusive estou pegando os episódios do Monty Python&#8217;s Flying Circus =D). Embora tenham algumas personagens recorrentes, são apresentadas em situações diferentes e inéditas. Há muita coisa no humor britânico que não vejo a menor graça, tipo (muitas) tirinhas, mas deve ser porque eles são um povo que acha coisas bobas engraçadas (não lembro onde vi isso e se era uma fonte confiável =P). Acho que humor bom na televisão brasileira é Hermes &amp; Renato (mesmo argumento do Monty Python). Segue um vídeo de uma paródia do &#8220;A Praça é Nossa&#8221;:</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://oesquema.com.br/olhometro/2008/10/20/quais-sao-os-limites-do-humor/"><img src="http://img.youtube.com/vi/QsGIyqCQisw/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>P.S.: sem comentários quanto à Maísa&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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