19 de dezembro de 2008 às 13h33
O retorno da reforma da vizinha compulsiva
E daí que a distinta senhora do 14º está, novamente, reformando. Começou no segundo dia das férias. Novamente, ela quebra o chão, provavelmente da cozinha. Novamente, isso começa pontualmente às nove da manhã e se estende até sabe-se quando, sem previsões de término. Se da outra vez ela quebrou o chão por dois meses, não dá pra precisar quando isso vai terminar.
(Antes que alguém raivoso e sem coração me crucifique por Ó QUERER DORMIR DEPOIS DAS NOVE, gostaria de mencionar que trabalho fora do horário comercial e chego tarde em casa, o que desloca minhas 8h de sono nas 24h do dia. Obrigada)
Tentei de tudo. Primeiro, protetores auriculares. FAIL. As marteladas são muito altas, algumas fazem até ressonância com os móveis e a cama treme. Passei para dois pedaços gigantes de algodão no ouvido, FAIL também. Travesseiro por cima da cabeça não resolveu. Ontem achei que tinha encontrado uma solução: um software para o iPod Touch que se chama aSleep e reproduz sons confortáveis para dormir. Coloquei lá uma ‘chuva’, botei alto e tal, mas o barulho das marretadas infernais ainda se sobressaia claramente.
Daí que hoje resolvi por um som bem doido lá, uma cachoeira. É como se fosse o iDoser, um ‘SHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH’ interminável. Funcionou. Mas a certa altura, por motivos que eu desconheço, as marteladas começaram a aumentar, de freqüência e de força. Daí eu acordei, mas tudo bem, porque já tava quase no horário.
O que eu não mencionei é que esta senhora vem reformando o apartamento dela a cada seis meses, sempre que há férias. E eu não consigo ver outra razão pra isso exceto uma compulsão por viver sempre em uma casa nova. E um excesso de dinheiro. E duas filhas pequenas que são obrigadas a assistir TV Globinho todos os dias, porque não conseguem dormir além das 10h.
Só um desabafo, afinal, acordei mais cedo e tenho algum tempinho sobrando.



23 anos, jornalista, curiosa dos mistérios do mundo, odeia inveja e falsidade. 


19 de dezembro de 2008 às 15h58
Pra que que existe o síndico do prédio? Reclama com ele, ora bolas.
Se nada disso resolver, liga Sepultura no último volume.
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19 de dezembro de 2008 às 18h20
Oh, Deus, estou com pena de você, Ana! Pior que isso, só obra na casa da gente, né? hehehe
Mas respira fundo… É a vida…
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20 de dezembro de 2008 às 2h47
Seus problemas acabaram, eu tenha A solução:
Dá pra esquartejar a fermosa senhora, jogar partes do corpo pela privada, aproveitar que estão cimentando a parede e mandar bronca nas partes maiores (ela é gordinha?).
Discretamente você pode levar outras partes ao jardim zoológico e levar até os leõezinhos, que são uma fofura!
Não custa tentar, custa?
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20 de dezembro de 2008 às 19h55
Ninguém merece a Dona Sargenta!!!
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20 de dezembro de 2008 às 19h56
A idéia da vingança com sepultura é boa…
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Pingback por Tô com muito sono | Olhômetro
14 de janeiro de 2009 às 2h52
[...] que vou mais cedo pra cama, e não vou escrever. Daí eu durmo mais, afinal o limite é entre 8h30 e 9h, quando as marteladas começam. Mas já que você veio, vê o Fábio Porchat fazendo stand-up no Altas Horas e começa bem o seu [...]
16 de junho de 2010 às 18h27
Duas sugestões:
1- Headphones com noise-cancelling (caro, mas chique, e vc ainda pode usar eles pra ouvir musica ou assistir filmes sem escutar o Póóóóóóó da copa.
2 – Vai numa loja de material de construção, ou de tiro e caça, lá eles vendem uns protetores auriculares que parecem desentupidor de ralo. E funciona! (masnão deixe ninguém te flagrar usando, pq é mico na certa)
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