OEsquema

Blá blá blá diploma blá blá blá jornalismo blá blá blá absurdo

Ai que saco. Odeio ter que falar sobre alguma coisa, sabe? Quando você precisa escrever sobre algo, mesmo que não considere aquilo algo com que se perder tempo com. Mas todo mundo fica me perguntando o que eu acho disso, então vou escrever aqui – daí, quando perguntarem só mando o link.

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Jornais estão morrendo, jornalistas também. Nada mais apropriado!

Na quarta-feira o STF votou, por 8 a 1 (uhú!), o fim da obrigatoriedade de diploma de jornalismo para exercer a profissão. Eu trabalho numa redação, uma das maiores do país, e sinceramente não vi ninguém chorando por lá. Mas no Twitter eu vi. Ah, como vi gente se lamentando. “Ai, porque é um absurdo”. “Ai, porque isso é desvalorização da educação no país”. “Ai, porque agora qualquer um pode ser jornalista…”

Aaaahh, a tradicional arrogância da classe. A maior prova dela é uma porção de gente ter se ofendido com a comparação do ministro de jornalista com cozinheiro. Gente escrota. Desde quando ser jornalista é melhor do que ser cozinheiro? Quem devia se ofender é o cozinheiro, po.

Amigo que não é jornalista, tem algumas coisas que você precisa saber. A primeira delas é que o mercado de jornalistas está repleto de gente que exerce a profissão de maneira formidável e não é formado, desde muito tempo. A segunda é que a faculdade de jornalismo no Brasil forma pequenos especialistas em grandes generalidades com vagas noções de técnicas de redação. A terceira é que… sei lá, não tem terceira. Sou jornalista, não sei contar.

Pra ser jornalista, e eu sempre achei isso, não adianta ter faculdade. Jornalismo é espírito. Envolve gostar de estar bem informado, ser curioso, em alguns casos gostar ou saber escrever, gostar de ler, ter visão global de fatos, saber editar, uma série de coisas. Faculdade pode ensinar algumas técnicas, mas se algumas características já não estiverem lá, incubadas, faculdade não faz milagre. E essas técnicas você só aprende de fato exercendo, no mercado – ou seja, não precisa exatamente cursar jornalismo pra aprendê-las, precisa é trabalhar com jornalismo. Idem pras questões éticas que envolvem a profissão: elas estão em pauta o tempo todo no dia-a-dia, e você não precisa de sala de aula pra discutí-las, porque pode fazer isso com seus amigos no bar, já que necessariamente precisará tomar decisões que envolvem ética no cotidiano, e se não fizer isso de maneira adequada não vai durar muito tempo no mercado.

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O Tintin, por exemplo – não precisa de diploma, é claramente
jornalista por vocação. Simples assim

Além disso, você acha que por causa da queda da obrigatoriedade do diploma alguma empresa vai mudar os critérios de contratação? De maneira alguma. Vão continuar exigindo os mesmos conhecimentos gerais (talvez até mais!), as mesmas habilidades em texto, as mesmas capacidades multimídia. A faculdade, talvez, se torne um diferencial desejável. O mercado vai ficar sim mais concorrido, e isso é ótimo pra sociedade!

A Folha de S. Paulo nunca exigiu formação jornalística pra contratar repórteres. É o maior jornal do país. E quem você considera mais qualificado para falar sobre economia – um economista que domine as técnicas jornalísticas ou um jornalista que entende um pouco de economia?

Pois é. A Folha prefere o primeiro cara. E eu acho justo.

Não reclamo da não obrigatoriedade do diploma porque acho que os profissionais qualificados continuarão tendo espaço no mercado, por motivos mais que óbvios. A qualidade da informação vai aumentar, porque a concorrência vai ser maior e aquele carinha que só tinha formação em jornalismo vai precisar de uma pós em história pra competir com o historiador que tem bom texto no mercado.

É hipócrita o jornalista que chegar aqui e me disser que a faculdade o ensinou a ser jornalista. Ensinou-o a beber bem, a fazer bons contatos profissionais, a ir no Juca. Se na minha faculdade (e nas de todos os meus amigos) os próprios professores fazem vista grossa pras nossas faltas já a partir da metade do curso, por compreenderem que nessa altura do campeonato a maioria das pessoas já está no mercado e a faculdade se torna supérflua, como alguém tem coragem de dizer que 4 anos de faculdade de jornalismo são realmente necessários?

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Zé Bob, por outro lado, tenho certeza que tinha diploma,
mas nunca conheci um jornalista que trabalhasse tão pouco

Sou defensora de um curso técnico de dois anos de jornalismo, em formato de pós graduação. Os profissionais de outras áreas cursariam suas faculdades – direito, geografia, medicina – e com mais dois aninhos de técnicas jornalísticas e discussões sobre ética profissional e estariam habilitados plenamente a falar em veículos sobre o assunto. Felizmente, me parece que com essa mudança legislativa, essa possibilidade se torna mais atraente para as faculdades por aí. Espero ansiosamente uma posição por parte do MEC. Seria bem legal.

Conclusão: com a mudança se ferram os profissionais medíocres. Os bons, ganham, porque continuam no mercado seja como for; a sociedade, que consome notícias, também, porque a concorrência aumenta e logo qualificação dos profissionais também.

A única coisa que eu lamento nessa lei é que ela poderia ter saído há uns 5 anos, coisa assim. Eu poderia ter feito relações internacionais, e hoje estaria tinindo em Jornalismo Internacional. Mas é a vida.

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E o Clark, que tinha diploma, era jornalista,
mas que na verdade tinha por vocação o super-heroísmo?

A propósito: já que exerço a profissão há 4 anos, e não preciso mais do diploma pra me considerar profissional, já posso dizer que sou, sim, jornalista. Não é pelo título, glamour, nada disso. Não acredito nessas bobagens. É só porque isso diminui drasticamente as chances de ter o telefone desligado na cara ao ligar pras fontes dizendo “Oi, eu sou estudante de jornalismo….”

*Tenho prova até o fim dessa semana. Tava afim de faltar, ligar pro professor que orienta o TCC e rir da cara dele. Ele é legal, mas só pela graça que isso teria. Mas.. só faltam seis meses, né? Melhor eu terminar. E só faltam dois dias de provas.

574 Comentários
por: Ana Freitas postado em: Brasil, jornalismo, Política tags: , , , ,

574 Comentários

Comentário por Priscila Slobodticov
18 de junho de 2009 às 4h52

Não tinha como passar sem essa… jornalista q é jornalista de verdade não chora por um pedaço de papel!!

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Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 13h52

Não é um pedaço de papel, mas a jornada de estudos, pesquisa e dedicação que este papel pode representar.

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Comentário por Diracy
18 de junho de 2009 às 15h13

Disse tudo, Sara.

Responder

Comentário por Daniel
23 de junho de 2009 às 17h50

E esta jornada de estudos qualifica um profissional para escrever sobre economia, medicina, matemática, física ou culinária? Acho mais razoável ensinar jornalismo num curso de curta duração para quem já tem conteúdo – formal ou não. Viva os cozinheiros!

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Comentário por Paulo Lima
18 de junho de 2009 às 14h22

Concordo totalmente com o autor e com a decisão do STF. E vou além. Não apenas para o jornalismo deve acabar essa obrigatoriedade, mas como para uma série de profissões na área de humanas, como Ciências contábeis, administração, economia, DIREITO e outras.
Direito, a meu ver, é o mais polêmico, pois sofre uma péssima e nefasta influência corporativa da OAB; a meu ver, pessoas com capacidade e autodidatas que fosse formadas, mesmo que não em direito, e prestassem a prova e fossem aprovados, deveriam poder advogar, mesmo que só em causa própria. Tal argumenta se funda justamente que apenas uma faculdade não torno o profissional melhor que o outro; pelo contrário, as estatísticas demonstram que de cada 10 advogados, 2 são competentes e éticos. Outro fundamento é que mercado ficaria muito mais competitivo e a cobrança sobre mudanças na estrutura da justiça seriam maiores, o que pressionaria mais por uma reforma tanto no judiciário quanto no processo brasileiro, que é, atualmente, o pior serviço prestado pelo Estado Brasileiro.

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Comentário por Loli
18 de junho de 2009 às 14h53

Deviam acabar com todas as faculdades então, e cada um que aprendesse tudo diretamente nos livros.

“as estatísticas demonstram que de cada 10 advogados, 2 são competentes e éticos”
Pode mostrar a fonte dessa “estatística”? Gente desonesta e sem caráter tem em todas as áreas, na jurídica aparece mais porque eles têm mais chances de dar golpes, só isso. O mesmo pensamento serve para os políticios: a porcentagem de descarado lá é a mesma existente no resto da população. Mas o Zé Francisquinho vendedor de pipoca tem pouca ou nenhuma oportunidade de mostrar sua desonestidade.

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Comentário por Joseph Lorim
18 de junho de 2009 às 18h45

Sou filho de conceituado jornalista sem diploma do tempo em que jornalismo não era empresa que visava lucro… Hoje o tempo está mudado e o diploma serve para uma empresa selecionar as pessoas que irão ali exercer as funções de jornalista… Obeservem que até hoje não se fala em empresas que selecionem escritores para venda de livros ou outras publicaçõoes… Para ser escritor é bastante que conheça bem a lingua em que seja escrito o livro ou outras publicações… Bom… Mas, Loli Reply já disse tudo… Não bastam os falsos médicos, falsos dentistas, falsos veterinários, falsos químicos, falsos físicos, falsos matemáticos, falsos policiais, falsos, advogados, e muitos outros falsos profisionais em que, graças a Deus, o Zé Francisquinho vendedor de pipoca não está incluso para mostrar sua desonestidade… Desculpem… Mais parece que estão querendo a inversão de valores e começar tudo da estaca zero

Comentário por Daniel
18 de junho de 2009 às 15h11

Tenho opinião diferente da autora. Concordo que o mais importante para um jornalista é mesmo o “espírito de jornalista” e não um diploma e até acredito que pouco (ou nada) deverá mudar nno “grande mercado”, já que boas empresas continuarão buscando profissionais mais qualificados. Contudo, não tenho dúvida de que a medida aprovada pelo STF irá empobrecer (qualitativamente) ainda mais as redações das pequenas empresas (especialmente no interior do país), que obviamente seguirão (agora legalmente) o caminho que sempre seguiram, abrindo ainda mais espaço para gente pouco qualificada e que cobra muito pouco pelo seu trabalho.
Concordo também com o comentário sobre a “desdiplomação” de algumas carreiras. Seguindo o mesmo principio que norteou os ministros do STF, chegamos à conclusão que o curso de Direito tb não é necessário, já que todos temos amplo direito à defesa jurídica e que qualquer um pode tb debruçar-se sob a Constituição, o Código Civil e todo o conjunto de leis e normas que regem a sociedade. A diferença, é que no caso dos jornalistas, não há entidade de classe com tanto lobby e força quanto uma OAB. E que pró- liberação da profissão, existia o interesse econômico de muita gente.
Que os potenciais milhões de jornalistas que existem hj por aí tenham esse mesmo espírito para a profissão que muitos diplomados não tem. E que o mercado seja benevolente, acolhendo a todos e não desvalorizando (ainda mais) economicamente a profissão.

Responder

Comentário por Diana Souza
18 de junho de 2009 às 15h25

Sou cientista política…. e estou terminando o curso de economia e já atuo como tal. Exatamente, pela falta de obrigatoriedade de se ter uma papel dizendo que certas fórmulas e análises só podem ser feitas por um economista.
Posso falar da minha área. Posso dizer que, se a pessoas soubessem a diferença que faz ter um economista dentro de uma empresa, as empresas teriam maior sobriedade nas análises de seus balanços (feito por contadores) e saberiam melhor os rumos que deveriam tomar na continuidade e vida saudável do negócio (feito por administradores).
Dizer que não é preciso de um papel dizendo que a pessoa é competete é falácia. Só consegue o papel quem é capaz. COmo a própria jornalista disse… não há desmerecimento em ser padeiro, ou em ser jornalista.. ou pedreiro. Cada um dentro da sua área. Saber fazer a construção de uma casa envolte o diplomado, e o não diplomado.
Generalizar é errado. Mas, largar ao sabor do vento, é pior ainda.

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 17h33

Você tem razão. Concordo com todo seu comentário.
É assim, não pode banalizar a formação em nenhum nível.

Comentário por Gabriel
18 de junho de 2009 às 17h11

Desvirtuando um pouco o debate para o lado do Direito, discordo totalmente do colega… uma coisa é extinguir a obrigatoriedade do Exame da Ordem, o que é até discutível (embora eu não apóie esta idéia), outra coisa é acabar com a faculdade de direito.
Tá certo que tem muita coisa dispensável na faculdade de Direito, mas, simplesmente, não dá para ter um advogado que nunca estudou direito!
Exageremos pelo amor à polêmica: e se eu for um autodidata que brincou com aqueles “pacientes” feitos de massa de modelar e tiver vocação para a neurocirurgia, pra eu preciso fazer 6 anos de medicina e 2 de residência?! rs

Responder

Comentário por Gabriel
18 de junho de 2009 às 17h13

“pra eu preciso fazer 6 anos de medicina e 2 de residência?! rs”

Leia-se: “pra que eu preciso fazer 6 anos de medicina e 2 de residência?! rs”

Comentário por Ruy Felipe
18 de junho de 2009 às 18h11

Alguém falou em nefasta perseguição da OAB? Bom, vamos analisar a situação no Brasil: quando se resolve abrir uma instituição de ensino superior, qual o primeiro curso que vem à cabeça de quem está abrindo a mesma? Direito, óbvio. E porque é simples: você pega advogados para dar aula, de preferência que estejam iniciando a carreira, ou de advogado ou de magistério, compra alguns livros, instala em um prédio e pronto! Você tem uma instituição dita de ensino superior. O alegado “corporativismo” da OAB deveria servir de exemplo para as demais profissões, pois requer que a pessoa tenha O MÍNIMO de conhecimentos sobre tudo o que estudou. E digo o MÍNIMO, porque para passar na prova objetiva, é necessário acertar 50% da prova. Muito? Pouco na verdade. Mas mesmo assim, a maior parte dos formados bacharéis, reprova inúmeras e inúmeras vezes. Culpa da OAB? Lógico que não. E para ser Juiz tem que ter um período mínimo como advogado, justamente para não cair neste papel uma pessoa sem um pouco de experiência, sem ter visto na realidade o que ocorre todos os dias. Já pensou uma pessoa ser juiz, só por ter aptidão? Vai julgar conforme acha, muito embora não tenha conhecimento ALÉM DO MÍNIMO sobre leis. Existe uma corrente que não é nova, do direito alternativo. Nela, se aplica o bom senso, a decisão justa, às vezes contra a lei, etc, etc. Mas só que, para aplicar o direito alternativo, TEM QUE SER ESTUDIOSO deste mesmo direito, tem que conhecer, se dedicar. Você não aplica algo alternativo a outra coisa, se não conhecer profundamente desta coisa.
Existem várias pessoas com aptidão para as mais diversas áreas sim. Mas formação adequada e séria, para formarmos mais gente séria e dedicada em todas as áreas é extremamente necessário e urgente em um país como o nosso.
Poderíamos então, abrir um precedente, e dizer que, se temos vocação para sermos ministros do STF, seremos, a revelia de estudos e merecimento.
Acho que diploma pode não ser tudo, mas sem dúvida, deve ser requisito em profissões que requerem aliar à prática, muito conhecimento teórico. Não vejo problema uma pessoa estar em um banco escolar, aprendendo redação jornalística, ao invés de aprender escrevendo todos os dias para um jornal. Está aprendendo com seus erros, que porventura estarão sendo publicados todos os dias.
E me digam: hoje, com FIES, pro uni e tudo o mais de incentivo que se tem para se estudar em instituições de ensino superior, qual a desculpa para não se colocar o traseiro em uma cadeira de uma instituição superior? Somente a alegação de que “tá no sangue”?
Já vi radialistas que não sabem pronunciar o próprio nome, e que estão na rádio. Jornalistas que estão em algum lugar porque “escrevem relativamente bem”, mas não tem o algo a mais, o diferencial.
Acho que em qualquer profissão, em qualquer uma, se você for apaixonado por ela, e existir um curso superior (que não é coisa de outro planeta fazer um), a pessoa passará quatro ou cinco anos, COM PRAZER, em uma instituição adquirindo o que falta para ela, que já tem a vocação, a paixão, etc. Isto só vai tornár esta pessoa, um profissional completo.

Responder

Comentário por Cida
18 de junho de 2009 às 18h23

Nossa quanta gente burra,Esse Sr. paulo lima, seria ele formado em que? para falar com tanta propriedade de tl assunto.
Creio que não devo ler essas coisas, posso m tornar tb burra.

Responder

Comentário por Cristian
18 de junho de 2009 às 18h36

Isso…vamos acabar com todos os diplomas.
Se jornalista não precisa ser preparado numa faculdade (para aprender a pensar corretamente, abrir a mente), então vamos fazer o mesmo para as outras áreas.
Daqui a pouco o infeliz que aprovou essa burrice, irá ser operado de fimoze pelo vizinho (o mecânico da rua).
Já não bastasse as asneiras que vemos na mídia todos os dias, agora teremos que aguentar os ignorantes também.
Cultura não está acessível para todos. Por isso, o mínimo que o Estado deve garantir, é o acesso através de uma faculdade…mas isso custa caro pro governo. E meu ouvido é latrina, meus olhos são dois buracos para serem entulhados.
Que tal liberarmos tb para os psicólogos? Já pensou? O padeiro deve ser um ótimo conselheiro…
Façam-me o favor…

Responder

Comentário por Osvaldo Pimentel
24 de junho de 2009 às 14h56

É a pura verdade quando refere-se ao Advogado,teria que ser eliminado de vez o curso de 5 anos de direito. Pois isto não serve para nada. O que vale é o testezinho da OAB,que se faz em menos de 1 dia. Ao meu ver inconstitucional, porém legal aos olhares daqueles que conserva esse direito como “Reserva de Mercado”. Assim sendo verdade, qualquer agente com curso superior deve ter o direito legal de prestar a prova e exercer a profissão de advogado.

Responder

Comentário por Guilherme Bauer
18 de junho de 2009 às 14h41

Excelênte comentário,acho que existem vários profissionais de altissima qualidade que nem se quer cursou uma faculdade. Outros que tem um determinado curso e que exercem outras profissões. Acho que os estudos sempre ajudam e fazem crescer pessoal e profissionalmente, sem ele não tem como chegar a lugar algum. Mas profissão ta no sangue, é objetivo, é o propósito que você tem em sua vida que vai fazer você ser um profissional ilibado de altissima qualidade e não somente um “canudo” que vai virar quadro na sala de seu escritório ou de sua casa..Independente do diploma o bom profissional é aquele que faz as coisas acontecerem, que tem a solução mais adequada para cada problema, que faz bem feito quando ninguem ta olhando, que tem paixão pelo que faz.

Responder

Comentário por Rodrigo
18 de junho de 2009 às 14h49

Poisé… sou ótimo médico… mas não tenho diploma…

VC OPERARIA COMIGO?

O problema não é o pedaço do papel, mas o que ele diz…

Acabam de constatar que não é necessário estudar para saber contar histórias… concordo… se até os contadores de hitórias (ou estórias), como os que escreveram essa reportagem, concordam, eu não concordaria???

Se exigirem diploma para os contadores de histórias (ou estórias) daqui a pouco exigirão também para os ambulantes, motoristas de ônibus, motoboys… aí fode tudo!

Responder

Comentário por Prof. Dr. Ricardo de Souza Pereira
18 de junho de 2009 às 16h48

Prezado Rodrigo,
Eu acho estranho alguem ser otimo medico e nao ter diploma. Atualmente, estou escrevendo um livro de Medicina Interna para medicos e farmaceuticos, porque vejo que nenhum dos dois profissionais esta’ qualificado (seja no Brasil, ou aqui nos Estados Unidos) para fazer um diagnostico correto (seja no atendimento primario, caso dos farmaceuticos ou secundario `a saude). Passando por 6 anos de faculdade e tendo professores que tambem nao sabem como diagnosticar corretamente, explica a razao dos formados serem tao incompetentes para exercer suas profissoes nos dias atuais. Agora, voce vem dizer que e’ um otimo medico. Assusta, pois voce aprendeu medicina onde? Em um acougue? Eu nao operaria nem com voce, nem com os que tem diploma. Medicina nao e’ jornalismo. E casos de medicos e farmaceuticos incompetentes estao borbulhando nos ESTUDOS DE CASOS que coloquei no meu livro (a ser lancado a nivel mundial no ano que vem). Falar bem a verdade, nem o Doutor House (do Seriado Doutor House) eu acho um bom medico; pois com um problema de dor cronica na perna, ele falsificou a assinatura de seus colegas para ter acesso a medicamentos controlados e, por isto, foi parar na delegacia. Existem medicamentos livres de receita, que tem o MESMO efeito do VICODIN (e estrutura quimica similar), que evitariam a humilhacao que o Dr. House passou na frente do juiz. Dai, segue um bom exemplo da medicina que estamos vendo. E vc dizer ser um OTIMO medico. Realmente se auto-intitular isto significa que chegamos ao fim da civilizacao.
Um abraco a todos,
Prof. Dr. Ricardo de Souza Pereira
P.S.: a falta de acentos nas palavras e’ devido ‘a ausencia do teclado em portugues por estas bandas.

Responder

Comentário por Eduardo
18 de junho de 2009 às 19h35

Prezado “Professor Doutor”

O seu comentário é um excelente exemplo do que veremos futuramente nas redações: uma pessoa que faz questão de destacar o “professor doutor” na assinatura para mostrar sua “cultura”, mas é incapaz de saber o que é uma ironia. Fiquei estarrecido só com o início do comentário… mas ao prosseguir a leitura, notei o pior: o senhor cita Dr. House como exemplo de mau médico. UAU!! Um seriado de TV como exemplo da vida real.
Não precisa se preocupar com o português, não. Há algo muito mais grave no seu texto que erros gramaticais. Por favor, diga-me onde o senhor trabalha, para que eu não passe nem na porta do hospital!

Comentário por Sandra Costa
18 de junho de 2009 às 22h35

Se a autora do texto usa exemplos de novelas e desenhos animados, quem é vc para criticar o comentário do Prof. Dr. Ricardo Pereira?
E sinceramente, em um país governado por um presidente semi-analfabeto, que canta vitória por não ter estudado, o Prof. Dr. Ricardo deve sim fazer questão de assinar sua especialização. Pelo menos essa atitude mostra que ainda há cabeças pensantes neste país.
E como já disse no meu comentário mais abaixo: Um viva para os apedeutas que elegeram esse presidente!!!

Comentário por Eduardo
19 de junho de 2009 às 14h52

Bom Sandra… se você se acha no direito de criticar o meu texto, também tenho o direito de criticar o do suposto professor doutor. Afinal de contas, é pra isso que estamos aqui, não? Alguém aí falou em liberdade de expressão??
Mas num ponto eu concordo com você. São as “cabeças pensantes” de professores doutores que interpretam ironias como afirmações verdadeiras que elegem presidentes como o nosso. E são as mesmas cabeças pensantes que colocam em discussão o fato de Clark Kent não ter diploma diploma de jornalismo!

Comentário por Diracy
19 de junho de 2009 às 1h49

a propósito: alguem sabe a quem interessa essa decisão? foi bom pra quem? pras empresas, pros oportunistas de plantão e mais, pros que tem “espírito” de jornalista. (alguem sabe onde se compra isso?)

Responder

Comentário por Sandra Costa
19 de junho de 2009 às 15h23

Essa decisão foi boa apenas para emissoras de segundo escalão que querem encher o quadro de funcionários com “artistas, celebridades, modelos” para apresentar programas jornalísticos e tentar alavancar a audiência. Mas para nós, jornalistas comprometidos, que levam à sério a profissão, a decisão foi péssima. Sem contar que repercutiu muito mal na imprensa mundial. Mais uma vez o Brasil caminha para trás.
E só lembrando que a maioria esmagadora do eleitorado de nosso presidente semi-analfabeto pertence as classes C, D e E, e não às “cabeças pensantes”

Comentário por Gil Lucena
18 de junho de 2009 às 14h51

Você é ridícula! A questão não o tecnicismo em si. Várias questões permeiam a formação de um jornalista! Antropologia, sociologia, filosofia e outros ias da vida. É preciso que haja um esclarecimento daquele que será o responsável por utilizar palavras e disseminar conteúdos informacionais à sociedade! Vemos por aí, um monte de gente de jornalista de batente achando que podem dizer o que quiser e falar sobre o que quiser e como quiser… não é assim! A formação na graduação serve para o futuro jornalista compreender o tamanho do impacto de suas veiculações na sociedade! Se fosse assim, como você diz, não precisaria d graduação para direito, o que você está fazendo é uma defesa, é um argumento, você estudou faculdade de direito? Com certeza não! Mas mesmo assim sabe argumentar e defender… Ah, existe uma coisa chamada vocação e a partir dessa vocação é preciso que seja empreendido m trabalho de lapidação! Você, como outro imbecis, quer pessoas de visão senso-comum trabalhando e opinando enquanto jornalistas… você é uma vergonha para a classe! Com a obrigatoriedade a liberdade de expressão não será castrada, apenas haverá possibilidade de melhor adequação, fiscalização e benefícios trabalhistas para a própria classe!
Exerço a profissão e sou estudante, assim como você. A diferença é que você se deixou levar pelo tecnicismo. Estudantes só entram no mercado porque faltam profisionais formados e qualificados. Por enquanto!!!!!!!

Responder

Comentário por CARLOS AGUSTO DA COSTA MARQUES
18 de junho de 2009 às 16h34

Oi Gil,
Concordo com você em número e grau! O texto escrito pela “autora” sobre a dsobrigação do diploma jornalístico chega às rais do absurdo. Ridículo o pensamento que permeia essa infeliz. Me junto ao seu coro: ela é uma vergonha para a classe! ABS

Responder

Comentário por Bruno Sobrante
18 de junho de 2009 às 17h36

“chega às rais do absurdo”

Quem envergonha a classe é você, meu caro.

Comentário por Santos
18 de junho de 2009 às 16h43

PARABÉNS pela lucidez do comentário!!!

Responder

Comentário por Bruno Sobrante
18 de junho de 2009 às 17h42

“Várias questões permeiam a formação de um jornalista! Antropologia, sociologia, filosofia e outros ias da vida”

Todos esses ‘ias’ permeiam a formação de qualquer pessoa. Aliás, transcende o profissionalismo, deveria ser do conhecimento de todos. Todos esses ias deveria ser ensinados nos ensinos fundamental e médio, não na faculdade. Pobre daquele que depender dela para ter alguma noção (eu disse NOÇÃO, porque não há jornalista que seja expert nos ‘ias’, e nem por isso são melhores ou piores do que ninguém) dessas áreas do saber.

Diploma é papel. E as grandes redações vão continuar contratando quem é bom. E não é um papel que vai provar a qualidade do fulano.

Responder

Comentário por Thiago Corrêa
18 de junho de 2009 às 18h38

“É preciso que haja um esclarecimento daquele que será o responsável por utilizar palavras e disseminar conteúdos informacionais à sociedade!”

Você está equivocada. Pelo menos segundo a Constituição, nenhum conhecimento técnico pode restringir a livre comunicação social. Cada pessoa pode veicular suas idéias livremente, em qualquer meio de comunicação, e ainda que sejam idéias estapafúrdias ou irresponsáveis. Ainda que sejam idéisa criminosas, v. g., caluniosas ou difamatórias, toda a responsabilidade de quem as veicula é “a posteriori”, e não a priori, mediante apresentação de licença/diploma.

Até porque o diploma não exime a prática de delitos ou erros praticados em vias de comunicação social.

Pena que você não assistiu às 5 horas de julgamento ontem.

Responder

Comentário por Gisela
18 de junho de 2009 às 15h19

Olá,
Não sou jornalista e nem estou aqui pra defender a classe. Respeito sua opinião, mas se for por “espírito” não precisaremos de nenhuma faculdade… voltaremos a era dos práticos e barbeiros da medicina, da farmácia e etc… Será que sem uma formação “escolar” teremos “bons” jornalistas no futuro, não só capazes de escrever… escrever qualquer um escreve, mas comprometidos com outras questões (sociais, educacionais, políticas, filosóficas, religiosas e principalmente éticas) ???? O tempo dirá…
Abraços,

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 17h46

O que está em pauta não é a capacidade de escrita pura e simples, mas a consciência política bem desenvolvida, a ética e transparência, o compromisso social entre outras questões que somente um laboratório de Universidade pode propiciar.

Responder

Comentário por Thiago Corrêa
18 de junho de 2009 às 18h43

Se a faculdade de jornalismo fosse esse laboratório, vocês teriam PELO MENOS 5 períodos de: Direito, Medicina, Filosofia da Ciência, Sociologia, Antropologia, Psicologia. A formação “generalista” seria incorporada pelo curso, e vocês teriam curso em turno integral. Não poderiam nem estagiar. Aí sim, seu argumento faria o mínimo de sentido. Mas mesmo dessa forma, seria inconstitucional. Todos na sociedade podem expressar sua opiniao sobre essa mesma sociedade, ainda que não sejam sociólogos; da mesma forma que todos na sociedade podem votar, ainda que não sejam cientistas políticos. Na Alemanha, no século XIX, um cara chamado Savigny defendia que apenas bachareis em Direito tinham legitimidade eleitoral ativa e passiva, ou seja, para VOTAR e serem VOTADOS. Obviamente, e graças a Deus, ele perdeu. :-) )
Não vem me falar que 2 periodos de antropologia é “laboratório”.

Comentário por Thiago Corrêa
18 de junho de 2009 às 18h45

E mais: se o critério é ter profundidade acadêmica nas ciencias sociais pra emitir opiniao, TODOS formados em Ciencias Sociais, Filosofia, História ou Direito poderiam ser jornalistas, mesmo sob a vigência da lei que você defende.

Comentário por Camila Fagundes
22 de junho de 2009 às 21h24

Acredito que, quando aprovaram a “não-necessidade” de diploma para exercer a profissão de jornalista, estão falando da possibilidade de contratação para profissionais formados em outras áreas como economia (citado pela autora), história, filosofia, letras, turismo… Profissionais qualificados que sabem tratar do conteúdo de um dos cadernos do jornal. A primeira impressão obtida é que qualquer um que saiba ler ou escrever possa ser um jornalista. Os grandes jornais não querem perder a sua credibilidade e qualidade. Então, com certeza, não apostariam as suas fichas em qualquer um.

Comentário por Pedro
18 de junho de 2009 às 15h49

A decisão é muito correta sim. O jornalista diplomado hj é só um expert em conhecimentos gerais que domina técnicas de redação. Só que o fato é que um economista que também domine as mesmas técnicas de redação vai escrever uma coluna financeira 10 mil vezes melhor do que qualquer jornalista comum poderia sequer sonhar em escrever. O que importa é o conteúdo do jornalista. Sem isso ele é só um escrivão! Por isso acho que uma graduação em jornalismo é total besteira. Jornais não vão contratar pessoas sem preparação nenhuma a não ser que ela tenha no curriculo bons textos publicados. E me digam então, os que reclamam da decisão, qual é a diferença entre alguém que sabe escrever um bom texto jornalístico (com conteúdo) mas não tem diploma e uma pessoa com diploma em jornalismo? Não existe! certamente a graduação em jornalismo oferece uma vantagem pra quema cursa. Mas quem é jornalista e reclama da decisão tá sofrendo de um triste preciosismo infelismente. Querendo ou não, sua profissão dá pra aprender na “vida”.

Ao contrário de ciências, humanas, exatas e biológicas. Ciência não é um curso de proficiência em uma habilidade específica como é jornalismo. Ainda mais… me mostre alguém que aprende a resolver uma integral tripla “na vida”. rss

Desculpe-me fervorosos estudantes de jornalismo… mas ter alta concorrência na fuvest não significa q seu curso está no alto de um pedestal.

Responder

Comentário por Curinthians
18 de junho de 2009 às 16h56

Agora eu tenho profissão sou Jornalista…

De ex-curintiano a Jornalista eu AMO o STF !

Viva

Responder

Comentário por Carlos Eduardo
18 de junho de 2009 às 17h07

Pedaço de papel? Então considera a formação acadêmica uma mera formalidade, e com isso o documento o qual comprova sua habilitação um mero pedaço de papel. Ok. Diploma não determina sua capacidade ou mesmo a vocação, porém ele o caracteriza como profissional capacitado. A Faculdade não cria profissionais, apenas qualifica pessoas a exercerem uma profissão determinada, seja o jornalismo ou qualquer outra.

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Comentário por Lídio Maia
18 de junho de 2009 às 17h27

Um pedaço de papel? Com todo o respeito, um diploma adquerido depois de quarenta e oito meses de estudo, dedicação, seminários etc. qualifica para uma sociedade e empresa de tv e rádio séria, o profissional de jornalismo, ou seja, o jornalista GRADUADO!

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Comentário por Lorena
18 de junho de 2009 às 18h24

Uma coisa é aprender a técnica, a prática; outra, é ter domínio das teorias que estudamos ao longo de 4 anos de graduação, determinantes para que o trabalho esteja encorpado de senso crítico, que faz parte do tal “espírito de jornalista” a meu ver. Isso nenhum veículo de comunicação, por maior que seja o tempo de trabalho, vai ensinar… ¬¬

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Comentário por ---
18 de junho de 2009 às 18h33

Independente da obrigatoriedade, a universidade deixa uma herança valiosa para o Jornalista: o conhecimento. Isso, podem ter certeza, que nenhum mulambinho que se acha jornalista vai adquirir sem ter passado por um nível superior. Qualquer macaco aprende a apertar botões e todos os seres alfabetizados (ou quase todos) conseguem escrever um texto sobre um determinado assunto. Porém, só o conhecimento ultrapassa a barreira do medíocre factual e acerta o receptor com a flecha do pensamento, da interpretação e da capacidade de pensar. Tenho pena dos “jornalistas” do brasil.

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Comentário por Ná
19 de junho de 2009 às 3h08

é claro que seus colegas de trabalho não choraram a decisão, eles já estão empregados!!!
Só acho que faltou vc comentar a desvarolização do nosso salário, que já não é lá aquelas coisas…

Responder

Comentário por Fernando Garcia
18 de junho de 2009 às 5h01

Legal sua posição de que prevalece o melhor no mercado à partir da lei.
Mesmo porque, jornalista não é como médico, que tem que aprender mil coisas específicas para não matar o sujeito com um remédio errado.
Desde que a pessoa tenhas as qualidades que você mencionou e seja ética, provavelmente ela pode ser sim jornalista.

Sobre as qualidades que você mencionou, acho que pra qualquer profissão é igual. A faculdade realmente não faz milagre. A pessoa tem que ter o dom, gostar da coisa e ter certas habilidades desde se entende por gente, se não é MUITO dificil.
Eu faço engenharia da computação e vejo bem isso. Na hora de programar, o professor pode ensinar mil funções, mas pra saber utiliza-las tem que ter uma certa lógica… e não tem muito como ensinar, porque cada problema vai precisar de uma solução diferente.

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Comentário por nilde
18 de junho de 2009 às 13h08

Então, voltaremos ao tempo dos filósofos debaixo da macieira e descobrir a Lei da gravidade.
Sinceramente, a faculdade oferece o mínimo a capacidade de analisar, análise científica e não, apenas, emoções.
Jornalsmo requer atualização, estudo constante, enfim, passar conhecimento, informação acrescentando e não ensaio e erro.
É lamentável que tenhamos desde o presidente acusadores da imprensa.
Precisamos apreender com os donos da comunicação,não os que tem o dinheiro, falo de capacidade.

Responder

Comentário por Rodrigo Dias
18 de junho de 2009 às 14h50

Olha, os livros que normalmente passam para lermos nas universidades datam de 1990 pra baixo. Lógico, tem um ou outro da era 2000, mas a maioria da bibliografia é antiga pra caramba.

Como dizer que a universidade propicia “atualização” e “estudo constante” se ela dá meios antigo? E outra: quem se formou vai continuar estudando constantemente, ou vai simplesmente dizer “tenho diploma, sou foda”?

Isso vai se cada um. Não é o canudo que vai mostrar como a pessoa se atualiza.

Responder

Comentário por Gisèle
18 de junho de 2009 às 16h13

Primeiro que o cara que estava sentado debaixo da árvore tinha sim diploma (além do fato dessa história ser a maior balela, mas eu relevo porque provavelmente você não estudou o suficiente no EM), mas não tem como comparar as escolas de engenharia com as escolas de jornalismo, o cara que é autodidata em tecnologia é um génio e o mundo não precisa de tantos gênios, mas precisa de engenheiros! já o jornalismo, mesmo sendo uma profissão importante não é tão dificil pra se aprender sozinho, o que é facilmente visto pela quantidade de não jornalistas que são hiper capacitados pra atuar na área, agora conta o numero de não engenheiros que trabalham como engenheiros no mundo todo? Bem qualquer lugar de respeito não contrataria!!! Bem só dizendo que concordo com o post! E foi exatemente tendo esperança que isso um dia acontecesse que eu não fiz jornalismo hehehehhehe

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Comentário por Fernando Garcia
19 de junho de 2009 às 0h35

E foi exatamente isso que o ministro falou quando comparou os jornalistas com cozinheiros. =D

Comentário por Matsia
18 de junho de 2009 às 16h25

Com tantos erros de portugues, é natural que vc ache a faculdade de jornalismo fundamental.

Responder

Comentário por Reinaldo
18 de junho de 2009 às 18h16

Nilde, permita-me discordar de você.. o texto já deixa algo bem claro: a faculdade não faz milagres! Eu fiz o curso de Direito e tinha gente alí que não sabia escrever!!! Não tenho a menor dúvida de que essa gente sumiu no anonimato! Com Jornalistas é a mesma coisa – aliás, com todas as profissões é assim. Creio até que você possa aprender uma técnica manual nesta ou naquela profissão mas escrever é fundamental em qualquer campo e isso a Universidade não ensina: tem que ser sedimentado ao longo de anos e anos de boa leitura e escrita. A decisão foi mais do que justa. E depois tem outra: os Jornalistas foram os que mais gritaram por liberdade de expressão durante os anos de ditadura militar e agora são contra a anulação de um Decreto feito justamente daquele tempo… não dá para entender!

Responder

Comentário por Gisèle
18 de junho de 2009 às 16h21

mas engenharia da computação não é só programar e todas as outras disciplinas fica um pouco dificil de aprender sozinho! E mesmo os principios basicos de programação não são tão autoexplicativos, claro que depois tem que ter uma certa carga de capacidade individual, mas antes disso tem MUITA coisa!!!

Responder

Comentário por Fernando Garcia
18 de junho de 2009 às 20h16

Com certeza!
Mas foi apenas um exemplo. Claro que existem outras matérias tão ou mais complicadas do que programação. E pra ser bom nelas, muitas vezes precisamos de um empurrãozinho.
Mas sem ter o dom, não adianta. A pessoa não passará muito além do básico ensinado em aula, se é que chega a aprender o básico.
E sem aulas, seria muito mais difícil, mas não é impossivel.

Responder

Comentário por BeGOD
18 de junho de 2009 às 11h29

O Fernando Garcia que está estudando programação tb sabe que para programar não é necessário faculdade.

Responder

Comentário por Fernando Garcia
18 de junho de 2009 às 20h12

com certeza nao. O que eu estou dizendo é que a pessoa tem q ter um certo dom pra coisa. Nao adianta pedir pra uma pessoa que o tenha pra fazer que nunca vai ficar bom.
Eu nao sou designer. Não tenho o dom pra isso. Se me pedir pra fazer um desenho,POR EXEMPLO, pode ter certeza que vai sair uma merda. =)

Responder

Comentário por BeGOD
19 de junho de 2009 às 15h39

Falou tudo.

O diploma será o diferencial isso já acontece em varias áreas e principalmente na publicidade

Responder

Comentário por George Baracho
18 de junho de 2009 às 11h30

Ótimo texto.
Só um detalhe: O Clark Kent não tem diploma de Jornalismo. A Lois Lane talvez tenha.

Responder

Comentário por fabinho
18 de junho de 2009 às 13h46

George, o cara é o Super-Homem né?!

Responder

Comentário por fabio
18 de junho de 2009 às 12h40

acho que pra qualquer profissão isso deveria ser aplicável. mesmo médico, se o cara puder mostrar que sabe tanto quanto um médico formado… o cara pode ser um autodidata, aprender com o pai, sei lá…

Responder

Comentário por Júnior
18 de junho de 2009 às 13h31

Fabio, discordo de você. O fato de ter seu pai lhe ensinando, ou de ser auto-didata nunca irá capacitá-lo para exercer a Medicina, a não ser que você deseje receitar AAS em caso de dengue.

O curso de Medicina, por excelência exige uma prática médica aprofundada, sem a qual poderá estar pondo em risco a vida de uma pessoa.

Colocando a situação em exemplos: O pai do indivíduo ao qual citou; será que ele se submeteria a uma neurocirurgia pelo seu filho, o mesmo que aprendeu a passar Aspirina a um paciente com gastrite?

Reflita e veja que o ATO MÉDICO é diferente.

Em relação ao texto, concordo plenamente com a posição do autor, um artigo de jornalista formado(uhú)!

Responder

Comentário por fabinho
18 de junho de 2009 às 13h52

Tem muito médico por aí que deixa agulha, linha, suturas dentro de pacientes, opera a perna errada, tira fora o rim sadio, será que diploma basta?

Responder

Comentário por danzero
18 de junho de 2009 às 17h05

Esse é o ponto: só diploma não basta se não houver outra série de fatores. E todo esse debate da faculdade de jornalismo também envolve a qualidade das instuições de ensino e, no caso, não só de jornalismo. Quantos lugares conhecemos que matriculam o aluno que deixar o RG cair na frente da faculdade? Existem faculdades e faculdades assim como existem pessoas que têm a responsabilidade pelo que exercem (independente da profissão) e pessoas que não.

Comentário por fabio
18 de junho de 2009 às 16h43

Não estou desqualificando os cursos, estou só dizendo que deveria ser possível um cara excepcional poder se submeter a testes (ou coisa do tipo, até mais rigorosos que os testes do curso regular) para provar que pode praticar o que se julga capaz.

Responder

Comentário por waleska b.bastos
18 de junho de 2009 às 15h01

Pô cara ,pela sua opinião, vamos mudar a enquete:
Porque não acabar com todas as faculdades? Assim cada um vai ser o que acha que é!!!
As crianças,na sua maioria detestam a escola: Vamos acabar com o ensino fundamental, e o médio também. Afinal a gente aprende com o pai, com a mãe, com os avós e viramos auto didatas.
É isso aí. Anos de estudo,pesquisa, esforço, são uma grande bobagem!
E viva a bagunça.

Responder

Comentário por Gisèle
18 de junho de 2009 às 16h19

Acredito que existem faculdades que deveriam ser mais dificeis, não que deveriam deixar de existir.
Acho que o nivel dos médicos, advogados, engenheiros no país é muito baixo, mas dizer que esses profissionais pudessem realizar a profissão sem diploma é colocar a vida de muita gente em jogo!
Imaginem um juiz que não sabe o que está lendo??? A gente já sabe de vários que estão lá só por causa de indicação provas compradas etc, se as faculdades fossem mais exigentes eles não se formariam, mas repito o que disse acima, autodidatismo (nem sei se essa palavra existe mas releva) em certas profissões são pra poucos e é pra acelerar a velocidade de aprendizagem que nós temos professores, porque senão levariamos 60 anos pra aprendremos sozinhos o que levamos 18 pra aprender!

Responder

Comentário por fabio
18 de junho de 2009 às 16h48

Sim, a média da população não é auto-didata. =(
Mas isso não deveria ser um obstáculos pros auto-didatas. Por que é tão difícil os potenciais pequenos gênios brasileiros se desenvolverem?

Comentário por Reinaldo
18 de junho de 2009 às 18h32

Eu li direito o que você escreveu sobre Juízes??? Vamos recapitular: “A gente já sabe de vários que estão lá só por causa de indicação provas compradas…”. Eu não sei de nada disso… e se você sabe, sua obrigação é denunciar, sabia? Quem acoberta um crime é criminoso também – existem crimes comissivos e omissivos… cuidado!!!

Comentário por fabio
18 de junho de 2009 às 16h38

Viva!

Responder

Comentário por bruno
18 de junho de 2009 às 19h12

que tosco…

Responder

Comentário por fabio
18 de junho de 2009 às 20h38

o que e por que tosco?

Responder

Comentário por Bruno
19 de junho de 2009 às 13h46

Com todo respeito… isso de ser autodidata… por exemplo: se vc tiver interesse em ajuizar uma ação no valor de R$ 100.000,00, considerando o risco de uma derrota judicial vc contrataria uma pessoa que nunca frequentou a faculdade de Direito e diz que entende do assunto pq acompanhou o trabalho do pai? E se um ente familiar seu tivesse de ser operado (cirurgia de risco) vc o deixaria ser submetido a um médico sem formação? (tudo bem que na faculdade não se aprende quase nada, porém, o diploma é o minímo que se pode exigir.) e eu não estou falando de um reles pedaço de papel, mas sim de quatro, cinco ou seis anos de estudo..

Responder

Comentário por Junha Buarque
18 de junho de 2009 às 12h48

Agora é tarde, amiguinho. Nem o Homam Aranha vai tirar o cupim do PAU-BRASIL. Talvez os intelectuais de esquerda saibam como, nãao é mesmo?
Haja besteira escrita no Olhômetro cego!

Responder

Comentário por fabinho
18 de junho de 2009 às 14h05

Francamente Junha, vc fumou, cheirou ou bebeu nun intendí nada que cê falô cara??????

Responder

Comentário por Regina Camargo
18 de junho de 2009 às 12h53

É …cada cabeça uma sentença…eu fiz 4 anos de faculdade….1 ano de pós graduação e realmente sinto pela dispensa do diploma…acho q jornalista deve ter vocação e juntamente com ele a faculdade…mas agora td é supérfluo….mas quem vai decidir o que realmente é “vocação”? Sem diploma, sem DRT, qualquer “IDIOTA” vai falar, escrever o q quiser…sem qq consequência não é mesmo….esse país é realmente hilário!!!!!!!!!!

Responder

Comentário por Mike
18 de junho de 2009 às 14h25

Qualquer “idiota” poder falar, escrever ou pensar o que quiser chama-se LIBERDADE DE EXPRESSÃO… mesmo que o idiota tenha diploma !

Responder

Comentário por Gil Lucena
18 de junho de 2009 às 14h59

A prática jornalística é uma atividade profissional que leva informação a um grande número de pessoas. Essas informações causam impacto. Com certeza não queremos idiotas repassando essas informações…

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 17h56

Com certeza, o jornalista é sim um formador de opinião e pode ser um deformador de opinião se for um idiota. Ele deve conhcer seu papel, saber de sua responsabilidade e agir como um agente transformador e facilitador do acesso a consciência e ao saber…não como um idiota.

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 14h36

Então, por isso sou favorável a manutenção do Diploma e a moralização da formação acadêmica.
As Universidades, púplicas ou privadas, devem se preocupar mais com o nivel da formação que estão oferecendo. Não somente o diploma, mas o rigor na formação, chega de “despejar” profissionais medíocres todos os anos no mercado.
Não culpo os profissionais que saem das Universidades com formação deficiente, mas as prórpias universidades. Elas possuem a concessão do governo para educar, o mínimo que devem fazer é cumprir decentemente este papel.

Responder

Comentário por Giorgia
18 de junho de 2009 às 15h50

MTB!!!!
DRT??????

Responder

Comentário por Roberto Athayde
18 de junho de 2009 às 16h10

realmente está cheios de “idiotas” escrevendo, talvez você seja o idiota dos outros idiotas…tem muitos “jornalistas” diplomados da nova geração que passam sentados o dia inteiro fazendo matérias param revistas só “sugando”através da internet, um pega a noticia de outro e dá uma mudada no texto. Acho que neste caso não precisa mesmo de diploma. Mas na minha opinião um verdadeiro jornalista deveria ser aquele que para reproduzir o fato através da noticia tinha que pesquisar , ter fonte confiável e sempre buscar a profundidade do assunto, sendo ele de grande ou pequena relevância. Hoje a noticia é dada de acordo com interesses do grupo/empresa em que este jornalista atua. Hoje muitos profisionais enchem o peito para dizer que tem o diploma, mas não hora “H” não tem “culhões” para honrar este diploma e acabam transmitindo a noticia, distorcendo a verdade, induzindo, manipulando de acordo com os interesses de seus patrões. E também está cheio de “idiotas” com diploma escrevendo qualquer coisa…Mas mesmo assim isto é liberdade de expressão, e quando acontecer de uma matéria ferir ou expor a dignidade de outra pessoa, o caminho natural e civilizado é a Justiça. Afinal até a liberdade de expressão tem seus limites. Só mais uma coisa, existe também a liberdade de ir e vir…é só pegar as malas e procurar outro País, esta é turma que só reclama e não faz nada e vive apostando no pior, torce que de errado quando o Governo não é de sua simpatia.

Responder

Comentário por danzero
18 de junho de 2009 às 17h06

Uai, é só ler qq blog e ver que isso já existe.

Responder

Comentário por Júnior
18 de junho de 2009 às 18h04

Sem diploma, sem DRT, qualquer “IDIOTA” vai falar, escrever o q quiser…sem qq consequência não é mesmo….esse país é realmente hilário!!!!!!!!!!

É, a Folha, o Estadão, a Veja, com certeza vão contratar vários “idiotas” pra escrever em suas páginas, não é mesmo???
Olha, tem cada cidadão/cidadã com Mtb/DRT escrevendo idiotices por aí inconsequentemente que vou te falar, viu?? Um país hilário, sem dúvida!

Responder

Comentário por Reinaldo
18 de junho de 2009 às 18h38

Regina, não diga “qualquer idiota”… por favor! Há pessoas escrevendo muito bem e diplomados em outras profissões. Agora, sobre as consequências do que se escreve, o Poder Judiciário vai decidir; afinal, ele existe para isso! E de mais a mais, seja sincera: você nunca leu nenhuma besteira publicada por um Jornalista???

Responder

Comentário por Simone
18 de junho de 2009 às 12h55

Eu posso aqui discordar da imensa maioria… Mas tenho para isso um único motivo. Tive um funcionário de uns 60 e poucos anos que usava um enorme anel (como aqueles de formatura) e a todos se dizia JORNALISTA. Todavia esse cidadão não tinha, nem sequer,concluído o ensino médio. Então, acredito eu, que para evitar esse desmerecimento junto a profissão, seria necessário o diploma. Assim como advogados e médicos que além do diploma passam por outras provas para estarem aptos a praticar a profissão, o mesmo deveria ocorrer com as demais.

Responder

Comentário por Luiz Venturini
18 de junho de 2009 às 15h03

Não entendi uma coisa: Esse cidadão citado continuava estava contigo (contratado, suponho) porque tinha um bom texto, por exercer bem seu trabalho ou estava contigo por ter anel?

Em outras palavras: Ele trabalhava contigo por SER jornalista ou pelo fato de acharem que ele era jornalista formado?

Em outras palavras mais, partindo para outro exemplo: Nelson Rodrigues, que não tinha diploma de jornalista, demerecia a profissão?

Responder

Comentário por raquel
18 de junho de 2009 às 12h56

sou historiadora e a profissão tb não é regulamentada. claro que questionamos a necessidade de cursar 4 anos de uma faculdade, em aprender e desenvolver técnicas que um “amador” não aprende. mas concordo com seu ponto de vista ao dizer que tanto jornalismo, quanto história (sim, incluo a minha graduação), são vocações presentes no indivíduo, indo muito além de um diploma na parede.

eu, aliás, sou formada há 4 anos e nunca vi a cara do meu diploma. ng tb nunca pediu!

Responder

Comentário por Rafael Rosemberg
18 de junho de 2009 às 13h29

Certamente vão pedir seu diploma em um concurso público para magistério superior – como o de mestrado e doutorado.
A menos que você se contente com o que a grande maioria sonha: dar aulinha em colégio da rede pública. Aí tudo bem.

E é por comentários como este que ninguém dá valor aqui para a História. História é Ciência, tem método, tem teoria. Quero ver um Físico falar que qualquer um pode ser Físico, um Biólogo, um Astrônomo, um Químico… e que não precisa de faculdade.

Responder

Comentário por Stephen Dedalus
18 de junho de 2009 às 14h04

Até onde eu sei a física não é uma profissão reconhecida, pelo menos não como a medicina ou o direito. Não há uma “Ordem dos Físicos do Brasil” ou um “Conselho Regional de Física”. Nem por isso a física no Brasil é uma porcaria… Por outro lado, o fato de alguém insinuar que é vulgar (“o sonho da maioria”) “dar aulinha” na rede pública explica – muito – o estado da educação no Brasil – que é, em termos gerais, uma porcaria.

Um abraço!

Responder

Comentário por Rodrigo
18 de junho de 2009 às 15h05

Bom… então até onde você sabe não é lá grande coisa…

Física é uma área do conhecimento… mas a pessoa pode obter diploma de bacharelado em física, se tornando físico. Uma das atribuições é dar aula de física, onde é exigido o diploma… outra é trabalhar como físico (para as usinas nucleares, como exemplo)…

E “dar aulinha” para a rede pública é, NO MÍNIMO, uma atitude nobre… preconceito é algo que atrasa muito o progresso…

Comentário por Stephen Dedalus
20 de junho de 2009 às 18h23

Caro Rodrigo,

Eu sou bacharel em física (e tenho mestrado e doutorado também). E sei que no estado de São Paulo, na rede pública, não é necessário ter diploma de graduação em física para dar aulas de física. Além disso sei também que físicos, no Brasil, praticamente não trabalham em usinas nucleares (quantas há no Brasil?): eu, por exemplo, não trabalho (faço pesquisa em outra área que não tem nada a ver com física nuclear) e a esmagadora maioria dos físicos também não (aliás, para dizer a verdade, eu não conheço um único físico que trabalhe em uma usina, e olha que eu conheço por volta de umas centenas de físicos).

Enfim, não me custa informar que, de acordo com a legislação brasileira, para dar aulas de física o ideal não é cursar o bacharelado, mas sim a licenciatura, que é outro curso, às vezes muito diferente do bacharelado.

Quanto ao preconceito, não sei se você entendeu que não é meu (por acaso, sou casado com uma professora que dá “aulinhas” na rede pública): eu só comentei o texto que o tal Rafael Rosemberg escreveu.

Um abraço!

Comentário por fabinho
18 de junho de 2009 às 14h08

Rapaz, a forma como você se refere à aulinhas em escola pública me faz pensar que você foi parido já na pós-graduação. Quanta arrogância em oh Eisten!

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 14h45

Concordo contigo, é preciso cuidado para referir-se as situações, principalmente quando se trata de formação escolar. A grande maioria das pessoas cursaram em escolas públicas, o emprego de diminutivos soa ofensivo, não somente aos professores que “ralam” de trabalhar ali, mas também aos alunos, que como todo cidadão, só quer um lugar debaixo do sol…

Comentário por ALEXANDRE
18 de junho de 2009 às 14h45

VCS. Q. QUESTIONAM A IMPORTÂNCIA DE UM DIPLOMA DEVEM APLAUDIR O FATO DE TERMOS UM PRESIDENTE APENAS COM O ENSINO MÉDIO. MAS NÃO ESQUEÇAM CAROS AMIGOS Q.ESTE MESMO PRESIDENTE ESTÁ CERCADO DE PESSOAS NÃO APENAS COM UM DIPLOMA, MAS TAMBÉM COM OS MESTRADOS E DOUTORADOS DA VIDA. OU VCS. ACHAM Q. O PRESIDENTE LULA IRIA PREFERIR ASSESSORES APENAS COM O ENSINO MÉDIO COMPLETO?????VAMOS PENSAR COM A RAZÃO GENTE……

Responder

Comentário por RAFAEL SANG
18 de junho de 2009 às 12h58

SOU FAVORÁVEL A ESTA DECISÃO, UMA VEZ QUE CADA UM TEM O DIREITO DE ESCREVER O QUE PENSA E DE FORMA LIVRE. COM RARÍSSIMAS EXCESSÕES, JORNALISTAS DIPLOMADOS ESCREVEM O QUE O DONO DO JORNAL QUER VENDER OU O QUE GOVERNOS QUEREM QUE O POVO LEIA DE FORMA ALIENADA. TODOS ESTÃO COM O RABO PRESO. O POVO? UMA BOA PARTE ENGOLE GUELA ABAIXO.”JÁ NÃO FAZ MAIS JORNALISMO COMO NUNCA SE FEZ NESTE PAÍS…” DEU PARA ENTENDER?

Responder

Comentário por fabinho
18 de junho de 2009 às 13h53

Concordo, arrasou!

Responder

Comentário por j.silva
18 de junho de 2009 às 15h44

a questão de ter rabo preso com a linha editorial do jornal e seus interesses comerciais e políticos não tem nenhuma relação com o diploma de jornalismo.É somente a lógica econômica e ideológica da maior parte dos veículos de comunicação, tirando aqueles independentes que tem vida curta.Há a tendência de desvalorizar a área de ciências humanas, mas dúvido que um físico, advogado, médico, etc., (pelo menos a maioria absoluta) possa ler Hegel, por exemplo, e entender o conteúdo dos seus textos.
-“Ser e Nada são o mesmo; portanto, se existo ou não existo,, se esta casa existe ou não existe, se estes cem táleres estão ou não estão em meu patrimônio, dá no mesmo. Esta conclusão ou esta aplicação daquela proposição altera-lhe completamente o sentido. A proposição contém as abstrações puras do Ser e do Nada; porém a aplicação converte-a num ser determinado e num determinado nada. Como dissemos, porém, aqui não se trata de um determinado Ser. Um Ser determinado, um Ser finito, é um ser tal que se refere a outro; é um conteúdo que está em relação de necessidade com outros conteúdos, com o mundo inteiro. No tocante à conexão recíproca do todo (wechselbestimmenden Zusammenhang des Ganzen), a metafísica pôde chegar à afirmação (no fundo tautológica) de que, se um átomo fosse destruído, se esfacelaria o universo. Nos argumentos que se formulam contra a proposição referida, se algo surge como não sendo indiferente ao fato de ser ou não ser, não é causa do ser ou do não-ser, mas a causa de seu con¬teúdo mediante o qual se conexiona com outros (mit anderem zusammenhängt). Se se pressupõe um conteúdo determinado, um certo Ser determinado, este Ser determinado, porque é determinado, está em múltiplas relações com outro conteúdo; para tal Ser determinado não é indiferente se certo conteúdo diferente, com o qual se relaciona, existe ou não existe; pois só por meio de tal relação ela é essencialmente o que é. Acon¬tece o mesmo no representar-se (enquanto tomamos o não-Ser no sentido determinado do representar-se como oposto à reali¬dade), em cujo conjunto não é indiferente o ser (existir) ou a ausência de um conteúdo que seja representado como deter¬minado em referência a outro.” P 135 Hegel, G. W. F. Textos Dialéticos. Seleção, tradução, introdução e notas de Djacir de Menezes. Zahar, Rio de Janeiro, 1969.

Responder

Comentário por Bruno
18 de junho de 2009 às 12h58

Lamentável o entendimento do STF e de todos vocês que postaram acima… Me preocupa o fato de que se as coisas encaminharem-se neste rumo, logo não haverá necessidade do diploma para o exercício de outras profissões tais como Advocacia. Digo isto porque existem alguns casos em que o próprio cidadão pode pleitear, tais como: reclamatória inicial na Justiça do Trabalho, JESP, Habeas Corpus… (Será que o Supremo também vai entender futuramente que qualquer um pode ser advogado? Lamentável… e ainda tem gente batendo palmas… Que atraso de vida…

Responder

Comentário por fabinho
18 de junho de 2009 às 13h55

É tem coisas que se pode evitar a extorção dos honorários, não é uma beleza?

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 13h55

Concordo contigo

Responder

Comentário por Reinaldo
18 de junho de 2009 às 19h31

Mas, Bruno… a exigência de diploma para Jornalista é resquício da ditadura militar!!! Naquela época “eles” queriam ter todo mundo sob comando, cabresto. Você acha isso legal? Cadê a liberdade com a qual o povo – e os Jornalistas!!! – tanto sonharam???

Responder

Comentário por felipe
18 de junho de 2009 às 13h00

puta falta de respeito com a classe, acabou o curso de jornalismo nas universidades, e quem disse que cozinheiro nao tem diploma? fuleragem das grossas.

Responder

Comentário por JACKSON SALA
18 de junho de 2009 às 13h00

As empresas contratantes de pessoas para exercer o jornalismo ganham muito com o fim do diploma porque contratarão ótimos profissionais, cada vez mais por um salário menor. E com isso os ótimos profissionais do mercado também correrão o risco do encolhimento salarial. Mas sou a favor do fim do diploma porque o próprio mercado ao longo da história, nos mostra e prova que grandes profissionais ( talves os melhores ) sempre se destacaram e foram eles os responsáveis pelo engrandecimento e dignificação desta maravilhosa profissão.

( Sou Escritor profissional e ganho a vida também exercendo o jornalismo desde sempre, sem diploma )

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 14h53

Acho que esta sim é uma excelente oportunidade para “queimar etapas”, uma boa desculpa para quem não tem disposição para estudar…uma forma “legal” (viva ironia) de desprestigiar os que buscam formação profissional e incentivar os que não são chegados a uma labuta acadêmica, e acham que seus dons naturais os eleva ao patamar de saber sem precisar beber na fonte do saber. Que grande contradição…:( A lei do mínimo esforço está nos tornando mais estúpidos, mais vulneráveis a “predadores” e cada vez mais “cegos”…

Responder

Comentário por CARLOS AGUSTO DA COSTA MARQUES
18 de junho de 2009 às 16h43

Apoio suas palavras incondicionalmente, sem uma v´rigula a mais. Abs

Responder

Comentário por Joao
18 de junho de 2009 às 13h00

Concordo contigo, mas fico com essas duas opiniões.
O Marcelo Canelas disse algo muito interessante a esse respeito.
“Para ser um bom jornalista, ou em outra área, não é necessario ser formado. Mas se voce realmente quer seguir determinada profissão, nao vejo porque nao ir atras de educação formal. Com jornalismo nao e diferente”.

Um colega meu trabalha com desenvolvimento de programas de computador, é um profissional reconhecido. Ele me disse. “Na informática as empresas querem o seu conhecimento, se você é auto didata ta tranquilo. Mas se voce realmente quer trabalhar nessa área, nenhum profissional sério vai te desencorajar a ter um diploma, mesmo que ele não seja o que realmente conta”.

Responder

Comentário por Carlos Casel
18 de junho de 2009 às 13h01

Me parece que ler, escrever vai ser coisa do passado e voltaremos a ser analfabetos.

Responder

Comentário por Sandrinha
18 de junho de 2009 às 17h37

Exatamente, pra que perder tempo com essas besteiras de ler e escrever. Os Homens das Cavernas viviam bem sem isso.
Fico triste quando vejos os nossos governantes fazendo essas barbaries.

Responder

Comentário por nilde
18 de junho de 2009 às 13h01

É um absrudo num país onde grande parte é analfabeta permitir esta irregularidade.
Terão de acabar com os cursos de jornalimo,as empresas poderão colocar qualquer um que escreva sobre algum assunto a valendo menos.
Olhe, em vez de seguirmos em frente, retrocedemos.
O analfabeto ou quem tem o dom de escrever pode escrever artigos, livros, etc.
Ser entrevistador, repórter etc. terá de ter conhecimento das técnicas e métodos da profissão.
Acho que os juízes estão de gozação.
Que tal juíz sem o curso de direito?
Nem podemos nos defender falando diretamente com os togados.
Êta país, o Brasil dos sarneys etc. etc.

Responder

Comentário por Lica
18 de junho de 2009 às 14h29

Acho que um analfabeto não conseguirá escrever artigos.

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 14h30

É, acho que é um palpite bom.

Responder

Comentário por Mariana Flor
18 de junho de 2009 às 13h07

Show de bola para o exemplo do tintin.

Responder

Comentário por Vieira, L. C.
18 de junho de 2009 às 15h30

Eh… anh… TimTim e Clark Kent são personagens fantasiosos. Só para garantir…

Responder

Comentário por jair
18 de junho de 2009 às 13h07

não sou jornalista, e procuro entender os dois lados da moeda, mas não gostaria de pegar algum artigo, e estar escrito a palavra ” pescosso” no lugar de “pescoço”, ou um repórter não preparado, e não ter a menor habilidade para trabalhar com o público. Acho que isso a universidade ensina.

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 13h53

Na realidade, Jair, vc só está comprovando o que eu disse. Ninguém vai querer ler um jornal em que alguém escreva ‘pescosso’. Logo, o jornal ou vai quebrar ou vai contratar profissionais mais qualificados. Concorrência.

Responder

Comentário por fabinho
18 de junho de 2009 às 13h57

Diploma não lhe ensina ortografia.

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 14h04

Não mesmo. Na redação, dos estagiários ao editores, ninguém tem vergonha de consultar a gramática ou o dicionário qdo precisa, e isso é bem frequente.

Aliás, aproveitando que vc falou sobre repórter de TV, esse é o tipo mais ÓBVIO de vocação dentro da profissão. Ou é ou não é. CLARO que tem técnicas que podem ser aprendidas, mas tem gente que não tem a desenvoltura necessária e pronto.

Comentário por fabinho
18 de junho de 2009 às 14h10

Beijão pra vc Ana, adoro quando alguém concorda comigo, valeu mesmo.

Comentário por Claudya
18 de junho de 2009 às 13h08

Prá mim, você não entendeu o que o Ministro quis dizer, quando comparou o jornalista ao cozinheiro. Ele quis dizer que, um bom cozinheiro se mede pela habilidade manual na preparação de alimentos. Prá ser bom cozinheiro, ele necessariamente não precisa cursar uma faculdade, mas, mesmo assim, a maioria dos hotéis de qualidade exigem o diploma de chef de cozinha. Ao contrário de quem escreve, que deve ter uma boa formação, ser letrado. Do contrário, um analfabeto poderá ser jornalista, e olha, que tem muita ‘currutela’ nesse nosso país que fala e escreve ‘a gente vamos’, ou ‘nóis vai’.

Responder

Comentário por Adriana
18 de junho de 2009 às 13h08

É ridículo o diploma ter caído, porque os ministros do Supremo também não retiram a obrigatoriedade do diploma de Direito na área deles? Lamentável! Isso certamente vai gerar desemprego e qualquer um vai se “sentir” jornalista e sair escrevendo besteiras por ai.
Fazer o quê, né. O Brasil tem cada uma.

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 13h58

Verdade… para ser como O Gilmar Mendes, nível fundamental está de bom tamanho

Responder

Comentário por Giorgia
18 de junho de 2009 às 15h54

Que comentário infeliz!!!!!

Responder

Comentário por Raphael
18 de junho de 2009 às 16h03

Na verdade, para ser Ministro do STF não precisa ter diploma de Direito. Está na Constituição Federal:

“Art. 101. O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros, escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada.

Parágrafo único. Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal.”

Os Ministros são “indicados” pelos presidentes…aí já viu né…cada presidente, quando da abertura de uma vaga no STF, escolhe quem melhor lhe couber.

Mas, feliz ou infelizmente (é difícil definir…), em geral, os Ministros são formados em Direito.

Gilmar Mendes, atual Presidente do STF, por exemplo, foi indicado pelo ex-presidente FHC.

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 18h00

Obrigada pelos esclarecimentos, continuo achando ele um cretino…

Responder

Comentário por Raphael
18 de junho de 2009 às 19h19

Concordo contigo.Penso o mesmo!

Comentário por Silvéria Zanchi
18 de junho de 2009 às 13h09

Há Há Há, bonitinho seu ponto de vista,mas, cada um no seu quadrado !
É triste ver uma jornalista ter uma posição igual a sua.
Santo Deus, se não é na faculdade que se amprende então é aonde no BUTECO???
Hoje acordei me sentindo com aptidão pra medicina…então hoje quero ser médica.
Na semana que vem quem sabe dentista ???? Kakakakaka.
Não sei da sua faculdade, mas a minha forma bons jornalista SIM !

Responder

Comentário por fabinho
18 de junho de 2009 às 14h14

Sua faculdade é tão boa que você ainda não se decidiu, vai ser jornalista, médica ou dentista hein?!

Responder

Comentário por Silvéria Zanchi
19 de junho de 2009 às 13h16

VC Não entendeu !!!!
estou na na defesa !! ou vc acho que estou há quatro anos numa faculdade por nada ?

Responder

Comentário por fabio
18 de junho de 2009 às 18h48

Se vc for um daqueles gênios (ou ETs) que aprendem rapidamente um curso em Direito em uma semana, não vejo problema.

Responder

Comentário por aldo araujo
18 de junho de 2009 às 13h10

Incrivel é um Ministro do STF comparar JORNALISTA com COZINHEIRO……..
Sefor assim para ser Juiz tbm não precisa ser Advogado…..

Responder

Comentário por Marcos
18 de junho de 2009 às 13h11

Faculdade não faz milagre mesmo! Você é o melhor exemplo disso!

Responder

Comentário por Vieira, L. C.
18 de junho de 2009 às 13h12

Realmente… ficamos a ver navios sem saber o que são. Jornalismo sem história, sem filosofia, sem antropologia, sem sociologia é Achismo. Sem um bom cnhecimento do idioma, então, é ôtro pobrema. O que não vai dar de ‘Eu acho que Nietze quis dizer…’, ou ‘Eu acho que Darwin tinha que escrever…’, ou ‘Se não me engano foi em mil oitocentos e qualquer coisa…’ ou ‘Sou jornalista, não sei contar’. Ofender a si mesmo vai bem num boteco depois de umas e outras num fim de semana, mas ofender o conhecimento, o leitor e a humanidade ao escrever abobrinhas aos bobinhos dos leitores é insustentável. Mais vale a leveza do ser? Ou daqui a alguns anos o pessoal vai ler isso aqui e dizer’O que tem a leveza de ser com insustetável?’ E viva a mediocridade, como o personagem de Salieri em Amadeus definiu a si mesmo (ficção, gente, ficção… que nem O Código DaVinci, não estou citando como realidade). Ah, sim, sou Engenheiro Eletricista, professor universitário, e agradeço às entidades cósmicas (gostaram?) pela exigência de certificado de formação profissional para odontólogos, médicos, engenheiros, pilotos, professores (tenho pós-formação pedagógica e mestrado em Engenharia) e outros tantos. Mas tudo bem, em um país onde prevalece a fofoca, que os fofoqueiros e achistas se unam novamente.

Responder

Comentário por Míriam Ribeiro
18 de junho de 2009 às 13h12

Minha opinião é que deveriam extinguir a Faculdade de jornalismo, se bem, que temos a oportunidade de ler matérias horríveis de quem não cursou nem o segundo grau direito.O jornalista necessita sim, saber muito sobre o “jornalismo” e ter grande noção da economia mundial, ambos importantes, e um portugues corretissimo, usar termos sem necessitar de ficar vangloriando pessoas que não tem mérito para nada.Ando lendo revistas aqui em Goiânia de fazer vergonha no mundo!Sou leiga, mas fui criada lendo o Estadão(São Paulo) onde grandes escritores falavam de pessoas com sutileza de dar inveja, mas de pessoas merecedoras de seram homenageadas, pessoas que fizeram muito para o crescimento geral do Brasil e deixavam a sociedade chula feita de gente que apenas gostam de aparecer pelo que veste e pela falsa elegância, suas atitudes são apenas para mostrar eu sou o melhor!!Jornalismo é uma profissão séria, gente!Se não necessitar cursar jornalismo, que extingam também todos os outros cursos universitários. Sim, estou contradizendo o que escrevi no início, mas sejamos justos com quem paga caro para ficar em um banco de faculdade. Pensem bem, é justo?Por que não criar uma faculdade de escritores,e fazer deles “verdadeiros comentaristas ” do que acontece no mundo?Esqueçam o termo “JOrnalista!

Responder

Comentário por Gheysa
18 de junho de 2009 às 13h15

Eu concordo que o diploma não prova mesmo quem é o melhor profissional e que a faculdade não ensina quase nada, que aprendemos mesmo na prática.
Mas acho que isso deveria ser aplicável a diversas profissões também.
Eu sou tecnóloga em design (profissão que nem regulamentação tem) e faço trabalho que muito arquiteto não consegue, mas eu não posso ter um CREA de arquitetura e nem me filiar à ABD (que só aceita técnicos em decoração e arquitetos – especialização em decoração também não é aceita) porque o meu diploma me impede.
Às vezes o diploma mais atrapalha do que ajuda e acredito MESMO que se a pessoa é boa deve poder exercer a profissão.

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 14h01

Não extinguir as Universidades, mas propor a elas que mantenham os cursos e desenvolvam um exame de proficiência para supostos auto-didatas…se não banaliza mesmo.

Responder

Comentário por Figa
18 de junho de 2009 às 13h16

Já havia poucos jornalistas sérios e honestos nesse país. Agora, com essa decisão, só os picaretas e sem carater serão contratados pelas empresas e terão espaço na imprensa. Quem vai pagar a conta vai ser mais uma vez a sociedade, especialmente as pessoas mais humildes. É lamentável que tenha “Jornalista” que defenda a posição do STF.

Responder

Comentário por José Luiz Vaz de Sousa
18 de junho de 2009 às 15h18

Não entendi…….. como assim só os picaretas terão vez? Então as empresas (pelo menos as sérias!) não vão exigir de seus pretensos trabalhadores a capacidade de exercer bem a função? Imagine se diploma fosse uma exigência para tudo nessa vida: não teríamos tido o prazer de conhecer Patativa, Drummond… e na música: Noel, Pixinguinha, será que tinham diploma?! Concordo que haja picaretas, mas esses, cedo ou tarde, o mercado os descarta. Aí, ou mudam de profissão ou morrem de inanição.

Responder

Comentário por Sandra Costa
18 de junho de 2009 às 13h18

Lhe proponho uma coisa: sai um pouquinho do seu umbigo e do eixo Rio-São Paulo, e pensa nos outros tantos estados brasileiros. A imprensa, ou melhor, o mercado de trabalho em geral para o jornalista não é assim tão farto como é em seu estado. Existem uma infinidade de jornais menores, de distribuição gratuita, que sobrevivem de anúncios, e que já pagam um valor abaixo do piso da categoria para poucos profissionais formados. E para completar a mão de obra, enchem a redação de estagiários, pagando menos que um salário mínimo e sem VT.
Se já era difícil negociar um salário justo com esses caras, imagine agora que eles podem olhar bem no fundo do seus olhos e dizer: “ah vc quer um aumento? pois eu não preciso do seu diploma, posso contratar qualquer desempregado com bom entendimento de português e pagar a ele a metade do que vc está me pedindo.”
A exigência de qualificação profissional é vital em qualquer lugar, e para qualquer profissão. Concordo com sua idéia de um curso de dois anos, mas que seja feito apenas por quem já tem um curso de graduação. E sinceramente não concordo quando você diz que quatro anos de faculdade não fazem um jornalista.
Fazem sim! E as faculdades não são todas iguais. A faculdade que cursei não me ensinou a beber. Nunca abonou minhas faltas, só por abonar, tinha sim flexibilidade por conta do trabalho dos alunos, mas a responsabilidade com o ensino existia.
E acredito que vc deve concordar com uma coisa: o Brasil está na contramão do mundo! Só mesmo um país governado por um presidente semi-analfabeto poderia abrir mão do ensino.
E um Viva aos apedeutas que o elegeram!

Responder

Comentário por CARLOS AGUSTO DA COSTA MARQUES
18 de junho de 2009 às 16h54

Oi Sandra, reitero suas palavras e concordo plenamente com você! A todo o momento, independentemente de estar fazendo um bom governo ou não, o nosso líder esbraveja a torto e a direito, se orgulhando do fato de ter alcançado a presidência sem estudos. Qual exemplo essas autoridades pretendem passar para a população de nosso País, conhecido celeiro de analfabetos? Abs.

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Comentário por Rita Teixeira
18 de junho de 2009 às 13h18

Foi com alegria que ouvi a notícia do fim da exigência do diploma para ser jornalista. Não acho que essa medida por si só, venha a melhorar o nível da imprensa e do jornalismo no Brasil, que com raras exceções, diga-se de passagem é péssimo. Tendencioso, manipulado pelos dententores das empresas de comunicação. Os jornalistas que na sua maioria são formados em faculdades, são despreparados, desinformados e com textos cheios de clichés. De qualquer maneira a decisão da justiça pode atrair profissionais de outras áreas, como historiadores, filósofos e economistas para nos oferecerem informações mais bem fundamentadas. Podemos nos livrar de Míriam Leitão ou Alexandre Garcia, já seria um lucro.
Quanto a Folha de São Paulo ser o melhor jornal… tenham paciência, um órgão de imprensa que se refere ao golpe militar no Brasil como “ditabranda” …

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Comentário por Mari
18 de junho de 2009 às 13h18

Bom, concordo com você em partes. Pois conheço uma jovem que iniciou o curso de jornalismo. Detalhe: não sabe escrever, e não tem o hábito da leitura. Mais ainda, tem medo de conversar com as pessoas em busca de informações. O pai é dono de um jornal, e ela fica o dia todo na redação mexendo no orkut e msn. Qual o interesse de uma pessoa dessa? Mais uma coisa que havia me esquecido: ela não sabe enm quem foi Pedro Alvares Cabral. Mas quer seguir a profissão do pais, já que ele tem um jornal. Bom seria se ela resolvesse fazer administração.

Responder

Comentário por Rafael Rosemberg
18 de junho de 2009 às 13h21

Decisão mais do que acertada. Jornalismo é algo tão simples e boçal que exigir 4 anos de estudo é uma absurdo. Agora é torcer para todos os cursos serem fechados e que no lugar abram cursos realmente importantes.

O único problema é que, se o nível de um jornalista, antes, já era péssimo (a maior prova disso é ler uma matéria em um caderno internacional, pois o que se vê é um total desconhecimento acerca da história/sociedade/cultura do país em questão, o que leva aos comentários mais ridículos e parciais – vide qualquer matéria sobre países do Oriente Médio), agora vai ser pior ainda. Por isso que eu só leio as tirinhas no jornal. Se for para ter conhecimento, leio livros – de Historiadores, Sociólogos, Cientistas Políticos ou Filósofos, nunca de jornalista, que acha que pode falar de qualquer coisa. Mas agora, espero que eles não pensem mais assim e parem de querer falar sobre o que não sabem.
Grande Abraço!

Responder

Comentário por Catia
18 de junho de 2009 às 16h06

Algumas sugestões de leitura para você: Bravo!, História, Brasileiros, Piauí… Para conhecer outras, faz uma visita a uma banca bem bacana! Fikdik!

Responder

Comentário por Waldir
18 de junho de 2009 às 13h22

Perfeito, era tudo o que precisava ouvir. Adorei este artigo!!!

Responder

Comentário por Eu
18 de junho de 2009 às 13h23

Eu acho ótima essa nova lei. Os jornalistas se sentem aptos a trabalhar em qualquer área de humanas e ainda se aventuram pelas artes audiovisuais. Depois de anos em que os jornalistas tomam os nossos empregos, agora nós é que vamos tomar os empregos deles, hehe.

Responder

Comentário por sandro
18 de junho de 2009 às 13h23

Interessante seu posicionamento. Sou editor de um jornal evangélico (um dos mais conhecidos do meio), e não tenho diploma de jornalismo, porém, todos os meus leitores e anunciantes estão satisfeitos com o editorial que levamos até eles. Certa feita, uma assessora de um Deputado Federal me falou que para ser jornalista só no papel não bastava, tinha que ter o feeling da profissão, olha que ela é jornalista formada com diploma e todos os apetrechos “necessários”. Aprendi e continuo aprendendo muito com ela. Hoje, tenho cinco anos de profissão e sinceramente não sinto falta de um canudo nessa área. Vou contar outra história, rapidinho. Tenho um cliente (uma igreja) que edito o jornal deles, um dia a pastora me ligou e apresentou-me uma estudante de jornalismo que queria muito editar o jornal deles, me pediu permissão para deixá-la editar, falei apenas que queria ver antes de ir para gráfica. Pois bem, havia tantos erros, que tive que editar tudo outra vez. E a estudante? Ela não ouviu uma só palavra minha de orientação, pois falava que o professor a respaldava sobre tudo que fizera. Então logo pensei: – Não preciso desse canudo, tenho que ensinar esse professor… (risos).
Viva aos bons profissionais sem canudos…
Ah. O que seria de Nelson Gonçalves……..

Responder

Comentário por luiz
18 de junho de 2009 às 13h26

ótimo post, eu faço relações internacionais e ia achar ótimo fazer um curso de jornalismo pra trabalhar com jornalismo internacional… mas acabei pegando segunda graduação em ciências sociais.. vamo ver…
a propósito, vc é linda.

Responder

Comentário por Andre
18 de junho de 2009 às 13h26

Concordo, não creio que um pedaço de papel seja responsável pela qualidade dos textos que lemos em revistas e sites. Como sou da área automobilística, vejo muitos jornalistas formados dando informações furadas, e geralmente não sabem o que escrevem. Podemos contar nos dedos os sites e as revistas que merecem a atenção do leitor. Escrevo em meu site em todos os artigos, sempre busco saber, aprender, para depois colocar os artigos nele. Coloco a prova meu conteúdo no meu blog para qualquer um ver que, mesmo sem formação, meus artigos são bem mais completos, mais corretos e de fácil leitura do que muitos outros sites e revistas. Não sou formado, faço isso por hobbie, já que como profissão não poderia executar pela falta de diploma.

Responder

Comentário por Daniel Oliveira
18 de junho de 2009 às 13h28

Querem discutir o indiscutível.Óbvio que um diploma é necessário para você ter uma profissão.Colocar como argumento que a liberdade de expressão está condicionada a não exigência do diploma é uma das justificativas mais ridículas que eu já ouvi, principalmente isso vindo de senhores de togas que tanto estudaram para dizer absurdos e tremendas bobagens. Isso é boicote à imprensa que está incomodando gente poderosa.Jornalista de verdade não comemora isso, só empresários da comunicação, que a essa hora está rindo da nossa cara!Se qualquer um pode ser jornalista por saber escrever bem, daqui a pouco não será necessário que o seu filho estude no ensino regular porque ele é capaz de aprender a ler e escrever em casa.Um auto didata!Esse País é uma palhaçada!!!

Responder

Comentário por Eli
18 de junho de 2009 às 14h50

Perfeito Daniel!
Sou engenheira eletricista e tb concordo com a opinião do meu colega Vieira, L. C.

Responder

Comentário por Leandro Garcia Nunes Valente
18 de junho de 2009 às 13h29

belo texto!
entendo sua opinião… mas não concordo em praticamente nada.
você diz não ter problema o “jornalista” sem diploma entrar para trabalhar em um jornal, baseado que ele tenha vocação para o serviço. e quem vai dizer que ele tem vocação? você não acha que pode haver indicações em massa de pessoas influentes (políticos, empresários…) para colocarem qualquer um, para escrever o que seu “padrinho” manda ele escrever? não que isso não ocorra com jornalistas formados, mas acho a probabilidade de isto acontecer seja menor, graças a uma formação acadêmica. E dizer que não tem problema ter diploma é fácil, dizer que ninguém na grande redação que você trabalha reclamou também é fácil. vocês já estão no mercado… diga isso para um aluno de 2º ano de jornalismo, pergunta se ele ta feliz com isso…

Responder

Comentário por Henrique
18 de junho de 2009 às 18h52

Leandro;

estou no segundo ano de jornalismo e concordo completamente com você.

No começo fiquei muito revoltado, mas agora até entendo o outro lado.

Agora só estou frustrado.

Responder

Comentário por Priscila
18 de junho de 2009 às 13h30

Se o caso é que voce trabalha na area do jornalismo e é um otimo profissional e nao precisa de diploma pra isso…devo confessar que há 7 anos trabalhando em advocacia tambem posso ser advogada…pq de acordo com seu raciocinio a pratica e o conhecimento é que serve…afinal nao vou deixar a modestia de lado e afirmar que sei muito mais que qualquer advogado recem aceito pelo exame da OAB.
Acho sim e defenderei a importancia do diploma para qualquer curso que seja. Ou voce acha que um lixeiro que esta nesse cargo ha anos quer ser diplomado nesse tipo de profissao?

Responder

Comentário por Daniel Oliveira
18 de junho de 2009 às 17h35

PARABÉNS PELA SUA COLOCAÇÃO! PERFEITO O RACIOCÍNIO! DAQUI A POUCO VÃO DIZER QUE ADVOGADO NÃO VAI MAIS PRECISAR DE DIPLOMA. ISSO PORQUE SE VOCÊ CONHECER BEM O CÓDIGO PENAL JÁ ESTÁ HABILITADO? PELO MENOS DAQUI A POUCO ESSE SERÁ O ENTENDIMENTO DO SENHOR GILMAR MENDES!

Responder

Comentário por Júnior
18 de junho de 2009 às 13h32

Fabio, discordo de você. O fato de ter seu pai lhe ensinando, ou de ser auto-didata nunca irá capacitá-lo para exercer a Medicina, a não ser que você deseje receitar AAS em caso de dengue.

O curso de Medicina, por excelência exige uma prática médica aprofundada, sem a qual poderá estar pondo em risco a vida de uma pessoa.

Colocando a situação em exemplos: O pai do indivíduo ao qual citou; será que ele se submeteria a uma neurocirurgia pelo seu filho, o mesmo que aprendeu a passar Aspirina a um paciente com gastrite?

Reflita e veja que o ATO MÉDICO é diferente.

Em relação ao texto, concordo plenamente com a posição do autor, um artigo de jornalista formado(uhú)!

Responder

Comentário por Dirley Estebanez
19 de junho de 2009 às 15h52

Aprendi com meu irmão mais velho que é formado várias coisas de computador. Ele fazia o curso e chegando em casa me passava tudo, por ordem do meu pai, seu montar o pc, desmontar, soldar, trocar, ver onde está o defeito, programar, formatar, blá blá blá…

e ainda lhe digo mais por ser mais novo tive contato com novas tecnologias e não me liguei em coisas obsoletas “que tinham no tempo dele” e por isso as vezes algumas peças agente consertava junto.

Agora, infelismente não consigo emprego na mesma firma que ele… ele tem diploma e tal.. beleza.. mais eu sei o q ele sabe.. eu li os livros.

que droga né.

pra que pedir a merda desse diploma?

Responder

Comentário por Daniel Segatto
18 de junho de 2009 às 13h33

Concordo plenamente, e mais, o diploma, nos últimos anos, só faz banalizar qualquer profissão, enchendo estudantes com teoria demais, e os verdadeiros guerreiros ficam tomando porta na cara o tempo todo.
Sou artista gráfico, e tenho vontade de chorar qdo vou a uma exposição de arte contemporânea. Centenas de trabalhos medíocres, na melhor das hipóteses, expostos em circuitos culturais importantes, sustentados apenas por uma ou duas páginas de um texto rebuscado e ao mesmo tempo obtuso, e curadorias imcompetentes ou corruptas.
Van Gogh não tinha diploma, nem os Gêmeos, nem um monte de outros excelentes artistas.

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 14h09

Em partes vc tem razão, quando o assunto é “arte”…é preciso ponderar diversas questões.

Responder

Comentário por Ankokuhou
18 de junho de 2009 às 13h38

e não se esqueçam de peter parker que era jornalista dele mesmo(homem aranha)

Responder

Comentário por Henrique
18 de junho de 2009 às 18h49

Amigão Peter Parker tirava fotos jornalísticas do homem aranha. Ele nunca encostou em um lápis, pelo contrário ele estudava genética. Tudo haver hein?

sou estudante de jornalismo e em partes eu concordo com o artigo, se querem abolir o diploma que criem um curso de pós graduação de dois anos.

Mas eu quero meu diploma sim! A faculdade dá educação sim! Estudando as teorias podemos fazer uma reflexão sobre a profissão (que tem muitos problemas, mas podemos resolvê-los) e sobre nosso papel em uma sociedade democrática.

É verdade que tem muita gente talentosa no país e que aprendeu na prática, mas isso não quer dizer que não precise de um diploma que mostra todos os seus anos de estudo e reconhece seu conhecimento não só sobre jornalismo, mas sobre sociologia, antropologia e filosofia.

E outra se querem invalidar o diploma de jornalismo pelo menos me dêem argumentos aceitáveis, porque os apresentados no STF foram, na melhor das hipóteses, ridículos. Nenhum diploma garante ética (é só dar uma olhada nós médicos e advogados que pensam que são Deus). E se o problema é liberdade de expressão, todos os meios possuem uma parte dedicada aos leitores, na qual eles podem fazer suas reportagens. E outra eu quero ver textos de todos os brasileiros publicados, caso contrário eles não estarão se expressando.

Responder

Comentário por Aparecida Santana
18 de junho de 2009 às 13h38

Moro numa cidade onde poucas pessoas sabem o que é realmente ser Jornalista, e logo, nomeiam uma repórter de rádio jornalista, nada contra, mas vamos analisar: Concordo quando a colega disse que “Jornalismo é Espirito, vocação, compromisso com a verdade”, pois de nada adianta ter o diploma e não saber usar-lo. E quem não conhece um ou dois jornalistas formados que não sabem de nada? Ou uma pessoa inspirada, mas formada em outra área e tem um ótimo texto?
Fala sério! O diploma pode ser necessário, mas o que vai fazer a diferença na hora de exercer a profissão é a paixão pelo que faz!

Eu sou Repórter, não tenho diploma (ainda), mas respeito as opniões de todos!

Ah! Ninguém precisa ficar com raiva por ser comparado a um Cozinheiro, afinal, quem sabe cozinhar tem um DOM DIVINO, dom que eu também queria ter….

Um xerooooo
By Cynderella

Responder

Comentário por fabinho
18 de junho de 2009 às 14h23

Esse dom eu tenho, faço uma feijoada da hora, é sério.

Responder

Comentário por Sandrinha
18 de junho de 2009 às 17h47

Nossa, agora me deu até fome, com esse frio uma feijoada seria perfeita. KKK

Responder

Comentário por Lorena Metzker
18 de junho de 2009 às 13h39

Sou estudante de jornalismo e minha turma esta revoltada com isso. Confesso que mesmo pagando a faculdade, e o curso é muito caro, não estou me importando com toda essa mudança. O diploma é uma garantia do seu conhecimento na área e é claro que no mercado, com diploma ou não, quem não é bom o bastante dança..rs..pra mim meus colegas tem medo da concorrência. O modo que eles falam parece que o diploma não vai valer nada, achei radical, o jornalismo não é diploma e nada substitui o conhecimento e as experiências trocadas dentro de uma universidade.

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 15h15

Lorena,
Revolte-se, você tem todo o direito e motivo para isso. Mas, permita-me lhe dizer algo. Não permita que estas situações determine seus conteúdos, sua forma de desenvolver sua carreira e se preparar para ela. Não é isso que mudará você, sua vocação e o rumo que dará a sua vida profissional. Faça bem a sua parte de se preparar, estudar, pesquisar, podenrar, criticar e se posicionar. Autorize-se neste papel, fundamente sua formação de forma séria, ética e esforçada. Lá na frente, esteja certa, o próprio mercado se encarregará de selecionar os excelentes,com muito estudo, certamente você estárá entre eles.

Abraços

Responder

Comentário por fabinho
18 de junho de 2009 às 13h41

Formidável. A imprensa infelizmente não é ou deixa de ser séria por falta de diploma. Aqui em Uberlândia me lembro bem de uma discussão que foi parar na Câmara de Vereadores à respeito desse assunto: salvo engano a AITMAP – Associação de Imprensa do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba estava muito contrariada pelo fato da Câmara contratar por meio de nomeação pessoas sem diploma de jornalismo para trabalhar como assessores de imprensa, no meu entender simples corporativismo pois sabemos de muitos casos de jornalistas formados que são péssimos profissionais e atuam em grandes veículos de comunicação. Por exemplo: no final do jogo do Palmeiras ontem, um repórter perguntou ao Obina se ele estava com medo da torcida culpá-lo pelo fracasso na Libertadores por ele não ter feito um gol que para muitos era fácil de fazer… pra fazer uma pergunta dessas não precisa estudar em faculdade não é mesmo? Pra criar fatos constrangedores, criar situações pra violência, criar problemas para jogadores humildes como nosso Baiano Obina, pra se acabar com a carreira de alguém em qualquer seguimento, basta ser maldoso. É mais ou menos por aí… Ah! O fundador da AITMAP, nosso saudoso e competente J B Cury, não era formado em jornalismo, é mole?

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Comentário por Jackson
18 de junho de 2009 às 13h41

concordo plenamente, mas como o jornalista nao cursado, nao credenciado ao seu conselho vai apresentar “carteirinha” pra dizer a que veio?
- aproveito o ensejo pra pedir pra acrescentarem a profissao de Advogado. tem milhoes deles incompetentes e desonestos. e conheço quem não o é e tem discernimentos mtos maiores que tais.

Responder

Comentário por Füll
18 de junho de 2009 às 13h43

Eis um texto que merecem estar na capa do Yahoo!!!

Parabéns pela postura: profissional, segura, ponderada; num texto sério mas bem humorado…

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 13h43

Acho que a profissão de Jornalista deve exigir diploma, para que a pessoa exerça a profissão de jornalista, ela deve passar por avaliação rigorosa pelo órgão que a regulamenta como profissão.
Liberdade de expressão não pode ser confundida com libertinagem e falta de respeito.
O que temos visto, lamentávelmente, é esta profissão exercida por centenas de pessoas sem escrúpulo e nenhuma ética, que distorcem o sentido de democracia e fazem uso de sua voz ou escrita para propagar a falata de respeito com o próximo, reproduzindo informações mentirosas, sem nenhuma apuração de fatos. O que temos visto, é uma mídia covarde, que baixou as calças para o capital, vendeu sua moral a preço de banana e está a serviço da politicagem corrupta e totalitarista que assumiu o poder nos últimos 8 anos. O que temos visto é uma mídia que publica futilidades, explora abusivamente a vida privada de algumas pessoas e sustenta a famigerada cortina de fumaça. Sim, é isso que temos visto e deve ser combatido.
Se existe gente séria na mídia, estes estão concentrados na internet que, por enauqnto, parece não ter “rabo preso ” com ninguém. A lei da mordaça continua e o cidadão segue propagando mentira com ajuda da mídia vendida.
é isso

Sara Machado
São Paulo

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 13h45

As universidades que devem comprometer-se com seriedade na formação dests profissionais, reforçando a ética como disciplina principal.

Responder

Comentário por Léo Wenóli
18 de junho de 2009 às 13h45

Bom texto, acho isso também.
Propaganda é bem parecido.
Sou publicitário com muitos anos de experiência e trabalhei nas maiores agências do Centro Oeste. E o engraçado é que estou terminando a faculdade agora. Uma porcaria que só serve para afastar o aluno da realidade e, no meu caso, acabar com horas valiosas de descanso e convívio familiar.
Não defendo a vida sem diploma. Só queria que as faculdades fossem melhores e os professores mais preparados. Se eles pelo menos trabalhasem no meio seria ótimo. Fiquei 4 anos tendo aulas com pessoas que nunca entraram em uma agência de propaganda.

Responder

Comentário por wilson negris
18 de junho de 2009 às 13h46

o que preciamos e de seriedade ,o fim da futilidade,carater, e ética , que não vem embrulhado prá presente

Responder

Comentário por derlei
18 de junho de 2009 às 13h46

Bom dia, na verdade fico a pesar se nao estamos pesando so no nosso ubigo.”Os donos da lei faz e desfaz”.

Responder

Comentário por Ramon
18 de junho de 2009 às 13h47

“aquilo algo a se perder tempo com”????

Não é Inglês, não, filha.

“aquilo algo com que se perder tempo” fica melhor, não acha?

Responder

Comentário por Lidiane
18 de junho de 2009 às 13h48

Discordo de sua opinião. Sou jornalista (com diploma) e não vejo meus quatro anos na graduação como desncessários, pelo contrário.

Para ser um ótimo jornalista, claro que é preciso mais do que um diploma. É preciso criatividade, talento, gosto pela leitura, curiosidade, habilidade com escrita. Coisas que podem vir naturalmente como dom e/ou podem ser aperfeiçoadas, desenvolvidas e a faculdade de jornalismo É SIM um lugar onde podemos ser motivados para isso.

Claro que faculdades de jornalismo não fazem milagres, não são perfeitas, mas uma coisa que fui motivada a fazer em uma delas foi pensar, analisar criticamente as coisas, tornar-me uma profissional melhor.

Além disso, o fim da exigência traz consigo um grande perigo: desvalorização da profissão. Por quê? Ora, um profissional de outra área que quiser se envolver com nosso labor certamente vai dar mais valor à sua área de formação do que ao exercício jornalístico. Nossa classe vai perder força dessa forma…

E ainda, tocando na questão jornalistas x cozinheiros, acho sem sentido comparar uma profissão com a outra: são tarefas diferentes, não tem o que comparar. E isso vale para as profissões em geral.

Responder

Comentário por Gloria
18 de junho de 2009 às 14h26

Concordo 100%.
E digo mais: a repercussão que pode ter um prato mal feito, num restaurante, é muito diferente do efeito que uma matéria mal apurada pode causar. A faculdade de jornalismo não incute ética na cabeça das pessoas, nem talento, nem vocação. Isso vem de casa. Mas ela suscita discussões, ajuda a pensar, fornece embasamento teórico, prático e técnico para muitas das nossas atividades.
Liberdade de expressão é fundamental; para isso existem blogs e colunas. Mas a imprensa, não à toa chamada de quarto poder, precisa primar pela responsabilidade na investigação e divulgação das reportagens. E acho que a meta das faculdades é ajudar nisso.
Quero ver se a senhorita Olhômetro prestes a se formar vai manter esta opinião quando os nossos salários (que já são baixos) baixarem ainda mais com esta decisão irresponsável do STF.

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 14h28

Escolhi a profissão sabendo que sempre ganharia pouco com ela. Não tenho a ilusão de que isso mude. Sempre achei sacanagem. Mas paciência. Continuo contra a exigência do diploma, por princípios.

Responder

Comentário por Gloria
18 de junho de 2009 às 14h37

Mas, só por via das dúvidas, vai tirar seu diplominha, né?
Muito bem… não custa se garantir!

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 15h23

Diplominha ???

Comentário por Gloria
18 de junho de 2009 às 15h29

Foi uma ironia, darling.

Comentário por Ráisa Mendes
18 de junho de 2009 às 15h22

Finalmente alguém tocou na principal consequência da não obrigatoriedade do diploma!Uhhu…
Isso joga qualquer profissão na lata do lixo!
Existem profissionais imcompetentes?Sim!
Existem pessoas que nunca passaram por uma faculdade e que exercem bem suas atividades?Sim!
Porém, o bom profissional formado tem em seu diploma a prova de que ele estudou anos e de que não se deve pagar qualquer salário mínimo para um graduado (os sindicatos estipulam os pisos para cada área).
Os jornais acharão mais proveitoso pagar um salário mínimo p um “não formado” do que 1.500 para um formado.
E aí, onde estará aquele retorno financeiro que todo profissional busca no mercado de trabalho?

Responder

Comentário por Marcos Pinto
18 de junho de 2009 às 13h48

Ana.
Por curiosidade acabei acessando o “olhômetro”, atraído pela matéria sobre o fim da obrigatoriedade de diploma de jornalismo. A matéria chamou-me a atenção porque, já advogado formado há quase 40 anos, pretendia agora, depois dos meus 60, cursar jornalismo para conhecer técnicas que contribuíssem escrever para algum jornal ou outro meio de comunicação. A sua idéia de um curso pós-graduação, se adotado pelo MEC, seria excelente. Aguardemos. Mas, o que me levou a entrar em contato com você foi sua leveza e graciosidade ao transpor para a escrita suas idéias. Você é jornalista NATA e tem em suas veias o sangue da informação. Realmente não precisava ter cursado a faculdade de jornalismo, porque, nos seus 21 anos de idade, já tem a verve, a ousadia e coragem necessárias ao bom profissional da comunicação. Parabéns. De agora em diante, sempre que puder, darei uma olhada no “olhômetro”.

Responder

Comentário por renata
18 de junho de 2009 às 13h49

Também sou jornalista e também sou favorável.

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 13h50

Acho que o diploma filtra um pouco, mas não inibe os maus profissionais.
A unidade formadora do profissional deve comprometer-se em ministrar um curso de qualidade que reforc a importancia de atuação ética e responsável.
Ao contrário do que li em um dos comentários, acho que uma informação no controle de um mal profissional pode matar sim, não são só médicos que matam, palavras também matam e este tipo de morte é terrível, pois acontece em plena vida…Uma nota em um jornal de grande circulação pode destruir uma vida toda, uma carreira inteira, pode derrubar pessoas erradas e erguer pessoas certas…
Acho que moralizar a formação por meio de Diploma é fundamental.

Responder

Comentário por helio grassi
18 de junho de 2009 às 13h51

olha a muitos anos trabalho como radialista e reporter,sempre tive dificuldades com alguns estagiarios em jornalismo,pois, determinados professores universitários no ato de ensinar o que é cabivel exalta de certa forma a importancia de se ter um diploma.

Responder

Comentário por monica
18 de junho de 2009 às 13h51

na minha cidade tem o chiquinho da tv muro , ele nao tem diploma mais entende bem de jornalismo , ele é bem esperto, moro em SABARA -MG

Responder

Comentário por fabinho
18 de junho de 2009 às 14h20

Dá-lhe Chiquinho, só não pode ficar em cima desse muro, falou?!

Responder

Comentário por Izabel
18 de junho de 2009 às 13h52

Como em qualquer profissão, o aprendizado de nível superior é muito importante. Se os cursos de jornalismo deixam a desejar, que se façam críticas visando a melhoria do ensino.
Jornalismo não é blog, é coisa séria. Tem que se aprender: existe ética, técnica, método e critérios de trabalhos. E o leitor, mesmo leigo como eu, percebe essas coisas.
Como em grande parte das profissões, a formação tem de ser completada pela prática: a medicina, a engenharia e tantas outras profissões. Se existem no jornalismo excelentes autodidatas, ótimo. Gente de talento e trabalhadora existe sempre. Mas isso não é argumento para justificar que o ensino formal pode ser dispensado. Você dispensaria os anos de estudo pelo qual passou médico, só porque ele teve vários anos de prática profissional? Se ele aprendeu na prática, é porque tinha estudado antes.
Eu estou cansada de ler as reportagens mal costuradas, mal fundamentadas, cheias de linguagem de adolescente, e mal escritas de grande parte destes textos que se publica na Internet como “jornalismo”. Quando leio um texto desses, não consigo dar credibilidade a quem o escreveu. Um jornalista pode muito bem ser autor de um de blog, mas nem todo autor de blog é jornalista.

Responder

Comentário por Fernando
18 de junho de 2009 às 13h53

Curti sua opinião,
estavamos discutindo hoje, e seu link veio bem a calhar…

mas afinal, quem eh você?
Não achei assinatura em lugar algum.

Responder

Comentário por Roberto Néri
18 de junho de 2009 às 13h54

Olá Ana!

Tenho 17 anos, estou no último ano do EM e quero ser jornalista. Já tenho um blog (acho que é o primeiro passo pra quem quer ser jornalista) mas não faço idéia de como entrar no mercado de trabalho jornalístico. Será que além do básico (ter o dom, e gostar do que faz) precisarei do famoso Q.I. (Quem Indique)?

Se você pudesse me responder, sei lá, de repente através de um post, ou até se me mandasse um e-mail nas suas horas vagas que você não tem, eu me sentiria totalmente honrado, e talvez possa até ser uma forma de lembrar de você mesma quando tudo começou!

Bjos!

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 14h00

Roberto, eu sou só uma aprendiz, lembre-se. Estagiária. E faço meus ‘corres’, como dizem os manos aqui do ABC.
O que te recomendo – escreva, bastante, leia, e faça contatos. A internet proporciona tudo isso. O Twitter é a maneira mais rápida, fácil e prática de conhecer gente, e conhecer gente é importante. Network e texto. E sei lá. Vontade de fazer a coisa. Eu nunca fiz por obrigação, o blog foi natural, o Twitter tbm – eu só parei pra analisar essas coisas depois que elas já estavam feitas.
Boa sorte, qdo tiver mais tranquila dou uma lida no teu blog. E me adiciona no MSN, tá lá no ‘Fale Comigo!’ no menu ali em cima. =)

Responder

Comentário por Carlos Magalhães
18 de junho de 2009 às 13h54

Otimo texto,e concordo plenamente com a decisão do Supremo,como sabemos não se aprende a escrever bons textos e a vocação por sair atras de boas noticiais,bom jornalista é aquele que trabalha muito e não aquele que tem pós graduação em Londres,acho que quem tem o dom e consegue entrar numa grande redação terá um futuro brilhante,a faculdade não ensina nada quem ensina é o mercado o dia dia intenso de uma redação.
Sou publicitário e acho que essa lei podia vingar na área de comunicação em geral,ou vocês acham que os Nizan,Duda Mendonça e Justos são formados em publicidade?eles são sim formados pelo mercado a muito tempo.

Responder

Comentário por Gloria
18 de junho de 2009 às 14h32

“Ter o dom” não é suficiente para uma pessoa escrever uma reportagem bem apurada, com fontes confiáveis, com responsabilidade, ética e todas as questões que envolvem o verdadeiro impacto da mídia e seu papel na sociedade. As pessoas que defendem o fim da obrigatoriedade do diploma pensam que imprensa é brincadeira! Que é “palco de talentos”!!!!! “Bem, eu sou ótimo em português e minha mãe falou que escrevo super bem, então vou ser jornalista”. O buraco é muito mais embaixo, galera.

Responder

Comentário por Regibrasile
18 de junho de 2009 às 13h56

Vá escrever bem assim na Conchichina. Adorei o texto escrito por uma profissional que nem precisa de titulação, o que prova, e comprova, que “escrever” – como sambar – não se aprende na escola, embora ajude a quem nasceu com o dom.Até parece que a blogueira foi leitora assídua a revista SENHOR, a antiga, do final dos anos 50 e inícios dos 60, quando não existia “uniesquinas.”
Parabéns e fico orgulhoso de ler textos como este a cada dia mais difícil. Ah! fiz direito que abandonei no quarto ano, sou tradutor, bacharel e licenciado em Filô e como hobby articulista.

Responder

Comentário por Alexandre
18 de junho de 2009 às 13h57

Acho que o diploma é imoportante e ter um curso superior voltado para isso também é necessário como forma de melhorar a informação. Porém, não acho correto que seja obrigatório. Ele era e casos como da Escola Base, em São Paulo, aconteceram. Aquele homicídio da honra. E a verdade é essa mesma, bom profissional vai ter sempre espaço. Claro, agora o graduado terá que sair com o diploma e procurar mais qualificação. Talvez um caminho seja diminuir o tempo do curso, dois anos e meios; e mais um ano e meio de especializaçãio em alguma área. Por exempolo, esporte, política, economia, relações internacionais, cultura, etc. A pessoa estaria formada em jornalismo, porém, com a possibilidade de especializaçã. Mas uma coisa digo, foi muito barulho por nada. Gente boa de trabalho sempre terá uma vaga no mercado, basta correr atrás.

Responder

Comentário por Wesley Vieira
18 de junho de 2009 às 13h59

Que coisa mais idiota! A pessoa faz 4 anos de faculdade, sua litros e litros pra pagar as mensalidades e chega uma cambada de deputados corruptos votando á favor do fim do diploma???
Esse Brasil não tem jeito. O país desgraçado e fudido. Por que eles não votaram para a redução do salário deles???
Mas tenho certeza de que muitos jornais não vão dar trela pro povo que não tiver diploma…

Responder

Comentário por Ráisa Mendes
18 de junho de 2009 às 15h32

hahahahah!Verdade, concordo com você também!

Responder

Comentário por Cezar
18 de junho de 2009 às 13h59

Lembro certa vez ter lido uma frase talhada na porta da sala de medicina:

“Futuros médicos, após a diplomação, não esqueçam de fazer o curso de primeiros socorros.”

Médicos estão se tornando farmaceuticos!

Responder

Comentário por Carlos
18 de junho de 2009 às 14h00

Diploma é desnecessário? Então qualquer um pode se vertir de branco, clinicar e medicar… Qualquer um coloca um Toga e vira advogado, coloca um capacete branco e vira engenheiro. Vamos fechar as universidades!!

Responder

Comentário por Murilo
18 de junho de 2009 às 14h01

haha, adorei o texto. Tudo, inclusive as piadas (Tintin, Zé Bob, jornalista não sabe contar, ir no Juca, kkkkk). Vou guardar o texto para mostrar para meus colegas…

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 14h06

OBA, achei que ninguém tinha entendido que eram piadas. Murilo, vc me faz ter fé na humanidade. =)

Responder

Comentário por fabinho
18 de junho de 2009 às 14h18

Sacanagem né?! Até consultei o Aurélio pra escrever mais ou menos certo, eu não merecia isso.

Responder

Comentário por Aline Miranda
18 de junho de 2009 às 14h01

Concordo em número gênero e grau…

Responder

Comentário por Romualdo Juliatto (Mu)
18 de junho de 2009 às 14h02

Olá Cursei dois anos de jornalismo há uns 10 anos, não conclui por falta de recursos financeiros. Exerci e acho que ainda exerço a função – como dizia antes – amadoramente. Trabalhava como assessoria e comunicólogo ambiental, há uns 4 anos me formei em Técnico em Meio Ambiente (profissão também não regulamentada)e comecei – até antes – a trabalhar na área de Educação Ambiental e Geoprocessamento. Com esse meu pequeno adquirido realmente concordo que jornalista não se faz em faculdade. Se formar e virar foca, daí ter uma chance ou um furo depois de virar oficial e quem sabe ganhar notoriedade, realmente não existe. Tenho amigos jornalistas que sonham em serem escritores. Outros ralam noite e dia na edição de revistas, porque como disseram tá no sangue. Por outro lado no do Técnico em Meio Ambiente que necessita de parâmetros realmente técnicos (exatas) a regulamentação da profissão é uma necessidade de sobrivivência. O profissional não tem piso salarial, conselho ou sindicato, além de perder mercado para o técnico em segurança no trabalho, que muitas vezes por imposição do empregador acumula as duas funções pelo salário de uma. Criei recentmente um blog para discussão disto e assuntos afins (foco-ambiental.blogspot.com). Comparações a parte – seja gastronomica ou técnica – é que infelizmente existem muitos profissionais de comunicação ótimos que não tem o devido reconhecimento ao passo que alguns não merecem nem o titulo. abraços e sorte.
PS: Não esqueçam que o pedido da não obrigatoriedade partiu do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo. Em se tratando de empresas, só lembrando uma prática constante, demite-se pessoas com salários mais altos, para diminuir as despesas,e contratam-se novatos pela metade do valor.

Responder

Comentário por Evaldo Prado
18 de junho de 2009 às 14h02

Acredito que o dom ou a vocação para uma determinada profissão, a princípio, vale mais do que o diploma. A orientação técnica é muito importante para o jornalista. Porém vemos jornalistas falando de biologia e sem conhecimeto, seria interessante o Biólogo-jornalista. Vemos o jornalista atuando como locutor com uma péssima interpretação de texto e uma voz irritante. Na minha opinião o mercado jornalístico ganha com a nova medida do STF.

Responder

Comentário por Simone
18 de junho de 2009 às 14h02

Nunca li tanta idiotice num texto só. Qualquer um hoje pode ser qualquer coisa, inclusive pode se candidatar a qualquer cargo político, basta ser alfabetizado. Tem muito semi-anlfabeto no Congresso Nacional. Por que então jornalista precisaria de diploma? Qualquer um pode escrever qualquer besteira como no texto acima, é a casa da mãe joana. Quanta insanidade e burrice para uma pessoa só. A decisão do Supremo é simplesmente absurda, repugnante e vai acabar com o curso de jornalismo. A imprensa representa o quarto poder, mas só é massacrada desde sempre. E ainda tem gente que abre a boca para falar besteira, fica calada, faça esse grande serviço à sociedade.

Responder

Comentário por Spider Jerusalem
18 de junho de 2009 às 14h04

Você não aprende jornalismo em uma faculdade! Aprende FAZENDO A PORRA DO JORNALISMO!

Responder

Comentário por Henrique Mumme
18 de junho de 2009 às 14h04

Na realidade, para qualquer profissão não deveria ser necessário diploma. Se a pessoa é reconhecidamente competente em determinada área, porque não deixá-la atuar?

Se há uma pessoa morrendo na rua, e um rapaz que não é médico sabe como ajudá-la, você não deixará ele agir apenas porque não é médico?

Diplomas são como os selos de certificação de orgânicos ou de qualidade, servem mais pra esconder a incompetência do que para a identificarmos.

Se diploma significasse competência não veríamos tantas erros profissionais por aí. Prefiro mil vezes um cara honesto sem diploma do que mais um corrupto de Harvard.

Responder

Comentário por Sandrinha
18 de junho de 2009 às 17h19

Não se escreve prefiro mil vezes uma coisa do que outra.
O correto é prefiro vinho a cervja. (por exemplo)
Imagine um jornalista sem diploma escrevendo essas boabagens.

Responder

Comentário por LVM
18 de junho de 2009 às 14h05

Acho rídiculo , sabemos que um pedaço de papel nada vale, mas como vamos provar para os nossos pais que somos alguém na vida??? Com um diploma temos uma prova disso……

Responder

Comentário por Luana
18 de junho de 2009 às 14h35

É Brailsinho, seria bom mesmo acabar com esse negócio de diploma, gostaria muto de ser juiz de Direito. Só por que ganha bem e faz o que quer se se vende principalmente para o Governo. Ah!Também tem as cotas, porque também não reservar cotas para Deputados, Senadores, Veraddores 50% tá muito bom. Para presidente também um ano o predidente é branco no outro não . Vai ser muito bom porque vamos ficar livre desse porco que as pesquisas dizem que tem 80% de aprovação. Mas quando vai abrir os Jogos Panamericanos nós tivemos a honra de ver a verdadeira pesquisa. Para calar a boca dos jornalistas que não são censurados, é mas só escrevem o que os donos dos jornais e emissoras de rádio e televisão querem. E eles protegem o governo para continuarem recebendo o cache cala boca fale bem do governo. É bom mesmo acabar com esse diploma assim um machoe escreve a verdade que os diplomados escondem por terem medo de irem para o olho da Rua.
Quem defendeu o colega Cajuru? Bando de mentirosos a censura esta aí. A que saudades do Figueredo.

Responder

Comentário por Peter
18 de junho de 2009 às 15h18

É, e ele falou em sua última aparição (Figueiredo)
“Voçes vão sentir saudades de nós…Podem apostar!!!

Responder

Comentário por Raphael
18 de junho de 2009 às 19h14

Preconceitos a parte, vc poderia ser mais educada e expor sua opinião sem ofender a ninguém?

Agora, saudade do “Figueredo”????????
É impressão minha ou estamos falando de liberdade de expressão?

Responder

Comentário por Murdock
18 de junho de 2009 às 14h07

Ótimo post. Mas há casos e casos. Na minha profissão por exemplo, a de Contador, os não formados ditos leigos só fazem porcaria e causam inúmeros problemas as pessoas. Já na área dos advogados, há anos percebo que muitos se formam e não conseguem registro na Ordem. Mas são estes que com uma visão e inteligência privilegiada ganham as ações da primeira a última instância. Ou seja, como os jornalistas exite um monte de excelentes advogados sem OAB por aí. Torço para que este caso dos jornalistas sirva de exemplo para repensar os modelos de educação, as avaliações de postulantes a diversas profissões e principalmente a atuação de todos os tipos de profissionais com ou sem carteirinha e ou diploma.

Responder

Comentário por Danie
18 de junho de 2009 às 14h07

Cara eu não sei se é melhor os textos ou os comentário!

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 14h22

Eu também to ponderando, Danie. Vc não imagina como me divirto…

Responder

Comentário por Diracy
18 de junho de 2009 às 15h18

Minha opinião? Os comentários! kkkkkkkk

tô me divertindo.

Responder

Comentário por Sandrinha
18 de junho de 2009 às 17h44

estou me divertindo com alguns.

Responder

Comentário por FERNANDO
18 de junho de 2009 às 14h08

MEU COMENTARIO
EXISTE MUITOS PROFISSIONAIS BONS COM DIPLOMA E TEM MUITOS PICARETAS DIPLOMADOS TAMBEM.
COMO NO CASO DA MEDICINA, FARMACIA, ENGENHARIA, POLITICA E ETC.
OS MAIORES LADRÕES DO BRASIL SÃO OS DE COLARINHO BRANCO, DIPLOMADO, UNIVERSITARIOS.
ENQUANTO OS TECNICOS SÃO MAIS SIMPLES E OBJETIVOS
E MENOS DE NARIZ EMPINADO SÓ PORQUE TEM UM CANUDO NA MÃO ACHA QUE É O DONO DA VERDADE.
É CLARO QUE PARA SER UM EDITOR CHEFE DE UM JORNAL OU OUTRA RESPONSABILIDADE QUALQUER , EXIGE CAPACIDADE E MUITO ESTUDO PRA ISSO, MAIS PRA FAZER IGUAL MUITOS QUE SE DIZ JORNALISTA FAZ , E SÓ PEGAR UM MICROFONE NA MÃO E SAIR FAZENDO PERGUNTAS IDIOTAS IGUAL A GENTE VE NA TV, ISSO QUALQUER SEMIANALFABETO IGUAL A MIM FAZ E TALVEZ FAÇO MELHOR QUE MUITOS QUE VEJO ENVERGONHANDO A CLASSE QUE DE NARIZ EMPINADO SE DIZ ; EU SOU UM JORNALISTA.
OU EU SOU UM MEDICO E RECEITA UM REMEDIO DE MERDA QUE NÃO VALE ABSOLUTAMENTE NADA, QUALQUER UM CHÁ QUE SE TOMAR VALE MAIS DO QUE OS REMEDIOS DELES.
ERRO DE MEDICO A TERRA COBRE.
TEM POUCOS JORNALISTAS BONS O RESTO ENTROU PELA JANELA. SERIA MELHOR MUDAR DE PROFISSÃO. É RESTO.

É POR ISSO QUE O MUNDO ESTÁ DO JEITO QUE ESTÁ, COM TANTOS PROFISSIONAIS DE MEIA TIJELA E INCOMPETENTES.

Responder

Comentário por Danie
18 de junho de 2009 às 14h09

…comentários

Responder

Comentário por Carlos Gabriel Dusse
18 de junho de 2009 às 14h09

Confesso que quando vi a notícia na noite de ontem, não gostei. Senti-me enganado por ter gastado tempo e dinheiro em uma faculdade sem que houvesse necessidade disso. Mas agora, pensando bem, cheguei à conclusão de que o diploma já não vinha sendo respeitada, principalmente na internet. Mas acho que a queda do decreto que obrigava o jornalista a ter um diploma criou um problema em relação aos assessores de comunicação. Na minha opinião, o diploma deveria continuar a ser exigido para essa área.A faculdade ainda é o melhor lugar (talvez o único) que ensina como fazer jornalismo dentro das empresas e, ao mesmo tempo, mostra aspectos do trabalho dos repóteres importantes para que se consiga emplacar uma notícia.

Responder

Comentário por Kelma Jucá
18 de junho de 2009 às 14h14

Há tempos não via tanta bobagem junta.Sou jornalista formada e defendo o diploma. Não o papel, mas o arcabouço de conhecimentos que se adquire em quatro anos de curso. E eu ainda sei contar, mesmo sendo jornalista (diferentemente de quem escreveu esse texto horrendo). Estou com uma dúvida: quem vai ensinar as técnicas que se aprende na faculdade? Convenhamos, não são poucas. Pelo menos, eu sei que aprendi muito no meu curso até porque não deixava de ir à aula para ir ao bar. Acho que quem faz essa troca, realmente, deve achar que curso de Jornalismo não ensina nada. Não ensina nada ou a pessoa não estava lá para assistir às aulas? Opsssss! Aliás, nunca vi até hoje ninguém discutir sobre ética jornalística num bar, nem refletir sobre as teorias da comunicação ou do jornalismo. Fala sério!

Responder

Comentário por Guilherme
18 de junho de 2009 às 14h14

Muito bem. Como um pobre estudante de jornalismo, assino embaixo.
Já estou sentindo o climinha ridículo que alguns colegas na faculdade irão causar hoje. Não sei se no teu curso é assim, no meu o que temos é um cursinho técnico que te ensina a fazer leads, e/ou ser locutor, e/ou ser âncora do jornal da RBS (filial da globo), ou coisa besta que o valha. Não que essa funções não sejam importantes e legais pra algumas pessoas, mas eu creio que o ser humano não é tão idiota a ponto de precisar ficar 4 ou 5 anos estudando para, enfim, assimilar tais “técnicas”. Larga o malandro três semanas na fogueira, está feito um profissional aprendiz.

Acho que vou terminar o curso também. Mas já começo a pensar em estudar outra coisa simultâneamente. A fraqueza do curso superior em jornalismo já me levava a “fazer a minha” por fora da univerisadade, adiquirir conhecimento por vias próprias já que a universidade até aqui pouco me incentivou a leituras, discusões, pesquisas aprofundadas. Agora que nem o “papel” que eu só queria pegar no final do curso não é obrigatório, fiquei com essa dúvida.

Eu, sinceramente, gostaria de acreditar que o diploma agora vai ser um diferencial de mercado. Mas também tenho minhas dúvidas. (caral&*#, eu sou um cara muito cheio de dúvidas). Eu penso que essa goleada de 8 a 1 no STF, no fundo também é um para com os cursos de jornalismo. O juíz vira e diz:
- Mano, essa parada é tão facinha, o que vocês estudam neguinho faz na prática tão de boa que eu vou mandar é cancelar essa bagaça ta ligado? é nóis, muita treta. tira fora, diploca de c* é rol% !!

Bacana o seu blog, textos muito bons. Li alguns posts semana passada pois andava navegando por blogs e caí aqui. Estou afim de criar um e dessa vez leva-lo a sério. rsrs

Hey, quer saber. Você deveria ser minha amiga não acha? eu acho! =)

falow, abraço!
Guilherme

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 14h21

Se eu deveria? Não sei, isso é uma dúvida? Vc é cheio delas, né. hahaha
Tô zuando, adiciona no MSN aí.

Enfim. Minha faculdade é assim tbm, cara. O papinho foi o mesmo. ‘Vou rasgar esse diploma!’, ‘Quatro anos jogados fora’, tudo a mesma merda. Diploma não deve ser rasgado, vai servir sim pra um monte de coisa – pode ser diferencial, serve pra pode cursar uma pós em outra área etc. Tem todo o conhecimento de humanidades que a gente teve na faculdade, que na minha opinião é menor do que o necessário, mas melhor do que nenhum. Tem os contatos que foram feitos na faculdade. Uma série de coisas. Não é 100% desperdício. Mas eu eliminaria, sem ônus acadêmico profissional, uns 50% do meu curso.

Responder

Comentário por Guilherme
18 de junho de 2009 às 14h37

ERRATA:
“Penso que essa goleada de 8 a 1 no STF, no fundo também é um DECHOCE para com os cursos de jornalismo.”

depois:
diploca = DIPLOMA

(se eu tivesse diploma não teria cometido esses erros)

Responder

Comentário por Pedro Penido
18 de junho de 2009 às 14h14

Acho lamentável que esqueçam que existe PESQUISA em torno da Comunicação Social. Que existem uma série de métodos de ensino e assimilação da realidade.

Teoria Crítica é apenas uma entre tantas. Mas todas desenvolvidas ao longo de anos por pesquisadores, em universidades.

Jornalismo não trata apenas do PRESENTE. Trata também do PASSADO. Trata da História. Não se pode ir nesse balela de ‘tenho o dom e escrevo bem’. Isso é besteira. Formação ética é pautada em bons cursos. Formação crítica também é.

Qualquer um escrevendo transforma a profissão num mundo colorido que ela não é. Quando você for susbtituída por um não-diplomado que ‘escreve bem’ e vai aceitar receber 1/3 do seu salário, você vai provar da sua postura ‘meu mundo sem história’.

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 14h23

Pedro, relê o texto e veja o que eu defendo. Defendo a qualificação do jornalista como conhecedor profundo de humanidades – como você. E as faculdades não formam isso. Logo, sou a favor da queda do diploma.

Responder

Comentário por Kelma Jucá
18 de junho de 2009 às 15h30

Aplausos para vc, Pedro!

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 14h15

Justificando, meu teclado está horrível…meu português também não é dos melhores…rs

Responder

Comentário por Karen
18 de junho de 2009 às 14h15

Texto muito bem argumentado, mas como muitos disseram aqui, não necessáriamente dono da verdade.
Interessante sua visão de formada que já está trabalhando. Muito cômodo, afinal você já está no meio, não tem nada a perder. E nós, estudantes de jornalismo, que realmente levam a sério a faculdade (coisa que parece que você não fez, pelo que diz no texto), como ficamos?
Jornalista formado que discorda da obrigatoriedade do diploma levou a faculdade “nas coxas” e não sabe que tipo de conhecimento sobre a sociedade pode ser extraído de lá.
Ser jornalista é muito mais do que saber escrever, ser curioso e ter o jornalismo nas veias. Ser jornalista é tentar entender a sociedade como um todo. Não se pode mecanizar uma profissão que é puramente intelectual.
Hoje em dia, qualquer pessoa que não seja analfabeta e tenha acesso ao google pode escrever uma matéria, e é isso que vai acontecer nos pequenos jornais, fora do eixo Rio- São Paulo. A não obrigatoriedade do diploma não só prejudicou os jornalistas formados, mas também os consumidores de informação Brasil afora.
Você deu sua opinião, mas eu sinceramente acho que ela tem uma visão limitada e não vê a questão como um todo.

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 14h24

Não sou formada, Karen. Me formo no fim desse ano.

E nós, estudantes de jornalismo, que realmente levam a sério a faculdade (coisa que parece que você não fez, pelo que diz no texto), como ficamos?

Eu levei até entrar em redação. Depois disso não foi mais possível, mas não cheguei a ter ônus – em um ano e meio de redação aprendi mais do que aprenderia em oito anos de faculdade, sem nenhuma dúvida.

AH! E folheie um jornal pequeno e de má qualidade, fora do eixo Rio-SP, desses regionais. Leia os textos e me diga se vc acredita que as pessoas que escrevem essas coisas são jornalistas. Normalmente, tem um editor responsável com MTB, o resto é o primo do amigo, o tio da vizinha. Já acontecia antes. E era ruim do mesmo jeito. Isso não vai mudar.

Responder

Comentário por Karen
18 de junho de 2009 às 14h53

É, eu sou de uma dessas cidades, que sofrem com a falta de informação de qualidade em seus jornais. Concordo com você, não vai mudar, mas como a não obrigatoriedade do diploma pode ser útil para esses jornais? Se não vai melhorar, por que piorar?
Eu não tenho emprego – faço jornalismo para os meios da faculdade por paixão, e não é por falta de um salário no fim do mês que deixo de aprender – mas grande parte da minha sala trabalha e por mais que seja difícil, leva a faculdade com muita dedicação. Sabem o valor da formação de um jornalista.
Só uma perguntinha: Qual seria sua reação se, depois de formada, voce fosse demitida para a entrada de um “jornalista de espírito?”, como vc diz?

Responder

Comentário por Thiago Leite
18 de junho de 2009 às 14h16

Sou defensora de um curso técnico de dois anos de jornalismo, em formato de pós graduação. Os profissionais de outras áreas cursariam suas faculdades – direito, geografia, medicina – e com mais dois aninhos de técnicas jornalísticas e discussões sobre ética profissional e estariam habilitados plenamente a falar em veículos sobre o assunto.

Essa ideia é muito boa.

Responder

Comentário por Guilherme Octávio
18 de junho de 2009 às 14h19

A verdade é que todo mundo adora uma reserva de mercado. Não chora criançada. Diploma só deve ser obrigatórios para Profissões que ponham em risco a vida de 3ºs . Exp.: engenheiros, médicos etc..

Responder

Comentário por Dariane
18 de junho de 2009 às 14h19

Lamento que um profissional da comunicação pense assim. Concordo com você quanto à vocação, mas isso não é requisito apenas para o jornalismo. Podemos pegar como exemplo os engenheiros. Você nunca viu um pedreiro com mais conhecimento em construção civil que um profissional que passou 4 anos estudando? Mas nem por isso a categoria foi rebaixada e muito menos o pedreiro promovido. A questão que está em jogo não é o ego dos coitados que fazem comunicação para se alto afirmar, mas sim a valorização de um trabalho que tem muito poder e influencia diretamente a vida da população.

Responder

Comentário por Carlos Brites
18 de junho de 2009 às 14h19

Acho extremamente ridicula um discurso que muitos usam a respeito da ditadura, repressao a informacao etc. Coisa de 40-50 anos atras onde no mundo moderno e sociedade brasileira nao tem mais cabimento. Isso ‘e uma coisa que pouco ligo. Nao sou jornalista. Concordo que no jornal deva ter o “conteudo” do Paulo Coelho, a coluna de um jogador de futebol etc. Opinioes. Debate discussao. Entretanto defendo a obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Ora o jornalista ‘e um profissional ou nao ‘e? Se a faculdade desta classe ‘e fraca (cheia de faculdades de fundo de quintal) nao seria a hora da classe se unir e discutir o conteudo, adequar a velocidade da internet. Nao entendo absolutamente nada do conteudo de um curso de jornalismo mas certamente deve ter sido estruturado na decada de 60 e completamente defasado com o mundo. Divulgar uma opiniao isso que estou fazendo aqui todos podem e devem fazer mas nao me atrevo de investigar e publicar uma noticia pois nao tenho “habilitacao” para isso. O problema da nossa nacao ‘e a educacao e passa desde o ensino basico ate a faculdade de jornalismo. O corretor ortografico dos editores eletronicos de texto infelizmente nao ‘e o que acrescenta conteudo as materias. Acho extremamente infeliz essa opiniao que jornalista nao precisa de diploma de curso superior.

Responder

Comentário por Diracy
18 de junho de 2009 às 14h57

Perfeito.

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 14h19

É uma questão de credibilidade, você confiaria em uma matéria escrita por um aventureiro, pretenso vocacionado?? Complicado…Mesmo os jornalistas formados vendidos, os fantoches do poder, até eles são notados por leitores pensantes. O próprio público seleciona e categoriza quem é quem…Acho que o Diploma deve ser obrigatório e o órgão que regulamenta a profissão deve entrar urgente com recurso para reverter esta situação.

Responder

Comentário por Psic. Cris
18 de junho de 2009 às 14h19

É claro que a prática e a experiência são importantes, mas a teoria é fundamental!!

Acho um absurdo a não obrigatoriedade do diploma de jornalista. Isso regrada a profissão!!!
Eu heim… se essa moda pega…

Responder

Comentário por Nicolas
18 de junho de 2009 às 14h20

Afora o romantismo exagerado em seu texto, a senhora deveria pensar no diploma como reserva de mercado. Uma defesa para que, no futuro, você permaneça no mercado. Se atualmente a profissão está sucateada, com salários achatados e raros registros em carteira, dá para imaginar como ficaremos diante da não exigência de graduação acadêmica ? Sem muito esforço, pode-se prever mais carga de trabalho, acumulo de funções e remuneração cada vez menor. Sem férias, 13º e FGTS. Todos PJ. Há, pelo menos, uma vantagem, que é o fato de nos livrarmos do Sindicato, que, afinal, é o culpado de chegarmos a esta situação.

Responder

Comentário por natalia
18 de junho de 2009 às 14h20

Com certeza, acredito que existe otimos jornalistas sem diplomas e pessimos jornalistas com diploma. Mas não posso deixar de ver isso como mais uma perda para o jornalista como categoria, uma categoria aliás sempre muito desunida, que nem uma greve conseguiu fazer direito(vide anos 70) e já bastante enfraquecida com os baixíssimos salários e sempre muito cobrada.
É mais 1 ponto para os patrões!

Responder

Comentário por Psic. Cris
18 de junho de 2009 às 14h20

É claro que a prática e a experiência são importantes, mas a teoria é fundamental!!

Acho um absurdo a não obrigatoriedade do diploma de jornalista. Isso degrada a profissão!!!
Eu heim… se essa moda pega…

Responder

Comentário por João Drummond
18 de junho de 2009 às 14h22

Acho que temos uma boa oportunidade para discutirmos “valores” da sociedade capitalista.
Dentre outros temas a ditadura da conhecimento contra o bom sensor da sabedoria. Conheço faculdades que fornecem diplomas de medicos a quem pode pagar mesmo que não saiba aprender… nem ler, nem escrever.
Não vi ainda nenhuma faculdade de Etica. e todos faxem o seu juramnento no final. Faculdade de ganhar dinheiro facil temm um monte. È só botar um diploma comprado e reconhecido na parede e sair arrotando arrogancia e competencia duvidosa.

Responder

Comentário por Tha_í?
18 de junho de 2009 às 14h22

Li a maioria dos comentários desta postagem, que tenho que dizer repercutiu pra caramba hein Ana?
É preciso dizer que fiquei feliz com decisão do STF de abolir a necessidade de diploma para ser jornalista, até pq isso realmente é algo que vem do espírito, diferentemente claro de outras profissões como a medicina ou a advocacia (apesar de alguns comentários feitos:S)e tantas outras em que um diploma realmente se faz necessário(apesar de alguns comentários feitos:S).
Mas não acho que as pessoas não devem se exaltar tanto com essa notícia. Não é como se de repente o STF passasse a cassar todos os diplomas de nível superior do país como se desnecessários. É simplesmente uma decisão pontual sobre uma assunto que vem sido discutido a tempos sobre uma profissão especifica.

Responder

Comentário por Gloria
18 de junho de 2009 às 18h08

“até pq isso realmente é algo que vem do espírito”… é, realmente, vem do além, da sua alma, você simplesmente acorda inspirada pelo conhecimento sobre técnicas de reportagem, edição, legislação da imprensa, teoria da comunicação, produção de rádio, TV, diagramação, política, economia, jornalismo especializado…
Ok…
Partindo deste princípio, podemos abolir também as faculdades de filosofia (deve vir do espírito, esse negócio de filosofar), história (deve vir do espírito ou você mesma pode ler uns livrinhos), letras (escrever é algo que vem do espírito), psicologia (é só ter tato e saber ouvir, vem do espírito), e muitas outras profissões da área de humanas.

Responder

Comentário por João Drummond
18 de junho de 2009 às 22h32

JORNALISTAS SEM DIPLOMA

A nobre profissão de jornalismo carece de diploma para ser exercida? O Tema é polemico e vem dominando as rodas de debates depois que o Supremo votou contra o diploma.
Os argumentos contra e a favor se multiplicam e a Internet promete se transformar num ringue virtual de vale tudo onde todos os golpes são validos e as regras da baixaria ficam a critério dos moderadores.
Pessoalmente acho que o debate sobre o tema está mal direcionado. Neste caso um diploma por si só não qualifica ninguém, assim como sua ausência também não desmerece.
Podemos por exemplo pegar uma pessoa que se comunica com dificuldades e aplicar-lhe muitos diplomas e isto não vai transformá-la num bom jornalista.
Por outro lado sabemos de pessoas que não tem nenhum estudo e são extremamente comunicativas.
Acho que exatamente por ser uma profissão que exige independência e coragem ela não deve ser enquadrada nas regras acadêmicas.
Alguém já pensou em exigir diplomas de um poeta ou escritor. Já pensaram se cobrasse de um Carlos Drummond de Andrade, ou de um Jorge Amado um diploma daquela atividade em que eles mais se destacaram?
Um diploma pode vir a ser mais uma qualificação de um jornalista, mas não pode nunca ser argumento para se tolher a expressão de um talento autentico.
A única coisa que a obrigatoriedade de um diploma neste caso pode fazer é instituir a mediocridade e a burocracia (Ou será burrocracia?) num campo de trabalho que exige ousadia, coragem e independência.
E não me venham comparar com profissões que requerem técnicas apuradas para a defesa e preservação da vida. O único estrago que um mau jornalista pode fazer é na sua própria carreira ao ser rejeitado pelo editor-chefe e leitor.
Enfim este é mais um caroço para este angu indigesto.

Responder

Comentário por Gloria
22 de junho de 2009 às 16h28

“O único estrago que um mau jornalista pode fazer é na sua própria carreira ao ser rejeitado pelo editor-chefe e leitor.”
Não, senhor. Se informe melhor. Muito político já caiu por causa da imprensa, muita gente já foi eleita pela imprensa (lembra-se de um caboclo chamado Collor?), e gente inocente já teve sua reputação destruída devido a jornalistas irresponsáveis (o caso da Escola Base não te remete a nada?). Agora imagine se nem faculdade mais tivermos para preparar as pessoas que se intitulam repórteres.

Comentário por João Drummond
22 de junho de 2009 às 16h42

Collor foi derrubado pela Grande Imprensa formada em sua maioria por jornalistas diplomados e porque êle é mesmo um grande corrupto.
A Escola de Base foi vitima tambem da imprensa diplomada(os grandes jornais que repercutem com força). Na minha cidade a imprensa diplomada se rendeu ou foi comprada por coroneis corruptos.
Eu mesmo fiquei durante cinco anos sem diploma e salario combatendo a corrupção em uma coluna jornalistica até sem banido.
Olha esta citação (não é minha)

A excepcionalidade de que goza o jornalismo, dentre as instituições
democráticas, consiste em que seu poder não repousa num contrato social, numa delegação do povo por eleição ou por nomeação com diploma ou por voto de uma lei impondo normas. Para manter seu prestígio, e sua independência, a mídia precisa compenetrar-se de sua responsabilidade primordial: servir bem à população.

CLAUDE-JEAN BERTRAND, A Deontologia das Mídias. Tradução de
Leonor Loureiro. Bauru: Editora da Universidade do Sagrado Coração, 1999, págs.
22-23.”

Gostei de voçê. É combativa, luta pelo que acredita.

Comentário por Gloria
23 de junho de 2009 às 13h00

Obrigada.
Concordo com a citação do Bertrand sobre o papel da mídia. Não sou a favor de tirar do mercado os jornalistas sem diploma – tem muita gente boa exercendo a profissão sem ter pisado na faculdade. Nem acho que diploma é garantia de qualidade, como em qualquer outra profissão.
Mas acho que a nossa faculdade é uma conquista de classe. Ela não existia há 40 anos. Ela legitima o ofício, valoriza as carreiras, traz alguma base para quem não tem. Tirar o diploma é dar um passo para trás. Você viu o Gilmar Mendes querendo tirar a obrigatoriedade do diploma em outras profissões? É uma coisa absurda.
Abraços!

Comentário por Guilherme
18 de junho de 2009 às 14h23

errata:
“Penso que essa goleada de 8 a 1 no STF, no fundo também é um DEBOCHE para com os cursos de jornalismo.”

Responder

Comentário por Zézão
18 de junho de 2009 às 14h23

O Clark Kent, originalmente, não possuía formação em jornalismo. Ele foi criado na década de 30, quando o diploma não era requerido…

Responder

Comentário por FABÍOLA CANGUSSU
18 de junho de 2009 às 14h24

CONCORDO, ACHO QUE SOU JORNALISTA ANTES MESMO DE TER CONQUSITADO O DIPLOMA HA MAIS DE 10 ANOS!!! E NAQUELA ÉPOCA LUTAMOS PELO DIREITO AO ESTÁGIO, E PASME!!! PASSOU EM MINAS E FOI BARRADO NO NACIONAL.
FACULDADE NOS AJUDA A TER UMA NOÇÃO MAIOR DE CONEHCIMENTO GERAL, BOM SE NOS PROPORMOS A ISSO, MAS SABEMOS QUE NA REALIDADE O ENSINO ESTÁ DEBILITADO. ENTÃO VIBREMOS POR AQUELES QUE NAERAM COM ALMA E SANGUE DE JORNALISTA!!!! E QUE NUNCAM SONHAM EM SER UM MILIONÁRIO! KKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Responder

Comentário por Abdiel
18 de junho de 2009 às 14h24

Concordo até certo ponto com você no que diz respeito a ser jornalista ser algo de “vocação”, “espírito”. Mas isto nada tem a ver com o fato dele não precisar de uma formação acadêmica, ter o “diploma”. Sendo assim poderíamos também descartar os diplomas de todos os outros cursos, como por exemplo, “Medicina”. Conheço um amigo meu que é balconista de farmácia e conhece muito bem os remédios, e acerta muitas vezes melhor que muitos médicos. No entanto como seria responsabilizá-lo por erro. Faltar conhecimento para exercer uma profissão, de fazer uma faculdade. Obter o diploma pode não fazê-lo jornalista, mas ser jornalista faltando-lhe o conhecimento acadêmico, isto é muito sério. Toda regra tem a sua exceção e disto eu sei.
DETALHE BÁSICO: NÃO SOU JORNALISTA, NEM TENHO FACULDADE DE JORNALISMO.

OBRIGADO!

Responder

Comentário por ARISTIDES MASCARENHAS
18 de junho de 2009 às 14h26

eu acho que ser jornalista,baste ter conhecimento, ter uma boa redacão, saber entrevistar, mas que o governo deve ter um cadastro de identificacão das pessôas que atual na área. Aristides Mascarenhas- Jornalista Profissional

Responder

Comentário por Fabielle
18 de junho de 2009 às 14h27

Nunca li tantas besteiras juntas em um só texto. Então você prefere comer no boteco da esquina,ao degustar um ótimo jantar elaborado por um chef? Você prefere ser medicada por um pedreiro ou por um médico?
Na minha opinião cada função precisa ter pessoas habilitadas para tal, mesmo sabendo dirigir se eu não fizer auto escola nunca possuirei habilitação, mesmo sabendo dirigir bem e ter conhecimentos avançados das leis leis de trânsito.
Sou formada há seis anos, trabalho em dois renomados veículos de comunicação e vejo que a não obrigatoriedade do diploma, consequentemente ocasionará em uma terceira guerra mundial. Porque? Simplesmente pelo fato dos colegas do STJ terem derrubado esta lei, muitos escreverão o que bem entender, inclusive, sobre o assunto que escolher, e isto vale também para a política, economia, mundo, esporte, etc..Agora me responda uma coisa: Você pesquisa para fazer uma matéria, protege suas fontes, muitas vezes diagrama o conteúdo, praticamente cria uma laço com aquele assunto e acaba adotando para sua vida determinadas coisas. O que você acha de ler uma matéria dizendo: “Caus invade tonel do metro”? Não é obrigatório, porque devo escrever corretamente?

Responder

Comentário por Diracy
18 de junho de 2009 às 15h10

“Acino” embaixo.

Responder

Comentário por Hildeberto AQUINO
18 de junho de 2009 às 14h27

JORNALISMO X DIPLOMA – Na decisão do STF prevaleceram os princípios constitucionais nos quais o jornalismo se embasa: “Livre expressão assegurada a TODOS, indistintamente!” e o senso lógico evidenciou-se complementarmente. Um diploma, ainda que uma conquista respeitabilíssima, mas que desprovido do que se conceitua como “indispensável conhecimento técnico específico para o exercício da profissão” e ainda mais porque não capacita, ou é condição essencial e exclusiva de habilitação para um competente jornalismo; imprescindível, admitamos, em algumas outras áreas. Como também não o é um rebuscado texto ou outra forma de expressão que não comunique, inteire o destinatário. Há de se atentar mais para o espírito crítico-analítico, a abordagem isenta, a ética indissociável de quem o pratica e o humanitarismo daquilo que enfoca ou abraça como causa. O fato é inconteste, a abordagem é que o distingue, apuremo-nos antes de tudo!
Russas (CE)

Responder

Comentário por Eduardo Storm
18 de junho de 2009 às 14h28

Estou fazendo cursinho pré-vestibular e desde o ensino médio tinha na cabeça que o que eu queria fazer era Jornalismo. Confesso que agora estou BEM perdido. Convivi com a idéia de fazer Comunicação Social por mais de 3 anos e agora que não é mais obrigatório ter diploma para exercer a profissão (ok, em alguns lugares já não era obrigatório, mas enfim) eu não sei mais o que fazer. Acha que devo continuar com a idéia de fazer Jornalismo ou que tenho que partir pra outra logo antes que as inscrições dos vestibulares de fim de ano comecem?

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 14h33

Dudu, não despreze a importância de conhecer as técnicas. Mas se você quer ser jornalista, talvez uma saída seja aproveitar que o diploma não é mais necessário e optar por uma área de conhecimento que te apeteça – história? letras? geografia? – e depois fazer uma pós em comunicação, coisa assim. Quem sabe até você terminar a faculdade já não rola uma pós em técnicas jornalísticas?

Me adiciona no MSN que a gente conversa melhor, acho que tua decisão é muito séria pra ser debatida em comentários aqui, mas saiba que na essência não muda muito coisa. O mercado já absorvia gente sem diploma antes. E não muda nada quanto ao MTB, e pra ser jornalista precisa de MTB.

Responder

Comentário por Flávia
18 de junho de 2009 às 14h28

Qualquer análise, nesse momento, é válida. Infelizmente estamos discutindo muito tarde, quando a decisão já foi tomada por outras pessoas.
Fico pensando: como oito pessoas puderam decidir sobre o futuro de uma profissão?
Por outro lado tenho a certeza: a sociedade está cada vez mais consciente sobre a necessidade da profissionalização.
Da velha teoria de minha mãe (“Só se pode cobrar a quem foi dado!”) eu tiro a lógica da necessidade do diploma: como cobrar ética e profissionalismo de alguém que não estudou/lutou para tê-los?
Fico triste com a decisão. Fico triste por ser comparada com algumas e não com todas as profissões, mostrando mais uma vez que ser jornalista é bem menos que muita coisa. (Seria injusto citar qualquer profissão, pois estaria tendo a mesma atitude do ministro).
Vi na faculdade amigos que não se tornaram jornalistas em 4 anos. Mas vejo diariamente pessoas que nunca passaram pela faculdade e que usam nossa profissão para ganhar glamour e dinheiro.
Afinal o que é ser jornalista? Agora ficou mais difícil definir, pois qualquer um o pode ser!
Abraços a todos.

Responder

Comentário por Leandro
18 de junho de 2009 às 14h28

Concordo em gênero, número e grau. É dose o indivíduo estudar quatro anos só pra dizer: “Vocês ouviram música tal com fulano de tal”. E aquele indíviduo que joga futebol durante 20 anos e estuda quatro anos só pra ser comentarista de futebol. O blog que eu mais leio é de um cara que estudou apenas um ano de publicidade. Assis Chateaubriand e Roberto Marinho eram formados em Direito. Francisco José e Wagner Montes idem. Marcelo Tas é formado em Engenharia, e por aí vai…

Responder

Comentário por ALEXANDRE
18 de junho de 2009 às 14h29

ENTRE TANTAS IDIOTICES Q. O NOSSO FRANZINO STF JULGA,ESTA NÃO PODERIA SER DIFERENTE.ACREDITO Q. A CARREIRA DE JORNALISTA, COMO QUALQUER OUTRA, PRECISA DO DEVIDO PREPARO ACADÊMICO. AO DISPENSAR O CURSO DE JORNALISMO PARA O DESEMPENHO DA REFERIDA CARREIRA,O NOSSO DESMORALIZADO STF NIVELA POR BAIXO OS PROFISSIONAIS DA ÁREA.COMO SE JÁ NÃO BASTASSEM OS PÉSSIMOS JORNALISTAS Q. VOLTA E MEIA APARECEM COM MEIAS VERDADES OU ATÉ MESMO AJINDO DE PURA E SIMPLES MÁ FÉ NA DISTORÇÃO DOS FATOS Q. CHEGAM ATÉ O GRANDE PÚBLICO.OS MEDÍOCRES SÃO OS MAIORES BENEFICIADOS COM A TAL DECISÃO DESTE NOSSO NADA HONROSO(OU SERIA HORROROSO)TRIBUNAL.

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 15h34

Excelente, adorei seu comentário….muito bom.

Responder

Comentário por Juliana
18 de junho de 2009 às 14h29

Meu Deus, é por isso que a gente lê um monte de merda por aí! Um cara q é jornalista defender q tenha ainda mais ignorantes dentro da mídia, só pode ser um infeliz.
Enfim, se a pessoa tiver espírito, mas não tiver noção do que é uma notícia ou um lead, vai ficar complicado.
A gente não mata uma pessoa como médico, mas mata a mente delas escrevendo uma besteira como essa!

Responder

Comentário por Renata
18 de junho de 2009 às 14h30

Acho que foi uma bela manobra para as empresas se livrarem do piso de jornalista. Se pode contratar um radialista com um piso bem menor, por que contrararia um jornalista? Se agora já tem empresa mandando gente supercompetente com experiência de anos embora pra contratar foca com salário mais baixo, imagina um mercado onde todo mundo pode ser ‘jornalista’? Agora, por que um advogado precisa de cinco anos pra exercer a carreira? E ainda exigem exame da OAB! E biblioteconomistas com quatro anos de faculdade pra catalogar documentos. E filosofia? Formação básica é formação básia. E pronto. Todos precisam. Enfim, mais uma conquista que desce ralo abaixo.

Responder

Comentário por João
18 de junho de 2009 às 14h31

Poucas vezes vi argumentos tão fracos e nada inteligentes, quanto agora! É nivelar por baixo e tais argumentos se aplicam a qq. coisa. Estou chocado.

Responder

Comentário por Hildeberto AQUINO
18 de junho de 2009 às 14h32

JORNALISMO X DIPLOMA – Na decisão do STF prevaleceram os princípios constitucionais nos quais o jornalismo se embasa: “Livre expressão assegurada a TODOS, indistintamente!” e o senso lógico evidenciou-se complementarmente. Um diploma, ainda que uma conquista respeitabilíssima, mas que desprovido do que se conceitua como “indispensável conhecimento técnico específico para o exercício da profissão” e ainda mais porque não capacita, ou é condição essencial e exclusiva de habilitação para um competente jornalismo; imprescindível, admitamos, em algumas outras áreas. Como também não o é um rebuscado texto ou outra forma de expressão que não comunique, inteire o destinatário. Há de se atentar mais para o espírito crítico-analítico, a abordagem isenta, a ética indissociável de quem o pratica e o humanitarismo daquilo que enfoca ou abraça como causa. O fato é inconteste, a abordagem é que o distingue, apuremo-nos antes de tudo!
Hildeberto AQUINO
Russas (CE)

Responder

Comentário por Thályta Kutcher
18 de junho de 2009 às 14h32

Tu falaste tudo o que eu tinha em mente, conheço uma porção de gente boa aí no mercado de trabalho que não possuem a faculdade, mas tem o dom , em contrapartida conheço muita gente na faculdade que é nítido não possuir a minima vocação, não domina as técnicas de uma boa escrita e deixam beem a desejar. Os jornalistas de plantão deveriam ficar felizes pois seus canudos serão um diferncial,acreditem!
Beijoss e muito bom seu texto, exatamente o que eu penso…

Responder

Comentário por Eduardo Ceasr
18 de junho de 2009 às 14h34

A minha pergunta é:
O QUE IRÁ ACONTECER COM OS CURSOS DE JORNALISMO EM ANDAMENTO, VAO SIMPLESMENTE VIRAR PÓ??
E QUEM JÁ INVESTIU TEMPO E DINHEIRO NESTA FORMAÇÃO, QUE AGORA PARA EXERCER A PROFISSÃO SÓ PRECISA SABER LER E ESCREVER OU SEJA, SER ALFABETIZADO?
EDUARDO

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 14h36

Ops. Na verdade não. Pra ser jornalista, precisa de MTB. Pra tirar MTB, tem alguns requisitos aí. Alguns anos de experiência, ou o diploma. Coisa assim.
Quem já investiu tempo e dinheiro nesta formação adquiriu algum conhecimento. Não tanto quando eu acho que a faculdade de jornalismo deveria passar, mas as técnicas são absorvidas, e algumas aulas de humanidades se bem aproveitadas (e isso depende da instituição, do professor e da sala) são fundamentais.

Responder

Comentário por Tha_í?
18 de junho de 2009 às 14h35

Acabei de postar e ficou ruim pra dedeu o que escrevi (achei que tinha apagado uma coisa, mas só tinha copiado e colado e aí ficou uma verdadeira salada russa (como será uma salada russa?)). Mas se der pra entender a idéia geral já tá valendo!
Uma coisa que gostei muito no texto foi a piadinha com o Zé Bob… Mas saiba que que ele informou uma coisa fundamental na novela: Como ganhar mulheres! Acho que pra isso tb não precisa diploma!

Responder

Comentário por Juliana
18 de junho de 2009 às 14h35

Eis a minha opinião como estudante de jornalista, assim como a Ana.
Diploma é necessário? SIM. Por que?
Costumam dizer que a prática faz a “perfeição”. Mas se pararmos para pensar, acredito que sem o respaldo teórico nunca chegaríamos a isso. Para quem já está no mercado, mesmo sendo estudante, a prática vem junto com a teoria e assim sendo, estar na faculdade para apenas receber um diploma e dizer “eu sou jornalista” acaba se tornando algo banal e talvez desnecessário, afinal para ser jornalista, no caso, basta apenas a curiosidade, gostar de ler e estar bem informado.
Uhm, eu acho que não é só isso! Jornalista tem que ter espírito sim, mas a faculdade está me dando uma visão ampla das situações. Pesquisar no Google sobre antropologia, sociologia ou história é fácil, mas quanto tempo você vai perder nesta brincadeira para escrever uma matéria? Sendo que se você já tivesse este embasamento, dado alias, pela faculdade, ficaria muito mais fácil.
Bem, se a sua resposta para esta pergunta é que pessoas especializadas vão escrever sobre determinado assunto, então o jornalismo acabou! Poderemos chamá-las de escritores, geógrafos, advogados, mas não jornalistas!

Responder

Comentário por Tha_í?
18 de junho de 2009 às 15h07

Então Juliana, eu faço Ciências Sociais na faculdade, vou me especializar em sociologia. Vc acha que eu sou apta a ser jornalista ou eu tenho que fazer mais quatro anos de outra faculdade pra escrever sobre sociologia e assuntos relacionados em um jornal?

Responder

Comentário por Juliana
18 de junho de 2009 às 17h28

Olá!
Acredito que você está apta para escrever sim, na sua área e não necessariamente como jornalista.
Para quem está de fora pode achar que as pessoas que defendem com tanto fervor a obrigatoriedade do diploma estão sendo inflexíveis, afinal todo mundo acha que se é especialista já pode escrever, domina as técnicas e tal… Você sabe o que se estuda em 4 anos de jornalismo? (eu não sei tudo o que você vê na sua faculdade e também não sei o que você pensaria se eu dissesse que você não precisa mais de diploma, qualquer pessoa pode exercer a sua profissão…).

Responder

Comentário por Endie Eloah
18 de junho de 2009 às 14h37

Acho que todos têm que passar por uma formação, seja ela superior ou técnica. Mas tem.

Não sou ingênua a ponto de negar que há pessoas que possuem “dom” para fazer algo sem mesmo ter passado por um curso.

Mas do mesmo jeito que acredito que o advogado tem que fazer faculdade (mesmo havendo os concurseiros que acabam sabendo mais Direito do que muitos advogados), o web designer (mesmo as crianças já nascendo sabendo formatar um site), um chef de cozinha (mesmo com pessoas habilidosas na arte culinária), e tantas outras profissões.

Assumindo o meu diploma merecido de jornalista, lhes digo que é injusto pensar que qualquer um que “sabe escrever” ou “sabe se comunicar” sem um diploma é jornalista.
As pessoas têm que aprender, principalmente os brasileiros, que o estudo é a melhor forma de você crescer, se desenvolver.

A prática não é nada sem os estudos. Ela fica só, vazia.

Há pessoas que têm diploma e são péssimos jornalistas… mas aí acontece em todas as profissões. Depende da dedicação de cada um.

Agora, também defendo um diploma de qualidade, como o meu (conquistado numa universidade federal), porque ha muitas faculdades e pouca qualidade.

Finalizando… admiro-me o fato de uma jornalista não defender o diploma e se basear em argumentos fictícios, como o Tintin (que mesmo adorando-o tenho consciência de que é um personagem em quadrinho – e que nunca produziu uma reportagem na ficção), o Clark Kent ou esses novelísticos (que são piores ainda para serem usados, porque novela é a antítese da realidade).

É isso.
E não estou sozinha neste argumento. Meu ex-professor, Alfredo Vizeu (respeitadíssimo na área de comunicação), também apoia arduamente a obrigatoriedade do diploma.

Responder

Comentário por Mike
18 de junho de 2009 às 14h37

Muito bom Ana
estudo geografia e posso ate dar aula de educação fisica enquanto a professora de artes ensina geografia…
puro classismo… e tao confundindo alho com bugalho ai… redação é uma coisa, cirurgia no cérebro é outra…

Responder

Comentário por PauloRS
18 de junho de 2009 às 14h38

Nem consegui descobrir quem escreveu este texto “Blá blá blá diploma …”, porém, as argumentações são muito idiotas. Se quem escreveu tem diploma de jornalista até terei que reconhecer que o curso de jornalismo deixa muito a desejar. Vamos ver a questão, ser tem gente que é “jornalista” sem curso superior e por isso jornalismo não necessita de cursos superior podemos argumentar que existem “médicos práticos”, parteiras práticas, curandeiros indígenas, a vovó com seu chazinho … isto já é mais do que o suficiente para não exigirmos diploma de curso superior para ser médico. Engenheiro civil e arquiteto para quê se encontramos obras que caem (se bem que existem infinitamente mais obras bem feitas, mas isto não interessa), bastaria um pedreiros, um marceneiro e um mestre de obras, alguns são até analfabetos, para construir, eliminemos o diploma neste casos também. Vamos à área da justiça, para quê um diploma e, claro, leis? Para fazer parte do STF não precisa ser advogado, é por indicação. Para ser Presidente do Brasil basta ser alfabetizado, o nosso Presidente sabe escrever e ler o próprio nome e é o suficiente, por acaso alguém já viu ou ouviu ele dizer besteiras? Resumindo, vamos fechar todas as Universidades e delas fazer condomínios para os Sem- teto.

Responder

Comentário por Tavares
18 de junho de 2009 às 14h40

Tem muitos, pq são formados em jornalismo, acham q podem falar “asneiras” em muitas áres q nao são do seu conhecimento… Ex: economia e futebol (principalmente)a maioria… são absolutamente parciais…
Bom texto, parabéns sra autora!!!

Responder

Comentário por Ernandes BAZZADO
18 de junho de 2009 às 14h41

Sou esdutante de CAMPO GRANDE MS, meus professores disseram que para cncursos publicos e as principais empresas serão utilizados apenas quem tiver ensino superior. Eles estão enganados agora vou ter gary, cozinheiro, pedreiro concorrendo comigo. Não estou dizendo que a profissão de jornalista é melhor que as outras o detalhe é que você estar 4 anos estudando igual a um condenado, pega PO,paga R$600,00 reais para estudar conquistar estágio disputado até então por varios esdutantes hoje tudo isso caiu por terra. E MEDICINA, DIRIEITO, GEOGRAFIA VAMOS FAZER ISSO TAMBÉM, acredito que Direito POR EXEMPLO precisamos só cnnhecer as leis, vamos fazer um curso tecnico de 2anos e está tudo certo. Jornalismo não é só paixão, é um curso igual a todos os outros, é necessário que estude depois faça um especialização na area que deseja atuar. Fico revoltado quando alhuém me fala que todos os meus esforços e dinheiro joguei no ralo, igual que fazem com o meu dinheiro que pago os impostos, quando acredito que estarei melhor alguém me passa o rodo. A educação no país não é mais necessário minha gente é só passar a noite com um produtor que tudo se resolve, se você se prostituir é mais facil para ser alguém no Brasil.

Responder

Comentário por Edgard F. de Oliveira Jr
18 de junho de 2009 às 14h42

Ok, sou jornalista formado e concordo.

PORÉM…

Pela minha qualificação, pelo meu conhecimento, sou também FILÓSOFO e PSICÓLOGO. Ou alguém me dirá ser necessária uma faculdade pra aprender a filosofar? Quem cometerá tamanha incoerência?

Ótimo, agora tenho três profissões. Será mais fácil obter recolocação no mercado.

Responder

Comentário por val fernandes
18 de junho de 2009 às 14h44

Muito bom teu texto…É tanta faculdade de jornalismo nas cidades as vezes me pergunto e pergunto para onde vai tanto jornalista?tem tanta gente no mercado que não fez faculdade de jornalismo e arrasa com textos maravilhosos,ética,compromisso com a noticia e a sociedade em que convivem…
Um abraço

Responder

Comentário por Adriana
18 de junho de 2009 às 14h44

Você simplesmente é ridicula!!
Antes de mais nada aonde vc mora mesmo??
Eu moro em Brasilia e aqui é preciso ter diploma para pelos se quer candidatar-se em uma vaga seja qual for o cargo!!
Pra vc esta falando isso vc deve ter um (não posso falar)…..
Ow então deve ter se (tbm não posso falar)…
Vc deve ter sofrido muito pra ter conseguido esse diploma que vc diz que não vale de nada!!
Eu queria mesmo era acabar com sua raça, mas minha politica de ética não deixa…
Bjo

Responder

Comentário por Péricles Carvalho
18 de junho de 2009 às 14h46

não concordo com nada do que voce disse. então pq nao foi cursar economia?geografia? ou qlqr outro curso?

até mesmo pq vc invalidou a academia, dizendo que o curso de jornalismo, em tese, não serve pra nada.

“A profissão que dá conta de cobrir qualquer assunto – porque sua ênfase é no cobrir, não no assunto – é a do jornalista”, já dizia um amigo.

se você nao defende diploma, é tola em cursar jornalismo, só isso…

Responder

Comentário por Diracy
18 de junho de 2009 às 14h47

Vc tem razão, a faculdade n faz milagres. Seu texto é exemplo disso. Afinal, para que faculdade se o Brasil não valoriza a educação e “doutor” aqui é qualquer um que veste paletó; politico e jogador de futebol não precisam nem estudar, e os salários… pobre de nós, professores. Essa sim é uma classe em extinção.
Vc tá falando em arrogância? Não vi outra coisa no seu texto. E mais, todos os seus exemplos de “jornalistas” são da ficção: em que mundo vc vive? Eles são parâmetros para a justificativa da decisão do Supremo? Quero ver se essa moda pega e não precisamos de diploma para a profissão de advogado, afinal, há pessoas por ai com o dom da oratória, exemplo maior é o presidente Lula. Digam isso a ele, tem lábia para derrubar qualquer avião.

Pobre Brasil, precisamos muito mudar nossos conceitos. Num país onde negro, gordo, e velho n podem ser âncoras de telejornal e modelos e bbs podem ser atores, para que faculdades ou papel? Vc tem toda razão. Fechemos pois nossas universidades. Só precisamos de alfabetização, e olhe lá.

Parabéns pelo primor do seu texto. Quer um conselho? Deixe logo essa faculdade… ela certamente não serve para você.

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 14h49

Grata, você também é de uma gentileza que impressiona.

Responder

Comentário por Diracy
18 de junho de 2009 às 15h31

Desculpe. Normalmente sou mais doce. Mas sabe o que é, não aguento ver pessoas defendendo o analfabetismo, me desculpe. Isso me dói… vai ver que é dor e cotuvelo. Se não vamos ter mais alunos, nós os professores estamos desempregados. E olha, nem sou professora de Jornalismo. Estou inutilmente tentando terminar um doutorado, mas sabe, começo a achar que estou perdendo o meu tempo.

Responder

Comentário por Tha_í?
18 de junho de 2009 às 15h54

Sabe Diracy, eu acho que Ana não está defendendo o analfabetismo. É outra coisa.
A situação da educação no nosso país é bem complicada e já de anos. Infelizmente os professores não são valorizados e essa é uma situação que não vai mudar mesmo com a existência ou não da obrigatoriedade do diploma do curso de jornalismo para exercer a profissão.
Defendo, assim como acredito que a Ana defende, uma formação em área mais especifica para se falar de determinados assuntos no mundo jornalístico. Não defendo e nunca defenderei picaretagem, como muita gente falou aqui.
Será necessária somente outra formação que não a de jornalista, pode ser médico, químico, geográfo advogado, etc que possuem uma boa redação e conhecimentos mais aprofundados sobre um tema.
Bom é isso, acho que já escrevi demais…

Comentário por Saulo Nunes Filho
18 de junho de 2009 às 16h43

Amigo, negro âncora tem no Jornal Nacional. E gordo, que é tudo, apresentedor, entrevistador e também âncora alguma vezes, temos também na Globo. Trabalho na área de informática, com grandes corporações, mas conheço uma pessoa que desde pequena sempre escreveu bem. antes de se formar em jornalismo, já era bem conceituada como jornalista. E conheço também jornalista e próprio advogado que fala “adevogado”. diploma ajuda, mas hoje em dia é só um pequeno diferencial

Responder

Comentário por Sandrinha
18 de junho de 2009 às 17h51

Parabéns, parabéns. Ótima colocação.

Responder

Comentário por Elis
18 de junho de 2009 às 14h48

É algo a se analisar, um diploma acadêmico te diferencia e muito… talvez não se vê na academia tudo o que o mercado é na verdade. mas, lhe dá uma base científica, a formação de um profissional, um curso superior como o próprio nome já diz…
Alguns profissionais mal formados e sem preparação pode confundir o termo “superior”, isso acontece não só no ego de alguns jornalistas, como diz o autor, mas em todas as profissões. Cada caso é um caso… vamos ter bom senso nas ponderações…. O Brasil precisa rever muito em muitas áreas profissionais… Devemos ter cuidado com os ” Burros Inteligentes”… Talvez essa lei já ajuda a tirá-los de alguns comandos. O que seria estes?
aqueles estudantes absolutamente teóricos que apenas tira nota alta, que estuda e decora a teoria de outros teóricos, mas são Incapazes de CRITICAR… e é a crítica que move e transforma qualquer situação. o que precisamos são de pessoas estudiosas mas também críticas e capazes, com uma formação não só profissional, superior, mas acima de tudo uma formaçao MORAL. Assim conduzirá qualquer profissão com profissionalismo, ética, moral, bom senso, habilidade, prudencia, etc.

Responder

Comentário por Ludmila.Souza
18 de junho de 2009 às 14h50

vc é um completo idiota(O)!!! ,que deve ganhar mal e ser um mal amado(a) ,vc naum pensou nas pessoas q deram o sangue p/a entrar em uma faculdade de jornalismo ,quantas pessoas tiveram que brigar com seus pais o q for para assim conseguir fazer o curso de jornalismo?,sou estudante de jornalismo e essa lei ACABA e FERI o nosso orgulho como jornalista ,como dizem por ae “cada um no seu quadrado ” será que quantas pessoas ja formadas tém q perder sua “vaguinha” em um jornal por que tem um biologo que escreve bem ?,isso é riduculo naum é assim poq se realment fosse eu que sou de jornalismo iria falar com os meus pais que tanto sacrificaram p/a eu fazer uma faculdade e falaria:pai eu ñ vou me forma em jornalismo poq qualquer um pode ser com diploma ou naum .Fora que se é assim eu posso tirar a chance d uma pessoa q estudou 6 anos da sua vida p/a se torna medico e eu com apenas 2 resolveria ser medica?CAI NA REAL vc naum pode si dizer jornalista, acho que vc numca lei o codigo d ÈTICA DOS JORNALISTAS ,nem vc e nem quem votou para essa palhaçada.ACORDA !!!! eu já sofri muito preconceito por conta disso por ser um estudante de jornalismo quer um exemplo:No meu primeiro dia de aula na faculdade me perguntaram qual éra o curso q pretendia fazer, e eu respondi jornalismo ,vc naum tem idéia do que é ser chamado de “MACONHEIRA SAFADA”!! que o curso de comunicação social é coisa de vagabundo.SE vc tivesse sofride esse tipo de preconceito numca falaria uma coisa dessas, vc mereçe ser denunciado pelo FENAJ e cassar sua cartera poq vc naum mereçe está emtre nós seu COMPLETO(a) IDIOTAS VAI TOMAR NO CÙ VC E OS DEMAIS FILHOS DA PUTA.
OBS:álias vou atras disto vc naum ficara impune.

Responder

Comentário por Saulo Nunes Filho
18 de junho de 2009 às 17h03

Amiga,

Se você conseguir se formar, (depois de tantos erros de português) e for um bom ou talvez um excelente profissional, com certeza vai se destacar mais que um cara sem diploma.
Se sua preocupação for a “vaga no mercado”, fique sabendo que ainda não me formei em informática, mas já ocupo vaga de profissional “formado”. Porque?
Porque trabalho já a dez anos no ramo e meu currículum geralmente é muito melhor que o de muitos “formados”.
Informática, jornalismo, etc. Pra exercer, tem que ter o dom no sangue, senão vira formado frustado que escreve errado.
PS:
Posso até ter escrito errado, mas não sou jornalista como você!!!!

Responder

Comentário por danzero
18 de junho de 2009 às 18h09

Vai atrás de uma faculdade que ensine a escrever melhor (ou talvez seja apenas questão de prestar mais atenção ou de aplicar o que lhe é passado)…

De qualquer forma, você aproveitará melhor o seu tempo.

Responder

Comentário por Cris
18 de junho de 2009 às 18h37

Ao que tudo indica, vc tbm nao pode se considerar jornalista!!! A quantidade de erros que seu texto contem demonstra isso!!!

So uma critica construtiva…
^^

Responder

Comentário por Paulo Luiz Chrispim Lessa
18 de junho de 2009 às 14h53

Menina Ana, sou jornalista, desempregado por vocação. Não me adpto. E agora vc diz que tudo é blá-blá-blá, é isso aí, Jornalista na forma de um Machado de Assis, de um Pena Branca, de um Eduardo Galeano e de uma Clarisse Lispector, são acasos, mas não são blá-blá-blá, isso é coisa de bloqueiro, aliás vou lá prô meu cantinho virtual te responder….

Responder

Comentário por PAULA
18 de junho de 2009 às 14h56

só UMA pergunta básica…

Se essa “garota” que ainda nem terminou a faculdade realmente pensa isso a respeito…eu não entendi PORQUE ela tá fazendo faculdade de jornalismo…ou gosta de gastar R$ (se estiver numa faculdade privada) ou não tem o que fazer. E me desculpe…se ela vai pra faculdade beber ou se os seus professores agem como ela diz…o problema então é a faculdade que ela faz…a que eu fiz era esse oba-oba não…era séria.

É por esse tipo de mentalidade que o STF tomou a decisão ontem…LAMENTAVEL…

Responder

Comentário por Jornalista de verdade
18 de junho de 2009 às 14h58

É um absurdo concordar com a decisão idiota do Supremo! Toda e qualquer profissão precisa de uma formação, é óbvio que só a universidade não vai qualificar o profissional, ninguém disse isso, mas ela é necessária sim!

Um atitude retrógrada em pleno século 21!

Lamentável!

Responder

Comentário por Tha_í?
18 de junho de 2009 às 15h00

Hoje em dia realmente é bem difícil dar uma opinião sobre um assunto e não ser achincalhado.
Gostaria de ter feito jornalismo, no entanto minha família não tinha o dinheiro suficiente pra eu fazer uma faculdade particular e eu não consegui passar nem na USP nem na Unesp, que são as duas universidades públicas que possuem o curso de jornalismo em São Paulo. Portanto, faço Ciências Socias na Unifesp, que tb é pública, mas não é curso que me apetecia fazer primeiramente, mas que me ensina a escrever, por exemplo, aliás esse requisito é imprescindivel para um sociólogo.
Fiquei feliz com essa decisão por isso, vou poder escrever pra jornais se eu quiser, sem a necessidade de depois de me formar socióloga. Falando claro de assuntos que tenham a ver com minha área de conhecimento.

Responder

Comentário por Tha_í?
18 de junho de 2009 às 15h34

*Fiquei feliz com essa decisão por isso, vou poder escrever pra jornais se eu quiser, sem a necessidade de outra graduação depois de me formar socióloga. Falando claro de assuntos que tenham a ver com minha área de conhecimento.
PENSAMENTO MAIS RÁPIDO QUE A MINHA DIGITAÇÃO, ESQUECI DE COLOCAR UMAS PALAVRAS.

Responder

Comentário por Jason
18 de junho de 2009 às 15h02

Afim? Junto? O correto neste caso não seria separado? E não diga que foi o “estudante” que escreveu esta barbaridade, pois ele falou com a colunista por telefone. E olhem que ela tem diploma. Ruim com ele, muito pior sem ele.

Responder

Comentário por Luís da Velosa
18 de junho de 2009 às 15h03

Olá!

Não nos esqueçamos que Machado de Assis, aquele jornalista e escritor que o mundo todo conhece e reconhce a sua genialidade,somente cursou o primário!… Ainda por cima era mulato e pobre, numa sociedade que só se comprazia em discriminar. É isso…

Responder

Comentário por Tatiana
18 de junho de 2009 às 15h03

Eu acho que muitos profissionais serão prejudicados sim… afinal de contas, quem não tem faculdade acaba sendo “mão-de-obra” mais barata, não tem um piso salarial definido. E, muitas pessoas, principalmente em início de carreira perderão essa vaga. Você diz de profissionais excepcionais… quem garante que uma pessoa recém formada também não seria?!?!

Também concordo que isso é banalização do ensino no Brasil… afinal de contas, sempre nos é exigido muitas qualificações para um trabalho, e o principal deles é a experiência.

Responder

Comentário por Marcelo
18 de junho de 2009 às 15h04

Concordo 101% !

Acho um absurdo esta idéia de querer “graduar” todas as profissões!!! A graduação em nosso país virou um grande caça-níquel!!

Se uma determinada profisssão não traz prejuízo direto ao próximo, quem vai julgar o profisional é “seu mercado”, seus clientes.

Neste caso específico, um chefe de redação, o próprio leiter/ouvinte/telespectador é que deve saber se o jornalista é bom ou não!

Responder

Comentário por Helena
18 de junho de 2009 às 15h04

VC È UMA PIRANHA VAGABUNDA DESGRAÇADA QUE SÒ FALA MERDAAAA bota a cara minha filha ta com medo d que naum sabe nem ser mulher p/a falar merda e depois bota as caras no mundo cade naum tem email ,telefone o caralho a 4 p/a eu te dizer o quanto vc é inutil e é por uma rapariga dessas que esse brasil naum vai p/a frente sua otaria metida a jornalista vai toma no meio do seu cú rodado sua filha da puta ordinaria ,cala sua boca e para d falar asnera.

Responder

Comentário por Cris
18 de junho de 2009 às 18h54

Abaixou o nivel hein colega??? E eu nao entendo pra q tanta baixaria por causa de uma opiniao!!! Ela tem liberdade pra achar e escrever o que ela quiser, sabia??? Vivemos num pais onde existe LIBERDADE DE EXPRESSAO, ja ouviu falar???

Responder

Comentário por julian
18 de junho de 2009 às 15h06

É impressionante como o STF tomou uma decisão de
certo modo certo , no que tange ao uso de outros
profissionais para uma analise mais profunda de
materia como um economista falar do assunto de sua
area , mas desqualificou o criterio de ser um
curso superior ao compara-lo com a de uma ativida-de mais braçal do que intelectual, não me refiro
aos “chefs” , no meu entender com a pressao que a
imprensa excerce no poder publico foi dado um re-
vide desqualificando os jornalistas e por conse-
quencia o trabalho da imprensa, quando o estudo
em geral for valorizado em todas as suas matizes
os resultados falaram por si mesmos: uma popula-
çao mais culta, menos alienada, mais responsavel
menos corrupta, mais resultados de produtividade
mais esclarecida, menos vulneravel a politicos do tipo parasita….

Responder

Comentário por Elina Nunes
18 de junho de 2009 às 15h06

Ana, vc defende a queda pq vc já tá quase com ele nas mãos. Vc estaria aí no Estadão se não tivesse ele? Mesmo com seus conhecimentos? Ok, seu pai poderia te ajudar, mas e em outros locais?
Concordo que vc deveria para de pensar apenas no seu umbigo.
Acho vc ótima, seeeeem dúvida, mas quando está no seu nível dihnheiro, pai jornalista, emprego no estadão, aí beleza, né ?

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 16h12

O diploma eu não dispenso. Sou contra a necessidade sim, mas resolvi tirar porque quando comecei a faculdade ele era obrigatório.
Desculpa Elina, não me lembro de vc (tô achando até estranho vc saber tanto da minha vida assim, mas ok), mas pergunte ao meu chefe, que me contratou, se ele sabia que eu era filha do meu pai quando o fez. O blog dele é http://blog.estadao.com.br/blog/guterman/

Responder

Comentário por Edgar
18 de junho de 2009 às 15h07

Fico imaginando que com uma qualificação universitária já temos tantos jornalistas de baixa qualidade, imaginem vcs que a partir de agora qualquer um que escreva meia dúzias de palavras se achem um profissional do ramo jornalistico. A partir de hoje começarei a ler as leis aplicadas no país e me tornarei um advogado e depois um Juiz, pois acredito também não haver necessidade de cursar uma faculdade para me tornar um formando em direito, acho tão fácil o exercicio do magistrado, pois as leis quando não funcionam, só funciona para quem não tem dinheiro.

Responder

Comentário por Caio
18 de junho de 2009 às 15h08

mas e como vão ficar os outros que faltam metade do curso para terminar

Responder

Comentário por Zilda
18 de junho de 2009 às 15h09

Concordo inteiramente com suas palavras. Parabenizo seu artigo! Só coloco uma observação: Na frase incicial, por favor, não “americanize” demais o português ao ponto de tornar a frase incompreensível como você fez: “… mesmo que não considere aquilo algo a se perder tempo com.” Sou professora de inglês e pra mim, isso não fez sentido nenhum em português. Que tal: “… mesmo que não considere aquilo algo desimportante.” ou “… algo com o que devêssemos nos preocupar.” “… algo com o que não devêssemos perder tempo.”? Português é uma língua bonita, já muito maltratada, até por jornalistas com diploma e tudo. O mais importante para essa profissão, (ou outra qualquer que lide com A PALAVRA) ao meu ver, é entender bem e gostar das palavras. Só COISA BOA nessa parada. Atenciosamente, Zilda

Responder

Comentário por Giovana Cristina
18 de junho de 2009 às 15h10

Bem meus caros,o que aconteceu ontem no congresso só nos mostra que moramos num país de hipócritas,não sou contra as pessoas que não tem formação jornalistica trabalhar em redações e jornais,mas a profissão de jornalista,como qualquer outra deve sim precisar de formação universitária,muitas pessoa se dizem jornalistas sem ao menos saber falar direito,digo isso porquê conheço várias,qdo não andam com a carteirinha de jornalista(hilário),esses ministros despreparados e mal intencionados,tem sim é receio dos jornalistas,pois eles os incomodam,porquê será?(rsss!!!),se eles andassem retos como disse um deles, que qualquer um pode ter caráter,retidão de personalidade,não teriam tanta rejeição assim pela classe,vale lembrar que eu não sou jornalista,mas conheço muito bem esses profissionais e os admiro por sua inteligência e amor pela profissão,sem contar que seus salários são uma melecaaa!!!Bom como quase de todos os brasileiros!!!!Trabalham muito inclusive fora de horário,se vcs não sabem!!!!Que Deus tenha misericórdia de toda a classe dos 80 mil jornalistas brasileiros!!!!!!!Amémm!!!!!!!!

Responder

Comentário por José Ricardo
18 de junho de 2009 às 15h12

Como pode uma jornalista começar sua matéria desta maneira……….

Responder

Comentário por Raynal
18 de junho de 2009 às 15h12

Bem. Ao que me parece DEPOIS que o Supremo Julga, que me lembre isso não é caso de sanção ou veto presidencial. CORRIJAM-ME caso esteja errado!.
O que quero dizer com isso que o que poderia ser feito para isso ter chegado a esse FIM, deveria ter sido feito ANTES. DUVIDO q

Responder

Comentário por Val
18 de junho de 2009 às 15h14

Se não precisa estudar para ser jornalista, pra que nutrição? Pedagogo? Farmacêutico? Etc… Isso é uma desvalorização a classe, o termo QUALQUER um, desqualifica a profissão, se assim como os professores, os jornalista, por meio escrito e falado, expôe a língua a milhares de pessoas deveriam ter estudo sim, para melhor aprender a escrever e falar. Tudo bem que QUALQUER profissão se aprende com a prática mas a instrução se aprende, estudando. Vê se bem que quem não tem instrução não valoriza a quem se esforça em ter.

Responder

Comentário por Fernanda Lizardo
18 de junho de 2009 às 15h14

Comecei a exercer o jornalismo em 2001 e resolvi iniciar o curso na faculdade em 2003. Vou me formar agora, ao fim deste mês, depois de muitas pausas e mais horas passadas na Redação de uma revista do que em sala de aula (quem trabalha, estuda e mora sozinho sabe como funciona essa conciliação).
De todos os textos que li sobre a não obrigatoriedade do diploma, esse foi o mais realista até agora. Não fez alarde desnecessário e abordou a questão fundamental sobre o papel da faculdade no desenvolvimento do jornalista.
Meu projeto de conclusão de curso – a ser entregue em 15 dias – é um livro chamado “O que não aprendi na faculdade de Jornalismo”. Fui questionada por alguns, pois me acusaram de estar desmerecendo o curso. É lógico que estes questionadores são estudantes de Jornalismo que não conseguiram um mísero estágio e desconhecem a realidade do mercado.
Na verdade, minha intenção ao fazer o projeto não é dizer que o diploma é desnecessário, mas questionar o currículo defasado das faculdades.
Já trabalhei com pessoas formadas pela UFRJ – considerada uma das melhores faculdade de comunicação do país – que me faziam ter vontade de chorar, de tão ruins de serviço que eram.
Já escrevi matérias e não pude assinar – e, no lugar do meu nome entrou outro, de alguém que nem mesmo leu o texto (eu não pude ser jornalista na hora de assinar, mas pude ser na hora de apurar, entrevistar, escrever. Curioso, não?)
Assim como também já trabalhei com jornalistas formados e cheios de especializações que eram competentíssimos.
Há casos e casos. O fato é que o currículo das universidades está, sim, ultrapassado. E um jornalista, se tiver de ser bom, será. Com ou sem diploma.
Bem… Por fim, não creio que essa decisão do STF vá modificar o mercado de forma drástica. Os bons continuarão tendo lugar garantido. E os editores que quiserem usar de artifícios para não contratar ou promover, continuarão com isso. Tive um chefe que soltava o seguinte argumento quando eu solicitava promoções ou aumento a partir dos resultados do meu trabalho: “Você não tem diploma”. Aí, quando eu questionava por que então podia realizar funções bem acima da minha qualificação acadêmica e cobrir férias e licença maternidade de colegas diplomadas, ele retrucava: “Posso conseguir alguém que aceite fazer seu trabalho pela metade do seu salário”. É… Ele até conseguiu, mas não com a mesma qualidade. Na verdade, quando saí da empresa, soube que ele precisou distribuir meu trabalho entre cinco pessoas (aliás, eu presto serviço para lá até hoje a equipe nem percebe e é só elogios para o meu trabalho). Isso me deixa muito orgulhosa da minha carreira. Por isso, mesmo estando prestes a pegar o meu canudo, posso dizer que sou jornalista por competência. O resto é pura demagogia.
Abraço!

Responder

Comentário por Sara
18 de junho de 2009 às 18h23

A sua história é muito bonita, de fato, escreve muito bem. Mas, como você a compartilhou conosco devo dizer, pelo tamanho de sua competência (isso não é uma ironia, mas uma constatação) você não precisaria suportar o que aconteceu em seu emprego anterior. Nunca, jamais passar autoria de uma produção sua para um colega. Esta é minha opinião. Claro, óbvio…cada um sabe onde aperta seu calo e quando não é na pele da gente, é fácil dar pitacos…mas, honestamente, acredito que se você tivesse apontado o dedo para o imbecil de seu chefe, juntado seus pertences e saído sem olhar para trás, seguramente, conseguiria um bom espaço no mercado, inclusive para retomar seus estudos, como de fato o fez…e concluir seu projeto de vida com menos sofrimento. De certa forma, entendo o que aconteceu, mas fico indignada com o sofrimento ao qual os trabalhadores são submetidos em relações abusivas como esta relatada por ti…Espero, honestamente, que tenha muito sucesso…cada dia mais. É merecedora…

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Comentário por Fernanda Lizardo
18 de junho de 2009 às 18h56

Sara,
Na época eu cheguei a brigar de verdade por causa disso. Peitei chefe e a colega que pegou a autoria sem qualquer pudor, mas confesso que não tive peito mesmo para sair e juntar as trouxinhas (mas é claro que o clima azedou de vez). Eu morava sozinha e não podia ficar um único mês desempregada. Hoje, analisando tudo (até porque nem estou nessa tal empresa mais), poderia ter feito diferente mesmo. E certamente faria. A gente vai adquirindo maturidade e, à época, me faltou coragem para chutar o balde. Mas a gente aprende um pouco todos os dias, né?
E concordo com você: nós, trabalhadores (sim, me incluo) somos submissos no que diz respeito aos nossos direitos. Acho que a gente ainda cai no velho conto do “mercado saturado” e acaba cedendo algumas vezes. Porém, como diria minha mãe: “Às vezes é preciso engolir um sapo para saber exatamente a hora de cuspi-lo.”
Obrigada pela mensagem e um grande abraço.

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Comentário por Pema Lodrön
18 de junho de 2009 às 15h15

Antes de ler os comentários e me deixar influenciar por eles, escrevo o que penso. Formei-me em decoração de interiores num curso de quatro anos e de valor universitário, a Fundação Universidade Mineira de Artes, hoje engolida pela UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais) e antipaticamente chamada de Escola de Design. Digo isso porque, apesar do meu inglês fluente, quando se escreve em português, é em português e ponto! Todo mundo acha que design é desenho. Não! Design significa projeto! Detesto essa moda macaco de achar bonito colocar nome inglês ou estadunidense – americanos somos todos – em tudo quanto é coisinha de decoração, moda e os cambau! Enfim, vamos ao que viemos. Meu curso foi tão completo que várias pessoas acham que eu fiz foi arquitetura. Mas tem uma pá de gente que não sabe ler nem a planta de um quartinho besta que sai por aí cantando de decoradora. Está é vendendo piso, parede, rejunte, torneira e privada em depósitos de material de construção que agora se tornaram “lojas de acabamento”, ou seja, é vendedora! Eu desisti! Não sigo a carreira há muito tempo. Tornei-me escritora e tradutora de várias línguas. Tenho um blog onde escrevo e posto (do verbo to post: publicar) bons textos escolhidos por mim jamais me esquecendo de mencionar o autor. Vai me dizer que não sou “jornalista”! E quer saber? Tem muito comentário. Não vou ler nenhum!

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Comentário por Luiz Gonzaga Agra
18 de junho de 2009 às 15h16

Olá … Ninguém sabe tudo de tudo. Com ou sem diploma. Creio ser importante saber sempre mais. Isso requer disposição, iniciativa pessoal, desejo de conhecer e aprender. Na modéstia de meus conhecimentos, fiz trabalhos para universitários lendo páginas e páginas de seus livros, produzindo e montando trabalhos que eram solicitados por seus professores. Penso que os “estudantes”, nem mesmo liam. Mas ficavam satisfeitos com as notas recebidas. De outra forma não voltariam. Penso que, na vida, para o melhor desempenho e resultado profissional, temos que buscar sempre o aperfeiçoamento. Precisamos dêle. Se há quem não pense assim, tudo bem… respeitamos. É, afinal, uma opção. Sabemos de profissionais, com ou sem diploma, que não querem saber disso. Em contrapartida, não são tão bons e atualizados quanto poderiam ser. No meio em que convivo e trabalho, tenho ótimos amigos. Compartilhamos conhecimentos e experiências da função. Êles observam meu jeito profissional. Meu trabalho. Eu faço o mesmo, na direção de cada um dêles. No curso de vários anos, sou jornalista DE FATO. Êles,jornalistas de DIREITO. Juntos, EM PAZ, sem NENHUM tipo de rivalidade, trabalhamos e vivemos. SEMPRE, todo dia, cada um querendo tão somente ser jornalista. BOM JORNALISTA ! Temos conseguido.Isso é possível em qualquer lugar. Basta querer ! LGonzaga/Jlle-SC -

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Comentário por José Ricardo
18 de junho de 2009 às 15h18

Como pode uma jornalista começar uma matéria desta maneira…………..”Ai que saco. Odeio ter que falar sobre alguma coisa, sabe? Quando você precisa escrever sobre algo”

Como podem concordar que não precisa de diploma para ser jornalista, onde este curso de comunicação tem tanta matéria técnica……..

MAIS UMA VEZ O NOSSO PAÍS PERDE NA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO….E AINDA TEM GENTE QUE CONCORDA!!!!

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Comentário por Eli
23 de junho de 2009 às 4h09

Também não posso entender como alguém (uma jornalista autointitulada) inicia um texto assim:
”Ai que saco. Odeio ter que falar sobre alguma coisa, sabe? Quando você precisa escrever sobre algo”
Cada um tem a sua opinião, tudo bem, mas sinceramente esse texto deve ter sido escrito enquanto estava no banheiro…

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Comentário por Lucy
18 de junho de 2009 às 15h19

Sou tradutora há sete anos e meu diploma não é em tradução, mas numa área relacionada. Trabalho há vários anos inclusive com tradução jornalística e meu trabalho é credenciado por um órgão internacional. A profissão de tradutor também não exige diploma, mas conhecimento, muito estudo, critérios e uma excelente formação geral. Isso tudo, posso garantir que não foi apenas a faculdade que me legou, mas um enorme esforço pessoal. Todas as profissões passam pelo mesmo dilema que foi apresentado no texto da autora, não apenas o jornalismo. Vou dar um exemplo: tenho um amigo que é sushiman em um restaurante japonês. Esse garoto começou limpando o chão do lugar e hoje é chef, mas ele foi atrás do conhecimento, não tem diploma algum, mas estudou por conta própria, até mesmo o idioma, os costumes, etc. Ele sabe mais da cultura japonesa do que eu, que tenho ascendência nipônica. Recentemente, o cara ganhou um prêmio como sushiman, atribuído por um órgão japonês, pelo trabalho original que vem fazendo. A idéia de exigir diploma é mais um jogo político dos medíocres, que transformaram o ensino no curral que hoje vemos. O jornalismo, embora muita gente queira acreditar, não é diferente de outras profissões pois precisa-se buscar conhecimento, estudar, e isso pode ser feito de muitas formas, não apenas sentando em uma sala de aula (e acreditem, muitos imaginam que basta fazer isso durante 4 anos…).

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Comentário por Raynal
18 de junho de 2009 às 15h20

COMPLEMENTO: (CLIQUEI NUMA TCLA E O NEGOCIO ACABOU INDO INCOMPLETO).

….DUVIDO QUE a maioria dos jornalistas não sabiam que estavam em jogo a decisão que envolvia suas profissões. PORQUE NÃO se mobilizaram para demostrar seu descontentamento? Para impedir que fosse aprovada pelo supremo?

Isso cheira o que o que os jornalistas gostam: matérias e conflitos para gerarem noticiais e mais noticias. Por isso deixaram ser aprovada.

Não se gabam eles de serem o 4º PODER?…Onde estava o QUARTO PODER que levanta celebridades da noite para o dia ou que injustamente também da noite para o dia acabam com a reputação de pessoas e depois se verificam que foi engano.

Onde? Estava o Quarto Poder que não impediu?
Um bando de desorganizados e indiciplinados que querem ter direitos e não responsabilidades.

Valeu. Ray.

Responder

Comentário por Lopez
18 de junho de 2009 às 15h20

Olá Colegas,

Tenho 48 anos, e quando eu tinha meus 14,15 até os 17 anos, sonhava em ser um grande professor. Porém, passando os anos vi que aquela bela profissão tão sonhada ( professor ), estava deixando de ser reconhecida em nosso pais.

Hoje, é dificil uma pessoa falar de boca cheia “SOU UM PROFESSOR”, é melhor dizer ” SOU UM JOGADOR DE FUTEBOL”. Mais reconhecida que um médido. advogado, cientista. Tudo começa pelo simples ato como este de ontem pelo STF. A partir de hoje qualquer um pode ser um jornalista( e como tem jornalista mal neste pais, a maioria falam somente abobrinhas, estou parando de ler jornal por tudo isso.

Não adianta alguns governantes tentar melhorar a educação, pois lá na frente meia duzia de 06, vem e coloca tudo a perder, é só olhar a grande quantidade de faculdades e universidades que tem sem a minima condição de existir. Iremos ver o resultado no fulturo, cidadãos sem preparo algum.

Aquele abraço,

Lopez

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Comentário por SONIA
18 de junho de 2009 às 15h21

SE A MODA PEGA!!! PROFESSORES ENTÃO NÃO PRECISARÃO DE DIPLOMA, E TODOS TEREMOS UMA FORMAÇÃO FULEIRA. JÁ É DIFÍCIL CONCORRER COM PESSOAS DIPLOMADAS, AGORA ENTÃO… PRA QUE ESTUDAR, NÉ? PAIS DE MERDA

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Comentário por joaquim Rogério Júnior
18 de junho de 2009 às 15h21

As decisoes do nosso maior poder, representa o momento em que o Brasil estar vivendo.A não aprovação da ministra para fazer parte da corte do comercio internacional não foi por acaso, pois a nossa justica estar no mesmo nível dos nossos politicos.Para resumir se coloca-se o presidente LULA e Ruy Barbosa para um debate político , a grande maioria da população acharia que o LULA é sem duvia nenhuma é o orador mais preparado para governar o Brasil. (Ruy Barbosa foi candidato duas vezes e não foi eleito e os politicos e o povo esperam dar o terceiro mandato para o LULA

Responder

Comentário por Pema Lodrön
18 de junho de 2009 às 15h23

Nossa! Agora que li, quanto barraco, hein? Quanta troca de amabilidades! Aqui na minha cidade, pegaram um mendigo de rua para fazer um vestibular na UFMG. Ele passou!

Responder

Comentário por nardel f silva
18 de junho de 2009 às 15h24

OLHA VC DISSE TD Q PRECISAVA OUVIR, VALEU AGORA NÃO VOUFAZER JORNALISMO.
UM ABRAÇO.

MANTENHA CONTATO.

Responder

Comentário por João Carlos Faria
18 de junho de 2009 às 15h24

Não mudou nada temos que nos esforçar da mesma maneira.Adorei sua cronica.. e as ilustraçoes.

Responder

Comentário por Perpetuo
18 de junho de 2009 às 15h25

Acho ridículo esta decisão, quer dizer que pra ser médico, advogado, administrador, etc tambem não precisa de conhecimentos acadêmicos?
Tenho um filho formando em jornalismo no próximo ano e só Deus sabe o sacrificio que fez para pagarseus estudos e agora vem qualquer João ninguem e ocupa um espaço que ele e outros levaram quatro anos estudando.Mas o problema é que as redes de comunicação não querem perder espaço pra seus condhaves.

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Comentário por Guilherme Spagiari
18 de junho de 2009 às 15h25

Também estou de acordo com a desobrigação do diploma jornalístico. Vou me formar ano que vem e estou mais interessado no bem-estar da informação que chega até a sociedade no que no meu próprio status.

Agora, peço sinceras desculpas, mas de Jornalista você tá bem longe Ana.

Calibra seu texto menina. (sem ofensa)

Abraços

Responder

Comentário por Victor Rodrigues
18 de junho de 2009 às 15h26

FOOOOOODDDDDAAAAAAA!!!!!!!!!!!!

Exerço a profissão há 16 anos, e somente ao final d 2008, apos 8 períodos consecutivos, me formei.

Só fico pensando o seguinte: dá uma vontade de entrar na justiça pedindo o valor das mensalidades de volta!

PS: Rir do orientador é cruel, hein! Já eu, preferia passar mais alguns períodos conversando com minha orientadora, porque pensei que já tivesse passado dessa fase, mas era apaixonado pela professora!

Responder

Comentário por Bruno
18 de junho de 2009 às 15h29

Sou estudante de Jornalismo e estou chocado com esse texto, nem sei o que dizer… uma jornalista (que se diz) formada e não tem a menor preocupação, compromisso, apreço e respeito por sua profissão. Ainda tem a cara-de-pau de dizer implicitamente que ia à faculdade para beber com os colegas.

É por causa de gente assim que nosso país está como está… gente irresponsável, relapsa, indolente, ALIENADA, que só quer saber de farra e curtição. E infelizmente nossa profissão está CHEIA de gente assim, e é por causa disso também que ela não é levada a sério como deveria ser.

Não vejo a menor diferença entre a formação de um médico e de um jornalista, por exemplo. Se for assim, os chamados “curandeiros” também deveriam ser considerados médicos, habilitados a exercer a profissão. Simplesmente LAMENTÁVEL!!

Responder

Comentário por Tha_í?
18 de junho de 2009 às 15h30

*Fiquei feliz com essa decisão por isso, vou poder escrever pra jornais se eu quiser, sem a necessidade de outra graduação depois de me formar socióloga. Falando claro de assuntos que tenham a ver com minha área de conhecimento.
Pensamento mais rápido do que a minha digitação, esqueci de digitar uma coisa.

Responder

Comentário por Flávia Durante
18 de junho de 2009 às 15h33

Exemplos de jornalistas sem diploma de Jornalismo

Alexandre Matias (blog Trabalho Sujo, editor Link Estadão)
Ricardo Cruz (editor Rolling Stone)
André Forastieri
Juca Kfouri
Nelson Rodrigues

Com diploma

Gugu
Sonia Abrão
Dani Freitas (ex do Frotinha)
Fernanda Lima

Se vocês fossem editores, quem contratariam?

Dá muita vergonha alheia dos colegas de profissão que ficaram ofendidos a serem comparados a cozinheiros! :-/

Responder

Comentário por Paulo Tarso
18 de junho de 2009 às 15h34

Adorei os comentearios a respeito sobre a não obrigatoriedade do diploma de jornilismo, faço minhas as tuas palavras, todas elas, principalmente este parte do texto :”Conclusão: com a mudança se ferram os profissionais medíocres. Os bons, ganham, porque continuam no mercado seja como for; a sociedade, que consome notícias, também, porque a concorrência aumenta e logo qualificação dos profissionais também.”
Add teu blog na minha pag de favotitos
bjus

Responder

Comentário por Fernanda
18 de junho de 2009 às 15h35

Também sou formada em Jornalismo, e fim do ano me formo em Direito. Concordo com você. Jornalismo é dom. AQuela coisa que fazemos 4 anos na faculdade não ajuda em nada, não forma jornalista. É bem melhor alguém escrever algo que tenha bom conhecimento do que escrever besteira, o que mais acontece na nossa imprensa. Fui trabalhar logo que me formei e percebi que técnicas de nada serviam na hora de escrever assuntos que nunca entendi.
Antes de cursar jornalismo cursei 2 anos de Farmácia na Unesp. O curso era ralação total. No que fui parar no Jornalismo, só cursei porque não sabia o que queria da vida, vi que o curso não exigia tanto. Só baixei na biblioteca no fim do curso pra escreve monografia. Gosto muito de estudar e senti falta de estudo na faculdade. Não adianta deadline pra escrever a matéria, se vai sair uma porcaria, pois foi mal estudado, mal apurado. Muitas pessoas me viam de lado por pensar diferente.
Creio que com a decisão do STF, quem mais ganha é o leitor. Jornalismo não é diploma.

Responder

Comentário por Márcia Gladys
18 de junho de 2009 às 15h37

Se a imprensa já é na sua maioria ligada ao ibope, com a ética aprendida na faculdade!Sem ela então qualquer um poderá escrever ou sair falando besteira por ai!!
É este o caminho que queremos pra nosso país?
Verdades camufladas, violência servindo de sobremesa após o jantar. Brincadeira em!!!E olha que sou jornalista formada, Cientista social e professora de sociologia!

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Comentário por Zéca Bilú
18 de junho de 2009 às 15h39

Axo que a importânssia do diprôma não tem nada haver com a capassidade da peçôa escrever um bom testo, de ser investigativa e abelhuda, com fome de conhessimento, como todo bom jornalista. O Bóris Casoy não tem diprôma de jornalista, mais ele é uma âncora na TV, seja lá o que iço quer dizer…mais o cara é bom, e pronto, ponto. O Diogo Mainardi mau tem o ginásio, mais é bom. O que eu quero dizer é que, não precisando mas de diprôma, peçoas como eu, que nunca tivero oportunidade, vai poder trabalhar nece ramo, pois o que importa mesmo, é ser bom no que fais.
E eu sou bom, e vô ficar melhor ainda agora.
Zéca Bilú – Jornalista

Responder

Comentário por Flávia Durante
18 de junho de 2009 às 15h40

Na prática acho que não vai mudar nada afinal o estágio em Jornalismo é proibido e todo mundo faz.

Gostaria sinceramente de saber quem em sã consciência vai “virar jornalista” só pq é “cool” e ganhar mal, trabalhar final de semana, aguentar editores estressados etc! Faz pq quer ser e tá no sangue e faria uma faculdade de Jornalismo de qquer forma.

De Publicidade tb não é exigido o diploma e o curso está sempre entre os mais concorridos de qquer vestibular.

Esse papo de “agora qquer analfabeto vai querer ser jornalista” é muito jumento e nazi! Daqui a pouco esse povinho vai querer que proíbam o voto!!!

Responder

Comentário por Tatiana
18 de junho de 2009 às 15h43

Sinceramente, acho que vocês estão desmerecendo as pessoas que se esforçam para concluir uma faculdade de 4 anos e se formar na área que tanto sonha!!!! É óbvio que existem bons profissionais que não fizeram faculdade, principalmente se ele tem o dom para isso, mas são raros os casos que conseguem de destacar tão somente pela habilidade e eu concordo sim com o autor quando ele diz que o jornalista deve se especializar em história, em econômia ou seja qual for a área que ele escolher, mas isso não tira o mérito das faculdades, porque se for assim o melhor mesmo é extinguir todas as faculdades, para quê? Se matar de estudar durante 4 anos e tudo isso sem finalidade?! Isso sim seria burrice!
Para quem já fez faculdade ou está terminando como o próprio autor é muito fácil falar… não é necessário ter um diploma, mas o dele ele garatiu!!! E para quê fazer pós, ou mestrado ou doutorado, gente vamos voltar ao passado, quem sabe o tempo das cavernas… isso é tão rídiculo!!! Nínguém faz faculdade para se sentir melhor do que os outros, os que o fazem são pessoas mesquinhas que não tem suas próprias convicções, faculdade se faz para garantir um futuro melhor, investindo em conhecimento e se tornando mais competitivo no mercado de trabalho.
É claro que existem as áreas mais específicas, como por exemplo economia como o autor citou,úm jornalista cru apenas com a faculdade não vai saber comentar a fundo sobre economia, escrever um artigo sobre o assunto, nesses casos sim eu concordo, mas são excessões no mercado de trabalho.

Responder

Comentário por Raquel
18 de junho de 2009 às 15h43

Mais triste que a decisão dos ministros é ver profissionais satisfeitos com essa derrota. Concordo que a faculdade não ensina talento, mas orienta caminhos e revela a ética da profisão. E não venham me dizer que a ética se aprende na prática,porque conheço muitos jornalistas sem formação que mantêm o peleguismo simplesmente pq não sabem fazer diferente. Mas estão no mercado e prestam um desserviço à sociedade.
Digo que fiz faculdade e lá dentro descobri um mundo muito mais rico que me fez entender a importãncia de se estudar para exercer bem uma profissão, assim como qualquer outra que é respeitada. E se alguém aproveitou mal este período, problema dele.
A tese defendida pelos minsitros se torna ainda mais efêmera e denotam a falta de conhecimento da profissão. Eles não sabem, por exemplo, que a página de opinião servem exatamente para quem escreve bem e quer se expressar. Há ainda a figura do jornalista-colaborador, o qual não precisa ser formado em jornalismo, mas dá sua opinião a respeito do assunto em que é especialista.
Também concordo que nenhuma profissão deve ser comparada à outra porque cada uma tem seus méritos e importância. Portanto, um cozinheiro que faz cursos e se empenha, com toda certeza, terá mais oportunidades do que um de fundo de quintal, que se mantem na “ignorância”, apenas porque tem talento.
A exigência do diploma é uma forma de aguçar a curiosidade, a especialização, o aperfeiçoamento da prática, da técnica, dos contatos com a fonte, da abordagem, etc, etc, etc. Assim como qualquer outra profissão, seja de neurologista, advogado ou cientista físico, o diploma torna-se um diferencial. Mostra, ao menos, a importãncia que se dá à profissão que se deseja exercer. Do contrário, viremos médico, pois qual a pessoa não ACHA que sabe se cuidar bem???

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Comentário por kelly
18 de junho de 2009 às 15h44

eu realmente acho que quem tem medo, tem medo da própria incapacidade.
e, há muito tempo, as faculdades do brasil não ensinam porra nenhuma. os cursos universitários, quando bons, são o que se poderia chamar de cursos técnicos. tá cheio de semi-analfabeto por aí com diploma e mestrado.
o que o país precisa é de toda uma reforma no sistema educacional.
e sim, eu tenho diplomas e mestrado…

Responder

Comentário por Kelly
18 de junho de 2009 às 15h44

Muito bem,sem hipocrisia!Divulguei seu texto para os meus seguidores do twitter.

Responder

Comentário por Betto Dias
18 de junho de 2009 às 15h45

Nunca li em um post uma quantidade tão absurda de besteiras e bobagens.

Responder

Comentário por Maia
18 de junho de 2009 às 15h48

Deviam exigir diploma de nível superior com várias pós para cargos mais importante como o de políticos. Esse negócio de representação do povo põe um ignorante, burro na presidência. Alguém que nem fala português corretamente assinando leis pra mudar a lingua é demais pra minha cabeça. Jornalista… certo que é cruel para quem ja fez, eu sou publicitário, e não existe obrigatoriedade do diploma para ser publicitário… Jornalista deveria ser igual. O que vale é a competência. Mas o mundo não vai ser melhor por causa disso, nem pelos jornalistas, nem pelos advogados, nem ninguém. Só teremos mais estresse pela concorrência demoníaca que essas profissões gerarão (e já geram). É muito competitivo.

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Comentário por Karine
18 de junho de 2009 às 15h49

eu fiquei meio tensa com essa história do diploma, mas super entendo seu ponto de vista. Tem gente que nasce pra coisa e já tem uma técnica mesmo sem ter pisado numa faculdade de comunicação e pensei a mesma coisa: ‘poderia ter feito outra faculdade e ainda ser jornalista”

Achei muito legal essa ideia de uma pos graduação em jornalismo para quem é de outra área, porque um mínimo de conhecimento na área é necessário e ajudaria esses profissionais a fazerem um bom trbalho, que é tudo o que a sociedade quer.

Responder

Comentário por Carla Santos
18 de junho de 2009 às 15h51

Nossa, quanta hipocrisia…seria muito bom mesmo pensar que a oferta de jornalistas (com ou sem diploma) melhoraria a qualidade do jornalismo brasileiro.
Jornalista que é jornalista sabe que nessa profissão não se tem tempo para quase nada. Que é preciso às vezes ter dois empregos para ganhar bem e que só com muito sacrifício é que se consegue fazer uma pós, um doutorado e por aí vai.
O que de há de bom nessa decisão do STF? A quem de fato ela beneficia? E ninguém citou as empresas, que agora vão preferir pagar menos por alguém que acha que é jornalista, em vez de pagar o justo por alguém que estudou, especializou-se.
O que seria louvável e de extrema valia é que houvesse sim, a obrigação de o jornalista cursar a faculdade de Letras, porque a partir de agora, se leremos matérias tecnicamente mal escritas, vamos veremos mais erros de português.
Agora é tarde…

Responder

Comentário por Ana Patrícia Pieroni
18 de junho de 2009 às 15h52

Não fiquei feliz com a decisão e tbém não concordo com ela. Sou formada em Jornalismo e senti o “mundo desabar” com tal situação. Percebi q tudo q fiz, durante os 4 anos de estudo, dedicação e empenho, não valeram de nada. Qualquer um q junte letras e forme palavras, estará, a partir de agora, apto a assumir o meu lugar. “Invalidar” um curso superior, q existe há tanto tempo e q forma uma classe bastante importante e fundamental (além de influente) na formação crítica da sociedade, é “andar para trás”, é assinar um termo de desvalorização do conhecimento e do estudo. O Brasil confirmou, assim, q educação e estudo não valem a pena. Agora, os pais poderão dizer: “Não estude meu filho, não perca tempo aprendendo. Arrume um emprego de jornalista e ganhe seu salário sem gastar nada com formação!”. Esta decisão é um incentivo às atividades mercenárias e irresponsáveis, feitas por pessoas q se auto-intitulam profissionais sábios, experientes e capazes! Espero q, realmente, somente os melhores fiquem e se firmem no mercado, pois, caso contrário, o caos se estabelecerá sobre essa tão sonhada e buscada “Liberdade de Imprensa”! A maioria das pessoas q atuam no mercado sem formação buscam apenas a parte “gloriosa” da profissão, q é a mais degradante e distante da verdadeira verdade jornalística: tirar foto, aparecer na televisão, ter coluna social, ser destaque nos jornais, entrar gratuitamente nas festas… Espero q o estrelismo não reine sobre a capacidade dos q não são formados e terão, agora, acesso a um mundo de vaidade, poderoso e fortemente influente.
Abraços a todos!
Respeito a opinião de todos tbém, q têm seus motivos e razões válidas p/ tanto!
Ah! E outra, não aprendi a beber na faculdade e nem em outros lugares. Lá, onde estudei, aprendemos a criticar, analisar, entender, escrever matérias, valorizar o conhecimento, respeitar a profissão pela qual buscávamos.

Responder

Comentário por adv
18 de junho de 2009 às 15h56

è muito temerária essa decisão, e abre precedente para que outras profissões também não necessitem de diploma e de ensinamentos do curso superior.A volta do antigo prático “dentista” que arrancava dentes sem ter a formação acadêmica necessária para fazê-lo, ou até mesmo o prático jurídico que trabalha em cartórios etc. que segundo este pensamento poderia muito bem ser o representante legal de qualquer cidadão, sem ter passado cinco anos em uma universidade adquirindo conhecimento teórico sobre direito, tendo até a desnecessidade de habilitação da OAB(a badalada prova). Vamos refletir.

Responder

Comentário por jose antunes
18 de junho de 2009 às 15h58

Parabéns por sua brilhante matéria.

Responder

Comentário por Eduardo
18 de junho de 2009 às 15h58

“…não considere aquilo algo a se perder tempo com.”

Anglicismo.

Responder

Comentário por Eduardo
18 de junho de 2009 às 15h59

“…não considere aquilo algo a se perder tempo com.”

Anglicismo.

Responder

Comentário por Renatha
18 de junho de 2009 às 16h00

Desculpe a autora, desculpe aos que concordam com ela! É fácil demais concordar com a decisão do STJ quando você já é formada e principalmente quando já trabalha “numa redação, uma das maiores do país”! Como estudante de jornalismo (e vale ressaltar, não deixarei a faculdade por conta disso! É o que realmente quero ser!)acredito que a faculdade dá sim todo embasamento teórico que um jornalista tem que ter, desde as técnicas da linguagem, bem como, a formatação exigida para redigir uma reportagem, até as matéricas mais específicas, como, fotografia (não só a parte física, mas o “olhar” que o profissional tem que aprender a ter), planejamento gráfico e etc. Ficaria aqui bastante tempo exemplificando conteúdos importantes para essa profissão.
A categoria foi sim banalizada! E basta pensar um pouquinho melhor sobre o assunto, sem se deixar levar por experiências pessoais, ou tons extremamente críticos (que deram até a impressão de frustação profissional, ou capacidade profissional) que notarão a importância de Jornalistas formados.
E digo mais, se o jornalista trabalha com fontes já é uma forma de “ouvir os dois lados” e caracterizar a liberdade de expressão!

Responder

Comentário por Jose Vitor
18 de junho de 2009 às 16h36

Parabéns por seu pensamento, comungo contigo.
É muita hipocresia,basta ver a quantidade de jornalistas (entre aspas) que não sabem se comunicar, seja escrevendo ou falando; pois então qulquer um tambem pode exercer a profissão de médico, engenheiro,…

Responder

Comentário por José Jorge
18 de junho de 2009 às 16h00

Olha… acho que é correta a descisão, simplesmente uma canudo, não dá competência a ninguém. A livre manifestação de pensamento agora está sendo respeitada e bem respeitada.
Isto, não impede de Empresas sérias contratarem pessoas competentes a serviços da imformação, basta fazer um teste interno, teórico e prático mas, a vocação Jornalísta está no sangue da pessoa que é dotadam que corre e que divulga os fatos no entanto, a Lei Criminal esta aí, para todos aqueles que se exederem.
Por isto, acho válido a descisão do Senado e, o mérito agora, cabe a cada Empresa séria tomar a descisão na hora da contratação.

Responder

Comentário por Cleber
18 de junho de 2009 às 16h05

Em primeiro lugar, dou os parabens ao Ministro Marco Aurélio, por mais uma vez mostrar lucidez, diante de tão desatinada decisão, pois o Brasil está passando por um período, onde tudo se confunde, e até mesmo, querem tirar do povo o poder de voto, mas tudo bem, não podemos esperar nada, de um país que tem em altos cargos, cidadãos semi-analfabetos !!!

Além do que, jornalista é formador de opinião, e o Brasil é um pais onde tradicionalmente, pessoas pouco estudadas, não possuem direcionamento crítico, não é regra, mas na maioria das vezes, é isso que ocorre !!!

Em fim, não podemos mesmo ficar exigindo muito dos profissionais, temos que dar chances a todos, aliás, não é esse o nosso jargão ???

“BRASIL UM PAÍS DE TODOS !!!”

Todos o que ??

Todos Quem ???

Responder

Comentário por Álvaro Brandão
18 de junho de 2009 às 16h09

Tá, Sara.
então vamos tirar as gordurinhas do mercado. Você topa também questionar O Dirieto, Assistência Social, Relações Públicas, Marketing, Ciências Sociais, Geografia, essa Medicina que está sendo praticada no Brasil, que a ninguém salva?
Ou você disse tudo isso, sem acreditada só para gerar polêmica?

Responder

Comentário por Santiago Gomes
18 de junho de 2009 às 16h09

Sou formado em Ed. física há seis anos e trabalhei na área durante cinco, alguns dos quais ainda cursava a universidade. Comecei a fazer musculação e natação desde os 16 anos, e fui chamado para dar aula em uma academia pela primeira vez, pouco antes de fazer faculdade. Por que? Porque desde que comecei a treinar, sempre me interessei pelo assunto, diétas, biomecanica, sistema neurológico etc. Quando comecei a estudar, fui incentivado a cursar a faculdade pelo dono da academia onde trabalhava, inclusive ele me ajudou a pagar. Enfim, com o tempo me deparei com outros professores recém formados e percebi que a faculdade, não formava professores, mas sim adestradores de humanos, e o pior, os próprios alunos não estão nem aí com nada, sí querem “crescer’ ou emagracer a qualquer custo. No fim, abandonei a área e hoje sou músico sem nunca ter estudado. Toco violão, guitarra, contrabaixo, violino e canto… Se alguém me vir exercendo a função de músico, entenderá que eu nasci para a coisa e perceberá que um diploma, jamais fará de nós, o que nascemos para ser.
Conclusão: creio que deva sim existir cursos para orientação e desenvolvimento, mas estamos no século 21, tudo o que queira saber está na distância de um “clique” no mouse… A pratica faz o profissional, e penso que é isso que as universidades deveriam investir: Orientação e prática. Obrigado a todos.

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Comentário por Barba
18 de junho de 2009 às 18h13

Santiago,
Escrevi mais ou menos isso lá embaixo.
Eu faço faculdade de música, mas não é por isso que vou desvalorizar todo músico que não tem um estudo formal. Conheço muitos profissionais da área que são bem mais competendes do que eu sem ter diploma técnico ou mesmo estudado em conservatório.
Na minha sala têm músicos que tocam na Orquestra de Ribeirão Preto (estudo na USP de Ribeirão) sem ter diploma. Será que precisariam do diploma pra tocarem lá?
Acho interessante valorizarem tanto algumas carreiras de humanas e subestimarem outras. Não vejo ninguem defendendo a faculdade de música! Já me perguntaram “pra que serve faculdade de música”!
Acho que por o músico confiar mais no seu taco e saber que não é a faculdade que vai determinar seu futuro profissional, fica mais à vontade com questôes como essa. No meu caso, fornece algumas possibilidades como dar aula na rede pública.
Não duvido que você seja um ótimo profissinal e não é porque eu curso o ensino superior que serei melhor que você. Acredito que somo colegas independentes da formação. Só fico irritado quando “músicos” realmente incompetentes resolvem dar aulas particulares e ensinam “achismos” a seus alunos. Infelizmente conheci casos assim. Foi um trabalho danado remover os vícios e noções erradas de alunos que passaram por esses “professores”.
Essa decisão do STF só veio formalizar uma prática que já é muito antiga.
Não quero polemizar mas, só magoa com essa decisão quem é inseguro.

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Comentário por Regis
18 de junho de 2009 às 16h14

se for assim: porque médico e advogado precisa de diploma?
gente escrota!

agora eu é que pergunto desde quando médico e advogado é melhor do que jornalista??

pra mim nao faz diferença, nao sou jornalista e posso tomar até o lugar da referida autora que escreveu o post!!!

mas é falta de respeito com quem deu duro na faculdade de jornalismo, trabalhando para pagar faculdade, queimando neuronios e andando de busão.

coisa que a referida autora deste post nunca deve ter enfrentado, pobre menina rica!

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Comentário por RAFAEL
18 de junho de 2009 às 16h16

Nós professores tínhamos um registor conhecido por Registro do MEC. Ele nos identificava socialmente, era a identificação de uma forma de trabalho oferecido para sociedade. Uma identidade profissional. É bem verdade que quem é professor não precisa de diploma de professor, “está na veia”,mas e a especialidade em Filosofia, que é meu caso, aprende-se sozinho? Pode ser, mas contratarem um cara que não sabe Filosofia só para “ocupar lugar e pagar pouco” me parece conveniente de mais para os “donos do negócio” Um de especialista tem além do “sangue de jornalista”( se for o caso) tem a técnica, a ética ensinada em uma classe de profissionais” .Nos tiraram aquele Registro a uns 10 anos. Isso significa que eu não seria mais identificado socialmente como professor. COm o tempo tentaram mudar nossa titularidade para ” educador” educador qualquer um é, mesmo que mau educador, mas especialista é outra conversa e custa mais caro. Retirar a titularidade , ao meu ver é uma das maneiras mais sacanas de baratear o custo da mão de obra. Eu curto muito jornal, já tive um pequeno jornalzinho, mas eu tinha que pagar uma grana para uma jornalista assiná-lo, se fosse hoje já não teria que pagar mais. Eu mesmo assinaria.
Eu não conheço o ” meio ambiente jornalistico ” como manda o figurino, talvêz eu não esteja certo no que escrevo, mas por experiência própria. Retirar a titularidade acadêmica em um sistema capitalista miserável como o nosso, é colocar a corda no pescoço. Se vivêssemos em uma sociedade anárquica como eu gostaria então eu jogaria meu diplona no lixo. Mas por enquanto preciso muito dele.
Boa sorte amigos jornalistas, a escolha errada de vocês abaterá a todos nós.
Abraços
Rafael

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Comentário por Mr. Pretzel
18 de junho de 2009 às 16h16

Eu penso assim: não dá para ser médico sem diploma, porque é uma profissão que precisa de estudo.
Agora, para ser jonalista, é preciso ter opinião, e isso não é garantido com diploma. Eu sempre quis ser jornalista, mas a dificuldade em formar-se me afastou do sonho. Isso não é justo!

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Comentário por Deguer
18 de junho de 2009 às 16h19

olha o diploma é sim uma obrigatóriedade pois dá a credibilidade que você é capaz de redigir um jornla de qualidade e que voc~e não é mais um pé rapado metido a jornalista fazendo asneiras em nome da verdade e da publicidade

Responder

Comentário por João Campos
18 de junho de 2009 às 16h20

Qualquer um pode ser presidente da república???
Pode sim!
Qualquer um pode ser jornalista?
Pode sim!!!
Um presidente da república pode fazer a muita gente? Pode sim, um elefante também.
Um jornalista pode fazer mal a muita gente? Não, pode fazer mal a quem o lê!!!!!

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Comentário por Mariana
18 de junho de 2009 às 16h20

Gostei do seu texto, concordo absolutamente. Eu, como alguém que fez um curso tbm dentro da area de comunicação e saiu dele achando q fez o curso errado (fiz propaganda e queria jornalismo), me animo c essa mudança. Não quero entrar de gaiato no mercado, mas gosto de escrever, de estar/ser bem informada e td mais. Se houvesse essa pós em jornalismo que você sugere, meus problemas com relação a “qual pós eu faço” certamente terminariam, pq é o que eu faria.

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Comentário por Porcho
18 de junho de 2009 às 16h21

Concordo, Ana.

Sou formado em Ciências da Computação, o que me dá condições de exercer diversas profissões relacionadas à TI. Qual delas exige diploma? Nenhuma. Nunca exigiram. E isso diminui os salários do pessoal de TI? De forma alguma.

Os melhores cargos são ocupados por aqueles que dominam as técnicas e que são, via de regra, formados em boas universidades. Fica a cargo da empresa selecionar esses bons profissionais. O resto dos cargos, aqueles com salários ruins e condições piores ainda, são preenchidos por aqueles que aprenderam a ser desenvolvedores/analistas/gerentes em banca de jornal (trocadilho não intencional). E creio que com o jornalismo acontecerá o mesmo.

[]s

Responder

Comentário por Rita
18 de junho de 2009 às 16h23

Jackson Sala, muito me admira uma pessoa que se diz jornalista desde sempre escrever talvez com s. Isso que dá qualquer um poder escrever. Isso mesmo, e viva a matança dos jornalistas estudados e do nosso português, né, Jackson?
OBS: tenho pena é do seu chefe que te contratou.

Responder

Comentário por Ana Cláudia
18 de junho de 2009 às 16h24

Se qualquer um pode ser jornalista, então entendo também que qualquer um pode ser juiz, qualquer um pode ser médico, mas de uma coisa eu tenho certeza, pra ser político obrigatoriamente tem que ser ladrão.

Responder

Comentário por Luciana
18 de junho de 2009 às 16h24

Fico indignada com sua opinião. Nem parece Jornalista. Prefiro acreditar que escreveu tudo isso para criar polêmica. Deve ter se formado em Jornalismo por obrigação e não por amor a profissão.
É UMA OPINIÃO CONTRADITÓRIA À SUA PROFISSÃO, VOCÊ ESTÁ SE DESVALORIZANDO. REVEJA SEUS CONCEITOS.

ONDE VAI PARAR A CREDIBILIDADE DOS JORNAIS? SE QUALQUER UM PODE SE DIZER JORNALISTA SEM DIPLOMA.

SUA “MATÉRIA” FOI LAMENTÁVEL, FAZER CITAÇÕES DE PERSONAGENS COMO ZÉ BOB, SUPER-HOMEM…COMO ASSIM?

SOU ESTUDANTE DE JORNALISMO E SEI QUE AINDA TENHO MUITO QUE APRENDER. SE É QUE POSSO TE CHAMAR DE COLEGA DE PROFISSÃO É PERTUBADOR VÊ-LA CONTRA TODOS DE SUA PROFISSÃO. VOCÊ REALMENTE TEM DIPLOMA? JÁ QUE PARA VOCÊ ELE NÃO TEM VALOR, JOGA NO LIXO.

MAS….BOA SORTE NA SUA CARREIRA PROFISSIONAL.

Responder

Comentário por Jose Vitor
18 de junho de 2009 às 16h25

É lamentavel que pensamos dessa forma ( para exercer a profissão de jornalista , não precisa ser graduado na área(…)
Podemos então pensar que qualquer um pode ser médico, engenheiro, arquiteto,…
Para mim isso é degradar , para não dizer,banalizar a profissão.
Não é por existir algumas pessoas que execer a função bem, sem serem graduados, que vamos inverter os valores. Porque não exigirmos que esses pessoas se especilazem, graduem-se?.
Ps- em um país que para ser prefeito, governador, presidente,… pode ser analfabeto, não é novidade estes pensamentos.

Responder

Comentário por Sandrinha
18 de junho de 2009 às 16h25

Lamento a decisão, porque neste país a EDUCAÇÃO, nunca teve valor. Estou me formando esse ano em Letras Português / Espanhol e sei que a faculdade não é capaz de formar completamente uma pessoa, que ela tem que gostar, amar o que faz? No meu caso eu amo e estou sempre em busca de aprefeiçoamento além das fronteiras da sala de aula. O que acontece é que a banalização da educação no Brasil está cada vez maior. Mas o que é que nós brasileiros queremos com um presidente sem quase nada de escolaridade? Meu Brasil querido, que pena!!!

Responder

Comentário por Rosângela de Assis Ferreira
18 de junho de 2009 às 16h28

Por duas vezes comecei e tive que trancar a faculdade de Jornalismo na metade do curso por nao poder pagar…muito caro.
Sempre gostei de ler e escrever e até cursar a faculdade, ter contato com profissionais da área eu acreditava que o canudo seria a “chave” para abrir as portas.
Até que descobri o Jornalismo na Arte, no palco, no Teatro e daí passei a contar a minha história.
Achava que ser CDF, a queridinha do professor seria o diferencial, mas a necessidade me levou pro outro lado do mundo onde recomecei a minha história.
Sou a favor SIM do fim da obrigatoriedade do diploma, do famoso canudo, e a favor dos “contadores de histórias reais” que estao perto da gente, perto de gente.

Responder

Comentário por Pablo
18 de junho de 2009 às 16h29

Os argumentos usados pelos senhores juízes foram ridículos. “jornalismo é arte, literatura”, “o diploma fere a liberdade de expressão”.

Um imbecil sentado em uma poltrona acha que pode analisar uma coisa que não tem a mínima ideia do que é, somente porque é juiz. Então tá, vou ler todos os códigos, todas as leis, vou decorar, estudá-las e vou querer advogar por aí. Eles vão deixar?

Segundo, o diploma não fere liberdade nenhuma, pelo contrário. Se alguém quiser se expressar hoje pode criar um blog, um zine, um site, qualquer coisa. Isso não quer dizer que o que faz é jornalismo. Jornalismo é saber (repito: saber) ser o meio entre o fato e a sociedade. Para isso, é preciso sim, ter técnica, ética, conhecimento sobre filosofia, sociologia, teoria da comunicação. E isso tudo foi desconsiderado por aqueles senhores.

Responder

Comentário por Bernardo
18 de junho de 2009 às 16h29

Percebe-se realmente que você é uma tosca frustrada com o curso e que se aproveita dessa decisão pra querer se vingar de alguma coisa, talvez do próprio jornalismo. É óbvio que são necessários 4 anos de faculdade para ser formado um JORNALISTA e não um cronista ou poeta. Jornalista precisa de conhecimentos específicos e técnicos para tarabalhar em televisão, rádio, comunicação corporativa, assessoria de comunicação, marketing, entre outras inúmeras áreas. Sem falar no embasamento teórico de cicências como filosofia, sociologia, psicologia, história do Brasil, história da arte, estética e cultura de massas, teoria da comunicação, e mais outras várias que poderia citar aqui que encorpam um bom profissional… Medíocre é o “jornalista” que SÓ sabe simplesmente escrever e acha isso o suficiente para ter sucesso. Leia mais, estude mais, pesquise e aí você saberá como um jornalista deve ser na sua essência.

Responder

Comentário por Ronald
18 de junho de 2009 às 16h30

É isso mesmo. Chega de ficar abarrotando os cofres das instituições de ensino que só querem ganhar dinheiro. O jornalista de verdade se faz no mercado. É no dia-a-dia, dando a cara pra bater que ele descobre os caminhos da profissão. Valeu!!

Responder

Comentário por André
18 de junho de 2009 às 16h30

Qual a importância de um jornalista para a sociedade? Nenhuma, né?
Qual o poder de um microfone ou de um veículo impresso? Ah, isso é bobagem.
Afinal, o jornalista não influencia a opinião de ninguém. O que é escrito ou falado na mídia é tudo brincadeirinha que qualquer imbecil está apto a fazer. Então, pra que diploma!?!?
Creio que agora o STF deva permitir que qualquer acéfalo advogue, faça uma cirurgia ou até mesmo construa um prédio. Pra que advogados, médicos e engenheiros precisam de diploma também?
Considerando que nosso presidente fala “pobrema” e até o Sergio Mallandro já quis ser deputado, está tudo nos conformes. A zona está feita!!!

Responder

Comentário por CELSO GOMES
18 de junho de 2009 às 16h30

Uma grande bobagem melhor fechar as universidades
vai cair a qualidade dos jornalistas qualquer um vai poder ser em minha cidade vejo os absurdos que estes escrevem nos jornais os erros de português que envergonham qualquer um que estudou.

Responder

Comentário por Valmir Carvalho
18 de junho de 2009 às 16h31

Respondo e opino com uma pergunta: vocês já tomaram conhecimento que tem muita gente ganhando dinheiro com escolas que ensinam as pessoas a andarem de bicicleta? Nunca soube! Se vocês souberem me digam onde se localiza. A questão é a mesma. Precisa-se é ter habilidade pras coisas. Muita gente sabe o que fazer na vida; mas o difícil é saber como! Por isso, aprender andar de bicicleta, não exige escola, nem diploma… é pegar, levar uns tombos, aprender e nunca mais esquecer. Não tiremos os méritos das técnicas, mas valorizemos a capacidade que muitas pessoas têm de manifestá-las coerentemente sem nunca tê-las tido em oportunidades. Isso ocorre em muitas outras áreas. O que vale mesmo, acho e concordo, é a desenvoltura, é a ida e a vinda, a abordagem, os impactos, a afetividade com as pessoas e o universo no seu entorno, é ser gente… é ser, muitas vezes, desengravatados para colher e expor o óbvio. É o que acho e aprova. Parabens… por isso é que somos brasileiros.

Responder

Comentário por Caio di Pacce
18 de junho de 2009 às 16h34

Sensacional. Concordo plenamente com você.
ABS CP.

Responder

Pingback por DireitoeTrabalho.com » Blog Archive » Sobre jornalistas e diplomas.
18 de junho de 2009 às 16h35

[...] como o Leando Demori e a Ana, não se [...]

Comentário por Sandrinha
18 de junho de 2009 às 16h36

Lamento a decisão, porque neste país a EDUCAÇÃO, nunca teve valor. Estou me formando esse ano em Letras Português / Espanhol e sei que a faculdade não é capaz de formar completamente uma pessoa, que ela tem que gostar, amar o que faz! No meu caso eu amo e estou sempre em busca de aprefeiçoamento além das fronteiras da sala de aula. Inclusive publico textos e artigos literários num jornal da minha cidade. Porém não tenho a menor intenção de querer ser uma jornalista. Apoio o Diploma para todas as profissões. O que acontece é que a banalização da educação no Brasil está cada vez maior. Mas o que é que nós brasileiros queremos com um presidente sem quase nada de escolaridade? Meu Brasil querido, que pena!!!

Responder

Comentário por Eugênio
18 de junho de 2009 às 16h37

Diploma é necessário para profissionais das áreas de Exatas ou Biológicas. O restante das profissões poderiam ser extintas sem prejuízo para a humanidade.

Responder

Comentário por Sandrinha
18 de junho de 2009 às 17h33

Vc deixaria um filho seu ser alfabetizado por qualquer pessoa? Isso é ridículo.
Se precisar de médico vá até um benzedor que ele o ajudará. Para construir um prédio não precisa de um engenheiro para cuidar da planta? E os seus dentes, quem cuida deles? Para vc não é necessário que seja um profissional de respaldo. Que dó da sua boca!!!!

Responder

Comentário por Mario Martinez
18 de junho de 2009 às 16h38

Eu acho espantoso que os próprios jornalistas estejam apoiando essa coisa. é público e notório que já a bastente tempo o governo brasileiro quer desestruturar a profissão, desmerecê-la e destruí-la.
Acho incrível que isso esteja acontecendo com o aval da classe, devido a inúmeros interesses escusos por trás disso.

Responder

Comentário por Taís
18 de junho de 2009 às 16h39

Agora quando me perguntarem o que acho do assunto vou mandar este link. Eu quase ria qdo o pessoal ia nas salas falar que a gente tinha que ir nas passeatas para exigir o diploma…
Isso porque paguei muitas mensalidades caras para ter o meu diploma.
Tem um tanto de “advogado” diplomado e que nao passa na OAB. A banalização da educação no país acontece de outros jeitos, com cotas e escola plural…
Meu diploma vale alguma coisa agora (pq sério, fazer faculdade todo mundo faz… de jornalismo então, é muito fácil empurrar com a barriga).

Responder

Comentário por Leonardo P
18 de junho de 2009 às 16h39

Muitos aí falando que jornalismo é coisa de dom, vocação….

se a vocação é tão grande, o que impede o cara de aplica-la em uma graduação? ou em uma pós, no caso do cara de outra área que quer entrar pra esse mercado?

Eu mesmo sinto grande vocação e afinidade pela minha área (direito), mas e daí? tive que fazer o curso, como todo mundo.

E nem se fale que no meu caso não tem jeito por causa do lobby da oab… mesmo se não houvesse, ainda acho que a graduação seria imprescindível, porque é o exercício de muita responsabilidade – EXATAMENTE COMO NO JORNALISMO, pelo seu potencial de propagação de informação. Tem que ter o preparo necessário.

E o argumento de que tem gente agindo mal na classe não justifica abrir a coisa indiscriminadamente. Nada prudente…

Responder

Comentário por Regibrasile
18 de junho de 2009 às 16h39

Lindo texto. Vou guardar porque não é sempre que leio algo tão inteligente o que prova, e comprova, que escrever bem e bonito – como sambar – não se aprende na escola.
Parabens

Responder

Comentário por Fernando
18 de junho de 2009 às 17h39

Jesus… quanta besteira em poucas palavras…

Responder

Comentário por Eli
23 de junho de 2009 às 4h35

Qto ela te pagou?
hahahaha…

Responder

Comentário por Bosco
18 de junho de 2009 às 16h40

Desde a “surra” que levei em meu último comentário decidi não mais fazer nenhum, mas…
Seguinte: O que todos estão esquecendo é o PADRÃO DE QUALIDADE. Explico:
As empresas, quando querem fidelizar clientes, se esforçam para que o produto por elas fabricado seja de qualidade superior ao da concorrência. A forma mais usual dessa “Qualidade Superior” é um selo de qualidade. Tal selo é “dado” depois de uma COMPLETA AUDITORIA pela ISO, ou International Organization for Standardization.
As empresas costumam gastar uma boa grana para adquirir e manter tal selo pelo simples fato que “A adoção das normas ISO é vantajosa para as organizações uma vez que lhes confere maior organização, produtividade e CREDIBILIDADE”.
Pois é isso: Vai chegar um tempo em que criarão um SELO DE QUALIDADE JORNALÍSTICA.
(Agora levarei porrada):
OU NÃO…

Responder

Comentário por EFG
18 de junho de 2009 às 16h41

ANA FREITAS TE AMO BJS DO POVO DO FHBD

Responder

Comentário por Ana Freitas
18 de junho de 2009 às 18h39

TBM AMO VCS TO COM SAUDADES UM DIA DESSES PASSO LA BJS

Responder

Comentário por Ailson
18 de junho de 2009 às 16h41

Na minha opinião, para ser jornalista a pessoa tem que saber antes de tudo se expressar (ou comunicar, da forma que vocês acharem melhor.), e também saber fazer uma boa redação, antropologia, filosofia, sociologia, basta apenas a pessoa ler alguns livros com o tema.
Hoje ainda escutei em uma rádio aqui de BH os locutores do programa (jornalistas formados) conversando com outro jornalista de um dos jornais daqui sobre este assunto. E um deles no calor da conversa falou mais ou menos assim: “-Esta medida aprovada pelo STF, vai acabar com a classe jornalística, será que não será possível criar uma ordem reguladora como a OAB? Porque até hoje não foi criada uma OGB?” Depois de uns 10 segundos de silêncio, um outro corrifiu o reclamante perguntando se ele queria dizer OJB.
Bom, mas também acho o seguinte, sou designer gráfico, mas não tenho formação superior, e tenho clientes que dizem que meus trabalhos são muito superiores aos de pessoas com a formação na profissão. Não cobro barato, meu trabalho é bastante valorizado. Assim também como um primo meu que é técnico e programador de informática e não tem formação na área. Acho uma bobagem este alvoroço dos jornalistas, afinal, existem tantas pessoas com vocação para a profissão mas que não podem pagar uma faculdade. E também existem tantos jornalistas que só sabem falar bobagens que não dá pra acreditar que conseguiram sequer passar em um vestibular.

Responder

Comentário por Silvinha
18 de junho de 2009 às 16h44

Que tal ir num médico que não tem diploma? Alguém ousa fazer cirurgia plástica com um especialista em alergia? São médicos afinal e podem ter estudado a materia na faculdade. Que tal contratar um advogada pra defender uma causa porque ele estudou as leis sozinho? Que tal fazer o canal de um dente com um protético que de tanto ir no consultório de um dentista viu como se faz e faz. Alguém ousa???? Então pra que é mesmo que se tem faculdade de jornalismo? vamos acabar com todas que é melhor e mais econômico

Responder

Comentário por Amanda
18 de junho de 2009 às 16h47

Redículo seu texto pelo jeito a faculdade não adiantou nada, além de você não ter o “espírito de jornalista” se ser jornalista pra você é escrever esse tipo de texto o Brasil está perdido.

Responder

Comentário por Andre
18 de junho de 2009 às 16h49

O problema, E TODO MUNDO SABE e finge não saber, é a falta de ética do povo brasileiro. Que, claro, o cara não precisa ter diploma para ser jornalista… agora que ja era mesmo. Se com essa exigencia a Rede Globo de TV ja coloca um bando de ator ou filho de siclano ou amigo de beltrando para apresentar programas de TV. Imagina agora com isso. Imagina se isso pega nas outras profissões, não vai valer não são os anos de sua experiencia e capacidade provados em um diploma mas sim, a palavra de um empresario ou politico ou amigo de costas quentes, para vc arrumar um emprego. Quem for pobre por exemplo que suou a camisa para adquerir esse conhecimento em uma faculdade, pois claro quem é amigo de atores ou filhos de jornalistas etc… ja sabem como funciona. Os pobres não vão adquerir experiencia nunca… eles ja quase nao tem, ainda mais agora com esse besteira.
E viva a zona e a classe Burguesa desse pais.

Responder

Comentário por Rodrigo
18 de junho de 2009 às 16h49

Acabou a polêmica do “blogueiro é jornalista?”. Pode ser sim! Assim como o médico, o arquiteto, o engenheiro, o mecânico, o cozinheiro. Poder, não significa q todo mundo virou jornalista!

Não há o que temer, mas para quem está estudando, ainda mais nós no último ano dá uma sensação tempo e muito dinheiro desperdiçado, como vc mesma disse, poderia ter feito relações internacionais.

Responder

Comentário por Larissa
18 de junho de 2009 às 16h51

Eu discordo completamente. Sou formada em jornalismo e posso dizer que 80% das técnicas de redação que uso hoje aprendi na faculdade. E olha que era uma universidade pública, que todos sabemos bem como funciona – ou quase não funciona, por assim dizer. Posso não ter aprendido outras coisas, como programação ou telejornalismo, mas pelo menos técnicas de redação, que uso diariamente agora, aprendi lá.

Você diz que o mais importante para exercer o jornalismo é o talento. Tudo bem, até concordo. Mas então podemos estender essa posição também para outras profissões, como o direito. Se for assim, um advogado só precisa ser bem informado e saber escrever e falar. As leis ele pode aprender em casa, a la autodidata.

E outra, a não obrigatoriedade podem até não mudar as regras de contratação, mas mexem com outras coisas igualmente fundamentais. A partir de agora, as empresas poderão não se sentir mais na obrigação de pagar o piso aos jornalistas recém-contratados, a categoria fica fragilizada nas lutas da data-base (pelo aumento salarial). Além disso, ainda temos outras questões. Agora, o fulaninho, só pq é amigo do diretor do jornal ou do dono, vai sentar lá pra escrever e deixar mais um jornalista formado desempregado. Não sei se esse tipo de coisa acontece por aí no resto do País, mas sei que aqui em Alagoas existe, e muito. Só que antes, o cara era pelo menos obrigado a estudar se quisesse esse emprego e acabava não querendo tanto trabalho, com o QI arranjava outro.

Enfim, esse foi só mais um desserviço de Gilmar Mendes e cia (principalmente o nojento do Cezar Peluso, que num julgamento sobre anencefalia teve a coragem de dizer que as mães que passam pelo problema deveriam se sentir honradas, pois o sofrimento dignifica) para a sociedade…

Responder

Comentário por ana cristina bittencourt
18 de junho de 2009 às 16h51

Quem é essa criatura que não assinou? Não assina porquê? Nunca li tanta abobrinha…
Ana Cristina Bittencourt
JORNALISTA – Mtb 14265/RS

Responder

Comentário por Barba
18 de junho de 2009 às 16h52

Eu sou músico, curso o ensino superior de música e tenho intenção de dar “aulinha” (como disseram lá em cima) em escola pública, para que mais jovens tenham acesso a esse ramo da arte.
E não é porque eu faço faculdade de música que eu vou desmerecer outros músicos que não fizeram sequer um conservatório (ou curso técnico).
Acho interessante a turma não reconhecer o bom profissional apenas por esse não apresentar um diploma. E o cara que toca um violãozinho meia boca que acha que pode se apresentar e dar uma bela de uma aula porca? Faz concorrência comigo e com outros profissionais (diplomados ou não) mas o que vai decidir se ele permanecerá no mercado ou não vai ser o bom senso do aluno/ouvinte.
Escreveram lá em cima: “Sem diploma, sem DRT, qualquer “IDIOTA” vai falar, escrever o q quiser…sem qq consequência não é mesmo….esse país é realmente hilário!!!!!!!!!!” Lê idiotices quem quer. Eu leio o que quero e eventualmente leio porcarias, mas eu julgo o que me serve ou não.
Particularmente gostei muito dessa matéria. Muito bem escrita e com ótimo português.
Alguma áreas das ciêcias humanas realmente não precisam de diploma, mas nada impede alguem de aumentar seu leque de recursos cursando uma faculdade. Meu pai terminou o ensino médio no supletivo após completar os 45 anos. É dono de duas micro-empresas e as administra muito bem. Aposentou-se como surpevisor de seção na Rhodia subindo de posição por mérito depois de ser admitido num cargo considerado acima apenas de faxineiro. Trabalhou muito pra conquistar o que tem hoje mas não foi um diploma que o impediu de alcançar seus objetivos.
Namorei uma garota que queria ser jornalista. Escrevia mal pra caramba e depois de se formar foi estudar tecnologia em alguma coisa!! Jornalismo não era pra ela. Pagou 5 anos de Casper Libero pra não atuar na área. Eu acho lamentável desperdiçar dinheiro dessa maneira mas, fazer o quê? Não existe dom. Existe sim uma vocação, aptidão pra uma determinada área. E é nisso que acredito. Algumas áreas requerem um aprofundamento, uma carga maior de conhecimento e domínio do arsenal de trabalho (como historiografia) outras nem tanto. Mas nada impede que quem já tenha uma veia para o jornalismo curse o ensino superior, da mesma maneira que não é necessário exigir tal diploma.
Penso assim em relação a esse assunto. Agora, medicina, educação física, nutrição, etc… nada a ver ser auto didata nessas áreas né?!?!
A única deficiência que encontro em blogs é que nunca acho o nome do autor da matéria!

Responder

Comentário por Samira Aloise
18 de junho de 2009 às 16h53

Muito bom… Adorei tudo o que escreveu e concordo plenamente… Fiquei super feliz com o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Eu tava pensando em iniciar minha faculdade de jornalismo ano que vem, agora vou ver outros meios de trabalhar na àrea! Parabéns

Responder

Comentário por kika
18 de junho de 2009 às 16h54

Vocês gostariam de serem operados por um médico que não fosse formado?Por que menosprezam tanto o curso de jornalismo como se não servisse para nada?Sou a favor da obrigatoriedade para qualquer que seja a profissão, porque até para ser gari precisa ter segundo grau. A informação é uma preciosidade e pode ser usada como arma, às vezes é até mais poderosa do que qualquer arma de última geração. Ter informação é ter poder. E saber transmiti-la é uma arte. Claro que se for preciso não é nada demais um médico escrever para um jornal, ou um economista… contanto que seja para suas áreas de conhecimento. Mas para ser repórter e sair por ai entrevistando… ou para ter um programa na Tv é preciso sim de um diploma, talvez se fosse obrigatório, acabaria com essa pobreza e essa mediocridade que se tornou a TV brasileira. Me adimirei de saber de uma jornalista, quer dizer estudante de jornalismo, que é contra o diploma. Ah! deve ser porque tá achando a faculdade difícil, ainda mais em época de TCC, não é pra qualquer um não!!Tem que ter talento como em qualquer profissão, mas também tem que ter a teoria.

Responder

Comentário por Aline
18 de junho de 2009 às 16h54

Melhor então acabar com todas as faculdades!
So vc autora desse post não percebe o quanto vai cair a faixa salarial, quantos empregos para JORNALISTAS de verdade irão simplesmente cair por terra ja que é muito mais prático contratar uma pessoa qualquer para exercer a profissão.

Aliás, vc consulta médico como? Prefere aqueles que compram o diploma ou aqueles que estudaram para aquilo?

o post mais parece de uma estudade que não tinha mais nada para fazer, por isso pensa que poderia ter se livrado da faculdade de jornalismo.

Responder

Comentário por ANDREIA HERNANDES
18 de junho de 2009 às 16h57

ENTENDO O PONTO DE VISTA DA AUTORA. ACHO TAMBÉM QUE QUE PRA QUALQUER PROFISSÃO SER EXERCIDA COM EXCELÊNCIA, O PROFISSIONAL DEVE TER O ESPÍRITO E O FEELING.
ACONTECE QUE SEM UM DOCUMENTO QUE COMPROVE O EMPENHO E A PROFISSIONALIZAÇÃO DA PESSOA NA ÁREA, OS PARÂMETROS VIRAM MESMO UMA SALADA, E ACABAM DESPRESTIGIANDO QUEM REALMENTE INVESTIU.
PRA SER PROFESSOR DE CURSINHO, TEM QUE SER ANIMADO, TEM QUE SER ESPIRITUOSO, MAS ISSO NÃO SIGNIFICA QUE O MARCOS MION POSSA DAR AULA.

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Comentário por Eduardo Fachetti
18 de junho de 2009 às 16h57

Ahhh……… A velha hipocrisia!!! Sempre ela que não permite que as pessoas vejam as coisas como são…

Há tempos que, em nosso país, as faculdades não valem nada e não atestam a competência ou qualidade do trabalho de ninguém. Viraram mesmo um grande negócio. Mas fazer o que, até igreja virou um grande negócio nesse país!!

Concordo com sua opinião Ana, é o mercado que vai regular o espaço dos profissionais e o diploma será desejável, mas não indispensável.

Aliás, já é assim e – apesar de tanto alarde, indignação e blá, blá, blá dos incompetentes – esta decisão do STF não vai mudar grande coisa não (quase nada).

Ótimo post, adoro sua ironia!!!

Keep going girl!!!

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Comentário por mariana
18 de junho de 2009 às 16h58

Bem cara autora,
É pela não necessidade de diplomas para jornalistas, que temos ignorantes escrevendo asneiras como você espalhados pelo país.
Ignorância é uma coisa trsite, que não deveria ser alimentada.

Responder

Comentário por Venine
18 de junho de 2009 às 16h59

Eu também acredito que não seja um pedaço de papel que irá dizer se uma pessoa é ou não é um bom jornalista, realmente isso vem com a prática, afinal, quantos outros “profissionais” formados saem de suas faculdades com diplomas e não sabem fazer coisa nenhuma no mercado de trabalho, ficam completamente perdidos… Mas também acho que a faculdade, pelo menos pra mim (sou estudante de jornalismo) ensina muita coisa que a gente precisa sabem, coisas que se eu chegasse na redação de um jornal para fazer eu não saberia. Há quem nasça com talento para a profissão, mas ninguém nasce sabendo tudo, por isso acho importante a graduação, em qualquer área que escolher. Mas um diploma não vai dizer se você sabe ou não, afinal, Publicidade e Propaganda é uma profissão que você não precisa de diploma para exercer, as pessoas buscam a faculdade por que, como eu disse, ela dá um suporte pra você entrar no mercado de trabalho. É sim uma “sacanagem” desregularimentarem agora a profissão, mas com certeza isso não vai diminuir o prestígio dos profissionais da área.

Responder

Comentário por Maria
18 de junho de 2009 às 17h00

Só acho meio hipócrita não oferecer os mesmos benefícios aos médicos, engenheiros, arquitetos. Aliás… para quê faculdade, escola? Ninguém sabe nada mesmo!! Viva o Lula, que nunca estudou e ganha um dinheirão. Proponho fechar todas as faculdade, escolas, bibliotecas e centros de pesquisa do país! Vamos todos à praia!!

Responder

Comentário por Cristiana Teixeira
18 de junho de 2009 às 17h01

Isso me revoltou, indignou e magou!
Não pelo “pedaço de papel” em si, acima citado!
Sou jornalista, por formação e paixão!
Muito me estranha um post desse. Vindo de um jornalista?!
É erronea sim a decisão tomada ontem. Ninguém aqui ainda discutiu a questão dos interesses financeiros embutidos nessa decisão. Os magnatas da comunicação se beneficiaram e como se ainda não bastasse jogou os queridíssimos senhores ministros numa lama suja!
Peço encarecidamente a quem é JORNALISTA, formado, que nunca se esqueça dos oito nomes que votaram a favor do fim de nosso diploma. Esses, com certeza absoluta, ainda precisarão de nós, caso se candidatem a alguma coisa. Não façamos como a maioria de brasileiros esquecidos que elegem pessoas não dignas de governar essa zorra chamada Brasil. Lembremos ainda do Sr. Marco Auréli Mello, único ministro que teve coragem de peitar os votos a favor em defesa de nossa classe.
Não aceito e nem admito ser chamada, sim chamada pois pertenço a classe, de idiota. Como a colega fez acima em seu post. Emitir opiniões não quer dizer fazer chingamentos. Oh, sem querer citei um ponto a ser observado por todo jornalista.
Economista, médico,advogado, administrador, dentre outros, que quiserm ser jornalistas que busquem conhecimentos, qualificação, especialização na faculdade! Assim como muitos e eu buscamos!
Se for assim tão simples, como estão discutindo, a partir de então irei fazer campanha para que derrubem também outras profissões. Dessa forma posso ser médica, advogada, sem nem sentar num banco de faculdade.
É como diz o ditado: de médico e louco todo mundo tem um pouco! Será?
Quarto poder. Essa é a questão. Jornalista é como uma veia que bombeia sangue ao coração. Nós somos responsáveis por informar as pessoas. Fazê-las conhecer a respeito do contexto em que estão inseridas. Por isso essa decisão. Porque quanto mais ignorante e burro for as pessoas melhor para os governantes. Esses deitam e rolam com dinheiro que é nosso!
Incomodamos! Por isso fomos prejudicados!
Fico triste em ver que pleno século XXI, aqui no Brasil voltamos a viver sob uma ditadura, digo a classe. Ditadura essa exercida por uma minoria e que pior ainda tem apoio de instituições que deveriam nos defender!
Não me interessa saber de outros países que não exigem diplomas. Quero saber da minha realidade, do meu contexto. Sofremos e muito com comparações, muitas vezes errôneas. Temos um governo para que nos represente. Independente do que se faz no exterior!
Minha indignação continuará sempre. Já que a decisão é irrevogável!
O meu investimento, o meu snho foi por água abaixo! A herança que meus pais tanto lutaram para me deixar, certos de que ninguém me tomaria, me foi arrancada por uma leva de pessoas levadas pelo impulso do dinheiro e dos interesses próprios!

Obs: Em matéria do G.1 dá nojo de ver a foto onde aparece a “cara” do Sr. Gilmar Mendes, ministro do supremo.

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Comentário por Rodolfo
18 de junho de 2009 às 17h02

O país está virando uma palhaçada sem tamanho, é uma piada. Mas também, começando pelo formação do presidente que temos já viram onde este país vai chegar. E, agora, o “grande” STF com aquela corja toda infiltrada lá dentro decide acabar com o diploma de Jornalismo.
A verdade é que esses ministros não querem mais gente qualificada, culta e com capacidade para “meter a puá” neles! Ou seja, informar os cidadãos da pouca vergonha que é esse governo brasileiro.

Responder

Comentário por Sophia
18 de junho de 2009 às 17h03

Discordo totalmente do autor do texto…
Acho muito triste ver que uma pessoa q passou 4 anos numa faculdade apóie o rebaixamento do diploma para jornalista..
O jornalista é sim um formador de opinião, com certeza, mas não é só isso..a faculdade ensina sim técnicas e práticas que são necessárias para um bom trabalho..claro que tm q gostar do q faz e ter vontade de fazer, mas isso é em qquer profissão, não só no jornalismo…
Só lamento que daqui a pouco estaremos vendo por aí pessoas falando ou escrevendo “nóis vai, nóis vorta” e se denominando um exelente jornalista, mas diante de tal decisão agora aprovada, quem vai poder contestar tal auto-denoiminação??

Responder

Comentário por Dayse
18 de junho de 2009 às 17h03

Tem gente por aí dizendo que o diploma fere a liberdade de expressão da população.
Quer escrever o que pensa, faz um blog. Liberdade de expressão e de comunicação não pode ser confundida com desrespeito a uma classe profissional.

Responder

Comentário por Suham
18 de junho de 2009 às 17h04

Pergunta à autora. Afinal, se o jornalismo está no sangue e blá blá blá, porque raios você está na universidade?

Responder

Comentário por Elisa
18 de junho de 2009 às 17h04

O fato é: pelo menos pra ser PRESIDENTE DA REPÚBLICA, um mínimo de formação deveria ser exigido!

Att.

Responder

Comentário por Fábio
18 de junho de 2009 às 17h05

Você só esqueceu de uma coisa: as empresas não vão reduzir suas exigências, mas vão reduzir os salários, pois o campo de pretendentes vai aumentar cada vez mais.

Vide o que acontece na televisão, onde qualquer ex-BBB da vida empunha um microfone para fazer matérias esdrúxulas, enquanto os jornalistas manés ficam sem emprego ou trabalhando com migalhas.

Quanto à Folha… sim, é o maior jornal do País. Mas sua qualidade tem caído numa velocidade ainda maior que a de sua circulação.

Responder

Comentário por João de Deus Azevedo
18 de junho de 2009 às 17h05

Afinal o que é ser jornalista? Literalmente esta certo esta decisão…pois tem muita gente da area que se acha o todo poderoso…e tem mais…usando desta atribuição para fazer chantagem em todas as formas…chega…basta ter respnsabilidades, ter o dom, dedicado, persistente e dsiciplinado…como em qualquer coisa que faça…parabens…isso abrirá muita porta…e afinal quem gosta do que faz e respeita faz a faculdade!

Responder

Comentário por Wagner Augusto Álvares de Freitas
18 de junho de 2009 às 17h07

Tudo o que ocorre no Brasil vira panaceia. Essa história do fim da obrigatoriedade do diploma é antiga e não foge à regra. Não vai acontecer nada de bom a partir de agora: o mercado vai continuar cada vez mais persa, já que a oferta de “profissionais” aumentará sensivelmente, o nível da imprensa continuará no mesmo patamar, ou seja, bem próximo do chão… Não sei de onde nasceu essa convicção de que existem pessoas altamente capacitadas para exercer o jornalismo e não o fazem devido à exigência do “canudo”. Ora, a não ser que seja a Madre Teresa de Calcutá ou o Dalai Lama, ninguém “altamente capacitado” vai deixar seu ofício de origem para trabalhar em jornal, rádio ou televisão para ganhar R$800,00 por mês. Os que não têm diploma e que vão querer concorrer com os formados serão mesmo uma ralé, ou alguém diplomado em alguma coisa e que não deu conta de se firmar no seu ofício de origem. Penso que jogaram a água suja fora e o bebê junto. Tomara que as péssimas faculdades de Jornalismo existentes pelo País afora (aqui em BH tem um punhado delas) aprendam a lição e melhorem o nível do ensino ofertado. Elas perderão muitos alunos (bem-feito!) e as poucas que sobreviverem tendem a formar jornalistas com um pouco mais de massa cinzenta no cérebro. Acabar com a exigência do diploma é uma decisão muito radical. Melhor seria apertar o torniquete no pescoço dessas fábricas de diplomas que vicejam por aí. Uma coisa é facilmente comprovada pelo tempo, que é o senhor da razão, como já dizia em suas camisetas temáticas o honestíssimo Collor de Mello: jornalismo está na veia; ou o cara nasce com esse gérmen dentro de si ou vai morrer tentando aprender na faculdade e em outras “fontes”. É claro que o “fera” ficará melhor depois de passar quatro anos numa boa faculdade de Jornalismo (será que há muitas no mercado?). O ruim de serviço vai gastar dinheiro e não vai aprender muita coisa. Geralmente, numa turma de 40 alunos, no máximo 20% tem talento para a coisa. Ao acabar com a obrigatoriedade do diploma, esses heroicos 20% vão ter de lutar com os 80% de medíocres e com os picaretas que poderão exercer a profissão a partir de agora. E nos concursos públicos, heim? O coitado do jornalista formado terá seu salário estipulado em valores inferiores aos oferecidos aos médicos e advogados, por exemplo. Já que não tem de ter diploma, é lógico que o vencimento será enquadro num patamar menor. Alguém já pensou nisso? E o tanto de gente que pagou faculdade a duríssimas penas e agora foi jogada na vala comum dos sem-diploma? Sou jornalista formado, graças a Deus! Nunca gostei de ser penetra em nada.

Responder

Comentário por Fábio
18 de junho de 2009 às 17h09

Outra coisinha: a desvalorização que o jornalista sofre de outros profissionais em uma mesma empresa é gritante, e se nunca testemunhou algo parecido, você é uma pessoa ingênua ou privilegiada. Sem diploma, isso será ainda pior.

Responder

Comentário por Lula
18 de junho de 2009 às 17h09

Vou requerer meu registro de jornalista hoje mesmo pois já escrevi na sessão cartas do leitor. Fala sério STF

Responder

Comentário por Fábio Diniz
18 de junho de 2009 às 17h09

Sara.
Concordo em partes com você. Sou biólogo e vejo um monte de asneira escrita por jornalistas que acham que entendem do assunto. Mas também tem muita gente boa. Realmente, no caso do jornalismo, é mais paixão do que formação. Mas se for assim, então, extinguimos também os cursos de dança, música, artes. Tem muito médico, advogado, engenheiro que na verdade são músicos, dançam muito melhor que o Carlinho de Jesus ou pintam e esculpem obras maravilhosas.Do seu ponto de vista, até mesmo um profissional de jornalismo (formado), apaixonado pela vida selvagem, sabe muito mais do que muitos biólogos de plantão. Mas o que dá crédito a ela? Para falar a verdade, se exercer a profissão fosse questão apenas de paixão, então não deveria existir curso universitário nenhum. Mas concordo, é um assunto complexo. Pode ser que para o jornalismo seja assim, mas tomara que não vire moda. Veja um texto meu no meu blog (www.fv.diniz.zip.net), dando minha visão sobre algo parecido, mas com os biólogos.
Aliás, você escreve muito bem! Mas isso é só dom? Pense nisso.
Abraço.

Responder

Comentário por Eliana
18 de junho de 2009 às 17h11

Ah!!!!!!! É mesmo…………faculdade pra quê né????!!!!!!!!!! Aliás ensino médio pra quê……….vamos fechar todas as faculdade e escolas de ensino médio…….Aprender a ler basta para fazer qualquer coisa……..Só neste país mesmo!!!!!

Responder

Comentário por itamarcia marçal
18 de junho de 2009 às 17h12

Sou advogada e há muitos anos cheiro tinta de gráfica vendo os jornais que produzo sairem da bobina. Já criei tantos periódicos sem ter me formado em Comunicação Social. Mas escrever é um dom e não há necessidade de nada além da vontade de escrever e ser bem informado para passar as informações sempre com o compromisso do bem comum e com a verdade. E muito trabalho…

Responder

Comentário por Raimundo Filho
18 de junho de 2009 às 17h12

MUITO BOA ESSA DECVISAO DO STF. SOU MEDICO. QUANDO APARECER UM PICARETA QUERENDO EXERCER MEDICINA SEM DIPLOMA, NÃO POSSO RECLAMAR. JÁ TENHO JURISPRUDENCIA

Responder

Comentário por H. Pimentel
18 de junho de 2009 às 17h12

nunca te vi, mas sempre te amei

Responder

Comentário por gilson
18 de junho de 2009 às 17h13

Quantas coisas bem ditas e outras mal faladas……..Um Medico é um Medico…Um Advogado é um Advogado…Um Engenheiro é Um Engenheiro……E um Jornalista é…é….é o que Mesmo…..ha…já sei! Como já falou um Ministro ele pode ser qualquer um até mesmo um cozinheiro, mais até mesmo um cozinheiro é um cozinheiro..uhhh..não, errei…Vou começar de novo. Um jornalista não é só uma pessoa que escreve na minoria das veses frases com uma boa redação, na maioria das veses ele nem liga para o português, atropela mesmo, tudo em nome da informação, ela é o que interessa. Muitos falam que ela hoje em dia (a informação) vem através das linhas escritas (Redação, Lide, Noticia, Matéria) chame do que você quiser; o certo mesmo é que alguém escreveu e falou para o povo “que o Ministro “A,B,C ou D” está cometendo atos ilegais”, falou também que “o Banqueiro (que não é jornalista), desviou dinheiro da nação”, que “o Político fulano de tal traiu a esposa e desvia dinheiro publico”. Corrupção..estelionato..propina..assassinato…vergonha! Vergonha! Vergonha!
Extra! Extra! Extra! Gritava hoje o jornaleiro que é jornaleiro, O Supremo nega validar diploma de jornalistas! Mais, quem é jornalista mesmo????
Vai levar um bom tempo para descobrirmos..em quanto isso, não é a falta de um reconhecimento da JUSTIÇA BRASILEIRA que vai impedir os escritores (podemos ao menos chamar assim?), de escrever e levar ao conhecimento da população a sugeira em que o nosso país esta em volto. Atentai! Já Clama um Conhecido Senador…..Depois da Ditadura, este foi o maior golpe dos profissionais da escrita (podemos chamar assim?), e desta vez não foi com metralhadoras e cacetetes……foi pior …foi o Braço Forte da Lei que disse “ Eu escrevo, Tu Escreves, Eles Escrevem, mais aqui nunca poderemos ter JORNALISTA/JORNALISTAS.

Responder

Comentário por Jonas
18 de junho de 2009 às 17h18

hahahaha que pândega esse artigo. são pessoas como você que banalizam e destroem a imagem da profissão de jornalista nesse país! citar zé bob como exemplo de jornalista… faça-me o favor…

Responder

Comentário por Isadora
18 de junho de 2009 às 17h20

O senhor, por exemplo, não é nem jornalista, nem blogueiro, nem estudante de nada.

É uma anta. Para ser isso, tampouco precisa de diploma, certo?

Responder

Comentário por Fernanda
18 de junho de 2009 às 17h21

Meu comentário sumiu daqui

Responder

Comentário por Regina Camargo
18 de junho de 2009 às 17h23

Em resposta à resposta…kkkkk como é seu nome mesmo….deixa eu te dizer…profissionais é com dois “s” viu? Bem este tipo de coisa também será corriqueiro de acontecer agora né…..estudo será dispensável não é mesmo? Achei “lindo” essa teoria de “não está satisfeito vá embora do País”, mas devo dizer-lhe que não é assim q funciona, mesmo estando indignada eu tenho princípios e repasso principalmente à meus filhos, pois considero a EDUCAÇÃO, a base de TUDO…acho que não preciso dizer mais não é …colega de profissão. Tenha uma boa tarde e desejo de coração que não lhe falte emprego e principalmente, escrúpulos….peço desculpas se o termo que eu empreguei o “idiota” não tenha sido entendido por você!

Responder

Comentário por Santiago Garcia
18 de junho de 2009 às 17h24

Que visão superficial das coisas, olhometro. Acho que vc precisa de uma lupa. Não, um telescópio. Hunn.. acho que nem o Hubble te ajudaria… Tem coisas que não passam da superficialidade.

Responder

Comentário por Fernanda
18 de junho de 2009 às 17h25

Corrigindo a Tais, ninguém pode ser advogado se não passar no Exame da Ordem. A pessoa é bacharel em direito, mas sem a OAB, não é advogado.

Responder

Comentário por Celim
18 de junho de 2009 às 17h28

Sou jornalista por tempo de casa e por isso possuo
o registro de jornalista, o qual já tentaram me tomar. Sou auto-didata, com muito orgulho, aprendi
o meu ofíco dentro das redações de jornais em uns dos quais já fui proprietário nos EUA que
ainda até hoje existe “Brazilian Voice”.
Quem gosta dessa “cachaça” não precisa de diploma.

Responder

Comentário por Alexandre
18 de junho de 2009 às 17h28

Esta decisão é a cara do Brasil, um gigante , aleijado, o senado uma brincadeira , o presidente sem o menor preparo, cada comentário , alguns brasileiros morrem de vergonha, nunca fomos tão fundo do poço, o que fazer????, Não existe no Brasil no momento , uma só instituição, que não seja motivo de descredito, que horror!!!!!!!!!
Será que ainda temos orgulho de ser brasileiros?
fiquem co Deus.

Responder

Comentário por antonio lima
18 de junho de 2009 às 17h29

A questão me parece mais simple. A faculdade continua a ter valor cultural e enseja conhecimento metódico. Para o exercício da profissão de jornalista o indivíduo (agora com a decisão do STF)poder ter ou não ter o diploma. Quem tiver o diploma, teoricamente terá mais chance no mercado. Quem não tiver, terá de demonstrar na prática que está habilitado. O diplomado que tiver eficiência na prática, terá maior chance do que o diplomado ineficiente. Este último perderá para o sem diploma eficiente.

Responder

Comentário por André Gustavo de Souza Cardoso
18 de junho de 2009 às 17h30

De repente hoje vejo muito profissional de jornalismo, até de forma surpreedente louvar a decisão do STF,agora vamos analisar uma situação, se a manchete da decisão do STF fosse desta forma: “o STF acaba de abolir a obrigratoriedade do diploma em Bacharel de Direito, por tanto todo e qualquer cidadão poderá ser defender perante a um processo cível ou penal; Juiz, Promotor, Delegado de Polícia não necessita mais ter o diploma em Bacharel”. Como seria a reação dos profissionais de Direito? Seria igual a dos colegas comunicologos?.

Responder

Comentário por jolumm
18 de junho de 2009 às 17h33

Não sou jornalista, mas acho o fim da exigência de diploma para exercer aquela profissão um absurdo. Então qualquer um pode ser jornalista? Que abusurdo! Qual a credibilidade que terá um profissional que não fez uma faculdade, que não teve uma formação ética que um curso universitário propõe? Ora, é claro que os “dublês de jornalistas”, principalmente aqueles que não querem saber de estudar, estão adorando a idéia. Esse é o Brasil, um país surreal!

Responder

Comentário por Mário
18 de junho de 2009 às 17h34

Se com diploma já tá dificil, a quantidade de besteiras e erros que lemos nos grandes jornais… imagina sem…

Só um lembrete: Colunista é uma coisa, jornalista é outra.

Acho que vou tentar uma vaga de médico em algum hospital… hahahaha

Responder

Comentário por Ana
18 de junho de 2009 às 17h35

É inacreditável que um jornalista concorde com essa decisão.
Nós, que estudamos jornalismo, sabemos muito bem que ser jornalista não é só saber escrever e conhecer o tema que abordado. Sabemos também que a faculdade ensima muito mais que como fazer um lead e um título legal. Na faculdade, aprendi ser menos crítica para algumas coisas e mais para outras, comecei a ter outra visão para diversos assuntos. Além de cultura, técnica e teorias.

Concordo que empresas sérias não mudarão seus critérios de contratação. Mas tenho certeza que no mundo dos QI, agora será bem mais difícil para nós e mais fácil para eles, já que o chefão poderá indicar qualquer pessoa no cargo de jornalista, até a sobrinha que faz moda, o sobrinho que só fez o Ensino Médio e assim por diante.

Brasil, o país que anda para trás!

Responder

Comentário por Rafaella Zanon
18 de junho de 2009 às 17h35

Adorei o seu post.
Acredito que todas as pessoa que leram esse post mudaram de opinião ou até mesmo entenderam claramente que com essa queda do diploma não teram pessoas que não entendem nada sobre jornalismo exercendo a carreira.
Eu ouvi pessoas tão ignorantes a respeito desse assunto falando que agora até o mendigo da esquina poderia se tornar jornalista, isso me deixou extremamente furiosa pois, eu quero ser jornalista quando crescer (eu tenho 13 anos) e não acho justo pessoas ignorantes que não tem informações suficientes para falar sobre o assunto, mas eu relevo certos tipos de comentários até porque eu só poderia expor a minha opinião para debate sobre este assunto se a pessoa tivesse capacidade e informação suficientes para podermos descutir sobre o assunto, pessoas que tenham capacidade e informações suficientes para descutir sobre certas coisas no Brasil são difíceis de achar.

Responder

Comentário por Fernando
18 de junho de 2009 às 17h37

Esses “jornalistas” comemoram pois sabem que no fundo, nunca foram capacitados e sempre alguém joga na cara que se tivessem graduação seria diferente… e eles sempre no medo da mamata acabar e levarem pé na bunda.

Agora podem dormir tranquilos, escrever suas besteiras de manhã “nos grandes jornais” e dormir denovo… hahaha braZil Zil Zil…

Responder

Comentário por Thiago Lapolli
18 de junho de 2009 às 17h38

A opinião do texto não está certa e nem errada.

Eu, por exemplo, sou síndico de um condomínio enorme, e jornalista e chargista de sites de vale-tudo. E o que eu estudo? Fisioterapia! Nada haver, né? Mas eu exerço bem minhas profissões porque tenho talento pra isso, sem nunca ter feito administração, jornalismo, publicidade, artes, etc.

Algumas profissões exigem curso, como a área da saúde. Outras não. Já algumas pessoas precisam de curso para serem bons jornalistas, outras não. Tem mecânico e pedreiro que entende mais das coisas que engenheiros. Algumas pessoas absorvem muito bem o conhecimento impírico – aquele baseado na observação e vivência – mais que o intelectual.

- A partir daí depende do empregador conhecer a qualidade de quem ele contrata.

Abraços.

Responder

Comentário por Wyl
18 de junho de 2009 às 17h40

a coisa mais difícil do mundo é aprender a ler, o resto já está escrito. Se não conseguimos entender oque lemos com facilidade, é porque está mal escrito.

Responder

Comentário por Xanana Gusmão
18 de junho de 2009 às 17h41

Acho ótimo essa abolição da obrigatoriedade do diploma, pois qualquer pessoa inteligente e perspicaz possui sim todas condições para ser um brilhante jornalista, já visto todos os pseudojornalista-modelo-ator-atriz-exbbbs que cobrem reportagens de suma importância como o vigésimo casamento do cantor Fábio Júnior e lojas onde Michele Obama compra suas saias, é notório que essas pessoas são sim competentes o bastante para exercer a profissão de jornalista em qualquer programa de tv(da Luciana Gimenenez por exemplo) ou jornal impresso, escrevendo colunas bem interessantes sobre qual mulher o ator global da atualidade está namorando.
talvez o próximo passo seja abolir também o pedido de histórico de bons antecedentes a candidatos a concurso para políca militar.

Responder

Comentário por Marcelo
18 de junho de 2009 às 17h42

Perfeito! Eu já achava absurda a ideia de manter a lei que mantinha distante o verdadeiro âmago do jornalismo.
Suas palavras sintetizam de forma clara o que realmente muita gente pensa a respeito da livre expressão de ideias.

Responder

Comentário por Marcos
18 de junho de 2009 às 17h42

Em relação à pergunta sobre o quê a sociedade prefere, se um economista ou jornalista que entende um pouco de economia, reflete o quanto a autora desse (sei lá o quê podemos chamar) texto é tendenciosa e ignorante e quer no minímo alienar o leitor, porque não colocar fazer a pergunta de maneira correta, se preferimos um jornalista que entende muito bem de economia e que sabe adequar a linguagem dos econômicos ao coloquial ou um economista que não entende de linguagem jornalística?
Sinceramente, tenho horror de ter colegas de profissão como você.

Responder

Comentário por Renato Menezes
18 de junho de 2009 às 17h44

A autora tem uma visão simplista da profissão. É evidente que o diploma não é tudo. É preciso uma série de outros aspectos que dizem respeito à prática profissional. Analisando o conteúdo da disputa, vê-se, que trata-se de um entendimento de que tal exigência (diploma) fere a liberdade de expressão. Nada mais de que uma interpretação erronia, um erro primário, eu diria. Nada impede que profissionais de outras áreas publiquem artigos relativos às suas especialidades. O que desrepeita a profissão é o fato de profissionais não qualificados terem o mesmo direito de exercê-la, assinando veículos e assumindo o papel da imprensa. Se o economista queria ser jornalista, por que não fez a faculdade? E é claro que profissionais competentes ainda terão espaço, talvez até mais do que antes. Mas permitir a competição com “pseudo jornalistas” é um desrespeito com a categoria. Talvez os grandes veículos mantenham os critérios de contratação. Mas a realidade não é a mesma em veículos menores, de cidades do interior. E por mais importante que possa parecer trabalhar num grande jornal, a imprensa no país não se constitui apenas deles. Sou jornalista diplomado, mestre em comunicação e não precisei da ajudinha do STF para entrar na profissão. Ainda assim, considero inadequada a decisão.

Responder

Comentário por Antonio Carlos
18 de junho de 2009 às 17h44

Penso que CANUDO é interesse comercial, por isso existem Universidades, Faculdades, Cursos Técnicos, etc.
Na verdade deveria existir Escolas sim, mas nunca a exigencia de Diploma para exercer qualquer que seja a profissão pois, não é o diploma que defende uma causa, um projeto arquitetonico, uma boa cirurgia, uma boa administração, etc.
Temos vários exemplos de profissionais sem CANUDO. O falecido Comandante Rolim, o nosso vice-presidente, o nosso presidente e eu mesmo não tive formação técnica em minha profissão mas a exerci por 30 anos e sempre tive vários subordinados formados em escolas técnicas e nenhum superou-me em conhecimentos técnicos até eu me aposentar e nem por isso fui incompetente no exercício.
Já imaginou se abolissem todos os Diplomas Superiores? o que aconteceria com as Universidades, Faculdades, Editoras e muitos outros envolvidos para formação de “profissionais”?
Hoje existe Faculdade para tudo inclusive para profissonais da cozinha.De repente, seremos surpreendidos com a exigencia de “CANUDO SUPERIOR” para exercer as funções de faxineiro (não que eu desmereça a profissão)é apenas uma alusão.
Conheço Farmaceuticos práticos que prescrevem melhor que médico, conheci Rábulas que atuava melhor que advogado.
Enfim, CANUDO, penso eu, é uma forma de proporcionar riqueza para alguns e falsa posição para muitos.
antonio Carlos

Responder

Comentário por JK
18 de junho de 2009 às 17h49

“Fere a liberdade de expressão”…isso é mais uma desculpa para aqueles que não possuem argumentos sólidos. A liberdade de expressão pode ser garantida independente do diploma de jornalismo. As autoridades baniram a obrigatoriedade do diploma por pura ignorância. Não precisamos deixar de lado aqueles que obtiveram o título na década de 60, 70, ou os que trabalham super bem nas redações…esses são e continuarão sendo grandes professores na prática da profissão, mas é, no mínimo, uma falta de respeito com todos aqueles que passaram dias e noites trabalhando até tarde para pagar uma faculdade. Sou formada há pouco tempo e me dediquei sempre aos aprendizados nas salas de aula, enquanto trabalhava para pagar cada dia na Universidade. Não é pelo dinheiro gasto,tudo é investimento, mas é pela persistência em uma aprofundada qualificação. Já que é assim, acho que nós, jornalistas, podemos também ocupar uma cadeira no STF, sabemos indagar, relutar, opinar, somos formadores de opinião como políticos…e se tivermos boas aulas com o “dono do castelo”, conseguiremos até enganar!!!!

Responder

Comentário por Renato Menezes
18 de junho de 2009 às 19h11

Concordo plenamente.

Responder

Comentário por Ciro Lauschner
18 de junho de 2009 às 17h52

Talvez isso seja um reflexo do que está se vendo em todas as áreas ou ao menos na maioria delas. Pessoas se formam e raramente estão aptas a exercer a profissão na qual tem curso superior.Hoje na maior parte das faculdades existe um excesso de matérias curriculares que muitas vezes não dizem respeito ao curso, mas obrigatorias, com o fim, talvez, de alongar os periodos para a conclusão da faculdade. Ao meu ver, acho que se deve repensar os cursos superiores em si como um todo.

Responder

Comentário por Osnei
18 de junho de 2009 às 17h53

Prezados amigos……descobri ontem (17/06/2009), que além de me matar de estudar para ser economista, tributarista e contador, agora o STJ e STF me concendem o título de `Jornalista`, não quero mais nada….tenho agora a senha para exercer uma profissão que pode influenciar multidões, sem estudar nada (voltado para a área, é claro). Obrigado jusristas….agora sim no Brasil se faz a verdadeira JUSTIÇA (CEGA).

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Comentário por Eduardo
18 de junho de 2009 às 17h55

Não concordo!
Isto vai dar abertura para qualquer profissão não exigir diploma. Médico sem diploma? Você se arrisca fazer uma cirurgia? Dentista sem diploma? Cirurgião plástico é preso por prática de medicina ilegal (não tem diploma). Engenheiro aeronáutico (sem curso superior) vai construir um avião para você voar? Legal!!! sem mais palavras!!!!

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Comentário por cesar
18 de junho de 2009 às 18h00

ESPERO QUE NA ESTEIRA DA NÃO EXIGENCIA DE DIPLOMA PARA O EXECÍCIO DA PROFISSÃO DE JORNALISTA O STF TAMBEM ACBE COM A PROVA DA OAB, QUE SERVE SOMENTE PARA ENCHER AS BURRAS DE DINHEIRO, DEUS SABE LÁ DE QUEM. A OAB É UMA ABERRAÇÃO ENCRUSTADA NUM FICTÍCIO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.

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Comentário por Flavia
18 de junho de 2009 às 18h00

Você é completamente sem noção! E o pior, gosta disso.

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Comentário por cesar
18 de junho de 2009 às 18h04

JA FUI APROVADO NESTE EXAME ESDRÚXULO

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Comentário por Leila Cruz
18 de junho de 2009 às 18h04

Acho que a queda da obrigatoriedade da exigência do diploma até poderia mesmo acontecer, mas a decisão do STF foi tomada por razões equivocadas, em minha opinião. O voto de Gilmar Mendes foi justificado em nome da “a garantia do exercício pleno das liberdades de expressão e informação” (Valor On Line, 17 de junho de 2009). Só que o ministro esqueceu que para garantir adequadamente este direito é imprescindível que os profissionais do jornalismo tenham uma conduta rigorosamente ética. Se uma graduação certamente não confere nenhuma garantia de um jornalismo ético, a suspensão da obrigatoriedade muito menos. No mínimo, durante a graduação suponho que os estudantes tenham de debater, pensar, se expressar em relação à como devem proceder virtuosamente em matéria de jornalismo. Quem não passou pelo ensino superior pode até ter/ganhar um aprofundamento nessas questões, mas aí é que a gente não tem como saber mesmo. A classe jornalística deveria exigir que o diploma fosse obrigatório, mesmo para zelar pela responsabilidade social e legitimidade dos profissionais.

Quero aqui ressaltar, antes que me entendam mal, que de fato acredito que o direito de expressão e informação deve ser amplo e irrestrito, mas exercido com responsabilidade, condição que me parece ameaçada pela decisão do STF. Se hoje em dia, com todas as exigências, temos jornalistas pregando linchamentos e pena de morte na TV para as classes mais desfavorecidas, imaginem no futuro. Quanto mais marrom for a nossa mídia, mais sombrias serão nossas perspectivas.

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Comentário por Mariana Costa
18 de junho de 2009 às 18h06

Minha querida coleguinha, nunca ouvi tanta asneira como essa que você escreveu. E olha que eu já li muita besteira por aí. Vc, simplesmente, assinou uma ode ao desinteresse e à ignorância. Sinceramente, hoje, tenho vergonha de carregar o mesmo diploma que vc. Comparar nosso trabalho com o “trabalho” de ícones da ficção??? Vc vive no mundo real??? Querida, assim como o meu trabalho o seu tb foi desvalorizado ao extremo e não é arrogância da classe dizer que o diploma não é importante. É claro que é! Alfabetização é diferente de ser bacharel em Comunicação Social. Na faculdade, não sei na que vc cursou ou cursa, aprendemos técnicas de reportagem e de texto e na rua aprendemos a apurar e a ver com malícia determinados entrevistadores que, muitas das vezes, querem nos manipular. É na rua ainda que aprendemos a ver o “algo mais” naquela pauta… a falar com a pessoa-chave… Minha querida, faça um favor para a classe… Suma! Tenta ser outra coisa e para de ficar falando besteira na internet.

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Comentário por JANILE Macêdo
18 de junho de 2009 às 18h10

Vc talvez veja apenas o que está ao redor dos eu umbigo.Para ser juíz também não precisa de curso, basta saber ler.Vc me parece apolítica, o que um jornalista nunca deveria ser.Pois esta história de ter diploma, não é apenas um debete de ter ou não ter, não envolve só os empresários donos de veículos como vc se reportou e os jornalistas, mas envolve a sociedade.Sem a necessidade de diploma não temos um CFJ, ou seja, um conselho federal, sem um conselho a sociedade e até vc mesma estará desprotegida, pois fica tudo sem controle, como já está.Se alguém te cabar na mídia, o maximo que vc poderá fazer é dar sua réplica, mas o jornalista continuará lá, escrevendo ainda mais sobre vc, pois no máximo só será processado, mas aí vc pode revidar, pois trabalha na área e quem não trabalha? Esta questão da não obrigatoriedade do diploma fere os direitos dos profissionais, pois perdemos a força para lutar por melhores condições de trabalho e remuneração e ética.Os parlamentares como são espertos e não são jornalistas como você, viram logo que aniquilar a raça é o melhor caminho, pois eles adoram cortar as asas de quem fala demais, vc começa dizendo que não gosta de discutir sobre nenhum assunto, então realmente vc é apenas uma tecnica, e nossa sociedade precisa de algo muito mais do que apenas tecnica,e quem disse que a Folha de SÃO Paulo é demonstrativo de qualidade? Esta é uam opinião pessoal. OS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO SÃO UM CARTEL dE GENTE QUE EMPRESARIA TUDO ISSO, SÃO UMA QUADRILHA, ELES FAZEM TUDO, MEOS JORNALISMO, POIS JORNALISMO É ALGO MUITO MAIS PROFUNDO, PELO MENOS É O QUE ME ENSINARAM NUMA FACULDADE FEDERAL.Agora se vc acha que ralar para passar num vestibular pára uma faculdade pública e passar quatro anos indo e vindo de onibus não tem mérito que vc é “igulazim” a alguém que só fez o segundo grau com perdão da plavra vc é mula que não tem amor próprio e nem a profissão.Os políticos amam comentários como o seu, pois vc é manipulável, rasa, tola vc tem uma mente empresarial não jornalística, a sociedade precisa de jornalistas e não e mepresários que mandam escrever, beneficiar o lado que paga mais.Procure pensar mais no mundo, que sua profisão veio para beneficiar, não apenas para fussar na lama a vida toda e ganhar trocados. PORQUE SE AÍ VC GANHA BEM, EM TODO PAÍS OS JORNLISTAS QUE RALARAM COMO EU PARA TEREM UM DIPLOMA, GANHAM POUCO MAIS DE UM SALÁRIO MÍNIMO, OS SEUS COMENTÁRIOS ENVERGONHAM A NOSSA CLASSE! E sou auto didata em direito, será que vc também vai concordar que eu seja sua advogada ou mesmo sua juíza?

Responder

Comentário por Ruy Felipe
18 de junho de 2009 às 18h15

Há, e só mais uma coisa: em nosso país (DO FUTEBOL), não tem profissão mais relacionada à aptidão, vocação, talento, do que o…. FUTEBOL! Mas, devemos lembrar que, existem no Brasil, inúmeras escolinhas de….. FUTEBOL! Que servem para quê? Para fazer com que aqueles que tenham vocação, talento, aptidão, desenvolvam ainda mais estas qualidades, SE APERFEIÇOANDO. Que legal né? Mas jornalista que é jornalista não precisa de escolinha…. estranho!

Responder

Comentário por Pam
18 de junho de 2009 às 18h18

Pelo jeito a dona do blog odeia a profissão que exerce…
Sou estudante de jornalismo e TOTALMENTE contra a não obrigatoriedade do diploma…
Concordo que, para ser bom, não precisamos de diploma. Mas onde fica o reconhecimento de anos de estudo?

É como disseram aí em cima: “Você deixaria seu filho ser alfabetizado por qualquer pessoa?”
É por aí…

ABSURDO ISSO!

Responder

Comentário por marcos
18 de junho de 2009 às 18h19

Você é jornalista e odeia escrever “sobre alguma coisa”?

Aff… realmente, depois dessa, vejo que está errada.

Responder

Comentário por JANILE Macêdo
18 de junho de 2009 às 18h20

Vc talvez veja apenas o que está ao redor dos seu umbigo.Para ser juíz também não precisa de curso, basta saber ler.Vc me parece apolítica, o que um jornalista nunca deveria ser.Pois esta história de ter diploma, não é apenas um debate de ter ou não ter, não envolve só os empresários donos de veículos como vc se reportou e os jornalistas, mas envolve a sociedade.Sem a necessidade de diploma não temos um CFJ, ou seja, um conselho federal, sem um conselho a sociedade e até vc mesma estará desprotegida, pois fica tudo sem controle, como já está.Se alguém te “acabar” na mídia, o máximo que vc poderá fazer é dar sua réplica, mas o jornalista continuará lá, escrevendo ainda mais sobre vc, pois no máximo só será processado, mas aí vc pode revidar, pois trabalha na área e quem não trabalha? Esta questão da não obrigatoriedade do diploma fere os direitos dos profissionais, pois perdemos a força para lutar por melhores condições de trabalho, remuneração e ética.Os parlamentares como são espertos e não são jornalistas como você, viram logo que aniquilar a raça é o melhor caminho, pois eles adoram cortar as asas de quem fala demais, vc começa dizendo que não gosta de discutir sobre nenhum assunto, então realmente vc é apenas uma tecnica, e nossa sociedade precisa de algo muito mais do que apenas tecnica,e quem disse que a Folha de SÃO Paulo é demonstrativo de qualidade? As vendas? O dinheiro para pagar o markeitng, as propagandas? KKKKKKK é isso que demonstra qualidade? Não, não é.Esta é uma opinião pessoal. OS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO SÃO UM CARTEL dE GENTE QUE EMPRESARIA TUDO ISSO, SÃO UMA QUADRILHA, ELES FAZEM TUDO, MENOS JORNALISMO, POIS JORNALISMO É ALGO MUITO MAIS PROFUNDO, PELO MENOS É O QUE ME ENSINARAM NUMA FACULDADE FEDERAL.Agora se vc acha que ralar para passar num vestibular pára uma faculdade pública e passar quatro anos indo e vindo de onibus não tem mérito, que vc é “igualzim” a alguém que só fez o segundo grau com perdão da plavra vc é uma mula que não tem amor próprio e nem a profissão.Os políticos amam comentários como o seu, pois vc é manipulável, rasa, tola, vc tem uma mente empresarial não jornalística, a sociedade precisa de jornalistas e não de empresários que mandam escrever, beneficiando o lado que paga mais.Procure pensar mais no mundo, que sua profissão veio para beneficiar, não apenas para vc fussar na lama a vida toda e ganhar trocados. PORQUE SE AÍ No seu estado federativioVC GANHA BEM, EM quase todos os estados do PAÍS OS JORNLISTAS QUE RALARAM COMO EU PARA TEREM UM DIPLOMA, GANHAM POUCO MAIS DE UM SALÁRIO MÍNIMO, OS SEUS COMENTÁRIOS ENVERGONHAM A NOSSA CLASSE! E sou auto didata em direito, será que vc também vai concordar que eu seja sua advogada ou mesmo sua juíza? Me contarte já! Aguardo o contato! RSRSRSRRSRSRSRSRRS

TERESINA-PIAUI

Responder

Comentário por Ma
18 de junho de 2009 às 18h21

Jornalismo necessita de diploma, assim como qualquer outra profissão.
Como diz o excelente jornalista Carlos Chagas: “afinal, pode o vendedor de camelô, que tem ótima lábia para vender seu produto, advogar alguma causa? ou então, o açougueiro que corta várias carnes de forma formidável, entrar em um hospital e fazer um cirurgia de apêndice?

PARA TODAS AS PROFISSÕES É NECESSÁRIO O DIPLOMA.

Responder

Comentário por JANILE Macêdo
18 de junho de 2009 às 18h21

Vc talvez veja apenas o que está ao redor dos seu umbigo.Para ser juíz também não precisa de curso, basta saber ler.Vc me parece apolítica, o que um jornalista nunca deveria ser.Pois esta história de ter diploma, não é apenas um debate de ter ou não ter, não envolve só os empresários donos de veículos como vc se reportou e os jornalistas, mas envolve a sociedade.Sem a necessidade de diploma não temos um CFJ, ou seja, um conselho federal, sem um conselho a sociedade e até vc mesma estará desprotegida, pois fica tudo sem controle, como já está.Se alguém te “acabar” na mídia, o máximo que vc poderá fazer é dar sua réplica, mas o jornalista continuará lá, escrevendo ainda mais sobre vc, pois no máximo só será processado, mas aí vc pode revidar, pois trabalha na área e quem não trabalha? Esta questão da não obrigatoriedade do diploma fere os direitos dos profissionais, pois perdemos a força para lutar por melhores condições de trabalho, remuneração e ética.Os parlamentares como são espertos e não são jornalistas como você, viram logo que aniquilar a raça é o melhor caminho, pois eles adoram cortar as asas de quem fala demais, vc começa dizendo que não gosta de discutir sobre nenhum assunto, então realmente vc é apenas uma tecnica, e nossa sociedade precisa de algo muito mais do que apenas tecnica,e quem disse que a Folha de SÃO Paulo é demonstrativo de qualidade? As vendas? O dinheiro para pagar o markeitng, as propagandas? KKKKKKK é isso que demonstra qualidade? Não, não é.Esta é uma opinião pessoal. OS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO SÃO UM CARTEL dE GENTE QUE EMPRESARIA TUDO ISSO, SÃO UMA QUADRILHA, ELES FAZEM TUDO, MENOS JORNALISMO, POIS JORNALISMO É ALGO MUITO MAIS PROFUNDO, PELO MENOS É O QUE ME ENSINARAM NUMA FACULDADE FEDERAL.Agora se vc acha que ralar para passar num vestibular pára uma faculdade pública e passar quatro anos indo e vindo de onibus não tem mérito, que vc é “igualzim” a alguém que só fez o segundo grau com perdão da plavra vc é uma mula que não tem amor próprio e nem a profissão.Os políticos amam comentários como o seu, pois vc é manipulável, rasa, tola, vc tem uma mente empresarial não jornalística, a sociedade precisa de jornalistas e não de empresários que mandam escrever, beneficiando o lado que paga mais.Procure pensar mais no mundo, que sua profissão veio para beneficiar, não apenas para vc fussar na lama a vida toda e ganhar trocados. PORQUE SE AÍ No seu estado federativioVC GANHA BEM, EM quase todos os estados do PAÍS OS JORNLISTAS QUE RALARAM COMO EU PARA TEREM UM DIPLOMA, GANHAM POUCO MAIS DE UM SALÁRIO MÍNIMO, OS SEUS COMENTÁRIOS ENVERGONHAM A NOSSA CLASSE! E sou auto didata em direito, será que vc também vai concordar que eu seja sua advogada ou mesmo sua juíza? Me contarte já! Aguardo o contato! RSRSRSRRSRSRSRSRRS

Responder

Comentário por william
18 de junho de 2009 às 18h22

Piada isso…ainda não acreditei…se for real, essa palhaçada do supremo, quero saber o q eu faço para advogar,com meu diploma de veterinário?

Se essa moda pega!!!!!!!!!!

Responder

Comentário por Renato
18 de junho de 2009 às 18h23

Na verdade hoje, a Ética e os conceitos básicos de uma boa matéria que aprendemos nas faculdades, são completamente descartadas quando chega na mão dos chefes de redação… Uma imprensa completamente vendida, que publica o que é de interesse da “empresa” e não o que é de interesse do leitor… Que decepção com esta nossa classe.. quanto mais eu conheço, mais me embrulha o estômago… Estou falando de grandes veículos… não só de “jornaizinhos boquetas”… Conheço bons jornalistas que se revoltam ao verem suas matérias destorcidas ou não publicada pq envolve interesses… E o bom profissional vai fazer o que ?? Brigar e prder o emprego !??
Com a queda do diploma.. vai facilitar ainda mais a pratica da venda de notícias.. QUEM DA MAIS ???
que pena…

Responder

Comentário por Giu
18 de junho de 2009 às 18h23

Eu acho que, para acabar com a obrigatoriedade do diploma, deveria ser imposto algum outro requisito ou alguma outra forma de regulamentação. Fica uma categoria inteira ao Deus dará. Bacharel em direito para se tornar advogado precisa da carteira da ordem…só a faculdade não basta. Num país como o Brasil, onde políticos controlam vários meios de comunicação, acho muito perigosa essa novidade!

Responder

Comentário por carlos
18 de junho de 2009 às 18h23

Me desculpe, mas vc é um cara frustrado na vida e na profissão. É ofensivo para nós jornalistas formados termos gente desse tipo fazendo coisas absurdas como este texto ridículo contra a profissão da qual me orgulho muito.

Responder

Comentário por Renato
18 de junho de 2009 às 18h23

Na verdade hoje, a Ética e os conceitos básicos de uma boa matéria que aprendemos nas faculdades, são completamente descartadas quando chega na mão dos chefes de redação… Uma imprensa completamente vendida, que publica o que é de interesse da “empresa” e não o que é de interesse do leitor… Que decepção com esta nossa classe.. quanto mais eu conheço, mais me embrulha o estômago… Estou falando de grandes veículos… não só de “jornaizinhos boquetas”… Conheço bons jornalistas que se revoltam ao verem suas matérias destorcidas ou não publicada pq envolve interesses… E o bom profissional vai fazer o que ?? Brigar e prder o emprego !??
Com a queda do diploma.. vai facilitar ainda mais a pratica da venda de notícias.. QUEM DA MAIS ???
que pena…..

Responder

Comentário por Vagner "Ligeirinho"
18 de junho de 2009 às 18h26

Na minha sincera opinião, sou a favor do seguinte: quer escrever? Se responsabilize pelo que fala. Isso já é garantido na nossa arcaíca e injusta constituição (o direito a liberdade de expressão, desde que que não seja anônima).

O curso de jornalismo vira neste caso uma espécie de “formalidade” para quem necessita ser uma pessoa que vá trabalhar em jornais, mas como diretor ou editor responsável. E também sou a favor do curso técnico de jornalismo, pois aí você cria pessoas já propensas a trabalhar em qualquer área da comunicação.

Hoje, qualquer pessoa é mais ou menos uma “jornalista”. Afinal, milhões de blogs no mundo inteiro informam em tempo real a situação de cada metro quadrado deste mundo.

E hoje, uma das profissoões mais interessantes, e por que não dizer gratiifcantes, é a de blogueiro.

Pois você consegue uma repercurssão maior do que qualquer outro jornal no mundo, e o melhor, o retorno monetário pode vir de qualquer outro jeito, pois tudo bem que a informação É valiosa, como diria um dos maiores jornalistas do mundo, e toda notícia tem seu valor.

Mas com os blogs, a notícia ganha um maior valor: o valor moral. Pois enquanto que em jornais e impressos, você vê muita “matéria paga”, ou com intuítos políticos, nos blogs a informação é pura. POr mais parcial ou imparcial que seja, a informação vem pura, sem edições ou limpezas para se adequar a qualquer coisa.

Responder

Comentário por JÚLIO CÉSAR ANSELMO DE CASTRO
18 de junho de 2009 às 18h27

EXISTEM QUESTÕES NA VIDA QUE SÃO ABSOLUTAMENTE INSANÁVEIS, O DIPLOMA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL COM ESPECIALIZAÇÃO EM JORNALISMO É UMA DELAS. DE QUE MODO PODE UMA FACULDADE OU MESMO UNIVERSIDADE DAR A UM SER HUMANO DE QUALQUER SEXO O PRAZER EM EXERCER UMA OCUPAÇÃO? O MÁXIMO QUE ESTAS INSTITUIÇÕES PODEM DAR AO ESTUDANTE É UMA VAGA TEORIA DE TUDO O QUE O PROFISSIONAL “NÃO” DEVE FAZER NA PRÁTICA. O QUE MAIS VEMOS SÃO PROFESSORES QUERENDO DESCARREGAR SUAS FALSAS COMPETÊNCIAS EM TESES INFUNDADAS FORMANDO UMA LEGIÃO DE ACÉFALOS. SE ESSAS PESSOAS QUE SE FRUSTRAM NO DIA A DIA DA PROFISSÃO E MIGRAM PARA AS SALAS DE AULA E PASSAM A SECRETAR SUAS MÁGOAS EM CIMA DOS ALUNOS TIVESSEM UM POUCO MAIS DE DISCERNIMENTO E RECONHECESSEM SUA INCAPACIDADE TALVEZ O DIPLOMA FIZESSE ALGUMA DIFERENÇA, MAS O QUE VEMOS NA PRÁTICA É QUE ISSO NUNCA ACONTECE. INFELIZMENTE CONTINUAREMOS A SER ESCRAVOS DE UM SISTEMA FALIDO E CAPITALISTA, DE UM LADO A INSTITUIÇÃO DE ENSINO QUE QUER O DINHEIRO DO ESTUDANTE E DE OUTRO O PROFESSOR FRUSTRADO QUE SONHA COM O DIA EM QUE APAREÇA EM UMA DE SUAS TURMAS ALGUM ALUNO OU ALUNA QUE TENHA CORAGEM E TALENTO SUFICIENTES PARA COLOCAR EM PRÁTICA TUDO O QUE ESTE INCAPAZ NÃO CONSEGUIU.

PARABÉNS E MUITO OBRIGADO PELO ESPAÇO. AH! SÓ PARA CONSTAR SOU JORNALISTA E RADIALISTA HÁ 17 ANOS E REALIZADO EM MINHA CARREIRA PROFISSIONAL.

Responder

Comentário por Jerônimo
18 de junho de 2009 às 18h27

O MEC deveria disponibilizar a venda de diplomas para qualquer especialidade. Resolveria a questão.
Tem dinheiro, compra o diploma de sua vocação; não tem dinheiro? O MEC facilita em suaves…
Falando sério: Se fosse assim, mudaria muita coisa na realidade atual???

Responder

Comentário por Janile MacÊdo
18 de junho de 2009 às 18h49

Essa foi ótima….realmente acabaria a confusão, vc é bem inteligente hein?

Responder

Comentário por luana Matoli
18 de junho de 2009 às 18h28

Oi que saudade do Figueredo. Isso que está aí é um abuso. Gostaria que as coisas fossem diferente. Mas aqui só politico tem vez, seria muito bom que para Juiz de direito não houvesse a necessidade de apresentar diploma de bacharel. Também seria bom se houvesse percentage, de brancos nas assembléias, e também para Presidente assim um ano o presidente seria branco e no seguinte não.

Responder

Comentário por Asafe!
18 de junho de 2009 às 18h29

Vitória da qualidade da notícia!! (apesar do sempre-do-contra ministro Marco Aurélio).

Responder

Comentário por Eu mesma
18 de junho de 2009 às 18h29

iSSO QUE VC CHAMA DE ARROGANCIA DOS JORNALISTAS CHAMA-SE MÉRITO, PELA CORAGEM DE SE ESTUDAR, DEDICAR SEU TEMPO, SUAS HORAS PARA SE FORMAR POIS FOI ISSO QUE O PRÓPRIO MUNDO NOS ENSINOU?: IRMOS À ESCOLA.sINCERAMENTE, CUSTO MUITO A ENTENDER AS MATÉRIA DOS ECONOMISTAS…ELES SÃO MUITO TECNICOS, NÃO COMPREENDO, OS JORNALISTAS SÃO MUITO MELHORES, JORNALISMO NÃO É SÓ TECNICA, PRECISA TER BAGAGEM E BAGAGEM SE CONSEGUE NA FACULDADE E NA VIDA QUANDO NOS DÃO OPORTUNIDADE.oPORTUNIDADE JÁ É MUITA COISA, COMO LHE DERAM, PARA VC ASSENTAR O SEU TRASEIRO E FALAR BABOSEIRAS, NÃO LHE DÁ O DIREITO DE CUPINIZAR O MÉRITO DE QUEM PASSOU POR UMA FACULDADE.APRENDA A RESPEITAR PARA SER RESPEITADA, SE VC CONSEGUIU O SEU ESPAÇO É NÃO QUER DIZER QUE ISSO SEJA O PONTO DE PARTIDA PARA A DISCUSSÃO DA NÃO NECESSIDADE DE DIPLOMA.No meu estado os analfabetos que não sabem nem falar o portugues mais chinfrim lotam as televisões e até os jornais, vc é limitada ao ver apenas a sua realidade.Seu bla bla blá sulista é uma bosta!

Responder

Comentário por Gilberto Lachietti
18 de junho de 2009 às 18h32

Concordo.Não só no jornalismo, mas qualquer cara que domine com perfeição uma profissão deve ser contrado independente de ter ou não diploma, acho que a tendencia vai ser essa, para algumas profissões , é claro. Algumas empresas já contratam pela experiência e não pelo diploma.Conheço alguns engenheiros que ensinam matemática tão bem ou melhor do que um matemático, só para citar exemplo.Sendo assim profissões existem que não dependem de diploma para conseguir um emprego, basta ter experiência comprovada e tudo bem.

Responder

Comentário por Rodrigo C.
18 de junho de 2009 às 18h33

Não faz sentido estudar anos e anos de faculdade e no final de tudo não poder ter um diploma para comprovar o seu conhecimento, tudo bem que algumas pessoas vão muito além do conhecimento que adquiriu na faculdade mas mesmo assim, pois a mesma foi a base. Se fosse para acabar com diploma, então vários cursos como Desenhista/Moda/Direito não deveriam ter diploma também, simples assim. Eu acho um tremendo absurdo para todos os profissionais da área que ralaram e muito para conseguir se destacar com seu conhecimento.

Responder

Comentário por Eu mesma
18 de junho de 2009 às 18h34

Isso que você chama de arrogância dos jornalistas, na realidade, chama-se mérito, pela coragem de se estudar, dedicar seu tempo, suas horas para se formar, pois foi isso que o próprio mundo nos ensinou: irmos à escola. Sinceramente custo muito a entender as matérias dos economistas…eles são muito técnicos, não compreendo, os jornalistas são muito melhores, jornalismo não é só técnica, precisa ter bagagem e bagagem se consegue na faculdade e na vida quando nos dão oportunidade.Oportunidade já é muita coisa, como lhe deram, para você assentar o seu traseiro numa cadeira fofa e falar baboseiras.Isso não lhe dá o direito de cupinizar o mérito de quem passou por uma faculdade.Aprenda a respeitar para ser respeitada, se você conseguiu o seu espaço, não quer dizer que isso seja o ponto de partida para a discussão da não necessidade de diploma.No meu estado os analfabetos que não sabem nem falar o português mais chinfrim lotam as televisões e até os jornais, você é limitada ao ver apenas a sua realidade.seu bla bla blá é uma bosta!

Responder

Comentário por joao
18 de junho de 2009 às 18h36

OLHA,ACHEI A DECISÃO DOS MINISTROS A MAIS ACERTADA EM TODOS OS TEMPOS QUE ME CONHEÇO POR GENTE, TALVEZ A PRIMEIRA DECISÃO DA MINHA VIDA QUE APLAUDI DE VERDADE NESSA MINHA VIDA, PENSO QUE JORNALISTA DEVE TER ISSO COMO VOCAÇÃO(VIR NO SANGUE) TER NO DNA, TODOS OS ANOS SAEM UM MONTE DE JORNALISTINHAS DE M… NESSAS FACULDADE MEIA BOCA QUE EXISTEM NESSE BRASIL AFORA SE ACHANDO O REI DA COCADA, OOOO BANDO DE HIPÓCRITAS , APRENDEM UM MONTE DE ABROBRINHAS EM SALA DE AULA QUE DE NADA ADIANTA , POR INCRIVEL QUE PAREÇA MAIS DE 80% DESSES JORNALISTINHAS QUE CONHECI ERAM OS FAMOSOS (GILLETE PRESS) RECORTAVAM NOTAS DE JORNAIS DA CIDADE DAVAM UMA MODIFICADA E MANDAVAM PRO AR NA RÁDIO, É UMA VERGONHA A FORMAÇÃO DESSES COITADOS, SENHORES PRESTEM ATENÇÃO EM ALGUNS JORNALISTAS DE TV OU ATÉ MESMO DESSAS RÁDIOS QUE SÃO INTITULADAS DE RÁDIOS 24 HORAS SÓ DE NOTICIA , TEM CADA UM QUE SINCERAMENTE NÃO DÁ PRA DIZER QUE CURSOU UMA FACULDADE OU… DESCULPE DÁ SIM!!! ELE É ASSIM EXATAMENTE PORQUE CURSOU UMA FACULDADEZINHA SEI LÁ DE ONDE, AGORA VAI PREVALECER SABE O QUÊ ? A COMPETENCIA, É DISSO QUE OS “DIPLOMADOS” ESTÃO COM MEDO PORQUE ELES DEPENDEM DO DIPLOMAZINHO PARA SE MANTER E AQUELE QUE VÊIO DO RÁDIO POR EXEMPLO E TEM CANCHA, ´TEM BOA ORATÓRIA E GRANDE CONHECIMENTO PODE DEIXA-LO PARA TRAZ, ENTÃO SE VC PENSA EM CURSAR UMAS DESSAS FACULDADEZINHAS ACHANDO QUE COM DIPLOMA VC SERÁ UM JORNALISTA VAI PREPARANDO O PIJAMA, ESPERE DEITADO PORQUE EM PÉ VAI CANSAR.

Responder

Comentário por Vagner "Ligeirinho"
18 de junho de 2009 às 18h36

Dois poréns:

1º Reparei uma enorme quantidade de comentários contrários, porém totalmente ofensivos. A quem disse que jornalista é formador de opinião digo: xingar os outros é formar opinião? Xingar os outros é ética jornalística?

A maior falta de respeito é ver as opiniões contrárias ofensivas de pessoas que se acham donas da razão.

2º Tenho a seguinte visão do jornalismo: o jornalismo é a visão neutra e imparcial dos fatos. Não é a formação de opinião direta, mas sim indireta. Ou seja, a partir da informação gerada pelo jornalista, o leitor terá a partir dela as decisões a serem seguidas. Formação de opinião direta é feita pelos país e pela educação.

Responder

Comentário por Valdilan
18 de junho de 2009 às 18h39

Com certeza existem excelentes profissionais atuando na area sem qualquer formação, mais sem sobras de dúvidas a grande maioria dos que se dissem “Jornalistas” são pessoas sem senso crítico, sem opinião própria, sequer capazes de questionar o porque desta luta!

Perde o jornalista, o povo e o Brasil que permanece a mercer dos grandes grupos de comunicação que manipulam a informação alienando cada vez mais a população…

Responder

Comentário por Vagner "ligeirinho"
19 de junho de 2009 às 1h14

O Brasil já perdeu, graças a pessoas que votam errado, professores que não se dão valor, políticos que só querem saber de roubar e “jornalistas” que só querem ganhar seu dinheirinho para ficar silenciado.

Conheço vários jornalistas que tem “mesadas” de políticos para não divulgar os “podres” deles. Alguns diplomados, outros não.

Aí é que tá. A manipulação já se dá através de profissionais mediocres, diplomados ou não.

Tenho o seguinte pensamento: “Para o bem vencer, basta eliminar o mal”. Limpem a casa primeiro e expurguem profissionais mediocres.

Depois aí sim critiquem os blogueiros, o Brasil e o mundo. Se não fazemos a própria parte, de que adianta esperar que o outro faça?

Vote certo, continue trabalhando bem ( ou estudando), cumpra com suas obrigações, exiga seus direitos e de resto é só viver. ;) .

Responder

Comentário por Dirley Estebanez
18 de junho de 2009 às 18h42

É né prova pra PM “ladrão mesmo” e nada de diploma pra ser jornalista?
Então um Sofista qualquer que aprender a argumentar pode começar a formar opiniões? Esse Brasil está “desculpem” FUDIDO.
Pra mim a autora do texto foi muito infeliz.

Responder

Comentário por Vagner "ligeirinho"
19 de junho de 2009 às 1h19

A mesma resposta que dei acima replico aqui: limpe a casa primeiro.

Só um adento: Políciais, Políticos, Jornalistas, Médicos, Advogados… enfim, todas as classes profissionais vem de um grupo: a população, o “povão”.

Que tal começarem a, não digo formar opinião, pois eu já disse e repito que jornalista não é formador de opinião, praticar um jornalismo que ajude o povo a criticar?

Responder

Comentário por Dirley Estebanez
19 de junho de 2009 às 15h41

Jornalista não é formador de opinião? Não é?

Quem forma as opiniões então?

Limpar a casa sim. Concordo.

Agora vamos começar a limpar no congresso. E em todas as faculdades né. Quantos professores ridículos eu já tive no colégio. Com quantos Médicos vagabundos eu já trabalhei, quantos advogados ladrões agente vê por ai? vamos jogar esses diplomas no lixo?

ah sim, otima idéia né, vamos tirar o valor dos diplomados e agora qualquer um pode ser jornalista.. e banalizando até o bem que se vence o mal ?

Vergonhoso.

Responder

Comentário por Vagner \"ligeirinho\"
22 de junho de 2009 às 17h39

Quem forma as opiniões é o povo. É a população, é o cidadão. Senão, não existiria eleições para presidente, não existiria orgãos de defesa do consumidor, não existiria liberdade de expressão.

Lula foi eleito mesmo com muitos jornalistas contra ele. Muitos políticos foram eleitos mesmo com jornalistas tentando mostrar as podridões deles.

Se alguém tenta ser dono da opinião ou formar a opinião de uma pessoa, essa pessoa é uma ditadora.

Só um adento: Quando digo que jornalista não forma opinião, quero dizer que um jornalista, blogueiro ou qualquer outra pessoa do meio de comunicação que trabalhe com reportagens, deve apenas transmitir a mensagem limpa e clara.

E vergonhoso é ver uma população que não sabe formar opinião e depender de “mentes superiores” para te-la.

PS: não existe bem ou mal, existe bom senso. ;)

Comentário por Fã nº 1
18 de junho de 2009 às 18h43

Menina, você é simplesmente fantástica….

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Comentário por AFRANIO BASTOS
18 de junho de 2009 às 18h48

Roberto Marinho deve estar se revirando no túmulo vendo a profissão que tanto honrou, ser jogada no lixo.Agora ficou mais facil para ex jogadores, ex juizes, ex policiais (quando não formam milicias)e outros tantos ex qualquer coisa,tomarem o lugar de direito daquele que se sacrificou para pagar uma faculdade.

Responder

Comentário por Valéria Vianna
18 de junho de 2009 às 18h49

Pelo seu discurso, Ana, dá para notar que você é bem novinha… (aliás, já vi agora: 21 anos). Isso tudo é muito bonito na teoria, Ana, mas na prática, não será bem assim. Leia “Profissão jornalista: responsabilidade social”, de Cremilda Medina. Neste livro, a autora mostra a luta dos jornalistas, desde o século XIX, pela exigência do diploma para valorizar o ofício e os salários. Deixa claro também que, historicamente, quando interessou aos donos dos veículos de comunicação exigir o diploma, isso foi feito e, quando não – caso atual – a polêmica sobre sua pouca importância volta. E os desavisados, como você, vão comprando esse discursinho sem refletir. Só na nossa profissão isso acontece. Lamentável.
Um advogado forma-se a partir de uma ética e uma maneira de agir e pensar o mundo como advogado, assim como o engenheiro, o médico… enfim.
O mesmo acontece com os jornalistas. Aprendi na faculdade – sim, nos bancos universitários! – os valores, a ética e o agir e pensar jornalísticos. Como você, Ana. Essa é a diferença crucial entre qualquer outro profissional que escreva em um jornal e nós, jornalistas. Os primeiros valem-se da profissão apenas como meio para vender a visão de mundo em que foram formados, enquanto nós abraçamos o jornalismo como um fim em si mesmo. Porque agimos e pensamos a partir dessa formação. E é isso que torna o jornalismo uma profissão respeitada.
Joseph Pulitzer, proprietário do ‘New York World’ e defensor do diploma universitário para jornalistas nos Estados Unidos, afirmou que, para se atuar no jornalismo, é preciso algum treino, ou seja, aprendizado específico. Como em todas as profissões! Por que só o jornalismo enfrenta essa berlinda injusta? Triste… muito triste. Não é óbvio que existem interesses políticos e econômicos por trás disso? Sou jornalista formada, muito bem formada e nenhum professor me deixou de me dar falta só porque já estava trabalhando. Que faculdade é essa em que você estuda, meu Deus?!
Percebo, na maioria dos comentários de profissionais de outras áreas contra o diploma, um misto de inveja e desrespeito. Inveja pela atuação dos jornalistas formados em um setor da sociedade considerado o ‘Quarto Poder’. E desrespeito pela nossa dedicação a um ofício que, apesar da imagem glamourosa, não paga bem e requer, sim, muita vocação para aguentar o trampo. Sempre tive vocação p o jornalismo, mas sem meu preparo acadêmico, seria apenas uma vocacionada sem noção. Com o estudo e domínio das técnicas, sou profissional c/ p maiúsculo.
Todo o meu respeito ao ministro Marco Aurélio de Melo. O único que votou a favor do diploma. O pior foi ouvir os argumentos dos que votaram contra. De doer o coração. Tsc tsc tsc. Parece mentira.
Nos Estados Unidos, o diploma não é obrigatório, mas lá a cultura é outra. Uma cultura que valoriza o estudo, a educação. E, apesar da não obrigatoriedade, a formação na faculdade de jornalismo é sempre exigida.
Acho estranho não se discutir a não obrigatoriedade para publicitários e relações públicas. Você já parou para pensar sobre isso?
No mais, sorte para você, Ana. O assunto é mais grave do que você imagina. E só o tempo vai lhe mostrar isso.
Um beijo terno e fraterno.
Boas pautas!

Responder

Comentário por Luis
18 de junho de 2009 às 18h49

A propósito do que está sendo discutido, acho que no Brasil há uma concepção tão voltada para a burocracia acadêmica – e o diploma é uma delas – que as pessoas, com louváveis excessões, se esquecem de estudar, praticar, viver. O valor não é o conhecimento, é o papel. Eu fiz letras e me lembro, na época, pedir várias vezes aos professores para ir à biblioteca para estudar a metéria em questão. Era às vezes mais lucro que ficar na sala de aula. Não pelo professor, mas pelo esquema tradicional de se aprender aqui. Quando o “letrado” se forma, descobre que o português, por exemplo, é uma língua com complexidades e maravilhas que exigiriam dele muito tempo de estudo, inclusive gramatical. Resultado…Vamos interpretar o texto…toda norma é culta…vamos escrever e inovar. Acontece que para inovar para melhor temos que saber o que é velho muito bem sabido.

Responder

Comentário por Rita
18 de junho de 2009 às 18h50

Eu não sou jornalista, sou engenheira, mas dou aula em algumas faculdades. Acho importante a formação acadêmica, mas não acho determinante no caso de jornalismo. Algo bem diferente da minha profissão. Com diploma já causamos alguns danos letais, sem , nem consigo imaginar as tragédias. Eu acredito que deveria sim regulamentar a profissão. Acho isso muito importante até para a valorização dós profissionais, pois corre-se o risco de no futuro a profissão de jornalismo ser vista como uma profissão prostituída, ou seja qualquer um pode exercer. Mas, pode ser feito de uma forma coerente. Jornalista de formação ser denominado jornalista, e os que fazem também notícia, serem denomidados com um outro termo, por exemlo FO – formador de opinião. Na minha opinião o papel do jornalista é muto sério, pois ele busca relatar a verdade dos fatos deixando a sua opinião pessoal não interferir nesse relato. Um outro fato, importante é que infelizmente a formação acadêmica está pela hora da morte, ou seja, tem pessoas que escrevem muito mal. Enfim, não acho que a profissão deva ser regulametada em uma canetada, mas acho que os próprios jornalistas podem encontrar meios que isso seja feito de uma forma bem positiva. Isso só traz benefícios a toda a sociedade.

Responder

Comentário por Roger
18 de junho de 2009 às 18h54

Interessante que os argumentos da blogueira desqualificam todos os cursos superiores do país e não só o de Jornalismo.
Pensando deste jeito (“É hipócrita o jornalista que chegar aqui e me disser que a faculdade o ensinou a ser jornalista. Ensinou-o a beber bem, a fazer bons contatos profissionais, a ir no Juca.”), prá que ter curso de Medicina, prá que curso de Engenharia? Os alunos destes cursos saem tão crus quantos os recém-formados em Jornalismo.
Qualquer profissão se aprende na prática. É por isto que forma inventados expedientes chamados de estágio, residência, iniciação, etc.. É para dar a noção mínima da profissão no dia-a-dia, que a teoria não proporciona. Mas, desprezar a formação técnica específica é realmente desvalorizar a própria profissão. Não se sistematizou nada ao longo da História que valha a pena se ensinar para quem quer começar na carreira? Jornalista pára a redação para discutir Ética?
Parece que não pois a blogueira acha uma perda de tempo discutir este assunto -ver primeiro parágrafo, só por aí já se vê que faz falta obrigar quem quer ser jornalista em algum momento da vida pensar sobre sua atividade.
Eu, que não sou jornalista, mas consumidor de informação, tenho esta profissão em alta conta. Realmente não consigo distinguir um bom jornalista profissional diplomado de um não diplomado. Quando se coloca que existem grandes jornalistas não graduados em jornalismo, acho isto natural. É a maturidade, a experiência e o talento. Não é só sua formação que define. Assim como onde não há médico, um bom enfermeiro toma o seu lugar e o paciente fica satisfeito, um meio oficial eletricista experiente faz a instalação de uma casa e fica tão bom quanto de um engenheiro. Entendo, no entanto, que não deveria ser esta a regra.
Quando um técnico de renome (a blogueira dá como exemplo um economista) é escolhido para ocupar um posto de jornalista especializado em determinado assunto não se está considerando apenas a sua capacidade como jornalista, e este nem deveria levar este título, está se contratando junto com ele a sua reputação, sua imagem, a sua voz ou capacidade de escrever. Se o que pesa mais na contratação e na percepção do público são estes outros fatores, realmente quem vai querer cobrar um diploma?
Só um espírito corporativo, que valorize as técnicas, a ética, a tradição, os interesses corporativos da profissão -por que não? não há crime em defender o que se acha justo- poderia fazer valer um critério de qualificação que fosse independente do mercado, independente de modismos ou de aventureiros.
Arrisco a dizer que artistas e jornalistas sofreram tanto na ditadura que qualquer controle social de suas atividades é repudiado com veemência em toda oportunidade que têm, sem considerarem as vantagens da sociedade como um todo com este controle. Mas são eles formadores de opinião, quem pode levantar a voz contra?

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Comentário por Janile Macêdo
18 de junho de 2009 às 19h00

Teresina- Piauí aqui só tem “coisa boa”!

Isso que você chama de arrogância dos jornalistas, na realidade, chama-se mérito, pela coragem de se estudar, dedicar seu tempo, suas horas para se formar, pois foi isso que o próprio mundo nos ensinou: irmos à escola. Sinceramente custo muito a entender as matérias dos economistas…eles são muito técnicos, não compreendo, os jornalistas são muito melhores, jornalismo não é só técnica, precisa ter bagagem e bagagem se consegue na faculdade e na vida quando nos dão oportunidade.Oportunidade já é muita coisa, como lhe deram, para você assentar o seu traseiro numa cadeira fofa e falar baboseiras.Isso não lhe dá o direito de cupinizar o mérito de quem passou por uma faculdade.Aprenda a respeitar para ser respeitada, se você conseguiu o seu espaço, não quer dizer que isso seja o ponto de partida para a discussão da não necessidade de diploma.No meu estado os analfabetos que não sabem nem falar o português mais chinfrim lotam as televisões e até os jornais, você é limitada ao ver apenas a sua realidade.seu bla bla blá é uma bosta!

Responder

Comentário por Janaína
18 de junho de 2009 às 19h22

Bom, concordo em termos com o texto publicado acima, pois acredito sim, que para ser jornalista a essência, a vocação, espírito de apuração, ou seja, o TALENTO são quase 80% dos requisitos que classificam uma pessoa como um bom profissional da área. Até acredito que será interessante para a comunicação do nosso país essa “concorrência” sem diploma, afinal, temos tantas mentes brilhantes que poderão dar as caras e as letras pelos milhares de meios de comuniçação do Brasil e até quem sabe tomar o lugar de profissionais mediocres. Mas essa medida deveria ser tomada antes e não apenas para Jornalismo, mas para todas as outras, assim Veterinários poderiam realizar transplantes de coração nas horas livres, Agrônomos poderiam até construir seus viadutos para se livrar do trânsito chato, e por aí vai…. VIVA A LIBERDADE DE PROFISSÃO!!! Tudo bem, é verdade que diploma não compra vocação, aliás tenho pena daqueles que simplesmente compraram um título (diploma) para sair por aí dizendo que é Jornalista, mas na teoria é muito bonito todas essas palavras e pensamentos pró queda do diploma, já na prática será que vai ser da mesma forma? Será que quando jornalistas por vocação e formação perceberem que seus lugares no mercado de trabalho estão sendo substituídos por outros letrados de qualquer área, a aceitação será tão boa? Acho maravilhosa toda e qualquer profissão e creio que é com as multiplas diversidades que o mundo avança, mas será que com a medida tomada pelo STF a nossa categoria não decline? Os nossos profissionais que vivem para o Jornalismo não se sentirão desmerecidos, já que todos poderão ser Jornalistas? Comunicação sempre existiu e sempre existirá, afinal, é um dos combustíveis que move a sociedade. Creio que a palavra certa para o que pensar do futuro é INCERTEZA. Incerteza dos rumos que a nossa profissão vai tomar. Ircerteza da qualidade da informação (espero que só melhore). Incerteza se todo esforço e empenho de muuuiiitttoooossss estudantes (não generalizando) para se diplomar naquilo que ama valeu ou não a pena. Enquanto isso fico aqui trabalhando para oferecer o melhor para a comunicação desse país e tentando achar as respostas para as minhas perguntas, se é que um dia vou achar!!!!

Responder

Comentário por Cristiano
18 de junho de 2009 às 19h24

Pois meus senhores!!!
Tenham a santa paciência.Cada macaco no seu galho.
Em qualquer lugar do planeta existe bons e maus profissionais; alguns por pura incompetência, outros por despreparo e outros ainda por pura negligência. Todos nós sabemos que a humanidade evoluiu e evolui graças ao poder da comunicação e da transmissão do conhecimento gerado por esta. Um país que se preze não pode dar-se ao luxo de dispensar a qualificação profissional pelas vias aptas a fazer isso.
Nenhuma sociedade vive só de engenheiros por exemplo, mesmo que eu esteja tentado a dizer isso. Afinal de contas toda essa discussão gerada de norte a sul do país em tempo “record” só é possível graças ao fascinante trabalho dos engenheiros eletricistas, eletrônicos, informáticos e de telecomunicações. Caso contrário estariam fazendo um fórum com fumaça, tambores etc. Fazer circular milhões de jornais da noite para o dia exige máquinas projectadas pelos engenheiros, mas ninguém lê papel em branco, certo? Portanto mais respeito para com as vossas universidades. Um médico só prescreve um medicamento que o Químico e sua equipa levaram anos a pesquisar para melhor a qualidade de vida daqueles que padecem de alguma doença. A isso chamamos produção e partilha de conhecimento. Sem instituições organizadas, credênciadas e normatizadas a sociedade torna-se uma anarquia. “Muitos enfermeiros, eletricistas, designers, auxiliares varios, agora também vão se auto-intitular médicos, engenheiros, arquitectos, etc. Não se esquecem da famosa frase do Socrátes: “Só sei que nada sei”. Aqueles que se acham os detentores do conhecimento bastas vezes são os maiores ignorantes.
Não existe mal nenhum em ser pedreiro, auxiliar jornalístico ou qualquer outra profissão. A sociedade funciona como um todo e cada parte desse todo é importante. Se alguém quer ser jornalista, que faça por merecer, e isso passa por ter um diploma minha gente! Aqueles que fazem trabalho similar sem o diploma, que o continuem fazendo, mas arranjem uma designação para isso, organizem-se em classe, sindicatos etc. Quem tem o seu diploma esforçou-se para o conseguir, se faz um bom ou mau trabalho colherá os frutos disso.
Sincermente, eu não me vejo morando num prédio cujo o cálculo de estabilidade foi feito por um Mestre de Obras, apesar de muitos afirmarem que são melhores que os Engenheiros, devido à prática profissional que adquiriram ao longo de anos de experiência. Muitos até seriam bons engenheiros mas infelismente não puderam ou não quizeram cursar uma universidade, ou então não tinham as habilidades suficientes para as ciências exatas e dessa forma não puderam passar do 1° semestre.
Para terminar, gostaria de deixar um abraço a todos. Não sou brasileiro, mas estudei nas vossas universidades e tenho profundo respeito por elas. E têm um belo país que adoro muito.
Aquele abraço!!!!!

Responder

Comentário por Cristiano
18 de junho de 2009 às 19h33

P.S.: Onde se lê:

1) “para melhor a qualidade” deve-se ler:
“para melhorar a qualidade”
2)”Não se esquecem da famosa frase do Socrátes” deve-se ler:
“Não se esqueçam da famosa frase do Socrátes”

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Comentário por Waldir Moreira Jr
18 de junho de 2009 às 19h54

Creio que a decisão, apesar de polêmica, foi a melhor. Mesmo não concordando em muitas coisas com o atual presidente do STF, foi uma boa decisão.
Quanto aos que discordam neste espaço livre, basta ver a preocupação com seus textos que entenderemos por que pessoas habituadas à leitura e boa educação, porém não diplomadas, continuam a ter prestígio nas redações em geral. Em minha cidade, temos diversos ‘jornalistas’ sem diploma, que escrevem mal e envergonham a classe. Porém, temos alguns que, ao contrário, enaltecem qualquer publicação que se disponha a acolhe-los.
De minha parte, recebo ao menos duas vezes por semana a visita ou um e-mail de um formado em jornalismo, que solicita pautas, textos etc. Fico desolado, mas nunca deixo-os na mão. Sempre penso: “O bom profissional ‘professa’ ou seja, passa a diante seu conhecimento”! É isso o que deveriam fazer professores e profissionais, ao invés de ficarem preocupados com concorrentes diretos. Quem sabe e o faz bem, sempre terá espaço no mercado.
Sobre o mercado, é claro que jornais e todas as formas ‘midiásticas’ são empresas privadas que devem gerar receita, pois todos tem que comer. Imparcialidade é algo empírico, pois se meu anunciante for, direta ou indiretamente prejudicado por algo publicado em meu veículo, lógico que ele vai tomar providências nada salutares à manutenção do veículo em questão.
Meninos, coloquem seus pés no chão e vivam a vida com mais apreço a vocês e ao próximo, que tudo será mais fácil. Jornalismo não tem nada de romantismo nem de acadêmico. É apenas mais um fundo de comércio que substituiu a fofoca por algo mais de que pintura rupestre e necessita de acuidade que não se absorve na faculdade, mas, que retira de lá bons ensinamentos e diploma, pra quem irá necessitar deste.

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Pingback por Jornalismo é espírito : Blog dos Alunos da Metô
18 de junho de 2009 às 21h39

[...] Pra ser jornalista, e eu sempre achei isso, não adianta ter faculdade. Jornalismo é espírito. Envolve gostar de estar bem informado, ser curioso, em alguns casos gostar ou saber escrever, gostar de ler, ter visão global de fatos, saber editar, uma série de coisas. Faculdade pode ensinar algumas técnicas, mas se algumas características já não estiverem lá, incubadas, faculdade não faz milagre. E essas técnicas você só aprende de fato exercendo, no mercado – ou seja, não precisa exatamente cursar jornalismo pra aprendê-las, precisa é trabalhar com jornalismo. Idem pras questões éticas que envolvem a profissão: elas estão em pauta o tempo todo no dia-a-dia, e você não precisa de sala de aula pra discutí-las, porque pode fazer isso com seus amigos no bar, já que necessariamente precisará tomar decisões que envolvem ética no cotidiano, e se não fizer isso de maneira adequada não vai durar muito tempo no mercado. Leia +. [...]

Comentário por Graziani
18 de junho de 2009 às 23h02

Quanta estupidez da pessoa que postou isso, você nunca vai ter espírito de jornalista, pensa que ser jornalista e sai por aí dizendo um monte de besteira, você deve ser o tipo de pessoa que nasceu sabendo e não precisa aprender mais nada, eu não sou jornalista, mas pretendo, e vou fazer faculdade sim.
Não existe jornalista sem diploma isso é um absurdo, isso é uma vergonha!!!!!!

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Comentário por Waldir Moreira Jr
19 de junho de 2009 às 0h58

Boris Casoy não existe, assim com Carlos Nascimento, Carlos Heitor Cony (meu Deus), Claudio Abramo, Roberto Marinho (esse ainda existe, ao menos na memória e em espírito) etc. Temos vários exemplos de homens que construíram sua história sem o diploma. Alguns, formaram-se depois, demonstrando a importância que davam e dão à formação acadêmica. E, detalhe, jamais chamariam ou chamam de estúpido alguém, só por ter idéia divergente. Espero que mude de opinião sobre jornalismo, ou mude de idéia em qual formatura deva investir seu tempo, para que não sofra e nem faça sofrer outros.

Responder

Comentário por Paula
18 de junho de 2009 às 23h53

Eu preciso admitir que concordo com uma ou outra coisa que a autora colocou, porque nunca achei que faculdade formasse um profissional.
me formei ha pouco tempo e, junto comigo, mais 40. e, na minha opiniao, 5 ou 6 estavam aptos para o mercado. entao, em qualquer profissao, sempre vao ter os picaretas, eh obvio…
mas eh meio bobo vc nao querer defender a sua classe, acreditar que essa desvalorizaçao eh uma coisa qualquer. nao eh. e, antes, nao eram soh jornalistas que escreviam em jornais, vc eh ateh imatura ao acreditar que o economista soh escreve agora…
ele escrevia antes e a opiniao dele sempre foi mto importante. pq um jornal com colunistas, articulistas, etc, fica mto mais denso e mto melhor.
essa sempre foi uma atitude dos jornais.
pq o jornalista nao eh especialista em nada e vc, como a otima estudante que mostra ser com opinioes tao fundamentadas a respeito do zé bob e do super-homem (realmente, vc é muito foda!), deve saber que, hoje, ninguem eh nada sem, no minimo, uma especialização… e nao soh jornalista.
sou a favor do diploma para qualquer cargo, sim. porque valoriza a profissao, porque a teoria te ajuda muito na pratica, porque eh idiota vc achar que pode pegar o bonde andando e ser ‘O’ cara.
a epoca dos bons jornalistas sem formação jah era. nao conheço um jornalista novo que seja bom sem a formação. outro momento historico-politico. mas talvez seja dificil pra vc entender isso… tudo bem, outro dia eu desenho.
entao, mas o que eu queria dizer, com isso tudo, eh que eu sou jornalista de cidade de interior, onde o sindicato geralmente eh pouco atuante… e sempre houveram jornalistas sem formação por aqui…
e sempre trabalhei em jornais pequenos, na bahia e no parana, que nunca tinham tido jornalistas, e que começaram a ‘cair na graça’ do povo quando um jornalista chegou ali para organizar a bagunça. e, acredite, nao eh porque fui eu. eh porque antes eles faziam as coisas sem noção nenhuma. me desculpe, mas os 4 anos que estudei nao foram a toa. soh que, agora, eles vao ser completamente desvalorizados. porque interior eh diferente. aqui, quem fala mais alto eh o bolso. e os donos de jornais poucas vezes estao interessados em qualidade.
agora que podem contratar qualquer um, nao acho que vai dificil mto jornalista estar desempregado…
entretanto, acho que eh fase… sabe como eh, feijao com arroz vc come em casa… qdo vc quer algo melhor, procura um chef.

Responder

Comentário por Arthurius Maximus
19 de junho de 2009 às 0h51

A decisão foi acertada porque repara um equívoco que vem da ditadura. O Brasil é signatário de acordos e convenções internacionais que proibiam essa exigência. Logo, fazê-la era um absurdo. O grande problema era o loby das empresas de comunicação que, em muitos casos, promovem a ideia errada de que jornalista formado “é o bom”. Se assim fosse, os grandes vultos do jornalismo brasileiro que serviram de base para as técnicas ensinadas nas faculdades de jornalismo jamais teriam ingressado na carreira. Afinal de contas; nenhum deles era formano em jornalismo e alguns sequer tinham o segundo grau.
A exigência era uma limitação absurda e que só benefiava os donos de cursos e uma parcela do empresariado da área.

Responder

Comentário por Natasha Barbosa
19 de junho de 2009 às 0h53

Olá!!
Bem, gostaria de dizer uma coisa: ÉPRECISO SIM SER FORMADO EM JORNALISMO PARA ATUAR NA ÁREA!!!
Ora, se umeconomista sabe mais de economia,é óbivio, mas ele sabe fala em público, na tv??Sabe escrever para umjornal??Sabe editar epublicar matérias??NÃO!!
Um jornalista pode e deve falar de economia!!!Pra isso você se especializa nessa área!! Você não será omestre economista, mas será especializado nisso!! E, ora, caso as pessoas aqui não saibam, a função do jornalista é passar as informações para as pessoas.Logo, se um jornalista não é economista ou qualquer outra profissão que se trate, cabe a ele se especializar ou mesmo procurar um especialista para que ele defina o que deve ser edito e, assim, nós, jornalista passamos a informação para as pessoas.
Então vamos lá!!
Agora, quando alguém tiver umproblema na justiça, por favor, não procurem um advogado!! Caso voc~e tenha o “espírito” de advogado dentro de você, como foi tratado no texto acima, defenda-se sozinho!!Afinal, basta saber da lei que te protege e, assim, argumentar e defender sua causa sozinho!!
BABAQUICE!!!
Vamos avacalhar tudo então!!
Tantas profissões que nãoprecisam de diploma,né!??
Um professor também não!!
Se você sabe muito sobre algo,português talvez, por que não passa issopra todo mundo, virando professor?!?!é só saber escrever certo, sacar tudo de português e conseguir passar isso pra todos!!
Olha, a não obrigatoriedade do diploma de jornalismo é,sim, uma falta de respeito com a classe jornalística!!!
Não estudamos para termos umas pequenas técnicas e, sim, para nos especializarmos e aprendermos como trabalhar de maneira correta e ética!!
A faculdade não existe de bricadeira!!
Se alguém melhora seu jornalismo trabalhando com jornalismo, nós sabemos!Mas não se aprende jornalismo só escrevendo!!
Tem sim de ter um diploma, comprovando que você estudou e sabe muito bem o que está fazendo!!
E, se existem idiotas que não sabem nada quando formados, azar!!Qual classe profissional que não tme??
O que não pode é acabar com um diploma ssim: dizendo queé pela liberdade de expressão!!Onde, quando temos o direito de nos expressar de tantas formas,. Por que logo os jornalistas que sofrem com isso!! Se voc~e quer se expressar e que todo mundo veja, bem, seja um jornalista se formando na profissão e colocando suas idéias. Ou então, faça melhor, escreva para um site e coloque um texto imbecil!!

Responder

Pingback por STF decide pela inexigibilidade do diploma de Jornalismo « spoilerproof: Modus Operandi
19 de junho de 2009 às 0h55

[...] notícia veiculada pelo site da Globo.com. Veja também coluna publicada no Yahoo.com.br. Do Observatório da Imprensa, a favor da decisão do STF. Agora, contra. Uma terceira. Confira a [...]

Comentário por Valéria Vianna
19 de junho de 2009 às 1h49

Pelo seu discurso, Ana, dá para notar que você é bem novinha… (aliás, já vi agora: 21 anos). Isso tudo é muito bonito na teoria, Ana, mas na prática, não será bem assim. Leia “Profissão jornalista: responsabilidade social”, de Cremilda Medina. Neste livro, a autora mostra a luta dos jornalistas, desde o século XIX, pela exigência do diploma para valorizar o ofício e os salários. Deixa claro também que, historicamente, quando interessou aos donos dos veículos de comunicação exigir o diploma, isso foi feito e, quando não – caso atual – a polêmica sobre sua pouca importância volta. E os desavisados, como você, vão comprando esse discursinho sem refletir. Só na nossa profissão isso acontece. Lamentável.
Um advogado forma-se a partir de uma ética e uma maneira de agir e pensar o mundo como advogado, assim como o engenheiro, o médico… enfim.
O mesmo acontece com os jornalistas. Aprendi na faculdade – sim, nos bancos universitários! – os valores, a ética e o agir e pensar jornalísticos. Como você, Ana. Essa é a diferença crucial entre qualquer outro profissional que escreva em um jornal e nós, jornalistas. Os primeiros valem-se da profissão apenas como meio para vender a visão de mundo em que foram formados, enquanto nós abraçamos o jornalismo como um fim em si mesmo. Porque agimos e pensamos a partir dessa formação. E é isso que torna o jornalismo uma profissão respeitada.
Joseph Pulitzer, proprietário do ‘New York World’ e defensor do diploma universitário para jornalistas nos Estados Unidos, afirmou que, para se atuar no jornalismo, é preciso algum treino, ou seja, aprendizado específico. Como em todas as profissões! Por que só o jornalismo enfrenta essa berlinda injusta? Triste… muito triste. Não é óbvio que existem interesses políticos e econômicos por trás disso? Sou jornalista formada, muito bem formada e nenhum professor me deixou de me dar falta só porque já estava trabalhando. Que faculdade é essa em que você estuda, meu Deus?!
Percebo, na maioria dos comentários de profissionais de outras áreas contra o diploma, um misto de inveja e desrespeito. Inveja pela atuação dos jornalistas formados em um setor da sociedade considerado o ‘Quarto Poder’. E desrespeito pela nossa dedicação a um ofício que, apesar da imagem glamourosa, não paga bem e requer, sim, muita vocação para aguentar o trampo. Sempre tive vocação p o jornalismo, mas sem meu preparo acadêmico, seria apenas uma vocacionada sem noção. Com o estudo e domínio das técnicas, sou profissional c/ p maiúsculo.
Todo o meu respeito ao ministro Marco Aurélio de Melo. O único que votou a favor do diploma. O pior foi ouvir os argumentos dos que votaram contra. De doer o coração. Tsc tsc tsc. Parece mentira.
Nos Estados Unidos, o diploma não é obrigatório, mas lá a cultura é outra. Uma cultura que valoriza o estudo, a educação. E, apesar da não obrigatoriedade, a formação na faculdade de jornalismo é sempre exigida.
Acho estranho não se discutir a não obrigatoriedade para publicitários e relações públicas. Você já parou para pensar sobre isso?
No mais, sorte para você, Ana. O assunto é mais grave do que você imagina. E só o tempo vai lhe mostrar isso.
Um beijo terno e fraterno.
Boas pautas!

Responder

Comentário por Diracy
19 de junho de 2009 às 1h52

engraçado… voltamos entao ao tempo dos “tira dentes” da vida.

Valéria Viana, me torno sua fã pela sobriedade do seu comentário.

Responder

Comentário por Diogo
19 de junho de 2009 às 1h58

Olha! Saiu na página inicial do yahoo e nem encheu de gente falando mal do seu blog!

Pois bem, eu sou arquiteto e posso dizer que se faculdade ensinasse alguém a ser bom profissional, não se veria tanto prédio malfeito por aí. Tem mestre de obras que entende mais de construção que muito arquiteto com anos de prática.
Lógico, não sou a favor de desregulamentar a profissão de arquiteto (até porque cair uma casa na cabeça de alguém é bem mais grave que uma notícia mal redigida), mas se faculdade desse a alguém talento, visão e ética, metade dos problemas do mundo poderiam ser resolvidos com cursos superiores em massa.

Responder

Comentário por Diogo
19 de junho de 2009 às 2h01

Ah, encheu sim… foi a minha página que não tinha atualizado…

Responder

Comentário por Heloisa
19 de junho de 2009 às 12h33

Sou designer e, enquanto eu e meus colegas de profissão estamos há anos lutando por uma regulamentação que nós apóie e nos proteja de picaretagens, os jornalistas acabaram de atirar a sua no lixo – e pior: acham que estão certos. Amigos, vocês ainda vão se arrepender disso. Quando seus salários despencarem, quando as empresas começarem a contrarar os “sobrinhos” para escrever e assim cortar custos, quando a Grazi Massafera ou qualquer ex-BBB que esteja dormindo com o diretor começar a apresentar o Jornal Nacional, quando erros de português se tornarem ainda mais freqüentes nas publicações, vocês talvez percebam que o diploma é muito mais que um papel – é uma jornada de estudos que só quem tem muito interesse e dedicação se presta a cumprí-la em sua totalidade.

Infelizmente, num país onde o presidente se orgulha de ser analfabeto, não é de se espantar que estudar de repente vire coisa de “incapacitado sem dom no sangue” ou “boyzinho maconheiro” e, conseqüentemente, algo totalmente desnecessário. Só acho incrível como pessoas que passaram anos estudando e dando duro no seu curso possam concordar que todo seu esforço foi pura perda de tempo.

Responder

Comentário por Philippe
19 de junho de 2009 às 13h13

Dizer que ser jornalista é apenas uma questão de vocação ou espírito é diminuir e menosprezar a profissão.
Você, como jornalista formada, talvez não ligue para os quatro anos de estudo e dedicação, mas se fosse apenas uma questão de vocação, assim poderia ser com qualquer outra profissão.
A obrigatoriedade de um diploma ou registro não evite que existam péssimos profissionais, mas a exigência de um diploma também não evita que um médico seja negligente. O que acontece é que ele pode ser processado por um erro ou, no caso de não ser formado, por exercício ilegal da profissão.
Ao tirar isso dos jornalistas, você isenta qualquer um da responsabilidade de produzir um meio de comunicação, você não pode processar um imbecil que escreve uma reportagem que deturpa ou manipula os fatos por ele não ser formado em jornalismo. Qualquer um pode escrever qualquer asneira e não ser responsabilizado por não estar podendo fazer isso.
Em países da Europa, até para ser cozinheiro você precisa fazer um curso e tirar um carnê que te habilita a manipular alimentos. Não só para cozinheiro, mas para qualquer profissal que trabalhe com comida, inclusive aqueles promotores de supermercado.
Isso significa que você valoriza a profissão e faz com que a pessoa tenha mais noção de que ela deve ter responsabilidade para realizar aquele trabalho.
Ser jornalista não é o mesmo que criar um blog e falar o que quiser. É você ter a consciência de todo o processo investigativo de uma reportagem. Para quem não é jornalista, existem as colunas de opinião e a participação de especialistas.

Responder

Comentário por Sobral
19 de junho de 2009 às 14h32

Eu acabei de ler aproximadamente metade dos comentários aqui escritos, que neste momento já eram quase 500, e tenho que dizer que fartei-me de rir com algumas coisas…

1º – O povo cujas opiniões eram algo como “Se jornalismo não precisa mais curso, vamos abolir todos os cursos”. Sem querer parecer arrogante, mas como conseguem comparar medicina, advocacia ou outras profissões que de uma maneira ou outra possam colocar a vida de uma pessoa em algum tipo de risco (no caso de advocacia, um mau advogado por alguém inocente na cadeia ou o contrario) com jornalismo. Se formos radicais, até chefs deveriam mais necessitar de curso superior, não vá algum causar envenenamento alimentar a um consumidor porque não soube tratar dos alimentos de uma maneira higiénica e correcta.

2º – Só porque um diploma já não é necessário para exercer a profissão, não quer dizer que as empresas não irão preferir um graduado no meio de centenas de outros não qualificados. Se uma revista prefere por alguém menos qualificado a escrever ou entrevistar, de certeza que os leitores irão deixar de ler tal revista se a qualidade baixar. De certeza que a poupança de não pagar um jornalista com diploma não cobre a perda de leitores.

3º – Os tais estudantes de jornalismo actuais que estão furiosos com a decisão porque “e agora que já fiz 1/2/3 anos? Para quê andei a perder o meu tempo?”. De certeza que se tais pessoas realmente têm amor pela profissão não crêem que andaram a perder tempo a aprender a praticar melhor jornalismo. A não ser que sejam daqueles que nem se interessam pela profissão e agora pessoas sem o tal diploma mas que sejam melhores jornalistas possam concorrer contra eles pelos mesmos postos de trabalho.

Mas bem, isto é só a minha opinião. Não conheço a realidade brasileira portanto fiquem à vontade de me contra-atacar com argumentos de “tu não sabes como é aqui”.

Responder

Comentário por Ana Freitas
19 de junho de 2009 às 15h18

Precisou vir alguém do além-mar pra falar por mim o que eu não tive disposição ou mesmo estabilidade emocional pra dizer a quem mal argumentou aqui.
Sobral, vc não é do Brasil, mas nada do que vc falou diverge da realidade daqui. E nem eu, que escrevo isso, li a quantidade de comentários que você leu. Passei o olho por todos pra aprová-los, contudo, então sei do que se tratam. E sei que os seus 3 pontos complementam minha argumentação de forma brilhante e enfrentam os argumentos de quem foi contrário completamente, sem nenhuma excessão. :)

Abraço e obrigada,

Responder

Comentário por Galeno Lima
23 de junho de 2009 às 7h59

Ora essa, um mau jornalista também pode por um inocente na cadeia, com uma matéria de denúncia mal apurada. Não há grandes diferenças com relação ao jornalismo.

Responder

Comentário por Sobral
23 de junho de 2009 às 14h35

De certeza que nenhuma matéria jornalística equivale a uma sentença e nem servirá de prova num tribunal… Se um jornal ou revista diz algo, os concorrentes podem dizer o contrário.
O máximo que uma matéria pode fazer é descobrir a existência do crime e o expor à sociedade. Se não houverem provas concretas que possam incriminar o suspeito não adianta de nada.

Responder

Comentário por Dirley Estebanez
19 de junho de 2009 às 15h58

Concordo com o nossa amigo Lusitano.

Agora a nossa amiga que criou o texto e faz jornalismo, no meu ver foi muito infeliz, e tomara que nenhum não formado com muito talento como há por ai, não tome o lugar dela e algum emprego, jogando assim esse diploma que ela não da valor no lixo.

Responder

Comentário por Thiago
19 de junho de 2009 às 19h13

Você realmente deveria ter feito Relações Internacionais!

Ridicula a sua argumentação, ainda mais para uma futura(?) jornalista!

Responder

Comentário por Luciano
19 de junho de 2009 às 19h40

Assim como achasse um saco escrever sobre, achei um saco ler sobre. Me arrependi muito. Só pelos exemplos de jornalistas apresentados (Super-Homem, Rin-tin-tin e Zé Bobo, todos reais) já dava pra ter uma idéia. Achei que seria um texto bacana pelos links que segui até aqui… Mas iinhas razão numa coisa: não deverias ter escrito.

Responder

Comentário por Aline Menezes
19 de junho de 2009 às 23h27

Não estamos chorando por pedaço de papel, porque não somos idiotas. O assunto exige debates muito mais aprofundados do que meros “pós” e “contra”. Ninguém aqui é imbecil de acreditar que o diploma, magicamente, assegura ao profissional (seja de qualquer área) o talento, a capacidade, o conhecimento… Estamos falando de símbolos. Estamos falando de nivelamento por baixo. Estamos falando de apologia à ignorância. A Alta Corte do Brasil decide sob argumentos burros, estúpidos, prova concreta de que desconhece o assunto sobre o qual está tratando. O próprio presidente da OAB avalia que a decisão do STF demonstra desconhecimento sobre o papel do jornalista e do jornalismo. Maus profissionais… Ah, isso tem todo lugar! É uma pena que haja tantos discursos rasos. Jornalistas arrogantes? Ora, ora, ora, não sabia que isso era exclusividade dessa área. Aline

Responder

Comentário por Lili
20 de junho de 2009 às 0h14

Ana Freitas como sempre é perfeita em seu texto e argumentação. Parabéns, Ana! Não ligue para os ignorantes que, por falta de argumentos, ofenderam você.

Eu, como jornalista trabalhando na área há 15 anos, concordo com 100% do que você disse. Sempre fui contra a obrigatoriedade. Quem regulamenta nossa profissão é o mercado, não o diploma!!!

Funciona mais ou menos assim: se você é bom, tem emprego. Se não é bom, não tem. Tá cheio de gente ótima no mercado sem diploma e tá cheio de pangaré com diploma, gente que se formou e ate hoje não conseguiu emprego na área. Por que será??

A realidade já é assim, não é a queda do diploma que vai mudar isso. Diploma de jornalismo não serve para nada nem nunca serviu.

Uma pena o que li aqui de alguns coleguinhas… juro que esperava um pouco mais de lucidez deste pessoal.

Repito – quem é bom é bom!!! (Né, Ana??). Faculdade não torna ninguém jornalista!!!!!!

Responder

Comentário por Luis Costa
20 de junho de 2009 às 3h08

VERGONHOSO ESSE BLOG!!!!!!!
TIRA ISSO DA WEB SEU SEM FUNDAMENTO!!!
E AINDA QUER DIZER QUE É JORNALISTA….
COITADO, NÃO SABE NEM OQ TÁ FALANDO!!
CURSO TÉCNICO?? VÁ FAZER TÉCNICO EM CULINÁRIA ENTÃO OU CALIGRAFIA, PRA ISSO TEM, E SERIA PERFEITO PARA ALGUÉM COM A SUA MENTALIDADE!!!
É POR ISSO QUE O BRASIL NAO VAI PRA FRENTE!!!
VERGONHOSO!!!!!!

Responder

Comentário por Paulo Jr Mendes
20 de junho de 2009 às 6h31

Concordo com a autora deste post. Quem se incomoda com a perda da obrigatoriedade do diploma, é quem esconde suas fraquezas atrás de um pedaço de papel. Fico indignado de ouvir o cara falar: “Paguei 4 anos de faculdade pra isso…”, como se o curso de jornalismo, fosse um PIC, ou qualquer tipo de aplicação de auto rendimento. Se o cara gosta tanto de dinheiro, deveria ter feito algo relacionado a isso, não jornalismo. Primeiro que se ele teve que pagar é porque não teve capacidade, nem compromisso de estudar e entrar em uma pública.
Outro ponto importante, é que todos os jornalistas que trabalham comigo, que reclamaram disso, não foram em nenhuma manifestação que lutava contra a essa lei…então me digam, se vcs estavam mesmo preocupado com isso, porque esta lei pegar os doutores da informação, assim desprevinidos, né?

Responder

Comentário por João Drummond
20 de junho de 2009 às 17h03

Sou de uma cidade do interior de Minas onde não há curso de jornalismo. Os Jornalistas que tiveram condição de estudar fora, se renderam ou foram comprados por coronéis corruptos. Fiquei durante cinco anos, sem diploma e sem salário com uma coluna, denunciando a corrupção pública até ser banido. Por isto acho que num tema destes não podemos generalizar e que cada caso é um caso. Neste nosso caso o diploma de jornalista não foi um instrumento de luta democrática, assim como sua falta não me impediu de agir com cidadão. Tenho certeza que o mesmo se repetiu em outras cidades e grotões deste Brasil continental.

Responder

Pingback por #diplomafail « Blog is a losing game.
21 de junho de 2009 às 22h06

[...] Olhômetro [...]

Comentário por Obede
22 de junho de 2009 às 3h24

onde assino?

e tem mais, a quantidade de jornalistas medíocres é maior que a de bons jornalistas no mercado! sério mesmo.. é uma das razões de eu repensar a carreira todo o dia!

e outra, não vai mudar porcaria nenhuma ter ou não obrigatoriedade, a empresa vai sempre encontrar um jeito de contratar a pessoa, seja ela boa ou não..

bjos!

Responder

Comentário por João Drummond
22 de junho de 2009 às 16h55

Vamos parar com esta lamúria gente. Quem crê que diploma é importante que corra atrás do seu e vá para o mercado. Ficar se lamentando e se agredindo não melhora a vida de ninguem. Eliminar concorrência com lei e canudo é falta de confiança da propria capacidade e… no canudo.

Responder

Comentário por Engeneer
22 de junho de 2009 às 20h08

O que seria do mundo sem as ciências EXATAS!

Responder

Comentário por Bruninho
22 de junho de 2009 às 23h15

É como diz akela musica:
” ? E isso é só uma questão de opinião!!? “

Responder

Comentário por Vvsilv
22 de junho de 2009 às 23h37

Ah, faça-me o favor. A profissão que mais joga porcaria nas nossas caras é justamente o Jornalismo, e mesmo com faculdade! Porcaria por Porcaria, fica mais barato acabar com a obrigatoriedade do diploma!

Bela decisão do STF

Responder

Comentário por niele himura
23 de junho de 2009 às 0h48

Só quem não cursa uma faculdade pode falar tamanha bobagem…Vamos abolir tb o de direito e de medicina, vamos ser autodidata como o colega mencionou acima…Esse é o meu Brasil, onde gente como vcs falam esse tipo de bobagem. Esse tipo de comentarios a favor dessa decisão, não tem fundamento. Realmente qualquer um pode falar bobagens e ser publicado e dizer q o jornalista n influencia a massa, é de uma estupidez sem fim. Gente, se atualizem. Se o Estadao n contrata diplomados mostram que vcs n podem ser chamados de jornalistas e sim de empacotadores de noticia.
Jornalista mesmo tem diploma, pra mostrar como é foda estudar quatro anos. Pensem…o mesmo ministro tb quer tirar a obrigatoriedade de outras profissões…onde isso vai parar? Se com diploma o nivel de capacidade são baixissimo imagina sem? Não devem ver por esse lado, mas sim, toda profissão tem que ter um curso superior e um conselho responsavel para punir os q cometem faltas…ou escrever qualquer bobagem e denegrir alguem não é prejudicial?? Enfim, pensem, não é só um diploma, mas sim o direito de saber de como se faz, ter responsabilidade e etica, mesmo q nem todos os meios sejam ETICOS!!!
Se vc é paga pau do Estadao, folha, seja la o q for…parabéns…isso mostra q amanha vc tb pode ta off, e outros escrevendo bo teu lugar…
Te saudo com uma salva de palmas por tua alienação…

Responder

Pingback por Ria da vida, porque ela está rindo de você | Olhômetro
23 de junho de 2009 às 5h42

[...] os outros a sério demais. Leva a vida a sério demais. Entra em blogs como o meu e não vê que obviamente uma foto do Zé Bob num texto sobre o fim do diploma de jornalismo só pode ser uma piada… Como as pessoas são capazes de bradarem um falso moralismo, hipócrita, pra dizer que piadas sobre [...]

Comentário por Galeno Lima
23 de junho de 2009 às 8h05

Gostei do seu texto Ana.

Mas me diga uma coisa: você acha que alguém que quem fizer um curso técnico de 2 anos em jornalismo vai ter aprendido mais do que vc aprendeu em 4 anos de faculdade?

Eu acho que não. Então esta decisão não acaba formando jornalistas piores?

Lembre-se q a decisão não deixou o Jornalismo acessível apenas para quem tem algum diploma de ensino superior, mas sim para qualquer pessoa.

Responder

Comentário por Galeno Lima
23 de junho de 2009 às 8h18

escrevi um comentário, mas creio tê-lo perdido. Faço esta nova tentativa.

Ana seu texto estaria perfeito, não fosse a indução que cria no leitor de que as pessoas agora poderão fazer pós graduação em jornalismo. Não é isso q ficou definido com a decisão do STF. A decisão liberou geral: qualquer um pode fazer jornalismo.

Você sinceramente acha que um curso técnico de 2 anos seria melhor que a sua faculdade de 4 (mesmo considerando tudo o q houve de supérfluo e/ou dispensável)?

Eu não acredito nisso. Desse modo, não acredito que esta decisão, por enquanto, tenha beneficiado o Jornalismo no Brasil.

Responder

Comentário por Dirley Estebanez
23 de junho de 2009 às 11h34

Li por aqui que nossa profissão esta muito “suja”, com pessoas se vendendo…
Alguns são pagos para se calar, e outros pagos para falar só o que a população deve ouvir.
Mais será q somos só nós? Conheço alguns médico (ohh medicina) que trabalham em clinicas de aborto clandestina, tudo pela grana né. E quem não se lembra do engenheiro do Palace 2? (ohh engenharia), o professor de educação fisica que era meu personal falava pra varios amigos meus tomarem anabolizantes, “vale a pena” ..dizia ele. Agora será q essa decisão vai mesmoa judar a limpar a classe? Cair o piso salarial já sabemos que em maioria vai né. Mais tudo bem. Ontem mesmo emprestei meu carro para meu irmão de 16 anos dar um volta na rua. Ele sabe dirigir, por sinal dirige até melhor do que eu, ele sempre teve contato com automoveis. Ele me falou: “pô mano, mais eu não tenho carteira, vc sabe”. Mais quem precisa de carteira? ele é muito bom. ah quem precisa de diploma. Ele é bom.
Sem Ordem não à Progresso.

Responder

Comentário por André
23 de junho de 2009 às 14h22

Vários comentários aqui demonstram que diploma não faz as pessoas pensarem melhor ou dominar as técnicas de jornalismo.

Responder

Comentário por Carol
23 de junho de 2009 às 14h32

Essa pós seria o melhor dos mundos… mas como você, lamento: pena que eu não sou alguns anos mais nova, aí teria cursado história ou sociologia e faria uma pós em jornalismo.

Responder

Comentário por julianavaz
23 de junho de 2009 às 14h46

querida,

vc falou e disse.
estou no mesmo caso; se o diploma tivesse caído um pouco antes, teria feito outro curso, como letras ou filosofia. infelizmente acabei passando 4 anos na enrolação que é a faculdade de jornalismo!

Responder

Comentário por Carol
23 de junho de 2009 às 15h19

Ah, então é o diploma que faz o profissional?
então realmente o diploma do Nelson Rubens é dos bons…!!!

Ou será que querem o diploma para não irem para cela comum?! Putz.. foi mal, mas nem prá isso mais o diploma serve!

Responder

Comentário por BANALIZANDO
23 de junho de 2009 às 15h30

Uma palavra: “Concordo”.

Faço Jornalismo, mas concordo.

Não vou dar uma de Sindicalista, querer “defender a classe” – que “classe”? – nem achar que é o fim do mundo.

Não vou mudar de curso, não vou me abater. Nada mudou, ao menos pra mim.

Até porque vejo diariamente alunos que não têm condição de escrever uma receita de miojo simplificada. Que perguntam se o certo é “seje” ou “seija”.

Responder

Comentário por Isabela Sperandio
23 de junho de 2009 às 16h11

Adorei o Post, assino em baixo e acho que a única coisa que posso aportar é que ALÉM DE TUDO (o que vc já falou), a lei da obrigatoriedade do diploma foi criada durante a Ditadura militar no Brasil.

Alguém aí lembrou disso?

E depois de lembrar, precisa falar mais alguma coisa?

Viva a liberdade de expressáo, viva a abertura do mercado, viva a competiçáo saudável que tudo isso gera.
Viva o historiador que sabe muito mais do que eu sobre história e vai ter o espaço que eu (ou qqer jornalista) tínhamos que preencher pq o historiador fodáo náo tinha diploma de jornalista.
E viva o que a sociedade ganha a partir disso.

Responder

Comentário por Isabela Sperandio
23 de junho de 2009 às 16h16

e niele himura, sabia que o Br é um dos poucos países que exige o diploma?

eu comentei sobre a Lei aqui na redaçao aonde trabalho, na España e a surpresa foi saber que essa lei existia.

tá?
;)

Responder

Trackback por Eric Rocha
23 de junho de 2009 às 17h17

Diploma já encheu, mas faz uma forcinha: http://bit.ly/uJOJv

Trackback por Vivian Vianna
23 de junho de 2009 às 17h32

Só pra falar de diploma: http://bit.ly/uJOJv
(Concordo!)

Trackback por pedroflora
23 de junho de 2009 às 18h07

RT @SoninhaFrancine @trabalhosujo P/ @Gabriel_Menezes Segue um belíssimo texto da @ana_freitas Para de reclamar! http://tinyurl.com/mcnzn8

Comentário por Carla
23 de junho de 2009 às 18h13

Não sou jornalista e adoraria trabalhar na área. Porém, choraminguei no meu twitter sobre o assunto.
Mas o meu ponto de vista coincide com o seu na parte do curso técnico.
Acredito que a pessoa deva ter uma noção de técnicas, antes de se aventurar no dia-a-dia.
SE o MEC fizer um curso técnico, aí sim faz sentido não existir mais o diploma. Pq senão, como as pessoas que querem começar na carreira farão sem uma base?
Bjus.

Responder

Trackback por wakkobr
23 de junho de 2009 às 19h08

RT: @Ma_R: ainda sobre o diploma tão comentado: http://tinyurl.com/mcnzn8 (via @amoyssiadis)

Comentário por Osvaldo Pimentel
24 de junho de 2009 às 15h46

As leis são elaboradas e aprovadas consoante aos interesses daqueles que espoliam a sociedade com raríssima exceção salva-se, que um, que outro. Ninguém permanece no poder por um acaso. Veja só a pouca vergonha do momento no Senado. Tem que recomeçar tudo. Fazer uma limpeza, jogar água purificada no Congresso Nacional,para assustar aqueles vampiros que estão a séculos. Nepotismo volta a tona. Culpa da Justiça. STF. quando da aprovação de súmula vinculânte tratando da matéria deu nome aos cargos que pode ser preenchido por qualquer parente “maiores salários” nas esferas federal, estadual e municipal. \isto é uma falta de vergonha na cara! legislando em causa própria ou a pedido de grandes espoliadores. “Nosso Retrato” também somos corruptos pois votamos naqueles”.

Responder

Pingback por Diploma de jornalismo - Trabalho Sujo - OESQUEMA
24 de junho de 2009 às 17h00

[...] livraria do que uma técnica que pode ser aprendida em aulas – somos todos escritores, porra. A Ana também discorre bem sobre a questão (adoro como ela cita o Clark, o Tintim e o Zé Bob no meio da história, como quem não quer nada) [...]

Trackback por Viviane PS Tessaroto
24 de junho de 2009 às 17h18

Ainda sobre o diploma de jornalismo. http://bit.ly/uJOJv

Comentário por Fernando
24 de junho de 2009 às 17h31

Ok, o mercado filtra por si só, e só quem é bom permanece.

Mas se o mercado estiver em crise qualitativa, quem filtra o mercado? O consumidor de seu produto.

Consumidor do produto também em crise qualitativa? Ora, ora, voltamos à questão da educação e da formação cultural deste país.

Responder

Trackback por Jorge Teodoro
24 de junho de 2009 às 19h47

@betheodoro Então priminha olha essa opinião sobre a não regulamentação da profissão de jornalista http://migre.me/2Mcp

Trackback por Eduardo Macarios
24 de junho de 2009 às 21h45

“O Tintin, por exemplo – não precisa de diploma, é claramente
jornalista por vocação” via http://is.gd/1cotq

Pingback por 2 em 1 « LEANDRODAMASIO.COM
29 de junho de 2009 às 0h39

[...] só afirmam o que todos já imaginavam: caiu uma lei que não era cumprida. Mais ou menos na linha desse texto bem formadinho (escrito, aliás, por uma não-jornalista [...]

Comentário por leo
1 de julho de 2009 às 16h13

Tambem concordo com o fim dos diplomas p/ as profissoes que nao estejam relacionadas c/ a area humana ou especifica…por exemplo hoje se requer nivel superior p/ investigador de policia como tantas outras areas. Afinal o cargo maior do Brasil nao tem nem o segundo grau completo.

Responder

Pingback por Fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo | Contos da Escola
1 de julho de 2009 às 21h40

[...] o texto na íntegra porque vale a pena pensar os pontos levantados para todas as profissões. Responda esse post, ou [...]

Comentário por Dany
2 de julho de 2009 às 0h17

A decisão do STF. para mim não caudsa espanto pois continuarei a fazer minha faculdade de jornalismo onde estou para me tornar um profissioanal diferenciado, porque ao contrario do que a maioria pensa: vai piorar para conseguir um lugar ao sol. cada vez mais sera exido de nós profissionais formados um maior conhecimento na função. bjusssssss que viva a liberdade…..

Responder

Comentário por Shaniqua
2 de julho de 2009 às 0h26

vc escreve mal pra quem trabalha num grande redação do país

Responder

Comentário por Aline de Mello
2 de julho de 2009 às 0h43

Bah!Sério, adorei teu texto. Tu trouxe vários argumentos em que eu nunca tinha pensado.Teu blog é muito bom, vou voltar mais vezes aqui ;)

Responder

Comentário por Carlos Alberto
2 de julho de 2009 às 4h32

O STF esta corretíssimo… Abaixo à obrigatoriedade de Diploma para o exercício da Profissão de Jornalista. Liberdade já!

Responder

Comentário por Keynes
2 de julho de 2009 às 16h03

Ah, vocês têm mais é que se fuder mesmo! Profissãozinha de merda que não é necessário nem ter diploma. hahaha. E ainda tem profissionais da área que se vangloriam disso! só servem para ser jornalista mesmo, QI de macacos.
Quero ver alguém ser economista hoje em dia sem o diploma.
Parabéns pelo rebaixamento profissional, técnicos!

Responder

Comentário por Carol
6 de julho de 2009 às 1h29

Oi Ana!

Estava pesquisando sobre jornalismo internacional (e como ficou pós-lei) e caí no seu blog. Gostei muito dos seus textos!! Alías, fazia tempo que nao via um blog tão frequentado, parabéns!

Qto ao diploma, concordo com vc, e sinceramente espero que a decisao do supremo seja posta em prática com relação às pós-graduações em jornalismo ;)

Bjoss!

Responder

Comentário por Beto
6 de julho de 2009 às 12h25

com a mudança se ferram os profissionais medíocres. Os bons, ganham, porque continuam no mercado seja como for

Por isso que todas as segundas feiras estou aqui!
(segundas feiras tá certo? ainda bem que não sou jornalita)

Responder

Comentário por Sâmara
17 de julho de 2009 às 1h09

Ah se Você odeia falar sobre alguma coisa, não pode ser jornalista, acho que está na profissão errada, devia ser cozinheira, pois se nem ao menos seus direitos você acha justo, quanto mais vai lutar pelo direito de alguém que precise. Jornalismo é isso, mostrar a realidade e lutar pelo sociedade. Concordo que isso não aprendemos na faculdade, mas ela se resume a conhecimento. Um açougueiro pode ser muito bem de faca, mas não teria conhecimento algum para fazer uma operação, se é que me entende!

Responder

Trackback por Melkía Floppoz
17 de agosto de 2009 às 19h17

pra refletirem sobre o assunto vai aí a opinião de uma menina muito esperta http://tinyurl.com/mcnzn8

Comentário por Thaiane
27 de agosto de 2009 às 17h03

O retorno da “política do pão e circo”

Retirar a obrigatoriedade do Diploma de Jornalismo é favorecer a uma política “nojenta” e sem escrúpulos.
É decidir que a informação terá a “cara do patrão”. Mas… de fato, observemos o histórico de quem votou a favor de uma medida tão absurda como essa…
Será que “eles” sabem ler e escrever?
Será que “eles” querem uma população bem informada?
Com certeza não.
O que “eles” querem é ludibriar o povo com “pão e circo”.

Responder

Comentário por camillo de freitas
20 de janeiro de 2010 às 17h04

Interessados em adquirir documentos de qualquer nível acadêmico entrar em contato pelo telefone (64) 9261-9072 email : certificadoacademico@hotmail.com camillo de freitas

Responder

Comentário por Fernanda
16 de fevereiro de 2010 às 17h18

Este vai para Samara, Samara vc leu o texto, acho que vc não prestou atenção na parte que o autor fala do não despreso ao cozinheiro, porque vc citou com a mesmo ignorancia de muito por ai.
Po que vc citou que ele deveria ser cozinheiro?
qual sua profissão?
Você achq que vc vale muito mais que qualquer cozinheira?
Por que?
Olha acho que esta na hora de vc repensar um pouquinho nos seus príncipios…

Responder

Comentário por mariana
12 de março de 2010 às 3h17

Oi gente eu estou no 1° período de comunicação social/jornalismo, na minha 1° semana de aula,vocês acham que devo mudar para publicidade e propaganda?ja que estou confusa com tantas opiniões diferentes. Mariana

Responder

Comentário por Bianca Martins
15 de março de 2010 às 23h19

Que lindo!
Tenho 14 anos, pretendo seguir a profissão, admito que quando descobri que não precisaria de faculdade me desanimei um pouco.
E se todos nós pensarmos assim, talvez o mercado não fique tão cheio de inscritos , pode ser que fique melhor, o salario mais remunerado e pessoas que ficam na redação (onde pretendo ficar) sejam reconhecidas e respeitadas.
O mundo esta cheio de pessoas leigas e isso não vai mudar tão cedo, e uma faculdade, também não faz milagre. Então vamos esperar…

Responder

Trackback por marcel macedo
14 de maio de 2010 às 12h56

Taí. Tudo TUDO o que eu penso a respeito. http://migre.me/EO2H

Pingback por O que o caso Mayara Petruso nos ensina sobre o ódio | Olhômetro
11 de novembro de 2010 às 13h50

[...] você ainda não entendeu isso, sugiro que abra a página de comentários de qualquer site – pode ser até um post polêmico desse blog – e leia os comentários. Você não se assustará mais com a existência de gente como a [...]

Pingback por O que está acontecendo no Rio for dummies | Olhômetro
28 de novembro de 2010 às 0h52

[...] No meio do caos, umas coisas legais de se ver: o @CasodePolicia, do jornal Extra, do RJ, tem feito um trabalho legal esclarecendo o que é boato e o que é verdade sobre arrastões e incêndios e realiza twittcams periódicas com informações de repórteres direto DO FRONT. Há também garotos que moram no Complexo do Alemão usando o Twitter pra informar a galera em tempo real do que está realmente acontecendo lá dentro. Tem o @igorcomunidade e o @Rene_Silva_RJ, que desde os 11 anos publica um jornal lá, o chamado http://www.vozdacomunidade.com.br, @vozdacomunidade. Eles ajudam a dissipar boatos e manter moradores e gente de fora atualizados. E tem gente que diz que precisa de diploma pra fazer jornalismo… [...]

Comentário por erica almeida
1 de junho de 2011 às 14h06

essa ideia de não ter mais faculdade pra jornalismo foi a melhor que inventaram, jornalismo pra mim é um dom! vc nasce pra ser e ja que não precisa mais de faculdade irei fazer outra area…. ainda bem que vou fazer a tempo….

Responder

Comentário por Lia
10 de outubro de 2011 às 14h56

Olá, adorei seu texto, de verdade – e sei que foi escrito a um bom tempo, mas espero que ainda assim possa me ajudar -. Tenho 19 anos e sou acadêmica de odontologia, cursei um ano de nutrição e migrei para a odonto. Sinceramente, adoro a odontologia, lidar com a saúde, com pessoas, mas apesar disto, ainda sei, que o jornalismo seria a minha realização pessoal. Gostaria muito da sua opinião, pelo que compreendi do seu texto, supostamente, você me aconselharia a concluir o curso e me ‘especializar’ em jornalismo, ou devo optar pela graduação em jornalismo? Desde já obrigada. Beijo!

Responder

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