22 de julho de 2009 às 2h16
Da série ‘eu preciso de um emprego com urgência’
Alemão faz 12 navios de papel de 5,5 milímetros e bate recorde
Na boa, eu tenho uma vida até que bem atribulada pra uma menina de 21 anos. Trabalho, tenho uns outros 4 ou 5 projetos paralelos dos quais nem dou conta porque quero abraçar o mundo etc. E respeito o trabalho dos artesãos espalhados ao redor do mundo. É bonito, nesses dias de máquinas e robotização de mão-de-obra, ver gente que emprega a força de trabalho de maneira única e especial em algo.
Exceto se esse algo forem barquinhos de papel de 5,5 milímetros.
Repare que até a reportagem reconheceu a irrelevância da notícia e chamou os barquinhos de NAVIOS DE PAPEL, que é pra dar uma glamour maior.
Acho interessante, mas até aí eu rasgo um pedacinho minúsculo de papel e digo que lá tem um Tsuru de 2,1 milímetros e quero ver provar que não tem. Na boa, tô no rolê da humildade mas faço o meu melhor pelo mundo. Eu juro. Posso não criar nanorigamis, mas faço um miojo ao queijo supimpa. Cada um contribui como pode.
Esse tio virou notícia por causa de algo que eu nem tô VENDO? Qual a utilidade disso? Como estão as taxas de desemprego na Alemanha? Este senhor precisa de um trabalho.
E digo mais – o mundo anda tão, mas tão sem graça, que essa tosquice foi a coisa mais interessante sbre a qual eu encontrei pra escrever. Tenho ideias de textos sobre meu cotidiano, mas acho legal intercalar com comentários factuais. E como não tinha nada na manga, fui fazer a leitura diária… pô, não tinha nada de interessante. Nenhum vídeo polêmico. Nenhuma celebridade fazendo besteira. Nenhuma decisão judicial polêmica, ninguém fazendo merda por aí, nada.
Fique atento, meu amigo. Se a notícia mais interessante do mundo é que um cara fez um barquinho de papel de 5,5 milímetros, está na hora de estocar mantimentos.
*Se tiver alguma ideia boa, comenta aí.
**Os resultados/entrega de prêmios das últimas duas promoções vão sair, eu só preciso ter tempo pra isso. Desculpe o transtorno.
***Tô postando no blog da Closeup diariamente desde o início do mês. São textos curtos, bem pessoais, que falam da minha rotina – algumas coisas mencionadas lá você com certeza já leu por aqui se for leitor das antigas. Passa lá e dá um oi se tiver afim.




23 anos, jornalista, curiosa dos mistérios do mundo, odeia inveja e falsidade. 


22 de julho de 2009 às 12h12
Ahhh bons tempos quando Astros pop morriam ou Aviões franceses despencavam no mar…
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22 de julho de 2009 às 13h27
Cat!! Lembro com louvor da minha época de hippie, fazia um gnomos de durepox…Ficava show..Mas não virei notícia na net por isso…Pena, pois era D+ minha arte…rsrs
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22 de julho de 2009 às 17h02
hauahuahuahua, sensacional
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22 de julho de 2009 às 17h43
Eu fazia barquinhos minúsculos também, mas comecei numa viagem gigante que fiz. Tipo, eu tava em um ônibus, não tinha escolha, naaada prá fazer. É legal, mas realmente tem que estar bem atoa mesmo.
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22 de julho de 2009 às 17h45
Concordo com você em gênero, número e grau… E as curas de doenças ou invenções que poderiam melhorar a vida dos deficientes… As soluções de matar a fome na África… Isto ninguém fala, o que foi gasto de cobertura e, de tempo, de massa encefálica e de material para esta notícia, se convertido em dinheiro, alimentaria dezenas de famílias espalahadas pelo mundo… A arte também acho muito supervalorizada… Porque pagar zilhões de dólares por um quadro que um macaco faria melhor? Esta também é para pensar… O que vale mais a vida de um ser humano ou um quadro de Picasso?
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22 de julho de 2009 às 17h54
Se estamos na epoca dos processadores de 65 nanometros,pq não podemos ter barquinhos e papel de milimetros?
Miniaturização é o caminho.
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23 de julho de 2009 às 5h15
Kkkkkkkkkkkkkkkkk
Desculpe cara, mas acompanha o raciocínio q eu tive q tú tb vai rir:
Então vai ter q encolher pessoas pra milímetros de altura tb pra poder entrar num barquinho daquele tamanho. Afinal, essa é a utlidade real de um barco, não ?
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23 de julho de 2009 às 23h26
Discordo.Não vejo necessidade de encolher pessoas.
Se é um barco de papel, nem se ele tivesse 100 metros ele poderia ser ocupado por pessoas(pelo menos não pra navegação),rs.
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22 de julho de 2009 às 18h04
Esse me parece um bom exemplo de onanotecnologia (algo ligado à uma prática solitária feita por quem não tem nada para fazer)…
Um abraço!
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22 de julho de 2009 às 18h35
Vai ver o tiozinho é aposentado (por invalides, quem sabe…), ou então tem trauma com barquinhos pequenos. Mas mesmo assim poderia ficar na web navegando, twittando, blogueando, se divertindo, sei lá…! Mas isso também é sério pq se ela ficasse “pedofilando” (levando em conta a idade) seria melhor voltar aos “supermicrobarquinho”
hahahahaha…ana freitas vc é ótima!
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23 de julho de 2009 às 0h02
tpm detected!
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23 de julho de 2009 às 5h11
Ana, seu comentário do miojo ao queijo supimpa foi demais !!
Me rachei de rir com a sua comparação de relevância ao trabalho do cara com:
“Cada um contribui com o que pode.”
Aliás, é por esses motivos que eu tô acompanhando o teu blog sempre !
Continue assim !
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23 de julho de 2009 às 11h42
Desejar trabalho pros outros é muita sacanagem.
Muita mesmo.
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23 de julho de 2009 às 15h33
“Nenhum vídeo polêmico. Nenhuma celebridade fazendo besteira. Nenhuma decisão judicial polêmica, ninguém fazendo merda por aí, nada.”
Com toda certeza o que esse Alemão fez é “bobo”, mas o que você chama de interessante é tão idiota quanto.
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23 de julho de 2009 às 23h00
tempo bom qdo o Dado Dolabela estava à solta por aí espancando atrizes e o Marcelo Silva ainda era vivo e causava a vida da Suzana Vieira..kkkkk
adorei!
bjos
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24 de julho de 2009 às 4h38
hauhahuahhauhauahahauuahhauhauhauahuahuuahahuauhahauhauhauhuahauahuhahauhauahuahauhauhauhauhahahhauhauhuahuhaaauahua
…..na boa, chorei de rir!!!!!
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24 de julho de 2009 às 14h12
passa a receita desse miojo com queijo?
beijos aninha!
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24 de julho de 2009 às 14h58
É assim:
1. Põe água pra ferver;
2. Pega um pacote de queijo ralado DO BOM;
3. Coloca o miojo na água, sem tempero. De preferência sabor galinha caipira (é, a massa do miojo tem um pouco de sabor);
4. Espera 3 minutos pra cozinhar o miojinho;
5. Terminou, tira da panela toda a água (deixa só uma colherzinha de café aprox., pro miojo não endurecer)
6. Joga o saco inteiro de queijo parmesão ralado DO BOM no miojo e observe ele se fundir ao miojo.
Aí sirva. HEH
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24 de julho de 2009 às 19h52
Eu acho chato corrigir os outros por coisas pequenas, ainda mais que isto é um blog de humor, mas como você é estudante de jornalismo, aqui vai: você errou a transitividade do verbo desculpar. O correto seria “Desculpe-me pelo transtorno”.
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24 de julho de 2009 às 19h54
Relaxa Anderson, pode corrigir quando quiser. No caso de transitividade, quando a gente fica em dúvida se é próclise ou ênclise, eu costumo ignorar a regra e usar o coloquial mesmo, até porque é proposta do texto, mas acho legal deixar aqui que a normal culta é outra, então sempre que vir alguma coisa pode falar.
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24 de julho de 2009 às 20h07
Então, mas não é o caso de próclise ou ênclise nem mesóclice, que se referem a colocação dos pronomes junto aos verbos. É um problema de transitividade verbal mesmo. Mas achei uma página que põe fim a nossa “briga”, rs… http://www.ihg.com.br/dicas/Dicas_de_Portugues108.htm
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24 de julho de 2009 às 23h42
errr… assim…
miojo é mó bom, compacto e tem vários sabores, né?
se tivesse q estocar alimentos, miojo seria a solução.
o/
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12 de agosto de 2009 às 20h38
Apenas mais uma forma de arte. Para maiores detalhes (literalmente), use uma lupa, binóculos ou microscópio.
P. S.: se quiser se irritar mais, fuce na rede o nanopoema Infinitozinho, de Arnaldo Antunes (verba da UniCamp envolvida, se bem lembro).
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20 de agosto de 2009 às 2h12
o cara é foda pra faser um barquinho desse tamanho!!! falouuu!!!
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28 de agosto de 2009 às 13h41
Eitha Aninha, eu que eu tenho a mesma idade que vc, e vejjo a necessidade de criatividade desses tiozinhos, mas é melhor deixar eles voltarem a serem crianças pra fazer barquinhos do que (como ta rolando nos jornais)querer fazer crianças com crianças.
Bem um beijãooooooooooo!!!!
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22 de setembro de 2009 às 22h40
Eu acho que quando você não tem nada de interessante para escrever, você não deve escrever. Assim poupa alguns pobres coitados que estão esperando ler algo interessante!
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22 de setembro de 2009 às 22h43
Quando você não tem nada de interessante para escrever. Você não deve escrever. Assim se poupa os pobres coitados que estão esperando ler alguma coisa interessante!
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