11 de março de 2010 às 4h58
Por que eu estou escrevendo menos?
…toda semana tem uns dois ou três que me perguntam. Eu respondo que também tô me perguntando a mesma coisa há um tempão, e sigo tentando entender porque não tenho conseguido escrever tanto quanto antes. Eu tenho algumas teorias, relacionadas a minha rotina. Explico:
- Chego do trabalho tendo consumido uma quantidade maior de informação do que o brasileiro médio, certamente. E já tendo feito piada sobre todas elas.
- Por consequência óbvia, chego do trabalho (umas 22h, a propósito) exausta. E qualquer tentativa de expiração quase sempre falha. A essa hora, só consigo consumir o que me resta (o pouco que não se adequa ao trabalho, que seja), fazer coisas que pessoas fazem (tipo comer e tomar banho) e dormir. Heh
- Terminei a faculdade, o que significa que não faço nada de manhã. Se não faço nada, em tese acordaria mais cedo e faria outras coisas, mas minha mente não funciona assim. Não importa o quanto eu queria acordar cedo – se a minha mente souber que eu não preciso de fato acordar cedo, eu ignoro o despertador.
- Todas as últimas vezes que tive alguma ideia, achei batida. No geral, acabo comentando o que seria um texto com alguém e desisto de escrever, possivelmente por temer que a pessoa em questão me ache esquisita de ficar transformando o que eu disse em texto como se fosse uma sacada nova.
- Pra ser sincera, me encheu um pouco falar tanto da minha vida aqui… em algum momento, me assustou que tanta gente que eu não conheço soubesse tanto de mim.
Mas eu tomei uma decisão importante na minha vida. É de voltar com esse blog com uma proposta mais ligeira, dinâmica, com os textos ocasionais e mais frequentemente umas coisas legais que vejo por aí, numa espécie de curadoria de tranqueiras web (soou pretensioso, mas a palavra ‘curadoria’ sempre soa. Que há de se fazer?). Parece que vai rolar direito, já tô até agendando post. Começa nessa quinta, real deal.
E aí vou fazer as paradas direito. Vão ter seções e tudo, que eu tô convivendo demais com os meus editores. Segura aí:
Pois bem: quando eu for escrever algum texto do jeitão tradicional, vai vir nessa categoria aí. Sabe, aquelas observações da vida, da internerd, dos amigos ou sei lá de onde? Pois bem, tudo aqui. Não importa o tema, isso eu defino nas subcategorias.
O nome é zuado, eu sei. Mas pra mim faz algum sentido.
Antena: essa é pra quando eu falar de música, filme ou livro. Série também. E TV. Acho que ela pode se misturar com a de cima, eventualmente, mas aí na hora eu vejo o que faço. Que eu não vou ficar sofrendo por antecipação, pensando no futuro que eu nem sei se vai estar lá. Eu vou é curtir o momento, vou é ser feliz, tô de bem com a vida, tô de vento em popa.
Post-it (revivi o nome, demais): pra postar foto, vídeo e todo tipo de tranqueira que eu vir por aí.
Stream: esse nome descoladaaaaço vai vir em todo o post em que eu indicar links de textos pra ler. Vai ser coletânea semanal. E vou aproveitar pra incluir nele textos meus, pra vocês poderem ler o que publico no jornal, também.
Última coisa – preciso avisar aos críticos que, apesar de a palavra VIBE estar aí, já colada ao meu vocabulário, ela foi fagocitada pelo meu léxico justamente por ser uma palavra essencialmente estúpida. Dá pra dizer muita coisa sobre alguém que usa vibe sem o a consciência do tom humorístico que ela acrescenta ao contexto, bem como de quem adjetiva qualquer coisa com o termo ‘irado’ sem que seja uma piada por si só. Não é meu caso, sou melhor que isso, amigos.




23 anos, jornalista, curiosa dos mistérios do mundo, odeia inveja e falsidade. 


11 de março de 2010 às 6h12
Faxina. Todo mundo precisa em algum momento.
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Pingback por Comic Sans walks into a bar and... | Olhômetro
11 de março de 2010 às 10h01
[...] Ah. Se você ainda não leu o post sobre o novo esquema do Olhômetro, chega aqui. [...]
11 de março de 2010 às 12h45
Última coisa – preciso avisar aos críticos que, apesar de a palavra VIBE estar aí, já colada ao meu vocabulário, ela foi fagocitada pelo meu léxico justamente por ser uma palavra essencialmente estúpida. Dá pra dizer muita coisa sobre alguém que usa vibe sem o a consciência do tom humorístico que ela acrescenta ao contexto, bem como de quem adjetiva qualquer coisa com o termo ‘irado’ sem que seja uma piada por si só. Não é meu caso, sou melhor que isso, amigos.
AHAHAHAHAHAAHAHAHHHHHAHAHAHAH QUE GENIAL
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11 de março de 2010 às 19h26
Pois é. Posso achar que não vai dar certo? Eu já tentei manter colunas no meu blog, mas quando vc fica sem muita inspiração pra escrever sem formato, definir eixos temáticos normalmente não ajuda muito. Até porque aí pra não ficar sem escrever vc acaba selecionando qualquer coisa pra postar, e a qualidade cai.
Enfim, espero estar errado, adoro seu blog (já falei que foi ele me deu vontade de ressucitar o meu? Já, mas acho que não aqui, então vou dizer que qualquer jeito. Ops, já disse!).
Enfim, a coluna “Pois bem” vai ser a mais aguardada. E o nome faz muito sentido, pelo menos pra mim, que uso bastante essa expressão que não quer dizer nada, mas anuncia a vinda de algo que quer.
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11 de março de 2010 às 21h14
You already have exposed your life to the full baby! Now it’s late ;>
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12 de março de 2010 às 2h08
Escreva, por favor, todos os dias. Escre4va qualquer coisa. Escreva um post só com a palavra Vibe, mas escreva. bEIJO
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12 de março de 2010 às 14h57
Que orgulho :~
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13 de março de 2010 às 20h52
Ela voltou!!!! :*)
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