OEsquema

Arquivo: novembro de 2010

As maçãs podres

Mais uma sobre a ação no Rio: enquanto tá todo mundo aí com esses espírito muito assustador de ‘vencemos’ (semelhanças com o orgulho americano das tropas na invasão do Iraque são mera coincidência), todo mundo que vê isso como um grande Tropa de Elite 3 esquece que, se isso é o Tropa de Elite 3, alguns policiais ainda representam o capitão Fábio Rosa – é, aquele cara que é um sacana corrupto.

O duro é ver a população honesta do morro – certamente uns 99% dela, aliás -, mesmo diante de toda a humilhação e preconceito, apoiando a ação. Em vez de comemorar nossa vitória, a gente devia cobrar das autoridades que esses bandidos de farda, que mancham toda a corporação e destroem o sentido de ações consideradas vitoriosas, como essa, sejam afastados imediatamente. Eu tenho certeza que esses tipos são minoria, bem como são minoria os criminosos dentro de favelas. Mas enquanto eles existirem, eu não vou apoiar 100% ações como no Alemão.

Basta inverter a situação: e se um grupo de policiais simplesmente invadisse sua casa e revirasse tudo? Não estou falando nem de sumir com bens de valor ou plantar drogas, como é o caso deste rapaz do vídeo. Estou falando só de invasão de domícilio, já que esses policiais não tem mandado e o estado de sítio não foi declarado no Rio (ao menos oficialmente). Nesse caso, qualquer morador do Alemão teria direito de negar a revista da polícia. E aí você acha que o policial ia dar meia volta e ir atrás de um mandado? Não, daí a gente teria provavelmente um caso de violência policial e de abuso de poder, calcada numa tão justificada legitimidade que se assume num momento ‘de vitória tão importante como essa’.

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Consequências irreparáveis da situação no Rio

Tenho que dizer que o país vai lembrar pra sempre desse momento como um momento extremamente doloroso. Imagine as vítimas desse cancelamento de show, passando pela humilhação de ter que devolver o ingresso que compraram e retirar outro, para uma outra data – se é que as autoridades responsáveis se preocuparão em fornecer outra data a elas. Logo a internet será tomada por protestos e frases de revolta, mas será tudo em vão. Ainda que o show não seja cancelado, só a notícia já instaura uma sensação de terror iminente entre a população. Triste.

Enquanto isso, meia dúzia de policiais e traficantes se degladiam em uma favela próxima, como se isso fosse realmente importante perto do real cenário. Eu, no lugar desses agentes do BOPE ou desses criminosos, me envergonharia por tamanha inversão de prioridades.

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O que está acontecendo no Rio for dummies


O Meia Hora com serviço de interesse público pra trafica

Tem algo muito interessante acontecendo no RJ nesse momento, às 22h desse sábado, 27 de novembro de 2010. É uma situação única, que provavelmente será lembrada por anos e que está redefinindo alguns paradigmas que acabaram estabelecendo-se sobre a cidade do Rio de Janeiro nos últimos anos.

Eu vou fazer um briefing pra quem não faz ideia do cenário: no Rio, não existe crime organizado, como é o PCC em São Paulo. As facções e as milícias dominam os complexos de uma maneira ligeiramente diferente do que acontece aqui, onde as coisas são menos ostensivas. Lá, os grupos criminosos se beneficiam muito do controle territorial dos morros. Eles podem, com isso, estabelecer as próprias regras, vender gás, GatoNET, fazer os moradores reféns de uma situação que provavelmente não lhes agrada e impedir que aquele território tenha qualquer presença do estado, de escolas a hospitais, além de garantir que nenhuma outra facção tome aquele morro. Eles brigam entre si, e sempre brigaram, o que torna mais fácil para que o estado os combata. E não têm ideologia política que os una, o que dificulta as tentativas de se organizar e formar um grupo só.

Beleza, aí chegaram as UPPs. Basicamente, a polícia AVISA que vai tomar uma favela (isso é para evitar o conflito e facilitar a entrada, e tem funcionado, segundo a secretaria de segurança pública do RJ), o BOPE entra, instala um contâiner e começa a ocupação do território. Os policiais que comandam UPPs são todos recém-contratados e, portanto, supostamente sem os vícios e os traumas que ser PM no Rio pode causar. E aí a vida na favela começa, pela primeira vez, a se aproximar da vida urbana e cidadã: o estado pode fornecer (se faz isso, é outro papo) água, luz, telefone, coleta de lixo, escolas, hospitais. Muitos lugares têm instalações já, mas a prefeitura não conseguia contratar profissionais pra trabalhar nesses lugares por conta do risco.


E você pagando pau pro BOPE. Mano, olha esse babaca

Com a retomada do território pelo estado, a secretária de segurança (segundo eles) cobra as outras secretarias para implantação de políticas sociais e de lazer, para realocar a força de trabalho que perdeu o emprego quando a presença de tráfico ostensivo termina. Porque a UPP não tem o objetivo de acabar com o tráfico – ela quer, sim, acabar com o domínio territorial das facções sobre a comunidade.

Mas há alguns líderes que, é claro, não veem vantagem em permanecer no morro e deixar o crime, seja porque ganham mais no tráfico ou por curtirem essa vida mesmo (nada contra). Estes fogem para outras comunidades ou complexos dominados pela mesma facção. Uma hora, essa panela de pressão explodiria – essa hora chegou.

Acontece que essa panela de pressão é formada, em maioria, por garotos entre 16 e 20 e poucos anos, muito bem armados mas pouco treinados e sem ideologia. Gostam de ostentar o armamento e o ‘luxo’, representado por correntes de ouro e tênis importados. Estão assustados com a perda daquilo que era a fonte de grana deles: fazer os moradores reféns. Esse susto, a princípio, parece tê-los unido – mais um ‘já que estamos na merda, estamos na merda juntos’, mas ainda assim, sem um objetivo comum específico além do ‘vamo pegar nas armas e revidar’.

E nesse momento específico existem interesses muito maiores do que eles por trás. Interesses de bandidos mais perigosos que Elias Maluco e Marcinho VP, gente de gravata, que precisa garantir que o Rio seja (ou pareça) seguro porque Copa e Olimpíadas vêm aí. Não vai sobrar pedra sobre pedra desses garotos que estão impedindo isso – eles vão todos pra vala. Quando a gente vir as imagens, vão parecer todos iguais. Pretos, pobres, armados. E todo mundo vai dizer – ‘bem feito, é bandido’. Só as mães deles vão saber diferenciar um dos outros, no fim disso.


Observe este policial excêntrico. Judeu ortodoxo? Discípulo de Raul? Gaúcho garimpeiro loco? Talvez nunca saibamos

O lance é que, apesar de ser contra a morte (é isso aí: por mim, ninguém mais morria. No mundo. Isso tudo faz parte da minha nova fase zen, e ainda resolveria a falta de cemitérios, por exemplo – daqui um tempo, não teremos espaço pra enterrar tanta gente) eu me vejo bastante escrota quando penso que, a partir do momento que você é um criminoso no Rio de Janeiro e está em combate aberto com uma polícia notoriamente melhor armada, melhor treinada e mais numerosa do que seu grupo, em que lhe foi dada a chance de se render (isso está rolando – muitos já se entregaram) e em que a sociedade inteira parece aprovar sua execução sumária, se você CONTINUA trocando tiros com a polícia, eu penso que você está assumindo um risco bem claro. E que se algo te acontecer, bem, você sabia que isso poderia acontecer.


Esse é um dos que já se entregaram – chama Mister M, é braço direito do chefe do tráfico no Morro do Alemão segundo a polícia, segurava uma bandeira com a palavra PAZ quando foi preso e, como você pode ver, parece muito mais simpático do que muito vizinho meu

A polícia vai invadir o Alemão a qualquer momento. Além do sangue dos criminosos, pode ter certeza que muita gente inocente já morreu e vai morrer no confronto. E eu peço que você pense nisso quando se sinta inclinado a pensar, assim como eu, que a polícia deve mesmo invadir a parada e atirar, porque é o que resta fazer, porque é o preço a se pagar.

É um sacrifício que a gente, a classe média, aceita, porque não envolve matar com bala perdida ou executar sumariamente ninguém que a gente conhece. Um confronto direto desse poderia ter sido evitado com trabalho de inteligência da polícia durante a implantação das UPPs e a evasão dos criminosos pra outros complexos, e o nosso papel seria cobrar isso, e não apoiar que o BOPE saia distribuindo bala. Por mais emocionante que isso pareça para algumas pessoas, gostaria de lembrá-las que quando você liga a TV lá na Globo News, aquilo – apesar de parecer – não é Tropa de Elite: é gente de verdade morrendo.


Trem bala? O RIO JÁ TÁ CHEIO DELES RISOS

Esses enfrentamentos VÃO ACONTECER DE NOVO E DE NOVO, já que o estado vai continuar pacificando as favelas com as UPPs (e olha, eu não sou nada contra as UPPs, pelo contrário). Imagina quanta gente inocente vai morrer com tiro até lá? Quanta gente vai sofrer a humilhação de ter que esvaziar a bolsa pra ir pra casa, gente que vai ter que abaixar quando ouvir barulho de tiro?

Eu penso que, no fim disso – lá na frente, com esses meninos todos no caixão, as comunidades pacificadas, as guerras travadas e ‘vencidas’ pelo estado, o crime no Rio vai se tornar muito, muito parecido com o crime em São Paulo: controlado por uma única e grande facção criminosa que acaba se tornando uma grande empresa do crime, que age por debaixo dos panos mas que é praticamente onipresente. Me diga você: isso é bom?

No meio do caos, umas coisas legais de se ver: o @CasodePolicia, do jornal Extra, do RJ, tem feito um trabalho legal esclarecendo o que é boato e o que é verdade sobre arrastões e incêndios e realiza twittcams periódicas com informações de repórteres direto DO FRONT. Há também garotos que moram no Complexo do Alemão usando o Twitter pra informar a galera em tempo real do que está realmente acontecendo lá dentro. Tem o @igorcomunidade e o @Rene_Silva_RJ, que desde os 11 anos publica um jornal lá, o chamado www.vozdacomunidade.com.br, @vozdacomunidade. Eles ajudam a dissipar boatos e manter moradores e gente de fora atualizados. E tem gente que diz que precisa de diploma pra fazer jornalismo…


Já pedindo perdão pelo clichê, espero que ele continue lindo <3

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Um belo presente de Natal e como ficar invisível

Eu, como tô meio sem grana, já decidi o presente de Natal que vou dar pras pessoas próximas: a capa da invisibilidade do Harry Potter.


Olha ela aí


A descrição da oferta IMPERDÍVEL

Claro que o valor que esse vendedor está pedindo é um absurdo; dá pra encontrar umas coisas genéricas bem mais baratas lá na Santa Ifigênia – é o que eu vou fazer, aliás. Outra alternativa pra ficar invisível gastando pouco ou quase nada é um feitiço do livro de São Cipriano pra ficar invisível; minha vó jura que nos tempos de juventude dela um rapaz que era procurado pela polícia executou a parada e não era encontrado de jeito nenhum.

Mas eu fui dar uma olhada e quero ver neguinho conseguir fazer o feitiço: envolve matar um gato preto e enterrar ele sob determinada fase da lua, e tirar um osso, e COLOCAR O OSSO NA BOCA (entre outras coisas). Toda vez que você colocar o osso na boca, ficará invisível (o osso também, RISOS). E faz sentido: se você está colocando na boca um osso de gato, é importante que ninguém esteja te vendo. O lance é que, se não funcionar, São Cipriano pode ser considerado o maior troll da história.

Outra possibilidade mais acessível está disponível no site http://www.thesecretofinvisibility.com/. Por cerca de 25 doletas, você recebe um e-book com o segredo para ficar invisível, e ainda ganha de brinde o livro com as dicas para controlar animais e reviver bichos mortos (uma pechincha, né). Tem até relatos de usuários satisfeitos com o produto – sem fotos, é claro. HEH

Aguarde, porque eu vou comprar essa parada pra fazer um teste. Assim, quem sabe, posso voltar ao cinema e assistir – dessa vez de graça – Harry Potter and the Deatlhy Hallows PARTE I, que eu vi na quinta-feira a noite, na primeira sessão, como é de costume. Todos os anos eu acabo comprando ingresso pra estreia e vou com os amigos que, como eu, leem Harry Potter desde que tinham 11 anos e blá blá blá. Você já deve ter lido sobre essas pessoas estranhas; eu sou uma delas.


São elas que colam essas coisas nas paredes dos shopping antes da estreia do filme

Bem, o filme é o melhor de todos os 7 já lançados até agora. E é importante que você saiba que eu estou dizendo isso porque sou uma fã que veio dos livros; do contrário, eu provavelmente acharia que ele desperdiça uns 40 minutos mostrando a jornada de Harry, Rony e Hermione num momento em que virtualmente nada acontece. O lance é que no livro é exatamente assim: tem um longo período em que, hum, nada acontece. E o que é engraçado é que isso fica muito claro pro leitor e é tão real que o Rony se irrita e deixa o grupo justamente porque nada acontece. E não venha me falar de spoiler; isso está em um livro que foi lançado em 2007, eu acho que posso falar três anos depois.

É o mais fiel aos livros, e isso se justifica pela divisão em duas partes: no fim, terão sido umas seis horas de filme, e ainda que muita coisa fique de fora, o essencial para o fã estava lá. E eu achei uma boa maneira de deixar satisfeito aquela pessoa que é a única que, nesses tantos anos, se dispôs a comprar o ingresso para a estreia, ir fantasiado (BRINKS amicos) e a coisa toda. A GENTE MERECE!

E por último: não leve seu filho de 3 anos pra assistir! Ele pode gostar de Harry Potter, mas a primeira ou segunda cena mostra uma mulher ensanguentada presa de cabeça pra baixo sobre uma mesa cheia de caras maus, muito maus, que depois de rirem dela, matam-na com uma maldição imperdoável (é, o Avada). E isso não é material pra crianças, é coisa séria. Harry Potter não é bagunça.

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Planeta Terra Parte II – Cai a noite

Cai a noite no Playcenter e a coisa esquenta loucamente. Meu joelho diz “não” e eu digo “sim”. Tá complicado.

A superprodução (nem foi tão super assim vai, mas até agora foi das mais legais que vi) do Mika, com direito a balão inflável em formato de salto alto e banner gigante, foi demais!

Muita gente pulando e cantando junto. Uma cena bizarra que vou guardar na memória foi ver um cara todo tatuado tipo fã de Metalica cantando alegremente “We are not what you think we are, WE ARE GOLDEN!”. Estranho.

Mika e seu Billy Brown

O pouco que vi do Passion Pit foi emocionante. Essa era uma das bandas que eu mais queria assistir e infelizmente tive que abandonar o show bem antes do fim pra poder assistir Phoenix.

Make Light

Minha alegria em Moth’s Wings

O que falar do Phoenix? Começou explodindo com Liztomania e continuou o show lindamente.
Dizem que o Thomas Mars mergulhou na galera (se segurou na grua e deu um jump no meio do povão) durante 1901, porém, novamente, estava eu mudando de palco para ver Hot Chip e perdi.

Thomas Mars me fazendo chorar

23h00 e a platéia do palco indie vira uma pista de dança. É o Hot Chip e cia. limitada que vêm chegando.

Os ‘tiozinhos’ do Hot Chip

Em 10 minutos começa Empire Of The Sun. FUI.

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O Planeta Terra até então

O que rolou (ou melhor,  o que eu vi rolar) nas primeiras horas de Planeta Terra.

Style:

Gente com cola na mão pra não perder nada:

Os gaaaatos do Holger:

Of Montreal performático:

Eu pagando uma leve pizza suvacal no Of Montreal:

Agora estou me preparando psico e fisicamente para pular horrores no Mika e Passion Pit.

Let’s go!

PS: Não fiz a Aretuza nem na montanha russa nem no Evolution. BOA!

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Cá estamos

“Chééguei, estou no paraíso! Que abundância merrrmão!” (créditos: É o Tchan)

Abundância de camisas xadrez, bottons, raybans wayfarer multicoloridos, camisetas de bandas e estilo, muito estilo. Esse é o cenário do Planeta Terra Festival 2010.

O caminho pro Playcenter foi tranquilíssimo. Peguei um ônibus especial na estação do metrô Barra Funda (por R$2,00) que me deixou na porta do evento. O ônibus estará a disposição até as 7h00 de domingo (21), facilitando o ir e vir da galera.

Uma notícia para quem está sem ingresso:  Cambistas são coisa rara por aqui. A polícia está fazendo seu papel e tirando os caras do caminho. Eles, como sempre, encontraram uma alternativa e estão vendendo os ingressos longe dos portões, nos bares ao redor do Playcenter.  Se você estiver preparado para gastar (eles não pedem menos de R$250,00 por ingresso), venha!

Agora quem vai sou eu. Virar de ponta cabeça no Evolution enquanto aguardo o Holger, que sobe ao palco 18h30, parece uma boa.

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Uma intrusa no ninho

Apresentações são sempre meio bizarras, mas necessárias, então vamos lá.
Eu sou Camile Liguori (@camile_liguori), jornalista, com quase 23 anos, trabalho com moda, esportes e mídias sociais (não exatamente nessa ordem) e estou adentrando pela primeira vez um ambiente totalmente desconhecido, porém nada hostil.

Pra chegar até aqui passei por uma seleção e derrotei 558 candidatos. Fiz uma prova e respondi questões sobre física quântica, indie pop britâncio, química e rock&roll anos 00.
Pra que tudo isso?
Oras… Pra ter a oportunidade de cobrir o sen-sa-cional Planeta Terra Festival 2010 para o in-crí-vel Olhômetro (juro que não sou puxa saco!).

A bem da verdade é que estou mais ansiosa do que nunca pra sábado (20). Essa é a terceira edição do festival que participo e nunca tinha ficado tão empolgada com o line-up como dessa vez.

Talvez tenham faltado alguns nomes mais mainstream dentro das escolhas para o palco principal, mas nem assim consigo reclamar. Poder assistir a essa penca de bandas indies de uma só vez é algo único e (antes) inimaginável no Brasil.

Escolher as bandas não será tarefa fácil. Tenho algumas prioridades, mas não quero influenciar ninguém (não?). Por isso, confiram os horários e decidam-se sozinhos!

Sonora Main Stage

16h – Mombojó
17h30 – Novos Paulistas
19h – Of Montreal
20h30 – Mika
22h – Phoenix
23h30 – Pavement
1h30 – Smashing Pumpkins

Gillette Hands Up o/ Indie Stage

16h – República
17h – Hurtmold
18h30 – Holger
20h – Yeasayer
21h30 – Passion Pit
23h – Hot Chip
0h40 – Empire of the Sun
2h – Girl Talk

Amanhã estarei twittando (na medida do possível), escrevendo e fotografando e colocarei tudo no ar aqui no Olhômetro. Por isso, acompanhem!

Pra matar as saudades da edição de 2009 e aumentar a ansiedade pra amanhã, deixo umas fotos pessoais do que assisti no ano passado.


Maximo Park applying some pressure!


The Ting Tings fazendo a platéia pular


Metronomy  exquisitões

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Planeta Terra 2010: ganhe um ingresso!

Não sei se você sabe. De qualquer forma, vai saber agora. Eu criei esse blog, no longínquo ano de 2007, com a intenção de que ele fosse um semanário musical. Fui inspirada pelo Festival Planeta Terra, que aconteceria tipo no mês seguinte e inspirou uma cobertura gigante aqui.

Queria ter um espaço pra falar do festival e, quem sabe, um dia me tornar um blog relevante o suficiente pra ganhar ingressos pra ir nos shows que gosto. No ano seguinte, eu fui convidada pra ser um dos blogs embaixados do Planeta Terra. E assim foram nos anos seguintes. Inclusive na edição desse ano. MISSION: ACOMPLISHED

É verdade: em 2010, esse festival tá indie demais. Mas tem Smashing Pumpkins e Pavement pra quem não curte essas coisas novas. E, pra quem curte, aí é imperdível mesmo: Of Montreal, Phoenix, Hot Chip e Empire of the Sun.

Beleza, os ingressos acabaram, MAS nós estamos sorteando um. É sorteio, não é concurso cultural nem nada.

É assim: basta preencher os comentários com seu nome, e-mail, @ no Twitter e a banda que você quer assistir no Terra até amanhã, sexta, às 14h. E precisa me seguir no Twitter. Não, sério – não reclama. Eu podia pedir pra você TWITTAR a promoção.

EDITADO: A vencedora foi a @biapoiani:

O resultado será divulgado na sexta, 19 de novembro, as 15h. E só participará do sorteio quem se encaixar em todos os critérios. O ingresso deverá ser retirado em mãos comigo até sábado, as 13h. Combinaremos o melhor jeito de fazer isso uma vez que eu souber quem é o grande vencedor.

Enquanto isso, vou te dando umas ideias do que EU quero ver no Playcenter:

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Você conhece o El Paso!?

Pra começar, eu não usei uma exclamação precedendo uma interrogação no intuito de dar essa peculiar entonação pra frase. É que El Paso! é o nome da banda, e já vem escrito assim, com exclamação.

Esse é um publieditorial pago com muito amor, risadas, parceria, caronas, rollets legais e o diabo. O El Paso! é uma banda formada por alguns dos meus melhores amigos. Eu tenho várias bandas de amigos, mas o El Paso! é minha preferida.

Só que justamente por ser uma banda composta de grandes amigos meus e tal, eu me sinto meio suspeita pra opinar. Resolvi compartilhar com uma audiência SELETA, BEM SELECIONADA, DE BOM GOSTO, FORMADORA DE OPINIÃO, para que ela mesma pudesse dar seus pitacos sobre o El Paso!

Ouçam a música. Eu estava lá quando eles gravaram o clipe. Foi na casa do vocalista, na sala, como vocês podem ver. Totalmente caseira a parada, mas contamos com o advento de alguém chamado MANO NENÊ, o homem por trás da MONDOCÃO PRODUÇÕES.

Gostaria que me dessem opiniões abalizadas e críticas construtivas, direto nos comentários. Aos que se interessarem muito, tem mais coisas deles no MySpace.

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