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Arquivo: Antena

Planeta Terra Parte II – Cai a noite

Cai a noite no Playcenter e a coisa esquenta loucamente. Meu joelho diz “não” e eu digo “sim”. Tá complicado.

A superprodução (nem foi tão super assim vai, mas até agora foi das mais legais que vi) do Mika, com direito a balão inflável em formato de salto alto e banner gigante, foi demais!

Muita gente pulando e cantando junto. Uma cena bizarra que vou guardar na memória foi ver um cara todo tatuado tipo fã de Metalica cantando alegremente “We are not what you think we are, WE ARE GOLDEN!”. Estranho.

Mika e seu Billy Brown

O pouco que vi do Passion Pit foi emocionante. Essa era uma das bandas que eu mais queria assistir e infelizmente tive que abandonar o show bem antes do fim pra poder assistir Phoenix.

Make Light

Minha alegria em Moth’s Wings

O que falar do Phoenix? Começou explodindo com Liztomania e continuou o show lindamente.
Dizem que o Thomas Mars mergulhou na galera (se segurou na grua e deu um jump no meio do povão) durante 1901, porém, novamente, estava eu mudando de palco para ver Hot Chip e perdi.

Thomas Mars me fazendo chorar

23h00 e a platéia do palco indie vira uma pista de dança. É o Hot Chip e cia. limitada que vêm chegando.

Os ‘tiozinhos’ do Hot Chip

Em 10 minutos começa Empire Of The Sun. FUI.

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O que o caso Mayara Petruso nos ensina sobre o ódio

Você soube da Mayara?
Tô um pouco atrasada na pauta. Nesses tempos de Twitter, tudo o que rolou há mais de 20 horas é old, né? Mas o tópico Mayara entra na categoria ‘old, but gold’.

A Mayara Petruso é uma estudante de Direito paulista que, depois da eleição da presidenta Dilma, há duas semanas, mandou no Twitter umas pérolas acerca de todo mundo que nasce pra cima de, digamos, Minas Gerais (a.k.a. nordestinos). A saber:

Daí toda a INTERNETZ não perdeu tempo em, obviamente, fazer da vida da menina um inferno. Ela apagou os perfis em redes sociais, foi demitida do trabalho, nem o pai (pobre pai) sabe onde a garota tá. Ela sumiu. Foi recomeçar a vida em, sei lá, em Corguinho, junto com a galera super tolerante do Projeto Portal.

O que eu ainda estou tentando entender é como tanta gente perdeu tanto tempo e energia dando atenção a declarações de estupidez óbvia de uma menina que é… uma estudante de Direito. Só isso. Ela não é ganhadora de um Nobel, ela não é atriz da novela, gente. Não é, sei lá, Ministra da Inclusão Social. E nada contra os estudantes de Direito, heim. Amo todos S2

As pessoas, no geral, são estúpidas, tacanhas. Se você ainda não entendeu isso, sugiro que abra a página de comentários de qualquer site – pode ser até um post polêmico desse blog – e leia os comentários. Você não se assustará mais com a existência de gente como a Mayara, que não percebe ou não admite, mas odeia o presidente porque ele é pobre e nordestino. Se teve até quem, depois da eleição de Dilma, desejasse a volta do linfoma dela, que tipo de fé a gente pode ter na humanidade?

Eu li algumas das reações contra e a favor da Mayara, coisas tão ou mais horríveis do que ela escreveu. O episódio serve pra que a gente possa ver quem de nós é capaz de barrar a corrente de ódio. Porque uma pessoa fala uma merda dessa, então você passa a odiá-la por isso. E aí pronto – ela ganhou. É tipo com os trolls. Não os alimente.

É, eu sei, teve um homem que disse a mesma coisa há dois mil anos. Mas onde quero chegar é que, infelizmente, todo mundo que crucifica a menina está ao lado dela na capacidade de odiar, de espalhar o ódio. E isso é muito ruim.


“E Jesus disse: ‘não darás do pão e do vinho aos trolls, pois feito isso, a eles darás a vitória’”.

Recebi uns e-mails essa semana de alguns leitores me pedindo pra denunciar um site horrível, provavelmente uma das maiores coleções de merda que já li na vida. É uma espécie de manifesto neonacionalista com uns conceitos meio bizarros – super conservador, mas ateu, a favor de esteróides e do culto à aparência, a favor da segregação étnica e de gênero. Claramente foi escrito por uns 2 ou 3 moleques babacas, de uns 20 e poucos anos, bem instruídos pelo nível do texto, mas muito, muito burros. Era tão absurdo que parecia a maior trollagem do século.

Mas aí me pediram pra denunciar e eu pensei: “puta merda. Eu não vou fazer um post sobre isso, não vou alimentá-los.” A parada ia espalhar feito pólvora, eu ia ganhar um monte de views, e com certeza o site seria tirado do ar rapidamente, porque tá cheio de crime ali. Inclusive tá fora do ar agora, denúncias ao MP não devem ter faltado.

Eu não fiz o post porque tinha tanto lixo ali, tanto lixo, que aquilo era capaz de deixar pessoas normais – eu – cheias de ódio contra tanta imbecilidade. Chegou a passar pela minha cabeça que pessoas como aquelas que escreveram e tentam espalhar conceitos como aqueles não merecem o direito de viver. Denunciar os autores causaria uma cruzada contra eles (cuja identidade seria, cedo ou tarde, revelada por alguns desses detetives virtuais ociosos), uma corrente de ódio muito maior do que aquela que eles estavam tentando causar.

Uma vez que aqueles textos transformam uma pessoa em alguém cheia de ódio, seja lá qual tipo de ódio for, eles atingiram o objetivo. É MUITO FÁCIL odiar a Mayara, os babacas do Movimento República por São Paulo, os responsáveis por esse site que eu mencionei.

Difícil é não odiar. E é só não odiando que é possível contra-atacar efetivamente esse tipo de coisa.

Em homenagem a essa minha vibe tão Família Restart S2, fiquem com essa pérola do rock colorido, a grande manifestação musical jovem cheia de mensagens de paz e amor e esperança. Ah, agora em español.

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BARRIGADA

Eu não sei do que é esse comercial, não me perguntem.


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Canção para o estuprador

O Autotune The News é um site que pega vídeos noticiosos, tirados de jornais gringos, e mete-lhes o Autotune. O Autotune, aos que não sabem, é um programa que o Sean Kingston e o Akon e o Kanye West curtem muito, mas que curtem também praticamente todos os artistas de hoje em dia. Ele serve para afinar um trecho desafinado, mas basicamente, pode musicar qualquer trecho falado e transformá-lo em qualquer melodia.

Assim fizeram as versões musicadas do Double Rainbow, Oh My God.

Mas a melhor versão do Autotune The News é recente. O vídeo que deu origem à música é esse:

É que, como você já notou, apesar de ser uma notícia série, é impossível levar a parada a sério uma vez que o irmão da menina atacada aparece. Ele me lembra alguém, inclusive:

JAZZY!!!

Transformada em música, o episódio do estuprador louco ganha uma outra dimensão (e o nome genial de The Rapist Song):

Habilite as legendas e cante junto. Ouça uma, duas, três vezes. Hoje eu cantei no banho, palminhas no segundo refrão. Ou fique com uma versão mais étnica (na boa, o YouTube tem centenas de covers, já, é só fuçar):

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Tá tudo bem agora*

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Reconhecer padrões é uma habilidade que já foi fundamental para a sobrevivência da raça humana. Precisamos nascer com a capacidade de reconhecer rostos, simplesmente para que possamos distinguir entre os seres que são nossos pais e as que não são.
Na medida em que a gente se perde cada vez mais no meio de posts e tweets, há outro tipo de reconhecimento de padrão que deve se tornar valioso. É a habilidade de enxergar modelos em meio a milhões de dados e tirar daí uma conclusão sobre as pessoas que produzem esses bits. Quem são, o que fazem, como se sentem, que lanche pedem quando vão ao McDonald’s?
Sep Kamvar e Jonathan Harris sabem do enorme potencial monetário de um mecanismo que possa medir esses detalhes. Mas foi sem essa intenção que projetaram o We Feel Fine, um grande banco de dados que mostra como a rede se sente a cada dia, a cada hora. De acordo com Sep, o We Feel Fine funciona muito bem para entender o comportamento do público também como consumidor ou eleitor, e “é muito mais barato do que fazer pesquisas na rua”.

O sistema varre a web – blogs e Flickrs – em busca de frases que comecem por “I feel”(“eu me sinto” em inglês). Cada sentimento vem associado ao sexo de quem o reportou, ao lugar de onde o post foi escrito, à previsão do tempo naquele lugar, à idade do autor e à data do post. Coletando variáveis tão específicas, o We Feel Fine se torna um termômetro de como a internet se sente. E o sentimento da internet pode não ser o sentimento do mundo, mas é o mais próximo que já chegamos de medir algo assim.
“Observamos que as pessoas são mais parecidas do que diferentes, emocionalmente. Mas também observamos que as pessoas tendem a serem mais felizes quando ficam mais velhas, que as mulheres expressam tristeza mais frequentemente que os homens, e que o Natal desperta amor e solidão. Há muita observações nessa linha”, relatou Sep sobre algumas das conclusões a que ele e Jonathan chegaram com o projeto.

É possível, por exemplo, sondar como se sentem as afegãs de 20 anos quando chove. Ou então, filtre direto pelo sentimento: quantas pessoas se sentem, começando pela letras A, abstratas, anormais, absurdas?
A interface visual do site oferece uma navegação que aproxima o visitante de um mundo pulsante, cheio de gente dizendo, pensando e sentindo coisas. Cada sentimento é representado por uma bolinha, que varia de cor e tamanho de acordo com as características do sentimento que ela representa – cores mais escuras para sentimentos sombrios, cores mais claras para sentimentos alegres. Como o We Feel Fine coleta cerca de 15 mil novos sentimentos por dia, dá para dizer que o resultado – uma tela multicolorida em fundo preto, as bolinhas dançando caoticamente – é de fato uma representação artística do humor do mundo em determinado momento.

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“O projeto nos fez ver que as pessoas são muito mais parecidas do que diferentes, emocionalmente”
Sep Kamvar, co-criador do We Feel Fine

Os resultados deste estudo se tornaram livro. We Feel Fine: An Almanac of Human Emotions foi lançado em novembro de 2009 e reúne em infográficos e textos tudo o que Sep e Jonathan descobriram sobre os padrões do temperamento humano apenas catalogando posts de blogs. Foram mais de 12 milhões de sentimentos pinçados durante mais de três anos de blogs na internet.
O livro começa com uma citação de uma blogueira norte-americana: “Eu tenho um problema     que tenho certeza que muitos outros blogueiros enfrentam: me sinto à vontade para compartilhar detalhes íntimos sobre minhas emoções com os estranhos que conheço online, mas tímida para expressar meus verdadeiros sentimentos para qualquer um que eu conheça na vida real”. E é do conforto proporcionado pela tela que o We Feel Fine se alimenta. Nunca a humanidade esteve tão confortável para dizer o que sente, mas mais do que isso, nunca antes nós registramos tudo o que sentíamos da maneira como fazemos hoje.
Entender os sentimentos do mundo pode ser um caminho para entender melhor o ser humano também do ponto de vista científico. O trabalho de Sep e Jonathan foi o ponto de partida para dois cientistas de Vermont que criaram um medidor de felicidade em 2009. O ‘Hedometer’ usou os dados agregados pelo We Feel Fine, mas também analisou tweets para, em 2009, calcular o nível geral de felicidade no mundo para cada dia usando um banco de dados de 10 milhões de frases. Eles descobriram que os dias de mais felicidade são, sem nenhuma surpresa, os fins de semana e feriados. A eleição de Barack Obama foi responsável por um dos dias mais alegres dos últimos anos, enquanto a morte de Michael Jackson causou uma notável queda da felicidade.

E o estudo científico não é a única tentativa, além do We Feel Fine, de rastrear os sentimentos da humanidade usando a internet. O Facebook já tentou fazer isso, e há outros sites que querem entender o quão felizes ou tristes as pessoas estão.
Jonathan Harris, o principal idealizador do We Feel Fine, é um especialista em coletar dados e interpretá-los de maneira a entender o comportamento humano. Em seu site, Number27.org, ele diz que seus projetos “reimaginam como nos relacionamos às nossas máquinas e uns com os outros”. Assim como o We Feel Fine, todos seus trabalhos envolvem arte de alguma maneira. São mosaicos, colagens e exposição fotográficas que, na maioria, usam dados produzidos por humanos que depois são coletados e organizados por máquinas.

Como é

  1. ‘I feel’… O algoritmo do site varre a web atrás de posts e fotos com a frase ‘I feel…’ e registra esses textos
  2. Quem sente o que. O mesmo algoritmo coleta as palavras que vêm depois do
    ‘I feel’, a localização dos textos, a previsão do tempo, a data e o sexo do autor
  3. Interpretação. A interface gráfica é gerada por um aplicativo java, e os valores definem cores e tamanhos

* Publiquei essa matéria na edição do Link desta segunda**, 26 de abril, que aliás foi também meu aniversário.

** Veja a edição completa aqui.

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Sobre retuítar elogios

Imagine uma pessoa que, quando está perto de você, fique te contando sobre os elogios que outras pessoas fizeram pra ela. Alguém que passasse a maior parte do tempo dizendo que fulano a acha legal, que cicrano gosta muito dela, que beltrano elogiou o trabalho dela.

Imagina ainda que você nem conhece essas pessoas que ficaram elogiando essa pessoa que você conhece.

Imaginou? Constrangedor, né?

É exatamente assim que as pessoas se sentem quando você retuíta um elogio que fizeram pra você, amigo. Elas se sentem constrangidas. Primeiro, porque ela não conhece quem você está retuitando; logo, tanto faz o que essas pessoas acham de você. Em segundo porque quando você faz algo assim ninguém realmente lê os elogios e acredita neles. Tudo que a gente vê é ‘oh meu deus. que carência’.

Só tem uma coisa mais bizarra que gente que retuíta elogio: gente que retuíta qualquer coisa que digam sobre ela. Vide @geisyarruda.

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Qual sua desculpa pra ver Big Brother?

(Clique para ampliar)

Geralmente, minha desculpa é a primeira. A sua, qual é?

A verdade é que eu realmente acredito nessa desculpa – na realidade, aprendi umas coisas sobre Big Brother acompanhando Big Brother.

A primeira é que o programa só é uma merda se você pegar do meio. Ligar a TV um dia e tentar ver é constrangedor. Mas ele faz muito sentido se você pegar as nuances do começo, a maneira como as pessoas começam a se relacionar, as cartas que elas jogam… essas coisas. Daí, obviamente, vicia. Quer acompanhar até o final.

A segunda é que Big Brother é mais ou menos como novela: você não precisa assistir todo dia pra sacar o que está acontecendo. Até porque o pessoal do Twitter se encarrega de te manter informado. Eu mesma só assisto alguns trechos pelo YouTube, porque na hora em que o programa passa eu ainda não cheguei do trabalho. E tipo, estou aqui defendendo meu direito de acompanhar BBB, mas se um dia eu vier defender o meu direito de ASSINAR UM PAYPERVIEW 24 HORAS DE ALGO ASSIM, favor checar se sou eu mesma. Grata.

Enfim. A terceira coisa que eu descobriu é que o Bial é quase motivo suficiente pra pessoa desligar a TV de vergonha alheia. Se parte do constrangimento é causado pela galera UHU-I’VE-GOT-A-FEELING, o Bial com seus poemas bisonhos, os comentários esquisitos e ocasionais chiliques constrange ainda mais.

A quarta coisa que aprendi é que… que eu não estou aqui para fazer amigos. Isso é um jogo. Estou aqui pelo 1 milhão e meio de reais.

A quinta: é engraçado. É engraçado ver como gente supostamente madura se reduz a discussões de gente de 12 anos (tipo “SEU BOBO” “BOBO É VOCÊ” sendo repetido durante minutos, aos berros), como uma menina briga com a outra para manter em segredo o fato de que ela PEIDA, ou como uma pessoa sai e diz que AQUILO ALI É VIDA, BIG BROTHER É COMO A VIDA REAL.

Por fim, nossa maior angústia é quando o telefone toca.

Claro. Porque eu e você passamos o dia inteiro na piscina, malhando, contando estalecas. E a noite nos produzimos pra nossa festa temática.

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O horror, o horror

Entre as muitas desgraças que a gente vê por aí, essa é uma das únicas que me faz ter vergonha de tudo em mim. Me faz ter vergonha do Brasil, do mundo e da raça humana. Me faz ter vontade de sumir do planeta.

E eu não estou falando do assassinato da menina. Eu tô falando das reações das pessoas; dos que vão na frente do fórum para exigir ‘justiça’, mas que agridem quem pede por equilíbrio no julgamento ou perdão dos acusados. Dos estudantes de direito que ‘querem ver o caso mais de perto’. Dos que agridem os advogados de defesa do casal. Dos curiosos, dos que dormem na fila pra ver o julgamento, dos que vem de outros estados.

Como alguém disse no Twitter, tem criança VIVA precisando de toda essa dedicação. Que tal ocupar esse tempo livre dedicando algumas horas de trabalho voluntário a uma creche na periferia?

Todo mundo sabe que quando esse julgamento começou, os dois já estavam julgados. Acontece que o povo confunde justiça com vingança, sei lá. E toma pra si uma dor que não existe, toma pra si o direito de julgar o outro como se nunca tivesse feito merda nenhuma. Fulano vai lá, xinga o outro no carro, atropela e foge, empurra os outros no trem, burla sistema de impostos, chuta um mendigo na rua, ignora quando vê uma criança carente, não vota em gente que preste, não respeita os outros nem a si mesmo. Mas vai lá e se acha no direito de julgar alguém.

Tem até, porra, tem até mulheres se dizendo APAIXONADAS pelo promotor Cembranelli.

Olha, em bom português, do fundo do meu coração, para todas as pessoas que se encaixam nas categorias listadas alguns parágrafos acima: VÃO ARRUMAR ALGO PRA FAZER. PELO AMOR DE DEUS. Vão trabalhar, vão ler pra ver se entra algo nesses espaços ocos que vocês chamam de cabeça, vão cuidar dos filhos de vocês para que eles não caiam da janela, vão cozinhar, vão votar no BBB. Vocês são a CABEÇA VAZIA do CORPO que é a SOCIEDADE.

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Duvido você conseguir ouvir só uma vez

Pira na letra:

Look at my horse,
my horse is amazing
Give it a lick
Hmm, It tastes just like raisins

I have a stroke of it’s mane
It turns into a plane
And then it turns back again
When you tug on it’s winky
Ohh that’s dirty

Do you think think so?
Well I’d better not show you
where the lemonade is made
Sweet lemonade
Mmm sweet lemonade
Sweet lemonade
Yeah sweet lemonade

Get on my horse
I’ll take you round the universe
And all the other places too

I think you’ll find that the universe
pretty much covers everything
Shut up woman get on my horse!

E a música ainda é boa. Puta merda. Tem outras – essa aqui embaixo não é tão boa, mas também é interessante:


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Weezer e os covers

Sempre tive um fraco por covers. Quanto mais inusitado, melhor. A primeira vez que gostei de uma música dos Backstreet Boys foi por causa de um cover punk de I Want It That Way, e era de alguma banda famosa – tipo New Found Glory.

Hoje em dia prefiro a versão dos Backstreet Boys mesmo. E no caso do Weezer as duas ficaram boas, mas dou destaque pra Poker Face.

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