OEsquema

Arquivo: Brasil

O Planeta Terra até então

O que rolou (ou melhor,  o que eu vi rolar) nas primeiras horas de Planeta Terra.

Style:

Gente com cola na mão pra não perder nada:

Os gaaaatos do Holger:

Of Montreal performático:

Eu pagando uma leve pizza suvacal no Of Montreal:

Agora estou me preparando psico e fisicamente para pular horrores no Mika e Passion Pit.

Let’s go!

PS: Não fiz a Aretuza nem na montanha russa nem no Evolution. BOA!

4 Comentários

Cá estamos

“Chééguei, estou no paraíso! Que abundância merrrmão!” (créditos: É o Tchan)

Abundância de camisas xadrez, bottons, raybans wayfarer multicoloridos, camisetas de bandas e estilo, muito estilo. Esse é o cenário do Planeta Terra Festival 2010.

O caminho pro Playcenter foi tranquilíssimo. Peguei um ônibus especial na estação do metrô Barra Funda (por R$2,00) que me deixou na porta do evento. O ônibus estará a disposição até as 7h00 de domingo (21), facilitando o ir e vir da galera.

Uma notícia para quem está sem ingresso:  Cambistas são coisa rara por aqui. A polícia está fazendo seu papel e tirando os caras do caminho. Eles, como sempre, encontraram uma alternativa e estão vendendo os ingressos longe dos portões, nos bares ao redor do Playcenter.  Se você estiver preparado para gastar (eles não pedem menos de R$250,00 por ingresso), venha!

Agora quem vai sou eu. Virar de ponta cabeça no Evolution enquanto aguardo o Holger, que sobe ao palco 18h30, parece uma boa.

1 Comentário

Planeta Terra 2010: ganhe um ingresso!

Não sei se você sabe. De qualquer forma, vai saber agora. Eu criei esse blog, no longínquo ano de 2007, com a intenção de que ele fosse um semanário musical. Fui inspirada pelo Festival Planeta Terra, que aconteceria tipo no mês seguinte e inspirou uma cobertura gigante aqui.

Queria ter um espaço pra falar do festival e, quem sabe, um dia me tornar um blog relevante o suficiente pra ganhar ingressos pra ir nos shows que gosto. No ano seguinte, eu fui convidada pra ser um dos blogs embaixados do Planeta Terra. E assim foram nos anos seguintes. Inclusive na edição desse ano. MISSION: ACOMPLISHED

É verdade: em 2010, esse festival tá indie demais. Mas tem Smashing Pumpkins e Pavement pra quem não curte essas coisas novas. E, pra quem curte, aí é imperdível mesmo: Of Montreal, Phoenix, Hot Chip e Empire of the Sun.

Beleza, os ingressos acabaram, MAS nós estamos sorteando um. É sorteio, não é concurso cultural nem nada.

É assim: basta preencher os comentários com seu nome, e-mail, @ no Twitter e a banda que você quer assistir no Terra até amanhã, sexta, às 14h. E precisa me seguir no Twitter. Não, sério – não reclama. Eu podia pedir pra você TWITTAR a promoção.

EDITADO: A vencedora foi a @biapoiani:

O resultado será divulgado na sexta, 19 de novembro, as 15h. E só participará do sorteio quem se encaixar em todos os critérios. O ingresso deverá ser retirado em mãos comigo até sábado, as 13h. Combinaremos o melhor jeito de fazer isso uma vez que eu souber quem é o grande vencedor.

Enquanto isso, vou te dando umas ideias do que EU quero ver no Playcenter:

42 Comentários

O que o caso Mayara Petruso nos ensina sobre o ódio

Você soube da Mayara?
Tô um pouco atrasada na pauta. Nesses tempos de Twitter, tudo o que rolou há mais de 20 horas é old, né? Mas o tópico Mayara entra na categoria ‘old, but gold’.

A Mayara Petruso é uma estudante de Direito paulista que, depois da eleição da presidenta Dilma, há duas semanas, mandou no Twitter umas pérolas acerca de todo mundo que nasce pra cima de, digamos, Minas Gerais (a.k.a. nordestinos). A saber:

Daí toda a INTERNETZ não perdeu tempo em, obviamente, fazer da vida da menina um inferno. Ela apagou os perfis em redes sociais, foi demitida do trabalho, nem o pai (pobre pai) sabe onde a garota tá. Ela sumiu. Foi recomeçar a vida em, sei lá, em Corguinho, junto com a galera super tolerante do Projeto Portal.

O que eu ainda estou tentando entender é como tanta gente perdeu tanto tempo e energia dando atenção a declarações de estupidez óbvia de uma menina que é… uma estudante de Direito. Só isso. Ela não é ganhadora de um Nobel, ela não é atriz da novela, gente. Não é, sei lá, Ministra da Inclusão Social. E nada contra os estudantes de Direito, heim. Amo todos S2

As pessoas, no geral, são estúpidas, tacanhas. Se você ainda não entendeu isso, sugiro que abra a página de comentários de qualquer site – pode ser até um post polêmico desse blog – e leia os comentários. Você não se assustará mais com a existência de gente como a Mayara, que não percebe ou não admite, mas odeia o presidente porque ele é pobre e nordestino. Se teve até quem, depois da eleição de Dilma, desejasse a volta do linfoma dela, que tipo de fé a gente pode ter na humanidade?

Eu li algumas das reações contra e a favor da Mayara, coisas tão ou mais horríveis do que ela escreveu. O episódio serve pra que a gente possa ver quem de nós é capaz de barrar a corrente de ódio. Porque uma pessoa fala uma merda dessa, então você passa a odiá-la por isso. E aí pronto – ela ganhou. É tipo com os trolls. Não os alimente.

É, eu sei, teve um homem que disse a mesma coisa há dois mil anos. Mas onde quero chegar é que, infelizmente, todo mundo que crucifica a menina está ao lado dela na capacidade de odiar, de espalhar o ódio. E isso é muito ruim.


“E Jesus disse: ‘não darás do pão e do vinho aos trolls, pois feito isso, a eles darás a vitória’”.

Recebi uns e-mails essa semana de alguns leitores me pedindo pra denunciar um site horrível, provavelmente uma das maiores coleções de merda que já li na vida. É uma espécie de manifesto neonacionalista com uns conceitos meio bizarros – super conservador, mas ateu, a favor de esteróides e do culto à aparência, a favor da segregação étnica e de gênero. Claramente foi escrito por uns 2 ou 3 moleques babacas, de uns 20 e poucos anos, bem instruídos pelo nível do texto, mas muito, muito burros. Era tão absurdo que parecia a maior trollagem do século.

Mas aí me pediram pra denunciar e eu pensei: “puta merda. Eu não vou fazer um post sobre isso, não vou alimentá-los.” A parada ia espalhar feito pólvora, eu ia ganhar um monte de views, e com certeza o site seria tirado do ar rapidamente, porque tá cheio de crime ali. Inclusive tá fora do ar agora, denúncias ao MP não devem ter faltado.

Eu não fiz o post porque tinha tanto lixo ali, tanto lixo, que aquilo era capaz de deixar pessoas normais – eu – cheias de ódio contra tanta imbecilidade. Chegou a passar pela minha cabeça que pessoas como aquelas que escreveram e tentam espalhar conceitos como aqueles não merecem o direito de viver. Denunciar os autores causaria uma cruzada contra eles (cuja identidade seria, cedo ou tarde, revelada por alguns desses detetives virtuais ociosos), uma corrente de ódio muito maior do que aquela que eles estavam tentando causar.

Uma vez que aqueles textos transformam uma pessoa em alguém cheia de ódio, seja lá qual tipo de ódio for, eles atingiram o objetivo. É MUITO FÁCIL odiar a Mayara, os babacas do Movimento República por São Paulo, os responsáveis por esse site que eu mencionei.

Difícil é não odiar. E é só não odiando que é possível contra-atacar efetivamente esse tipo de coisa.

Em homenagem a essa minha vibe tão Família Restart S2, fiquem com essa pérola do rock colorido, a grande manifestação musical jovem cheia de mensagens de paz e amor e esperança. Ah, agora em español.

32 Comentários

Manifestando intimidade com taxistas e porteiros

Olá, Stepan Nercessian. Posso te cumprimentar? Só um beijo de despedida.

Sabe quando você, sem querer, acaba tratando como íntimo alguém que não é? Tipo quando o porteiro interfona pra dizer que chegou um Sedex e você agradece e emenda um ‘beijo, tchau!’?

(Peço licença para contar o causo que aconteceu com uma amiguinha de quarta série que eu nunca esqueci – a menina, eu nunca mais vi e nem lembro direito da cara, mas a história jamais me saiu da cabeça: ela tinha acabado de falar com a mãe pelo telefone e se despediu como a gente se despede de mãe, ‘beijo, te amo, tchau’. O porteiro interfonou pra dizer que a Capricho tinha chegado. Ela, é claro, repetiu: ‘Ok, obrigada. Te amo, tchau.’ HEH)

Bom. O que acontece comigo é que sempre que eu uso serviços de motorista, isso é, pego um taxi ou sou levada para casa pelos motoristas da empresa, quando eu vou descer do carro eu quase sempre quase (sim, ‘quase sempre quase’, mesmo) dou um beijo no rosto do cara, sabe? De despedida. É terrível, eu preciso sempre ficar me policiando pra não deixar todo esse carinho transbordante se manifestar com um desconhecido. Fica ainda mais forte o ímpeto se eu tiver passado a viagem inteira conversando com o tiozinho.

Alguém tem solução pra esse distúrbio social grave? Nem me venha dizer que é carência. No máximo, excesso de simpatia.

24 Comentários

O barraco de Sorocaba

Histórico de MSN é dessas coisas traiçoeiras da vida. Você dificilmente se lembrará dele até que precise de um trecho de alguma conversa, ou quando alguém chegar com um chumaço de papel impresso com os 5 anos de conversas suas com o seu amante, marido desse alguém, e der com o chumaço na sua orelha. Acontece.

Daí você vai querer ter frequentado aquele cursinho de informática na Bit Company que seu marido insistiu para que você fizesse. Lá, você aprenderia que era possível simplesmente não ter salvo as conversas, e agora o Brasil inteiro não estaria sabendo que você traiu seu marido com o marido da sua melhor amiga, seu compadre.

Mas é como eu disse, super comum. Incomum mesmo é intimar (/gíriademano) a amante do seu marido, socar a mulher e gravar em vídeo. Dizer pro G1 que seu objetivo era só deixar o vídeo exposto em sua página no Orkut e achar que tudo bem. Porque cuidado com o que você deseja, né?

O barraco de Sorocaba, como ficou conhecido o episódio, passou de problema de família em cidade pequena a assunto de interesse nacional. Virou Trending Topic no Twitter na segunda-feira à noite. A Vivian e a família dela certamente perderam o sono, muito mais do que já sabiam que perderiam no meio de tanta confusão. E estragaram qualquer chance de voltar a ter uma vida minimamente normal ao menos nos próximos meses – pra ela e pra todos os envolvidos.

É por isso que eu acho que quem reclama que a internet tira a nossa privacidade são as mesmas pessoas que colocam esses vídeos delas no Youtube e querem que eles fiquem restritos a um público selecionado. Não dá nem pra dizer que não tem como restringir o acesso, porque essa opção é bem explícita quando a gente sobe um vídeo no YouTube.

Outra coisa que o sucesso do barraco prova é que programas como o da Márcia Goldschimdt jamais sairão do ar. O que a gente curte mesmo é um barraco.

Mas dane-se essa doutrinação barata sobre o que é culturalmente enriquecedor no consumo de entretenimento e o que não é. O importante aqui: você é #teamvivian ou #teamjuliana?

Tenho certeza que essa imagem, que eu tirei lá da PIX, vai te ajudar a fazer um julgamento justo e equilibrado da situação.

19 Comentários

PÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓ

Eu acordei hoje as 10h30. No ar, em trinta minutos, estaria a partida de futebol entre Costa do Marfim e Portugal. Mas eu achei que tinha dormido demais e já era tarde, a julgar pelo barulho das cornetas na rua.

Já são 11h30 e elas continuam. Não pararam desde então. São umas quatro, pelo que eu posso calcular saindo na sacada, provenientes de lugares diferentes (mas próximos) no bairro. Uma delas, posso ver da minha janela, é uma angelical garotinha de uns três anos, com um potencial enorme pra ser Isabela se não parar de soprar esta merda.


Parece com ela

Aliás, porque ela não está na escola heim? (acho legal essa frase, que é dita por alguém sempre que a situação envolve uma criança fora da escola. Tipo, a escola não é integral; além disso, às vezes, a criança falta à escola. E tá tudo bem, não é por isso que ela vai ser um adulto detestável. Não só por isso, na maioria dos casos).

Mas voltando ao raciocínio, ela não tá na escola porque a escola dela provavelmente dispensou os alunos em dia de jogo do Brasil. E tipo, não que eu não tenha pleiteado junto à minha chefe uma dispensa no dia do jogo, mas que é um absurdo um país PARAR por causa de um jogo de futebol, ah isso é. Me desculpe você amigo fã do futebol que acha tudo isso muito saudável, mas eu acho uma grande palhaçada. Futebol é legal, o que estraga ele são as pessoas que gostam muito dele. É igual a Bon Jovi.

Elas ficam conversando, as cornetas. Uma faz PÓÓÓÓÓÓÓ daqui, outra manda PÉÉÉÉÉÉ de lá. E se tá assim agora, sério, ainda bem que eu não vou estar aqui na hora do jogo do Brasil (e que o lugar onde eu vou estar é um austero local de trabalho localizado no sexto andar, em uma marginal, longe de gente que possa tocar corneta).

Tem algo que eu aprendi sobre essas pessoas que tocam cornetas o dia inteiro durante a Copa do Mundo. São elas as responsáveis por espalhar a praga da ‘VUVUZELA’ por aí. E tipo, essa constatação pareceu óbvia (pareceu que eu disse que as pessoas que tocam corneta são responsáveis por tocar corneta), mas o que você talvez não tenha notado é que eu estou me referindo unicamente ao uso do termo Vuvuzela.

Nós já tínhamos desde sempre uma palavra para caracterizar cornetas. Essa palavra, veja só, é corneta. Que eu saiba, ela cumpre muito bem o seu papel de identificar cornetas, e não precisava ser trocada. Qual a necessidade? Acontece que Vuvuzela, não dá pra negar, é uma palavra engraçada. Ela lembra alguma coisa meio errada, tipo um apelido carinhoso pro orgão sexual feminino (a piada já foi explorada à exaustão, #STANDUPBR sempre representando).

E por isso pegou. Só que é claramente um termo ridículo. E quem fala “vuvuzela” just for the LOLZ provavelmente acabou contribuindo para o contágio do termo, que já está sendo usado de forma séria pelas pessoas mais idiotas.

É claro que quem fala vuvuzela a sério é a mesma pessoa que toca essa porra o dia inteiro. E são as mesmas pessoas que acham mega descolado usar termos em inglês no trabalho, aqueles que já estão instituídos ao establishment da publicidade, tipo brainstorm, feedback, briefing.

Parem, por favor. De tocar corneta e de se referir a ela como vuvuzela.

Principalmente porque eu estou evitando palavras com V. Olha o estado dele no meu teclado:

17 Comentários

FUJAM

Eu não escrevi FUJÃO porque não quero nenhum babaca me dizendo “que vergonha, hoje em dia qualquer um escreve o que quer por aí, isso que dá jornalista não precisar de diploma, blá blá blá”. Os babacas dizem sempre a mesma coisa, eu já decorei, e já cansei de explicar que FUJÃO e CORÃO é piada.

Masnão importa. O que é importa é que hoje trago pra você, em um oferecimento de @tatikmd, algo que vai fazer você, digamos assim, defecar tijolos.

O SWING DO AXÉ ENCONTROU A MODERNIDADE DO PSY. E nós só podemos lamentar.

Lembrando que o último grande sucesso do Tchakabum foi aquela música do Caldeirão e da Explosão, que você pode ter dançado durante aquelas matinês no Cabral em 2002.

Não sei o que me assusta mais – se é a letra, se é o conceito ou a execução do videoclipe em si, recheado de ícones importantíssimos da mobralidade moderna. Deixo você se decidir aí nos comentários: o que assusta mais nesse caldeirão de influências horríveis em que se transformou o antes ruim, mas digno, trabalho do Tchakabum?

25 Comentários

Uma puta falta de sacanagem eu não atualizar mais isso aqui

Melhor vídeo do mês é o seguinte:

Pra quem não entendeu, a banda Restart, que faz parte desse novo rock aí que tem como característica os nomes de banda precedido pela palavra ‘banda’. Tipo ‘banda Cine’. É porque você olha, vê um monte de moleque muito esquisito, de calça verde limão, tênis vermelho, wayfarer de lente de grau e camisa com gola V, e não intui que é uma banda. Acha no máximo que são os novos caras da Malhação, ou então um daqueles programas em que você renova o guarda-roupa da pessoa porque ela se veste muito mal. Daí precisa que o nome venha explicadinho antes, tipo BANDA RESTART.


Praticamente um programa do Discovery Channel sobre
novas e exóticas espécies da costa neo-zelandesa

Mas divago. A BANDA RESTART marcou uma tarde de autógrafos na Fnac da Av. Paulista. Eles esperavam 250 pessoas, apareceram 3 mil. A livraria decidiu cancelar o evento e o que se sucedeu foram essas cenas épicas. A BANDA RESTART bem que podia se engajar em uma causa política qualquer aí e levar toda essa molecada junto, né? Sei lá, aproveitar essa doença dos fãs pra algo produtivo socialmente.

Por um segundo, eu me senti mal de criticar esses jovens. Me lembrei que eu também fui adolescente, também fui fã de uma banda. Daí eu os vi chorando, vindo do interior, as mães junto e a culpa passou, porque há diferenças entre o tipo de fã que eu era e eles. Por exemplo, a minha banda não era super colorida. Os fãs em média eram mais velhos, o que demonstrava toda a minha precoce maturidade. Eu não berrava por eles, não fazia parte de família nenhuma, não ficava sem comer nem nada. E por fim, minha mãe JAMAIS viajaria comigo pro interior pra ver a banda, sabe?

No caso, foram meus avós mesmo que me acompanharam até Curitiba pra ver o show do Pearl Jam! Mas eles nem foram lá no show mesmo viu, só pro seu governo!

E eu tinha pulseirinha. HEH (tinha mesmo, era uma do fã-clube do Pearl Jam que me dava direito a entrar no gig antes)

8 Comentários

Sobre retuítar elogios

Imagine uma pessoa que, quando está perto de você, fique te contando sobre os elogios que outras pessoas fizeram pra ela. Alguém que passasse a maior parte do tempo dizendo que fulano a acha legal, que cicrano gosta muito dela, que beltrano elogiou o trabalho dela.

Imagina ainda que você nem conhece essas pessoas que ficaram elogiando essa pessoa que você conhece.

Imaginou? Constrangedor, né?

É exatamente assim que as pessoas se sentem quando você retuíta um elogio que fizeram pra você, amigo. Elas se sentem constrangidas. Primeiro, porque ela não conhece quem você está retuitando; logo, tanto faz o que essas pessoas acham de você. Em segundo porque quando você faz algo assim ninguém realmente lê os elogios e acredita neles. Tudo que a gente vê é ‘oh meu deus. que carência’.

Só tem uma coisa mais bizarra que gente que retuíta elogio: gente que retuíta qualquer coisa que digam sobre ela. Vide @geisyarruda.

22 Comentários
Página 2 de 17123456789...Última »