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Black bitch moves Monalisa

 

Nunca faço isso, mas gostei demais desse gif pra deixar ele passar. E palavras são desnecessárias nesse caso.

Vi no blog da Julia Segal.

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Por uma boa causa

Eu paguei duas faturas de cartão de crédito esse mês. É, foi sem querer. Mas nem por isso o banco pode me dar uma canseira de 15 dias úteis. Dizer que depositou o dinheiro na minha conta no dia 8 e eu entrar lá e continuar vendo os números vermelhinhos. E me dar perdido quando eu falo em correção (de juros), já que com a grana que eles não me devolvem, eu fiquei no cheque especial e devo pagar uns 30 paus por isso não fim do mês.

Daí é assim: se puder doar, qualquer quantia, entra aqui na Vakinha e doa. Vou lá, reponho o valor na minha conta e fico quase feliz. E continuo atrás do Banco Real/Santander pra eles me devolverem a grana. Quando conseguir, doo o dinheiro para a Família Santa Clara, que cuida de crianças sem família lá no Rio (e dá a elas uma família, de verdade).

E é isso. Se não puder doar, então divulgar. Retuíta, manda por email ou sei lá.

Editado: só pra constar, o Banco Santander já me pagou o que devia. E ainda por cima prometeu doar a mesma quantia que me pagou à Família Santa Clara.

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Uma batida no Carrefour (de carros, não de maracujá)

Sabe essas sacolas ecologicamente corretas que os supermercados agora estão botando mó pilha pra gente usar? (‘Botando mó pilha’ não, que isso não pode ser uma expressão ecologicamente correta, pilha polui pra cacete).

Enfim, o Carrefour escolheu-me pra fazer uso de uma. É, ver se a ideia de uma ecobag é boa. Porque ninguém adere, né. É terrível. A ecobag fica lá no caixa e todo mundo pensa “da próxima vez que eu vier, vou usar ecobag”, enquanto empacota as compras usando as sacolas plásticas.

Porque ecobag, apesar de ser toda essa coisa bonita de proteger a natureza, não parece muito prática. Ao menos, é a impressão que eu sempre tive. Pra guardar as compras do mês, você precisa de várias. Como ela é grande, você não vai conseguir colocar o pão por cima do refrigerante e vai ficar tudo esmagado e esquisito. E vai preferir estragar a natureza a comer pão esmagado, o que é egoísta, é verdade (afinal, é só um pão esmagado), mas a gente acaba fazendo.

Minha dica sobre as ecobags, agora que fiz uso de uma: elas são ótimas pra quem não faz a ‘compra do mês’. Tipo, quem mora sozinho, não come direto em casa e vez ou outra passa no mercado pra comprar uns amendoins e umas brejas pro fim de semana. E é mil vezes melhor do que carregar 10 saquinhos plásticos, especialmente se você vai ao mercado a pé ou de metrô. A sacola que eles me mandaram é bem resistente e eu coloquei lá dentro uma compra de uns 200 reais, incluindo dois refrigerantes de dois litros, duas caixas de nuggets, muitos chocolates e coisas assim e ela aguentou firme. Nem hesitou.

A sacola não se abalou nem diante da cena inóspita que foi encontrar um carro caindo aos pedaçõs depois de se envolver em um acidente dentro do Carrefour. Tipo, dois carros bateram feito dentro do estacionamento do supermercado. E como se não bastasse a bizarrice, chegando lá dentro tinha uma banda tocando Have You Ever Seen The Rain.

E eu tinha visto, porque tava uma chuva animal lá fora. HEH

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(Con)Fuso Horário

Que trocadilho fantástico eu fiz no título. Estou me sentindo muito especial.

Como voltei do Panamá segunda, ainda estou meio balançada do fuso. Cansada. Não tá rolando de produzir, os textos ficam incompletos na pasta de Rascunhos. Peço paciência e deixo você com essa galeria imperdível do site Babado:

Deborah Secco vai a academia sem aliança e pisa em cocô de cachorro

Mais uma coisa: para enfrentar as dificuldades financeiras com inovação, promovendo uma renovação de bens materiais duradouros e transformando meus problemas de grana em sustentabilidade ambiental, fiz um bazar com alguns pertences em perfeito estado de usofruto, mas que por algum motivo já não faziam mais minha cabeça – incluindo meu netbook. Por favor, cola lá e vê se tem algo que possa te interessar.

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Crise de meia idade

Hoje eu acordei mais cedo porque tenho um compromisso de manhã. Me troquei e fui até o espelho pentear o cabelo. Foi aí que o vi – ele refletia a luz de um jeito diferente dos outros. ”Será?”, pensei. Demorei um pouco até conseguir agarrá-lo e, com um movimento rápido tirei MEU PRIMEIRO CABELO BRANCO do convívio com outras centenas de milhares de fios que certamente o achavam uma aberração.

E aí ela bateu, a crise de meia idade. Sério. Veio na seguinte pergunta: ”e aí, o que você fez?” E veio acompanhada daquela música da Simone do Natal, porque a frase me lembrou isso.

E a verdade é que eu fiz um monte de coisas, muitas mais do que eu imaginaria fazer em 21 anos. E ainda assim tenho a sensação de que não fiz nada e que há muito mais pra fazer. Porque há, obviamente, quando você tem 21.

Sugere algo?

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Pegadinha da Mattel

Vamos supôr que você tem uma carruagem. É um meio de transporte um pouco ultrapassado, mas use sua imaginação. Imagine que você está dando um rolê de carruagem com seu namorado, e ele se chama Ken. Se você for um homem, você está dando um rolê com sua namorada, chamada Barbie.

Se você for gay, adapte as descrições. Você entendeu.

É uma linda tarde de verão e vocês dois estão passeando alegremente pelo bosque. Vamos imaginar que você está em algo como o século XIV, mais ou menos. De repente, num ato que seria considerado bruxaria naquela época, sua carruagem se transforma em balão. E sai voando.

Tente realmente se colocar no lugar de uma pessoa que está numa carruagem que é subitamente ejetada. Pânico. Desespero. Você não sai simplesmente voando num balão – que costumava ser uma carruagem – e tá tudo bem. No século XIV nem existiam balões, puxa vida.

Mas depois dá tudo com você. O balão pousa e você volta pro seu castelo. Dai vai subir a escada e FAIL. Os degraus, como numa armadilha medieval, se achatam. E a escada vira uma perigosa e escorregadia rampa. Sem aviso, você desliza. Sabe-se lá quantos ossos terá quebrado quando chegar lá embaixo, todo esfolado e fudido.

A essa altura, você já estaria desconfiando de algumas possibilidades. A saber:

- alguém está armando contra você e te quer morto;

- alguém quer tirar uma com a sua cara;

- você comeu um cogumelo.

Contei a historinha acima pra ilustrar a divertida e pacata vida da BARBIE 3 MUSKETEERS, que está passeando com o Ken e – SURPRESA – a carruagem vira um balão! Favor ver vídeo abaixo.

Enquanto criarmos crianças que não se importam que escadas virem escorregadores de repente, amigos, não poderemos dormir tranquilos.

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A programação normal volta em breve…

…só não garanto muita inspiração. Não tenho escrito muito porque, sabe-se lá porque, não tô muito confiante quanto à qualidade dos textos. Escrevo e acho uma merda, aí apago, escrevo, apago e no fim acabo desistindo de publicar qualquer coisa.

Mas como tava tudo parado demais, resolvi desencanar e publicar do mesmo jeito. Você me diz se o negócio tá tão ruim quanto eu venho achando que tá. Hoje ainda teremos coisa nova aqui.

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Curtindo um pão de queijo

A quem interessar possa, estarei de hoje (quarta) até segunda (16) trabalhando entre Belo Horizonte e São Sebastião das Águas Claras, vilarejo simpático e INTIMISTA próximo da capital conhecido como Macacos.

Estarei cobrindo o Vivo arte.mov pelo Link, no twitter @link_estadao e no blog, http://www.estadao.com.br/blog/link. Durante a semana, pretendo contar como foi meu primeiro vôo de avião e possíveis causos dessa terra em que o povo fala com o meu sotaque preferido. Enquanto isso, se algum leitor daqui se animar pra um pão de queijo, basta mandar e-mail.

O pão de queijo é só pra manter o estigma chato e irritar possíveis nativos, do mesmo jeito que eu me irrito quando me dizem que Santo André é interior ou A TERRA DAS MULTAS.

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O gatinho que vai virar refeição se a Hannah Montana não usar o Twitter

Eu sempre digo que jamais poderia trabalhar de vendendora. É porque eu  nunca conseguiria convencer alguém de comprar algo se essa pessoa não demonstrasse que realmente quer isso. Eu diria: “mas por que você não leva esse lindo echarpe pra sua tia?”, e o cliente diria “não posso, esse mês não tenho dinheiro”, e eu completaria “puxa vida. Eu te entendo, tá certo em não levar”. E mais um pouco emprestaria uma grana.

Parêntese: obviamente já parei pra pensar que se passasse fome e tivesse que trabalhar como vendedora daí eu conseguiria né, porque na vida é tudo assim, a gente é tudo criado a leite com pêra e ovomaltino, não sabe o que é passar necessidade.

Fecha o parêntese.

Enfim, disse isso pra explicar que não sou boa em convencer as pessoas se eu não acreditar no meu argumento. Tem gente que consegue convencer sem acreditar no que está dizendo, eu sou completamente incapaz. Quando acredito, até que sou bem boa. Chata, na verdade.

Mas cada um tem seu método de persuasão. Tem gente que argumenta. Tem os que barganhem. Tem os que ameaçam a pessoa que querem convencer. Há até os que façam vídeos implorando, ou blogs, ou coisas loser assim.

Nunca tinha ouvido falar de alguém que tivesse ameaçado cozinhar um gato pra convencer alguém a fazer algo.

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Esse é o Fuzzy, que deve virar iguaria em breve

Veja bem, a grande desgraça dessa iniciativa não reside na tragédia de se sacrificar um gatinho por uma causa tão tosca quanto a volta de Miley Cyrus para o Twitter. Até porque que atire a primeira pedra quem nunca comeu um churrasquinho de gato na beira da estação de trem achando que era carne de porco (e você acreditou na boa fé do churrasqueiro).

O negócio é que esse cara, que fez o Miley Save Fuzzy, certamente não é fã da Miley Cyrus. Ele escreve bem demais para isso e tem o humor fino demais. Nenhum fã da Miley Cyrus, adolescentes fofinhos e pretensamente rebeldes, até onde a adolescência fofinha permite que a rebeldia vá, cozinharia um gato. É uma coisa terrível de se fazer (pra um fã da Miley Cyrus).

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Falando em salvar os gatinhos, um toque pros fãs da Miley Cyrus

O idealizador dessa parada é um gênio – não só porque está disponibilizando no próprio site as receitinhas com carne de gatinho, meu deus. Mas também porque a menina fez um vídeo todo marketeiro dizendo que nunca voltaria pro Twitter, em forma de rap. Mas agora, se não voltar, um gatinho será cozido e comido. Cozinhar e comer um gato é antítese de tudo que a Miley Cyrus é e representa. Se ela permitir isso, será uma tragédia. Todos poderão culpá-la para sempre pelo banquete que Fuzzy terá se tornado. E se ela voltar, como ela tanto diz que jamais faria, vai ser igualmente engraçado, porque… bem, porque ela disse que odeia o Twitter então estará fazendo isso forçadamente e isso é engraçado. Etc.

Não me julguem mal, adoro gatos (mesmo), mas também não tenho nada contra comê-los. Então não acho grande coisa que ele vá cozinhar o gato, quer dizer, que dó e tal, mas acredito nessa coisa bonita que é a pirâmide alimentar. E é hipócrita, de qualquer forma, ter dó do gatinho e não ter dó da vaquinha.

O tal superfã faz a ressalva no texto do site e garante que a história não é um uma brincadeira. Mas será que Miley Cyrus pode se dar ao luxo de pagar para ver?

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Mas se for sianês criado na ração tudo bem

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Debaixo do seu nariz

Este vídeo é velho, mas sempre tem quem não viu… sabe o velho papo de que a gente não vê o que não quer ver, mesmo se tiver debaixo do nosso nariz?

Não, eu também não vi. Ninguém vê.

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