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Gatos são mais legais que cachorros

Eu não tenho um bichinho de estimação. E há muito tempo que não tenho um. De pequena, minha mãe conta sobre inúmero cachorros, vira-latas, que a gente chegou a ter quando morou em Franca (eu morei em Franca. E como um simples traço embaixo de um C faz diferença na vida de uma pessoa), mas a minha memória só consegue se lembrar dos gatos.

Eu tive pelo menos meia dúzia de gatos na infância, na época em que consigo me lembrar – dos 5 aos 10, mais ou menos. Não me lembro como a gente os conseguiu, acho que a maioria acabou aparecendo lá. Não ao mesmo tempo – foram uns 6, mesmo, mas um de cada vez. E foi aí que eu aprendi o quanto gatos eram mais legais que cachorros.


5) Independência e lealdade

Gatos são independentes e autônomos por natureza. Não é o tipo do bicho que você leva para passear numa coleira – se ele está com vontade de passear, ele sai e passeia. Simples assim. Não dê comida a um gato e ele sai para caçar por ele mesmo. Gatos não dependem da gente. Mas são sensíveis e estão por perto sempre que precisamos deles.

4) Classe

Observe como um gato caminha. Patas sempre esticadas, cabeça e rabos levantados… gatos desfilam. E te olham como se soubessem disso. Além disso, são limpos. Gatos são tão obcecados pelo asseio de seu corpo que lambem o próprio c*. Um grande paradoxo, mas, ainda assim, uma prova de que eles são obcecados por limpeza. E gatos não latem. O miado é uma manifestação sutil, suave, de alguma insatisfação. Mas aquele latido chato, ruidoso, persistente – nunca.

3) Seriedade
Cães são mais bobos. Não que isso seja ruim, mas é necessário admirar a seriedade do gato. Se pequenininhos os gatos são bolas fofas de pêlos, que passam a tarde inteira desesperados por qualquer fiozinho pendurado, gatos crescidos são verdadeiros exemplos inabaláveis de folga, embora um simples afago na barriga seja suficiente para quebrar o gelo.

2) Um gato não vai te morder
A não ser que você o machuque, um gato não irá te morder. Claro que o filhote, com os dentinhos afiados, pode machucar em uma brincadeira, mas nada alarmante ou intencional. Pode chegar perto da comida dele que ele não vai rosnar. Não precisa prender o gato na hora de abrir o portão para ele não atacar as criancinhas na rua.

A MAIOR PROVA de que gatos são mais legais que cachorros.

1) Quem é o rei dos animais?
Ok. Quais são os animais selvagens mais imponentes, ágeis, astutos? Os que mais despertam medo e geram curiosidade? Pode enumerar: jaguar, puma, onça, tigre… e o leão, o rei dos animais. Os lobos são bichos legais, vivem em lugares frios, uivam para a lua, criam crianças como se fossem parte da matilha e tudo mais. Mas são os gatos quem mandam.

Bônus: Gatos guardam segredos místicos
A simbologia em torno dos gatos remonta de a.C. No Egito, a deusa Bastet era uma gata. Tipo, não que ela fosse bonita. Quer dizer, eu não sei, mas ela era uma gata, uma mulher com cabeça de gata. E no Egito, eles domesticaram gatos para controlar as pragas nas lavouras (leia-se: eles comiam os ratinhos).

Na Roma antiga, gatos eram associados a liberdade (opa, vide item 1). Grande parte dos mitos pagãos, incluindo mitologia escandinava e celta, tinham gatos na mais alta conta.

A maioria das superstições relacionadas a gatos surgiu na Idade Média, quando eles eram mal-vistos por serem associados às feiticeiras na Inquisição. Acreditavam que as bruxas podiam se transformar em gatos (ok, alguém lembrou de McGonagall?)

E isso tudo é bem mais legal do que a história envolvendo os cachorros.
Mas eu não tenho mais um gato… e enquanto eu remôo minha vontade de ter um gatinho (mãe, por favor!), você que tem algum outro bicho – gato, hamster, cachorro, cobra ou qualquer parada assim – pode participar do Desafio Close-up do  mês. O tema é Meu pet está sempre perto, e mais informações para participar podem ser conseguidas aqui e assistindo ao vídeo abaixo. Eu bem que queria ter um bichinho.

*A Gabi também acha os gatos mais legais.

*Para quem não sabe, as imagens desse post foram tiradas do I can has cheez burger.com, site com milhares de fotos de gatos com legendas engraçadas.

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Marcha Atlética é uma coisa ridícula

Divulgação/COB

Que me perdoem os Deuses do Olimpo, mas o cara que criou essa Marcha Atlética era um sacana. Porque não tem outra explicação para criar uma modalidade na qual as pessoas correm rebolando. É ridículo. E não tô falando nem do quão feminino isso parece, porque a marcha atlética feminina é tão engraçada quanto. O cara deve ter pensado: ‘pô, alguma coisa precisa ser realmente engraçada nessa história. O pessoal tá levando esse negócio de limites do corpo muito a sério. Vou colocar uns babacas pra correr de um jeito esquisito. Será que alguém vai perceber que é uma piada?’

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Tô com sono…

…e, por isso, não vai rolar atualização hoje.

Guia Nick Hornby para Iniciantes fica para segunda-feira. Se eu sobreviver ao final de semana.

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Recadinho para a vizinha de cima (fofa!)

Querida,

Compreendo seu desejo de viver em uma casa nova, mais bonita, toda reformada. É o que toda mulher sonha, não é? Viver num cantinho aconchegante que seja exatamente do jeitinho que a gente quer.
O que eu não entendo é de que maneira isso demanda que homens martelem todo o chão do seu apartamento durante todo o dia, especialmente no período da manhã, que é quando eu desejo (e necessito, sabe?) dormir. A partir das 8h00. Há dois meses.
Porquê assim, eu entendo que você precise martelar algo por um, dois dias. Por uma semana eu entendo, sabe. Mas que porra de coisa é essa que precisa ser martelada por dois meses?
Me deixe dormir, cazzo.

Grata,

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Fringe, a nova série do criador de Lost, é sensacional

Baixei Fringe há três semanas, por indicação do Carlos Alexandre Monteiro, o cara por trás do fantástico Lost In Lost. Apesar de gostar de uma série de séries (rá!), acompanho mesmo só uma, e é Lost. Então achei que seria educado, pra dizer o mínimo, ver se a nova produção do J.J. Abrams, o cara que criou Lost, se sairia tão bem. Devo isso a ele.

O piloto de Fringe, que parece que já foi aprovado pela Fox, vazou há três semanas e são duas horas de teoria da conspiração, paradoxos e dilemas da ciência, fenômenos paranormais, perseguição policial eletrizante e… tragédias aéreas. Sim, mas com exceção das teorias da conspiração e da tragédia aérea, as semelhanças com Lost param por aí.


É, é o Pacey!

O piloto de Fringe é muito, muito mais atraente do que o piloto do próprio Lost. É provavelmente o seriado pós-arquivo X que mais se aproxima daquela vibe da série que consagrou Mulder e Scully – quem assistiu sabe a sensação de ‘tem muito mais acontecendo por trás disso do que nós jamais podemos descobrir e isso tudo poderia muito bem acontecer de verdade’. É assistir e ficar grudado na tela, tanto quanto Lost faz. Eu tenho uma teoria sobre Lost – não sobre os mistérios, mas sobre a maldição do seriado. Se você não gosta, é por quê nunca assistiu. Ninguém, jamais, é capaz de assistir o piloto e não ver os outros episódios. Fringe é desse tipo de série.

Agora só falta uma que emule aquele clima surreal e onírico de Twin Peaks. E eu também queria uma réplica de Além da Imaginação, viu… mas acho que já tô pedindo demais.

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Eu tenho medo da evolução da tecnologia

Eu temo o dia em que a tecnologia, de fato, dominar nossas vidas. Digo, quando todas as coisas de fato tiverem inteligência artificial e tudo, tudo mesmo, estiver informatizado.

Primeiro porquê, por mais entusiasta que eu seja de tecnologia, existe uma nostalgia em mim – inexplicável, mas que sempre esteve aqui – de como algumas coisas eram feitas antigamente. Desde o que a gente comia até o que a gente assistia, o que fazia pra se divertir e tudo o mais.

Como eu sou de 88, sinto falta de algo que não vivi, o que é mais estranho ainda.

Mas o que me dá medo na tecnologia é que ela faz todo mundo parecer idiota sem perceber. Com a evolução dos chips, cada vez mais as coisas pequenas são capazes de nos trazer informações e, com isso, gerar reações emocionais.

O resultado é um bando de retardado gargalhando (ou chorando, até) na frente do computador. É perfeitamente compreensível para quem está vivendo a sensação, mas para quem olha de fora, parece simplesmente… idiota.

E se tem algo nessa linha com o qual eu nunca vou me acostumar são aquele microfones/fones de lapela ou bluetooth para celular, que são responsáveis por vermos pela rua pessoas caminhando e falando sozinhas, gesticulando, sorrindo e se expressando. Pro nada. Do nada.

Além disso, eu sempre fui idiota tecnologicamente, porquê a tecnologia sempre me fez de boba. A contar:

- Sempre que eu finalmente decido comprar um gadget que eu queria parcelando em 80 suaves parcelas, um melhor, mais legal e mais barato sai na semana seguinte;

- As coisas sempre quebram na minha mão, então eu me sinto sendo feita de idiota sempre que compro alguma coisa;

- Eu sinto que aqueles livros de ficção científica nos quais os robôs se voltam contra os humanos (e tem centenas deles) vão, de alguma maneira (não literalmente, penso, mas também, quem garante) se tornar realidade;

- Também acho que estamos próximos de termos chips implantados em nós. Tipo gado marcado. E com o nosso consentimento, sob o pretexto de proteção de um mal maior ou coisa assim. Lembre-se sempre que o Google sabe tudo sobre você…

Ponderando todos os prós e contras, e imaginando um futuro doido, onde todo mundo andará pela rua falando sozinho e recorrerá ao computador quando precisar se relacionar, prefiro que tudo voltasse a ser como era antes – que ficássemos só na calculadora, mesmo.

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Um dia de loser

*Esse post está sendo republicado para fazer parte da Promoção de Aniversário do Grande Abóbora. A princípio, ele havia sido criado com esse intuito; depois, mudei de idéia, e agora, mudei de idéia de novo. Desejem-me sorte (mais do que eu tive nesse dia horrível, por favor!): se eu ganhar, recebo dois livros (um dos quais eu já tenho, então posso trocar por qual quiser), e vamos combinar que livros nunca são demais, ainda mais pra mim.

No começo de 2006, eu tinha 17 anos e não gostava muito do meu então emprego. Não tinha nem começado a faculdade ainda; pra ser sincera, estava tentando desesperadamente conseguir uma vaga no lugar onde eu estudo agora, depois de perder o prazo de matrícula.

Por sorte, soube que uma escola de inglês da minha rua estava à procura de novos professores. Era a minha chance de ganhar mais, trabalhar com algo que sempre gostei e que fosse muto perto de casa. Fui até lá, fiz o teste e alguns dias depois fui chamada para uma entrevista com o diretor, mas na unidade de São Bernardo, que foi marcada para as 19 horas do dia seguinte.

Eu trabalhava na Av. Jabaquara e saía as 18h do trabalho. Chegar de trólebus em uma hora em São Bernardo seria tarefa para, tipo, o padre voador. Eu jamais conseguiria. Minha vó, então, como sempre, veio em meu resgate: ofereceu-se para me buscar no trabalho e me levar de carro até a entrevista.

Ótimo. Às 18h, me esperava pontualmente minha adorável vovó. Entrei no carro e o pesadelo começou a tomar forma.

O trânsito. Ah, o trânsito. Havia chovido durante o dia, e essa era a provável causa DE ESTAR TUDO ABSOLUTAMENTE E INACREDITAVELMENTE ESTÁTICO. Era 18h40 e estávamos ainda na divisa com Diadema, e as vias não davam sinal de trégua.

Foi então que tive a idéia brilhante do dia. Estávamos do lado do corredor de trólebus, que é exclusivo e portanto, livre de trânsito; eu desceria do carro, pegaria um trólebus e chegaria no lugar a tempo. Minha vó seguiria para lá de carro e esperaria o término da entrevista. Resolvido.

Desci do carro, entrei no ônibus e meia hora depois lá estava eu, no centro de São Bernardo, de baixo de uma garoa e sem saber exatamente para onde deveria ir se quisesse chegar até a tal escola de inglês. Me informei e descobri que uma longa subida me esperava.

Respirei fundo e, fôlego renovado, me pus a caminhar no canteiro centro do corredor de trólebus, para atravessar a rua no ponto certo e começar a longa caminhada.

Agora, peço uma pausa para falar sobre os sulcos.

sucos

Esses não são os sulcos.

Os sulcos são cavidades longitudinais formadas nas vias usadas por veículos de grande porte. O asfalto é uma substância em estado líquido (é sério), mas de espessura e viscosidade muito altas. Por isso, ele se altera de acordo com o peso aplicado sobre ele. Nas vias de trólebus, duas ‘valetas’ fundas são formadas no lugar onde passam as rodas dos ônibus que trafegam ali.

Pois bem. Havia chovido razoavelmente naquele dia.

Espero que você já tenha conseguido imaginar o resultado da combinação. Mas eu sou didática, então vamos lá: a água da chuva se acumulou em forma de enormes lagos poças na rua. E eu caminhava distraída quando tudo aconteceu – parece câmera lenta. Vi e tomei conhecimento, de canto de olho, da existência dum acúmulo anormal de água nas poças ao meu lado. Minha visão periférica também foi capaz de ver um trólebus se aproximando pela via em alta velocidade. O canteiro central é estreito. Ouço o barulho de outro ônibus se aproximando pela mão oposta, um pouco mais distante e junto tudo.

Não fui rápida o bastante. Tomei o primeiro banho a tempo de ver as pessoas do trólebus olhando para a minha cara de decepção com a vida. E não deu tempo de xingar, porque daí veio o segundo, da outra pista.

Eu nunca me senti tão fracassada e perdedora em toda a minha vida, e isso não é exagero. É impressionante o simbolismo que tomar um banho assim na rua carrega, acho que por causa dos filmes: sempre que acontece isso com alguém é depois do ‘que droga! o que mais pode acontecer agora???’

Cheguei na escola encharcada e ofegante meia hora depois, após uma subida muito íngreme e longa. Na porta, minha vó esperava sorridente. Ela havia chegado antes. Tentou me ajudar pelo menos a tirar as manchas encardidas da roupa (a água, como vocês devem esperar, estava suja).

Entrei e, fingindo que eu não estava com as roupas grudando no corpo de tão molhadas nada tinha acontecido, perguntei pelo meu entrevistador.

- Ah! Ele teve um imprevisto e só vai chegar daqui uma hora. Você pode esperar?

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O mundo está acabando e eu tenho certeza disso

Ok, vai parecer piada, mas não ria agora porquê isso é sério. Desde pequena, eu tenho essa sensação estranha de que não pertenço a… aqui. Não quero discutir se fui abduzida, se minha mãe foi abduzida e eu sou fruto da união dela com um ET (meu pai é esquisito, mas acho que ele é daqui mesmo), ou se sou apenas portadora de um distúrbio psicológico severo (ou tenho Lua em Leão e coisa assim).

Essa sensação de não-pertencimento existe desde que eu tenho auto-consciência (tipo 5 anos) e nunca desapareceu. Além disso, eu sempre carreguei uma toalha comigo, sem saber exatamente o porquê – só sabia que era essencial ter uma sempre a mão (Ok, e isso não é mentira. Eu juro).

Minha família extraterrestre
Desenho da minha família feito por mim aos 4 anos.

Uma sensação semelhante tem se intensificado nos últimos anos, mas essa é relacionada a um tema que permeia toda a humanidade: o fim do mundo. Eu tenho sentido que estamos no fim dos tempos. O fim do mundo como conhecemos. And I feel fine.

Vou explicar: não acho que o apocalipse bíblico se aproxima, e que veremos os corcéis de fogo cruzando os céus (tem algo assim, não tem?). Mas todas as coisas que estão acontecendo no mundo são pra mim provas de que tá todo mundo muito fudido.

Beleza. Mas se eu não acho que o mundo não vai acabar literalmente, como é que ele vai acabar então?

Eu não faço idéia, ok? Eu só tenho a sensação. E ela se fortalece a cada dia, a cada tragédia, a cada funk proibidão que eu ouço.

Quais são os sinais? Vejam bem, em menos de duas semanas, tivemos..:

- Terremoto na China. Sim, tem chinês saindo pela culatra no mundo, mas ai do nada vem um ciclone e mata muitos de uma vez. Alguns chamam de equilíbrio de densidade demográfica, mas sei lá, acho meio cruel. Fora que, quem vai vender iPod balatinho pla gente? Blincadeila.

- Ciclone em Mianmar. Pegue um país. Tire 300 milhões de dólares do PIB dele. Tire mais 600 milhões. Coloque muita água, coqueiros, bananeiras e palafitas. Coloque-o na parte miserável da Ásia. Tire muita comida de lá, coloque muitas epidemias e, como toque final, acrescente um ditador que não aceita ajuda de ONGs estrangeiras. Você acharia suficiente? Deus (ou sei lá, a metereologia, ou São Pedro, seja lá quem forem os responsáveis por essas adversidades climáticas) não achou.

- Tempestade nas Filipinas. Água demais, espaço de menos. Quase o mesmo problema de São Caetano, em escala gigante.

- Tornado nos EUA. Nada demais, virou rotina. Mas contabiliza pro relatório de tragédias de fim de mundo 2008.

Beleza, e essas foram só as tragédias pontuais. E o trânsito de São Paulo, que é uma tragédia diária? E a absolvição do cara que matou a Dorothy Stang? E os ataques de xenofobia ao redor do globo, não só na França, na Itália, na Espanha e na Inglaterra, mas também na África do Sul? E um Indiana Jones de 65 com condicionamento físico de 17?

E isso é só um… panorama inicial.

As coisas estão feias pro nosso lado. De acordo com os Maias, o ano é 2012. Vocês provavelmente já ouviram essa história, não? Pois é, o calendário Maia anuncia o fim do mundo para 2012. Ninguém sabe muito bem o que isso significa, embora alguns achem que tenha havido um acordo dos Maias com o Discovery Channel (contrato de especulação de lendas apocalípticas inclui pelo menos 65 documentários entre 2008 e 2012, dizem minhas fontes). Sabe-se, no entanto, que os Maias era uma minissérie da Globo eram uma civilização muito avançada em astrologia astronomia e matemática. Claro que isso não quer dizer nada, mas a gente gosta de acreditar que quer. Torna a coisa toda mais misteriosa.
Acreditando ou não, eu acho que alguma coisa cabulosa vai acontecer em 2012. Pode ser… o fim de LOST. Ou a ascensão da Rede Record como maior emissora de TV do país. Deus me livre. E é melhor que vocês se cuidem; porque, ao que parece, quando tudo acontecer, minha nave-mãe vai vir me tirar do meio da bagunça. É, acho que tem a ver com o senso de não-pertencimento. E com essa minha cabeça, que sempre teve um formato meio esquisito.

Esclarecimentos pós-postagem: devido à imensa (e bem-vinda) repercussão desse post, esclareço que 1. Sim, sempre carrego uma toalha comigo, 2. O desenho era uma brincadeira, achei no Google e 3. Não sei se tenho Lua em leão ou coisa assim.

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Saldo do final de semana

Não quero transformar isso num blog (muito) pessoal, mas hoje vai ser inevitável.

Dormi o fim de semana inteiro, como se deve ser, mas ainda assim me sinto cansada. A boa notícia é que estarei de folga nos 4 dias do feriado da semana que vem, e provavelmente recarregarei as baterias e terminarei os 35 rascunhos de posts que comecei nos últimos 5 dias. Ou não, mas quero acreditar no melhor.

Gostaria de agradecer a todos que deram idéias para posts, que serão devidamente aproveitadas em momento oportuno.

Vou dormir.

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Estou exausta

Nunca estive tão cansada. Não é tão fisicamente, porque até que tenho dormido bastante quando dá, já que nem sempre preciso ir pra faculdade. É um cansaço mental absurdo.

Apesar do tempo estar bem escasso, se eu disse que não consigo deixar de dormir por meia hora pra poder escrever, vou estar mentindo. Só que a cabeça não deixa. Parece que eu uso toda minha capacidade mental no trabalho e, quando tento escrever um post, nunca consigo terminar, porque parece que minha cabeça está saturada. Sabe quando você ficahoras discutindo algo sério e depois só quer assistir desenho? É quase isso.

Me faltam temas, me falta criatividade para desenvolver os poucos temas que vez ou8 outra me vêm à mente e me falta tempo para estimular a cabeça e criar outros assuntos (lendo, ouvindo música, assistindo TV ou o que seja.

Até eu acostumar com essa rotina, provavelmente os posts aqui ficaram mais curtos e esporádicos. Não vai mais ser possível atualizar todos os dias, como eu costumava fazer, ao menos por um tempo.

Enquanto isso, caso os senhores leitores tenham alguma solução (imploro por boas idéias para posts), peço que as coloquem na caixa de comentários. Mas considerem fortemente sugerir algo. Estou esgotada.

Aguardem notícias no final de semana.

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