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Mudando de idéia, então… mau-humor, Eddie Vedder e Aqua Dotz atacando novamente.

Acordei com um mau humor absurdo e tudo foi dando errado já antes de eu chegar no trabalho. Eu vim, no caminho, arquitetando o post, no qual eu reclamaria de todas essas coisas. Mas desisti, não vale a pena. A título de desabafo, vou falar delas brevemente: por um dia, ou alguns, no máximo, eu cansei. Cansei de trabalhar e não ganhar dinheiro, de demorar 2 horas pra chegar até o trabalho, cansei de trem cheio e atrasado, de metrô cheio e atrasado, cansei de gente que come o meu pedaço de bolo-mousse de chocolate e faz disso uma constante, cansei da Luzinete, que não importa o que aconteça nunca vai fazer o que eu peço e sempre vai fazer o que ela acha que é mais conveniente, cansei de mandar currículos e não ter retorno, cansei de ficar sem melhor amiga, cansei de ter um blog e não ganhar dinheiro, cansei de não ter tempo pra fazer várias coisas que gostaria. Também cansei de deixar minha criatividade ser influenciada pelos problemas do dia-a-dia, e por isso vim postar. E, não menos importante, cansei de me irritar tão fácil com as coisas… argh. Ufa.

Esse é o primeiro clipe solo que o Eddie Vedder faz. Essa canção, Guaranteed, faz parte do disco da trilha sonora de Into the Wild, o filme do Sean Penn que conta a história do Chris McCandless, um moleque americano que tinha uma puta vida boa e largou tudo pra correr o mundo sem grana. Foi parar no Alasca. Mas não vou contar o final. De qualquer maneira, o disco foi inteiro composto e tocado pelo Eddie, com exceção de uma ou outra participação especial. E tipo, a música é muito linda, singela, tocante… Mas sou só eu que sinto que o Eddie tá ficando repetitivo? Não me levem a mal, adoro o cara. Mas é que, por adorar, inclusive, posso falar, porque conheço bem tudo o que ele faz e sei que tudo, tudo que é solo dele tem exatamente a mesma cara: sempre o violãozinho melancólico e dedilhado que, acompanhado da voz grave dele, se tornam tipo mantras de meditação. Não que seja ruim, só queria que o homem explorasse mais o potencial dele.

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Também queria que ele arranjasse uma mulher que não parecesse uma ema.


Da série “eu comecei a usar cocaína aos quatro anos..”
A cada dia eu me surpreendo mais com a versatilidade e o humor negro da Maysa.

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Venha para o lado negro… do humor.

Tenham em mente que se trata do próprio marido dessa coitada.

Tem também esse vídeo aqui, no qual a pessoa assustada fica claramente em estado de choque, e que acaba sendo mais trágico do que cômico. E eu ainda reclamo da minha família…

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Celebrando a estupidez humana

Ouvi um barulho alto de TV na cozinha e fui até lá desligar. Aqui em casa tem muitas TVs e, por algum motivo, todos acham que têm que deixá-las ligadas, ao mesmo tempo, num volume bem alto e sem ninguém pra assistir. Eu sou a maluca que vou atrás dos outros desligando, o que acaba resultando numa cena engraçada.

Pois bem… chego perto e apuro o ouvido: é a dança do créu. Segundos antes do meu olho bater na tela, as sinapses já associaram a música ao BBB8, já que tô mais ou menos acompanhando pelo Twitter. Congelei, um pouco embasbacada (não sei prque, foi a reação imediato, reflexiva), assistindo àquelas pessoas vestidas com túnicas verdes, postadas contra o chão e mexendo a pélvis sensual e velozmente (eu poderia escrever contos eróticos, não? e só com essa menção vou conseguir dezenas de pára-quedistas do Google).

De repente, começa um “parára para para”, a introdução da popular “dança do adultério”. Não sei se esse é o nome, exatamente, mas sei que a palavra “adultério” está envolvida, e sei que quem canta é o Mr. Catra.

Meu dedo, involuntariamente, quase como um espasmo, foi de encontro ao botão de on/off, e uma sensação estranha tomou conta do meu estômago. Uma espécie de frio na barriga, mas ruim.

Imediatamente, tentei comprender os motivos que me fizeram ter asco imediato da cena que eu vi. Primeiro, cheguei à conclusão que poderia ser uma revolta contra a felicidade cega de uma dúzia de pessoas estúpidas, uma felicidade forjada, sendo exaltada por milhões de TVs ligadas no país.

Não, não era.

“Então”, penso eu, “é despeito. Eu queria estar lá.”

Não… não queria.

Daí, achei que poderia ser uma irritação gerada pela maneira como eles se comportam uns em relação aos outros, agindo como se fossem melhores amigos de décadas, tendo se conhecido há três horas.

Ok, isso me irrita, mas não me teria feito desligar a TV assim, por reflexo.

Foi aí que eu soube. Era só vergonha alheia. Eu tava morrendo de vergonha por aqueles infelizes. Daquelas que você vira o rosto pra não ver, sabe? Tipo, na novela, quando a mocinha vai encontrar o mocinho com outra, mas é tudo um grande mau-entendido, e tipo, ela está super apaixonada, e chega lá, e o cara tá beijando a outra (na verdade, a outra agarrou, mas enfim)? E a gente vira o rosto nessas horas, ou fecha os olhos, não é? É isso. Eu me senti exatamente assim em relação ao Big Brother Brasil 8 hoje.

Sei lá, acho que só não consigo ver… derrete meu cérebro, é tipo um duplipensar que eu não suporto.

E falando em duplipensar, hoje eu terminei de ler O Guia do Mochileiro das Galáxias. O primeiro volume, mesmo. Achei bem genial, mas curto. Tem umas passagens fantásticas, que demandam uma imaginação, um humor e uma inteligência absurdas pra terem sidos boladas. E fiquei pensando no meu hamster, que sem querer (eu juro!) eu ‘matei’ (está mais para homicídio culposo, já que foi negligência, porque eu o deixei morrer) lá pra 2001. Sempre soube que ele era esperto (e agressivo) demais pra ser só um ratinho malhado.

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Barbie Barbie Barbie Barbie

Senti uma vibe Aqua Dotz bem forte.

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BBB8

imagem1.pngEu não assisti. Eu não assisto desde, tipo, o terceiro ou algo assim. MESMO. Eu abominava as pessoas viciadas em BBB. Acho um lixo. Tá bom que é um lixo, todo mundo que assiste sabe que é um lixo e assiste. Não tem nada de mais. Agora eu não sou mais tia chata e não acho que assistir essa droga seja um sacrilégio tão grande. E como esse ano eu me tornei uma pessoa um pouco fissurada por celebridades toscas, achei que seria legal acompanhar (até onde for possível, já que estudo à noite).

Ontem, anos depois do meu último BBB, liguei a TV na Globo. Minha surpresa foi que o canal 5 estava completamente zuado. Tipo, todos os chuviscos e problemas do mundo na imagem, não dava pra ver nada. Interpretei como um sinal divino e fui dormir, mas nos próximos dias devo acompanhar na TV da sala e no Big Bosta Brasil 2008, que é bem engraçado.

Só isso. Fiz o post porque tenho visão de Web 2.0. Colocar a tag aqui ‘BBB8′ vai render dezenas de visitas perdidas do Google. Fora as do WordPress.

Aliás, acho que os blogs e as tags de posts são o único artifício da Web 2.0 ao qual eu me adaptei. Eu não sirvo para esse negócio de Web 2.0, nem sei o que isso quer dizer direito. Nos meus del.icio.us, eu tenho preguiça de taguear os links, aí fica tudo misturado, desorganizado. Mesma coisa nas fotos, eu deveria colocar tags nelas, mas não coloco e nunca acho nada nas minhas pastas. RSS é piadas. Odeio feed pra ler blog. Eu gosto é de digitar o endereço no navegador, ver o post lá, na página. Gosto de ver a página, o layout e tal. Por mais tosco que seja. Não me venha com essa história de ‘agregador’… No fim do dia, eu pego uma lista de 15 blogs, mais ou menos, e entro em todos pra ver se atualizou. E me sinto extremamente satisfeita com a minha perda de tempo, obrigada. Esse negócio de ‘tecnologia faz você ganhar tempo’ todo mundo já entendeu que não serve pra nada. Tipo, no trabalho, é muito óbvio que hoje em dia a gente trabalha muito mais do que trabalhava antigamente. É porquê as coisas são feitas em menos tempo por causa dos computadores, e os chefes passam mais coisas pra gente fazer, pra eles poderem ganhar mais dinheiro (mas o meu salário é fixo). Tecnologia não facilitou a vida de ninguém, não. A verdade é muito mais triste.

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Não se perca em Lost

Pegaram? Hein?

Situação 1:
- Você assistiu LOST, mas faz tanto tempo que já esqueceu de tudo.

Situação 2:
- Você nunca viu (ou viu alguns episódios), NÃO AGÜENTA MAIS as pessoas falando disso ao seu redor, mas tem preguiça de ver tudo.

Nos dois casos, o vídeo abaixo vai te servir. =)

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Melhores esquetes de Monty Python

A preguiça do feriado atingiu sumariamente todas as pessoas responsáveis por postar nesse blog. Peço desculpas em nome de todos. Na verdade, ainda estou com preguiça, porque meu feriado ainda não acabou.

É que, lá onde eu trabalho, fizemos um abaixo assinado decidindo folgar na segunda e trabalhar na terça, pra poder emendar por três dias. Como bem observou minha amiga Gabriela, isso tira todo o princípio do feriado – que é, afinal, refletir sobre a segregação racial num país tão miscígeno. De qualquer forma, eu constantemente reflito sobre o apartheid velado que a gente vive, especialmente nas aulas de Realidade Urbana às terças-feiras, o que me elimina de precisar, necessariamente, refletir sobre isso no feriado. Logo, posso trocá-lo por um dia de folga grudado ao final de semana.

Como não viajei e não fiz muuuita coisa no feriado – vi uns amigos, passei um tempo com a família, comprei uns livros e só – minha ansiedade aumentou e, dessa vez, foi direcionada pro download de outros itens. Acometida por uma obssessão repentida pelo auto-didatismo, fiquei na madrugada desse domingo navegando por blogs de download em busca de manuais genéricos sobre coisas, em tese, inúteis, mas que podem provar-se muito úteis (espero). Agora posso aprender ‘como abrir chaves e fechaduras’, ‘como vencer um debate sem estar certo’, ‘como ser dj’ e ‘como hipnotizar em 24 lições’.

Compartilharia o conhecimento com vocês mas, francamente, acho que não tem graça se muita gente souber fazer essas coisas.

Além disso, passeei pelos corredores escuros e intrigantes da grande rede que é o Youtube e revi alguns de meus vídeos preferidos, e isso inclui alguns esquetes realmente primorosos do Monty Python:

Imagino que a maioria já seja familiarizado com os rapazes que inventaram o que a gente conhece por ‘humor inglês’. Ainda assim, caso alguém não conheça, dou a dica: é o tipo de coisa que ou você acha MUITO engraçado ou acha bem sem graça. Mas é obrigatório conhecer, dada a importância dos caras pra comédia.

Eles gravaram alguns filmes, e o The Meaning Of Life (o segundo mais legal, na minha opinião, só perdendo pro Monty Python and the Holy Grail) tá passando essa semana na A&E – aquele canal que a gente sempre passa direto pra chegar nos seriados.

Essas montagens são do Monty Python’s Flying Circus, o programa de humor que o grupo apresentou na TV inglesa de 1969 a 1974. No Youtube tem mais um monte, mas essas são as de que eu mais gosto.

Sei que o post foi fraco. Me perdoem por hoje.

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Cartoon Fever

Pra quem não viajou no feriado: NOSTALGIando

Lembra daquele flash pops, o joguinho em que você tinha que escrever os nomes dos filmesGlub glub só ouvindo a trilha sonora? Esse é um primo dele. O Nostalgiando tem 50 vinhetas de pra gente adivinhar de que desenhos são. Foi a experiência mais fantástica do mês – porquê, vocês sabem, ouvir essas coisas e lembrar delas traz junto uma série de sensações, é a nostalgia em forma pura, daquela que você ouve a musiquinha e sorri, emocionada/o. Se você nasceu entre 83 e 93, acho que vale a pena dar uma olhada. Tem Babar, Tin Tin, Cavalo de Fogo, Os Animais do Bosque dos Vinténs, O Fantástico Mundo de Bob e dezenas de outros. Esse aqui embaixo é um dos meus preferidos: se chama Arrume Tudo e Pare com isso! Os personagens viviam num lixão e tinham nomes esquisitos, expressões características das broncas das mães, tinha o Já pra Cama!, Brinque lá Fora, as abelhinhas Sossega e Silêncio, e os protagonistas, o Arrume Tudo e o Pare com Isso. Fabuloso.


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