15 de janeiro de 2008 às 12h25
Mudando de idéia, então… mau-humor, Eddie Vedder e Aqua Dotz atacando novamente.
Acordei com um mau humor absurdo e tudo foi dando errado já antes de eu chegar no trabalho. Eu vim, no caminho, arquitetando o post, no qual eu reclamaria de todas essas coisas. Mas desisti, não vale a pena. A título de desabafo, vou falar delas brevemente: por um dia, ou alguns, no máximo, eu cansei. Cansei de trabalhar e não ganhar dinheiro, de demorar 2 horas pra chegar até o trabalho, cansei de trem cheio e atrasado, de metrô cheio e atrasado, cansei de gente que come o meu pedaço de bolo-mousse de chocolate e faz disso uma constante, cansei da Luzinete, que não importa o que aconteça nunca vai fazer o que eu peço e sempre vai fazer o que ela acha que é mais conveniente, cansei de mandar currículos e não ter retorno, cansei de ficar sem melhor amiga, cansei de ter um blog e não ganhar dinheiro, cansei de não ter tempo pra fazer várias coisas que gostaria. Também cansei de deixar minha criatividade ser influenciada pelos problemas do dia-a-dia, e por isso vim postar. E, não menos importante, cansei de me irritar tão fácil com as coisas… argh. Ufa.
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Esse é o primeiro clipe solo que o Eddie Vedder faz. Essa canção, Guaranteed, faz parte do disco da trilha sonora de Into the Wild, o filme do Sean Penn que conta a história do Chris McCandless, um moleque americano que tinha uma puta vida boa e largou tudo pra correr o mundo sem grana. Foi parar no Alasca. Mas não vou contar o final. De qualquer maneira, o disco foi inteiro composto e tocado pelo Eddie, com exceção de uma ou outra participação especial. E tipo, a música é muito linda, singela, tocante… Mas sou só eu que sinto que o Eddie tá ficando repetitivo? Não me levem a mal, adoro o cara. Mas é que, por adorar, inclusive, posso falar, porque conheço bem tudo o que ele faz e sei que tudo, tudo que é solo dele tem exatamente a mesma cara: sempre o violãozinho melancólico e dedilhado que, acompanhado da voz grave dele, se tornam tipo mantras de meditação. Não que seja ruim, só queria que o homem explorasse mais o potencial dele.

Também queria que ele arranjasse uma mulher que não parecesse uma ema.
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Da série “eu comecei a usar cocaína aos quatro anos..”
A cada dia eu me surpreendo mais com a versatilidade e o humor negro da Maysa.


Eu não assisti. Eu não assisto desde, tipo, o terceiro ou algo assim. MESMO. Eu abominava as pessoas viciadas em BBB. Acho um lixo. Tá bom que é um lixo, todo mundo que assiste sabe que é um lixo e assiste. Não tem nada de mais. Agora eu não sou mais tia chata e não acho que assistir essa droga seja um sacrilégio tão grande. E como esse ano eu me tornei uma pessoa um pouco fissurada por celebridades toscas, achei que seria legal acompanhar (até onde for possível, já que estudo à noite).
só ouvindo a trilha sonora? Esse é um primo dele. O Nostalgiando tem 50 vinhetas de pra gente adivinhar de que desenhos são. Foi a experiência mais fantástica do mês – porquê, vocês sabem, ouvir essas coisas e lembrar delas traz junto uma série de sensações, é a nostalgia em forma pura, daquela que você ouve a musiquinha e sorri, emocionada/o. Se você nasceu entre 83 e 93, acho que vale a pena dar uma olhada. Tem Babar, Tin Tin, Cavalo de Fogo, Os Animais do Bosque dos Vinténs, O Fantástico Mundo de Bob e dezenas de outros. Esse aqui embaixo é um dos meus preferidos: se chama Arrume Tudo e Pare com isso! Os personagens viviam num lixão e tinham nomes esquisitos, expressões características das broncas das mães, tinha o Já pra Cama!, Brinque lá Fora, as abelhinhas Sossega e Silêncio, e os protagonistas, o Arrume Tudo e o Pare com Isso. Fabuloso.
23 anos, jornalista, curiosa dos mistérios do mundo, odeia inveja e falsidade. 

