OEsquema

Um negócio que você não poderia morrer sem saber

Falando em Jesus, olha esse vídeo que o @grandeabobora postou. É bem bom:

20 Comentários

Porco-pizza é um estado de espírito

No sábado a noite, depois do rolê, eu passei na padaria aqui perto de casa pra comer uma pizza. Sentei no balcão e pedi um pedaço de uma lá que tinha um monte de coisa nada a ver misturada – calabreza, palmito, catupiry, mussarela – mas parecia boa. E era.

Do meu lado direito, sentou um cara meio esquisito. Ele sentou meio perto demais, tinham mais bancos vazios pra esquerda. Beleza, o rapazinho esquisito pediu uma pizza igual a minha. Pra beber, um chocolate quente.

Com pizza de calabreza, catupiry, mussarela e palmito. Delícia. Aí a mocinha ultrasimpática disse:

- Olha, chocolate quente a gente não vai tá tendo.

Eu torcendo pra ela completar: “Não pra quem pede pizza.” De qualquer forma, ela pegou um lá dá máquina, que esse tinha.

Daí chega outro cara na esquerda… mesmo sabor de pizza. “Vai beber algo, senhor?” “Um chocolate quente.”

Sério. Tava calor, pôxa vida. E mesmo que não tivesse – quando que virou moda comer pizza de calabreza e tomar chocolate quente junto?

Falando em chocolate quente, lá na Espanha tomei um que era chocolate mesmo. Derretido. Não sei se tem aqui porque como não tomo leite nunca me interesso pelo conceito ‘chocolate quente’, deve ter, né? Mas é bom pra cacete, vem com um churros fininhos pra comer junto.

Mas sem pizza.

Eu não sei como não engordei uma grama na semana na Espanha. Bem que dizem que comida mediterrânea é saudável…

3 Comentários

Fuck, o furacão amiguinho

Como a pobre e ingênua Suzy, quando criança eu também criei um personagem de nome Fuck. Fuck era um furacão. Estava mais para um tornado, pensando bem – a gente não desenha um furacão, né. Mas eu achava que aquilo era um furacão então assim vou chamá-lo. Fuck era um furacão simpático, serelepe e bem espevitado.

Fuck foi concebido por mim para ser um personagem de games. Eu ia enviar a sugestão para a revistinha da SEGA, mas antes mostrei para minha mãe, que riu e me alertou para o fato que Fuck era um palavrão em inglês. Desanimada, desconsiderei trocar o nome do bichinho e enviar a sugestão, e o desenho se perdeu no limbo da minha infância.

Mas foi por bem. Fuck, o furacão personificado, era bonzinho, o que provavelmente causaria alguns problemas para pensar o roteiro do game. Seria Fuck um furacão que destruiria casas de gangster malvados? Ou ele causaria tempestades marítimas que, como mágica, limpariam o lixo do mar? Pior – Fuck seria um furacão tradicional, que destruiria tudo pelo caminho, mas sua condição de bonzinho causaria então uma eterna depressão pós-destruição, que faria com que Fuck lutasse contra sua própria natureza de furacão para seguir a verdade em seu coração?

Espero que a SEGA esteja aí, vendo minha sugestão, e possa colocá-la em prática mesmo tanto tempo depois. Essa última ideia ai que eu dei de roteiro dá pra ganhar prêmio, heim.

2 Comentários

Para de ler esse post e vai ler um livro

Sabe essas pessoas que dizem que você ou sei lá quem deveriam parar de fazer alguma coisa e ir ler um livro? Geralmente esse ‘alguma coisa’ é algo considerado fútil pela massa pseudo-intelectual, tipo assistir televisão, ouvir Rebolation, sei lá.

Eu acho que essas pessoas deveriam parar de mandar as pessoas irem ler livros e aproveitar esse tempo para lerem livros elas mesmas. Livros não resolvem todas as coisas – eles são ótimos, adoro livros, não me entenda mal. Mas em vez de ficarem mostrando como são intelectuais e maduras, essas pessoas poderiam ler os livros elas mesmas, se elas gostam tanto de livros quanto parece. E assim, qual o problema de você conciliar a leitura de livros com outros afazeres? Eu não preciso não ver Big Brother pra ler um livro, essas coisas não são excludentes.

O mundo não é tão simples, as pessoas não são tão óbvias. Boa parte é muito igualzinha e faz a mesma coisa, mas você está sendo tão igual quanto as que criticam as pessoas iguais quando as critica – e portanto torna-se igual a elas (as últimas, quero dizer). Acho que compreender que as pessoas têm nuances maiores e que o fato de alguém assistir Big Brother não significa que ele não lê livros faz de você alguém que você mesmo admiraria, porque acho que é preciso ler muitos livros para concluir isso.

É claro que, como eu tô mandando as pessoas lerem livros, e criticando as que criticam, eu tô me encaixando exatamente dentro do grupo das pessoas de quem eu tô falando mal. Mas isso só prova meu ponto, não?

16 Comentários

Sua cara no hamburguer

A campanha é no Brasil, presta atenção nas reações das pessoas em português. Ideia legal, né? Mas assustadora.

O problema é que, mesmo com campanhas de marketing boas assim, o BK ainda não está no imaginário popular como o McDonalds está – maior prova é alguém ter se dado ao trabalho de fazer algo assim por livre e espontânea vontade:

(Via @tayra, daqui)

2 Comentários

Só mais um pouco delas

Mas agora, sem destruir castelo de areia e botar fogo em casa. Saca esse coral infantil cantando música pop:

Não sei se o mais legal é a versão ou as crianças dançando O mesmo coral canta outras músicas, disponíveis nos vídeos relacionados:

Na boa: puta ideia. A gente sempre vê coral de criança cantando música gospel ou qualquer outra coisa chata. Ou tocando bateria num grupo de Olodum. Pelo menos isso aí dá uma variada no padrão de grupos infantis.

4 Comentários

Crianças…

Eu gargalhei alto com essa foto. E tem outras imagens divertidas protagonizadas por crianças, por aí. Uma das minhas preferidas:

Nunca descobri se isso é montagem, mas não parece, e mesmo se for é genial.

6 Comentários

Infinito enquanto durou

Há um mês mais ou menos eu tava em casa de bobeira no sábado a tarde. Geralmente de sábado a tarde eu tô andando de skate, que eu sou muito radical, mas nesse dia se não me engano tava chovendo. E eu assisti àquele fabuloso programa Estrelas, em que a Angélica bate papo com artistas como se eles estivessem tomando café, assim, com a câmera ligada, sabe?

A convidada desse dia foi a Daniele Winits e seu marido, Cássio Reis. Os dois tavam contando pra Angélica como se conheceram e se apaixonaram. Foi tudo muito bonito, declarações de amor pra lá, olho cheio de lágrima pra cá. Até a Angélica ficou sem graça com o quão melosos eles tavam e fez piada disso. ‘Que bonito’, eu pensei. ‘Vai ver tem casamento de celebridade que dá certo, né?’

FAIL. DOUBLE FAIL, na verdade: esse Jonatas Faro era um Chiquitito. Nada contra os Chiquititos, mas o Cássio deve estar meio deprimido de ter sido trocado por um.

1 Comentário

É fácil fazer um filme para ganhar o Oscar…

Só tem em inglês mas é genial. O Matias postou semana passada.

3 Comentários

Weezer e os covers

Sempre tive um fraco por covers. Quanto mais inusitado, melhor. A primeira vez que gostei de uma música dos Backstreet Boys foi por causa de um cover punk de I Want It That Way, e era de alguma banda famosa – tipo New Found Glory.

Hoje em dia prefiro a versão dos Backstreet Boys mesmo. E no caso do Weezer as duas ficaram boas, mas dou destaque pra Poker Face.

3 Comentários
Página 12 de 62« Primeira...8910111213141516...50...Última »