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9 coisas sobre mim

A Gabi foi quem jogou a bola pra mim, então vou aproveitar pra falar 9 coisas sobre mim. Acho que eu sou tão simples que não tem 9 coisas interessantes sobre mim, mas eu vou tentar:

NOSA QTOS NENEN, TO CONFUZA

1. A da troca
Eu fui trocada no nascimento. É sério! Nasci, e quando me levaram para minha mãe ver, horas depois, eu não era eu. Minha mãe reconheceu porque eu nasci careca, e aquele bebê tinha cabelo (ou o contrário). A enfermeira foi demitida e eu, até hoje, procuro nas comunidades ‘Nascidos no dia 26 de abril’ e ‘Maternidade Neomater’ quem é essa menina que eu poderia ter sido, pra poder saber como minha vida seria diferente.

fiquei esperta

2. A dos florais da ingenuidade
Quando eu era pequenininha, minha mãe conta que eu era meio bobinha demais. Ingênua. Sim, eu sei que é o que se espera de uma criança de três anos, mas vou explicar. Parece que todos os meus amiguinhos me faziam de idiota (AMIGO QUE É AMIGO NÃO FAZ A GENTE DE IDIOTA, ENTÃO RETIRO O TERMO ‘AMIGUINHO’), e eu era do tipo que era enganada e topava trocas de coisas que não compensavam (tipo ‘Amiguinho, me dá essa balinha que eu te dou meu Lego?’). Minha mãe não sabia o que fazer, daí comprou um floral (é, de Bach) e, segundo ela, só isso me curou. Eu me considero meio bobinha até hoje.

Foi mais ou menos assim, eu lembro

3. A do ferro de passar
Um dia, também lá pelos três, eu queria muito colocar o dedo no ferro de passar. É, na parte quente. Minha mãe, por razões óbvias, não permitiu e eu comecei a chorar, muito, muito. Como eu não parava, ela pegou me dedinho e colocou na chapa quente do ferro, já que era tanto o que eu queria e ela está presa desde então por infringir o estatuto da criança e do adolescente.

TÔ COM VERGONHA, ESSA NÃO TEM FOTO.

4. A da VERGONHA
Meu primeiro site nunca chegou a ir pro ar, foi um teste na aula de HTML. Cada página tinha uma cor de fundo e fonte diferente. Mas o primeiro que foi pro ar é uma pérola da vergonha alheia elevado à milésima potência, então sinta-se realmente privilegiado que eu vá compartilhar esse link com você agora. Sim, eu fiz o layout, os textos, tudo. Sim, esse era meu nick. Porra, você nunca teve 12 anos e gostou de RPG?

5. A da astrologia
Eu acredito em astrologia. Não em horóscopo diário (Ok, o Quiroga é muito bom, e ler a Susan Miller é engraçado), mas em Astrologia Hermética. Tanto que não gosto nem do termo ‘acreditar’, porque não acho a que o termo ‘acreditar’ se aplique…

6. A das tatuagens
Tenho três tatuagens: essa, essa e uma terceira, da qual não tenho foto. É uma frase no braço direito, um pouco acima do cotovelo.

7. A do longboard
Eu ando de skate. Longboard, pra ser mais precisa. Não sou boa, mas acabei me viciando e não consigo passar uma semana sem andar que já sinto falta.

8. A das decepções populares
Eu não gosto de dadinho, nem de milk-shake e nem de pipoca. Me desculpe por decepcioná-lo (essas são as minhas três características que mais decepcionam as pessoas, geralmente).

9. A da larva
Eu já comi uma larva tailandesa frita. E até que não achei, assim, RUUUUIM…

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Festa estranha com gente esquisita

O Coletivo Marte é um projeto totalmente independente, idealizado pelas pessoas com quem passo a maioria dos meus finais de semana (ou seja, os meus amigos) e colocado em prática por todos nós. No próximo sábado, 29, rola a terceira festa do Coletivo, chamada MARTE ATACA!, que como as anteriores tem música, exposição de arte e moda.

Além disso, tem eu discotecando ao lado da @navarrocarol, baixista do Lipstick. Na festa, tocam também as bandas Marco Nalesso and the Big Bang Band (uma viagem instrumental que tem jazz, funk, samba, rock e percussão), El Paso (the next big thing do rock independente brasileiro, escreva o que digo) e The Orange Disaster (banda paralela do Vini e do Davi, dois dos Ecos Falsos). Clique e ouça tudo antes de ir, você não vai se arrepender.

A 3ª MARTE ATACA! acontece no Espaço Serafa, na Rua Nossa Senhora da Lapa, 724. Olha o mapa aqui embaixo:


Exibir mapa ampliado

Não tem desculpa pra não ir: é colado na Estação Lapa da CPTM (trem) e começa cedo, às 20h, justamente para contemplar os pobres que não possuem carro. E custa só 3 reais com nome na lista, que pode ser colocado se você mandar o nome pra mim pra anabsf@gmail.com com o assunto LISTA MARTE ATACA até sábado às 12h.

Caso você esteja se pergunta que negócio é esse Swing de Roupas (e não, não é um swing sem tirar a roupa), dá uma lida aqui. Aproveite pra dar uma olhada no blog do Coletivo Marte: http://coletivomarte.wordpress.com

Como eu ainda não terminei de escolher o que vou tocar, aceito(e clamo por) sugestões nos comentários. Pode ser qualquer coisa agradável de ouvir, mas o julgamento final é meu, naturalmente. Apareça e me procure, que a gente troca uma ideia sobre a vida, o universo e tudo mais, e você ainda pode me fazer todas aquelas perguntas fabulosas do Formspring.me pessoalmente.

Obrigada aos amigos @rafaoncoffee, @gabrielahesz, @andr_oid, @euamotubaina e tantos outros que curtiram essa ideia de me convidar pra dar play em umas músicas.

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Só peço uma ajuda pra comprá comida pos meus fio

Parafraseando a galera do trem, é tudo que peço. Podia tá roubando ou matando, mas tô aqui escrevendo e pedindo uma colaboraçãozinha dos amigos.

Não sei se todo mundo sabe, mas se você comprar algo do Submarino clicando no banner que fica na barra lateral direita do Olhômetro, eu ganho comissão, que varia de 2% a 8%. Não é muita coisa, mas ajuda a pagar a hospedagem do blog, que está por volta de R$180 por mês.

Esse mês parece que a galera desanimou das compras e eu não consegui ainda nem completar o mínimo pra poder receber do Submarino, que é de 50 reais. Na verdade, não cheguei nem na metade disso.

Portanto, caso você esteja pensando em adquirir qualquer item do Submarino, e não for custar nada pra você, peço que compre clicando pela barra lateral ou pelo botão abaixo:

Já que tô por aqui, vou indicar algumas coisas supimpas que estão com uns preços bem bons. Se liga:

Se tiver empolgadão, aproveita que acima de R$99,00 o frete tá gratuito e que deus lhe dê em dobro, viu.

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O tormento da tormenta (ou como fazer do limão uma caipirinha)

Deve acontecer com todo mundo. Há um momento, uma situação específica, em que você se vê acuado. Sem ter o que fazer, sem opção (clique para ampliar):

abc

Eu sou um pouco sádica. Tenho algo de tragicômico que é inerente à minha personalidade. Quando li essa nota, gargalhei e mandei para todos os meus amigos do ABC que ainda estavam em SP, para que eles gargalhassem junto comigo da situação bizarra em que nos encontrávamos. Nós não podíamos voltar para casa. NÓS NÃO PODÍAMOS VOLTAR PARA CASA, nenhum de nós.

Do ponto de vista de cidadania e de instituições sociais, é claro que uma coisa dessa só mostra o quão ridiculamente frágeis nós somos diante das ‘foooorrrrrrrrças da natureza’ – e nesse caso, nem foi um furacão ou um ciclone, só uma chuva de verão.

Do ponto de vista, digamos, da dignidade à qual todos nós teríamos direito – nós que (não) pegamos trens, nós que subimos no teto do carro, nós que nos agarramos em postes para não sermos levados pela correnteza – o episódio todo é só mais uma indicação de que a coisa está falida e que as opções são 1. fazer algo para reverter a situação 2. se mudar para o campo.

Mas essa discussão já foi feita à exaustão aqui, em outros posts. Vamos ao conto aquático de terça.

A certa altura, consegui falar com dois dos meus também quase afogados amigos – um ilhado na região da paulista, outra das 17h30 às 21h30 no Brás esperando os trens voltarem a circular – e tive uma fantástica idéia.

Fudido por fudido, com o perdão do termo, nos fuderíamos juntos e numa festa open bar.

No Astronete nesta terça, 17, dia de St. Patrick, a boo-box (empresa que disponibiliza o código pra eu colocar uns anúncios laranjinhas aqui embaixo) resolveu dar uma festa pra lançar algum produto (que ninguém soube qual é, perguntei pra todo mundo).

Levei meus amigos ilhados para a festa comigo, e concordamos que a melhor alternativa era ficar lá até as 4h pra esperar o trem abrir de novo – a outra seria ir para a estação de trem da Luz e conseguir pegá-lo, muito cheio, calculo que entrei meia-noite e uma da manhã. Na Luz não tinha open bar de Guiness e nem música, então concordamos que a primeira opção era mais conveniente naquele momento.

Lá, influenciada bem levemente pelo alto teor alcoólico da cerveja Guiness, que era gratuita, subi ao palco para participar de uma fabulosa batalha de iPods (que perdi, mas sem papo de perdedor, fiquei muito feliz só de poder tocar pras pessoas), dancei músicas que desconhecia, conversei com amigos de longa data (mas com os quais nunca tinha tido oportunidade de conversar por muito tempo), perdi meu único elástico de cabelo e me diverti como jamais seria possível numa terça-feira à noite de caos aquático em São Paulo.

trem
Nós três (eu atrás da câmera) pegando o primeiro trem na Luz, às 3h59

No fim, nossa decisão foi acertada. Cheguei em casa às 5h, morta mas muito feliz. Podia ter chegado às 2h, morta e muito, muito puta da vida com o sistema e com a humanidade, sentimento que sempre me acomete depois de episódios absurdos como o de ontem.

Troquei o ativismo mental pela ignorância que sublima. Deixei de lado mais uma oportunidade de praguejar contra a fraqueza das nossas estruturas sociais e, pela primeira vez em muito tempo, optei por fingir que nada daquilo existia por algumas horas. Por algumas horas, esqueci que a cidade não funcionava lá fora, que o mundo era uma merda e que as pessoas eram ruins.

Ainda bem que, quando abri meu e-mail às 10h da manhã desta quarta, um cidadão me fez o favor de reavivar todos esses conceitos supostamente tão exagerados e pessimistas (clique para ampliar):

horrivel

Só ajudando você a lembrar que existe gente escrota no mundo. Mas não precisa se abster das festas open bar. E eu sei que ressaca moral é besteira, mas aos amigos velhos e novos – se ontem disse algo um pouco extravagante, relevem. Foi sincero, mas relevem a extravagância.

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Pesquisa: o que você prefere no novo layout do blog?

Peço que votem nessa enquete pra que eu defina uma dentre as várias coisas importantes a serem (ou não) implantadas no novo layout do blog. Mesmo se você for leitor do feed e a enquete não te afete diretamente, responda se não estiver fazendo nada – é rapidão (desculpe, mas você vai ter que clicar no post, a enquete é em Ajax e não carrega no feed):

[poll id="4"]

Se você lê o Olhômetro pelo seu agregador de feeds, não se preocupe: Lá, os posts vão ser sempre completos. Exceto pelos vídeos, que por causa do plugin que eu uso, se tornam figurinhas clicáveis no feed. Mas vou ver se resolvo isso também.

Se você tiver qualquer outra sugestão que se refira a qualquer aspecto do design do blog (e do conteúdo, também), te digo que esse é o momento de me dizer. Use e abuse dos comentários, campeão.

Valeu aos amigos que já opinaram no Twitter e obrigada a todos pela colaboração. =)

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Post it #03

Post it no Olhômetro - logo#Agora um tenho um Tumblr
Um Tumblr é parecido com um blog. Mas também lembra o Twitter. Digamos que fica entre os dois – não chega a ser um blog, mas também não chega a ser o Twitter. Lá, publicarei todas as coisas que passam na minha cabeça durante a semana (são centenas), além dos links, vídeos e fotos legais que vejo na internet. Algumas acabarão virando posts longos e reflexões por aqui. A seleção do que vai entrar no post it na segunda-feira também virá de lá, então você não vai perder nada se não quiser acessar, porque o que tiver de melhor por lá vai acabar vindo pra cá. Serve apenas pra mim, como organizador de pensamentos e ‘roteador’ de tudo aquilo pelo quê eu me interesso na semana. Mas eu tô viciada em Tumblar. Olha: http://anafreitas.tumblr.com

#Fringe
Acabou a 1ª temporada do seriado cujo piloto eu comentei aqui, há um tempão. Fringe é do mesmo produtor de Lost, J.J. Abrams, e retrata o dia-a-dia de um setor do FBI que cuida de casos envolvendo ciência de borda – que é quando a ciência e as ‘pseudo-ciências’ se encontram. É recheado de teorias da conspiração das mais incríveis, e prato cheio pra quem é fã de Lost. Essa fase terminou de um jeito muito legal, até pra uma série que tinha dado uma decaída entre os episódios 8 e 11, mais ou menos. Numa boa – se você não viu ainda, aproveita a pausa entre Season 1 e 2 (a série volta em abril) e começa a assistir.

#Repórter Bêbado
O mais genial e inovador programa de jornalismo bem humorado da internet brasileira, Repórter Bêbado, teve uma de suas edições gravadas na madrugada deste sábado e eu tive a honra de participar, ao lado dos mestres Nigel Goodman e Ronald Rios. Aguardem o áudio, espero que ainda essa semana, no próprio blog do Nigel. A única ressalva: me confundiram de novo com a Mallu Magalhães. E PELA VOZ. Isso me atormenta.

#Culinária ligeiramente heterodoxa

#Jogo dos 326 erros
Observe bem essa foto.

alfie

Este menino do lado esquerdo é Alfie. Ele tem 13 anos.
Este bebê no meio é o filho de Alfie.
Do lado direito, temos a mãe, Chantelle, que tem 15 anos.

Não quero comentar. Mais informações no The Sun, mas em inglês.

#Comparação que não ajuda
Tomar ecstasy é tão perigoso quanto andar à cavalo, segundo um pesquisador. Isso significaria que frequentar raves e festas country apresenta exatamente o mesmo risco? De qualquer forma, essa é a comparação mais inútil que alguém já fez, já que uma coisa é tão distinta da outra que se torna incompreensível – é como dizer que nadar em mar aberto é tão perigoso quanto brincar com um bambolê.

#Falando em bambolê…
“É na pegada do bambo, do bambo bambo, do bambo, do bambolê – ô lalá, o lelê, vai!”

#Como viver sem a ciência?
Finalmente, um estudo que comprova uma relação que eu sempre suspeitei existir.

graficocel1

A pesquisa que gerou esse gráfico foi conduzida pelo prof. Eric Franco, e mais detalhes podem ser encontrados neste artigo científico.


#Vamos mudar um pouquinho – para melhor, espero
Lembra que eu disse que ia pegar parte do dinheiro que ganhei esse tempo com posts patrocinados pra investir por aqui? Pois é. Você não cansou desse verde? Porque eu cansei. Vamos dar uma reformada, com a benção do homem-ato-ou-efeito, Théo. Dentro de algumas semanas, espero, estaremos mais moderninhos. Mas falta uma coisa:

#Finalmente, A PROMOÇÃO
Tudo certo com os prêmios. Essa semana, lanço a promoção mais irada da história da internet brasileira do Olhômetro. Quem viver, verá. Ok, não espere tanto, mas são prêmios legais, e eu pensei em algo que vai beneficiar quem é leitor, e não gente perdida e pára-quedista. Fiz pra você, porque você merece. É um agradecimento por tudo o que você me proporcionou nesses 14 meses de existência através desse blog.

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Post it #02

Post it no Olhômetro - logoEdição recheada. Vamos aos acontecimentos da semana que passou – os que valem a pena serem comentados, ao menos.

#Pra não ter fama de gay, vale até dar o *
Lê aqui - Jovem fingia ser mulher no Facebook para receber fotos de homens nus – e depois volta.
Pensa comigo. Você é um jovem estudante que, enganado, manda uma foto sua peladão para uma suposta gatinha no Facebook. A gatinha se revela meio, hum, cheia de barba, e ameaça divulgar sua foto nu para todo mundo da escola (além dizer a todos que você mandou sua foto nu a um cara) se você não se permitir ser molestado por ele.
31 garotos preferiram serem violentados em silêncio do que aparecerem pelados e pagarem de viados na frente da escola inteira? Na boa, o mundo está fora de controle.

#Analisando o jornalismo sensacionalista de fim de tarde
Puta alarde, helicóptero, Datena gritando e o GC piscando. Daí você pensa que outro avião caiu né. E vai ler:
URGENTE:
Árvore pega fogo na Zona Oeste

Desde quando isso é notícia, cazzo? Maya se casa com árvore, isso é notícia. Ou Piscina pega fogo, isso também é notícia. Árvore pegar fogo não é. Ainda mais “urgente”.

#Não tem como não gostar…
Você pode ser como eu: não pagaria pra ir no show do Little Joy pra evitar encontrar a possível enxurradas de fãs malas do Los Hermanos. Mas não tem como não achar o som alegrinho. E não tem como não simpatizar com os caras depois de uma entrevista dessas:


#Olha o retrato do suspeito
A menina tá desaparecida. Daí o telejornal foi mostrar o retrato falado do suspeito de ter sequestrado a pobre.

#McGyver está de volta no corpo de uma mulher
Detentas fogem de presídio em SP usando alicate de unha

#No meu tempo…
…o cara que denunciasse uma mulher por abuso sexual seria zuado de viadinho pro resto da vida. Mas quer saber? Sempre achei machismo que homens não pudessem denunciar mulheres por abuso sexual. Conheço umas histórias…

#O mais assustador comentário que já recebi neste blog em quase um ano e meio de existência
Clica e lê. O negócio é sério.

#Tá chegando a hora…

Olha a capa da Time dessa semana:

TIME - How to save your newspaper

Matéria completa aqui.

#Alçamos voos mais altos
Olha a gente no site da Rexona. Vai rolar sempre.

#Tá explicada a dieta hipercalórica do Phelps
12 mil calorias por dia e você queria que eu acreditasse que tinha a ver com o supercondicionamento físico dele? Nada. LARICA. Mas falando sério, eu sou partidária do ‘deixem o cara paz’. Eu, o Chong (isso, o amigo do Cheech!), o Christian Bale e um monte de gente achamos que ele deveria ter aproveitado pra mandar a real – o site reasononline escreveu “O que Phelps deveria ter dito“, e deveria mesmo.

#Bruno Aleixo
Tava vendo todo mundo falar disso aí e não entendia. Tentei ver um vídeo outro dia mas não entendi nada do que eles tavam falando – português de portugal parece uma língua desconhecida, às vezes. Mas todo mundo continuou falando tanto que dei uma nova chance – e não é que é engraçado pra cacete?

#E o prêmio ‘Vergonha Alheia do Ano’ vai para…
Engraçado, pessoal do Big Brother teve um concorrente forte. Duvido que alguém supere essa entrevista do Lucas Celebridade até o fim de 2009.

#Todo mundo já viu, mas pros retardatários (sempre tem):
Não sou só eu que fico locona com anestesia. Mas não cheguei nem perto do David, que fez sucesso essa semana porque tem 7 anos e ficou doidão depois do dentista:

Já tem remix, e é do bom. Vi no Matias.

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Quero te presentear e preciso da sua ajuda

presente

Tô afim de fazer uma promoção pra reverter parte da grana dos posts patrocinados em recompensa pros leitores. É porque eu gosto muito de vocês e sinto que deveria recompensá-los por aguentar minha rabugice, meus ocasionais deslizes de qualidade e todo o resto.

Mas como a parada é pra vocês, mesmo, achei que seria fundamental perguntar antes – o que vocês gostariam de ganhar?

Conhecendo o perfil de quem entra aqui, acho que seria legal algo como um vale livro ou DVDs de séries. Mas quero confirmar, portanto, responda aí: que troço eu devo oferecer promocionalmente aqui que vai tornar mais fácil aturar aquele selinho chato de ‘este é um artigo patrocinado’? E se alguém tiver uma idéia bem legal e diferente
do tradicional, por favor, estou receptiva. Manda bala nos comentários.

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Coisas memoráveis de 2008

Não fiz muita coisa em 2008. Digo, coisas memoráveis. Pensando bem, fiz muitas compras. Acho que nunca consumi tanto, e não dá pra saber se isso é bom ou ruim, apesar de memorável (no sentido de que minha conta bancária ainda não se esqueceu dos gastos). Emagreci uns 15 quilos e engordei uns 3 de volta agora no fim do ano, mas ano novo é sempre um recomeço né? Dá pra perder tudo de novo, que a vida é isso mesmo. Mudei de emprego, e isso acarretou numa mudança de estilo de vida, também. Estudei algo sobre religião e ocultismo e mudei um pouco minha maneira de ver as coisas.

A questão é que, no geral, considero o balanço positivo, porque acho que me tornei uma pessoa melhor. Quer dizer, não sei se me tornei de fato – mas tenho tentado, e o ano foi marcante porque eu meio que oficializei isso como um dos objetivos da minha vida.

Sem mais breguices, falemos das coisas memoráveis deste ano que passou (aliás, observem que é o ano das meninas):

Menina Eloá: minha cidade em evidência na mídia

Não é sempre que Santo André se destaca no noticiário. Que eu me lembre, aconteceu apenas duas vezes – quando Celso Daniel foi seqüestrado (aliás, você sabia que todo mundo que teve contato com ele na noite do seqüestro, do cara que estacionou o carro dele no restaurante ao garçom, foi assassinado?) e depois quando Lindemberg, insatisfeito com sua suposta cornice, achou legal balançar um pouco as coisas. Mas não só de seqüestros é feita minha cidade, viu?

O caso, que vai ser mencionado e re-mencionado na história como um dos maiores fracassos em resgates na história do país, chocou a opinião pública. Sim, CHOCOU A OPINIÃO PÚBLICA. Porque a opinião pública é babaca.

E a Nayara, que de boba nada tem, até hoje colhe os frutos do infortúnio de ter estado no apartamento aquela tarde. O mundo é dos espertos.

Menina Isabella

Fantasia de Edifício London, do caso da Menina Isabela

Bom-senso na fantasia FAIL

O mais incrível desse caso é que ele CHOCOU A OPINIÃO PÚBLICA. Essa frase, que me dá náuseas, não explica a comoção idiota das pessoas com essa história. Gente FALTANDO NO TRABALHO para ir até o edifício London é algo que não entra na minha cabeça. E nem passou 6 meses e todo mundo esqueceu do ‘casal Nardoni’ (menos a Veja, que não satisfeita, quer que eles se fodam muito mais do que já estão naturalmente fodidos).

O BA MA

Barack Obama sem camisa na praia

Ele foi eleito, eu fui na TV tentar falar sobre ele (mas o Lobão nem deixou), e tudo indica que apesar do carisma inegável do cara, a única diferença entre ele e o Bush é que ele não é um babaca (ok, isso é grande coisa). E CERTAMENTE não conseguiria desviar do sapato, porque é mais alto, o que aumenta a área de possível contato.

ETs deram bolo

Blossom Goodchild mentiu? ETs ficaram presos no trânsito? Nunca saberemos. Sabemos, no entanto, que muita gente ficou esperançosa. Isso tem um significado: tá todo mundo ansioso por algo que mude o cenário decadente em que a gente se encontra. Meu maior temor é que essa atitude deva partir da própria humanidade, e não dos pobres extratereestres.

Flora é a vilã mais apaixonante desde Odete Roitmann

Flora, de A Favorita (Patrícia Pillar)

Não é fantástico observar, dia após dia, do que aquela MONSTRA HORRÍVEL é capaz? Flora é má, muito má. Loucamente má, do tipo que gargalha quando faz maldade, do jeito que a gente gosta. João Emanuel Carneiro acertou, e isso vem de alguém que não costuma gostar de novela a não ser que ela seja muito boa (vide os lixos Negócio da China e Três Irmãs).

César Cielo, o heróizinho brasileiro

Diego Hipólito FAIL nas Olimpíadas

Quando Diego Hipólito fez a maior cara de FAIL da história e caiu sentado no tapete fofinho da ginástica olímpica e tudo parecia perdido, o homem da natação chegou. Inspirado nos triunfos sem precedentes do esquisito Michael Phelps, César Cielo se tornou rapidamente o novo namoradinho do Brasil e o brasileiro recordista de fotos mordendo suas medalhas.

Dunga fracassa na seleção

Brincadeira. Ou você achou que eu ia realmente falar de futebol aqui?

Menina Mallu Magalhães

Não dá pra negar que eu me interesso pela história da menina. Tive três fases na apreciação de Mallu. Primeiro, a descrença – achava ela apenas uma menina de 15 anos tocando violão e com um bom gosto musical, coisa que posso garantir que não é tão rara assim (na minha escola tinham várias do mesmo tipo, pseud0-intelectuais cantoras wannabe artistas). Depois, cedi e constatei que ela tinha composições legais e uma voz ok, que precisava de amadurecimento mas o caminho era promissor. E na última fase me irritei com o endeusamento, a superexposição e a babaca com linguagem de artista que ela virou. Mas vou acompanhar de perto, tudo, porque acho que é um desses fenômenos tipo Menina Eloá – a mídia foi lá e fudeu tudo.

Menina Maísa

bazar_maisa

Ela é mais desenvolta do que 60% das pessoas que eu conheço. E ganha mais do que 100% delas, e tem capacidade de zuar o Silvio Santos ao vivo. Tenho medo do que ela vai se tornar, mas por enquanto tudo que posso dizer é que ops, tô bebada ainda ouviremos falar muito dessa menina.

Crise, crise, crise

A crise não existe. Ela é só uma coisa na nossa cabeça. É que enquanto disserem que ela está aí, ela vai estar. Economia funciona assim, né? Se todo mundo fingisse que nada tá acontecendo, ninguém ia deixar de consumir, os bancos não iam deixar de oferecer crédito e não haveria crise.

Brincadeiras à parte, eu continuo gastando. E você?

Pra 2009, o que eu espero?

Nada, que o segredo pra felicidade é não ter expectativas, né? No máááximo espero que o show do Radiohead realmente aconteça, afinal já tô com ingresso comprado.

Tô brincando. A gente tem sonhos no coração, né? Eu espero trabalhar menos e ter mais tempo livre (o que teoricamente se concretizará a partir de maio, quando já estarei sob jurisdição do novo contrato de estágio, que diminui minha caraga horária).

Mas isso não vai acontecer, porque nesta época provavelmente estarei envolvida com a produção do meu TCC.

Espero também me formar e me livrar definitivamente do parcelamento do meu diploma da faculdade.

Espero que tudo que está bem continue bem e que você continue lendo o blog. Espero que eu continue escrevendo nele, também.  Espero ler o dobro de livros que li esse ano, assistir o dobro de filmes, ouvir o dobro das músicas e conhecer o triplo de gente. E espero que eu tenha mais… paciência. Ou seja: espero ser capaz de esperar mais.

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De férias por uns dias

Como percebi que você também tirou umas férias daqui (as visitas do blog caíram drasticamente), farei o mesmo.
Férias = só posto se o texto brotar da minha cabeça sem que eu possa fazer nada para controlar isso. Acontece bastante. Mas não dá pra garantir, então pode ser que eu só volte em 2009.

Antes de ir, quero agradecê-lo pelas 25 indicações obtidas no concurso Best Blogs Brazil 2008. Elas me garantiram classificação para a final na categoria Pessoal e Cotidiano, e com a vantagem de ser o segundo blog mais indicado. Tudo bem que o blog que teve mais indicações na categoria recebeu SETENTA E CINCO, mas sempre há uma esperança e eu confio em você, até porque votar num blog que já está lá é mais simples do que ter que indicar um.

Não sei quando a votação começa, mas aviso por aqui. Deve ser em janeiro.

No mais, desejo um Natal alegre e cheio de… pô, sei lá, ninguém da nossa idade ganha presente. Não vou desejar amor paz felicidade harmonia e essas coisas, porque isso é o que a gente deseja normalmente pras pessoas. Mas dá pra desejar que o ano que vem seja melhor que o que passou.

Ah, falando em ano novo, tive umas boas idéias de listas de ano novo… então talvez eu volte antes de 2009, sim.

Boas festas!

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