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Arquivo: clipe

Você conhece o El Paso!?

Pra começar, eu não usei uma exclamação precedendo uma interrogação no intuito de dar essa peculiar entonação pra frase. É que El Paso! é o nome da banda, e já vem escrito assim, com exclamação.

Esse é um publieditorial pago com muito amor, risadas, parceria, caronas, rollets legais e o diabo. O El Paso! é uma banda formada por alguns dos meus melhores amigos. Eu tenho várias bandas de amigos, mas o El Paso! é minha preferida.

Só que justamente por ser uma banda composta de grandes amigos meus e tal, eu me sinto meio suspeita pra opinar. Resolvi compartilhar com uma audiência SELETA, BEM SELECIONADA, DE BOM GOSTO, FORMADORA DE OPINIÃO, para que ela mesma pudesse dar seus pitacos sobre o El Paso!

Ouçam a música. Eu estava lá quando eles gravaram o clipe. Foi na casa do vocalista, na sala, como vocês podem ver. Totalmente caseira a parada, mas contamos com o advento de alguém chamado MANO NENÊ, o homem por trás da MONDOCÃO PRODUÇÕES.

Gostaria que me dessem opiniões abalizadas e críticas construtivas, direto nos comentários. Aos que se interessarem muito, tem mais coisas deles no MySpace.

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Pork and Beans, novo clipe do Weezer, é uma amálgama de virais do Youtube

Esse é o vídeo do novo single do Weezer, que chama Pork and Beans, e cuja idéia é bem legal. Apesar da música não ser nada muito surpreendente, o clipe foi uma puta sacada: a banda reuniu vários personagens de vídeos famosos da internet, tipo o gordinho que canta ‘Dragostead Tin Dei’ (a versão origianal de ‘Festa  no Apê’, do Latino) de um jeito engraçado, Chris Crocker, o rapaz surtado que pediu pra todo mundo deixar a Britney em paz meses atrás, o afroninja, o dramatic chipmunk, a miss teen que falou merda num concurso americano e outras figuras que a gente conhece muito bem do Youtube.

O clipe, que está no ar desde o último dia 23, já está chegando na impressionante marca de 3 milhões de hits no Youtube. O vídeo clipe tem aquele clima de festa e alegria dos clipes do Weezer, nos quais todo mundo canta, dança e participa, além das referências à cultura pop internética nerd serem muito divertidas.

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Mudando de idéia, então… mau-humor, Eddie Vedder e Aqua Dotz atacando novamente.

Acordei com um mau humor absurdo e tudo foi dando errado já antes de eu chegar no trabalho. Eu vim, no caminho, arquitetando o post, no qual eu reclamaria de todas essas coisas. Mas desisti, não vale a pena. A título de desabafo, vou falar delas brevemente: por um dia, ou alguns, no máximo, eu cansei. Cansei de trabalhar e não ganhar dinheiro, de demorar 2 horas pra chegar até o trabalho, cansei de trem cheio e atrasado, de metrô cheio e atrasado, cansei de gente que come o meu pedaço de bolo-mousse de chocolate e faz disso uma constante, cansei da Luzinete, que não importa o que aconteça nunca vai fazer o que eu peço e sempre vai fazer o que ela acha que é mais conveniente, cansei de mandar currículos e não ter retorno, cansei de ficar sem melhor amiga, cansei de ter um blog e não ganhar dinheiro, cansei de não ter tempo pra fazer várias coisas que gostaria. Também cansei de deixar minha criatividade ser influenciada pelos problemas do dia-a-dia, e por isso vim postar. E, não menos importante, cansei de me irritar tão fácil com as coisas… argh. Ufa.

Esse é o primeiro clipe solo que o Eddie Vedder faz. Essa canção, Guaranteed, faz parte do disco da trilha sonora de Into the Wild, o filme do Sean Penn que conta a história do Chris McCandless, um moleque americano que tinha uma puta vida boa e largou tudo pra correr o mundo sem grana. Foi parar no Alasca. Mas não vou contar o final. De qualquer maneira, o disco foi inteiro composto e tocado pelo Eddie, com exceção de uma ou outra participação especial. E tipo, a música é muito linda, singela, tocante… Mas sou só eu que sinto que o Eddie tá ficando repetitivo? Não me levem a mal, adoro o cara. Mas é que, por adorar, inclusive, posso falar, porque conheço bem tudo o que ele faz e sei que tudo, tudo que é solo dele tem exatamente a mesma cara: sempre o violãozinho melancólico e dedilhado que, acompanhado da voz grave dele, se tornam tipo mantras de meditação. Não que seja ruim, só queria que o homem explorasse mais o potencial dele.

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Também queria que ele arranjasse uma mulher que não parecesse uma ema.


Da série “eu comecei a usar cocaína aos quatro anos..”
A cada dia eu me surpreendo mais com a versatilidade e o humor negro da Maysa.

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