20 de novembro de 2007 às 13h14
Notícias do feriado, doenças bizarras, download do Kasabian
Nossas três grandes musas foram notícia no feriado, segundo informa o Glamurama. Vamos lá:
Paris Hilton: o The Sun disponibilizou um vídeo dela na própria banheira de hidromassagem, numas de caras e bocas sensuais e tal. Disgusting. Espero que amanhã ela faça algo realmente legal pra eu poder publicar, porquê quarta é dia de Paris Hilton. Não que vídeo da Paris pelada seja notícia.
Edit: vídeo tá um ou dois posts pra baixo, a gabi colocou. Enjoy.
Amy Winehouse: rolou um bafão porque, durante um vôo Londres-Glasgow, ela achou que era legal passar a viagem inteira fumando no banheiro. Uma hora de vôo, parece. Arrancada de lá, ainda brigou com todo mundo, defendendo o direito de fumar. Acho que vocês souberam, mas tem umas duas semanas, ela deu uma entrevista pra Blender e falou umas coisas sem nexo, fora que dormiu algumas vezes durante a entrevista. Vale a pena ler na íntegra, é engraçado. Bom registrar também que, de acordo com o Blog da Ilustrada, nesse link, Amy calou a boca de todo mundo no show de Glasgow. A novela de Amy vai longe. Ela é diferente das outras junkie celebrities porque é extremamente talentosa.

“Eu tomo anti-depressivos, mas não os tomo”, ela disse. É.
Britney: no dia 17, foi proibida de andar de carro com os filhos. O Kevin conseguiu um vídeo dela passando no sinal vermelho, em alta velocidade, com as crianças dentro do carro. Sad.

“There’s no spoon.”
Enough de celebrities, não?
INDICAÇÕES DE BLOGS E DOENÇAS ESQUISITAS - Tem um blog genial, o Grande Abóbora, que publicou hoje, traduzido do List Verse, a relação de síndromes mais esquisitas do mundo. Inspirada pelo Grande Abóbora e pelo meu conhecimento envolvendo doenças bizarras, passado a mim pela revista Mundo Estranho de mais ou menos um ano atrás, faço um ‘best of’ das duas listas. A matéria da ME é assinada Marcelo Bortoli, o que por um lado me dá direito de publicar, já que se considerarmos o sobrenome, ele é da minha família.
Algumas doenças figuram nas duas listas, então meio que re-editei algumas informações – ou não. Enfim, é um mash-up, e é bem engraçado, porque por mais trágica que algumas doenças aqui possam ser, elas são bem ‘curiosas’. Só pra ficar claro, não escrevi nada. Só juntei os dois textos, creditados devidamente aqui em cima.
Síndrome de Lima
O oposto da Síndrome de Estocolmo: neste caso, os bandidos têm extrema compaixão pelas vítimas. Ganhou este nome após a crise na embaixada japonesa em Lima, no Peru, entre 26 de dezembro de 1996 e 22 de abril de 1997. Os membros do Tupac Amaru tomaram como reféns os convidados de uma festa promovida na casa do embaixador japonês no Peru. Entre os reféns encontravam-se diplomatas, membros do governo e militares. Depois de meses de negociações infrutíferas, os reféns foram libertados por militares peruanos, embora um refém tenha sido morto.
Síndrome de Diógenes
Diógenes foi um filósofo grego que vivia em um barril pregando ideais de animalismo e niilismo. Esta síndrome é caracterizada por extremo negligenciamento, tendências reclusivas e acumulação compulsiva, algumas vezes de animais. É encontrada principalmente em pessoas mais velhas e é associada à senilidade.
Síndrome de Paris
É uma síndrome exclusiva de japoneses, que piram ao chegar nesta cidade. Dos milhões que visitam Paris todo ano, aproximadamente uma dúzia sofre deste problema e precisa ser levado de volta ao Japão. Isto ocorre basicamente devido a um grande choque cultural. Alguns turistas que chegam à cidade são incapazes de dissociar a visão utópica que tem de Paris, como aquela vista em filmes como Amélie Poulain, da realidade de uma grande metrópole. Se um dos portadores da síndrome encontra um garçom mal-educado, por exemplo, ele se força a guardar a raiva para si e acaba sofrendo uma fadiga mental muito grande.
Síndrome de Stendhal
Esta doença psicossomática causa taquicardia, tonturas, confusão e até mesmo alucinações em quem a tem e é exposto a artes. Os ataques ocorrem especialmente se a arte é muito bonita ou se há muitas obras reunidas em um mesmo local.
Esta desordem tem este nome em homenagem ao escritor francês Stendhal, que descreveu estas sensações em um livro, após visitar Florença, na Itália.
Síndrome de Jerusalém
É o nome dado a um grupo de fenômenos mentais envolvendo idéias obsessivas com religião, delírios ou outras experiências psicóticas desencadeadas por (ou que levam a) uma visita a Jerusalém. Não é exclusiva de uma religião, podendo afetar tanto judeus quanto cristãos. Esta perturbação surge enquanto a pessoa está em Jerusalém e causa delírios psicológicos que tendem a se dissipar após algumas semanas. Todas as pessoas que já sofreram disto têm histórico de doenças mentais.
Delírio de Capgras
O delírio de Capgras é uma desordem rara na qual uma pessoa acredita que um conhecido seu, muitas vezes o cônjuge ou um parente próximo, foi substituído por um sósia idêntico. É mais comum em pacientes com esquizofrenia, embora ocorra em pessoas com demência ou que sofreram algum dano cerebral. A paranóia induzida por esta doença foi utilizada em vários filmes de ficção científica, como Vampiros de Almas, O Vingador do Futuro e Mulheres Perfeitas. O sintoma por vezes se volta contra a própria vítima: ao se olhar no espelho, ela também acredita que está vendo a imagem de um farsante. Em graus mais extremos, a vítima acha que até objetos inanimados, como cadeiras, mesas e livros, foram substituídos por réplicas exatas.
Delírio de Fregoli
O oposto do delírio de Capgras. Uma pessoa pessoa com esta desordem acredita que um completo estranho é, na realidade, um conhecido próximo que mudou de aparência ou está disfarçado. Ganhou este nome graças ao ator italiano Leopoldo Fregoli, conhecido por sua grande habilidade em mudar de aparência durante suas apresentações. Foi reportado pela primeira vez em 1927, quando uma mulher de 27 anos que acreditava estar sendo perseguida por dois atores que ela freqüentemente assistia no teatro. Ela acreditava que estas pessoas perseguiam-na de perto, tomando a forma de pessoas que ela conhecia.
Delírio de Cotard
Esta é uma desordem rara na qual a pessoa acredita estar morta, não existir, estar apodrecendo ou ter perdido todo o sangue e órgãos vitais. Raramente pode incluir delírios de imortalidade. Foi batizada assim devido a Jules Cotard, neurologista francês que primeiro descreveu a condição, chamando-a de le délirie de négation , em uma palestra em Paris, em 1880. Apesar de depressivo e certo de que está morto, o doente, contraditoriamente, também pode apresentar idéias megalomaníacas, como a crença na própria imortalidade.
Paramnésia Reduplicativa
A paramnésia reduplicativa é a crença de que um local foi duplicado, existindo simultaneamente em dois ou mais lugares simultaneamente, ou que foi movido para algum outro lugar. Por exemplo, uma pessoa pode não acreditar que está no hospital no qual foi internada, mas sim em um outro hospital, idêntico ao primeiro, mas localizado em outro lugar do país. O termo paramnésia reduplicatica foi utilizado pela primeira vez em 1903 pelo neurologista tcheco Arnold Pick, para descrever a condição em que se encontrava uma paciente com suspeita de mal de Alzheimer. Esta paciente insistia que havia sido transferida da clínica de pick para outra clínica idêntica à dele, mas localizada em um subúrbio familiar. Para explicar as discrepâncias, ela afirmava que Pick e sua equipe trabalhavam nos dois locais.
Cegueira emocional
A expressão “cego de emoção” existe na prática, e pode acontecer com qualquer pessoa normal. O problema foi descoberto recentemente por pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Depois de olhar para alguma imagem forte, principalmente com conteúdo pornográfico, a maioria das pessoas perde a vista por um curto espaço de tempo – décimos de segundo na verdade. Até agora, nenhum especialista conseguiu explicar o porquê dessa reação.A descoberta da cegueira emocional deu origem a um movimento no Congresso americano para que seja banida toda a publicidade com apelo erótico em grandes rodovias do país.
Síndrome da Redução Genital
Também conhecido como koro, esse distúrbio mental deixa a pessoa convencida de que seus genitais estão desaparecendo. A maioria dos casos até hoje foi relatada em países da Ásia ou da África, e em muitos deles a síndrome parece ter sido contagiosa! Um dos episódios mais estranhos ocorreu em Cingapura, em 1967, quando o serviço de saúde local registrou centenas de casos de homens que acreditavam que seu pênis estava sumindo. Um único caso da síndrome da redução genital foi registrado até hoje no Brasil, no Instituto de Psiquiatria da USP. Convencido de que seu pênis estava sumindo, o doente tentou se matar com duas facadas no abdômen!
Síndrome de Riley-Day
Se você já sonhou em nunca mais sentir nenhuma dor, cuidado com o que pede… As vítimas dessa doença não sentem dores, mas isso é um problemão. Elas ficam muito mais sujeitas a sofrer acidentes porque param de registrar qualquer aviso de dano nos tecidos do corpo, como cortes ou queimaduras. A doença é causada por uma mutação no gene IKBKAP do cromossomo 9 e foi descrita pela primeira vez pelos médicos Milton Riley e Richard Lawrence Day. Sem o aviso de perigo que a dor proporciona às pessoas comuns, a maioria dos doentes com a síndrome de Riley-Day tende a morrer jovem, antes dos 30 anos, por causa de ferimentos.
Maldição de Ondina
O nome bizarro é uma referência a Ondina, ninfa das águas na mitologia pagã européia. A doença, mais estranha ainda, faz com que as vítimas percam o controle da respiração. Se não ficar atento, o sujeito simplesmente esquece de respirar e acaba sufocado! A síndrome foi descoberta há 30 anos e já existem cerca de 400 casos no mundo. Pesquisadores do hospital Enfants Malades, de Paris, acreditam que a doença esteja relacionada com um gene chamado THOX2B. O sistema nervoso central se descuida da respiração durante o sono e o doente precisa dormir com um ventilador no rosto para não ficar sem ar!
Pica
Esse nome também estranho não tem nada de pornográfico: pica é uma palavra latina derivada de pêga, um tipo de pombo que come qualquer coisa. E a pica a síndrome, é claro… faz exatamente isso: a pessoa sente um apetite compulsivo por coisas não comestíveis, como barro, pedras, tocos de cigarros, tinta, cabelo… O problema atinge mais grávidas e crianças. Após comerem muita porcaria involuntariamente, os glutões ficam com pedras calcificadas no estômago.Em 2004, médicos franceses atenderam um senhor de 62 anos que devorava moedas. Apesar dos esforços, ele morreu. Com cerca de 600 dólares no estômago…
Síndrome de Alice no País das Maravilhas
Doença que provoca distorções na percepção visual da vítima, fazendo com que alguns objetos próximos pareçam desproporcionalmente minúsculos. O distúrbio foi descrito pela primeira vez em 1955, pelo psiquiatra inglês John Todd, que o batizou em homenagem ao livro de Lewis Carroll. Na obra, a protagonista Alice enxerga coisas desproporcionais, como se estivesse numa “viagem” provocada por LSD. As vítimas da síndrome também vêem distorções no próprio corpo, acreditando que parte dele está mudando de forma ou de tamanho.
Síndrome da mão estranha
“Minha mão agiu por conta própria…” Essa desculpa usada por alguns cafajestes pode ser verdadeira. A síndrome em questão alien hand syndrome, em inglês faz com que uma das mãos da vítima pareça ganhar vida própria. O problema atinge principalmente pessoas com lesões no cérebro ou que passaram por cirurgias na região. O duro é que o doente não presta atenção na mão boba, até que ela faça alguma besteira. A mão doida é capaz de ações complexas, como abrir zíperes… Os efeitos da falta de controle sobre a mão podem ser reduzidos dando a ela uma tarefa qualquer, como segurar um objeto.
Síndrome do sotaque estrangeiro
Após sofrer uma pancada ou qualquer outro tipo de lesão no cérebro, as vítimas desse distúrbio passam a falar com sotaque francês… ou italiano… ou espanhol. A língua varia, mas, na maioria dos casos, as vítimas desconhecem o novo idioma. Segundo cientistas, a pronúncia não é efetivamente estrangeira, só dá a impressão disso. Pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, acreditam que o sintoma é causado por um trauma em áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, provocando mudanças na entonação, na pronúncia e em outras características da fala. Um caso bem recente da síndrome do sotaque rolou com a britânica Lynda Walker, no mês passado. Após um infarto, Lynda acordou falando com sotaque jamaicano.
O Grande Abóbora tem vários posts imperdíveis, mas vou indicar especialmente esse, que versa sobre abduções e os sinais que podem indicar que alguém já tenha sido abduzido. Francamente, eu me ancaixo em muitas situações ali. De qualquer forma, serviço de utilidade pública, já que todo mundo deveria ter direito de saber se já foi abduzido ou não.
DOWNLOAD DO KASABIAN – Parece que eu tenho a mania de achar que todo mundo lê tudo o que eu escrevo. Coloquei , no fim do texto da última quarta, o show do Kasabian no Glastonbury de 2005 pra download. Mas tava meio escondido e, segundo as estatísticas do blog, só uma pessoa clicou e nenhuma baixou. Confiando que se trata apenas de um erro de navegabilidade por minha parte, prometo que agora não vou mais fazer aquela gambiarra de colocar links pros downloads no meio do texto e vou deixar tudo bem destacado.

KASABIAN – LIVE AT GLASTONBURY, 2005 – BAIXA AQUI!



Infelizmente, porque nos perdemos, não vi o Supercordas. Cheguei as 19h em ponto, quando o Pato Fú subiu no Main Stage, ao ar livre. Nada contra os mineiros, mas não sou fã nem nada e fui até o Indie Stage pra esperar o Tokyo Police Club, que tocou o primeiro acorde pontualmente às 19h30, como marcado na programação. O show foi intenso, desses pra gritar quando você sabe a letra. Quando eu cheguei não tinha muita gente, mas lá pro meio/fim, olhei pra trás e estava bem lotado. O TPC tocou os hits dos dois EPs (entre eles, que eu lembro, Cheer it On, Citizens of Tomrrow, La Ferrasie, If It Works, Be Good com palminhas e tudo) e cinco músicas novas, mas não passou de um concerto divertido de uma banda que pode ser maior quando tiver um CD, algo mais coeso, pra gente poder opinar. Um bom começo de carreira, ainda assim, com uma parte do público cantando os refrões, gritando os “heys!” (eles têm vários nas músicas) e antecipando as palminhas (também têm várias).
O próximo show que eu veria era o da Lily Allen, no Main Stage, as 22h – o TPC terminou lá pelas 20h30. Fiquei colando meus lambe-lambes nas paredes e conferindo as áreas de chill-out, uns espaços verdes com banquinhos pra sentar e desencanar um pouco, e fui pro palco principal pouco antes do início do show, que começou as 22h em ponto, de novo. Lily é uma graça no palco. Fuma e bebe e pula, descalça, esbravejando impropérios e fazendo gestos obscenos pra falar do presidente americano. Pra quem pensava que aquela voz era, sei lá, pro-tools, ela segura muito os vocais no microfone verde limão. Lily canta bem e o show é divertididíssimo, e nada além disso – nada épico, memorável, nada daqueles shows de você sair se perguntando quem é e onde está -, mas vale a diversão sim. Ah – ela estava bem bêbada e esqueceu as letras de umas 4 ou 5 músicas. Eu não ligo muito, afinal, aprendi a ouvir música com o Pearl Jam, que tem nos vocais um cara que esquece 9 entre 10 letras nos shows. Mas , se no começo foi engraçado, lá pela quarta música o pessoal já tava um bufando um pouco… Foi o último show da turnê de Alright, Still. Teve LDN, Smile, Friday Night, Not Big, Shame For You, covers do Specials e do Keane e algumas outras.
Pois bem. Se a new-rave existe, ela é aquilo que aconteceu no show do Rapture. Uma hora de show pra dançar, todas as músicas eram hits cantados arduamente pelo público, samba suor e saudade no meio da galera. Não assistia a um show incendiário assim desde o Nirvana, em Seatle, um show de 94. Ok, eu não vi o Nirvana em Seatle em 94. Eu tinha 6 anos. Mas o palco virou uma pista de dança sem dúvida nenhuma, e foi ali que eu entendi de fato que, apesar de existir uma diferença muito pequena entre o rock’n'roll, o punk e a música eletrônica, poucas bandas conseguem chegar no limiar dos três gêneros sem soar ruins, ou poluídos, ou bregas, ou sem graça, ou pretensiosas. O Rapture é provavelmente uma delas – se a gente colocar tudo num balde e chamar de electro, eles dão um pau em Klaxons, em CSS, em New Young Pony Club, em tudo isso, muito fácil. Ao vivo o Rapture soa pesado, marcante, o bumbo até meio sufocante. Tocaram coisas do Pieces of People We Love e do Echoes, todas recebidas com igual entusiasmo, uma emendada na outra, sem tempo pra conversa ou enrolação. Saí dez minutos antes do horário marcado para o show do Kasabian pra ver que o Indie Stage tava bem cheio, com gente pulando e dançando beeem lá pra trás. O negócio tava bom mesmo. De todas, o Rapture é a banda da qual eu menos conhecia, menos sabia os nomes, menos sabia cantar e mesmo assim foi o show em que eu mais me diverti. Eu só conheço o Pieces of People We Love.
Recomendo, lembra? Não lembro exatamente o que ele disse, mas tava bem informado porque zuou o Pelé sobre a ereção de 62 horas ou algo assim. A última foi L.S.F, sensacional, com AaaAAAaaaAAaaa orquestrados pelo Tobey e cantados pelo público de lá, de cá e tal. Ele até voltou depois do fim da música pra pedir mais AaaAAaaa. Por isso que eu disse que ele tem síndrome de Eddie Vedder, quem viu Daughter dia 3/12/05 em SP entendeu, mas tudo bem. Um dia ele chega lá (?). Apesar do ‘quero ser grande’ do Kasabian, eles são bem legais e fazem um show muito legal também, têm muitos hits. O público não tava empolgaaado e nem tinha tanta gente (muios foram embora assim que o Devo acabou), mas o show é bem redondinho, tem o peso certo pra entusiasmar até quem conhece pouquinho e dá pra se divertir bem. No final eles agradeceram juntos e tudo mais.
23 anos, jornalista, curiosa dos mistérios do mundo, odeia inveja e falsidade. 

