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Arquivo: Lost

Lost: algumas coisas antes do final

Lost acabou. Quer dizer, acaba em algumas horas. Ainda não sinto tanto, como senti a aproximação do fim de Friends. Espero que o final torne a despedida fácil, e mesmo assim seja bom.

O Matias me pediu pra mandar um texto pra publicar no QG dele, o Trabalho Sujo. Reproduzo o texto aqui, com algumas alterações (pra deixá-lo mais claro, escrevi depois de uma noite sem dormir). É uma reflexão mais geral, que é palatável mesmo para os não infectados (pela série, heh).

Quando eu entrevistei alguns fãs de Lost para a edição do Link sobre a série, houve um ponto em comum nos depoimentos. Todos eles disseram nunca nenhuma outra série foi capaz de fazer o que Lost fez com eles – em termos de ‘vício nerd’, por assim dizer. Deve ser por isso que quando você começa a falar de Lost nas rodinhas colam os tipos mais variados pra oferecer os palpites e as teorias: porque não importa que tipo de pessoa você seja, essa é uma série nerd que qualquer um pode gostar.

Lost teve todas essas coisas que mudaram a maneira como a gente assiste TV, mudaram a maneira como o espectador interage com uma série. Mas acho que a maior conquista (há os que considerem desgraça) de Lost foi nerdificar gente que em outros tempos jamais se imaginaria assistindo uma série de ficção científica, discutindo bolsões de eletromagnetismo e Efeito Casimir. Dá até pra dizer que Lost foi um dos responsáveis por tornar o nerd cool, também, essa transição magnífica que aconteceu depois da interwebs.

Outro motivo de identificação: as “coincidências” em Lost, que devem ser das coisas mais inteligentes que alguém resolveu enfiar no roteiro de um seriado. A maneira como as pessoas se conectam, sempre sob o famoso more ‘Everything happens for a reason’, atrai as pessoas porque, no fundo, todo mundo gostaria de saber que suas coincidências não foram coincidências, que existe um motivo por trás delas.

Lost não vai ter uma explicação científica no final. É que a série é sobre fé e ciência, mesmo. Eu não tô falando só dos dramas do Locke e do Jack: a Dharma é a ciência, a Ilha é a fé. É a história do homem avançando a ciência até um ponto em que a religião e o misticismo se fundam com a tecnologia. É uma cerca sônica que pode manter afastado um monstro de fumaça claramente místico, cientificamente inexplicável. A luz deve ser protegida para impedir o homem de avançar a ciência até a fé.

É impossível agradar todo mundo com um final baseado nessa premissa – eu mesma não sei se vou gostar (provavelmente, a essa altura). Mas acho que a ideia de um roteiro baseado nisso é fazer as pessoas pensarem na possibilidade de que tudo seja uma coisa só, ciência e religião. Aliás, você já pensou nisso?

Eu trouxe o texto pra cá, mas isso não é motivo pra você não colar lá. É que o Matias convidou um monte de gente foda pra escrever sobre Lost – gente que ama a série, que é indiferente, que assistiu e não gostou. De Chico Barney a Carlos Merigo, de Cardoso a Lucio Ribeiro: jornalistas e blogueiros, no geral, mas todos com algo interessante a dizer. E tá rolando um bom especial na Superinteressante também. AH: nunca é tarde pra ler a edição do Link sobre Lost, que rolou semana passada.

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Pra quem não gosta de Lost. E pra quem gosta, também

Há quem diga que odeia Lost sem ter visto. É que uma série cujo enredo parece, a princípio, se tratar de “náufragos em uma ilha” realmente não atrai atenção, já que esse é um tema que já foi revisitado centenas de vezes na literatura, no cinema, nos quadrinhos e nas proteções de tela do Windows.

Mas Lost, como há de se perceber já no episódio piloto, é diferente de qualquer outra obra tratando de náufragos. Lost tem referências à física moderna, tem elementos de transmídia e é acima de tudo uma história sobre a possibilidade de redenção dos indivíduos.

Há também os que dizem que Lost ficou ruim lá pela 4ª temporada. A série tem algumas passagens bem erradas lá pro meio. Confusos pelo sucesso, os roteiristas incluíram na série alguns episódios (acho que chega a uma dezena) que poderiam ter ficado de fora. Ou, sei lá, podiam ser incluídos como complementos, tipo aqueles trechos complementares para celulares. Mas a essência da série estava lá; acho que sempre ficou bem claro que o Rodrigo Santoro e sua história esdrúxula nunca iam se tornar o plot principal.

Alguns podem ter desistido por causa dos elementos sobrenaturais colocados na história. O que é curioso – ninguém desiste de Stephen King ou de Arquivo X por causa dos elementos sobrenaturais colocados na história. Quero dizer, a história é boa justamente por conter esses elementos. E eles argumentam: “no começo Lost era foda, mas aí veio com essas explicações sobrenaturais…”

Quer dizer, no PRIMEIRO episódio você vê o pai de um cara, que deveria estar morto, de pé olhando pra ele. E o corpo dele sumiu do caixão. E VOCÊ ESPERAVA UMA EXPLICAÇÃO RACIONAL PRA ISSO.

Você está sendo incoerente.

Tem outros, os que reclamam das viagens do tempo. “Muito viagem”, dizem. Não é viagem, mano. Quer dizer, é, mas é perfeitamente ‘racional’ uma vez que você considera a lógica dos universos paralelos, ponto. Ainda assim é teoricamente impossível, até onde conhecemos a física – mas a gente só conhece a física até um ponto tão ridículo… quer dizer, gravidade. O que é gravidade. Existem teorias, deformação no espaço causada pela densidade da massa de um corpo… mas assim, é tão doido quanto isso:

Ou seja: a teoria mais aceita sobre a gravidade pede que você imagine o espaço deformado como uma grande cama elástica com uma bola pesada em cima… entendeu? Enfiado lá no meio da malha que é a realidade, tem uma espécie de superfície deformada.

Então o que a gente sabe sobre física?

Enfim. Daí vem um episódio que mostra, em parte, a explicação dos Bad Numbers (um dos maiores mistérios da série, que não seria explicado segundo os roteiristas, e ganhou uma justificativa criativa e plausível), confirma que todos foram levados ali por um motivo e pelo Jacob (todos nós já sabíamos disso, mas é bom confirmar), mostra as relações dos personagens fora da ilha seguindo o mesmo curso que seguiriam dentro da ilha (destino) e você diz: “episódio fraco…”

Que explicação para os Bad Numbers você queria? Que eles fossem coincidência? Por que não são, nós sabemos disso.

Ou então, diz que é inaceitável colocar um cara que claramente é algo além de um ser-humano dentro do corpo de um outro cara, morto. Na boa, você aceita a existência de aparições inexplicáveis, um monstro de fumaça que viaja pela ilha e mata as pessoas, você aceita que a ilha MUDE DE LUGAR, VOCÊ ACEITA VIAGEM NO TEMPO. Mas você diz que é muito viagem esse negócio de espíritos no corpo dos outros.

É permitido não gostar da série sim, viu. Pode acontecer com todo mundo. Mas GENTE, vamos ser consistentes nos nossos ceticismos? Porque né: “duende existe. Perfeitamente plausível. Mas esse negócio de papai-noel, aí, não faz nenhum sentido…”

É basicamente isso que você me diz quando aceita tranquilamente a existência de um monstro voador de fumaça, viagens no tempo, ressurreições, sincronicidades que não são coincidências, homens que vivem 400 anos sem envelhecer, curas aceleradas… mas fica puto se a explicação dessas coisas na série não é científica.

NÃO É, amigo, e acho que dá pra perceber isso desde sempre. Há referências na ciência, e isso provavelmente é o que torna a série tão legal, mas ressureição, cura acelerada, ilhas que se movem no tempo e mudam de lugar, gente que não envelhece… desculpa, geralmente essas coisas são sobrenaturais mesmo. Ainda não há explicação científica pra nada disso.

Talvez um dia.

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Uma análise da Season Finale de Lost por alguém que está provavelmente tão confuso quanto você

Eu evitei falar sobre Lost por muito tempo, porque é um post segregador. Nem todo mundo vê a série, nem todo mundo está no mesmo episódio que estou. Mas o fim da 5ª temporada me deu algumas dúvidas e muitas certezas, certezas que eu não vi ninguém mais comentar. Se você não vê Lost ou vê mas ainda não viu o último episódio da 5ª temporada, não leia o texto abaixo. Vou dar alternativas pra todos os gostos e perfis:

Avisado? Ok.

Spoilers TENSOS a partir daqui.

Seguinte. Eu sempre achei que Lost fosse seguir as leis da física, no geral. Não há distorções, se você estudar um pouquinho de física quântica (eu sei muito pouco). Conceitualmente, buracos de minhoca e os paradoxos que as viagens no tempo são capazes de criar sempre foram muito bem retratados no plot da série. Tem até referência a teoria das cordas. Eu sempre achei os caras geniais por isso – um plot enroladíssimo, com conceitos complicados, sem que no geral se pudesse apontar uma falha sequer.

Claro que isso, por um lado, é porque eles não responderam muitas coisas. Quando responderem, poderemos ver se houve falhas ou não. Mas divago. A questão é que minha teoria em Lost se baseava na seguinte premissa – o que aconteceu aconteceu. Ponto. Não há como explodir uma bomba que impeça o avião de cair, porque se o avião não cair, os Losties não estariam ali explodindo a bomba pra que ele não caísse. O tempo é uma linha contínua.

A não ser que consideremos a teoria dos universos paralelos. De qualquer forma, o último episódio, que deixa claro que a série é sobre bem x mal, livre arbítrio x destino, fé x ciência, me fez ver que Lost não está seguindo a regra que eu achei que estivesse – o que aconteceu pode não ter acontecido. Você sempre tem a escolha. Jacob repetiu isso muitas vezes.

Porque eu digo isso? Ok, está claro pra mim que, de certa forma, o incidente que Jack tentou evitar é exatamente o incidente que ele causou. Isso fica óbvio quando o Dr. Chang tem a mão machucada.

Mas o anti-Jacob, que certamente estava representado como Locke por causa das referências iniciais e finais ao ‘Loophole’, (deveríamos ter dado ouvidos às declarações dos produtores, que disseram que em Lost, quem está morto está morto), precisou intervir nesse suposto LIVRE-ARBÍTRIO para que Locke pudesse estar morto. Então HÁ A POSSIBILIDADE DE MUDAR. Explico.

O anti-Jacob foi quem disse a Richard pra que orientasse Locke (o de verdade) a voltar pra ilha e morrer por isso. Assim, o anti-Jacob garantiu que seus planos fossem cumpridos, porque aparentemente ele só pode ‘incorporar’ gente que já morreu (aí, têm referências às divindades egípcias do mundo inferior). Se ele não tivesse feito isso, haveria um futuro paralelo, em que algo diferente aconteceria. Ou não, mas acho que consegui provar o ponto.

Se o anti-Jacob manipulou uma pessoa comum pra que ela interferisse num ato do passado para causar uma ação futura, então qualquer um pode. Lembre-se que quem interferiu foi Alpert, e não o anti-Jacob ele mesmo, ou seja, ele não pode se envolver, mas sempre pode manipular alguém para fazer o que ele quer que aconteça.

Mas Jacob, parece, teria como saber o que aconteceria. Ele foi quem arquitetou, de certa forma, a volta de alguns dos Losties pra ilha. Ele estava sempre lá. Tipo o careca de Fringe. Ou o Linderman, de Heroes.

No geral, o que temos: duas divindades, uma representando o bem – provavelmente Jacob – e outra o mal, que é o moço de preto do início do episódio, e provavelmente o monstro de fumaça, e o Locke de volta à ilha. Jacob acredita nos homens. Acredita que no fim sai algo bom deles. O outro, não. E eles ficam brincando de provar um pro outro seu ponto. 

Sinceramente, não sei o que significa a morte de Jacob, porque acho que não existe, com Jacob e anti-Jacob, a morte literal, do corpo físico. Se eu fosse chutar, diria que a ilha é análoga a um graaande campo de xadrez, em que os dois ficam brincando de mostrar um pro outro quem tá certo e quem tá errado. Os dois estão na luta pelo controle dos ‘experimentos’ na ilha há milhões de anos; quando um consegue manipular o ser-humano pra vencer o argumento do outro, game0-over pro que foi destruído, ele sai do controle da ilha e no lugar dele entra o outro cara, que fica lá brincando com os peões atééé ser derrubado pelo outro fulano. Tipo um jogo eterno, em que dá um game-over e aí o fulano perde a vez, mas tem vidas infinitas.

Hum… alguém assistiu Constantine?

E pros que duvidavam que esse plot estava arquitetado desde o início, refresquemos a memória com uma cena que, agora, faz todo o sentido do mundo:

Não sou dessas especialistas em cultura pop. Tem muita coisa velha e legal, tipo Arquivo X, Twilight Zone e Twin Peaks, que não vivi e só vi depois de crescida. Mas a trama de Lost me lembra algo em Harry Potter – a referência em tramas desse tipo mais próxima da minha geração, por isso mencionei o ponto anterior.

Em Lost, como em Harry Potter, está tudo lá, sempre esteve – o início, o meio e o fim. Nós é que não estamos vendo as coisas na ordem. No fim, quando o quebra-cabeça estiver montadinho, veremos que não faltará quase nenhuma peça. As pessoas pensavam nos acontecimento da 5ª temporada como fatos que alterariam o futuro que já tínhamos visto, mas a gente só viu a coisa fora de ordem. Se você ordenar, está quase tudo ali.

Quase. Porque parece que dá pra mudar as coisas. Talvez, e só talvez, anti-Jacob ter interferido na linha do tempo (orientando Alpert pra que ele falasse que o Locke deveria morrer) pode ter gerado um futuro paralelo em que ele, o Anti-Jacob, se ferra. Ou não.

Chutar o que acontece na última temporada? Não faço idéia. Mas existe redenção ali. Existe redenção de Jack, o cara que era pura ciência e virou pura fé; existe redenção de Kate, que não se importava em tirar uma vida se fosse necessário e acabou disposta a se sacrificar pra não deixar que nenhuma vida fosse perdida; existe redenção de Sawyer, um cara que vivia uma mentira na verdade e depois foi viver uma verdade, ainda que na mentira. E tem Hurley, o cara que pode falar com os mortos; tem Walt (Waaaaaaaaaaaalt); tem Sayid baleado, e Desmond, ao qual as regras não se aplicam.

Agora, só em 2010. Sorte que o fim do mundo tá marcado pra 2012.

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Algumas coisinhas importantes, mas pequenas

Queria falar várias coisas pequenininhas então copiei a Lilha.

Achei o formato conveniente e acho que vou adotar isso como uma seção fixa de pequenas notinhas. Alguém tem um nome?

#site legal:
Explain This Image será sua principal fonte de improdutividade no trabalho essa semana. O site reúne apenas imagens cujo nível de bizarrice seja tão alto que não seja possível explicar… explicar. Como assim? Olha um exemplo:

#outro site legal:
Obama on Drugs. Porque ninguém pode ser tão cool de cara limpa. Tem o mesmo humor esquisito e refinado de Wagner & Beethoven, mas já aviso antes que ou você vai achar muito engraçado ou vai achar muito ruim. Eu gosto.

#o retorno de lost explodiu meu já frágil cérebro:
Fiquei esperando o release vazar pra baixar os episódios até as 2h, daí não saiu. Coloquei o despertador pras 5h, acordei e – o e02 saiu antes do e01! Baixei o que estava disponível e fui dormir. Acordei às 11h, penei pra achar um link verdadeiro e sem bug do e01, e nesse período resisti bravamente ao ímpeto de não assistir o e02 antes do e01. Rolou um boato que a CBS usou um modo de compressão no e01 que dificultou a ripagem. Daí eu pergunto: com essa história toda de voltar no tempo e ir pra frente nele de novo, será que não era pra gente assistir MESMO o e02 antes do e01? Eu, heim… virais malucos. Só acho que seria uma PUTA idéia se os caras fizessem algo assim.

#fui na cparty, conheci amigos e joguei um paintball laser maluco:
Ronald Rios não deixou a fama subir a cabeça e foi simpático – apesar da gente nem ter conversado, foi só um cumprimento. Rafael Slonik é um desses camaradas extrovertidos, que te perguntam ‘quem é você?’ com sincero interesse se perceber que a pessoa tá meio deslocada. E a Gisele Ramos é gente finíssima, como era de se esperar.

Além disso, no sábado, me chamaram pra jogar um laser shot com blogueiros. É uma espécie de paintball, mas sem bolas de tinta – tudo funciona com armas de laser e coletes. Queria fazer parte da equipe do Jovem Nerd, mas eles me rejeitaram. Minha equipe era muito legal (chamava Nerds With Lasers), mas nossa performance na arena inóspita e sanguinária foi pífia, e perdemos. O Jovem Nerd, em primeiro lugar, ganhou um Wii. Mas eu tava feliz só por ter participado. Olha:

eunolasershot

#eu era do rock desde sempre
Quer a prova? Check it out, man:

roquenrou

Desculpe, você perdeu. Não dá pra ser mais cool que isso. Nesse momento, eu ensaiava aquele movimento característico do Pete Townshend, de girar o braço, sabe?

#mais um sitezinho, só um, juro
Moralize.us é pra todo mundo que passa por um dilema moral. Insira lá sua dúvida, qualquer uma, e deixe as pessoas votarem nas respostas. Vai ser mais fácil abortar depois de ver que 77% de quem votou apóia a prática, não é mesmo? Viu? Com o apoio dos outros tudo fica mais fácil. Ufa.

#alguém tá precisando de estagiário na área administrativa?
Sérião. Tem uma pessoa muito importante e competente (além de sexy e inteligente), de 18 anos e estudante de economia, procurando desesperadamente algo desse tipo (finanças/adm). Se alguém de SP souber de algo, me avisa?

#os prêmios que eu vou dar
Depois da votação, já decidi o que vai ser. Ainda consegui um patrocínio legal pra dar mais coisas. Só tô esperando a grana proveniente dos posts patrocinados entrar. A promoção vai ser surreal, algo nunca visto antes. Aguarde e verá.

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Top 5: bandas mais legais da ficção

Nos filmes, nos livros, na TV: tem centenas de bandas que foram criadas na ficção. Em muitos casos, os autores se dão ao trabalho de compôr até músicas de verdade. Simular shows. O RBD surgiu mais ou menos assim. A Vagabanda também. Mas esses são exemplos ruins. Existem as bandas realmente legais que surgiram na ficção – ou por terem uma história divertida, uma letra ou visual engraçado e em alguns casos por terem músicas realmente boas. Eu mergulhei em algumas coisas realmente nostálgicas a escolhi as minha cinco preferidas bandas que só existem na ficção:

5. Disaster Area

A Wikipedia explica que o nome do vocalista foi tirado desse lugar aí, na Inglaterra

É a banda mais incrivelmente barulhenta do universo. Como se isso não bastasse, a Disaster Area produz também o barulho mais alto dos barulhos. Do universo. Em O Guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams explica que a Disaster Area é tão alta, mas tão alta, que os músicos tocam os instrumentos a distância. E o público também assiste aos shows de muito longe: “o melhor lugar para se ouvir um bom som é dentro de grandes bunkers de concreto a uns 60km do palco, quanto os músicos em si tocam os instrumentos por controle remoto de uma espaçonave altamente isolada que fica em órbita em torno do planeta – ou mais freqüentemente, em torno de um planeta completamente diferente.”

Os hits do Disaster Area, variados, no geral versam sobre o velho homem-encontra-mulher sob uma lua prateada, ainda segundo o livro. Claro que eu nunca ouvi nenhum, pois isso seria impossível.

Alguns planetas baniram as apresentações do Disaster Area, pois os instrumentos da banda, em alguns casos, violam os tratados de armas estratégicas. É o preço a se pagar.

Como o Disaster só aparece no segundo livro da série, ‘O restaurante no fim do universo’, e nós só temos o filme do primeiro livro, vou ficar devendo uma apresentação da banda no Youtube. Mas é melhor assim: suas caixas de som estourariam. A sua janela trincaria, e sua tela LCD de 17” recentemente adquirida acabaria em pedaços.

4. Driveshaft

O Driveshaft é uma ‘one hit wonder’, que ficou conhecida na Inglaterra pela grudenta You all, everybody.

Você poderia dizer isso com tranqüilidade se seu nome fosse, sei lá, Jeremy Bentham. Mas não é, então você precisa dizer que o Driveshaft é a banda do Charlie, de Lost. O Charlie se foi, mas do Driveshaft ninguém esqueceu, até porque é impossível, com essa música cujo refrão passa dias na sua cabeça. Lembrando que a gente só conhece o refrão da música…

Infelizmente, o Driveshaft acabou e o Charlie mesmo nunca conseguiu compôr outra música que fizesse tanto sucesso. Ficamos só com You All Everybody - ah, e Good Vibrations tocada num teclado de bloqueio de uma estação de comando. Um triste fim.

3. Weird Sisters

A maior banda de rock do mundo bruxo. Cultuada por 10 entre 10 adolescentes em Hogwarts, a Weird Sisters (ou Esquisitonas, na versão brasileira do livro e do filme) é formada por rapazes com instrumentos muitos loucos, inclusive uma gaita de fole, como deve ser num mundo mágico bretão. O nome vem de outras três irmãs bruxas que Shakespeare criou em Macbeth.

A banda apareceu no quarto filme da série Harry Potter, ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’, e BOTOU PARA QUEBRAR no Baile de Inverno. FOI IRADO. No longa, os membros da banda eram nada mais nada menos que Jarvis Cocker e Steve Mackey, do Pulp, nos vocais, John Greenwood e Phil Selway, do Radiohead, e mais dois caras desconhecidos que eu não vou mencionar afinal ninguém conhece, e todo mundo sabe que a referência importante é a dos caras conhecidos.

As Weird Sister têm dois grandes hits: Do The Hippogriff (que tá lá em cima), um rock’nroll feito para balançar as multidões, e Believe That Magic Works, uma balada para dançar coladinho. Além delas, rola uma terceira música, This is the night (ignorem as fanfotos dos filmes rolando com a música), que é a melhor das três. Eles têm até perfil no last.fm: http://www.lastfm.com.br/music/Weird+Sisters

2. Big Bad Boys

Ele é tipo o Justin dos Big Bad Boys: o único que deu certo depois da banda

Essa fantástica Boy Band, composta por CAIO BLAT (SIM!) mais três anônimos, era o grupo preferido de Juliana, a irmã de Lucas Silva e Silva. A Juliana era maluca pelos gatinhos da Big Bad Boys, Caio Blat incluso, e o Lucas morria de ciúmes. Eles apareceram em dois episódios de O Mundo da Lua.

O grande hit dos Big Bad Boys, que deve se chamar Somos os Big Bad Boys (auto-afirmação detected), tinha a letra mais ou menos assim:

Somo os Big Bad Boys, todas as minas gostam de nós
Meu nome é Caio, eu super bom atleta
Eu só dou carona de motoca ou bicicleta
Meu nome é Pedro Luz e eu gosto de cantar
Tenho pinta de ator, venham todas me beijar
Ruly, ruly, galy, galy, samba, rock, funk, jazz
Eu sou Cristian, o sapateiro, olhe só para os meus pés
Sou José olho de gato, gato é pouco, eu sou gatão
Não que eu seja convencido, mas cheguei a perfeição

Os nomes descritos por eles nas músicas são os nomes dos próprios atores, de maneira que fica fácil deduzir, portanto, que o Caio Blat só dá carona de motoca ou bicicleta, o que faz dele um ecochato desde aquela época.

Vamos evitar comentar o fato de o Christian, o terceiro homem dos Big Bad Boys afirmar, na letra, ser sapateiro.

Gostaria imensamente de ter achado o vídeo dos garotos se apresentando em O Mundo da Lua, mas o You Tube tem pouquíssimos episódios do seriado que, para muitos (eu inclusa) foi o mais legal da infância de todo mundo. A TV Cultura podia pensar em digitalizar o arquivo… serviço de utilidade pública. Enquanto isso, use a letra para assobiar a música. Aposto que você não esqueceu a melodia.

1. The Beets

Surpreendentemente, os vídeos originais das duas músicas do The Beets não estão no You Tube, mas por sorte temos gente desocupada no mundo

Dá para dizer que o criador do Doug Funny era fã de rock’n'roll. A irmã esquisita dele se chamava Jude. E a banda-sensação entre a galera se chamada The Beets. O último álbum deles é o Let It Beet. O visual dos Beets fazia referência aos Ramones, e algumas músicas também.

E se Doug foi um dos desenhos mais legais que já houve, em parte foi por causa de sacadas como essas. O maior sucesso dos Beets era o clássico Killer Tofu, ou em português, como vocês devem se lembrar a essa altura, Mingau Matador. Estão assobiando?

Foi o Skeeter, aquele camarada esverdeado, quem apresentou os Beets ao Doug e fez com que ele se apaixonasse pela banda. O próprio vizinho dele, o Sr. Jenkins, era superfã, também. E vale lembrar que o pai do Doug tocou com os Beets em um dos episódios, o que deve ser superlegal de contar para os amigos. Se você for o Doug, digo.

Os Beets tinham quatro músicas, no desenho: Killer Tofu, I Need Mo’ Allowance (as duas do vídeo), Where’s My Sock?, que eu não encontrei, and You Gotta Shout Your Lungs Out, que eu também achei num vídeo de usuário no You Tube, aqui, mas não no original.

Eu nunca vou descobrir quem compôs essas músicas, mas cara, elas são realmente boas. Dá para desejar que a banda fosse de verdade. As versões em português não estão indisponíveis na internet, aparentemente, mas no imeem tem Killer Tofu. E dá para achar os Beets no Blip.fm, também.

Bônus atualizado: Como bem observou o @robson, nos comentários, eu deixei de fora o The Wonders. O motivo é que eu sou de 88 – o filme, de 96, de maneira que eu não peguei a febre da coisa, apesar de conhecer a música. Ou seja – não me marcou como essas cinco que eu mencionei. Para quem não sabe, The Wonders passou horrores na seção da tarde e conta a história de uns garotos que fizeram muito sucesso nos EUA com uma bandinha bonitinha tipo Beatles. E todo mundo sabe cantar o sucesso deles – That thing you do. Muita gente nem sabe que essa música é de uma banda que na verdade não exisitu – por isso, merecem, claro, menção honrosa aqui na lista:

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Fringe, a nova série do criador de Lost, é sensacional

Baixei Fringe há três semanas, por indicação do Carlos Alexandre Monteiro, o cara por trás do fantástico Lost In Lost. Apesar de gostar de uma série de séries (rá!), acompanho mesmo só uma, e é Lost. Então achei que seria educado, pra dizer o mínimo, ver se a nova produção do J.J. Abrams, o cara que criou Lost, se sairia tão bem. Devo isso a ele.

O piloto de Fringe, que parece que já foi aprovado pela Fox, vazou há três semanas e são duas horas de teoria da conspiração, paradoxos e dilemas da ciência, fenômenos paranormais, perseguição policial eletrizante e… tragédias aéreas. Sim, mas com exceção das teorias da conspiração e da tragédia aérea, as semelhanças com Lost param por aí.


É, é o Pacey!

O piloto de Fringe é muito, muito mais atraente do que o piloto do próprio Lost. É provavelmente o seriado pós-arquivo X que mais se aproxima daquela vibe da série que consagrou Mulder e Scully – quem assistiu sabe a sensação de ‘tem muito mais acontecendo por trás disso do que nós jamais podemos descobrir e isso tudo poderia muito bem acontecer de verdade’. É assistir e ficar grudado na tela, tanto quanto Lost faz. Eu tenho uma teoria sobre Lost – não sobre os mistérios, mas sobre a maldição do seriado. Se você não gosta, é por quê nunca assistiu. Ninguém, jamais, é capaz de assistir o piloto e não ver os outros episódios. Fringe é desse tipo de série.

Agora só falta uma que emule aquele clima surreal e onírico de Twin Peaks. E eu também queria uma réplica de Além da Imaginação, viu… mas acho que já tô pedindo demais.

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Balanço do feriado: Carnaval, Britney e Amy, Big Brother, Lost, Skins

E não falo do suíngue do carnaval. Balanço do feriado é um resumo do que aconteceu esses dias, já que ninguém teve saco de ficar acompanhando notícias. Embarquem na vibe Leitura Dinâmica e vamos nessa:

Eu não sei quem ela é. Nem por qual escola e em que ano ela desfilou.
A modelo Silvia Soares foi um dos destaques da Rosas de Ouro este ano

Resumo do Carnaval: Em São Paulo, a Vai-Vai ganhou. No Rio, foi a Beija-Flor. Juliana Paes disse que desfilou fora de forma, uma mulher desfilou pela São Clemente com um tapa-sexo de 4 centímetros, um dirigente de scola de samba foi atropelado por um carro alegórico e a Viradouro substitutiu o carro com o Hitler sambista por um com um monte de gente com mordaças, simbolizando o cerceamento da liberdade de expressão. Diante de todos esses acontecimento importantíssimos, eu sofri de insônia por algumas noites, mas já estou retomando o ritmo normal.

Britney Spears: Ela estava internada como louca, certo? Bom, muito aconteceu nesse feriado. O pai ganhou direito de controlar a fortuna dela, porque os médicos constataram que ela não estava em condições de cuidar dos bens materias que possui. Daí, ele foi até a casa dela para trancar e tal e descobriu que tinham roubado uma monte de coisas, incluindo fotos e vídeos comprometedores. Desconfiaram do Sam Lutfi, que é empresário e amigo aproveitador e controlador da Britney e das coisas dela. Aí, hoje mesmo a mãe da Britney apresentou queixa oficial, pedindo para que a justiça obrigasse o Sam a ficar longe dela. No documento, a mãe afirma que el drogava a Britney, escondia as baterias do celular dela e cortava os cabos do telefone, orientava paparazzi para tirarem fotos dela, tratava ela super mal, inclusive dizendo que ela é uma péssima mãe e coisa e tal. E, hoje mesmo, a Britney foi liberada da. Os médicos não mais a consideram um perigo para si mesma. No TMZ.com tem a íntegra do processo que impede Sam Lutfi de chegar perto dela, e vale a leitura.

Amy Winehouse: continua na clínica de reabilitação. De novidade, teve que ela saiu às pressas pro hospital por causa de desidratação e vômitos, mas esses são sintomas comuns de abstinência e desintoxicação. E Amy foi interrogada por causa do vídeo dela fumando crack, mas nenhuma acusação formal foi feita.

Big Brother: assistir assim, na TV, eu ainda não vi. Mas recebi uns links de um barraco que rolou no feriado e resolvi ver. Daí que o Marcelo ficou putinho que foi pro paredão, falou uma pá pra Thalita, e ela foi lá e fez a fofoca pro Fernando, que voltou pra tirar satisfação. No final, não deu em nada, a Thalita acabou saindo e eu fiquei espantada de como aquelas pessoas levam tudo aquilo tão a sério. Tá, eu sei que é um milhão, mas mesmo assim ainda me dá vergonha alheia.

Lost: o seriado voltou na última quinta-feira e eu vi o novo capítulo, que está, como sempre, fantástico. Spoilers, resumos e todo o resto no Lost In Lost.

Skins: terminei de assistir a primeira temporada de Skins, um seriado inglês que é uma espécie de The O.C. mais hardcore. É bem legal. Downloads e outras informações aqui.

Estou ligeiramente incomodada com uma dor lancinante nas costas e no estômago e por isso estou indo ao pronto-socorro. Agora. Por isso resumi bastante os seriados.

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Novidades meio velhas: Lost, Franz Ferdinand, Heath Ledger e mudanças

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Bom, eu sou do tipo que curte Lost. Viciada mesmo. Os que não assistem, sei que não suportam todo mundo falando da série pra lá e pra cá, o tempo todo. Mas o que a gente pode fazer? É do caralho mesmo. E bem, só faltam 8 dias pro primeiro episódio da 4ª temporada, o que normalmente deixa os fãs em polvorosa.

Acontece, amigos, que durante o período de ‘férias’, eu não desencanei de Lost. E quem também acompanhou sabe que várias coisas aconteceram: tiveram os mobisodes, episódios curtinhos e pouco reveladores, feitos para celular; o Find 815, o novo Lost Experience – aquele jogo de realidade alternativa pra desocupados, no qual as pistas são jogadas pela internet (em forma de vídeos, textos, fotos etc) e, através delas, os vagabundos jogadores vão descobrindo uma trama alternativa à série, mas com pontos relacionados; rolaram, no exterior, os misteriosos outdoors da Oceanic Airlines; e, como sempre, vazaram os spoilers. Milhares deles.

Eu acompanho o Lost in Lost, de longe o melhor blog em língua portuguesa sobre a série, e um dos últimos posts traz um spoiler enorme e bem confiável do quarto episódio da quarta temporada, centrado em Kate e chamado Eggtown. É tipo o episódio inteiro. Leia aqui, mas eu vou dar uma resumida nas partes realmente chocantes abaixo. É só sublinhar pra poder ler, mas não se esqueça, isso são spoilers e pra alguns podem estragar a surpresa:


Vou pular as partes complicadas e que não dão pra entender, porque se referem à personagens novos. Mas, no geral, a Kate está meio que enganando o Locke durante o episódio. As partes importantes vêm no flashforward. Nele, Kate é perseguida por jornalistas, que a chamam de Sra. Austen; ela está sendo julgada pelo assassinato do padrasto. O advogado, sem saber como defndê-la, sugere que ela leve o filho (!!!!) ao tribunal, mas ela se recusa. Ela recebe a visita da mãe, que fala bem dela, e ela fica puta. No tribunal, Jack a defende e ela fica puta (!!!). Jack está bem e sem barba, ou seja esse flashforward se passa antes do último cap. da 3ª temporada. A Kate é condenada à 10 anos de regime semi-aberto… até aí, ok. É que, no final, ela e Jack conversam. Ela flerta com ele, mas logo depois recua, dizendo que enquanto ele (Jack) não se acertar com o filho dela, não tem jeito. Parece que aí ela fala d’ele, ou seja, a gente fica sabendo que o tal “ele” de quem ela fala pro Jack no fim da terceira temporada é o filho dela. Aí ela vai pra casa, um casarão, pã pã pã, chega no quarto e pega no colo um muleque loirinho de uns 2 anos, dormindo. Aí ela diz:

- Hey, Aaron…

Puta que pariu!!!!!! :O Ainda bem que só faltam oito dias.

O livro “An A to Z of Franz Ferdinand” foi escrito por uma fã do grupo escocês. Ela teve a idéia, mandou a proposta pros caras da banda, eles curtiram e decidiram ajudá-la. Tem histórias de fãs, de bastidores, de composições, turnês e até uns trechos do diário do Alex, parece.

ff-pag106mini.jpgTem um amigo meu, o Altair, que subiu ao palco pra tocar com os caras no show de 2006. A estória dele está lá. Mas o mais legal do livro, pra mim, é que ele tem uma foto minha. Não ‘minha’, uma foto de mim, mas uma foto tirada por mim durante as tietagens do mesmo show, em SP – essa aqui, na página do lado esquerdo. A autora do livro, uma moça inglesa chamada Helen Chase, há muito entrou em contato e pediu autorização pra publicar. O Altair, que é pidão e tem tipo uma das melhores lábias que eu conheço (sério, ele consegue backstage em todos os shows. Todos), descolou uma cópia com a editora inglesa (eu até tentei…) e escaneou a página onde minha foto aparece. Ele também me disse que o crédito aparece nas páginas finais.

Pena que o livro é super caro. Custa 15 pounds na Amazon. Se alguém quiser me presentear… =D

Falando em Franz Ferdinand, todo mundo já ouviu a nova música deles, Turn It On? Porque ela é muito boa. Sabe aquelas coisas que você ouve e pensa, “eu devia ter pensado nisso…”? Pois é. Não é desse tipo. Mas é bem genial, mesmo assim.

last.jpgÚltima foto dele, tirada em NY na terça. Vi aqui.

Parece que a autópsia do Heath Ledger teve resultado inconclusivo. Ainda assim, tem algumas novidades sobre o caso. Foi encontrada uma nota de 20 doletas no quarto dele, enroladinha, daquelas que as pessoas usam pra cheirar padê. No entando, a perícia não encontrou resíduos de drogas na nota – nem em nenhum lugar da casa dele. Uns ‘amigos’ disseram que já sabiam que isso ia acontecer: primeiro que, agora, todo mundo pode dizer que sabia, segundo que isso é uma puta falta de respeito e terceiro que eu não sou obrigada. Os vizinhos disseram que ele era muito doce e fofo, um monte de gente deixou mensagens e flores na porta do edifício em que ele morava, o estúdio do Batman desejou condolências. A coisa mais trash que eu vi foi o Marcelo Rezende, no Jornal da Rede TV, dizendo que o Heath teria morido por causa do Coringa: a teoria é de que ele entrou mesmo no personagem, e que o Coringa é super freak todo mundo sabe. Heath não teria aguentado a barra. Por mais que isso se poético, acho estúpido. Ridículo dizer que o cara ficou perturbado por causa do personagem e se matou, me poupem.

Algumas mudanças devem rolar por aqui nos próximos dias. As visitas tão crescendo assustadoramente e acho que, finalmente, é hora de evoluir para o próximo nível. Aguardem novidades.

4 Comentários

Não se perca em Lost

Pegaram? Hein?

Situação 1:
- Você assistiu LOST, mas faz tanto tempo que já esqueceu de tudo.

Situação 2:
- Você nunca viu (ou viu alguns episódios), NÃO AGÜENTA MAIS as pessoas falando disso ao seu redor, mas tem preguiça de ver tudo.

Nos dois casos, o vídeo abaixo vai te servir. =)

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