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Arquivo: maconha

O lado escuro de Amsterdam (ou quase isso)

A aura de misticismo em torno de Amsterdam tem mesmo razão de ser, mas eu acho que não dá pra sentir isso se você visita a cidade por três ou quatro dias. Ir pra Amsterdam de onde eu moro, como eu já contei no post sobre o Queen’s Day, leva mais ou menos uma hora, entre ônibus e trem – o que é quase o mesmo esforço que eu tinha quando saia de Santo André pra SP, mas menor, porque pegar ônibus e trem aqui é quase prazeroso. Nos últimos dois meses, fui pra Amsterdam quase todos os finais de semana. E pra mim Amsterdam virou um daqueles lugares que, quanto mais você visita, mais você gosta.

Amsterdam é um lugar diferente. Pelas ruas, você quase não escuta holandês. Nesse fim de semana, inclusive, parece que a cidade foi invadida por brasileiros (deve ter sido o feriado) e eu e a Marcela escutamos português o tempo todo. Mas também muito italiano, e espanhol, e inglês. O lance é que Amsterdam tem esse equilíbrio bizarro entre uma cidade funcional, cheia de habitantes locais, e uma população flutuante imensa, todos os dias da semana.

Show no canal

OLHA A POPULAÇÃO FLUTUANTE IMENSA brinks. Isso é o que rola quando tem show nos canais.

E tem uma combinação de elementos completamente opostos, mas que por algum motivo, funciona. A Holanda é um país velho, e aqui as pessoas envelhecem com dignidade. Sério: saudáveis, com vida social, bem humoradas e educadas. Então não é anormal quando uma velhinha de andador cruza o Red Light District cumprimentando as FUNCIONÁRIAS, porque ela mora ali e conhece todo mundo, nem quando um senhor recusa o assento no tram porque prefere ficar de pé “com sua garota” – foi o que ele me disse.

A velhinha do Red Light District

Ela deu boa tarde a todas as moças da vitrine. Eu e a Ângela vimos

E aí a cada esquina tem uma loja que vende drogas. Não são só os coffee shops, que vendem maconha e haxixe, mas as smart shops, onde você pode comprar ervas alucinógenas de toda sorte, cogumelos, drogas sintetizadas legais, sementes. Sem contar os caras que te oferecem drogas ilegais na rua.

Por causa disso, se você observar as pessoas em Amsterdam, vai ver muita gente com o olho caído e vermelho pelas ruas, ou pessoas mais assustadoras, andando rápido e olhando pra trás, pálidas, suando muito, pupilas dilatadas. Tudo isso é comum por lá.

Amsterdam tem todo tipo de artista de rua, daquelas estátuas vivas até quem se veste de bichinho – tipo, sério, uma fantasia de coelhinho, de cachorrinho – ou com máscara do pânico, sei lá, e cobra pra tirar foto. Tem o cara que toca violino de maneira sublime e um tio sujo com chapéu pedindo moedas enquanto bate as mãos na corda do violão sem fazer acorde nenhum, que nem quando o seu sobrinho de três anos toca. E tem moedas no chapéu dele.

O mano do violino

Esse moço tocava violino bem, e o chapéu dele tava vazio :(

Mas também comum é o trânsito complicado. Gente, nada vai te assustar no quesito “trânsito de Amsterdam” se você vive em qualquer capital do Brasil, mas é que a cidade aqui tem outros PLAYERS. Os trams, cuja tradução mais próxima do português seria o “bondinho”, mas que se parecem mais com metrôs de superfície, correm por trilhos que muitas vezes cortam calçadões turísticos. Têm as bicicletas, que podem vir de vários lados, e os carros – especialmente os táxis, que guiam como malucos pra cima do turistas. Ah, e os canais, que muitas vezes não contam com barreiras na calçada.

O saldo é uma cidade cheia de gente com a percepção alterada, tentando atravessar a rua tendo que olhar pra cinco lados, sem esquecer que também não pode correr e cair na água, ou se distrair com a estátua viva, ou com uma mulher que de tão magra parecia uma caveira (ela certamente era doente), que tinha a coxa mais próxima de um fêmur que eu já vi em uma pessoa que anda e pra completar o cenário carregava um fuzil de plástico em tamanho real junto com a bolsa.

E o que você mais vai ver em Amsterdam é gente sendo salva de ser atropelada por um tram ou uma bike no último segundo segundo. Adrenalina e tal, turismo de aventura.

A host da Marcela é cirurgiã, e nos descortinou o lado negro dessa combinação. O trabalho dela é consertar gente que acaba vítima dos encantos de Amsterdam de algum jeito, desde os que engolem cápsula de cocaína pra traficar droga pra fora do país, até os que se jogam da sacada, bem loucos de de cogumelo, ou quem quebra a perna porque caiu no canal chapado. Na madrugada desse sábado, ela trabalhou a noite inteira.

Com tudo isso, Amsterdam ainda é uma cidade que não te dá, de jeito nenhum, uma sensação de insegurança. Toda a região central, bem pequena pros padrões paulistanos, é bem segura pra qualquer um, acompanhado ou não, caminhar a noite. Não significa que você não vai ver nóias, mas por algum motivo os nóias não incomodam.

Vondelpark

Vondelpark, que é lindo e seguro, mas onde não é bom de andar a noite, dizem - mano, óbvio, é um parque. Mata densa e tal.

E ainda que você vire a esquina e veja uma porção de homens afoitos em corredores do Red Light tão estreitos que fariam aquelas da favela parecerem bem confortáveis, você vira na próxima esquina e tem um maestro em cima de um ponto de ônibus regendo um coral de velhinhos na sacada de um teatro.

Em frente à Dam

Ele parou a rua - e alguns turistas ficavam maravilhados e começavam a tirar fotos e se esqueciam do tram, bem atrás do ponto. Eu salvei uma fotógrafa, juro

É essa dicotomia que dá a Amsterdam essa aura mágica – não é per se o fato de ter um casal de 65 anos fumando maconha no ponto de ônibus ou de você poder olhar prostitutas com lingerie que brilham na luz negra em uma vitrine. É justamente que haja todo o resto: as orquestras nos canais e os corais da terceira idade, as galerias de arte, as pessoas que vivem e trabalham ali, e que tudo conviva em relativa harmonia.

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Post it #04

Post it no Olhômetro - logo#Não vá perder esta incrível oportunidade

Promoção Olhômetro

E não se trata de tapetes persas, anéis de brilhantes ou lindos quadros. É a 1ª e badalada promoção cujos prêmios não fazem sentido, aqui mesmo, neste blog. Dá pra ganhar camisetas, vale-compras no Submarino de até 100 pilas e um chocolate. Corre e participa.

#Interação ferroviária
Tava no trem, com uma gripe do cacete. Nariz escorrendo à beça e tal, muitos lencinhos nos bolsos. Aí tava de pé de frente pra um moço que tava sentado; fui tirar um lencinho do bolso, já usado, mas saíram dois e um caiu na mão do moço.

Não sei o que me deu, mas como ele não reagiu – tipo balançou a mão pra jogar o negócio longe ou mexeu a cabeça em direção à mão pra ver que porra era aquela – supus que ou ele estivesse dormindo ou estivesse morto. Peguei o papel de cima da mão dele e eu, ele e todo mundo ao redor fingiu que nada tinha acontecido. Tudo isso numa fração de segundo, claro.

#Laiá-laiááá
Pagode sempre me atrapalhou, mas acho que ninguém nunca pensou que pagode poderia atrapalhar tanto tanta gente. O ônibus do Exaltasamba tombou nesta terça na Régis Bittencourt, bem na volta do feriado, e bloqueou o trânsito por duas horas e meia.

Mas fique tranquilo. Não houve nenhum ferimento grave. Aliás, sabia que o Exaltasamba, assim como Danilo Gentili, Dani Calabresa, Lucélia Santos e eu, é de Santo André? Só orgulho.

#Vida bandida
Chorei de rir, e fazia tempo que um vídeo não fazia isso.

Queria ter as manhas de fazer essas legendas. Meu ouvido não funciona assim, foneticamente. Nunca consegui, nem aqueles vídeos literais nem nada assim.

#Maconha na cultura escandinava
Thor era adepto do uso da droga. (Esqueci de dizer – CLICA na imagem pra ver o que há de engraçado nela, por favor)

2ch9cid

#Jornalismo moleque
Tudo a Ver, da Record, soltou essa pérola terça na hora do almoço (não sei o nome da âncora, mas vamos lá):
“Agora, essa dica é pra quem ainda acha que dá tempo de aprender a tocar tamborim neste carnaval”.

O comentário do meu irmão (que nem é da área, mas deve ter ficado crica de tanto conviver comigo) foi absolutamente pertinente – algo como “puta merda, isso que é matéria direcionada a público de nicho”.

#Como fazer um lago desaparecer em menos de uma hora
Nem Harry Potter conseguiria, na boa. Só em São Paulo, mesmo

#Acharam a Atlântida no Google Ocean

Atlântida no Google Earth
Sério, olha aqui. E o Google já desmentiu, dizendo que a foto é real mas que isso não é Atlântida, não. Mas pensa comigo – isso é óbvio, né? O Google não poderia confirmar e passar como doido. Pra mim, acharam Atlântida mesmo. Mas se mantiveram a coisa escondida por tanto tempo, não ia ser agora que iam revelar, não é? Você vai ver – daqui a algum tempo, o assunto vai morrer e essas coordenadas no Google Ocean vão surpreendentemente virar uma tela azul, sem textura nenhuma.

#Você vai conhecer agora a história de um menininho muito guerreiro

Charlinho só queria estudar – embora ele também quisesse um pouco de batata. Mas ele queria estudar, e queria batata.

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Uma ou duas coisas sobre a descriminalização da maconha

Eu estudei em uma escola católica que, como toda boa escola católica, fazia seminários e palestras sobre drogas, explicando como era horrível e decadente chegar perto de um baseado.

A primeira vez que me ofereceram um desses, eu devia ter uns 13 anos. Olhei horrorizada para aquele traficante safado, um cara que tinha uns 23 e era irmão de uma amiga. Fiquei petrificada.

Por algum motivo inexplicável, a gente acaba crescendo e vendo que o mundo é ligeiramente maior do que as palestras e seminários da escola das freiras. E para o meu espanto, quando comecei a crescer, vi amigos – pessoas legais, e não aquele idiota irmão da minha amiga – começarem a fumar maconha.

Eu poderia escrever aqui “e vi que era bom”, porque seria uma metáfora com aquela coisa do Gênese da Bíblia e pareceria legal. Mas isso traria alguns problemas. O primeiro é que daria a entender que eu fumei maconha e vi que era bom, e considerando que minha família lê meu blog, eu realmente não gostaria de dar a entender algo assim (se eu não postar amanhã, fui internada na rehab).

O segundo é que misturar na mesma piada Deus e maconha costuma gerar reações agressivas, especialmente dos adeptos do primeiro. Tem aquela dos caras que arrancaram uma página da Bíblia pra enrolar porque tavam sem seda, sabe? Então. Essa costuma gerar muito ódio dos adeptos do primeiro.

E o terceiro é que seria uma mentira, porque eu não vi que era exatamente bom – na verdade, o que eu vi é que não era tão ruim pros meus amigos quanto a sociedade inteira me fez acreditar por tanto tempo.

Ok – de fato, pra alguns amigos era bem ruim. Alguns deles passaram a querer fumar maconha o tempo todo, e nada mais tinha graça pra eles se um baseado não acompanhasse. E eles passaram a viver em função daquilo, e me pareceu realmente ruim. Desses, a maioria acabou seguindo pra drogas mais fortes – como cocaína e ecstasy. Outra parte parou com tudo antes de chegar nesse nível, e em todos os casos isso envolveu epifanias religiosas.

Mas…  tinha um outro grupo de amigos que fumava maconha. E esses seguiram a vida e fumavam aqui, tomavam um chá de vez em quando. E era saudável (até onde é possível), me parecia. Eles viviam bem – e vivem, até hoje. Trabalham, estudam, têm namorada, são bem sucedidos. Tem boa relação com a família. Tudo ok.

Daí eu percebi que tinha algo errado com tudo que eu já tinha entendido sobre maconha. E comecei a estudar sobre o tema. Li livros, vi documentários. Descobri que as razões da proibição e da perseguição aos usuários, nos anos 1930, foram socio-econômicas; descobri também que a maneira como a gente vê a droga é relativista e cultural, porque os adeptos da religião Rastafari justificam o fumo da erva com passagens Bíblicas (não que isso queira dizer algo, só estou mostrando como existem mil jeitos de interpretar a mesma informação); e percebi que tinha algo errado com o fato da nossa sociedade tolerar álcool e tabaco, ainda na adolescência, e abominar o uso de maconha.

Por isso, fiquei surpresa com a matéria de capa da Época dessa semana.

Capa da Época - Maconha

Achei o design foda. Essas faixinhas amarelas que parecem que tão girando… mó brisa.

Não, tô brincando. Achei surpreendente que um veículo das organizações Globo publicasse uma matéria tão lúcida e eloquente sobre o tema, fugindo do lugar-comum desse tipo de reportagem, que costuma apresentar falso moralismo e algumas inverdades. O texto pode ser lido na íntegra aqui.

Perguição ao Phelps? Acho absurdo que encham tanto o saco do cara. Se por um lado ele é uma figura pública e deve dar exemplo, porque provavelmente serve de modelo pra crianças, por outro, ele só comprova a tese de que existem pessoas normais e bem-sucedidas fumando maconha por aí. Apesar de concordar que ele não precisa sair por aí fumando maconha em festas universitárias – essa exposição é desnecessária.

A Época, defendendo a discussão sobre a descriminalização? Isso é fantástico. Se eu sou a favor de descriminalizar? Não sei (o FHC é). Mas sou a favor de rediscutir as políticas de combate ao tráfico, isso sem dúvida. E sou a favor de rever a posição da maconha na escala das drogas perigosas, até porque ela é comprovadamente menos ‘viciante’ que nicotina e álcool, sem contar que alguém sob efeito de maconha parece ter muito mais controle do que faz do que alguém sob efeito de álcool. E, definitivamente, sou a favor de que a sociedade remova esse tema do status de ‘tabu intocável’ pra ‘tema que deve ser discutido urgentemente’, porque as mortes geradas pelo combate inútil ao tráfico são questão séria de segurança pública.

Além disso… você já ouviu falar de briga e morte em show de reggae? Nem eu.

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Problemas com drogas? Salvia Divinorum é a solução para você!

Esse é um texto humorístico. Para informações sérias sobre a Sálvia divinorum, seus efeitos, usos e implicações, clique aqui.

Sálvia Divinorum

Há uns três meses, os jornais fizeram alarde sobre uma plantinha com o curioso mas apropriado nome de Salvia Divinorum. Segundo os jornalistas, as pessoas estariam substituindo o consumo de maconha pelo de Salvia. A Salvia não é ilegal e, apesar de ser difícil de encontrar, não chega a ser cara. Não para os efeitos que (dizem) proporciona. Tudo questão de custo-benefício, né.

Disse que o nome da Sálvia é apropriado porque, segundo relatos, ela provoca o rompimento da identidade do indivíduo que a consome, e a reunião daquele indivíduo com a entidade maior. Seja lá o que isso signifique, já que nunca usei pra poder relatar. Os efeitos vêm rápido e passam mais rápido ainda. O usuário fica totalmente… idiota fora de si, e portanto é altamente recomendado que haja alguém sóbrio se você for usar a coisa. As chances de que você caia no chão ou derrube o cigarro são altíssimas.

No Youtube, dá pra ver mais gente se drogando usando a Salvia e obtendo efeitos menos estúpidos devastadores.

Eu não acredito que as pessoas estejam substituindo a maconha pela Sálvia. Pra começar, não é o mesmo tipo de droga. Esse cara chega a dizer isso aqui. Não é social e tudo mais.

De qualquer forma, existe um motivo pelo qual eu tô falando isso. Se você é usuário de maconha, mas depois do Tropa de Elite está sofrendo preconceito social e não quer mais ‘financiar o tráfico’ (sic do Capitão Nascimento), é só migrar para a Salvia.

Não precisa subir o morro, não precisa entrar na boca. A Internet coloca tudo a sua disposição.

Conheça o polêmico www.naturezadivina.com.br, que comercializa não só a Salvia, mas também disponibiliza  ao nóia estudioso de biologia o cipó (aquele do Santo Daime), a Ayahuasca, cogumelos mágicos e todo tipo de bagulho pra fazer a sua cabeça (sem que você seja preso, já que, de acordo com eles, “todo o material exposto em nosso site é destinado somente para estudos botânicos, pesquisa cientifica, propagação, coleção e produção de incensos. Nossos produtos não são destinados ao consumo humano ou animal de qualquer espécie”.)

Pinóquio
Podiscrê, eu garanto!

*Edito aqui para fazer algumas ressalvas, dada a polêmica indesejada que o texto está gerando:

- Agradeço ao Leandro, que nos comentários (apesar da agressividade) explicou que nenhuma das substâncias vendidas no muito sério Natureza Divina é ilegal.

- Gostaria de ressaltar que este é um blog de humor e que eu por essência e por profissão costumo ler sobre o que escrevo antes de escrever.

- Sou partidária do bom humor acima de tudo. Não sei se existe algo do qual não se possa fazer piada, mas uma planta sagrada certamente não é um desses itens.

Conheço a Sálvia e suas propriedades desde 2004, quando li pela primeira vez sobre o assunto. Sei que a planta não é recreativa e que é usada para meditação profunda, com propósitos espeirituais, em rirtuai xamânicos desde muito tempo atrás. Sei muito bem do respeito que se deve ter pela planta, pela entidade e todo o resto. Só fico triste que para alguns incautos não tenha ficado claro que o post é uma crítica bem humorada aos ‘nóias’, esses sim, que buscam só algo mais forte para tomar – então usam, dão risada, filmam e colocam no youtube. ESSE NÃO É O PROPÓSITO DA PLANTA.

Pensei bem e achei que é minha responsabilidade garantir que mais pessoas não entendam a piada (o post) do jeito errado, já que isso poderia prejudicar a imagem da Sálvia diante da opinião pública. As pessoas já não lêem at all, então não posso esperar que entendam um texto de humor

Portanto, se você quiser literatura de confiança sobre a S. divinorum, seus efeitos (muito poderosos), sua história e todo o resto, recomendo fortemente os seguintes links, em português:

http://www.salvia.net/

http://www.plantasenteogenas.org/forum/index.php

http://www.xamanismo.com.br/Poder/SubPoder1189634475It012

http://www.sagewisdom.org/sdugportuguese.html

http://www.sagewisdom.org/ (em inglês, mas é o maior e mais completo banco de dados sobre a planta disponível na rede)

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