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Arquivo: mtv

Existem alguns motivos pra eu estar postando (um pouco) menos aqui…

…e felizmente não se trata de bloqueio criativo, porque tem dias que eu tenho explosões de idéias infindas de textos – não que elas sejam exatamente boas, mas se fosse produzir todas as idéias que tenho seriam dois posts por dia fácil.

Não chega a ser uma calamidade, mas aumentei ligeiramente o intervalo entre as atualizações, talvez de um dia pra um dia e meio, dois.

Mas existem razões para isso e eu as enumero, como satisfação aos meus tão estimados leitores.

Metodisney

1. Faculdade. Como expliquei no início do ano, estou desenvolvendo TCC, mas as outras matérias da faculdade continuam. E você deve ter percebido que ao longo do semestre eu não diminui minha frequencia de postagem. Também não perdi o emprego. Nem passei a dormir menos, nem dei menos atenção a família ou aos amigos. Faça as contas e adivinhe qual campo da minha vida saiu prejudicado?

Pois é. Agora estou correndo com o prejuízo, entregando mil trabalhos de uma vez. A boa notícia: bem ou mal, com ou sem DP, ao fim de junho livre estarei </yoda>.

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2. Trabalho. Nas últimas semanas, estive completamente envolvida no lançamento do novo site do Link, o caderno de tecnologia do Estadão. O site foi lançado na terça à noite e o resultado ficou bem legal, mas isso não significa que meu trabalho diminuiu, pelo contrário – continuo produzindo e editando coisas por lá, se tudo der certo. Aproveita pra dar uma olhada e uns pitacos: dizer o que gostou, o que não gostou e essas coisas. O endereço é http://www.estadao.com.br/link

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3. Estou traindo o movimento. Isso é só jabá e não tem nada a ver com a diminuição de frequência de postagem.

Estreei nesta quarta um blog na MTV. Sério, é tão legal quanto soa. No http://mtv.com.br/piadapronta, vou comentar (em textos mais sucintos do que aqueles que faço aqui) aquelas notícias que… hum, que não necessitam comentários. Vou mostrar como a gente não precisa de piada, porque a realidade se encarrega de deixar a vida divertida. A idéia é todo dia postar alguma coisinha, porque são comentários pequenos. O trabalho por aqui continua o mesmo, com a mesma frequência e teor. Comentários maiores sobre as coisas continuam vindo pra cá. :)

bacon

4. O Théo estreou o Bacon Frito e agora eu sou do Bacon Frito Blogs. E isso também é só jabá, não tem nada a ver.

Não existe mais AOE Blogs. Mas tô com preguiça de trocar o selo. De qualquer forma, cola lá pra ver essa coisa maravilhosa que é o bacon em toda sua magnitude e gordureza. O endereço não podia ser mais fácil: http://baconfrito.com/

Ah, e se você já lê o AOE, aguarda que essa semaninha eu e a colunista mais desbocada daquele site xinfrim (chinfrim?) assinaremos um texto juntas. É, uma parada meio assim, subversiva, um pouco indecente, bem a cara da Bel mesmo.

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5. Semana que vem tem promoção. E isso é outra nota não relacionada com o título.

O prêmio é um livro bem legal, ofertado pelo Victor, da Frog. Alguém sugere os termos? Não quero fazer ‘frase de não sei o quê’ de novo. Você é criativo, vai. Já sei: quem sugerir o melhor modelo de promoção ganha. Brinks. Mas se alguém pensar em algo legal, sugere nos comentários.

É isso. A partir da semana que vem, voltamos com a programação normal. Essa semana tá tensa.

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10 coisas que eu odeio sobre futebol (e uma que eu adoro)

São Paulo é hexacampeão.

E eu não tô nem aí.

Nem se o Palmeiras, que aliás, é meu time, tivesse sido campeão, eu não ia estar nem aí. Porque não entendo uma série de coisas sobre futebol – e não tô falando de regras, porque sei identificar impedimento – e uma delas inclui tentar se matar por um time, ou sair xingando os torcedores das outras camisas quando meu próprio times é campeão.

Além dessas, tem mais uma centena de coisas que eu odeio sobre futebol. Pra não ficar cansativo, só escolhi 10:

10) Torcidas de futebol estão associadas com escolas de samba

E no fim vira tudo samba, suor, cerveja, mulatas, carnaval, alegria, Brasil. Argh, visão do inferno.

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9) Futebol é grana

Hoje em dia, a coisa é feita de patrocinadores, contratos publicitários, imagem e trambiques dos quais a gente não faz idéia. Muita da devoção ao esporte acaba ficando sem sentido no panorama atual.

8 ) Homem que é homem precisa saber conversar de futebol

Observo alguns dos homens com quem convivo que não gostam de futebol e todos, sem exceção, relataram manter algum conhecimento base para poderem, ao menos, discutir com os amigos quando o assunto vem na roda. Aparentemente, existe uma pressão no meio masculino para que os caras gostem de futebol.

7) Discutir futebol nunca leva a nada

E eu sei porque já fui, hum, torcedora fanática. Nessa época, inclusive, foi a fase boa do Palmeiras, com Luxemburgo e aquele time maravilhoso (cuja escalação eu esqueci, mas sei que era animal). E eu até tentava a discussão com meus 30 amigos corinthianos, mas como mulher, eu sempre joguei limpa e racionalmente. Logo, sempre perdia os embates intelectuais futebolísticos. Não adianta: as pessoas sempre vão divergir quando torcem para times diferentes.

6) Frentistas de posto eliminam a necessidade de saber os nomes das pessoas por causa do futebol

Ninguém tem nome pra esses caras. Todo mundo se converte em rostos genéricos dotados de um grande brasão. Daí vira ‘ô corinthiano’, ‘ô palmeirense’, ‘ô são paulino!’, e todo mundo perde sua identidade. Frentistas descaracterizam as pessoas por causa do futebol. Assustador.

5) Futebol é o monoassunto preferido em alguns círculos

Na faculdade de jornalismo, todos os homens estão lá para fazer jornalismo esportivo – quer dizer, jornalismo futebolístico. Lá na sala, e depois, na redação, eles só falam disso. As piadas são todas acerca do jogo de domingo. Todas as referências, gritos, tudo é relacionado ao fucking futebol. Nem ligo, até acho legal. Mas não dá pra variar?

4) Para as massas, futebol é ópio

Pão e circo, né? É preciso dar diversão ao povo. Tem jeito melhor de deixar as pessoas felizes e satisfeitas?

3) Fogos de artifício e idiotas buzinando na rua nos dias de decisão

Poxa, que coisa babaca. Legal, vamos expressar nossa alegria, mas por que com rojões que despertam a atenção, inclusive, de todas as pessoas que não tão nem aí para a taça? Por que vamos sair por aí, dirigindo como malucos, com as bandeiras dos times estendidas no vidro de trás, pra fora do vidro? Por quê, meu deus?

2) As pessoas brigam, matam e morrem pelo futebol (ah, elas também rezam)

Não dá pra entender, possivelmente, como um ser humano consegue considerar o outro ser humano inimigo porque ele é entusiasta de um outro grupo de seres humanos que veste uma cor de camiseta diferente da cor que veste o grupo de humanos do qual o outro é entusiasta. (?)

Mas isso é algo primata, não é? Outro fulano quis se jogar da arquibancada ontem, no jogo do Vasco, quando o rebaixamento virou realidade. Como assim?

Outra coisa babaca é rezar pra futebol. Acho que é óbvio que provavelmente existe alguém do outro time rezando pela vitória. Como deus escolhe quem vai ganhar?

Aliás, pra que time deus torce?

1) Eu nunca vou entender

Todos os motivos aqui em cima escancaram a minha incompreensão diante de uma paixão humana que já mereceu estudos antropológicos. É racionalmente incompreensível o amor que as pessoas depositam num grupo de onze pessoas chutando uma bola, muitas vezes por obrigação. São negócios, afinal.

O problema é que nunca vou entender gente brigando, se matando, comprando briga, chorando e ficando feliz por causa de algo que, pra mim, é puro entretenimento pras massas.

Nunca vou entender (nem vocês) coisas como isso aqui:

E agora falo da minha falta de sensibilidade para entender algo assim, porque posso ver que as pessoas realmente se importam. Isso é a vida de algumas delas. Certo ou errado, eu deveria, no mínimo, ter conhecimento e sensibilidade humana suficiente para entender essa paixão inexplicável. E eu não tenho. E a gente não gosta do que não entende, né?

-1) Bônus: adoro os cantos das torcidas!

A bateria e as vozes, combinadas, formam um conjunto difícil de desprezar. Um dos meus preferidos, daqueles que arrepia, é o do grego Panathinaikos:


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‘Também sou hype’ é a nova banda indie-eletro que vai te conquistar

É preciso reconhecer uma boa banda quando ela surge. ‘Também sou hype’ é formada por estudantes de moda da FAAP e tem influências de indie rock, eletro e um tiquinho assim, desse tamaninho assim, de carimbó. Legal ver que algumas bandas ainda buscam influências brasileiras na hora de fazer música, especialmente num som tão ‘importado’ que é o eletro e o indie rock.

Confiram um dos sons da ‘Também sou hype’:


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