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As decorações de natal foram feitas para crianças

ARTIGO PATROCINADO

Aqui perto de casa, tem um hospital que todos os anos faz uma master decoração de Natal. Vira tipo uma Disney World com temática natalina, com a diferença que abriga doentes. Aliás, nem sei como eu lembrei disso: o negócio é tão exagerado que faz a gente esquecer que lá é um hospital (acho que é bom, mas espero que os doentes também tenham decoração no quarto pra entrar no mesmo espírito).

Bom, divago. O fato é que por causa da decoração eu fico irritada todo fim de ano. É lindo, eu sei: mas é exatamente esse o problema. Hipnotizadas por todas as cores e luzes e bichinhos, as pessoas reduzem a velocidade, e um congestionamento acaba se formando, o que dificulta minha chegada em casa. Além disso, a região vira um estacionamento (minha rua fica sem vagas, um saco). O legal é que movimenta a economia: para atender à demanda do público visitante, colam vendedores de algodão doce, de balão pras crianças… uma beleza.

Resumo: acaba que não sou muito fã do que as decorações de Natal fazem com o trânsito. Mas tem uma parada legal sobre decorações de Natal: levar crianças até elas. Porque as crianças não são chatas como eu: elas vêem mais do que luzes coloridas e renas que abrem a boca. OU NÃO, mas enfim, seja lá o que elas vêem é muito mais interessante pra elas do que pra gente. E elas acabam se manifestando de maneira engraçada em relação a essas coisas brilhantes, e crianças felizes são coisas fofas, que fazem a alegria de todas as pessoas de bom coração.

(Porque você sabe, né. Quem odeia criança só pode ser alguém muito ruim. Então a gente tem obrigação social de gostar delas. Mas eu gosto de verdade, então não chega a ser uma obrigação, foi só uma observação do mundo.)

Ou seja: decorações de Natal existem pra gente levar os priminhos, sobrinhos e filhinhos (eu não tenho nenhum parente que se encaixa nas duas últimas categorias, mas alguém aí deve ter) pra verem e observar os olhinhos brilhando e as outras reações bonitinhas e comentários divertidos.

Enfim, na Av. Paulista, em SP, tem tipo esse meu hospital aí multiplicado por 13x. Sei lá porque, todo mundo na Paulista faz umas decorações de Natal HUGE MOTHERFUCKER [/jovemnerd] e a avenida que é a mais bonita de SP fica ainda mais bonitona.

Daí o cliente desse post me convidou pra ir lá dar uma olhada na decoração deles, lá na Paulista, no meio de várias outras. É no Itaú Personalitté do Trianon, numa esquininha em frente a uma área arborizada.

Colei lá na noite combinada e tava chovendo, beleza. Bom, abri o guarda-chuva, as pessoas em volta também, o que é irritante porque guarda-chuvas bloqueiam sua visão de decorações natalinas, mas vou fingir que o meu não estava atrapalhando ninguém.

A parada é toda muito bonitinha, menor que a do hospital daqui (a fachada é menor lá), mas com mais brinquedos doidos que se mexem e interagem, um Papai Noel e ursos que cantam, uma loucura. E tem um coral, também. Essa parada de coral é meio esquisita, porque eles são todos lúdicos e teatrais de um jeito engrçado e ainda por cima cantam bem, só que o feeling todo é daqueles filmes americanos de Natal que têm a cena do coral, que invariavelmente acompanha um momento  triste que se segue sempre de uma redenção (tipo em Esqueceram de Mim, que depois do coral ele encontra os pais etc).

Essa parte última aí não rolou na vida real, mas as crianças curtiam pra caramba. Então eu digo o seguinte: se você mora em SP e tá acostumado com a Paulista, talvez não veja nada de mais na parada, porque a gente vê muito disso todo dia. Mas se você tem criança na família, e principalmente se vai vir pra SP pra visitar, mais principalmente ainda com crianças, vale a pena a beça. Vai até dia 2 de janeiro, de quinta a domingo, das 18h00 às 21h40, na agência do Itaú Personalité da Trianon, que é na Av. Paulista, 1811.

Natal Itaú Personnalité

Natal Itaú Personnalité

Natal Itaú Personnalité

E eu gravei um vídeo do coral inteiro, mas quer saber? Vídeo dessas coisas é super sem-graça. A primeira coisa que todo faz quando vê essas apresentações é tirar o celular do bolso pra filmar, mas assistindo na telinha não tem graça nenhuma, é chato – só vale de lembrança pra quem viu, sei lá. Ver a galera cantar, e as luzes e tal é bonito e hipnotizante ao vivo; no víeo, fica meio chato, ainda mais se é amador. Então coloco só as fotos.

Editado: me passaram um vídeo profissional da parada. Tipo, sem ser de celular. Não é a mesma coisa, mas é menos sem-graça do que a filmagem amadora, então se alguém tiver curiosidade, tá ai:


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De férias por uns dias

Como percebi que você também tirou umas férias daqui (as visitas do blog caíram drasticamente), farei o mesmo.
Férias = só posto se o texto brotar da minha cabeça sem que eu possa fazer nada para controlar isso. Acontece bastante. Mas não dá pra garantir, então pode ser que eu só volte em 2009.

Antes de ir, quero agradecê-lo pelas 25 indicações obtidas no concurso Best Blogs Brazil 2008. Elas me garantiram classificação para a final na categoria Pessoal e Cotidiano, e com a vantagem de ser o segundo blog mais indicado. Tudo bem que o blog que teve mais indicações na categoria recebeu SETENTA E CINCO, mas sempre há uma esperança e eu confio em você, até porque votar num blog que já está lá é mais simples do que ter que indicar um.

Não sei quando a votação começa, mas aviso por aqui. Deve ser em janeiro.

No mais, desejo um Natal alegre e cheio de… pô, sei lá, ninguém da nossa idade ganha presente. Não vou desejar amor paz felicidade harmonia e essas coisas, porque isso é o que a gente deseja normalmente pras pessoas. Mas dá pra desejar que o ano que vem seja melhor que o que passou.

Ah, falando em ano novo, tive umas boas idéias de listas de ano novo… então talvez eu volte antes de 2009, sim.

Boas festas!

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O que eu gosto e o que eu não gosto sobre o Natal

É o seguinte, vou ser rápida antes que as palavras percam o sentido: uma das coisas que eu gosto muito no Natal é que eu posso sentir o cheiro dele.

Olha, não me ache maluca. Não sei explicar. Só posso dizer que dezembro e, por conseqüência, o Natal, para mim tem um cheiro específico, particular. E uma temperatura específica, também, que é a minha preferida.

A temperatura é aquela brisa bem fresca à noite. Não é abafado, mas não chega a estar frio. É o melhor tempo do mundo, e eu gostaria que todos os dias fossem assim. O cheiro lembra um pouco terra molhada (com sabor de chocolaaaaate), mas fica no ar durante todo o mês, normalmente à noite, mesmo se não há terra por perto e nem água para molhá-la.

Eu poderia dormir por 5 mil anos,e quando acordasse, se sentisse esse cheiro e essa temperatura, saberia que estaríamos em dezembro. De 7.008, mas dezembro.

Cheguei a cogitar que esse seria o cheiro do tal espírito natalino, mas constatei que espírito natalino existe tanto quando o Papai-Noel. Não é ele.

Já cheguei a pensar que o cheiro tem algo de pólen de flores, que acabaria tão espalhado por causa dessa brisa tão característica. Mas o polén viaja pelo ar o ano inteiro, não viaja? As plantas não têm épocas férteis, pô. Elas podem ser ‘fecundadas’ por pólens voadores o ano inteiro (aliás, já parou pra pensar no quão invasivo é isso? Como comparação, seria como se você estivesse andando na rua, um engraçadinho soltasse um monte de espermatozóides e algum deles te atingisse sem aviso).

Outra coisa que eu gosto, sobre o Natal, é a cidade cheia de luzinhas. Mas tem que ser discreto, no máximo luzinhas coloridas. Aquelas decorações maravilhosas atraem multidões e causam congestionamento e stress; aliás, congestionamento e stress causado por execesso de gente (a.k.a. multidões) são coisas que eu odeio sobre o Natal.

Outra coisa que eu odeio sobre o Natal são propagandas que fingem um espírito nataliano. Porquê eu não sabia que a TIM tava dando valor pras coisas do coração. Será que eles aceitam como moeda na compra de aparelhos celulares?

O fim do ano é recheado desses reclames hipócritas travestidos de campanhas que pregam amor, solidariedade e espírito natalino. Devia ser proibido que empresas fizessem propagandas de fim de ano expressando toda uma amorosidade. A TIM não demostra amorosidade quando seu cliente tenta falar na Central de Atendimento. A TIM não poderia se importar com as pessoas, porque ela é uma empresa, e empresas não são amorosas. Se hoje em dia tá difícil encontrar gente que se importa com gente, quem dirá uma empresa?

Aliás, no Natal as pessoas fingem se importar com gente. Ou se importam temporariamente. Não sei se isso é algo que eu gosto ou não sobre o Natal.

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Meu natal não foi legal.

Bom, mas ele já passou, então menos mal.

Mudando de assunto, um site de promoções na internet indexou a promoção do mp4, de maneira que 80% das inscrições são de pessoas que nunca tinham vindo aqui antes. Por um lado, isso é bom pra ganhar mais fãs, mas eu sinceramente acredito pouco que a maioria dessas pessoas vai voltar depois que o ganhador do player for divulgado. Uma delas até falou que o blog é muito legal e me chamou de “amigo”.

Pelo menos eu tive 21 comentários, nosso recorde.

De qualquer maneira, agradeço a todos que participaram, e espero sinceramente que as pessoas que não conheciam o blog antes tenham gostado e voltem (principalmente porque pretendo colocar Ad-Sense em breve).

O ganhador, segundo o programinha que eu baixei para sorteios, é o autor do comentário número 4. O nome dele é Enio, mas ele não deixou e-mail, então se ele não se manifestar em até 2 dias eu sorteio outro. Lembrando que os comentários 13 e 16 eram respectivamente pingback e feliz natal natal da polônia (!), então estipulei comigo mesma que caso esses fossem sorteados eu sortearia novamente. Não foi o caso.

Feliz natal pra todo mundo! Recados para meus amigos, sei que isso é patético, e que vai ser um problema já que a maioria aqui não é meu amigo, mas pulem.

Gabi: volta!

Rafa, Carol, Marina, Saulo, Gui: voltem!

Milena, Ju e outras off-lines: Não se vão!

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Então é Natal…

E as pessoas, eu inclusa, são constantemente arrebatadas por um instinto de consumo quase animalesco. De maneira que ontem, passei na Livraria Cultura depois do Gamebar e não resisti: adquiri dois novos itens para a minha estante.

amy_dvd_n.jpg

Todos nós estamos absolutamente familiriazados com a Amy e suas peripécias junkies. Eu, apesar de gostar muito da moça e achar uma pena que ela estivesse tomando o inevitável caminho da morte aos 27, achava é graça nas estórias bizarras (tipo ela dormindo em entrevistas e dizendo coisas trash). Comprei o DVD I told you I was trouble – Amy Winehouse Live in London ontem e fiquei emocionada como há muito não ficava vendo uma performance de um artista em DVD. Eu já sabia que ela era talentosa, claro, mas claramente a mulher tem esse quê de gênio e nasceu pra se apresentar ao vivo. Show a parte é o documentário que vem nos extras, em que a gente descobre que quando ela diz que não vai pra Rehab porquê o pai disse que ela estava bem e não precisava, era tudo verdade. Além disso, apesar de viver com o foda-se ligado, Amy parece ser uma pessoa adorável… long live to Amy Winehouse, se é que isso é possível. O DVD é um show à parte. Paguei R$ 35 e acho que vale a pena.

tingo.jpgSou estudante de jornalismo, devoradora de livros e uma de minhas maiores paixões são as línguas – e, obviamente, as palavras que as caracterizam. Estudo idiomas desde que me lembro e não quero parar nunca. Esse livro, Tingo – O irresístivel almanque das palavras que a gente não tem, é pra gente que acredita que semântica não é só um negócio que a gente aprende na aula de gramática mas é quase energia e pode ter grande carga na comunicação social. O livro lista centenas de vocábulos, de dezenas de línguas, que são intraduzíveis para outros idiomas. Sim, tipo saudade em português, mas temos exemplos muito mais divertidos em outras línguas, posso garantir, que ainda ajudam a caracterizar culturalmente as nações que as falam. Por exemplo: que outro idioma, além do japonês, poderia ter outra palavra que designasse uma mãe que obriga os filhos a estudarem demais (kyouikumama)? Afinal, como dizia um professor meu, enquanto você dorme tem um japonês estudando. No italiano, aquele das matronas que controlam a família, o mammismo é o verbo que caracteriza a interferência e o controle da mãe na vida adulta do filho. Os havaianos parecem boêmios e muito sossegados se vistos de longe, mas a gente confirma isso quando fica sabendo que eles têm uma expressão que significa “apostar a mulher no jogo”: pu’ukaula. Eu poderia mencionar os termos divertidos por horas, porquê o livro é uma delícia de ler. Procurem, que vale à pena.

Sobre a suuuuper promoção de Natal, ainda dá pra se escrever inscrever (era a pressa, mal) no tópico de baixo. Vou sortear no dia 25, quando eu volto com o vencedor e com os votos de feliz natal.

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Lista dos melhores discos e suuuuper promoção!

Lá no Indienation, o chefe César me pediu pra postar a lista de melhores discos de 2007. Só que eu não me dou bem com listas porque sempre acho um pecaaaado deixar algumas coisas de fora (e sempre ficam). Fora que eu sempre esqueço de algum item relevante. Nessa lista, foi o Maximo Park, com Our Earthly Pleasures, que eu esqueci que era de 2007.

1) LCD Soundsystem – Sound Of Silver
Porque All My Friends podia ter tocado o ano inteiro pra mim e se adequaria perfeitamente a todos os momentos. Tá, todo mundo tem amigos, quer estar com eles o tempo todo. Mas no meu caso é especial. E também porque LCD, nesse disco, é música eletrônica que me deixa com vontade de fazer air guitar.

 

 

 

Vejam também a versão do Franz Ferdinand.

2) Arctic Monkeys – Favourite Worst Nightmare
Seria ligeiramente hipócrita se eu não colocasse o disco do Monkeys, já que segundo o Last.fm foi o artista que mais ouvi ever. Antes era o Pearl Jam. Bom, eu não gostava de Arctic Monkeys. Achava mais do mesmo. E talvez seja. Mas de uma hora pra outra, as guitarras deles começaram a entrar na minha cabeça de maneira mais suave, até agradável. O segundo disco me fez ter certeza que poderia me divertir muito com eles. Consistente, direto e tudo mais.

3) Interpol – Our Love To Admire
Interpol… primeiro disco ótimo, segundo lixo, terceiro ápice. Minha opinião.

4) Vanguart – Vanguart
Cara, eu não ia com a cara dos Vanguarts. Não deles. Do som. Nunca fui folkera (inventei agora o termo). Mas quando fui ouvir com atenção, foi tipo amor à primeira vista. E o disco é tão redondinho, simples e psicodélico nas letras e nas melodias. E pensar que já estive em um show deles, mas não sobrevivi alcoolicamente para assistir devidamente. Lembro de uns trechos.

5) Mark Ronson – Version
Pra começar, vi agora, o nome do Mark saiu com C (Marc, tipo Bloc) no Indienation. Esse dado, quer dizer, eu corrigindo, dizendo que sei como se escreve o nome do homem, faz uma grande diferença. Esse aí distoa do resto da lista. Mas I don’t give a fuck. Gosto muuuito dos discos que ele produziu e gosto igualmente desse disco dele, o de covers um pouco diferentes. Colocar em quinto é sacanagem, ainda mais que o Maximo Park ficou de fora… mas, além de representar todos os discos que ele produziu em um só, sinceramente, é mais pra chocar os headbangers defensores do rock até a morte. Se é que eles existem, ainda. Quando eu tinha 15, existiam. Lá na Galeria.

6) Queens Of The Stone Age – Era Vulgaris
É Queens of the Stone Age, pô. Não precisa explicar porque tem o 6º.

7) The Cribs – Men’s Needs, Women’s Needs, Whatever
Outro que eu não dava nada. O primeiro do Cribs era legalzinho e nada além disso. Esse me surpreendeu, embora o single famosinho (com o clipe que o Lúcio Ribeiro colocou umas quatro vezes no popload) seja minha música menos favorita. Discão, as letras são legais, as músicas são divertidas, melhoraram muito do primeiro.

8 ) Eddie Vedder – Into The Wild
Alguém (o Pedro) me perguntou se eu realmente achava que esse disco merecia estar entre os dez melhores do ano. Eu disse que, de verdade, não. Mas sempre, sempre que o Pearl Jam ou algum membro lançar um disco minimamente escutável, ele vai estar nos meus Top 10. Por… gratidão. E reconhecimento.
E esse vai além do minimamente escutável. Apesar de ser tudo meio parecido, as coisas na voz do Eddie são sempre boas.

9) Justice – †
O Justice figurar nessa lista, de certa forma, homenageia meus tempos de ojeriza (palavra feia!) à música eletrônica. Claro que, na época, o que eu conhecia de música eletrônica era o que tocava nas matinês que eu freqüentava. Mas aquilo não me dá vontade de dançar. Justice dá. E eu não me canço de ouvir D.A.N.C.E.

10) Kate Nash – Made Of Bricks
Teve uma semana, em outubro, acho, que foi bem trash. Uma TPM inesperada desencadeou uma crise de auto-estima, responsável por explodir um monte de neuras, a maioria inexistente de fato. Bom… a Kate Nash (e um livro da Marian Keyes) me ajudaram a passar pela fase mulherzinha. Melhor que o primeiro disco da Lily Allen, por ser menos pretensioso e ir mais longe.

Como eu disse lá em cima, odeio listas porque as coisas ficam de fora e blá blá blá. Nesse caso, resolvi colocar uma lista extra ao top 10, que é uma lista de menções honrosas. Aí entram:

Ecos Falsos – Descartável Longa Vida
Acho os caras geniais e o primeiro disco não faz por menos. Fora o nome do álbum, que eu acho genial.

Superguidis – A Amaraga Sinfonia do Superstar
A voz a là Dinho Ouro Preto não me agrada muito, mas eles fazem rock relevante. Eu diria honesto, mas evito palavras-clichê de crítica musical.

Klaxons – Myths Of The Near Future
Eu gosto do Klaxons porque eles me fazem ter vontade de dançar, mas não acho genial nem inovador nem maravilhoso nem nada assim.

Kanye West – Graduation
O cara me fez ouvir rap. Rap com o Chris Martin. E gostar.

Lestics – Les Tics
O Marcelo Costa indicou no blog dele e eu resolvi dar crédito. Não sei nem porquê. É que o Marcelo falou muito bem. E não me arrependi… Não consigo comparar com nada, desculpem. Ouçam.

Kings Of Leon – Because Of The Times
Pô, só pela mudança radical já valeria o crédito. Mas eles mudaram pra melhor, né.

In Rainbows + disco bônus
Eu não gosto de Radiohead… gosto desse disco.

Our Earthly Pleasures – Maximo Park
Putiz… Minha trilha sonora de 2007.

Promoção Natal Musical (sim, eu mesma que fiz esse nome, sozinha)

Bom, mal deixar pro final, mas o negócio é o seguinte. Eu consegui (não interessa como, mas não roubei) um fantástico mp4 player da Multilaser. Veja só que beleza de aparelho:

mp31307.jpg

Enfim. E o espírito natalino bateu com tudo em mim, de maneira que eu pensei… “não seria legal sortear essa tranqueira no blog?” Fiquei me perguntando se alguém ia querer ganhar um MP4 de 512 mb, mas é de graça, e normalmente as pessoas aceitam coisas de graça. Acho que a maioria das pessoas tem um aparelho de ouvir música digital, hoje em dia. Mas se alguém não tiver e quiser participar, basta deixar o nome e o e-mail aí nos comentários. E responder: “Qual o nome do seu blog preferido?”

Os que responderem CORRETAMENTE (e vocês sabem o que isso significa) entram automaticamente no sorteio. É brincadeira. Não precisa responder. Só deixa o nome e o e-mail.

E mais! Eu mando ele cheio de música. Quem ganhar, pode escolher até X (subtitua X por número de CDs que cabem em míseros 512mb) CDs que estiverem nessa minha lista (hahaha, quero impôr meu gosto musical). Vale os da menção honrosa, também.

Bom, ele tem 512mb, toca vídeo naquele formato bizarro de mp4 players da China, o firmware é bonitinho, ele tem auto falantes e vem com um fone bem vagabundo. Tem garantia. Só não tá lacrado porque eu abri pra ver se tava tudo certo (e vou ter que colocar as músicas, anyway).

Infelizmente, acho que não chega a tempo pro Natal, mas eu não vou, de modo nenhum, mudar o nome da promoção por isso. Se ninguém quiser (a possibilidade existe!), eu vou rifar. Que eu sempre quis rifar alguma coisa.

Amigos que caem de gaiato aqui: ao menos finjam que lêem o blog. Os últimos dois comentários foram feitos depois do sorteio, o que deixa bem óbvio que vcs só vêm aqui e colocam o nome. Bom… o sorteado está neste post. Ah, vcs tem o direito de não ler o blog, vir aqui e só colocar o nome. Só não têm direito de se inscrever depois que a promoção acabou, porque aí parece marmelada. Feliz natal!

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