OEsquema

Arquivo: TV

Estilistas gostam de pregar peças

Eu gosto desse negócio de moda. Sério, adoro. Pode ser um mundo meio cruel, ligeiramente fútil, mas eu sou mulher e gosto de comprar roupas e de me vestir bem, ainda que não compulsivamente. E nos últimos tempos percebi que também achava legal ver desfiles.

O legal é perceber que, embora aquelas roupas do desfile sejam conceitos (a maioria das peças não é utilizável no dia-a-dia, mas apresenta, idéias que serão empregadas em coleções e tal), mesmo assim alguns desfiles me agradam e outros não. Não sei explicar o motivo. Não sei dizer porque gostei mais daquela roupa bufante da modelo com cadeados no pescoço do que do outro desfile, em que as pessoas vestiam trapos brancos e salto alto. Mas percebi que podia gostar de moda quando comecei a trabalhar com essas coisas e, ao olhar a foto de um desfile, eu gostava (ou não) daquelas coisas. Não era como se fosse tudo igual, e nada fazia sentido – algumas coisas faziam, e outras não. Ou seja, existe um gosto (se bom ou ruim, eu não sei).

Ainda assim, dá pra rir de algumas coisas na moda. Essa idéia de que é tudo um ‘conceito’ acaba gerando resultados divertidos (e, às vezes, roupas bem ridículas).

Foto: JF Diório/Agência Estado
Desfile 2ndFloor - Foto por JF Diório

Esse é um modelo muito bonito, e isso é indiscutível. Mas a roupa dele não é exatamente algo que Agostinho Carrara dispensaria para mais um dia de trabalho como taxista.

dunga
Dunga também usaria

A questão é que eu, que acredito na inteligência das pessoas, começo a desconfiar que algumas peças dos estilistas nos desfiles são pegadinhas. Provocações. O cara é genial, um artista, e tá com o ego ultra-inflado por todo mundo que vive ao redor dele. Daí entra numa crise de identidade – algo como “será que tenho amigos? As pessoas gostam de verdade do meu trabalho ou só o elogiam para puxar o saco”?

Como resolver uma dúvida dessas? Saber se as pessoas ao seu redor realmente são críticas ao seu respeito ou só querem uma casquinha fazendo elogios infinitos? Simples. O cara cria uma camisa dessas, ainda que seja um conceito. Para distrair, a coloca num modelo lindo, um cara tão bonito que quase chega a tornar a camisa bonita (e que torna a coisa ainda mais desafiante). Essa medida é fundamental no processo, porque se a camisa for colocada em qualquer pessoa com cara de pobre, a coisa já fica gritante. É preciso despistar o observador.

E agora, o estilista responsável espera profundamente que alguém sincero e verdadeiro, que goste dele de verdade e não seja um bajulador, lhe diga que o resto do trabalho dele é legal, mas que aquela peça em si é uma merda e que ele deveria doá-la para o figurino d’A Grande Família.

Hoje, eu sou essa pessoa.

4 Comentários

‘Capitu’ estréia na Globo com trilha sonora muito, muito boa

Acabo de assistir ao primeiro capítulo de Capitu, a nova minissérie brasileira da Globo. ‘Minissérie brasileira’ porque é assim que a Globo anuncia suas minisséries, com um adjetivo de ‘brasileira’, como se não fosse óbvio.

Deixando de lado os textos bizarros de chamadas da Rede Globo, o que tenho a dizer sobre a estréia é que a série parece muito legal. A fotografia, os figurinos e as maquiagens são meio circenses, e oníricos, pra quem gosta dessas coisas à là Circo du Soleil (mas eu não gosto e achei foda mesmo assim). A narração do Bentinho é fantástica, e a adaptação manteve boa parte dos diálogos literais, tudo muito teatral. E dizendo assim pode parecer que ficou forçado, piegas, mas não ficou não.

Acho que o maior trunfo da série é mostrar todos esses elementos pretensiosos (circo, teatro, música, surrealismo, tudo meio lúdico) mas corresponder a essa pretensão. Não gosto dessas babaquices artísticas que falam os críticos musicais, mas acho que o texto do Machado encontrou interpretação à altura na Rede Globo. Não me lembro de ter gostado tanto de uma minissérie da Globo já no primeiro capítulo – se bem que, devemos lembrar, Dom Casmurro por si só é uma história muito boa, o que já ajuda um bocado.

Uma pena que só vá ter 5 capítulos. Pelos meus cálculos, vai até sábado.

A atmosfera de Capitu não estaria completa sem música à altura. A trilha sonora pode ser considerada heterodoxa, porque tem até Sex Pistols, mas colocar o Beirut como música tema foi uma idéia muito boa. O diretor, Luiz Fernando Carvalho, disse nessa matéria do G1 que a escolha de música pop foi proposital, para aproximar a linguagem da série dos jovens. Ele também fala da estética plástica da fotografia e das outras coisas legais que eu mencionei na mesma entrevista.

E eu achei a idéia muito legal. Parece que funcionou, porque 1. eu sou jovem, 2. eu gostei, e também porque 3. meu irmão é jovem, 4. ele gostou. Mas é muito bom que alguém faça uma montagem de qualidade de uma obra tão importante direcionada aos jovens, porque na escola as coisas ficam muito mais ásperas. Imagina que legal se, depois de Capitu, todo mundo que não leu Dom Casmurro quisesse tirar o atraso da obra de Machado?

A música é tão importante na série que a Capitu não largou o iPod nem na hora do casamento. Não entendeu? Amplia.

Mas voltando a falar de música, peço ao leitor que não pule essa parte só porque ela vai falar de música (sei que alguns pulam). Ao menos hoje, leia essa parada inteira, porque o Beirut é diferente dessas bandinhas efêmeras e apenas divertidas das quais eu falo aqui sempre.

O responsável pelo projeto se chama Zach Condon, mas infelizmente eu não saberia descrever o estilo musical do grupo. ‘Música mediterrânea’ seria uma boa, porque tem influência forte de música árabe, mas tem ukulele, uns batuques, acordeão, uma voz meio bêbada e músicas muito, muito lindas.

Dá uma chance para Elephant Gun, a música-tema de Capitu:

Não sei se foi impressão, mas acho que a minissérie tá usando outras músicas deles na trilha. A propósito, a que eu mais gosto se chama The Penalty e é assim:

Pra quem não viu, no site oficial tem vídeo, umas fotos e o link para o projeto Mil Casmurros, o site da maior leitura coletiva do país.

18 Comentários

10 coisas que eu odeio sobre futebol (e uma que eu adoro)

São Paulo é hexacampeão.

E eu não tô nem aí.

Nem se o Palmeiras, que aliás, é meu time, tivesse sido campeão, eu não ia estar nem aí. Porque não entendo uma série de coisas sobre futebol – e não tô falando de regras, porque sei identificar impedimento – e uma delas inclui tentar se matar por um time, ou sair xingando os torcedores das outras camisas quando meu próprio times é campeão.

Além dessas, tem mais uma centena de coisas que eu odeio sobre futebol. Pra não ficar cansativo, só escolhi 10:

10) Torcidas de futebol estão associadas com escolas de samba

E no fim vira tudo samba, suor, cerveja, mulatas, carnaval, alegria, Brasil. Argh, visão do inferno.

[/rabugenta]

9) Futebol é grana

Hoje em dia, a coisa é feita de patrocinadores, contratos publicitários, imagem e trambiques dos quais a gente não faz idéia. Muita da devoção ao esporte acaba ficando sem sentido no panorama atual.

8 ) Homem que é homem precisa saber conversar de futebol

Observo alguns dos homens com quem convivo que não gostam de futebol e todos, sem exceção, relataram manter algum conhecimento base para poderem, ao menos, discutir com os amigos quando o assunto vem na roda. Aparentemente, existe uma pressão no meio masculino para que os caras gostem de futebol.

7) Discutir futebol nunca leva a nada

E eu sei porque já fui, hum, torcedora fanática. Nessa época, inclusive, foi a fase boa do Palmeiras, com Luxemburgo e aquele time maravilhoso (cuja escalação eu esqueci, mas sei que era animal). E eu até tentava a discussão com meus 30 amigos corinthianos, mas como mulher, eu sempre joguei limpa e racionalmente. Logo, sempre perdia os embates intelectuais futebolísticos. Não adianta: as pessoas sempre vão divergir quando torcem para times diferentes.

6) Frentistas de posto eliminam a necessidade de saber os nomes das pessoas por causa do futebol

Ninguém tem nome pra esses caras. Todo mundo se converte em rostos genéricos dotados de um grande brasão. Daí vira ‘ô corinthiano’, ‘ô palmeirense’, ‘ô são paulino!’, e todo mundo perde sua identidade. Frentistas descaracterizam as pessoas por causa do futebol. Assustador.

5) Futebol é o monoassunto preferido em alguns círculos

Na faculdade de jornalismo, todos os homens estão lá para fazer jornalismo esportivo – quer dizer, jornalismo futebolístico. Lá na sala, e depois, na redação, eles só falam disso. As piadas são todas acerca do jogo de domingo. Todas as referências, gritos, tudo é relacionado ao fucking futebol. Nem ligo, até acho legal. Mas não dá pra variar?

4) Para as massas, futebol é ópio

Pão e circo, né? É preciso dar diversão ao povo. Tem jeito melhor de deixar as pessoas felizes e satisfeitas?

3) Fogos de artifício e idiotas buzinando na rua nos dias de decisão

Poxa, que coisa babaca. Legal, vamos expressar nossa alegria, mas por que com rojões que despertam a atenção, inclusive, de todas as pessoas que não tão nem aí para a taça? Por que vamos sair por aí, dirigindo como malucos, com as bandeiras dos times estendidas no vidro de trás, pra fora do vidro? Por quê, meu deus?

2) As pessoas brigam, matam e morrem pelo futebol (ah, elas também rezam)

Não dá pra entender, possivelmente, como um ser humano consegue considerar o outro ser humano inimigo porque ele é entusiasta de um outro grupo de seres humanos que veste uma cor de camiseta diferente da cor que veste o grupo de humanos do qual o outro é entusiasta. (?)

Mas isso é algo primata, não é? Outro fulano quis se jogar da arquibancada ontem, no jogo do Vasco, quando o rebaixamento virou realidade. Como assim?

Outra coisa babaca é rezar pra futebol. Acho que é óbvio que provavelmente existe alguém do outro time rezando pela vitória. Como deus escolhe quem vai ganhar?

Aliás, pra que time deus torce?

1) Eu nunca vou entender

Todos os motivos aqui em cima escancaram a minha incompreensão diante de uma paixão humana que já mereceu estudos antropológicos. É racionalmente incompreensível o amor que as pessoas depositam num grupo de onze pessoas chutando uma bola, muitas vezes por obrigação. São negócios, afinal.

O problema é que nunca vou entender gente brigando, se matando, comprando briga, chorando e ficando feliz por causa de algo que, pra mim, é puro entretenimento pras massas.

Nunca vou entender (nem vocês) coisas como isso aqui:

E agora falo da minha falta de sensibilidade para entender algo assim, porque posso ver que as pessoas realmente se importam. Isso é a vida de algumas delas. Certo ou errado, eu deveria, no mínimo, ter conhecimento e sensibilidade humana suficiente para entender essa paixão inexplicável. E eu não tenho. E a gente não gosta do que não entende, né?

-1) Bônus: adoro os cantos das torcidas!

A bateria e as vozes, combinadas, formam um conjunto difícil de desprezar. Um dos meus preferidos, daqueles que arrepia, é o do grego Panathinaikos:


31 Comentários

Essa turma é confusão na certa!

Eis que recebo a observação mais mágica sobre um post da minha vida, provavelmente enviada pela filha do redator das chamadas da seção da tarde:

Só para descontrair o fim de sexta chuvosa. Valeu, Antonia.

4 Comentários

Fuja para as colinas

Foto por Evelson de Freitas, da Agência Estado

Corrão!1111! todos. Fuja enquanto é tempo. Coloque sua família num carro e dirija sem destino. Estoque mantimentos no porta-malas. Compre um manual de sobrevivência de bolso, baixe centenas de audiobooks para tocar no som do carro e adquira revistas de caça-palavras para exercitar a memória. Daí, declare seu próprio exílio e suma daqui. É o fim do mundo, meu amigo. E sua única chance é correr.

Nenhuma outra situação explicaria o que aconteceu nessa quente e arrastada quinta-feira de outubro em Santo André. Nada explica a polícia ter DEVOLVIDO uma das reféns – menor de idade – para o sr. Lindembergue sob o pretexto de que ela ajudaria a negociar a libertação da pobre moça Eloá. Oi? O cara faz concurso público, estuda uma porção de anos, ouve grito de Capitão Nascimento no ouvido para aprender a lidar com seqüestrador em situação de negociador. Ele até ganha um uniforme bonitão, colete à prova de balas e tudo, com a palavra NEGOCIADOR bordado atrás. Formidável.

Aí ele manda uma menina de 15 anos subir no apartamento e fazer o trabalho por ele. Faltou desconfiar que em hipótese nenhuma isso daria certo.

Que tipo de polícia devolve refém menor de idade para seqüestrador?

Vai ver é do mesmo tipo de polícia que luta com polícia no meio da rua. Eu nunca imaginei que veria algo desse tipo. Na mesma quinta-feira quente e arrastada, mas uns 30km mais longe, policiais do Estado de São Paulo esbofetearam-se entre si numa briga sem precedentes. A pergunta que fica: enquanto eles brigam entre si, quem briga pela gente? Beleza que é no Rio, mas você sabe que faz parte do contexto – quem briga pelo diretor do Bangu 3, o sétimo diretor de presídio fluminense a ser assassinado em oito anos? Relatos diziam que ele era um servidor exemplar – óbvio que era, se não fosse e tivesse aceitado grana do CV não tinha morrido.

Eu avisei: corra enquanto é tempo. O ‘Servir e Proteger’ já se aposentou há um tempão. Com salário integral. Mas sem reajuste há uns 15 anos.

39 Comentários

Os 20 melhores momentos mágicos da sinalização por Marcos Barbará

Existe um cara no Orkut chamado Marcos Barbará. Esse cidadão é dono de um humor refinado e de uma criatividade ímpar, que ele aplica em criar comunidades com temas intrigantes, como Ode à cabra, e as famosas Lenin, de três e Anão vestido de palhaço mata 8, clássicos do ócio criativo Orkutiano.

Mas é em seu tempo livre que Marcos produz grandes pérolas do humor contemporâneo. Quando não está fazendo nada, Marcos se dedica a criar legendas alternativas para placas bizarras de vários cantos do mundo. O resultado é de chorar de rir e as mais de 100 placas você encontra aqui. Mas eu selecionei os 20 melhores ‘Momentos mágicos da sinalização’, placas sabiamente legendadas por Marcos Barbará:

Não abandone seu alce enquanto praticar mini-boliche

Ao ser atacado pelo Santo Graal gigante, entre em total desespero

Dance alegremente com múltiplos bambolês

Não ofereça ecstasy a Thundercat

Proibido servir a própria cabeça alienígena em uma bandeja virtual

Ao fazer uma fogueira, não se esconda com seu filho dentro da TV

Não alimente o bebê-velociraptor com um pedaço de dedo

Pingüim pedófilo à frente

Use um estilo inovador de queda ao despencar da montanha

Mini-Padre Cícero preparando-se para caminhar pelo fio de telefone

Proibido discurso de bebê-alienígena

Local para pessoas com depressão profunda

Proibido ser Carmen Miranda

Proibido correr ao roubar um atum

Ao ser engolido por um alvo rolante, leia um livro

Proibido Darth Vader com carrinho de bebê

Messias em treinamento

Não hipnotize a criança com um ioiô

Não sirva seu filho como alimento para a marmota mutante

Proibido brincar de lutinha com o elefante

É, eu sei. Parabenize o sr. Marcos Barbará pelo scrapbook dele.

10 Comentários

Ronaldo Ésper no Superpop mostrando que de arte ele entende

Assisti Superpop hoje, e além de ver a Marina Elali (super-falo dela amanhã), tive o desprazer de constatar que o quadro do Ronaldo Ésper, no qual ele “alfineta” o look das celebritchies, está tentando ser uma cópia ruim e descarada do que o Perez Hilton faz no blog dele, que já não é lá a coisa mais divertida do mundo.

esper
Eu não sei cruzar os braços.

Agora, ele fica diante de uma tela que é uma espécie de tablet, no qual dá pra desenhar com uma caneta vermelhinha. Na medida em que ele faz piadas muito ruins com as celebridades, vai rabiscando as fotos delas e escrevendo coisas que deveriam ser engraçadas. Ele contou, inclusive, a piada do tomate (“o que aconteceu com o tomate que foi atravessar a rua na hora do rush? nada, ele foi até a faixa de pedestres.”)

Fora que em seguida ele fez uma piada bem ruim, que envolvia algo sobre matar seu namorado no fim do encontro, e todo mundo ficou chocado porque a coisa era realmente brutal pra ser colocada numa piada assim, e não era de fato engraçado, mas todo mundo deu uma risadinha amarela e, fora o alerta da Lu (“Ai, Ronaldo!”), ficou tudo legal.

Mas beleza, ele podia tá matando, podia tá roubando vaso no cemitério, mas tá de boa na lagoa apresentando quadro no programa da Lucianta. Só que ai ele pegou uma foto nada a ver do Ozzy, desenhou uns bracinhos cruzados e disse que parecia um quadro do Louvre… e em seguida, revelou que era a Monalisa, de Michelangelo.


“AFE, TÁ ZUANDO?”

E ninguém corrigiu o cara, mano. Nem a produção. Óbvio que eu não tava esperando isso da Lucianta ou dos convidados (que eu nem sei quem eram, com exceeeçãããão da super Marina Elali), mas meu, alguém poderia ter avisado o cara, ele dev ter um ponto, não?

O mais legal é que aí que a gente nota que gafe é uma questão de ponto de vista. Considerando o público do Superpop, a maioria não deve ter percebido, mesmo. E se a REDETV! é realmente a rede de tv que mais cresce no Brasil, aí danou-se tudo.

6 Comentários

Borat fazendo escola

a-borat2.jpg

No ABC, se você tem TV por assinatura, tem o TV+, que nada mais é que uma espécie de Shop Tour. Os serviços da região anunciam no canal e um promotor de vendas com naipe de repórter vai até o lugar e fica falando com voz de retardado sobre a deliciosa picanha ou sobre as muitas vantagens em comprar um usado na Viamar.

Eu gosto de assistir TV+, especialmente porque eu descubro lugares novos e legais pra ir. Gosto também porque normalmente, junto com o promotor de vendas do canal, um responsável pelo estabelecimento apresenta junto, e esses civis costumam se portar de maneira curiosa diante da câmera.

Este vídeo é mais um da série “queria ser promotor de vendas mas acabei abrindo um Fran’s Café”. O tiozinho é super descontraído, fala com empolgação e serenidade, curte uma soda de maçã, enfim, uma loucura. Mas quando ele explica o que mais a casa oferece… reparem o que ele diz em 0’40”:

 


7 Comentários
Página 2 de 212