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Arquivo: UFOs

Você sabe o que vai acontecer no próximo dia 14 de outubro?

O Olhômetro completa um ano nessa data. Mas mais importante que isso é o que esse vídeo explica o que vai acontecer no dia 14 de outubro de 2008. Segundo uma mulher que se diz médium canalizadora de mensagens do cosmos, conhecida por Blossom Goodchild (e cujo site pode ser visto aqui), nesse dia, uma terça-feira – daqui uma semana – uma nave extraterrestre se fixará no nosso céu. Lá ela ficará por três dias, despertando todo o tipo de reação das autoridades.

Ainda de acordo com a mensagem, as forças armadas de determinados países farão de tudo para tentar penetrar no campo ocupado pela nave, mas não terão sucesso. Como eu disse, o OVNI ficará por cerca de três dias no mesmo lugar, nos permitindo registrar vídeo e foto da aparição, mas não fará contato ainda. Se trata de uma missão de reconhecimento, para mostrar que eles vêm em paz.

Essa mensagem está rodando na internet em várias línguas já há três semanas. E se tem uma coisa que eu quero acreditar é que eles estão chegando para me levar de volta. Mas o meu ceticismo fundamental me impede de acreditar 100% em algo assim.

Ou seja: no dia 14, vou sim olhar para o céu, esperançosa. E vou acompanhar o noticiário com afinco. Mas não tenho muita certeza se vou ver algo, não.

Para os mais céticos, eu dou um conselho: eu nunca estive lá fora. Mas alguns de nós já estiveram. Os astronautas. E se tantos deles disseram que a parada existe, ou esse negócio de falta de gravidade endoidece ou definitivamente não estamos sozinhos…

Para mim, está óbvio que eles estão vindo aqui comemorar o aniversário do blog.

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Se existe vida extraterrestre? Sim, e um bilhão de vezes

Qual a possibilidade matemática de existir vida extraterrestre? Vamos lá. Uma projeção científica modesta pode estimar com certa propriedade que o universo abriga cerca de 1 bilhão de bilhões de planetas. Isso é um chute baixo.

Outra projeção científica também modesta estima que a chance de um planeta reunir todas as condições para permitir o surgimento da vida é de 1 em um bilhão. 1/1.000.000.000.000. É uma possibilidade MUITO baixa, não é?

Usemos nossa parca matemática. Ainda com essas baixíssimas chances, num universo de 1 bilhão de bilhões de planetas, teríamos UM BILHÃO DE PLANETAS COM CONDIÇÕES PARA O SURGIMENTO DA VIDA. E isso porque estou usando estimativas mais modestas que as dos especialistas.

Ainda acha que estamos sozinhos?

Podecrer!

Esta noite, assisti mais um daqueles documentários sobre OVNIs. As histórias são sempre as mesmas, as imagens surpreendentes são sempre um céu escuro com um pontinho errante, eles normalmente não concluem nada mas eu nunca me canso de assisti-los.

Quem pouco me conhece pode pensar que eu sou cética, mas na verdade eu sou bastante ‘crente’. Só tenho o cuidado de duvidar de tudo o que ouço. E também gosto de fazer com que as pessoas questionem aquilo em que elas acreditam cegamente. É saudável.

Vi nesse documentário o relato de uma datilógrafa que trabalhou em uma base secreta nos EUA na metade do século passado, e teve acesso a documentos ultra-confidenciais que falavam de UFOs. Em 2006, numa entrevista gravada, ela disse que quando trabalhava, teve contato com uma espécie de metal que era super resistente mas muito leve, e que podia ser amassado, rasgado e dobrado à vontade porque voltava ao estado normal depois. Ela foi informada que era a fuselagem de uma nave espacial.

Outros militares envolvidos com Roswell (Major Jesse Marcel) também deram depoimentos sobre terem visto materiais semelhantes muito antes de 2007.

Agora confiram essa notícia de 2002 no site da NASA. Traduzo livremente um trecho:

Imagine, por exemplo, uma substância com 100 vezes a resistência do aço, mas que pese 1/6 dele; materiais que se regenerem instantaneamento se perfurados; superfícies que podem ‘sentir’ as forças aplicadas sobre elas; fios e eletrônicas tão pequenos quanto moléculas; (…) e líquidos que podem ficar sólidos e voltar para o líquido se quisermos. Todos esses materiais existem hoje… e há mais a caminho.

Claro que os materiais existem hoje. Eles existem desde a década de 50. E foram os alienígenas que os apresentaram para nós.

O principal problema com a Ufologia é que é uma ciência (?) tão desacreditada que só o nome já é motivo de chacota por si só. E é, realmente, algo engraçado. Você levaria a sério alguém que se diz ufólogo?

Agora, é de se pensar se não é uma estratégia muito boa fazer as únicas pessoas que estudam isso se passarem por loucas. Digo o mesmo das pessoas que relatam terem sido abduzidas.

O Saindo da Matrix reúne uma série de artigos confiáveis para não-céticos, e a seção sobre UFOs tem diversos registros interessantes sobre isso. Esse aqui, recente, fala sobre o astronauta da Apollo 14 que confirmou a existência de extraterrestres.

Foi lá que eu encontrei muita info para esse post, e também o vídeo abaixo, no qual várias autoridades militares e estudiosos (não use o termo ‘ufólogos’, porque daí parece que são um bando de lunáticos. A semântica é severa) relatam provas de que os líderes do mundo vêm escondendo da população a existência de vida fora da Terra há muito tempo. E eles falam por muito tempo, também. É mais de uma hora de vídeo.

Óbvio que ninguém vai ter paciência pra ver isso inteiro, mas isso é claramente uma estratégia para que as pessoas impacientes não fiquem sabendo da verdade, tipo um filtro. Viu? Nada nesse mundo é por acaso. Tudo acontece por um motivo.

E se no final de tudo isso você estiver preocupado, fique tranqüilo: você pode bloquear ataques mentais extraterrestres usando um chapéu de alumínio. Mais informações aqui.

Família prevenida vale por duas

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O mundo está acabando e eu tenho certeza disso

Ok, vai parecer piada, mas não ria agora porquê isso é sério. Desde pequena, eu tenho essa sensação estranha de que não pertenço a… aqui. Não quero discutir se fui abduzida, se minha mãe foi abduzida e eu sou fruto da união dela com um ET (meu pai é esquisito, mas acho que ele é daqui mesmo), ou se sou apenas portadora de um distúrbio psicológico severo (ou tenho Lua em Leão e coisa assim).

Essa sensação de não-pertencimento existe desde que eu tenho auto-consciência (tipo 5 anos) e nunca desapareceu. Além disso, eu sempre carreguei uma toalha comigo, sem saber exatamente o porquê – só sabia que era essencial ter uma sempre a mão (Ok, e isso não é mentira. Eu juro).

Minha família extraterrestre
Desenho da minha família feito por mim aos 4 anos.

Uma sensação semelhante tem se intensificado nos últimos anos, mas essa é relacionada a um tema que permeia toda a humanidade: o fim do mundo. Eu tenho sentido que estamos no fim dos tempos. O fim do mundo como conhecemos. And I feel fine.

Vou explicar: não acho que o apocalipse bíblico se aproxima, e que veremos os corcéis de fogo cruzando os céus (tem algo assim, não tem?). Mas todas as coisas que estão acontecendo no mundo são pra mim provas de que tá todo mundo muito fudido.

Beleza. Mas se eu não acho que o mundo não vai acabar literalmente, como é que ele vai acabar então?

Eu não faço idéia, ok? Eu só tenho a sensação. E ela se fortalece a cada dia, a cada tragédia, a cada funk proibidão que eu ouço.

Quais são os sinais? Vejam bem, em menos de duas semanas, tivemos..:

- Terremoto na China. Sim, tem chinês saindo pela culatra no mundo, mas ai do nada vem um ciclone e mata muitos de uma vez. Alguns chamam de equilíbrio de densidade demográfica, mas sei lá, acho meio cruel. Fora que, quem vai vender iPod balatinho pla gente? Blincadeila.

- Ciclone em Mianmar. Pegue um país. Tire 300 milhões de dólares do PIB dele. Tire mais 600 milhões. Coloque muita água, coqueiros, bananeiras e palafitas. Coloque-o na parte miserável da Ásia. Tire muita comida de lá, coloque muitas epidemias e, como toque final, acrescente um ditador que não aceita ajuda de ONGs estrangeiras. Você acharia suficiente? Deus (ou sei lá, a metereologia, ou São Pedro, seja lá quem forem os responsáveis por essas adversidades climáticas) não achou.

- Tempestade nas Filipinas. Água demais, espaço de menos. Quase o mesmo problema de São Caetano, em escala gigante.

- Tornado nos EUA. Nada demais, virou rotina. Mas contabiliza pro relatório de tragédias de fim de mundo 2008.

Beleza, e essas foram só as tragédias pontuais. E o trânsito de São Paulo, que é uma tragédia diária? E a absolvição do cara que matou a Dorothy Stang? E os ataques de xenofobia ao redor do globo, não só na França, na Itália, na Espanha e na Inglaterra, mas também na África do Sul? E um Indiana Jones de 65 com condicionamento físico de 17?

E isso é só um… panorama inicial.

As coisas estão feias pro nosso lado. De acordo com os Maias, o ano é 2012. Vocês provavelmente já ouviram essa história, não? Pois é, o calendário Maia anuncia o fim do mundo para 2012. Ninguém sabe muito bem o que isso significa, embora alguns achem que tenha havido um acordo dos Maias com o Discovery Channel (contrato de especulação de lendas apocalípticas inclui pelo menos 65 documentários entre 2008 e 2012, dizem minhas fontes). Sabe-se, no entanto, que os Maias era uma minissérie da Globo eram uma civilização muito avançada em astrologia astronomia e matemática. Claro que isso não quer dizer nada, mas a gente gosta de acreditar que quer. Torna a coisa toda mais misteriosa.
Acreditando ou não, eu acho que alguma coisa cabulosa vai acontecer em 2012. Pode ser… o fim de LOST. Ou a ascensão da Rede Record como maior emissora de TV do país. Deus me livre. E é melhor que vocês se cuidem; porque, ao que parece, quando tudo acontecer, minha nave-mãe vai vir me tirar do meio da bagunça. É, acho que tem a ver com o senso de não-pertencimento. E com essa minha cabeça, que sempre teve um formato meio esquisito.

Esclarecimentos pós-postagem: devido à imensa (e bem-vinda) repercussão desse post, esclareço que 1. Sim, sempre carrego uma toalha comigo, 2. O desenho era uma brincadeira, achei no Google e 3. Não sei se tenho Lua em leão ou coisa assim.

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