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Arquivo: Musica

sight n’ sound fusion

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Por acaso esses dois exemplos deliciosos de “imagem sonora” chegaram a mim no mesmo dia. Como não amar cimática?

By chance these two delicious examples of “sound sight” came my way in the same day. How can one not love cymatics?


Cimática + Jack White (+ notícias de disco novo!): se melhorar estraga…
Cymatics + Jack White (+ new album news!): it doesn’t get much better than that…

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Ataque sonoro

Terça de madrugada recebi o relato de uma amiga contando que uma amiga dela havia tido seu carro interceptado por ninguém mais ninguém menos que nosso querido prefeito Eduardo Paes. O motivo? Uma música de protesto que tocava alto e incomodou Dudu. Indignada com o absurdo da situação, marquei pro dia seguinte um Flashmob Sonoro, com o intuito de espalhar a tal música pela cidade numa mesma hora. O povo curtiu tanto que resolvi estender a convocação para todos os dias, às 20:00, até a Copa.

Por conta do “evento” me toquei que muitos desconheciam a música de PH Lima e ficaram amarradões ao ouvir uma letra de funk totalmente política, falando tudo que a gente tem vontade de dizer, na lata. Isso só me leva a concluir que as pessoas precisam vir mais pras ruas! Voltem (ou comecem) a frequentar as passeatas, atos, debates, assembléias populares, sessões de cinema abertas e outras atividades políticas, mas também culturais, e vcs verão (ou melhor, ouvirão) que de onde saiu essa tem muito mais! Isso sem contar os gritos da rua que prometem tomar conta do Carnaval… ‘Alegria alegria’ é linda, mas temos as músicas de protesto do nosso tempo e elas merecem (e devem) ser conhecidas e tocadas também!


(só do Los Vânda poderia fazer uma playlist inteira)

Adorei o remix com os gritos da rua:

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Mixtape Verão IOIA

IOIA em clima de verão! Bom fim de semana!!

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What difference does it make?

O doc What Difference Does it Make ? comemora 15 anos da Red Bull Music Academy, uma espécie de residência musical que ocorre anualmente em diferentes cidades mundo afora.

What Difference Does it Make ?  is a documentary celebrating 15 years of the Red Bull Music Academy, an annual musical residency which takes place in different cities across the globe.

Rodado em Nova Iorque, o filme acompanha os participantes da edição 2013 da RBMA. Além disso, conta com depoimentos de Phillip Glass, Giorgio Moroder, Erykah Badu, James Murphy, Lee Perry, Flying Lotus e muitos outros sobre o drive criativo e quase incontrolável que leva alguém a querer fazer música, e toda a bagagem que isso acarreta.

O lançamento é dia 18 de Fevereiro, online e de graça.

Shot in in NYC, the movie follows participants of the 2013 edition of the RBMA. On top of that, artists like Phillip Glass, Giorgio Moroder, Erykah Badu, James Murphy, Lee Perry, Flying Lotus and many others talk about the creative, almost uncontrollable drive, which leads someone to making music, and all the baggage that comes along with it.

The film launches online for free on February 18th.

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Dois mil e crazy

13 coisas (em ordem aleatória) que fizeram de dois mil e crazy o primeiro ano do resto da minha vida:

1) RUA
A decisão de voltar de Londres foi brusca, quase sem planejamento prévio. Quando me dei conta, já estava no Rio. Quando me dei conta, já estava na rua. Os protestos iniciados em Junho deram uma injeção de vida nas ruas da cidade. Além disso ainda teve festa, cinema, debate, reunião…quase não acredito na quantidade de experiências, encontros e emoções vividas nos espaços públicos dessa cidade em apenas 6 meses. O Rio é rua, e continuará sendo no ano que vem!

2) Master of Art and Science
Nunca imaginei ser “mestra” em alguma coisa e hoje, com o título consolidado, continuo sem saber exatamente o que ele significa. Mas uma coisa é certa: em 2013 eu entendo muito melhor as possibilidades práticas da relação entre arte e ciência. Sempre me interessei por ambas as áreas que, a meu ver, são movidas pela mesma curiosidade e observação do mundo, divergindo apenas nas maneiras como apresentam seus “resultados”. Seja qual for o objeto de pesquisa de um artista, existe sempre uma ciência dedicada ao mesmo – fica difícil entender como existem pessoas que ainda não compreendem a infinita conexão entre essas duas forças criativas. Durante esses dois anos tive o prazer de conhecer diversos artistas e instituições de pesquisa que, ao invés de atuarem em campos opostos, enxergam uns aos outros como potências complementares. Abaixo, alguns deles:

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3) Aldeia Gentil

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“Um lugar simples que recebe quem chega, e tem esse modo mais artesanal e experimental de ocupar. Uma experiência sobre o que é possível fazer a partir do essencial”. A Aldeia Gentil, novo espaço da Gentil Carioca, segue o mesmo estilo autêntico e descompromissado da original. Um espaço mutante, que acolhe e se adapta aos ocupantes: se de dia é uma editora artesanal à noite vira espaço de debates e palestras, se durante o dia é instalação, à noite vira QG de ativistas planejando um novo ato, se de dia é galeria, de noite vira cinema. Bons papos, cadeiras de praia, gente espalhada pelo chão, cervejinha, portas abertas para quem quiser entrar…é difícil não se apaixonar. Que o nosso experimento siga firme e forte em 2014, proporcionando cada vez mais encontros e conexões nessa cidade que precisa tanto.

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Papo sobre tempo com Claudia Lisboa e Marta Porto

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Papo sobre violência policial e manifestações com Luis Eduardo Soares, Francisco Teixeira, Ernesto Brito, Domingos Guimarães e André Barros

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Los cartoneros

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Papo sobre a questão indígena com Amanda Santana, Anna Dantes, Roberto Romero, Lincoln Fonseca e Bento Marzo (diretores do doc Pohi)

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Papo sobre guerra com Michel Melamed e Marta Porto

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Papo sobre a Cosmococa com Fred Coelho, Neville D’Almeida e Cezinha Oiticica

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4) Purpurina
Difícil sair uma noite sem levar um banho de glitter…de repente a vida ficou brilhante pra sempre

5) Atuação
“Você é atriz?”
“É…bem….hmmm…então…”
Essa era a resposta que eu sempre dei a essa pergunta. Era. Pq esse ano eu finalmente consegui admitir: Sim, eu também sou atriz. Nunca imaginei que uma vaga de última hora para um workshop de atuação para cinema mudaria a minha vida. Além de ter ganho uma familia teatral que segurou a barra dos primeiros meses de Rio de Janeura, pude conhecer técnicas e profissionais incríveis cujas lições extrapolam o palco ou a tela – servem pra vida. Por conta rolou uma imersão teatral e pude ver coisas lindas como Palhaços (hors concours – sei nem descrever a genialidade dos atores em cena), Philodendrus (olha a arte e ciência aí!), Cine Monstro (eu que já gosto pouco de obras sobre maldade e psicopatia…) Cucaracha e Venus em Visom (prova de que as vezes mordemos a língua por conta do preconceito).

6) Kraftwerk 3D @ Tate Modern
Kraftwerk na Tate Modern pra 300 pessoas com visuais 3D alucinantes. Precisa dizer mais?

 

7)Barcelona
Finalmente conheci a cidade que todo mundo dizia que eu ia amar. E amei. Pode ser clichê, mas as duas semanas em Barça foram as últimas férias européias antes de voltar ao Brasil e tiveram um papel importantíssimo em fazer a ponte entre Londres e Rio. Pontos altos?  Expo Meliés na Caixa Fórum, Expo Pasolini-Roma no CCCB, Chromatics e Diamond Version no Sónar, topless, a ocupação da rua, a vida noturna das mil e uma praças da cidade, as bolsas lindas da Beatriz Furest, a rota de prédios modernistas do Lonely Planet ao lado das amigas queridas, a praticidade dos cannabis clubs, saideira no El Xampanyet, rodar rodar e acabar por acaso na melhor degustação de tapas ever num restaurante que não sei o nome, mas lembro como voltar.

8) Projetação

O Coletivo Projetação foi a minha porta de entrada para a comoção política que já tomava conta da cidade quando voltei. Ao coletivo e às pessoas que o formam devo uma boa parte dos momentos mais significativos dos últimos seis meses e, quiçá, da minha vida. Sempre sonhei ver o Rio em ebulição política e o Projetação me permitiu participar ativamente desse sonho, não apenas com as ações, mas me colocando em contato com toda uma rede de ativistas e coletivos de resistência que só faz crescer. Com eles aprendi que a horizontalidade é um processo delicado, que requer constante vigiliância e manutenção, que saber ouvir é tão importante quanto saber falar e que juntos, somos mais fortes. Aproveito o post para agradecer cada membro dessa “família da rua” que me enche de amor e esperança e me da a certeza de que “amanhã vai ser maior”.

Aulão público sobre educação no Ocupa Câmara RJ

X Bienal de Arquitetura de SP

Moradores de rua interagem com as projeções

Sessão de cinema na Praça São Salvador

9) Topless
Na Sapucaí pode, na praia não. Na revista pode, no corpo não. No filme pode, na vida real não. No homem pode, na mulher não.
Primeiro veio o post da atriz Cristina Flores questionando a repressão policial que sofreu ao tirar a blusa na praia durante uma sessão de fotos para a sua peça Cosmocartas. Na mesma noite em que li e compartilhei o post, rolou o catártico banho de piscina no Parque Lage. Aí veio a convocação para o ‘toplessaço’ que, apesar de ter sido considerado um fiasco, funcionou muito bem para provar justamente a agressividade e histeria com que a nossa sociedade conservadora trata o corpo feminino.
Em Junho desse ano havia rolado meu primeiro topless “oficial”. Digo oficial pois, ao contrário das outras vezes onde estava só com amigas ou um namorado, dessa vez estava em uma praia cheia, e com conhecidos brasileiros. Foi engraçado questionar o que determina nossos hábitos e pudores: apesar de estar em solo espanhol, as pessoas do meu grupo pertenciam todas a uma cultura onde o ato ainda é um tabu. Nesse caso, qual é a regra? Caso estivessemos no Brasil, muitos dali provavelmente nunca veriam meus peitos, e sei que algumas amigas, mesmo estando em um lugar onde o ato é permitido, não ficariam confortáveis em executá-lo diante de pessoas que poderiam reencontrar por aqui.
Pois bem, voltando ao ‘toplessaço’: participei do ato à minha maneira. Acordei tarde, fui à praia no local onde costumo e prefiro frequentar e encontrei um grupo de amigos. Tivemos um fim de tarde delicioso – sem alarde, sem histeria, e sim, sem sutiã, pois liberdade é justamente poder escolher como apresentar o seu corpo em qualquer lugar, e não apenas dentro dos limites de uma manifestação. Apesar de achar que as organizadoras mandaram mal na divulgação exagerada do “evento”, creio que a ação serviu sim como marco inicial – que venha o ‘Verão do Topless’!
10) Darkside 
Listas de melhores discos e shows são especialidade dos vizinhos então nem entro nesse assunto, mas aí vem o geniozinho do Nicholas Jaar…
Darkside é o novo projeto do menino prodígio junto com o guitarrista Dave Harrington e, pra variar, é incrível. Psychic é daqueles discos que levam a mente longe e embalam gostoso o corpo, deixando um sorriso frouxo no rosto (review completo aqui). Em Junho eles lançaram o ótimo Daftside, versão remix do Random Access Memories do Daft Punk.

11) Festival Multiplicidade

O super-herói cultural Batman Zavareze ocupou  o Parque Lage com o seu Multiplicidade em versão estendida. Durante 3 dias e noites os visitantes eram convidados a explorar o prédio e os jardins em busca das várias atrações que incluíam instalações, apresentações musicais, workshops, palestras, performances e videos – tudo de graça! Que alegria poder vivenciar experiências tão interessantes e deliciosas em um um local que por sí só já é digno de sonho.

Onion Skin – AntiVJ

Taksi + Gary Stewart. A plateia se mistura aos “homens-colchão” da obra ‘Enquanto falo as horas passam’ de Heleno Bernardes

Música e dança no bosque

12) Performance
Finalmente os três terços da minha personalidade parecem estar chegando a um consenso: a melhor maneira de satisfazer a jornalista/ pesquisadora / artista / ativista parece ser mesmo a performance. Ao chegar no Rio, exorcizei alguns demônios pessoais ocupando uma banquinha de chaveiro no BG e trocando segredos com transeuntes, o que rendeu alguns insights bem interessantes sobre comportamento humano, a relação público x privado e a invisibilidade nos centros urbanos. Graças às manifestações e referências incríveis como o ‘Guia para exigir o impossível’ e o Festival Panorâma passei a enxergar melhor o fascinante potencial revolucionário e político dessa arte capaz de gerar “ensaios para uma realidade possivel”. Abaixo, André Lepecki na ótima palestra Coreo-política, coreo-polícia, realizada em Novembro na UFRJ:

13) Ioia
A festa de 10 anos da Gentil Carioca já tava uma beleza: distribuição de bananas e abacaxis, dança na rua, inauguração da aldeia…eis que surgem duas figuras divinas com matching outfits e coroas luminosas tocando o terror com um set-catarse de cair o queixo. Foi amor à primeira pista.

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R.I.P Cable

A comunidade raver de Londres está de luto – na última Quarta Feira, 1o de Maio, a boate Cable recebeu ordem de efeito imediato para encerrar as atividades. Eleita diversas vezes como um dos melhores clubs da cidade, o Cable, aberto em 2009, ficava embaixo dos arcos da estação de London Bridge. A programação diversificada comandada pelo selo We Fear Silence e as festas com duração de 12 horas tornaram o local o queridinho dos ravers londrinos, principalmente fãs de drum and bass.

London’s raver community is mourning – last Wednesday, May 1st, nightclub Cable was closed with immediate effect. Since its opening under one of the London Bridge arches in 2009 the club has featured in several’best clubs in the city’ lists. The eclectic programme put together by promoters We Fear Silence along with the late opening hours made the place a favourite among ravers, especially Drum and Bass fans.

Em comunicado oficial no site a equipe explica que após dois anos de batalhas jurídicas com a Network Rail, dona e operadora das ferrovias inglesas, a empresa decidiu tomar posse do imóvel à força essa semana, deixando desempregados 70 funcionários e afetando os planos futuros da marca. Eles comentam que quando se instalaram no local receberam garantia da própria Network Rail de que a reformulação da estação não afetaria a boate, mas a empresa diz que um aviso foi dado em 2011 de que a situação havia mudado e o arco onde a boate estava instalada era vital para a expansão da estação, uma das maiores e mais importantes de Londres.

Em um desabafo online, o dono do selo Butterz comentou o impacto do fechamento do Cable na cena londrina, onde “opções estão cada vez mais escassas e os line-ups das boates cada vez mais previsíveis”. Ele fala da importância de festas em um local preparado para esse tipo de atividade, já que “festas em armazéns não oferecem qualquer garantia de segurança e as vezes são canceladas em cima da hora”, e critica também o fato de que mais e mais espaços culturais vêm sendo fechados para dar lugar a cadeias de alimentação, lojas de roupa e moradias de luxo (texto completo aqui).

In an official statement the Cable team explains how they have been caught in judicial battles with Network Rail for the past two years and how they decided to take over the venue this week, leaving 70 people suddenly unemployed and affecting the brand’s future plans. They say they were given guarantees that expansion plans for London Bridge station would not affect the venue, but Network Rail claims that in 2011 Cable was given notice of new developments which included the area into the refurbishment plans of one of London’s busiest and most important stations.

In an online rant, the owner of Butterz label commented on the impact of the event in London’s club scene, where “options are shrinking, club line ups are taking less risks, and when there nights in ‘Warehouse Spaces’ there is no guarantee of your safety, a good time or the night even happening”. He also pointed a finger at the city’s development in general, saying “they strip away our meeting points and cultural hubs and replace them with Costas, Subways and more retail units and housing nobody that works in those shops can afford”. (See full text here)

Abaixo, video feito pela equipe da Cable TV, que promete lançar em breve um documentário sobre o assunto.
Below, a video made by Cable TV, who promise to release a documentary on the subject soon.

Quem sabe o pessoal do Rio, onde espaços culturais vêm sendo interditados e fechados a torto e a direito, não se inspira e também produz conteúdo sobre o assunto. Olha que rende…

Maybe folks in Rio, where cultural venues are being closed in an alarming rate, can be inspired by the event and also produce some content on the subject…

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The Ghost of Piramida

Obrigada ao selo londrino Day Job Records pelo delicioso cineminha de domingo. Novo projeto da banda dinamarquêsa Efterklang, o filme The Ghosts of Piramida acompanha a viagem dos músicas para Piramida, uma ‘comunidade mineradora’ (?) Russa em Svalbard, Noruega. Durante 9 dias eles vasculharam o local coletando mais de 1.000 sons – de pilhas de documentos à uma casa de garrafas, de um deck de madeira à enormes canos de metal – todos os remanescentes da cidade esquecida tornaram-se instrumentos em potencial. O filme retrata Piramida como um perfeito playground sonoro, onde cada superficie tocada torna-se uma presença imponente na outrora “silenciosa” paisagem. É como se todo o local fosse música esperando para acontecer…

Thanks to Day Job Records for a delightful Sunday evening. The London based label hosted  a screening of Danish band Efterklang‘s latest project: The Ghosts of Piramida. The film accompanies the musicians’ trip to Piramida, a former Russian coal-mining community in Svalbard, Norway. For 9 days they roamed the deserted place recording over 1,000 sounds – from bound stacks of documents to a bottle house, from a wooden deck to great metal pipes – every remain of the former settlement became a potential instrument. The film shows Piramida as a perfect sound playground, with every surface struck giving off sound that becomes an overwhelming presence on the otherwise “silent” landscape. It’s as if the whole place is just music waiting to happen…

Alternando entre imagens da banda e imagens de arquivo da época em que o local era uma próspera comunidade, o filme é narrado em tom melancólico por um ex morador. Belo e um tanto triste, ele nos transporta entre passado e presente com os “temas sônicos da banda explorando  memória, o poder da nostalgia e a transiência de relações humanas significativas.” (aspas de um artigo sobre o projeto no Nowness.com). O resultado final das gravações de campo pode ser ouvido no filme e no novo disco da banda: Piramida.

The film alternates between footage of the band members and archive footage of the once thriving community, narrated by a former inhabitant in a melancholic tone. Beautiful and quite sad , it takes us back and forth between past and present, “with the band’s sonic themes exploring memory, the power of nostalgia and the transience of meaningful human connection” (quote from an article on Nowness.com).The end result of the field recordings can be heard throughout the film and also in the band’s latest album: Piramida.

Esse não é o primeiro filme da banda. Em 2010, junto com o cineasta francês Vincent Moon, fizeram ‘An Island’, “um filme não-convencional de música e performance e um documentário abstrato sobre uma banda e uma ilha”.

This is not Efterklang’s first film project: in 2010 they paired-up with french filmmaker Vincent Moon for ‘An Island’, an “unconventional music performance film and an abstract documentary about a band and an island”.



Embracing the current way people experience audio-visual material, the band has made both films available for download on their official webistes, where official screenings like the one I attended can also be arranged.

Cientes da maneira como as pessoas consomem conteúdo audio-visual atualmente, a banda viabilizou para download ambos os filmes em seus respectivos sites, onde qualquer um pode também requisitar o material para uma sessão oficial como a que eu assisti.

 

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Cirrus

Bonobo esquentando os motores para o lançamento do disco novo em grande estilo! O clipe fodastico é do Cyriak e foi todo feito com imagens de arquivo de campanhas de informação pública dos anos 60.

Bonobo sets the stage for the launch of his new album in grand style! The amazing video was made by Cyriak using footage from public information films of the 60′s.

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A message to you…from Red Stripe

Em uma criativa jogada de marketing a cerveja jamaicana Red Stripe trouxe um pouco do calor e alegria da ilha para dentro de uma loja de conveniência londrina. Assim que um cliente abria a geladeira para pegar a sua cerva, objetos da loja ganhavam vida e se mexiam ao som de ‘A Message to You Rudy’ (mais conhecida pelo cover dos Specials).

Jamaican beer Red Stripe, in a creative marketing display, brought a bit of tropical warmth and joy to a Dalston off license. As soon as a client opened the fridge to grab one, the whole store came to life with objects moving to the sound of ‘A Message to You, Rudy’ (made world famous by The Specials)

E aqui um pouco do processo…
And here a bit of the process…

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Dumb Ways to Die

Serviço de utilidade pública Australiano no melhor estilo Happy Tree Friends
Australian PSA, Happy Tree Friends style

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