OEsquema

ObichoSusPensoNaPaisaGen

Ernesto Neto fala da sua participação no projeto Flyknit da Nike. A interação do artista com a marca começou no espaço 1948, hub da Nike em Londres. Mas a obra, na realidade, foi desenvolvida ano passado para a abertura do FAENA Arts Center em Buenos Aires, e chegou ao Rio na última semana com o nome original: ObichoSusPensoNaPaisaGen.

Brazilian artist Ernesto Neto talks about his participation in Nike’s Flyknit project. The artist’s interaction with the sports brand kicked off at 1948, Nike’s creative hub in Shoreditch, Londo. But in reality the original piece was developed for the opening of Buenos Aires’ FAENA Arts Center, last year. Now it has arrived in Rio under the original name: ObichoSusPensoNaPaisaGen (meaning: “the animal suspended in the landscape”)

Quem estiver no Rio até 14 de Outubro não pode perder a chance de ir até a Estação Leopoldina conferir ao vivo!
Those in Rio until October 14th can’t miss the chance to see this masterpiece live at  Leopoldina Station!

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Fico

Ainda em clima de férias, dica de um tesourinho escondido nas ruas de Ortigia: Fico Original Design. As bonecas / luminárias de papel machê feitas por eles são apaixonantes! (dificil deve ser trazer de volta pra casa…)

Still in holiday mode, here’s a tip of a little treasure hidden in the streets of Ortygia: Fico Original Design. Their papier mache dolls / lamps are the cutest thing! (they don’t seem that easy to bring home though…)

Pirandello

 

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Pokemon, Tim Burton style

O ilustrador Hat Boy resolveu recriar os ‘monstros de bolso’ o traço do Tim Burton. De tão bom, o passatempo virou um projeto cuja meta é recriar todos os 151 bichinhos.

Ilustrator Hat Boy decided to recreate all the ‘pocket monsters’ as if they were Tim Burton characters. What started as a hobby was so successful that he plans to keep the project going and draw all of the 151 little creatures.

1a geração // 1st generation

 

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H2O in Space

Os astronauta pira…
Astronauts have all the fun…

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Lego Story

Curta animado contando a história do brinquedo mais legal de todos os tempos

The animated story of the coolest toy of all times

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Lars von Trier’s Gesamt

E o cinema-cabeça entra na era do crowdsourcing.

O  novo projeto de Lars von Trier, Gesamt (total, em alemão, também podendo significar agregar, cumulativo), convida cineastas do mundo todo a produzir interpretações audio-visuais de 6 obras de arte. O material recebido, que não deve exceder 5 minutos nem conter imagens ou trechos das obras em sí, será reunido e editado pela diretora dinamarquesa Jenle Hallund. Resta saber qual papel von Trier, notório controlador, irá desempenhar nessa brincadeira…

Lars von Trier’s latest project, Gesamt (total, in german. can also mean aggregate, cumulative) invites filmmakers worldwide to produce audiovisual interpretations of 6 works of art. The material submited, no longer than 5 minutes and containing no image or exceprts from the original pieces, will be collected and edited by danish director Jenle Hallund. One is left wondering what role the notoriously controlling von Trier will play in the process…

As fontes de inspiração determinadas pelo diretor são Ulisses, de James Joyce, a peça O Pai de August Strindberg, o campo zeppelin em Nuremberg (projetado pelo arquiteto principal do partido nazista, Albert Speer), a pintura De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos? de Paul Gauguin (foto abaixo), as improvisações do compositor Cesar Franck, e o conjunto da obra de Sammy Davis Jr.

The sources of inspiration determined by the director are: James Joyce’s Ulysses, August Strindberg’s The Father, The Zeppelinfield in Nuremberg (designed by Hitler’s main architect Albert Speer), Paul Gauguin’s painting “Where do we come from? Who are we? Where are we going?” (image below), the improvisations of Cesar Franck, and the music of Sammy Davis, Jr.

Os interessados tem até 6 de Setembro para enviar o material. O resultado final será uma instalação com quatro telas simultâneas na galeria Charlottenborg, em Copenhague, durante cinco semanas a partir do dia 12 de Outubro. As regras completas você encontra aqui.

Those who want to participate have until September 6th to send their films. The final piece will be an art installation with 4 simultaneous screens, in Charlottenborg gallery, Copenhagen. The installation will open on October 12th and run for five weeks. Full set of rules here.

A iniciativa lembra um outro projeto do diretor, o excelente documentário / experimento As Cinco Obstruções, onde ele desafia seu mentor, Jørgen Leth, a produzir cinco novas versões do curta O Homem Perfeito (1967), cada uma sob regras cada vez mais restritas.

This brings to mind another one of his projects, the excellent documentary / experiment ‘The Five Obstructions’, in which he challenged mentor Jørgen Leth to create 5 versions of his 1967 short The Perfect Human, each under a restrictive set of rules.

O original / O original

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Otro

Pro povo que, diferentemente de moi, sabe andar de skate: se normalmente já é bom, imagina nesse bowl fluorescente da coreana Koo Jeong-A?!

To those who, unlike moi, can skate: if ordinarily it already feels pretty good, imagine in this fluorescent bowl by Koo Jeong-A?!

Localizado no Centro Internacional de Arte e Paisagem, na Ilha Vassivière na França, Otro é uma parceria entre a artista e o escritório de arquitetura  L’Escaut. A “escultura funcional” foi inspirada na paisagem da ilha: “um sonho em meio a um cenário natural”. Koo, que  já havia ficado encantada com o local durante uma exposição em 2007, diz que a obra deve ganhar vida e ser utilizada, promovendo uma experiência física sensorial aos skatistas e espectadores.

Located in the International Center of Art and Landscape at Vassivière Island, France, Otro is a partnership between the korean artist and architecture studio L’Escaut, This “functional sculpture” was inspired in the island’s landscape: “a dreamscape amidst the natural surroundings”. Koo, who had already been impressed by Vassivière during a 2007 exhibition, claims the artwork is something that is meant to live and be used, providing a sensorial experience to skaters and spectators alike.

mais fotos do projeto e construção aqui
more pictures of the project and construction here

Via Lost at E Minor

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Robinson Institute @ Tate Britain

still 'Robinson in Ruins'

A comissão 2012 da Tate Britain, ‘Patrick Keiller: Robinson Institute’ é um belíssimo exemplo de como dar vida nova a uma coleção permanente, enaltecendo o valor histórico da arte e conectando obras de diversas épocas com questões atuais . O trabalho transfere para dentro do museu um pouco do universo do excêntrico pesquisador e andarilho Robinson, protagonista dos filmes London (1994), Robinson in Space (1997) e Robinson in Ruins (2010), de Patrick Keiller.

Os três filmes ficam no meio do caminho entre documentário e ficção: o personagem-título (e alter-ego de Keiller) é só uma referência e sua presença se dá apenas através dos narradores, cujos relatos explicam as motivações e ações de Robinson. A narração retraça o itinerário do explorador enquanto longas tomadas dos locais visitados servem de pano de fundo para fatos históricos, delírios poéticos e questionamentos sociais, políticos e economicos.

Focado sempre nas mazelas do seu tempo e tentando encontrar no passado as pistas para explicar o presente, Robinson vê a paisagem como um livro e o deslocamento como a única possibilidade de leitura. “Ele acreditava que se olhasse a paisagem atentamente, a base molecular de eventos históricos seria revelada. Ao caminhar guiado principalmente pela intuição, ele procurava recuperar a possibilidade de transformação política e econômica”.

‘London‘ é uma ode aos valores dos escritores românticos dos século 18 e poetas franceses do fim do século 19, em contraponto a uma Londres social e culturalmente devastada pelo quarto mandato consecutivo de um governo conservador. Em ‘Robinson in Space’, ao ser abordado por uma agência de propaganda para descobrir o “problema da Inglaterra”, Robinson parte em uma jornada baseada no livro ‘Viagem por toda a ilha da Grã-Bretanha‘, de Daniel Defoe, na tentativa de “criar uma ponte entre realidade e imaginação”. Finalmente, em ‘Robinson in Ruins‘, o personagem diz ter sido contactado por “inteligências não-humanas” para preservar a vida na terra e tentar livrar o mundo de um grande mal cujos sintomas incluem crise bancária, aquecimento global, as guerras do Iraque e Afeganistão e a privatização obscura do espaço público no país. É sobre esse último que se trata a exposição.

The Tate Britain 2012 Comission, ‘Patrick Keiller: Robinson Institute’ is a beautiful example of how to breathe new life into a permanent collection, praising the historical value of art and connecting pieces of various times and styles to current issues. The commission brings into the London museum the universe of Robinson, eccentric researcher, wanderer and fictional lead character of the films London (1994), Robinson in Space (1997) and Robinson in Ruins (2010), by Patrick Keiller.

All three films lie somewhere in between documentary and fiction: Robinson (Keiller’s alter-ego) is just a reference, made present only through the narrators, whose accounts explain the motivations and action of the character. The narration retraces the explorer’s itinerary while lengthy shots of the locations visited serve as a backdrop to historical facts, poetic raving and social, political and ecnomic questioning.

Focusing on the ills of his time and looking into the past for clues about the present, Robinson sees the landscape as a book and wandering as the only possibility of reading. ‘He believed if he looked at the landscape hard enough, it would reveal to him the molecular basis of historical events. By walking guided mostly by intuition, he sought to recover the possibility of political and economic transformation’.

‘London’ is an ode to the values of 18th century english romantic writers and late 19th century french poets, contrasting with a socially and culturally devastaded London as the result of a 4th consecutive Tory government. In ‘Robinson in Space’, after being approached by an advertising agency to investigate the ‘problem of England’, Robinson embarks on a series of seven journeys across England inspired by Daniel Defoe‘s ‘Tour through the Whole Island of Great Britain’, claiming “a bridge between imagination and reality must be built”. Finally, in ‘Robinson in Ruins’, the character claims ability to communicate with network of non human intelligences determined to preserve the possibility of life on the planet, and had been enlisted to work on their behalf, keen to cure the world of ‘a great malady’ whose symptoms include the banking crisis, global warming, war in Afghanistan and Iraq, and the transfer of British land to obscure owners. This is the one the exhibition is about.

“Atualmente, parece ser mais facil para nós imaginar a contínua deterioração da terra e da natureza do que o colapso do capitalismo moderno.” Fredric Jameson, As Sementes do Tempo

Penelope Curtis, Diretora da Tate Britain, diz: “Patrick Keiller aceitou o desafio de maneira exepcional com uma instalação que nos permite enxergar na a coleção permanente da Tate uma relação com algumas das questões que a Inglaterra enfrenta atualmente, demonstrando como preocupações similares emergem de tempos em tempos. O interesse de Keiller em entender a paisagem britânica e o que essa pode nos dizer sobre as origens de alguns problemas mundiais se adequa perfeitamente à coleção da Tate”

“It seems to be easier for us today to imagine the thoroughgoing of deterioration of the earth and nature than the breakdown of late capitalism.” Fredric Jameson, ‘Seeds of Time’

‘Patrick Keiller has risen to the challenge of the Tate Britain Commission in an exceptional way with a new installation that enables us to look at the Tate’s collection in relation to some of the issues that Britain faces today, demonstrating how similar concerns run through time. Patrick Keiller’s sustained interest in understanding the English landscape, and what it can tell us about the origin of some of the world’s problems, strikes a perfect chord with the Tate collection.’

Head of a Man, Nigel Henderson

Dividida em sete seções temáticas, a exposição contém stills, textos e trechos do filme misturados a pinturas, gravuras, livros, fotografias e esculturas, além de documentos, placas e qualquer outro objeto que reforçe os links históricos e narrativos que ele levanta durante suas andanças.

O ponto de partida da sua viagem ‘pictoresca’ é o lichen em uma placa de estrada – o tal sinal da comunicação extraterrestre que determina que ele deve ir até Newbury. Enquanto um texto explica que lichen cresce em lugares expostos a altas doses de nitrogênio, outro explica como Robinson disse ver o perfil de Goethe em um dos pequenos organismos. É esse o link para as outras obras que complementam a seção:

Divided into themes, each section of the exhibition contains stills, texts and footage from the film. Added to these are paintings, prints, books, phorographs and sculptures as well as documents, signs and any other object that reinforces the historical and narrative links he brings forth throughout his journeys.

First ‘picturesque’ view – an image of a road sign covered in lichen from which he understood he should visit Newbury. While a nearby text explains that lichen grows in areas with high levels of nitrogen pollutants, another one explains how Robinson saw Goethe’s profile on the little growth. This is the link to the other works that complement this section:

Goethe, Andy Warhol


Nos fones, o Alto Rhapsody – Op. 53 de Brahms, baseado no poema ‘Viagem a Harz no inverno’, de Goethe que diz algo como “…seu caminho se perde na vegetação rasteira, atrás dele os arbustos se fecham, a grama cresce, a mata o engole”
Speakers play the Alto Rhapsody – Op. 53, by Brahms, which is based in Goethe’s ‘Harz journey in Winter’ which begins: “but apart there, who is that? His way is lost in the undergrowth, behind him the bushes close sharply together, the grass springs up again, the wilderness engulfs him”

Graças a essa imagem no cartaz, fui descobrir o trabalho de Keiller e tive a sorte de ve-lo falar na sessão de lançamento do filme // Thanks to this image on posters, I looked him up and was lucky enough to go to the first screening of the film, featuring a Q&A with Keiller himself.

Daí em diante, sua psicogeografia nos leva a um passeio por locais e temas: um sítio onde um meteorito caiu em 1830, mesmo ano em que a Europa foi tomada por revoluções; Greenham Common, primeira base europeia a receber os mísseis de cruzeiro americanos e a última de onde foram tirados, em 1991; Aldermaston, onde o Estabelecimento de Armas Atômicas (EAA) produz ogivas para mísseis Ingleses e Americanos (atualmente a empresa privada é controlada por 3 corporações, sendo duas delas americanas). Descobrimos que a EAA é um dos principais destinos do Sistema de Oleoduto e Armazenamento do Governo, que leva combustível para as bases militares dos EUA e Reino Unido e que ao seguir um dos seus oleodutos, encontra-se em um enorme campo de papoulas. Papoulas essas que parecem ser o único  produto voltado para o consumo humano em South Oxfordshire, onde Robinson nota também a falta de mão de obra nos campos. Ele comenta ter lido sobre dados de extinção serem subestimados e menciona um estudo de 4 anos sobre plantas, passaros e borboletas na Inglaterra indicando fortes evidências de extinção em massa.

Isso é só um pequeno retrato de como funciona a “lógica” de Robinson. O fluxo é de mão dupla – a busca por conexões o tempo todo determina as suas decisões práticas de seguir por esse ou aquele caminho, mas o acaso, a intuição, também levam a descobertas que geram novas ligações entre natureza e civilização, paisagem natural e intervenção humana.

still, 'Robinson in Ruins' - uma aranha tece sua teia enquanto a narração fala sobre capitalismo e relata detalhes da bolsa de valores americana // a spider spins its web while the narrator discusses capitalism and details of the US stock market

From then on, his psychogeography takes us on a stroll through different places and themes: the site where a meteorite fell in 1830, same year that Europe was taken by revolutions; Greenham Common, first Europe base at which the US had deployed cruise missiles and last from which they were removed in 1991; nearby Aldermaston, where the Atomic Weapons Establishment (AWE) makes warheads for UK’s and US supplied trident missiles (currently private, operated by 3 corporations, 2 of which are american).We find out this is one of the major destinations of the Government’s Pipeline and Storage System’s (GPSS), which supplies fuels to US and UK military bases – he follows one of the pipelines till he encounters enormous fields of opium poppies, which  seem to be the only crops primarily for human consumption in South Oxfordsire, where he also notices the lack of manual labour in the fields. He mentions having read that rates of extinction had been underestimated and a four year study of plants, birds and butterflies in Britain had given firm indication of approaching mass extinction.

That’s just an insight into Robinson’s reasoning. The ideas flow both ways – the never ending search for connections determines his practical decisions of which path to take while chance, intuition, also lead him to discoveries that breed new connections between nature and civilization, natural landscape and human intervention.

Na tv, um video de arquivo sobre a Companhia de Petróleo Anglo-Persa, precursora da BP, acompanhada de anotações sobre o golpe de estado orquestrado pelos Ingleses no Iran, em 1953, após a nacionalização da indústria de petróleo local.

On the screen, a newsreel video about the Anglo-Persian oil company, the precursor to BP, accompanied by notes about the coup d’état in in 1953 orchestrated by the British after Iran nationalised its oil industry.

Bahrein, Andreas Gursky

Number 23, Jackson Pollock

posto da GPSS // GPSS post

Chicago Board of Trade, Andreas Gursky

A exposição é um ótimo complemento ao denso filme e, de uma certa forma, ajuda a digerir e compreender melhor as intenções por trás do mesmo. Mais do que mostrar verdades ou oferecer respostas, ambos os trabalhos nos convidam a olhar mais e enxergar a paisagem, do macro ao micro, como algo vivo, contínuo, onde as marcas do passado funcionam como pistas não para entender, mas sim para questionar o cenário atual.

The exhibition is a perfect complement to the dense film and, in a way, helps viewers to digest and have a better understanding of the intentions behind it. Rather than claims of truth or answer offers, both works invite us to look closer and more, seeing the landscape,  from micro to macro, as something living, continuous, where marks from the past work as clues not to understand, but, rather, to question the actual scenery.

Crítica do The Guardian sobre a expo aqui
The Guardian’s review of the exhibition here

A expo fica em cartaz até 14 de Outubro de 2012 – De graça
Exibition open til October 14th 2012 – Free

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“Meu Pai é o Thor”

Mais uma vez meu irmão me proporciona uma crise de riso com direito a lágrimas rolando e dor na barriga. O video por si só já é digno de aplausos, mas acompanhado dos comentários do Não Salvo…pqp! Daqui pra frente, apenas uma reprodução do post do blog alheio.

(once again, no english – too much text to translate. but the video speaks for itself…)




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Ferrofluid(o)

Desde o primero contato, no Museu de Ciência, sou apaixonada por Ferrofluido: um liquido metálico que, quando em contato com um campo magnético, cria formas alucinantes. Claro que uma coisa linda dessas não chamou só a minha atenção – da uma olhada:

Since the first contact at the Science Museum I’ve been in love with Ferrofluid: a metallic liquid which, when in contact with a magnetic field, generates amazing shapes. Of course something this beautiful hasn’t gone unnoticed – check this out:

Pra quem quiser tentar em casa
For those who want to try it at home

Pois o fotógrafo Fabian Oefner resolveu ir além da admiração monocromática adicionando aquarela na mistura. O resultado são imagens que, citando o Creator’s Project parecem “Google Maps do planeta psicodelía ou o cérebro dissecado do Cat in the Hat”. (Video do processo aqui)

Photographer Fabian Oefner took it one step further by adding watercolour to the mix. The resulting images, to quote The Creators Project, seems like “Google Maps of planet psychedelia or the dissected brain of the Cat in the Hat”. (Video of the process here)

http://www.thecreatorsproject.com/blog/ferrofluids-go-next-level-technicolor-in-fabian-oefners-amazing-images

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